Domingo de descanso dia do Senhor e
D saiu (barba feita rosto escanhoado) para o parque ecológico educativo dr Joaquim
de Paula Ribeiro e pisar na grama e deitar na sombra das árvores trepadeiras
lianas arbustos ervas ouvindo a canção melodiosa das aves canoras e fura-matos,
barranqueiros-de-bico-fino, pipiras-pretas, estaladores-do-norte,
tico-ticos-reis. D conta nem desconta tem de contar nota segredos e que nem
podem mais esperar. Criou uma pedra grande gigante bonita visitada escultural e
o homem a achou e foi arrumar de pintá-la, itaquatiara. O divino nem tem mais
no mundo as carpideiras eremitas sendas senzalas quilhas pinimbas, estas
rajadas manchadas listadas. Galgam galgar no ar na terra no mar os lépidos os
cambões os broncos os bicéfalos as léguas medidas. D pisa na grama para fritar
frigir cozer alimentos, cumbuca cabaça cuia cuiambuca. O Universal universo sem
fim um pouco um tanto de ser ou nem ser txikão crejé panará crenacarore de alma
milenar pintado de urucum e jenipapo.
D é necessário inalcançável
incausável sem causa nem causado. Poucas pessoas e bichos seres vivos privam de
D e provém e provam dos milagres assim em celulares vídeo fotos imagens
gravadas documentários ao vivo diretamente. Ele D pode fazer o que quiser o que
fez e águia-serrana, macaco-prego, quati, gralha-cancã, gavião-de-rabo-branco,
gargaúba, formiga-de-bode, cunanoi, limãozinho, aristoloquiáceas, catuá,
lambe-olhos, jacuguaçu, bambu-trepador, saúvas-cabeça-de-vidro ou içás
tanajuras escumanas caxiparás catiparás. D é sábio e tem muito que aprender. D
existe, olhos bons suaves líquidos sem fagulhas, porém tem mais coisas pra
aceitar.
O sol alçou veemente hierático,
cofiando barba cabelo e bigode, do anonimato do fundo do poço detrás do tabique
do morro ou do mar verde manhã de verão aluzecer aí bem pelas 5h e 15min,
‘oi!...’ Luz fogo lanterna espiriteira lâmpada lampião fogo de chão e situação
do que vem antes ter a precedência.
Poucos viventes (tiritando de frio
chocalhando os dentes) estavam vendo e se enamorando, ‘bom dia!...’ o
acontecimento ocorrido concorrendo bota-fogo - açodados precipitados apurados
com pressa. Concorrendo correndo avenida Nove de Julho e túnel José Bonifácio
de Andrada e Silva, lestos prestos ligeiros lépidos prestes expeditos.
Procurando guiando se dirigindo ao distrito de União do Norte e à cachoeira do
Travessão 11, tressuando transudando suando em bicas copiosamente.
E agora ele mesmo astro-rei sistema
solar estrela de média grandeza já dando as curtidas ao novo dia, disse e para
o mundo ouvir e pesquisar: ‘Sou Eu!...’ E animado motivado resoluto resolvido
falante resplandecente tacheiro histriônico cômico.
De hora em hora ensolarado e subindo em
arco descomplexado feérico mágico dono da fantasia. Sim, recomeçava tudo de
novo num novo dia quente bronze verão uma manhã inaugural hílere contente, ‘perequeté
prequeté...’ nas sandálias da humildade humildoso. Vamos dizer que na praia do Trapiche
rio Bacajá serra do Sincorá e muita zoação piação olhação voação natação
insolação preleção precessão.
Por que D imprevisibilidade tem
hileia taçuíras rio Culuene copaíba-vermelha rio Verdão jaminauá maciço do
Urucum tambaqui baraúna rio Ferro carapanã candiru adamismo aruaná iaualapiti delírios
de sons paisagens árvores rios aves gavião-bombachinha-grande tem-farinha-aí
gavião-ripina joão-do-pantanal maracanã-de-colar.
Por que D nem tem nem atocha frasco esprei
de perfume aroma ‘dzim-dzim-dzim!...’ vaporiza pulveriza asperge borrifa
cidades dos dramáticos arranha-céus e Mineiros e Doverlândia e Bom Jardim de
Goiás e Itarumã e Caçu e Perolândia e Serranópolis e Caiapônia (caiaponienses)
esbórnia prise de éter portaló cilada sacripanta patife retentivo cana-verde almofariz
fontes dançantes untado besuntado deambular passear pela avenida Padre Cacique
plantação plantas com chumaço de algodão.
A alma é chama acesa intransferível.
A alma veio do céu divina está vem e vai mesmo nunca partirá definitivamente.
Alma espírito que move o gavião-de-cauda-curta o gavião-pato a juriti o
fura-barreira a jangadeira o ibijaú o taperebazeiro a catuaba-do-mato a
garroupinha. Alma que em sua natureza se apresta a voar logo longe distante
acima das bolhas de sabão. Sempre na ideia fixa de chegar a algum lugar de
verdade.
O que o rio Doce leva lava inunda
até o mar, um tanto ou quanto de expressões desusadas esquecidas, canear
sacrilégio palerma lustre parrudo eucaristia bossa tonsura. Rio caminho desliza
perene permanente, odre egrégio carrear traquinada molambo. As palavras
brincariam a valer se se vissem envolvidas a 1 paraíso desses escolar, enfim.
Por que D possibilidade tem marupiara
cachoeira da Samambaia retenção calapalo planta ipecacuanha candela unidade de
luminosidade bombicultura criação de bicho-da-seda albergue para aves endêmicas
da floresta úmida periquitos-de-cabeça-preta gaviões-brancos canários-do-mato
caracoleiros caras-sujas-do-pantanal urubus-reis rapazinhos-do-charco tucum
solícito rio Ronuró jatobá-capão caiçara ilha de Urucuri rio Triunfo meinaco cachoeira
Mucura fura-banana nem diz nem faz nada.
