Somos jupiterianos e eu mesmo, e claro
como água transparente água pura, que viemos de Júpiter. Nem sou parecido aos
terráqueos terrestres, difiro um tanto diferente e alienígena. Respiro sem
aparelhos como a gentarada a gente deste lugar daqui. Somos ainda mais destacados
distintos destas pessoas humanoides humanos homo sapiens. Somos jupiterianos e
nosso planeta é o quinto o maior do sistema solar. Graças a D!
E viemos para cá visitar a Terra o
terceiro. Será por quê?
Custa nos custa a adaptação a este
ambiente estranho, mas isto é muita história pra contar é uma longa história e
demora pra contar tudo. Com método moderado.
Estamos seremos muito diferentes dos
terráqueos. A diferença mais óbvia mais marcante à vista é que temos mais
braços e mãos que as pessoas deste lugar. Tenho 4 membros superiores, dois de
cada lado do corpo. Pareço um monstro? Parecemos bicharrocos? Já me viu pela
rua Sete 7 de Abril ou rua Comendador Azevedo ou avenida Gonçalves Dias e se
assustou e se descabelou e se mandou correndo?
Também chegamos em 4 tripulantes dentro
da nave-mãe, eu minha esposa os pais dela. Haja vista que a nave se parece com
dois pratos virados um para o outro e um sobre o outro, tipo côncavo e convexo;
quanto mais velocidade mais brilha ao sol.
Nem adianta eu falar ou gesticular
alguma coisa a esta gente boa daqui. Nada e ninguém me entende me entenderá nem
me entenderam até hoje perfeitamente. O que posso fazer é tentar interpretar
revelar e isso aproximadamente. E tenho uma ótima esperteza sou esperto pra traduzir
simultâneo. Graças ao bom D!
Já havíamos feito outros voos de
reconhecimento a este planeta Terra. Voos de conhecimento conhecer pesquisa
preparando um pouso uma estadia, etc. Hoje dia 19 do mês setembro de 2044. Sim,
e que bom que estamos aqui oficialmente.
Tenho muito cuidado precaução
prevenção com os guaipecas e cachorros.
Escolhemos pousar aterrissar neste
lugar, Piraí piraienses ‘rio dos peixes’. Mas poderíamos ter optado por Barra
do Piraí, Piraí do Sul, Piraí do Norte.
Dia de provar abacaxi.
Temos lá em Júpiter algumas
coisinhas que aqui nem se usam ter. Mas porém nem vou me deter em explicar nem
vou tentar ou entrar em detalhes pormenores pormaiores. Esquece.
Logo que chegamos fizemos amigos
terráqueos e eles tomaram a iniciativa de vir nos abordar logo quando
assentamos praça no parque arqueológico e ambiental São João Marcos, a serra do
Sinfrônio. Lindo lugar aconchegante banhado pelo rio Salinas.
As casas prédios os carros motos têm
tudo a ver com os nossos. São diferentes, são. Todavia igual em o muito
dramáticos. Para atravessar a rua Barão do Triunfo temos de olhar dos dois
lados, e olhe lá!
Nos reunimos quase diariamente com
uns chefes os amigos daqui. Os terráqueos são gente boa e querem nos conhecer
melhor nos deixam procuram nos deixar bem à vontade. Eles perguntam e têm mesmo
umas questões a indagar. E também contam suas histórias deles histórias policiais
policialescas de suspense quebra-cabeças. Por este lado demos muita sorte com
os anfitriões como ádvenas hóspedes, graças a D!
Fomos a passeio no açude nós com os
amigos, eles nos guiaram e nos convidaram e foram na frente. Ali mesmo a serra
das Araras, o rio Tapacurá. Tenho precaução de jacaré-de-papo-amarelo, este
réptil crocodiliano da família dos aligatorídeos. Excepcionalmente, aprendemos
a tomar chá de plantas medicinais e cipó-de-coração, quebra-pedra,
quebracho-vermelho, jacarandá-antã... Foi sim por força fortalecimento dos chás
medicina natural que pude melhorar melhoramos do estômago.
A nossa casa voadora e espacial a
nave-mãe tem 25m de altura 68m de comprimento 24m de largura pesa 4 mil
toneladas. Quando acionada nos seus motores vibra impulsivamente e faz este
ruído característico ‘chi-lé-uéeeeeeee!...’ Em órbita jogada em o espaço aberto
voando firme e forte à toda força à plena capacidade atinge a velocidade da
luz.
Aqui nem sempre as pessoas têm a
mesma cor nos olhos. Lá em casa, meu planeta meu chão natal, somente impera uma
cor a cinzenta clara cinza descolorida.
