- Oi!... Pode ser outro dia, pode
ser quem sabe hoje - cogitou conferiu a Lilás, menininha diletante relevante
brilho terno mágico nos olhos d’água.
- Faço uma comanda!... Certo muito bem
certíssimo correto direito - comentou organizou a Esmeralda, menininha belíssima
valiosa veneranda respeitável.
- Qjá-qjá-qjá-qjáaaa!... Nós quatro
estamos acertadas certas o sol está certo a manhã quase meio-dia está certa o
verão está certo tudo certo aqui certíssimo - destacou debateu a Pérola, menininha
aperolada risonha riso fácil campeira estrela coruscante.
- O-dis-sei-a!... Uma volta a mais
no sol e ou quatro luas a terra estremece estremecendo, vejam... e estamos com
10 rincões bem contados - comemorou silabou a Rê, menininha arrabaldina
arrabaldeira expectante sempre na expectativa.
A menina Lilás estava aí
satisfazendo deliciando as papilas gustativas linguais avidez gastronômica ela
mais as melhores amigas lábios polpudos sempre juntas amizades valiosas se viam
sempre e primordialmente imperativamente otimamente em a loja comercial de
estética original criativa esta confeitaria doceria padaria lancheria sorveteria
A Tradicional, e depois da aula uma sonora quinta-feira mês de maio mês das
mães.
E foi quando um quati já as observava,
assim do nada à primeira vista justo saído do matinho capãozinho ali em frente,
secando bombeando desde o outro lado da rua Vereador Proscênio Desiderato
(bairro Gêmino) e surpreendentemente. Um tipo a pé pedestre nada convencional
ou comum já alpestre silvestre montanhesco montaraz das montanhas montes e
matos.
- Olê!... Gosto muito de o meu
apetite aqui... apreciando sorvete, é. Mais abundância de cupuaçu e pupunha,
prefiro as preferências preferidas - depoimento de Lilás (cupuaçu - árvore pq
da família das esterculiáceas nativa da Amazônia, ex: cupuaçueiro, cupuaçurana,
cupuaçuzeiro; pupunha - palmeira de 20m nativa da Amazônia frutos de polpa
fibrosa folhas verde-escuras, ex: pupunharana, pupunha-brava, pupunheira,
pupunha-verde-amarela).
- Es-pá-tu-la!... Mas os meus
cabelos... O que é muito o-ri-gi-nal... E sem mancadas escorregadas
trapalhadas, confere?! - emendava a Rê, menina lírica e pura.
- Ahahahah!... Posso até descrever,
mas nem descrevo... escreverei à mão livre - sugeria rindo divertida pacífica
valorizada a Pérola - Venho de ganhar um miiiimo...
- Pois que sim!... Desde sempre que
converso com meu espelho ou imagem no celular. E tenho preferência por mim e
minha pessoa, confirmo - dizia, e de todo o coração a preciosa Esmeralda,
cabelos aromatizados sabor chá de camomila.
- Ora!... Concordo com gênero número
e grau - disputava a suave Lilás, sujeitinha tão-galante egressa que se retirou
se afastou da prática de capoeira.
- Kjá-kjá-kjá-kjáaaa!... Quando um
dia eu for ave... e voar... bater asas... o céu com poucas nuvens, digo - risonha
ri a rica Pérola e admira olha pro céu se prometendo e se projetando no ar como
uiraçu, sabiá-cica, bilreira, anu-de-enchente, avião, nuvem.
- Emboralá, gente legal!... Sim e
nem, né, gurias?! Vamos pedalar no parque Pedra do Segredo ou em o forte Dom
Pedro II - a prestigiosa brilhante Esmeralda lembrando que poderiam sair de
bíci um dia desses ensolarado verão e desvendar mistérios (Dom Pedro II -
segundo imperador do B, nome completo: Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo
Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael
Gonzaga, ex: Pedro II-pi ‘pedrossegundense’, Petrópolis-rj ‘petropolitano’,
Petrópolis bairro do município de Timóteo, Nova Petrópolis-rs
‘nova-petropolitano’, Nova Petrópolis bairro de São Bernardo do Campo, Nova
Petrópolis distrito de Joaçaba).
- Ce-lo-fa-ne!... Vamos registrar
com esta foto, vamos... - autorretrato da turma por autoria da Rê - Merece um
xis? Sem piscar e merecemos. Merece!
- Olá!... Já tenho a sensação... ou
arrepios... que alguém, vai quê!, está me observando mirando-me - declarou a
Lilás, olhando para os lados - De repente estamos sendo seguidas vigiadas
aguardadas premiadas, uta!...
- Tá e hã-hã!... Como tem que ser! -
identifica a magnífica e preciosa Esmeralda.
- Au-to-ri-za-do!... Nem houvera
enigma - reuniu aos dados a aclamada Rê.
- Ouro!... Este é meu título: ‘Os
sabores me divertem!’ - declarada declaração da Lilás, guria se refere aos
gostos indiscutíveis dos sabores de sorvetes e picolés.
Esta está sendo uma 1 história e que
cai como uma 1 luva em a sorte das meninas tão-galantes. Enredo acontecimentos
das meninas. Se parecem parecendo ser reconhecem uma com a outra elas mesmas. Fatos
verídicos verossímeis verificáveis ou nem tanto, porém divulgados promulgados e
oficiais oficialmente. Jogando umas figuras de retórica e que podem ser
metáforas ou outras figuras quaisquer, jogo que pode parecer discurso bombástico
enfático ornamental ornamentado. Roteiro e as cenas diálogos cenários. Trupe teatral
mandando ver 10 aninhos mandatos e projetos.
E a nossa protagonista exemplar heroína
caiu do céu do céu, sem se machucar. O dia examina todas as possibilidades.
Observa com o sol plenitude.
