- Minha cidade tem entretenimentos
eventos culturais noturnos como restaurantes museus bailes à fantasia politeamas
casamentos festas micaretas campeonatos de futsal e vôlei...
- E de todas as maneiras doutrinas
ideologias e vezos rotinas costumes vícios hábitos...
- Comida afetiva culinária gastronomia,
pão de queijo, quindim, acarajé, pinhão na chapa de fogão a lenha, queijo com
goiabada cascão, tapioca, pastel de queijo com garapa, sorvete de açaí...
- Se se pode dizer assim!...
- Na medida do possível e tudo que
existe é perfeito: debiques, epigramáticos, espórtulas, fraldas de camisa,
equinócio do outono, alcácer ou alcazar...
Um dia um ser humano guedelhudo astrônomo
foi condenado e fugiu, fuão e fulano-dos-grudes. Foi descoberto na floresta e
caçado flechado. O ser humano graduado soldado morreu crivado de setas. Depois
de vinte dias ausente mudo incomunicável desaparecido, foi aparecer apareceu
como porco-espinho.
- D me empolga! D é amigo de todos
os tempos e de todos nós!
- Sou desconhecido de D. Ele me
percebe? Eu me pergunto.
- Ouço perguntas e respostas,
profícuas e lucrativas e úteis e proficientes...
- Então respondo como rústico tanoeiro
fabricante de tonéis e barris e pipas...
- Eu mesmo me respondo e tresdobro em
poemas odes contos e recontos...
- Com outras perguntas. Então, por
que as estrelas? Por que o zodíaco?
- Cidades que apareceram sensacionalmente
neste último ciclo, Princesa, São José de Princesa, Guaraciaba, Flores,
Manaíra, São José da Laje, São Luís do Quitunde...
O ser humano definitivo meirinho viu
que era ele assim mesmo e percebeu que era por si mesmo. O ser humano doutrineiro
professor viu que tinha voz e falou consigo mesmo:
- Que ardil é este?
- São ardis comigo para mim mesmo
ensimesmado. E muito mais.
- Eu parti pro mundo sem porteira
sem fronteira a partir de Itinga do Maranhão, estudei em Malhada dos Bois,
nasci em a nação timbira, eu cresci em São Francisco do Brejão, casei em
Graccho Cardoso, peleei em o país dos sapará...
Depois o ser humano clandestino pretor
desceu o rio Vermelho. Elementos naturezas e coisas que enaltecem a caminhada
colaboraram combinação de sons agradáveis, três-potes, dançadores-laranja, patativas-choronas,
surucuás, teréu-teréus, corujões-orelhudos, balança-rabos-de-máscara,
sanhaçuíras... e demais aves belas elegantes eufônicas sonoras agitadas, etc. Ainda
navegando rios e mares velejando e combinou olhar olhou o céu e pediu, indagou,
falou consigo solilóquio, único barão e visconde com grandeza de São Lourenço, disse:
- Velho! Quem viajará a todos os
Estados? As plantas os tabuleiros as várzeas os pântanos, a montanha Cabeça de
Peixe, o parque Euclides Dourado, a biblioteca poeta Carlos Dias Fernandes, a
aldeia dos autóctones pucobié-gavião, a praia da Barra de Camaragibe...
- Eu já quero ver as
corobas-de-flor-verde, paracuubas-brancas, cajazeiras, ruivinhas-do-campo,
meruquiás, caixetas, bromélias-imperiais, inhaíbas...
- Então me confirmo reafirmo firmo
embaixo: todos vencerão no fim e ao cabo.
- Justamente me pergunto primeiro.
Tenho aeroportos em todas as cidades e portos fluviais e marítimos e navegação
de cabotagem...
- Vamos sempre um pouco mais longe e
para nem dizer bem longe longínquo, mistério e sonho e fantasia e invenção e
ficção...
- Tenho porque tenho visto muitos
animais mamíferos cetáceos carregando andando na pista na faixa da via
principal, baleias-francas, baleias-pintadas, baleias-pilotos...
