quinta-feira, 19 de julho de 2018

Chegue pra Lá


            

            D está nem é invisível virtualmente na parte Dele e eu andando roendo o osso na minha, tá certo! Olhem pra isto! Ali por acaso ou nada corre um córrego rio Acará, todos veem, assim fica o mato, árvore-de-coral, pombinha, apanha-saia, mimosa, quiabento... depois a rua Teotônio Vilela o sol outras coisas e antes de tudo a Ana Paula, inefável, de carro 80 km/h pra faculdade de fotografia documental e editorial.
Nem estou contente com o meu ir e vir me levantar e dormir. Outra ideia de dia descobri que D é uma hipótese hipótese. Nem tenho como desmentir ou me ausentar ou me matricular. E tem gente que pensa que é por si só uma montanha pedra Peito de Pomba. E tem indivíduo que sonha que é cachorra-da-palmeira ou jubatã ou pomba-parari ou lambari-prata. Cada um na sua vez. E tem comadre que nem tá nem aí. E descendem pessoas que colecionam horas de voo e viajar.
Com mais dia para os de menos dias: Justamente ela, linha reta e pessoalmente, foi no apartamento do namorado discutir um por que você montou no meu cavalo urco por acaso eu lhe dei ordem e autorização qual confiança almocreve açoutar açoitar bater com o açoite, aliás. Aí ela, tembetás adornando os lábios, pegou a arma na bolsa e matou o namorado com cinco tiros à queima-roupa. O cabra foi pego nos cinco pontos tingido em cinco postos vitais e claro abraçou a própria sombra nem resistiu.
Embora seria melhor uma coirana-amarela e ou capim-grama e ou camundongo-do-mato e ou marreca-pardinha... Tou certo! A pergunta é menos que as respostas. Olhem pra isto! O seu cabelo anda com ventos na pandorga alcançar os teus cabelos na nuvem nos olhos nos cabelos lisos e ondulados tão somente nas pontas.
- Quando vi o rio Inhomirim você disse eu vi Magé, saudades-de-asa-cinza, Nova Iguaçu, papos-de-peru, Paulo Lopes, chão de tatuquiras, dinízias, martins-pescadores-da-mata, Marco, os lendários apaniecra-canela ensaiando onfuás e danças rituais em torno da fogueira...
Uns batem no peito escorregam na cancha driblam fazem gol dizendo que têm o privilégio de falar com Ele e dialogar, e programam proclamam isso aos 4 ventos quatro cantos quatro naipes cinco continentes, etc. Fazem disso uma profissão de fé ofício oficial. Olhem pra isto! Um dia depois os grandes cabelos as asas dos olhos um mês o pedalar de bicicleta na calçada da rua Coruripe da casa cachos cabelos sergipanos depois passou outro mês do parque Serra do Tabuleiro.
Com mais dia para os de menos dias: De repente Mono o cachorro do ex-namorado começou a latir ganir muito forte ameaçador feroz impertinente dentes à mostra os gestos bruscos do cão. E ela pegou atirou no animal e o vermelho espiralado e o cheiro doce aéreo nos lábios carnosos. Errou o primeiro tiro que o bicho era manhoso mas os outros dois foram suficientes acertou os dois e depois de ter chegado bem o suficiente de perto.
            Agora se estes 7 estão certos que D, então, que Ele exista e os proteja, porque merecem o caminho a luz e o mês todinho de janeiro em Canoa Quebrada, Feliz Deserto, Vigia, Barra do Sana em Macaé, forte do Castelo... Mesmo sendo uns puxa-sacos de tempo integral e dna de 4 costados.
            - E você diz quarta-feira e presente fica quarta-feira com hora marcada no shopping Porto Estrela pizza de queijo com à serrana.
            Com mais dia para os de menos dias: Já saindo do apartamento do ex-tudo ela, peralta e tatuada beija-flor na virilha, viu o vizinho sorrateiro ali se mandando para o elevador desconfiou por acaso talvez tenha ouvido e chamado a polícia, aliás e etc. Sendo que também nem deu tempo de alcançá-lo e ela, habilidade nos vinte e seis anos, se precipitou escadas abaixo desde o sétimo andar na corrida coincidentemente sem saltos altos e aos pulos que era desde garota uma boa desportista esportista praticamente atleta do triatlo.