Avenida Afonso de Sampaio e Sousa, o
comércio de frutas frescas vendidas em barracas sempre acontece e todos os dias
sete dias por semana 4 semanas por mês meses e meses o ano todo 4 estações. Às
margens plácidas do parque Bias Fortes, com as diversas diferentes
diversificadas atrações e ofertas aos usuários tais como gramados para
piqueniques lago com pedalinho redários de madeira bicicletários de chão aldeia
indígena coroado flora e fauna endêmicas preservadas e carquejas (subarbustos),
margaridas-das-dunas (ervas perenes), cavitingas, orvalinhas,
capipoatingas-douradas, porotilhos (plantas trepadeiras), cruzes-de-malta (plantas
anfíbias). A área verde aos cuidados dos frequentadores os corredores os
caminheiros os jogadores de vôlei de futebol de futsal de bocha. E sempre fruir
mais desfruir ainda desfrutar pra lá de utilizar as vantagens e os benefícios e
os méritos. Cores verdes suaves e mais outros tons arrebatadores. Enfim, várias
coisas e atrações.
Se D houvesse desejado algum
conforme. Poucas nuvens devaneavam pelo muito azul do imenso celeste. Presença
radiante do sol amarelo flamejante. Claridade branquíssima transparente amarela
solar do dia.
Tanta natureza ao alcance dos vizinhos
habitantes da Cidade Líder, zona leste da metrópole, e cuícas-d’água (marsupial
de médio porte, semiaquático), preás (habita campos e pastagens e banhados),
lagartixas-verdes (se alimentam de artrópodes, quilópodes, diplópodes),
coscorobas (o bico e os pés são vermelhos), galinhas-d’água-carijó (vivem em
casais), caturritas (seu bico é córneo e amarelo), gavião-cinza (a espécie
ocupa o banhado para alimentação e reprodução), batuiruçus (maçarico de hábito
gregário), tio-tios (é o nome onomatopeico, vocaliza entoando notas curtas e
descendentes... ‘tio-tio-tiiiioooo!...’), colegiais (cauda preta, comportamento
rasteiro e irrequieto, olhar já um pouco apreensivo preocupado receoso),
rolinhas-picuís (ocorre no B, ocidento-meridional e nor-oriental). Merecem uma
foto? Mereeeece!...
As 4 melhores amigas olharam ao
redor aí no espaço da sorveteria e os demais acepipes aperitivos petiscos e
observaram outras pessoas fazendo o mesmo, oquei! Umas mais velhas outras até mais
novas. Os próprios funcionários. E então?!
- Quem há-de!... D deve conservar
assim mesmo as coisas todas - gentilmente a milionária rara Esmeralda, useira e
vezeira em que tais macaquices peraltices.
- Ou!... Mãe e pai são contra eu ter
um cavalo xerimbabo, acreditem - desabafava a Lilás, enquanto apreciava a bolinha
do sorvete apetitoso gulosa - E já tenho o nome do amigo cavalar... vai se
chamar... ‘Porventura’!
- Prá-prá-prá-práaaa!... Quando
muito você teria que ter um potreiro, mana! - opinava a hilária divertida
diversificada e ainda por cima valorizada Pérola.
- Pra vossa mercê!... Cavalo no
quintal é pesado, cavalo dentro de casa é animal - completava a esfuziante
esmerada Esmeralda, erguendo os braços num gesto ao céu e como quem diz eloquentemente
‘meu D!...’
- Olê!... Meu cavalo cavalinho de
passeio... ‘Porventura’! - reafirmou a menina Li com todas as letras e com p
maiúsculo, empolgada sonhadora aguardando o mascote.
- Es-pe-que!... Você viria pra
escola a cavalo? Me diga! - inquiria a Rê, miúda beldade cabelos longos cílios
compridos ousados naturais pestanas curtas macias.
- Em bom português!... Trufar trucar
trupar, truncar trunfar - decidia a talentosa saliente estudada Esmeralda,
menina com projeção profissional para a oftalmologia.
- Agê-agê-agê-agêeee!... Climático,
climatologista, climatizar, climatização, climatizado - confirmava demarcava
apartava a Pérola, estudante talentosa apreciada com sonhos destemidos de
aviadora na área ou aérea da aviação comercial.
- Ou!... Açucarilho, açucarocracia,
açucarar, açucarado, açúcar de areado - distinguia a Lilás, talentosa com
capacidade para exercer a profissão de veterinária.
- Es-tar-da-lha-ço!... Nhandu,
nhandeva, nhandiá, nhandipá, nhandirova - comemorava a Rê, plantando a semente
de a futura analista de sistemas.
O que todas elas nem sabiam, mas Lilás
sentia os arrepios, é que a espiã ou a observadora estava fora do resinto da
sorveteria dos sorvetes apetitosos (sorvete - iguaria de suco de frutas ou de
cremes líquidos de leite chocolate aromatizados e adocicados e que se congela
gelados, ex: sorvete de baunilha, sorvete de uva, sorveteira). A espiã a
curiosa estava do outro lado da rua Anésia Pinheiro Machado e a observava
escondida na moita de capim-paraturá. Era um quati fêmea bem tímida e assustada
com as pessoas ali por perto. Sim, muito cuidadosa e precavida e silenciosa.
- Klá-klá-klá-kláaaa!... Vamos jogar
bola na grama do parque, hem!... ou vamos pra casa, gente?! - sugestão e
indagação sempre risonha da valorosa prateada Pérola.
- Res-sig-ni-fi-car!... A represa de
Jurumirim está é ótimo balneário, é mesmo - considerava alertava sugeria a leve
levíssima Rê.
- Clá-clá-clá-cláaaa!... Se for o
caso tem a praia de Itatinga, ué!... - alegre satisfeita superalto astral a
importante ricaça milionária ostentosa saliente a Pérola.
- Oi!... Tem gente há pessoas que
nem são vegetarianas e desprezam a carne. Mas adoram automóveis. Cada 1 e cada
1 - comentário de Lilás, catita e bem vestida.
- Sim-pa-tri-a!... Com carinho e
difusão e pesquisa para a estação ecológica do Taim e a lagoa Mangueira - bem
lembrou a Rê, nobre e distinta e formosa.