Os amigos terráqueos repercutem se
nós jupiterianos apreciamos beber:
- Olhem, me digam - conversou um
amigo do peito -, vocês preferem cerveja ou cachaça ou vinho ou suco ou água
mineral?
Aí eu experimentei e provei e gostei
mais de cerveja. De acordo, então, fomos a um restaurante para comer pizza e
bebericar. Um show ao vivo apresentava intérpretes cantando canções alegres de
muito gingado, interessantemente. Todos ali no rodízio de pizza e já pareciam
embriagados viajando na maionese. Sen-sa-ci-o-nal!...
Juro e abro abrindo os braços ao
alto. Descemos da nave-mãe sem conhecer sem entender nada de nada. Sem noção e
porção. Descemos com o pé direito o primeiro. Eu minha amada os pais dela sogro
e sogra. Podíamos ter aterrissado em qualquer lugar e tivemos escolhas tais
como Vitória de Santo Antão antonenses, Bequimão, Pinheiral, Mendes, Coronel
Murta murtenses, Rubelita, Moreno, Peri-Mirim... Todavia decidimos ‘caplaaaam!...’
por Guimarães a rua José Gonçalves de Morais.
Tenho saudades do meu planeta tão
distante tão longe longíssimo. Mas aqui é muito bom. Voltar vai custar caro, é
muito distante muita distância. Podemos ficar e arrumar emprego nos
estabelecermos. Posso dar palestras videoconferências laives ao vivo
entrevistas on line as redes sociais em o iutúbi em o istagram em o feice.
Honestamente, sim. Francamente? Vou vamos levando.
Nossa
roupa do dia a dia é levada também pela moda fashion. Mas eu gosto de usar o vestuário
uniforme da nossa própria força aérea ou força espacial, um traje a rigor verde-oliva
a combinação de macacão com camisa de galões.
Sempre que nos veem na rua ou nos
encontros da associação os amigos gostam de saber e indagam e questionam:
- Vocês dormem 8 horas? Que vocês oram?
São alérgicos a gatos?
Fiquei ficamos impressionado com os
verdes das árvores e os mesmos arbustos plantas ervas gramíneas cactos. As
cores verdes e os derivados em verdes. Por que nem temos verdes tanto verde
plantas viçosas em Júpiter? Que possível, meu D!
De noite noturno o pessoal amigos
terrenos voltam vão pra casa deles. Nós extraterrestres voltamos vamos pra nave
nosso objeto voador identificado ou óvi. Então, em a noite as luzes artificiais
se acendem e logo as pessoas os humanos dormem. Fora, o céu também estrelado
piscam as estrelas de cinco pontas estrelas distantes estrelas nomeadas e
anônimas estrelas guias ou cadentes móveis. Daqui deste chão na Terra, Campinas
campineiros ‘no trabalho e na virtude a cidade floresce’ o pátio de pouso em o
parque ecológico Dom Bosco o ribeirão Piçarrão um endereço pertencido na rua
professor Álvaro Silva Araújo com a rua Júlio Fabretti. E eu vejo vemos meu lar
no espaço imenso perdido com ajuda de aparelhos telescópio periscópio e lentes
poderosas de aumento. Dependendo da aprovação consentimento de D!
Nem entendo nem estou sabendo certo
nem sei o porquê, mas os cachorros latem ‘au-au-au!...’ quando me veem quando
passo por eles e isso a qualquer hora do dia da noite seja onde for.
Sempre lembro que chegamos se chegou
se chega à Terra dos terráqueos e ‘caplaaaam!...’ A nave pousa se acomodou e se
acomoda idêntico um palácio. É igual se chega chegamos de longe jornada
maiúscula viagem enorme anos-luz enfim aterrissamos e ‘caplaaaam!..., que é o
ruído característico que a espaçonave faz toda vez que bate no chão. Podíamos
escolher ter escolhido o lugar de chegada e tínhamos opções e dúvidas como
Virgem da Lapa, Escada, Bacurituba, Glória do Goitá, Paracambi... Depois de uma
rápida consulta na família, decidimos pelo endereço da avenida Felizardo Moura
ali cerca da ponte de Igapó ou ponte Presidente Costa e Silva sobre o rio
Potengi. A localização é excelente e perto de tudo junto ao mercado público à prefeitura
ao posto turístico aos bancos às lojas de eletrodomésticos magazines faculdades
restaurantes ateliers oficinas escritórios...
Nós entendemos o que nos falam, eles
os terráqueos nem nos compreendem totalmente. Então eu falo na língua deles,
que eu já aprendi antes de chegar aqui, e nos comunicamos e vamos levando numa
boa muito bem.