- E eu moro na rua Antônio Castro
Lopes com a Prudente de Morais do bairro Galheta...
- O meu assombro vem de que eu tenho
7 dias por semana, e 8 em outros casos.
- Há coisas agradáveis e divertidas
que sonho em ver novidades ritmos rápidos, frevo-ventania e frevo-coqueiro e
frevo-de-rua e frevo-canção e frevo-abafo...
- Por D e por hoje plantei algumas
mudas mudinhas tenras, helicônias, são-fidélis, goiabões, cajuçaras,
ipês-pardos, palmitos-amargosos...
- À direita à oriental à uma hora à
toa à esquerda o ínfimo e pequeno em suas dimensões volumes quantidades
intensidades importâncias... E à procura dos princípios exórdios preâmbulos
prólogos proêmios...
Mais que nunca e sempre, o ser
humano trivial futebolista viu reconheceu ouviu e comprovou. E já eram seis e
meia da manhã. Panorama rico nem dá pra olhar tudo de uma vez e patos-crioulos,
capebas-do-mato, anambés-pretos, leobas ou paquetes, balatas-rosadas,
formigas-de-imbaúva, quinas-vermelhas, macucus-do-rio-negro... Talvez a
perfeição esteja aí aqui ali acolá, numerosos(as) e mesclados e rumorosas:
guiratingas, urus, saíras-amarelas, rendeiras, tibiras... O ser humano líder
matemático em plena desenvoltura pessoal individual, afirmativo e autoritário e
dogmático e definitivo e afrontoso...
- Por que o dia 8 de maio é mais
extenso que outros números, hum?! Nem me resta outra coisa mais que perguntar.
Há os dias que valem por 3 ou 4.
- E os dias mais lentos que outros
dias, preterir e omitir e desprezar e desqualificar...
- Por que nem os dias mais claros ou
mais nublados.
- E os vazios estreitos curtos... E
as risotas e os risos risadas gargalhadas gracejos gaitadas casquinadas
cascalhadas...
- Quando nem o cérebro mapeado
frenologia por partes repartidas.
- Logo me aparece o domingo. Ou o
feriado prolongado feriadão.
- Logo quando mais espero viajar as
milhas para Poço das Trincheiras e Canapi e Maravilha e Barra de São Miguel e
São Miguel dos Campos...
- Estas notícias que são novas
renovam vieram lá de fora ou mesmo de longe e em boa hora correm percorrem o
mundo conhecido, tavolagem e tabulagem e tabuleiro, alguazil e aguazil, sota e
subalterno e subordinado...
- Eu junto exceções que fogem da
regra da norma, infiro, concluo, deduzo...
- Nem entendo, mas declaro a
profissão de fé.
- Nem me entenderás, patrício! E por
antonomásia: Bruxo!
- E a idade das coisas recolhidas,
museu Francisco M. de Sousa Aguiar.
- São os 30, 40, 50 anos dourados ou
décadas passadas e que nem voltam mais: jogo de bola torneio de várzea no
distrito de Pelouro, festa de padroeiro foguetório desde cedo acordando os
moradores do bairro São Cristóvão, cinema matinê de domingo às 15h:30min com cartucho
de amendoins e pacotinho de pipocas...
- Perto ou longe vai o acaso a
casualidade...
- Nem somente isso, mas o prêmio. A
medalha de D na olimpíada.
- Se se pode dizer assim!...
- Veja aqui, veja esta, vê isto e
aquilo!
- É uma biblioteca em honra à
poetisa Júlia Cortines.
- Eu sei que é uma biblioteca, por
favor!
- Para quando se está com fome ou sede.
- Estou com sede, é.
- Nunca seremos de nada ou de todo.
- Venham até aqui perto todos os animais as aves os
animados que por mim D diversificou, saguipiranga e tiê-de-topete e
tiriba-de-testa-vermelha e sapo-pulga e muriqui-do-sul e gato-do-mato-pequeno e
iguana...
- Admirável! Admire e serás contemplado com a
lembrança dos outros.