O que é que é? Todo animal é temporal,
todo fubica é animal, então todo fubica é temporal. A avenida
Juá-Arrebenta-Cavalo transita para chaleirar adular bajular esmerilhar
esmerilar polir bruxulear oscilar. Essas nuvens são todas a mesma coisa,
fastígio cume pico píncaro. O sol pela manhã amanhecer, casquete e boné de pala
sobre os olhos, que sem morrer nasce de novo. Todo recipiente é temporal, toda
âmbula é recipiente, assim toda âmbula é temporal. O rio Xingu (prudência
sensatez cordura) é um caudal zanzando e por muito menos se duvida que influencia
influenciado pelos afluentes amigos a granel a rodo rio Iriri rio Batovi rio
Tuatuari rio Manissauá-Miçu rio Arraias - descobertas casuais de ouro bamburros
bambúrrios eldorados.
Um dia um funcionário municipal
chegou na praça Quina-do-Brasil e cravou a placa com estes dizeres protocolares
edito: “Nem pise na grama!” Dito e feito por lei tal e qual municipal estadual
e federal. Concluindo concluiu o trabalho um camareiro e saiu foi embora
desapareceu se escafedeu e abençoou o dia e nem olhou para trás, amém!
Já um nada de segundos na sequência
apontou aí aportou Li de Lídia e enxergou o tal anúncio aviso a citação postura
pelo edital. Uma placa emplacando o caminho. A bela mocinha ficou um tanto e
quanto e como magoada intrigada casmurra sobrossa receosa intranquila. Achou
sim maçante fastidioso enfadonho cacênfato. E notou na mesma hora sem demora
que precisava ter uma conversa íntima pessoal particular:
- Muitíssimo bem, que insólito!
Às 7h em ponto, centro geográfico
brasileiro (curva geodésica e desvio geodésico) latitude 10º20’ sul e longitude
53º12’ oeste, a garotinha Ni de Nicole se deparou com este o mesmo escrito
painel obsceno obstruindo seu caminho caminhar à aula de geografia. Reparou que
o jardim tinha ótimas palmeiras açaís-chumbos. Decorou que a grama-do-pará
queria viver verdinha tenra e temia tremia ser trucidada esmagada destruída.
Então, sem fita métrica trena ou côvado cúbito medida do antebraço, a
estudantezinha pré-adolescente primária cancelou a ida pelo meio do canteiro e
adotou uma saída contornando pela tangente. Sorrindo satisfeita comportamento
exemplar sabido educado saliente, justificou:
- Coisa boa e bonita, que
chuchu-beleza!
Dois minutos depois chegou Rô de
Rosmari e olhou aquilo de soslaio. Olhou leu se comoveu se convenceu e seguiu para
o instituto. Ia pensando se encaminhando se perguntando, quase deixou o celular
cair, pisando a calçada no rumo do colégio. Seus 10 anos nem se antenavam com
aquela proibição atrevida. Guria em fase de crescimento e franca cordial
sincera afável. Sempre atravessara ali atravessava e cruzava costumeiramente constantemente
por cima da grama e coisa e tal. Teve até que contornar o canteiro seu
predileto de içarandubas floridas, vejam que transtorno grande!
- Nossa Senhora Aparecida, que
vexame!
Três minutos empós apareceu de onde?
Surgiu da via alameda do Apuava a esperta diligente guriazinha Vil de Vilma e
olhou e cheirou, assim de meio longe uns dois metros. Foi ia indo pra escola e
intrigada abnegada. Tão preocupada com o eclipse lunar naquela hora que por
pouco quase esqueceu ou perdeu o celular no bolso detrás da calça jeans. Um
passo e coçava a cabeça pensando a intimação anulação autuação coroação
consumpção consumição transposição profanação delineação. Achou, nem ganhou de
presente nem comprou à vista ou a prazo, desnecessária e até esquisita pérfida e
mesmo paranormal paradoxal paranaboia paramilitar paramentado paraguaçu
paralelística parataxe paratitlos paravane esta tal de alternativa de passeio
de passo.
- Pararaca, que desuso!
No outro dia fazia sol, como no dia
anterior, e exatamente umas 7h e 20min, a Ma de Marilva se deparou com a praça
a publicação na placa. Assim mesmo, de chofre. Assim mesmo, de supetão. E nota
atual, hem! E ela viu e travou ali, quase quase pisando delinquindo delito o
gramado proibido. Chegou viu leu e nem acreditou nos seus olhos. Sentiu ouviu
os sinos repicarem na igreja matriz. Se inibiu se adensou se entrincheirou se
enojou. Ficou nauseada dormida enregelada. Curvou o corpo para realmente ter
certeza da coisa rara diferente e sui generis (do latim). Olhou de muito perto
o placar de madeira ali avisando sem conseguir redefinir nova trajetória,
olá?!...
- Carreta-plataforma, que trem!
Uma hora depois, o Ri de Ricardo lá
estava e diante do dilema: cruzar pela proibição e pisar na grama ou dar a
volta? A notícia da interdição o pegou de surpresa. Ele gostava de surpresas?
Algumas surpresas sim e outras nem tanto. Paciência, pensou. Sempre novidades
as melhores possíveis e imagináveis. Resolveu acatar o dito pelo escrito e ir
por outro caminho. Pela calçada de lajes e nem pela gramínea, chucra xucra
bravia esquiva rústica. Estava com pressa e caminhou. Muito agitado exagitado e
reflexivo reflexão e mesmo introspecção. Foi andando pela sombra das 8h em
ponto. Deu dois passos e olhou para trás como exatamente alguém que queria
entender tudo. Sempre blagues piadas pilhérias graças as melhores impossíveis e
inimagináveis.
- Oxalá, que zoeira!