Pegamos o metrô da linha 1 acesso em
a rua Jangadeiros bairro Ipanema da estação General Osório, e seguimos
Cantagalo e Siqueira Campos e Cardeal Arcoverde e Botafogo e Flamengo e Largo
do Machado e Catete e Glória e Cinelândia e Central do Brasil. Cada um de nós
com a mochila nas costas. Aí mesmo pegamos o trem com as paradas em Figueirão e
São Gabriel do Oeste e Costa Rica e Paraíso das Águas e Água Clara e Bandeirantes
e Ribas do Rio Pardo e Camapuã em o distrito ou localidade rural Pontinha do
Cocho já na rua Pedro Celestino. Estava um dia longo, porém feliz onde e como e
quando aprendi aprendemos a nadar na piscina olímpica do clube Camapuense.
O pessoal aqui nem conhece Júpiter. Eu
mostro no mapa celeste do ss e as 4 luas o maior de todos roliço gasoso gigante.
Explico o básico e sem enfeitar pavão. Eles terráqueos entendem um pouco e
dizem da boca pra fora, ‘uaaaau!...’ Depois ainda fazem mais e outras perguntas
convenientes que eu procuro atender didaticamente.
Quando comecei começamos os 4 a
ganhar nosso dinheirinho, contentes fomos gastar no shopping Costaneira aí no
bairro do Mavevé. E feliz felizes felizmente porque já nem mais vivíamos de
favor dos amigos gente boa gente fina os terráqueos parceiros aliados. E também
aí comecei a gastar como nunca com facilidade com vontade com determinação.
Quanto mais ganho com minhas laives, mais eu torro e esbanjo.
Esta história de viajar pelo espaço sideral...
Esta é parte da história de viajar até aqui ao planeta Terra. Eu gosto de
viajar e minha família também. Mas a viagem demorou muito longa. As distâncias
fascinam são surreais, emboralá!
Tenho certo tipo de receio temos
cuidado excessivo em alguns casos temor de galinhas que batem as asas ruflam as
asas ficam atiçadas agitadas se agitam bicam tentam pular nas pernas piam
cacarejam ‘cocoricóooo!...’ muito ferozes.
Nos falaram indicação esses amigos chefes
caciques terráqueos de uma prática uma tirolesa radical no morro do Gavião em
Ribeirão Claro ribeirão-clarense. Rodamos estacionamos diante da avenida
Francisco Xavier da Silva já em torno nas cercanias em volta da grande represa
da usina hidrelétrica de Chavantes com panorama abrangente de uma formosura
imensa de lugares e Joaquim Távora, Jacarezinho, Carlópolis, Fartura, Timburi.
Fazendas promissoras com plantações de café e animais semidomesticados berrando
‘mé-mé-méeee!...’ e ‘bu-bu-buuuu!...’ e ‘muá-muá-muáaaa!...’ e
‘ih-ih-riiii!...’ Uns belos exemplares de jardins plantados de flores plantas
ornamentais praças homenageando destaques da sociedade com esculturas obras
gerais e estátuas figuras artísticas a arte tridimensional.
O mandachuva os amigos indaga sempre
ou quase todos os dias que nos vemos. Quando de vez em quando ainda surgem
perguntas ultrapassadas ou atuais conforme. E solicita e quer saber e na
conversa que vai e vem entre um trago e outro:
- Vocês vieram a passeio ou a
negócio? E futebol, pra que time ocê torce?
Nem tenho cabelos ou pelos no corpo.
Temos, nós jupiterianos, mais cartilagens. Nem sei dizer agora se isto tudo é
vantagem compensação ou nem por isso. Glória a D!
Nos convidaram aceitamos fomos a uma
festa de aniversário do amigo terráqueo. Endereço mapeado em Mococa ‘pequena
casa de esteio’ já na praça Ademar de Barros em a rua Estébio Ribeiro. Fizemos
novas amizades conhecemos outras caras e uma novidade em relacionamento social,
a festança. Com comes e bebes à vontade. E nos serviram churrasco de diferentes
carnes e animais sacrificados. E licores e caipirinhas e espumantes de diversas
procedências, umas até do exterior do país. Eu particularmente gostei muito do
baile e dancei pra dedéu. E em paz com o Senhor D!
Conheci me explicaram me fizeram ver
com microscópio a metamorfose dos bichinhos os insetos. Antes que nascem e
depois quando voam. Como são pequenos e responsáveis e trêfegos trefos se
agitando agitados sem cessar.