- Se concentre bem e compare e calcule a eloquência
destas capitosas palavras sinais e daqui pra lá, palmear e palmilhar, encômios
e elogios e panegíricos e gabos, bandeiras e pendões e estandartes e lábaros...
- Boa tarde!
- Já estão sempre descobrindo novos e caros planetas
bem assim mesmo como novas lentes de contato de aumento: toropixi, saíra-lagarta,
guirapereá, capoeira, sanhaçu-de-encontro-amarelo, inhacurutu, cabeçudo, limpa-folha-de-testa-baia...
Até hoje o ser humano esportista orador
sabe o porquê de tanto capricho. A excelência dos povos dos continentes dos
rios dos oceanos. Certas peças continuam imortalizando os diferentes tempos. Do
passado para cá os seres humanos misteriosos inquietos mais engrandecem aumentando
as contribuições sociais civis e militares, Aquidabã, Três Marias, Cedro de São
João, Ibirubá, nação caiouá, praça Magalhães de Azeredo, avenida Antônio
Paulino Limpo de Abreu... O voto de cada ser humano eleitor reitor predomina na
questão: propor, votar, discutir, atacar, defender, pasmar...
- Quando era adolescente eu queria
ser embaixador do meu país, embaixador e sua embaixatriz, cônsul-geral com
consulesa, funcionário adjunto, empresário representante de multinacional,
trabalhador contratado, imigrante de dupla nacionalidade, político
internacional...
- Que caminho! Eu sigo por esta
estrada. E penso ir mais longe e melhor. Irei tão longe, acredito, que me
transformarei em aventureiro mochileiro. Fazendo turismo de excursão: Quipapá,
Canhotinho, Rio Bonito, Panelas, Joaquim Gomes, Ibateguara, Saldanha Marinho...
- Com que roupa eu vou, sapatos, botas,
tênis, chinelas de dedo, pé no chão...
- Isto acontece muito, contar,
comparar, retificar, excluir, incluir, concluir...
- As matérias os materiais as
capitais os capítulos nem são iguais. Medidas para superfícies agrárias 1
hectare ou 1 campo de futebol ou 10.000m² ou 100 ares ou 1 hectômetro quadrado.
- É o que me parece: quem quer que é
que me viu na praça José Veríssimo arborizando ipês-amarelos em setembro. E os
outros dias dos meses, papos-de-peru-miúdo, juruvas, tapaciribas-brancas,
aiapanas, tacacazeiro-da-várzea, caingais...
- Já é alguma coisa pra hoje.
- Conversas cautelosas atentas
balelas acrônimos paráfrases remoques caçoadas zombarias...
- E também fora dos padrões do
grande público, patusco, onomástico, broquel, libação, automedonte, autocrata,
autodidata...
- Que restaurante recomendo. Comidas
típicas ou comidas indígenas. Que eu recomendo, recomendo. Mormente em o
equinócio de primavera a cachoeira das Andorinhas a lagoa do Roteiro o rio Olho
D’Água a praia do Marceneiro a ilha do Mantimento...
- Sempre com fome e faminto e
famélico, esfomeado.
- Com sono, se estou muito cansado
de andar por aí: mestre-sala ou mestre de cerimônias, mestre-escola,
mestre-cuca, mestre de obras...
- São conhecidos e reconhecidos
infinitamente estes temas assuntos dilemas etiquetas...
Um dia 1 ser humano extrovertido
agrimensor ensinou os seus amigos(as) a nadar como os peixes do rio do mar. Se
destacou se realçou imponente iminente dos simples mortais aduaneiros em renome
fama paz e glória. Por isso e imediatamente o ser humano destemido médico foi
condenado a rastejar no barro igual o jacaré-açu.
- Onde ando que nem me lembro da rua
Araripe Júnior e centro de eventos Manuel Ferreira de Araújo Guimarães e gruta
de São Miguel e praia do Pouso da Cajaíba...
- Se se pode dizer assim!...
- As formalidades inocentes de uma
viagem subjetiva, aliás e além disso e ademais e do mesmo modo... Depois ou
durante o céu claro e o vento ameno mesmo minuano, aliás e além do mais e
inclusive... As vozes dos sonhos identificavam, aliás e de mais a mais e ainda
por cima...