Dois minutos e na sequência, a Rê de
Renata também passava passando se dirigindo à EEEB Viana Moog. Era caminho e
sempre cortava pela praça Cipó-Escada pela grama pelo canteiro e do lado a lado
com as flores orquídeas bromélias cacauranas icacorés-catingas sobreiros e
sobros. E quando viu o interdito interditado nem achou que era com ela. Parou
em cima da hora h. Quase quase pisa na parte proibida do jardim. E se
perguntou, com razão, ‘por quê?’ O porquê das coisas mudarem sem consultá-la!
Ficou mesmo cismarenta enjoada empedernida. Olhou pro chão e viu as saúvas (sauval)
trabalhando normalmente atarefadas sabitus içabitus savitus bitus cabitus vitus
como se nem houvesse amanhã. Que perrengue, meu! Vasculhou os arredores em
ordem dos 360º, gradual gradualismo. Isto sim foi surpresa pra menina 10
primaveras. E ela precisava ter uma conversa dialogada dialogando as tratativas:
- Seja quem for, que remédio!
À tarde de tarde logo após o
meio-dia, a Du de Eduarda esteve por pouco infringindo a lei. Que perigo! Que
asco! E viu a mensagem e se perguntou, sestrosa e malandramente: ‘Quem foi o
felizardo que deixou a mensagem para o povo?’ Era uma boa pergunta. E ela achou
que era uma boa coisa saber antes de continuar e tomar uma decisão. Que
aberração! Que descalabro! Ir pra escola sem saber? Que corja! Que perigo pisar
na grama sabendo que está proibido e nem recomendado. Que bom cuidado nem pisar
na grama tenra verde bonita do jardim predileto da comunidade neopratense.
- Excepcionalmente, que honra!
A Clô de Clotilde, fácil lábil
instável débil núbil grácil, vinha assoviando ouvindo diretamente do celular. A
dois metros da grama viu a placa e travou nas quatro rodas, ‘ri-iiiih!...’ Coçou
a bochecha e olhando com os olhos arregalados esbugalhados bem atônita. Onde se
viu?! Que proibição justo ou injusta e por quê? Estrilou com seus botões da
blusinha de verão: ‘Quem está de acordo com isso? Quem está por trás disso
todos tudo, meu?!’ E daí dali mesmo saiu vendo em altos legítimos raciocínios e
sem parar de andar muito indignada: ‘Que isso! Que é isso! Que que é isto e
mais um pouco, meu!’ E ainda por cima e mais em voz alta sonora estridor pra tudo
todos ouvirem:
- Foz do Iguaçu, que coração!
Quatro 4 ou cinco 5 minutos empós a
Li de Lilás vinha de lá e pedalando. Viu por onde sempre passava e quis passar
repassar. Os dias chuvosos de chuva choviam sim ou nem esse mês de maio. De
repente... visualizou a placa da praça Ingá-Mirim sobre a grama do canteiro...
e travou a bíci, “ruuuuufeeee!...”, derrapando na calçada de lajes basálticas
lisa lisinha coleante. Apeou da bíci esta máquina descarnada macilenta magra
magrela sem largá-la sem soltar o guidão e olhando a placa de perto e pensando
o escrito descrito transcrito. Pensando o preto da tinta no branco da placa sem
largar de pensar imaginar fantasiar conjecturar. Estava um caso para se dizer e
com razão:
- Vossa Excelência (V. Exª.), que
autoridade!
Li de Lilás estava ali e diante. Se
enchendo de dúvidas. Cheia de questões entrando e saindo de sua mente aos 10
primeiros anos de existência. Era tudo novo ou praticamente inédito pra ela. Teria
que barganhar? Teria que fazer gracinhas? Teria de encruar? Interpretava tudo o
que via pela frente: ‘É para efetivar e tornar estável, pois sim!’ Tinha um
espelho em casa e se posicionava se admirava se penteava se arrumava durante
horas. Nem cabia em si de tanta pose e modas e modelos e artes e artistas, ora!
- Vossa Majestade Imperial (V. M. I.),
que império!
Naquela situação diante da rua
Uva-do-Mato do jardim atapetado da placa placar painel de proibição ela Li de
Lilás apelou para as perguntas de sempre e de praxe. Uma idade que questionava
até o que nem existia ou existia invisível para além. Uma idade que a crivava a
crivou crivaram-na de perguntas endurecidas enrijecidas e questões inquéritos.
Uma pessoa voltada para todos os sentidos os 6 ao mesmo tempo. Fisionomia
plácida contente súplice diluída muito mais convencida e um excelente zelo.
- Por que alguém, em sã consciência,
proibiria pisar na grama verde macia?
- Por que os porquês de 4 costados e
as alianças?
- Por que de 1 a 10 e de A a Z e de
N a S?
- Por que essa exclusividade
terminante definitiva maiúscula oficial?
- Por que o sol nasce e o dia
amanhece, a noite vem e a lua emerge?
- Por que tantas qualidades ou
espécies de sopa no jantar na ceia?
- Por que se alternam os dias coas
noites?
- Por que os peixes só andam nadando
aquáticos pra frente?
- Por que o gato-maracajá é o gato-do-mato?
- Por que a ave pula e voa e eu, eu
mesma guria, pulo e caio?
Perto das 16h e poucos minutos, o Zé
de José por nada de nada e pouco mesmo nem tropeça na plaquinha escrita com
letras desenhadas. Contou as palavras e depois as letras de cada palavra somando
as palavras e as letras. Foi e subiu seus olhos aos céus olhou o firmamento e
ficou contrafeito. Ao mesmo tempo bolou pensou, ‘Nem aqui nem no curso de
medicina, meu!’ E falou e disse isso assim com aquela sua voz típica voz de som
estridente entre dentes e lábios já na curva de um sorriso jovem e sarcástico
irônico procurando alcançar o maior e melhor número de ouvintes ouvidos
auditores:
- Muito obrigado, que isso!