E vejo com estes olhos desmesurados que alguns dos mortais mortais recebem mais benesses benefícios beneplácitos benfeitorias e jetons bônus, mais namoradas lindas e carrões, jatinhos e embarcações, nomeações de herança, viagens ao exterior, estudos de alta diplomacia, paro aqui. Tudo bem que outros estejam como eu no mesmo barco na mesma canoa na mesma peça na mesma pesca, até porque assim esses devem também estar pensando o que eu digo. Olhem pra isto! Mais diáfana Ana Paula e, lenda que espera que continuar, assim mesmo assiste Nova Prata, quindim, Juazeirinho, doce de caju, Bela Cruz, pão de queijo, Santo Amaro da Imperatriz, sapupiras-do-igapó, Penedo, violão aprender a tocar violão nas tardes das às 17h e 30min duas vezes por semana de preferência sem chover sem gear.
            Com mais dia para os de menos dias: Embaixo de repente no saguão ela, abstêmia e sem o que ponderar, chegou atrasada esbaforida reduzida e já estavam lhe aguardando apreensivos uns homens e tais e quais. Ela nem deu recurso para diálogo discussão alguma e sua arma funcionou atirando no vizinho assombrado na recepcionista apalermada no boy desassossegado no segurança eventual que este já havia acionado a polícia. Ela teve que conter o gasto das balas quer dizer e pelo menos uma em cada cabeça e sentença sendo rápida certeira prática pedra automática todos cada um na sua vez e sem exceção por ordem de chamada. 
            O Brasil já foi escolhido por D e ainda assim pelos estrangeiros alienígenas boleiros turistas marqueteiros estudantes intercambistas que D é brasileiro. Agora somente está faltando acertar firmar comparecer com a grande maioria multidão dos tupiniquins. Olhem pra isto! Hoje agora agora mesmo sorrindo, empatia, os olhos contentes e riso rabo de saia, cobre a boca à força de emoção que lhe pulsa a partir obviamente do espírito, como os rios as árvores a repetição idêntica dos sons os braços abertos com o advento dos discos voadores na Chapada Diamantina e ilha de Colares.
            - O vento que move incondicional o mundo porém mas é incrível.
            Até acho comigo que D aprende com a gente os templos ecumênicos e é melhor Ele ficar mesmo neutro ou escondido ou sossegado ou natural. Olhem pra isto! E antes de Ana Paula, diáfora, e depois vieram os rios os agacis o rio descobre o porquê de contar e recolher os peixes, bagres-de-água-doce, piaus, os tucunarés, matrinxãs... as praias, os ipês-de-flor-amarela, gaturamos-bandeiras, os papa-cacaus, tauatós-pintados... e ela se fará com o título episódio A Nova História da Lenda Ana Paula. Tá certo!
            Com mais dia para os de menos dias: Assim, solícita e humana quase maternal, ela correu para o carro ali estacionado na calçada da rua Cavacué frente do prédio coincidindo com viu os policiais finalmente chegando. Sem perda de tempo pegando os dois de supetão o fator surpresa já foi atirando exemplar saraiva sobre e sem errar entre os olhos onde nem os coletes careciam. E ela mesma caprichosamente ligeira e se mandou no próprio carro arrancando deixando cheiro de borracha queimada dentes apertados até mais ou menos uns 80 km/h sorriso de massa urbanisticamente pelas quatro pistas de ida da avenida Saguaraji e se mandar.
            Vamos a SP pelo caminho do tatuapé e, emboralá!, é maravilha, milagres, Gurjão, cipós-de-paina, papa-arrozes-de-crista-negra, estrelas-do-norte, Jijoca de Jericoacoara, colubrinas, Trajano de Moraes, almecegueiras-de-minas... A troco de quê?! Esquecer e uma palavra fácil de lembrar. Olhem pra isto! Um dia destes veio você, merecidamente estrelas dos olhos, veio o tempo o dia quente chover e ou interromper a onda as ondas a praia do Refúgio e na outra manhã você mesma nem emprego nem carro novo o horizonte a terra o céu o mar.