- Vez em quando!... Eu ouvi falar já
visualizei na internet o farol do Albardão - distribuía flertava campereava se
abstraía a Esmeralda, mina trabalhada em filigranas.
As mesmas 4 amiguinhas melhores
saíram do resinto e já ali no pátio na calçada pegaram cada qual sua bíci e etc
(bicicleta - veículo composto de um quadro, ou conjunto de tubos metálicos,
assentado sobre duas rodas; ex: bicicletário, bicicletista, biciclo). Foram
assim mesmo pela ciclovia já um tanto ou quanto e como bem movimentada. Lado a
lado com a avenida Jóquei Clube e ou a rua Alcides Nunes (avenida - via pública
urbana ampla, mais larga que a rua; ex: alameda, avenida processional). As
meninas garotinhas sempre pedalando duas na frente duas atrás e se falando se
ouvindo tagarelando de muito simples e tranquilo para mais de metro.
- Era o quê!... Que vamos fazer
amanhã de tarde, hein?! - baita interrogação da Esmeralda, joia bem avaliada
nos estudos em casa com as amigas.
- Ora!... Para onde vamos, se acaso
vamos e viemos? - outra dúvida da Lilás, guria de cabelo enorme ostentoso
ingente penteado desmedido comprimento.
- Ali-ali-ali-aliiii!... Que sorte
se a gente fosse à praia dos Górgons, hem, é uma! Simboralá pra Oeiras do Pará
e Moju! Navegar no rio Cairari! - as opções dicas da hilária risonha caríssima
Pérola traziam muita imaginação nas ideias das coleguinhas.
- Te-ra-to-ló-gi-co!... Aquela lua
há de me ver me ouvir - brincava de falar e pensar fazer ver e fazer pensar a
famosa Rê.
- Esta é boa!... A esta altura dos
acontecimentos e tudo mais - demonstrava a sofisticada lapidada Esmeralda,
tênis azulzinho da cor da bermuda.
- Oito!... Vamos aproveitar o verão
de pouca chuva e sair aí, né?! - colocação da Lilás, a única do grupo que deu
nome à bíci chamada nomeada a Rolarroda.
- A-có-li-to!... Qual o próximo
mundo, mundo próximo o qual! - competia a paciente indulgente compreensiva
bacana ética Rê.
- Parece, de fato!... Quem sabe quem
quer quem decide podemos resolver ir ao baile Ubatubana em Ubatuba -
contemplava a Esmeralda, esplendorosa resplandecente.
- Me-an-dro!... Tenho as ganas de
correr de bíci e pelaí, muito veloz km velocidade as tantas aceleradas -
comentava comemorava comunicava a Rê.
- Outra!... Onde estou, pra onde vou,
por que a viagem viajando? Tenho que abrir a mente e eu sei - perguntava confabulava
exultava debatia a Lilás, recentemente adoradora adorando interessada em pudim
de leite condensado.
Era bem perto das 12h e o sol todo
disposto bonacho bonachão bondoso e mesmo servidor proletário ou
lumpemproletário. Ali no alto, sem pestanejar, dourado e indo de um local pro
outro. Tampouco, também nem, tão-pouco, muito menos e quiçá. E árvores
brincando de concordar domesticar tons verdes e ucuquiranas, timbós-açus,
cipós-tracuás, corticeiras-do-banhado, licopódios (planta com flor de novembro
a março, fruto de abril a outubro), cerejeiras-do-rio-grande, murtas (árvore
perenifólia de até 20m e diâmetro de 35cm). E a organização processo da
fotossíntese com abundante adequada utilização da luz.
- Tê-té-té-téeee!... Lá em casa a gente
todos da família apreciamos apreciam comer melancia como sobremesa no almoço -
contava reiterava favorecia a esplendida vivada a Pérola, logo ela que sabia
ficou sabendo que o ideal era comer uma fatia
quando ela ia além e exagerava se deliciava com 2 ou 3.
- Outra!... Em lá em minha casa a gente
nós da família familiar adoramos adoro comer abacaxi em calda como ótima
sobremesa após o almoço - disse confirmou a Lilás, mas já sabendo que o ideal é
comer 2 porções da fruta e nem 4 ou 5.
- Di-li-gên-ci-a!... Sendo lá em casa
junto de nós eu posso falar por mim e confirmar com a família que apreciamos
queremos muito degustar melão em cada refeição no almoço especialmente como
sobremesa - destacou com propriedade a Rê, totalmente ciente que o certo e
correto é comer duas fatias de melão, mas que ela mesma já pulava exagerando e apregoando
pra 4 e até 5.
- Olhando o dia claro!... Assim lá em
casa apreciamos melancia mas eu gosto muito sobretudo de caju bem vermelhinho
madurinho - debatia apresentava a maravilhosa exuberante original rara Esmeralda,
sabendo que o ideal sempre perfeito era comer um caju mas que ela nem podia se
conter e consumia se deliciava com 2 ou 3.
E aves de ir e voltar e voar e pousar
pelaí, rápidas e cantantes e coloridas, mongos periquitos-do-campo
pernilongos-de-costas-brancas (possui um bico grande, reto e negro) pombas-de-espelho
tiribas águia-cinzenta pica-paus-brancos (se alimenta de frutos, sementes,
insetos e suas larvas) tangarás curriqueiros (comportamento rasteiro e nervoso)
papa-piris (ave pq com plumagem de 8 cores). Sem dúvidas apelando em voz alta
de exagerar muito demasiado e cantarolar cucular garzear pissitar gruir. Buscando
indiscretos sempre todo dia o alimento, como se nem houvesse amanhã.
- Obrigada!... Isso parece o sonho
onírico que tive esta noite passada. Querem que eu prossiga e continue e conte
mais? - inquiria a Li, cunhantaim excelente festiva.