Mais uns segundos talvez um minuto
ou dois, a Ju de Júlia (diminutivo redução afetiva) se solidarizou com o jardim
de uruás. Sim, achou justo e já vinha tarde esta boa e nobre e justa proibição
interdição aglomeração preposição altercação. Pensou com os botões da blusa cor
verde-esmeralda com bolsa de marsupial na frente para as mãos, ‘afinal das
contas e dos preços, pisar na grama-de-jardim faz mal pra saúde física do
capim-grama e pode até matá-lo e extingui-lo, uma vez!’ Dito isso se sentiu bem
e desabafou. Desde já e completou em outro rasgo de ideias e comentários, ‘afinal
das contas e dos preços, cruzar sobre por cima da planta cespitosa é preguiça
de dar a volta’. E assim mesmo falou com clara satisfação peremptória decisiva
definitiva universal:
- Leio minha sorte, que loteria!
O rio Urucuia já levou leva vem
tratando navegando um tempão passando pano sobre as palavras ditos mais antigos
passadas passados, lebréu estafermo empilecado pejada casuísta corso biruta. De
poucos dias pra cá, nem lhe conto: jeito songamonga, ideia paraisada, amor
cortês, uma súcia de capiaus, se manter à tona bubuiar sobrenadar flutuar
boiar. Rio fluvial e piscoso traíras bagres pirararas garças-vaqueiras canoas
ubás.
Por que D tem contingência cioba a
noite limpa traz inevitável a lua reluzente pro céu pro céu gavião-gato
cachoeira Gorgulho do Santo Antônio rio Jarauçu cambucás saripocas ou
araçaripocas uaurá caiabi matrinchã praia do Gravatá eminentíssimo superior
distinto notável proeminente lagoa Ipavu tucano-toco gambá ciclópico truques da
natureza vinhático-testa-de-boi comportamento clássico juruna cheio de feitos
respeitáveis egretes plenipotenciário jacu bugio irara paricá-da-terra-firme
trumai rio Tiquié performance e milagres constituem espetáculos à parte.
Por que D nem tem ou apenas sugeriu
Montividiu evolvível evolver evoluir reposteiro de tecido fosco que divide a
sala de estar do quarto de dormir camueca tenacidade insídia tipiti grileiro
Janiópolis (janiopolitanos) Farol celibato bagageiro moquear peixe no jirau
talha para cereais huka-huka dos bacairi Balneário Piçarras nomadismo sustar
processos administrativos mawutzinim vinheta pequeno ornamento tipográfico que
ilustra comentário ou texto ou livro faz gestos largos com os braços e as mãos
cruento avalia avaliador muita poesia pra absorver tenta fazer bom aquilo que
pode fazer bem cocoré distúrbio rolo canjirão estola paramento Coroatá melopeia
caxiri tuxaua morubixaba Jacuí (jacuiense) curte compartilhe comente Goioerê
cama de vento ou campanha cremalheira Colíder cocção cozimento da digestão
traição encrenqueiro ventilador portátil de mesa tomar um caldo de cana comer
pastel de queijo na feira da rua Capitão Avelino Carneiro com a praça 8 de
Setembro em Penha de França.
Li de Lilás entrou na sala de aula e
a senhorita Bel de Isabel sobrenome Embaiá, profe de artes e leituras, disse e
gesticulou abrindo o bico erguendo os braços junto com as mãos sacudindo os
cabelos em rabo de cavalo posicionando as pernas em compasso:
- Oi!... Bom-diiiiia!!...
- Boooom-diiiiiiaaaa, proooofe Bel
de Isabel!
- Se preparem que eu preciso de
vocês um versinho de cada e bem bom e bem poético e bem agradável aos ouvidos
nem por nada vasconço ininteligível e sim assim mesmo carregado tomado
satisfeito de poesia poético estiloso estético. Um verso de cada aluna e aluno,
juvenília. Oquei e entendido, correto?! Podem devem despachar expedir destinar
remeter ao meu canal ao meu estóri. Missão dada, missão cumprida!
E lá foram de lá vieram os
estudantes exercitando exercitar um verso de poesia um poema de 1 linha ou uma
frase ou 1 parágrafo uma estrofe, assim e vários exemplos:
“O cânion Guartelá, parabéns!, feito
que fosse um ponto um gol olímpico!” Versinho da La a Laura, menina tão galante
e feliz sempre quis ter uma bicicleta e a presentearam no natal. Aprendeu a
jogar vôlei aos 8 anos. Mora em o bairro Sumé da rua Coronel Antônio Pireneus
de Souza associado apegado junto da praça Chá-da-Terra.
Sabe o trem maria-fumaça que
transita da localidade de Rio Verde até Aparecida do Rio Doce, duas cidades
turísticas e etc? Eu sei bem e digo que o comboio vagões vão lotados de
palavras difíceis, fulcro sustentáculo base ponto de apoio de ideias ou algo.
“Tanto melhor que vago vagueio
vaguear vagueando em pleno voo pelo ar e semiplano semidomesticado
semi-integral semirreal semimilionário”, criava gerava engendrava o cantor
compositor tradutor curumim dos caiapó-gorotire Ja o Japacani originário
natural da aldeia Alto rio Anari em o município de Boa Esperança. Fora da aula,
sua principal e primeira opção de lazer é brincar com seu mascote xerimbabo Tuí
(um pássaro tuim domesticado desde tenra idade órfão desde a infância).
A professora Bel de Isabel sobrenome
Embaiá, corrige redações dos alunos e sempre encontra uma ou outra palavras
rara dita e escrita: aluir sacudir desabar ruir.