- O aborígene autóctone que tem
coragem. A taba aldeia dos miriti-tapuia, igarités e igaruçus e igaras,
igariteiros e igaruanas...
- E nem sei o que imagino e o que
nem sei onde começa ou termina o infinito. Já o que apurei em apuros nem se
pode negar os méritos os proveitos os luxos...
- As estrelas semanais e reformadas,
sempre com elas, fulguram de sobreaviso no caderno de D: abundantes, fartas,
copiosas, lautas, opíparas, bastantes, profusas...
- Do meu livro “Vira e Mexe”, tomo
VI, capítulo 3º, digo e repito o nome dos lugares próprios: a baía dos Porcos e
ilhotas gêmeas Dois Irmãos, a praia do Gravatá em São José da Coroa Grande, a
lagoa do Junco nos Lençóis Maranhenses, as ilhas da Cutia e do Algodão naturais
de Parati, o rio Caí (um super-rio deitado) banha São Sebastião do Caí...
- E temos lua! A lua sincera
favorita original usa colar de miçangas pérolas opalas para dançar o carnaval
de rua, Canhoba, São Gonçalo do Abaeté, Imperatriz, Cidelândia, Matriz de
Camaragibe, Itaboraí, cachoeira Boca da Onça, avenida poeta Lúcio de Mendonça...
E outros trajes menores mínimos hoje em moda, formas de governo ou sistemas ou regimes
democrático representativo republicano federativo parlamentarista...
- Umas montanhas aparecem uma serra
das Araras ressalta um rio Amandaú pereniza uma lagoa Rodrigo de Freitas recreia
uma praia do Dentista isola um mês de outubro um ano 1859 um Caminho do
Imperador Dom Pedro II organiza, Piaçabuçu, Penedo, Igreja Nova, Porto Real do
Colégio, São Brás, Traipu, Belo Monte, Pão de Açúcar, Piranhas, Olho d’Água do
Casado, Delmiro Gouveia, Água Branca.
- As coisas deste mundo, palestras e
discursos e dissertações.
- Comecinho das causas e continua e
foram outras, cestas e gamelas e barricas e vasilhas...
- Subindo a ladeira da rua João
Francisco Lisboa em uma terça-feira anoitecendo depois do trabalho à tardinha e
empurrando a bicicleta... Fui andando e agradecendo, urucai!... urucai!...
- Um dia ainda vou programar o meu
próprio sol a minha lua a minha rua Zalina Rolim a minha própria lenda de
calabaça e pãi-taviterã e capom e juruna e coroado...
- É necessário vê-los à distância o
inextrincável o complexo o obscuro a controvérsia...
Um dia um ser humano viageiro piloto,
e foi em agosto de 2012, que olhou pro céu e viu as estrelas novas em folha e
tentou capturá-las. Levantou voo logo às 4h e 30min. E subiu no ar assim como
foi embora. Passou perto do azul uma semana. Repassou infinitos e absolutos
universos. Treinou dispendiosamente e caro muitas aventuras e sucessos. O ser
humano prócer astronauta virou planeta girando na galáxia e rodopiou cabriolou
girou piruetou...
- Entendo a lei renovada que se
renova e se modifica toda sexta-feira sextou, safada e apagada e gasta e
desbotada e ruça e pardacenta e encanecida...
- O rio Benevente que conheço
desanda corre longo e resultado e repentinamente até junto do mar na laguna de
Araruama, esta massa de água hipersalina. Aterrissa na praia Ponta da Gamela.
- Por exemplo, recato e melindre e
pudor e escrúpulo e suscetibilidade e polidez...
- Justamente que o caso nem é novo e
simulado camuflado.
- Se se pode dizer assim!...
- Vá buscar colher remédios naturais
das plantas nativas propriedades de aqui mesmo locais, carrapeta-verdadeira e caraná-branca
e jarandéua e amarílis e limão-do-mato e jaramacaru...