- Prá-rá-rá-ráaaa!... Nem só deve como
pode continuar e eu autorizo - emendou a deslumbrante meiga de meiguice satisfeita
a Pérola, olhos relampejantes.
-
A-ço-da-men-to!... Eu tenho o tempo que você precisar e
escolher e emendar - confessou a Rê, com presteza ritmo velocidade destreza
agilidade.
- Estante com prateleiras!... Já me
preparo para escutar o desenrolar de viagens criaturas e aventuras - decantava decantada
admirava bem magnífica a Esmeralda.
- Olê!... E assim, pras que concordam,
lá vai a história chamada... ‘Reticências’. E os anrãs, ãh-rã!, ãh-rã!... para
preparar limpar a garganta. E eu estava no sonho... e o sonho me carregando e
nós estávamos andando pedalando eu e a Rolarroda pela rua Dona Oti e a rua Dona
Lúcia perto da praça Arariboia dentro no centro do bairro Menino Deus. Pareciam
as iguais mesmas horas contadas tique-taques no relógio de girar no sentido
horário. De noite tem a lua e as estrelas, quando posso ver; e de dia o sol o
calor, quando amanhece céu aberto descortinado.
“Eu e a Rolarroda estávamos indo
pedalando e pelaí. Isso tudo já estava indo bem mais longe do que o esperado e
quiçá necessário. E uma voz dela a bíci tal e qual vozinha esgarçada espichada
raspada... destravada.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ee éé
boomm... eesstee ppaasssseeiioo... - que a Rolarroda parecia bem satisfeita e
sempre procurando andar no caminho da grama tenra.
- Oito!... Que a história eu vou
promovendo e continuando... - seguia o sonho da menina e mirabolante estupefato
alvissareiro cheio das peripécias. - Era eu mesma e a Rolarroda pela beira da
rua Coronel Fernando Machado e já avistando lá longe nosso ponto de chegada
nosso destino a famosa afamada famigerada a Pedra da Macela. Quem diria, hein?!
Quem pedalaria, hem?!...
“E eu pedalava e a bíci rodava os meus
olhos na paisagem os olhos dela na pista a minha mente com as ideias no ar e em
torno em volta ao redor e por alto no alto nas alturas das nuvens. Uma manhã um
dia umas horas diferentes diretas distintas das outras dos outros dias das
outras semanas, que outras. Que outras vezes 10!
“Em perfeita rua Vigário José Inácio, me
deparei nos deparamos, eu e Rolarroda, com um montão de cachos de banana pelo
chão. Um caminhão truque deixou cair ali assim umas tantas quantas pencas de
bananas. Bem no meio da rua e o caminhoneiro se apressava em recolhê-las. Eu
mais uns passantes no local naquele momento já procuramos ajudá-lo. E foi
bárbaro e foi divertido. E foi uma mão na roda.
- Ou!... Como sucedeu isso e aquilo, seu
moço caminhoneiro? - perguntei eu indagando pela resposta que eu queria saber e
resolver a minha dúvida.
- Sim!... Eu e meu caminhão, o
Truculento, vínhamos por esta via quando a carga balançou vacilou desamarrou e
a lona se abriu se foi e pronto... me caiu uma boa parte das peças, é - contou
ele o chofer motorista condutor e muito enfarado o seu Rui Agnóstico Cabungo,
ainda muito atarefado apressado com o trabalho de repor devolver as pencas à
carroceria.
“Assim também nós passantes que vimos
víamos o ocorrido sentimos muito e fomos ajudar dar uma mãozinha. Que eram
tantas e maduras as pencas de banana. Umas pesando mais de 50 quilogramas,
outras mais de 60 ou mesmo mais de 65. E com aroma de banana madura amarela.
“Que segundo seu Rui AC, vinham
carregadas desde as lavouras de tal e qual e o destino final era o mercado de
tal e qual na praça Raul Celestino de Toledo Soares. Quanto mais bananas pra
vender e revender, melhor.
“No fim das contas cada pessoa que
ajudou a recarregar as pencas de banana ganhou de presente um cacho de bananas
maduras. Cada pessoa que ajudou a cobrir botar a lona ajustar amarrar a carga
ganhou um cacho de bananas. Sem dúvidas muito amistoso da parte do motorista
transportador de bananas.
- Sim!... Para todos vocês que me
ajudaram a repor a carga, para cada um e cada qual, podem levar como pagamento
um cacho de bananas. E ainda agradeço muito - agradecia cheio de salamaleques
ademanes gestos trejeitos o caminhoneiro agradecido.
- Sim!... Nem é todo dia que se encontra
aí pela estrada gente boa que tem disposição para dar uma mãozinha, né?! -
conferia e ainda reiterava agradecimento o transportador interestadual de
bananas dono do trucão Truculento.
- Sim!... Se um dia vocês precisarem de
mim deste RAC, podem ter certeza que farei tudo para ajudá-los, tá oquei?! -
ainda reafirmou prometeu o motorista.
“Todavia e lá foi ele o seu Rui mais o
Truculento pelo mundo afora país adentro, etc. A carga no lugar o caminho a
percorrer e etc.
“E eu mais Rolarroda (com o cacho de
bananas na garupa) fomos pedalando no rumo do nosso alvo e que era já todos
sabem a Pedra da Macela, perto de Cunha.
- Oxalá!... Ainda bem que temos muito
lanche muita banana pra lanchar, né?, Rolarroda! - foi o plá que dei com a
minha amiga bíci.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Nneemm
ccoommoo bbaannaannaass, ppoorréemm... - que a Rolarroda tinha a minha
confiança para dizer que nem comia bananas porém estava satisfeita em levar na
garupa uma penca de bananas da melhor qualidade.
“Daí pra frente dali pra cima e sempre
pedalando eu e a bíci no caminho das alturas da serra da Mantiqueira. Beirando
a rua Felipe Camarão seguindo a rua Bento Figueiredo sempre no bairro Bom Fim.
Casas de comércio e mais casas residenciais e condomínios e EEEM Caldre e Fião.