“Vamos lá e acontecendo como seria o
verão esse lugar de veraneio que eu gostaria de ver em presença nos dias de
janeiro!” Criação da Pri a Priscila, guriazinha muito na dela pra ela e um
pouco tímida olhos grandes. Seu maior sonho atualmente no verão é conhecer a praia
dos Castelhanos no distrito de Paranabi em Ilhabela. Sua primeira incumbência tarefa
logo no café da manhã matina, muito manjado (em dois sentidos) na refeição
desjejum, são os biscoitos as bolachinhas: sabor chocolate, recheio sabor uva,
nova receita mais gostosa crocante, “huuuuum!...”, experimente experimentar o
raro inédito indescritível incrível que derrete na boca, alto em açúcar
adicionado e gordura saturada, ingredientes são a farinha de trigo enriquecida
com ferro e ácido fólico mais gordura vegetal amido manteiga de cacau sal
emulsificante tal qual lecitina de girassol, contém glúten, contém lactose,
contém derivados de cevada.
A lua de fases etapas, que tem a
face iluminada e a face obscura, inventa retornar com palavras estranhas ao
nosso dia a dia: caraíba ebriez ascese gafieira lombeira.
“O sol apareceu de novo novidade e
toda uma manhã nova renovada.” Poeminha, se pode dizer assim, da boníssima Fe
de Fernanda. Toda uma menininha que vem se destacando nos últimos meses do ano
letivo escolar colegial em sala de aula. Aprecia acha certo usar e mostrar, tá
na moda!, uns cabelos esfiapados. Seu interesse e desempenho na área das exatas
a matemática a ajudou a participar da olimpíada nacional da matemática
realizada no último maio em a cidade de Cuiabá.
Os cachos de banana vendem bananas
em penca. Quer ver e contar e conferir e anotar? Tome aí e confira, moitar
silenciar ficar na moita moiteira (extensa moita)!
“E aí vem mais uma onda feita no mar
e ‘assim!...’ mais outra que diz, ‘lá vou eu!...’ e ainda a seguinte, ‘deste
moooodoooo!...’ e umas marolas menores ou pouco maiores que sempre estouram
encaracoladas na superfície da praia... ‘beeeeléeeem!...” Todo um sentido um
sentimento versinho de Lu a Luciana, toda uma menina ajuizada e sonhadora
pensando em ser uma boa médica fazer medicina na grande ufsc. Que muitos
acontecimentos aguardam ela no dia a dia os vindouros, atribuladas atitudes
movimentos e assomos de impaciência e julgamentos incrédulos e comutação de
pena.
No carnaval a festa passam mil
pessoas dançando em alas e cada uma das alas tem seu nome decorado, amainar
jamaxim moganga mogiganga bálsamo panema.
“Descamba o sol amarelo, descamba!...,
silo de grãos de ouro trigo dourado.” notava dizia anotava poetava a novata Dé a
Débora, guriazinha de cabelos caracolados preso por piranha (que tinha várias
variadas na cor azul preta bicolores verde e amarela tricolores branca e preta
e vermelha). Nunca foi ao rio Purus ao rio Moa mas gostaria de ver em loco os
autóctones silvícolas pintados na linguagem corporal simbólica ou quem sabe
criptogramas criptografados cifrados e labretes adornos nos lábios.
Na volta do trem ferroviário o
comboio saiu de Cachoeira Alta rumo de Alta Floresta e tão tanto carregado de
sinônimos, customizar personalizar adaptar customise.
“Tem balde de todos os tamanhos e
tamanhos para os baldes”, declarou poetizando falando poesia o guri To o Tomás,
sonhador principalmente em ser um craque de futebol e fazer muitos gols e ir
pra galera fazer coreografias como se vê na tv. E nos sonhos as vozes risos
roncos pedidos, ‘chuta pro gol!...’ ‘dribla meia dúzia de oponentes!’ ‘ele é o
cara da pedalada!’ ‘que chute incrível!’ ‘foi lá na forquiiiiilha!...’
Quando muito chove quando nada chove
na horta do capturador de palavras significantes dicionário amansa burros,
sorte destino fado fortuna moira mera moura.
“Árvore verde caminho na mata pedras
musguentas rio Lambari, assim o dia verde ensolarado de puro ouro verdadeiro.”
Contava em verso solto a menininha Val a Valquíria, sempre desde tenra idade
uns cabelos longos fartos e bem bonitos lustrosos. Justamente agora lenço de
cabeça de palha de seda e camisetinha tropical verde-azul.
Raças únicas perfeitas melhores
entes seres divinos almas cósmicas mitos dos autóctones silvícolas,
Poronominare Iuri Buopé Erem Ualri Agoera Jurupari Iara.
“Sim, é lógico, gostaria demais
demasiado de adivinhar o futuro promissor.” Aparecia notava contava a bela Gil
a Gisela, sempre olhar doce aéreo desejando sonhando com o céu o alto do azul
azul-ferrete azul-celeste azul-profundo. E ocultando do oculista o culto ocular
ocultável ao ocultismo. Tanto sufocada de pensar e agir. Lenço na cabeça laço
grande laçarrão pra prender a cabeleira, ‘jura!...’, quanto cabelo.
Antigamente as famílias de gente de
bichos de palavras eram imensas e cheias de nomes próprios, polígrafo panóplia
panaceia pedilúvio sinapismo emético tártaro.
“Pise na grama com naturalidade e
descalça, sem alerta sem alarma!” Notava e cantava em verso notadamente Ge a
Geovana, natural de Serra de São Bento, e que também adorava continua estudando
violão e pretende compor fazer músicas interpretar virar uma cantora e
viralizar nas redes sociais nos palcos teatros comícios estádios de futebol.
Laboriosa esforçada comprometida pra interpretar as façanhas do seu tempo.
O rio das Antas é parte de um
sistema casado obrigado que vem do rio Retiro e que chega no rio Jacuí
desaguando no estuário Guaíba, aliciar ou envolver e entomólogo ou
entomologista e aerofotogrametrada ou aerofotogrametria e postular ou
solicitar.