Nos perguntaram me indagam nos
perguntam todo dia todos os dias se queremos quiséssemos morar aqui na Terra e
em definitivo. E se voltar caso volta a Júpiter, quando seria o retorno a
viagem de volta. E confesso que minha resposta nossa resposta é reticente
evasiva protelada na dúvida. Quem sabe seguir em frente outros mundos e fundos
outro planeta outra galáxia explorar a imensidade. Ao D dará!
A viagem pelo espaço é muito
distendida e foi duradoura. Podem imaginar. Eu sei porque passei passamos assim.
O voo sem freios sem limites velocidade da luz 300.000 km/s... Nem se vê nem se
viu nada lá fora. Nossa modesta nave em forma de caixa retangular feita material
de mistura de vários metais ultrarresistentes resultou numa cor num tom esbranquiçado
polido reluzente. E se desloca se desenvolve se move com força fortaleza e combustível
nuclear extraído de um ôxido do urânio aquecido, este elemento químico símbolo
u número atômico 92.
Chegamos perto dos cavalos. Um haras na
localidade na sombra do morro Pelado, Águas de Lindóia. Cavalgamos ali na
hípica, excepcionalmente. O parque era grande uma RDS Mamirauá ‘filhote de
peixe-boi’. Realmente o cavalo é um animal dócil obediente, pode ser montado
equipado selado encilhado chicoteado roseteado. E assim bem diferente dos cães
das galinhas dos porcos das capivaras dos quero-queros...
E tenho muita coisa que contar de
Júpiter aquela minha terra, vamos dizer assim. E descrever tudo é impossível.
Comparar é muito cansativo. Então acho que vou resumir um bocado. Algumas
perguntas dos amigos eu nem respondo. Algumas provocações eu nem vou atrás nem
dou bola. Algumas curiosidades eu nem sei saciar. Algumas proporções eu nós
jupiterianos nem sei comparar.
Olho pra fora da nave... Chove lá
fora. Está chovendo. A chuva me fascina. É outra coisa diferente, chove diferente
e comparando com meu planeta de nascimento. Porém, chuva é chuva aqui ou em
qualquer outro lugar do universo. E chove ainda hoje. Estranho a chuva.
Concordo que a chuva é legal é riqueza é bênção. A água é miscível misturável e
resolvida. Esta chuva é jovial, ela encanta canta ri ‘siá-siá-siáaaa!...’ cai
em pé e corre deitada rolando...
Custo a crer. Quase nem me acostumo
ainda. Já certos momentos ou certas coisas embora nem me acostumei o
suficiente. Gosto de observar viadutos e pontes, exemplos. Gosto de sentar em
espreguiçadeira na beira de piscina praia sacada. Com que gosto eu nós gostamos
me apetece verificar esculturas modelagens pedras moldáveis desbastadas e
estátuas representação de tipos heróis ou animais.
Estes meus nossos amigos são pessoas
terráqueos eficientes de lealdade e gente finíssima. E exercem as mais
ocasionais diversas aleatórias profissões ou ofícios, senão vejamos, a medicina
feitiçaria charlatanismo cabalismo astronomia astrologia curandeirismo
numerologia oratória pajelança farmacopeia alquimia...
Já disse e repito, os terráqueos
habitantes nascidos neste lugar redondo suspenso no ar do universo Via Láctea e
sistema solar, são sabem se promover têm visão de futuro. E ajudam nos ajudam a
nós os jupiterianos desavisados sem mídia sem catálogos sem propaganda. Porque
juntos vamos e iremos longe linearmente dito e feito.
Isto é puro exercício físico
preparação física, ‘olê!...’ A maneira como os esportes de alto rendimento é
tratado me causa verdadeiro entusiasmo. Aprovo.
Tivemos uma ideia e fomos conhecer
de viagem por alguns sítios turísticos. Dependendo da reunião ali com nossos
amigos terráqueos, eles nos ofereciam nos indicavam coisas pra fazer e curtir e
usufruir. Então, para viajar sozinhos nós 4 extraterrestres tivemos que comprar
um carro antes aprender a dirigir tirar carteira de habilitação. Um carro novo
com cheiro de novo e pra família ir e vir confortável.
Agora é tempo, que tempo? O tempo
aqui é outro. E me causa estranheza. E me causa compromisso. E nos perguntam,
esses nobres imperadores amigos:
- Vocês conhecem o chocolate? Vocês vão
à escola, mesmo assim lá em Júpiter ou aqui? Vocês peregrinos exóticos ficam
com sentem calor e frio?
Fomos até Bonito rio Sucuri em o
Mato Grosso do Sul e fizemos esnórquel com os peixes tucunaré piraputanga dourado
traíra piavuçu curimbatá cachara pacu...