“Depois consultei o celular as horas e
verifiquei umas 8h e 46min. E após mais ainda fomos em frente seguindo
conseguindo persistindo. Horas galhardas elegantes. Clima sisudo. Temperatura
modesta. Periferia bairro sobrando em casas e hortas.
- Oh!... Devo dizer que estou muito
contente com o dia e as horas que nem passam, minha amiga - falei com a
Rolarroda, enquanto andávamos pedalando rodando.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Eeuu
ggiirroo ccoommoo uummaa bboollaa - comentou no seu jeito arrastado rolante em
roda girando duplo a minha amigona.
“E de repente... na praça General Daltro
Filho e no meio da rua Coronel Genuíno e a rua Demétrio Ribeiro, que nos
aparece e pra mim e pra Rolarroda? Um punhado um bando de macacos bugios. Assim
mesmo como digo e do nada, meu!
- T mais tá!... E essas bananas todas,
mina da bíci?! - que era uma delas bugia me abordando em plena rua e no meio do
tráfego de veículos motos bícis pedestres, e prosseguindo prosseguiu me falando
me dando um ‘plá!...’ - Por nossa sorte favorável aqui minha eu a Ubatinga e
dos meus 4 macaquinhos, vocês 2 nem querem compartilhar as frutas, hein?!
Adoramos bananas coisa que vocês 2 nem imaginam!
- Oito!... Que que é, cara?! - parei de
pedalar paramos eu e a bíci e olhamos pro lado de lá de onde veio o apelo a
fala a pergunta a macaquice.
- T mais tá!... Por acaso você nem quer
nos presentear com umas bananas do cacho e que você tem muitas e a bíci anda
cansada de carregar, confere! - foi assim que a macaca bugia líder do grupo da
turma nos solicitou bananas.
“E paramos para ver até onde ia a
gulodice dos macacos. Era uma família descida das árvores aí na praça. Pareciam
bem tratados respeitados mas com fome gulosidade de banana madura, entendi. E
foi lhes oferecer algumas que já se mostraram gulosos famintos e cada um
carregou seu punhado mãos cheias lotadas, ‘qui-qui-qui!...’
- Obrigada!... Vocês podem pegar o
suficiente pra comer agora e o que podem carregar, viu gente?! - recomendei
dando a entender aos meus novos amigos primatas.
- T mai tá!... Assim muito me agrada
admiro e agradeço a oferta generosa e aquele abraço com congratulações -
colocou a bugia antes de ir subir na árvore.
- Oie!... Que legal que o bando de
macacos bugios gostam tanto de bananas, né?!, Rolarroda. E temos bananas de
sobra e até alivia nosso peso, né?!, amiga - comentei eu com a bíci, enquanto
retomávamos o caminho a estrada o rumo.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!...
Ttaammbbéemm mmee sseennttii bbeemm - fremiu soou bramiu rugiu rodou minha amiga
de todos os passeios de média e longa distância.
“Sempre na rota sem perder a compota,
digo eu. E continuando agora mesmo eu via a plaquinha indicando que eu estava
no caminho e já passando a pinguela do ribeirão das Anhumas. Sempre desembarquei
da Rolarroda pra que ambas as 2 nem caíssemos lá pra baixo e tudo mais. Um
ventinho atiçado açulado incitado estumado que nem sei. Umas horas ociosas para
alguns e outros nem nada a ver. Chão de paralelepípedos solo arenoso esmaecido
um pouco desbotado pelo calor. Sem falta sem saltar etapas já na avenida
Imperatriz Dona Teresa Cristina e rua Santa Ernestina.
“O sol queria alcançar as boas 10h,
conferidas no celular. Ainda ninguém sabia o quanto e por que e se. Todavia que
o ‘se’ como tal e qual nem diz nada nem manda nada nem concorda com nada. O sol
boia boiando vindo aí. Muita audácia da parte dele.
“Nesse ponto costeando e já bem
credenciada celebérrima celebridade a travessa dos Venezianos (fica ali mesmo
bem entre a rua Lopo Gonçalves e contígua vizinha próxima da rua Joaquim
Nabuco, tudo dentro pertencente ao bairro Cidade Baixa) eu gritei pro sol e
naquele instante passando nomeado onze e meia:
- Outra!... Você está atirado adiantado
atrasado? Desde já em àquela hora, perguntando, atchiiiim!... - o dia mesmo
muito claro periódico nutrido cevado e olhar o sol me dava calafrios arrepios e
até alívio de espirar.
- A la pucha!... Me esperando em seu dia
a dia? Mas bah! - me diagnosticou o sol, sempre me observando com seu olhar um
tanto quanto chamejante falmejante.
- Oxalá!... Posso te nomear te chamar
pelo nome meu inventado de... Estrelato, hem?! - perguntei, que eu mesma sempre
careço de batizar os amigos xerimbabos.
- A la zimbório!... Este nome...
Estrelato... hum!, um e dois... é, pode ser. Você é boa de nomes e apelidos e
batizados, mina! - me gritou parabenizou o distinto astro.
- Oh!... Temos ofertas de bananas e
enquanto conversamos e concordamos - comentei com o extremo calor o sol senhor já
das onze e meia e aberto sem nuvens.
- A la expediente!... Com tanta fruta de
banana na compra e na venda, né? Mas bah! - que o brasino retirou pegou uma
fruta e foi experimentar jogando as cascas pra lá.
- Ótimo!... Você tem sorte e tudo tanto
mais, é - falei tá falado fui ouvida.
- A la morocha!... Tenho que aguardar e
adotar você e todos vocês todos juntos conforme o caso. Mas bah! - proliferou o
excelentíssimo astro-rei, dourando os raios em km de luz dourada corpo dourado
em quilates valiosos.
- Oxalá!... Você desloca vai e volta
contorna redobra todo santo dia, é - transferi esta fala ao poderoso sol dito Estrelato,
sujeito aceso e de pleno verão causticante.