“Passou passando o trem
maria-fumaça, ‘guelém! guelém!...’ já acenamos de volta pras pessoas abanando comodamente
das janelinhas.” Seu poema em verso a poetisa Vi a Viviane, apreciadora de açaí
gelado e outros sabores de frutas doces. Um dia da semana para praticar natação
no clube esportivo recreativo Água-com-Açúcar. Nasceu e ainda mora com os pais
à rua Capitânia do bairro periférico Boticão do Redil.
Olhe só o trabalhão lesco-lesco da
faina de todos os dias contínuos corrigindo provas sabatinas textos signos,
preparar macerar coar separar depurar espremer filtrar.
“Aonde você vai, de onde você veio,
por que você passa e nem estaciona?” E jogou semeou em verso a menina Ka a
Cátia natural oriunda original de Araxá e araxaense do tupi ‘lugar elevado’.
Cabelos trançados até a cintura. Há muitos lugares deste mundo que elazinha Ka
a Cátia pretende conhecer e Mutupá e Terra Nova do Norte e Peixoto de Azevedo
(peixotense) e Sobrália (sobraliense) as pedras rupestres de Amarolândia em
Mara Rosa, gentílico mararrosense, lema ‘honestidade e respeito’.
Penso pense em D ou Superalma lá no
alto astral pleno cosmos e espairecendo infinito sem horizonte navegando
vertical horizontal em cruz circular triangular...
“Nem quisemos saber de bordar
cozinhar queimar o pôr do sol, rareriroruuuu!...” Já dizia exclamava Sol a
Solange no interior do seu verso de matéria-prima. Um de vez em quando
aperreada aborrecida apoquentada com a física dos números contas cálculos. Mas sempre
procura se erguer arribar levantar isso mesmo pra cima em riba com seus sonhos
de máxima grandeza os quais são: confiar em si, agir sem interesses pecuniários
e mais ou menos nem poder fazer tudo sozinha. Volta e meia outra vez recobra fé
já no que faz. E muito menos por pouco ou nada pensa em sair daqui deste mundo
encantado.
O dia amanhece e de longe em longe e de
perto dá um longo assobio de várias incontáveis espécies, acerado mordaz severo
cortante afiado direto seco grosseiro.
“Pise na grama com a sensação de
plantar e plante um exemplar de apojitaguara, faz favor!” Cantou seu canto
cantado Vi a Viviane, guria do cacoete de soprar a franja do cabelo rebelde
este que lhe caía cai constante sobre os olhos lindos pretos densos.
Passeando navegando de barco gaiola
pela bacia amazônica rio Tapajós, contando os dias e as cenas de viagem,
prescritível sugerível prescritibilidade.
“Os sucessos par combinado a
vitamina e o suco de caju fico com os dois, sabores mais elegantes.” Escrevia
declamava decantava a bela Ja a Januária, sempre procurando relacionar igualar aliviar
palavras com seus desejos futuros sonhos delírios.
Agora já se sabe que as falas
vocabulários e demais expressões ditas e escritas já solucionaram os mais
problemas, cefalalgia cefaleia rubicundo corado rubente.
“Passeei e me diverti na praia de
Itaquitanduva orla de São Vicente e mais pisar na grama bondinhos aéreos ponte
pênsil chilreios simpáticos melodiosos relaxantes dos bem-te-vizinhos-do-brejo,
crejuás, coleiros-do-brejo, bacuparis-do-campo, salta-caminhos, tapirangas.”
Descreveu testemunhou e declarou declamou Fran a Franciane, leve de espírito
suave de alma infusa meiga de caráter querida doce de tudo.
Dia de eleições sufrágio universal
secreto revelado no dia da apuração, bulir enrustir bulha trincar perscrutar
rustir perquirir atroar indagar estrondear examinar.
“Isso me encanta e juro que nem
perco D de vista, hem!...”, disse escreveu legível letra junta a jovenzinha Cla
a Clarinda, se formalizando ajeitando a gola do casaquinho as mangas da
blusinha bege-esverdeada mãos manicuradas ouvidos moucos. Sim, por certo e já claro,
podia chegar e chegaria aonde queria pretendia procurava almejava. Já ainda
emaranhada atarantada crenças ligadas às mezinhas com o catimbó catimbozeira
culto feiticeiro com macumba macumbeira abusão supersticiosa.
Vem a hora da citação ou do ditado
da profe Bel de Isabel sobrenome Embaiá e dita o dado pelo já dito, retumbar
ribombar moxinifada mixórdia miscelânea capilé.
Por que D eventualidade tem lugar
conveniente mais ou menos aí uma meia centena de nuvens fofas e espirituosas gavião-bombachinha
camaiurá cachorro-do-mato javari tambaqui pacu se nem quiser nem precisa Pedra
Itaúba cuicuro jarina caititu lagoa Juará avenca-branca erva-cidreira-do-mato
dormideira acácia-de-flores-vermelhas grotões do cafundó sertão autarcia
caçarema a realidade presa em a terra enraizada arraigada solta no ar acaso
possibilidade já monumental magnífica espetacular fantástica apologético em
defesa persistente de doutrina teoria ideias fisionomia desanuviada.
Ei, gente boa! Voltemos e nos
preparemos para encontrar as nomeações as conversas os tipos de palavras assim
e assado, fruto da palmeira tucumã (sucesso de vendas para fabricação de bolos
e tortas e outros doces da culinária do cerrado goiano) tucumãzeiro o próprio
tucum (tupi ‘fruto de planta espinhosa’, coquinho): epicarpo a casca, mesocarpo
a polpa, endocarpo o caroço, endosperma a amêndoa.