É mesmo. Nunca havia saído de
Júpiter. Conheço quase a imensidão do imenso planeta, mas nunca havia tentado
ou mesmo aguardado esperado, que esperança!..., sair do meu planeta. Mas enfim,
aqui estou e é a grande novidade da minha carreira. Sim, pois aí me convidaram
para navegar até aqui a Terra. Topei na hora e até agora nem me arrependo. Vim
com minha família mais acercada. Eles toparam me acompanhar.
Andamos de avião e pousamos no
parque prefeito Paulo Rattes, a localização junto à estrada União e Indústria,
esta via recoberta com um coque de petróleo. Andamos de barco pelo rio
Piabanha, bairro Itaipava, município de Petrópolis. Conferimos todos os
produtos da feira do comércio varejista. Nem sei mais o tanto que olhei olhar
neste lugar neste país. O cheiro é diverso o gosto é diferente o clima é ameno
a temperatura mais calorosa. Às vezes é muito e às vezes é moderado.
Expuseram ofereceram ofertaram pra
nós jupiterianos apreciar degustarmos uns pratos bem variados de carne, peixe
gado frango, preparados das mais criativas maneiras e condimentos e temperos.
Eu pra mim gostei mais do assado de rês na brasa, pois o salgado faz diferença pra
melhor com mais sabor.
Entramos numa casa do Senhor D, e
sim, senhoras e senhores! Aliás, um bom número e tipos, várias variadas
religiões crenças, todas solenes. Com fé ou muita fé. Quem viaja no espaço
vazio vácuo infinito... precisa de rezar. Fui aos templos e fomos
experimentando o divino. Com orações com esperança. Acho que prefiro com santos
e santas os intermediários. A igreja homenagens o santo São João Batista e a
nossa Senhora Aparecida, os padroeiros. Faz todo um sentido, toda uma procura.
Este dia foi arriscado, me expus ao
risco à aventura. Parece bobagem, mas tenho cuidado com as abelhas. Pois aí na
praça do Maxixe encontrei com a colmeia feroz de ferozes moradoras. Foi fui
fomos por acaso desprevenidos inocentes sem intenção. O acaso nos levou aí,
então. Inesperadamente entrei no espaço reservado às abelhas jataís-amarelas obreiras
trabalhadoras do mel do pólen polinizadoras. E foi um susto esse susto tal qual
um susto. Me perseguiram zumbindo zunindo ‘zi-zi-ziiiim!...’ me acossaram caçavam
até a rua altura da avenida Moacyr Scliar com a rua da Braçolada.
Logo quem, né?!... Os terráqueos
gostam apreciam as pilherias. Adoram e buscam o riso rir ‘ih-ih-éeee!...’ de
tudo um pouco. Contam piadas e anedotas ‘ri-ró-ruuu!...’ Tudo vira meme ‘clim-clê-tchim!...’
Risos soltos descascados ‘aiá-aiá-aiáaaa!...’ ágeis finos certeiros bondosos
consertados desconsertados... Todos passam pelo corredor polonês. Rir sempre
está na moda, ‘ahahah!...’ Eu aprendi com eles os amigos e me divirto rio agora
mesmo ‘kjá-kjá-kjáaaa!...’ Dizem eles e eu sei, que se conhece a fundo perdido
uma pessoa um ser um terráqueo um jupiteriano de duas maneiras em dois
distintos momentos ou circunstâncias: quando fala e quando ri.
Eu gostei de ir ao teatro São Pedro.
Me apresentaram e gostamos, assim, ao vivo. Vejo vi no palco as cenas as
representações do cotidiano comum e muito deboche muita lenda os mistérios os
enigmas os mitos. Mas inventaram até algo mais prático e corriqueiro, um
concorrente: o filme. No fim das contas, os prós e os contras e os talvezes,
prefiro o filme o cinema mais grandioso e espetacular.
Saímos de férias para o litoral a
praia do Bonete em Ilhabela. Fomos morar 15 dias na praia habitando o iriado hotel
Boimé. Quantas horas de lazer contemplação. Ótimo escandaloso, D e nosso Senhor
etéreo aéreo volátil vaporoso voador universal...
Toda manhã matinal esta manhã o barulho
das aves marinhas ‘piá-piáaaa!...’ o som do mar ‘chou-chou-chuáaaa!...’ o café
da manhã no refeitório de frente pros oceanos líquido/gasoso olhando o celeste em
cima e mais o aquátil embaixo entre os dois azuis a linha fina seca média bico
de pena do profundo horizonte.