- A la moroçoca!... Eu faço tudo igual e
os dias todos vão passando comigo na dianteira em primeira mão. Mas bah! -
comentava bem-humorado o ótimo senhor solar.
- Ou!... Eu preciso entender... Por que
ganhar tempo, por que perder tempo? - minhas perguntas são as minhas razões de
olhar as coisas, tenho visto.
- A la pidão!... Você sempre pergunta e
eu é que quero ver cada vez mais. Mas bah! - dilatava o suprassumo dos céus
celestes tanto céu como grande universo.
- Oba!... Tenho visto que você sol 11h e
30min Estrelato compreende o céu a terra o mar e abarca abrange tudo e todos -
comentei isso com o astro dos astros o inconfundível.
- A la reverência!... Que que é e que
que foi e mais, minha princesa da serra Gaúcha. Mas bah! - irradiou racional
falante radiante o sol ele mesmo muito tropical.
- Oie!... É que é o mundo enorme e nem
se alcança o começo o meio o fim os finalmentes, né, meu! - que os meus grilos
eram muito além ou aquém de hoje e ontem.
- A la peraltice!... Quando você observa
meu reino então você compreende. Mas bah! - dilatou seus raios cósmicos
ultravioletas distantes profundos e era onze e meia.
- Ouro!... Na real e conta pra mim. Quem
é você e onde nós estamos, afinal - tive que lascar esta indagação porque nem
eu sabia nem eu sei onde vamos parar.
- A la abano!... Quando sou sol posso
ser nomeado Estrelato, justamente agora. Mas bah! - comentou comemorou o
brilhante calcinante mágico senhor do céu.
- Opa!... Se eu te perguntar mais uma
coisa... O que você procura, seu Estrelato? E a esta hora, né?! - comentei
inquiri que as horas nem pareciam passar.
- A la boquiaberto!... E aqui mesmo que
estamos. Se eu busco algo eu também me preocupo com algo e mais alguém,
entendeu?! Mas bah! - deslocou o sol assim como digo todos os seus raios
aquecidos abrasados verões ardentes enérgicos.
“Eu mais Rolarroda fomos rodando eu
pedalando a bíci na pedalada caminhando com seus 2 pneus balões e freios nas
duas mãos e mesmo no pedal. E indo ainda na ida pra serra da Mantiqueira, no
porta-malas a penca de bananas, paramos parada obrigatória numa doceria e
confeitaria. A praça Theodoro de Almeida Pupo abriga um quiosque a sorveteria
Cosmopolita. Decidimos parar e apreciar uma conchinha de sorvete um palito de
picolé degustar um sabor geladinho.
- Oi!... A dona faz favor vê um sorvete
bem sortido, hem!, aí - solicitei, enquanto a Rolarroda ficava parada no lado a
ver navios e curtindo o sol a hora ensolarada.
“Desde já me sentei na cadeira de
madeira ao pé da mesa de madeira, aguardando o desfecho do meu solicitado
pedido de sorvete. Veio lá de dentro cá pra fora a dona da Cosmopolita, uma
senhora fardada de atendente com guarda-pó e caneta de anotações. Me olhou e
perguntou o que eu queria de sabores e refrigerantes:
- É o que sempre digo aos meus clientes...
Você vende bananas, tu mais a bíci, é? Muito prazer e obrigado por chegar
chegando aqui no meu barraco, me chamo Ronda. Posso saber seus sabores
preferidos ou aceita sugestão? - comunicou a dona Ronda, proprietária do
negócio estabelecimento estabelecido na calçada da rua da Patioba e esquina com
a General Câmara, um lugar concorrido e lucrativo e honesto.
- Outro!... Olha, querida dona Ronda, eu
aceito e aprecio uma sugestão. Até porque nem conheço suas ofertas e pouco vim
até este lado da cidade - comentei.
- É o que sempre digo aos meus
clientes... Tenho ótimas opções de frutas frescas e bem saborosas sabores
gelados lá do Pará ou mesmo Amazônia. Quer saber, tenho sabores de cajá de
mangaba... abacaxi caju... pequi e bacaba... - e a comerciante proprietária,
muito solícita interessada em bem atender e explicar, ia relacionando uma boa e
certa quantidade qualidade de sabores apetitosos e uns até inéditos pra mim.
- Oie!... Vou mesmo ficar com esses 4
sabores e me vê uma conchinha de cada, faz esse eterno favor! - acabei
escolhendo os meus preferidos e tentações da hora.
- É o que sempre digo aos meus
clientes... Se você me vender umas bananas posso incrementar seu sorvete com
mais este ingrediente, tá legal?! Você escolhe e a escolha ainda será bem da
sua pessoa, freguesa - sugestão da dona Ronda, e para ainda mais encher e
conter sabores e aromas o meu sorvete sortido.
“A dona Ronda anotou o pedido solicitou
uma pq bacia de bananas, e que eu doei de livre e espontânea vontade, e sumiu
dentro da tenda. A bíci Rolarroda ali de parte refestelada se repoltreando sob
o sol inclemente e verão. Estendi um olhar esperançoso para a lojinha de
sorvete, estendi um olhar sem ver para a rua em frente, estendi um olhar para
dentro do meu ego, estendi um olhar para o céu com poucas raras nuvens. E
fiquei no aguardo aguardando o bem-educado solicitado combo de sorvete. Algo
assim como uns cinco minutos uns 10 minutos e contando expectativa.
- É o que sempre digo aos meus
clientes... E assim aqui está o seu pedido e com requintes de enfeites conforme
o costume da sorveteria Cosmopolita - chegou de lá de dentro do quiosque a dona
Ronda, e uma travessinha de vidro na mão cheia do meu sorvete pedido, e que
desde já parecia intransferível parecia apetitoso parecia original.
- Opa!... Parece mesmo um buquê de sabor
e gostoso e apetitoso, dona Ronda. Eu agradeço e por enquanto me dê licença,
hum!... - olhei o sorvete no pratinho e com pedaços de banana vieram as 4
estações favoráveis do universo do apetite e de uma de cada e cajá e bacaba e
bacuri e mangaba.