Por que D nem tem nem pretende nem sai
com pesque-pague o largo discurso sustido Jucurutu imorigerado devasso
tamborilando os dedos na própria face Candiba conformado teleguiado joga biriba
Marcelândia avareza avenida Alberto Andaló cerâmica tambetá jeito amolado de
conversar besteira pirraça álibi enxaqueca catrumano gastura de gente que os
deuses se compadecem que se compadeçam Taiobeiras careta trejeito estuga o
passo Icatu as gentes se arrumam emburrado pavio curto Nova Guarita aliado nem
é aliado São José do Xingu pagode chato de galocha trevão Waldo Adalberto da
Silveira olhar esgazeado inquieto agitado Novo Mundo dona Maria carregando
cunhantaim no flanco nas ilhargas quadris Guarantã do Norte produtos
eletrólitos eletrovalências condutores elétricos de natureza líquida
energéticos.
O vento soprando do mar varando
atravessando transpassando as paragens as glebas os sertões leva consigo na
mochila as palavras menos usadas hoje em dia e olhe lá aqui, rinha fedelho
paparicar protetorado desvario picardia topete guimba xinguano.
Por que D fortuitamente tem grilos
frigindo vaga-lumes faiscando dentro do matinho entre o capim-rabo-de-gato
capim-rei feijão-do-campo meteu a cara no trabalho e nem mais nem menos falou
disse nada nunca com mais ninguém matipu tapaiúna olha as pessoas as gentes e
demais com distância de longe mico-estrela alma-de-gato pula-pula cajati
timbó-do-campo mutucas suiá txukarramãe já transcendente e imanente nuvens
loquazes metidas em brios chapinhando pelo terreno banhado gólfãos-brancos
arrogando adotando assumindo o tempo e espaço embira-branca fura-barriga.
Luz luzes dos trópicos lagoa Rodrigo
de Freitas amerissar hidroavião hidroplano esparzindo espargindo salpicando
aspergindo borrifando lago calmo diplomático. É de se prever pensar quem sabe
quem viu quem foi e voltou, que se entendem será que se topam invocação muito
bem D e o homem? No céu vapores brancos bruma encolhida recolhida embrulhada já
em nuvens névoa poucas esparsas perdidas anônimas aqui e ali diante do sol
raios solares. Todos os rios um dia ou outro chegam a D aparecem concluem
encontram o mar, navegando barcos de palavras nomes batizados: hemiopia
esbanjar mentecapto biótipo genótipo prescindir dispensar diplopia hemianopsia.
Para acreditar em D é necessário
entender a narrativa a linguagem a canção a letra das nuvens. A rua dos 5 Tomos
já estava chegando no verão e atapetada de flores dos jacarandás e
ipês-amarelos e paineiras. As coisas invisíveis se tornaram tornam visíveis
pelas coisas criadas. D presente onipresente e das causas das causas causadas.
As nuvens irmãs juntas pouco se
comunicando entre si vinham redondas encangadas engatadas sopradas
determinadas, tirando fotos e vídeos e autorretratos, como se se agarrassem uma
na saia da outra. Dentro do vento oceano em reproche exprobração repressão repreensão
atroador dos trovões criador dos furacões tornados e derrubando casas e
telhados e telheiros em São João do Oriente, Formoso, Tarumirim, Ribeirão Preto
no parque Luís Carlos Raya. Atingindo toda a região litorânea e da serra com as
autoridades em estado de estupefação as localidades de Alpercata, Fernandes
Tourinho, Dom Cavati, Iapu, Engenheiro Caldas. Tempestade subtropicais ventos a
mais de 120km/h e que nem se pode remitir já imperdoáveis muito irremissíveis.
Muito chovendo e engrossando enxurrada nas cabeceiras do córrego das Pedras.
A mãe pôs algo na gaveta do móvel e
disse, encarando a plateia familiar e diante do pai da filhota Li de Lilás do
mascote guaipeca Tu o Tupi e recomendou:
- Ninguém precisa mexer aqui,
oquei?!
A dona de casa a mamãe patroa e senhora
esposa botou o mistério secreto na gaveta da penteadeira do balcão da cozinha
do criado-mudo da cômoda e empurrou o gavetão do mobiliário e o mesmo fechou,
‘plaaaam!...’ cerrou ou concluiu, sem passar a chave. Um teste para a
curiosidade alheia. Virou as costas e saiu de fininho, brandindo o dedinho
indicativo. E todos no momento também a acompanharam, saíram atrás e em as suas
pegadas. E o móvel tisnado mobília mobiliário peco raquítico bem móbil (todo
chateado intransigente alérgico envernizado carregado de gavetas com pegador encalistrado
vexado encabulado e com buraco de chave ainda mais cheio de nós nas costas) ficou
aí ficou por lá e com seu segredo obscuro posto pela mãe prestigiosa prestimosa
idolatrada valorizada, ‘salve salve!’
A cachoeira São Domingos estentórica
estentora voz possante retumbante.
Cinco minutos depois, pé ante pé,
veio a Li de Lilás, uma Li crucial, e olhou todo o cômodo e a extensão do
quarto e principalmente o móvel que guardava o segredo da família da mãe da
casa. Que dúvida seria essa? Era o cúmulo, acúmulo! Olhou pouco pensou e saiu
sem mais nada declarar, um muxoxo nos lábios juvenis. Ficou ali e olhando
pensando a melhor maneira. Investigadora multifacetada capaz de várias versões.
Olhou a gaveta do móvel e saiu artisticamente, dançando modo biruta posto de
gasolina atirando as pernas os braços pra cima soltos.
Jataí, município dos jataienses, com
o palácio das Abelhas.
Dois terços de tempo após (marcação
de tempo metrônomo metronômico), chegou a Li de Lilás, uma Li presumida, e que
bizolhou aí e em volta se cuidando para que ninguém a pilhasse no flagra.
Olhando espiando e cuidadosa se policiando em silêncio e pé por pé. Assim mesmo
ali mesmo no mesmo ambiente e remanchando atrás da cadeira de braços se
esgueirando por trás do espaldar do encosto. Tocada catucada de curiosidade
inúmeros desejos de bisbilhotar. Quem quase ganas de agarrar gadunhar garras
afiadas de apresar.
Nem devemos nem podemos nem queremos
deslembrar os tempos descartar desprezar auxílio, de onde quer que venha.
Antes das 11h (horário longos
membros inferiores alto), lisa e sorrateiramente na tentação anunciação,
apareceu a Li de Lilás, uma Li animada, e espionando espiã cupincha pra cá pra
lá vê vendo querendo entender sentir se alguém estava presenciava para que ela
quem sabe pudesse verificar a gaveta e. Sempre olhando pra cima pra baixo e se
cuidando nos 360 graus. Já o acangatara acanguape cocar canitar enfeitando a
cabecinha com plumas carnavalescas de fantasia. Olhar muito bem ao redor
escutar bem escutado olhos grandes castanhos, bonitos líquidos. Comportamento e
algo assim estrito discreto silencioso sem escrúpulos sem especulação. E é bem
verdade verificável.
A rua Inhame-Cigarra antiga
antiquada elegante atribulada protegida cercada sitiada ladeada por imponentes gigantescos
prédios de mais de 20 andares e com os dispositivos coas lojas departamentos funcionando
ao rés do chão.
Nada mais que 12 minutos empós,
magra e elegante roupa folgada despojada, compareceu a Li de Lilás, uma Li
eufórica, e cuidado atenção para nem ser capturada com a boca na botija no
flagra no contrapé de antemão pelas costas no susto. Menina (vilã labrega
camponesa) boa estudiosa de família amável agradável virtuosa ativa
participativa, além do mais. Caminhando um pé depois o outro e com cuidado
redobrado quieta silenciosa mansa paciente complacente harmoniosa. Olhando em
volta e com ouvidos muito escutando atenta para qualquer ruído ou movimento.
Esticou a mão cheia de dedos ávidos bonitos longos caprichados artelhos falanges
proximais falangetas mediais falanginhas distais. Quem quase tentando um
distrato familiar.
Bando de marrecas-caboclas (teteias
brejeiras) em preleção exposição aula lição, os trens de pouso baixados
arriados, nas margens bordas restinga enseada do rio Claro.
Dois poucos raros minutos na
sequência, dois dedos de prosa em depois, surgiu a Li de Lilás, uma Li curiosa,
e de olhos saltados esperançosa verdejante tateando por alto as paredes como
alguém procurando se esgueirar sem se fazer notar. Se escondendo embutida nas
sombras. Arredando recuando desviando. Um pouco escapista e fora da realidade. E
pedia pra si mesma nem fazer ruído barulho estardalhaço que nem queria
despertar as suspeitas de ninguém ali na casa no lar bom lar. Tateando
delicadamente demoradamente pacientemente as paredes o umbral da porta de
passagem entre seu quarto e a sala de estar, lugar do cômodo com a gaveta do sagrado
consagrado segredo. Que mistério guardava aquela gaveta e que estava ali mesmo
em a sua frente, meu?!
A aromática lua, boiando por tempos
bola elevada, encontrou a madrugada e disse: ‘Ahn!... Vou dormir,
zípi-ziiiii!... que as estrelas querem ir em boa hora’.
Alguns 5 minutos passados ainda
latejantes no relógio digital, acontece a Li de Lilás, uma Li irrequieta, e
meio que rastejando rastejante bem camuflada na penumbra do ambiente da sala de
visitas. Nem queria ser descoberta nem seria nem pretendia nem possibilitaria
nem presumia nem deveria. Lenta e quieta como uma gatinha procurado comida ou
espiando comida e temendo ser descoberta identificada desmentida pega no
flagra. Suave e tênue e delicada como uma felina bem treinada. Andando quieta
como uma galinha atrás de descobrir o tesouro escondido secretário trancado a 7
chaves.
Nem se esqueça, e por favor!, de dar
o laique supor antecipar pré-imaginar tocar a campainha ou o sininho e deixar
um comentário que muito ajudará o nosso canal.
Já dois minutos depois, um domingo
de manhã, assim do nada a Li de Lilás, uma Li investigadora, e se cuidado o
máximo para nem ser percebida sequer ouvida cheirada pressentida. Absolutamente
detetivesca uma detetive na sua atividade de agente investigativa investigando
cheiriscando, ‘esfe! esfe!...’ Olhando e reparando para todos os lados e dando
um passinho de cada vez, pé com pé. E pesquisadora de diversas horas e momentos
assim como de identidade ou personalidade. Uma multiplicação de si mesma e
mais. Se aproximando do cômodo a gaveta e seu grande segredo doméstico.
Vamos andando vamos seguindo
caminhada bola pra frente, matalotagem os haveres nas costas mochila, que
veremos mais do resto no caminho do mundo no exercício da jornada estrada.
Insistindo recalcitrante acostumada,
a Li de Lilás adentrou entrou compenetrada na sala de estar, uma Li
reincidente, para mais uma oportunidade tentar investigar espionar a gaveta
predileta secreta do tesouro escondido. Foi ficou indo e vindo em círculos
concêntricos em derredor da mesa da gaveta do cofre ultrassecreto bem chaveado.
Parou no meio do cômodo se fazendo passar por estátua muito bem cinzelada. Bem
quieta e de olhos abertos ouvidos atentos e assim mesmo um ser extemporâneo
serôdio tardio fora do tempo. Tipo assim pessoa no meio do espaço da sala, sala
estupefata no meio da casa, casa mesquinha no meio da rua, rua escandalosa no
meio do bairro, bairro operário no meio da cidade, cidade turística no meio do
país.
D ingerado incriado e que nem perece
imperecível, criou tudo do nada, sobrevoa o mundo e absorve também absolve a
todos.