“Peço licença pras amigas e conto o
resto numa outra e quem sabe oportunidade. Sim, porque o sabor do combo gelado
era muito enfático muito temperamental muito intenso muito instrutivo. Quase e
nem pude erguer a cabeça de tão gostoso estava o sorvete e todo o conjunto da
obra. Uma mistura um misto de entidades saborosas que, olha!, se difundia pelo
meu corpo grassava pela minha pele se popularizava pela minha garganta abaixo.
E digo mais, um regalo um deleite uma delícia e a satisfação plena.
“Isso tudo durou me levou bem levados um
tempinho que adorei e nem dimensionei no calculo do relógio do celular, nem
olhei, querem saber. Ao fim do período de alegria e felicidade e muito sabor
saboroso, me despedi com recomendação.
- É o que sempre digo aos meus
clientes... A satisfação do freguês ou o dinheiro de volta, é - me contou a
proprietária dona Ronda, e já nos despedindo se despedindo.
- Ou!... Vou espalhar aí que sua
sorveteria Cosmopolita é muito legal e espetacular, pode deixar - promessa
espontânea que eu mesma promoverei e promovo.
“Novamente assumi o caminho eu e a bíci,
que nosso destino ainda estava a alguns km do alto da montanha de Cunha. E de
pronto seguimos pela marginal, sempre florida e arborizada, da rua Doutor
Flores. Rua ampla grande decorada com casario colonial tipo português longa
longe arejada limpa movimentada de automóveis.
“O sol se mexia e dava pra ver daqui. O
sol solar dourado em quilates tinha e tem hora horas marcadas, sempre
laborando. Que o astro-rei pontualmente necessitava se soltar se desprender
levantar voar e nessa eterna lida. O sol finalmente deu um pulo de mais de
metro e nós aqui vimos a manhã chegar perto de o meio-dia e meia.
“Paramos parei eu e a bíci diante do
semáforo na altura no entroncamento das ruas movimentadas uma pra lá outra pra
cá e um tráfego correto e rigoroso, uma rua General Bento Martins e a outra
Lima e Silva. De repente seguimos e pegamos as costas da rua João Alfredo,
muito mais direta ao nosso alvo e objetivo. Confirmando.
- Olá!... Você está bem tudo vai
conforme, minha cara Rolarroda? - perguntei para me certificar que a amiga bíci
estava bem de tudo de ar de fôlego de disposição.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Teuu ddiiaa
ée mmeeuu ddiiaa, Llii!... - me declarou amistosa amiga amigável a sempre
esperta atenta querida girona joia minha bicicleta.
“O sol ali sobre tudo sobre nós e como
um deus um ser divino e mestre. De dia como sempre fez e fará, por milhões de
anos-luz. O sol sempre assim como digo e algo semelhante sempre copiando a si
mesmo. Astro olímpico distante e sensato seguro de si e dos outros muito justo.
Sempre apreciado pelo seu calor e apegado ao bom senso. Sempre indo e vindo
sempre indo em frente. Traçando um traço um arco parábola.
“Que chegamos ao portanzinho do
empreendimento de turismo na cancela do ponto de vista na subida do morro em a
Pedra da Macela. Ainda bem e já sentindo aquele cheiro de comida e panela no
fogo e barriga vazia.
“A partir da porteira nem subia carro
nem moto e tudo ia a pé pedestres. Sendo assim eu e a bíci fomos andando como
viemos ao mundo. De repente procurando subir o morro e até o alto no belvedere
no ponto de vista mais famoso da região.
- Oxalá!... Que agora é só curtir a
paisagem e chegar no alto e admirar o panorama descortinado, minha boa amiga
rodante - foi o que disse pra Rolarroda e já incentivando para o que estava ao
nosso alcance e a nossa espera lá no topo.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ee
aaggoorraa ccaaddaa ppaassoo ccoonnttaa - respondeu encantada a sempre presente
Rolarroda, com carga de bananas pra viagem.
“Eu e bíci lado a lado bufando na
caminhada. Eu a pé a Rolarroda nas rodas maiores macias. Lado a lado eu apoiada
ao guidão da amiga. A encosta do morro em caminho de paralelepípedos. Subindo
subia sempre e íngreme. Gentes subiam e gentes desciam, celulares na mão e
registrando tirando fotos do percurso.
“Um sol pra cada ser vivente na terra. E
na beira do caminho as plantas as ervas as árvores, orquídeas bromélias
araçás-guaçus capebas-cheirosas e a macela-brava que dava nome ao lugar.
Contando com os pássaros e azulões pintassilgos araçaris-de-pescoço-vermelho
anuus pica-paus-amarelos.
- Oito!... Parecida com mata atlântica,
hein?! - que eu identifiquei e falei.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ssee
vvooccêe ccoonnhheeccee, ffaazz mmuuiittoo bbeemm - cumprimentou a rolante
prestativa roda a roda solerte Rolarroda.
“Ainda na subida um bando zumbidor de
abelhas catando néctar e pólen. E vieram pro nosso lado. Arfando assanhadas
zunindo nos ouvidos, etc.
- Zu-viiii!... Olhe, menina da bíci...
Eu cheirei bananas e vim ver de perto. Se por acaso... - a abelha chegou perto
e se interessou pelas bananas na garupa da bíci.
- Oquei!... Gosta de bananas como todo
mundo, é? Quer levar pra colmeia? Pode carregar com algumas? Sentiu o cheiro no
ar, hem? Posso chamar você de... Abela? - fiz tantas perguntas que até eu duvidei
duvido.
- Zu-viiii!... Pode me chamar de Abela.
E eu respondo todas as suas perguntas, amiga. E tenha dó de mim, me doe umas bananas
que eu aprecio muito muito e toda vida, tá! - a dona Abela era muito fissurada
em frutas doces amarelas suculentas.
- Ou!... Temos muitas bananas e até em
penca um cachão. Pegue à vontade. Leve carregue o que puder transportar. E me
diga onde você trabalha, onde você mora? - queria levar um papo com o inseto
abelha aproveitando a paciência e a disposição da dona Abela.
- Zu-viiii!... Nós lá da colmeia
utilizamos banana no café da tarde, sabe. Aproveitamos tudo da banana, o fruto
propriamente dito e a casca - explicava com detalhes a valorosa obreira
atarefada trabalhadora incansável abelhinha Abela.
- Olê!... Já vi e observei que vocês
todas do enxame preferem flores de época e hoje é um dia propício, né?! - coisa
que me interessa muito é saber do hábito das abelhas e como que fazem pra
conseguir o puro mel, esse produto tão caríssimo.
- Zu-viiii!... Adoramos procurar e achar
as flores amarelas e vermelhas e azuis, que estas possuem muito néctar docinho
- dona Abela ainda voando em volta de mim.
- Outra!... Pois assim vou deixar
contigo, dona Abela, uns frutos de banana. Sempre é bom comer banana e em
qualquer hora horário, dizem - lembrei dizer.
- Zu-viiii!... Sim, e obrigada! Que eu
agradeço e agradeço imensamente. Vamos fazer uma porção supimpa de doces e
geleias até mesmo abrir uma quitanda na praça do Cardador Corneta, conhece? -
ela a abelhinha contemplando o presente e já convocando toda a galera para
ajudá-la no carregamento.
- Ouro!... Inda bem que trouxemos a
fruta que vocês tanto gostam e apreciam - comentei por fim antes de sairmos e
continuarmos a subida até o máximo da colina.
“A abelhinha Abela zumbizou mais um
segundo em torno de mim e se mandou, com carga pesada e tudo. Ela e seu bando
um enxame muito competente e uníssono.
“O total da subida até o ponto de vista
gerou uns 2 mil metros. Era pouco foi pouco pra quem veio de longe da cidade
para conhecer a Pedra da Macela. Pra quem tem vontade de olhar o horizonte e
ver o outro lado do mundo do planeta.
“E quanta gente ali tirando fotos e
fazendo imagens de vídeo. Apontando os lugares lá longe lá embaixo pra esquerda
pra direita direcionando celulares, ‘cli-que!...’
- Opa!... É um lugar lindo, nem é, minha
cara Rolarroda? - perguntei e já fui elogiando a vista a boa vista a bela vista
de tudo e em volta magnífico.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ttuuddoo
ttãaoo ccaarroo ee oorrddeennaaddoo - lembrou muito a Rolarroda, também ela já
pensando no milagre natural da natureza.
- Obrigada!... Exatamente como me
falaram está aí ma-ra-vi-lhoooo-so! - me expressei assim com rasgados amplos
tons e sons e entonações de satisfação.
- Anda-corre-voa!... Praqueles lados
fica a localidade de Paraty, confere? - demonstrava conhecimento ou quase me
falou um moço visitante oriundo de Caieiras.
- Anda-corre-voa!... Vejo o mar e
algumas... praias, escondidas na bruma - comentou apontando o dedo de unhas
longas e pintadas de rosa me dizendo convicta uma moça de topete requintado
moradora de Franco da Rocha.
- Anda-corre-voa!... Isso tudo foi D e
mais ninguém. Devemos acreditar num Senhor superior e acima de todos - jurava uma
professora em Francisco Morato.
- Anda-corre-voa!... Tirei muitas fotos
e ainda faço laive ao vivo com meus seguidores no canal ‘Derivar’, conhece?
Copie e nos siga, hem?! - relatava espalhava divulgava o casal muito querido os
dois apaixonados muito juntinhos amantes também da natureza selvagem e lugares
com floresta bichos montanha e mar, terramarear.
“Um cenário muito legal e sem palavras.
Um horizonte imenso intenso distante de nós os meros pequenos humanos. Uma
paisagem impagável inapelável agradável inapelavelmente. Contemplamos um mundo
de luz e verde e azul reluzente luzente.
“Oferecemos bananas para quem gostava da
fruta. Todos se serviram, alguns repetiram. E se alimentaram muito bem,
obrigada, obrigado!...
- Ótimo!... Sim, é uma fruta universal e
que é apreciada até pelos deuses e deusas - que todos apreciaram e teceram
comentários elogiosos ao fruto.
- Anda-corre-voa!... Eu mesma aprecio
muito a variedade... banana-da-terra ou banana-pacová - me falou uma senhora de
São José do Cedro, voz modulada suave.
- Anda-corre-voa!... Eu já adoro sempre
me alimentei da variedade... banana-prata ou banana-branca - me contou uma
mocinha natural de Dionísio Cerqueira, olhinhos pequenos porém espertos
brilhantes apegados intensos.
- Anda-corre-voa!... Minha avó dona
Amélia, parte de minha mãe, fazia umas balas de banana que eram um...
huuumm!... - comentou contou esclareceu reformulou uma cidadã de Santa Cecília,
mocinha bacana cheirosa banho tomado perfumada.
“O lugar atraia centenas de visitantes
turistas pra ver o pôr do sol. Casais e famílias namorados excursões de
escolares e associações chegavam aí pra fazer piqueniques comemorar bodas
aniversários festas e até traziam seus mascotes para passar um fim de semana um
feriado o fim de ano. Muito comum.
“A montanha era atração e o pessoal
cruzava a noite esperando o nascer do sol. Estrelas de cristal atarraxadas na
escuridão mandavam mensagens de luz parecendo fogueiras de São João tilintando
‘tim-tim-tiiiim!...’ em pleno firmamento. Astros e estrelas em brasa mandando
recados aos terráqueos e enigmas indecifráveis. Galáxias distantes desde longe
longínquas despejando informações códigos em raios de cores.
“De dia de noite a lua de prata prateada
luar espalhando sua cor conhecida perfeita preferida. Toda subindo o céu
noturno e empertigada emperiquitada bem vestida empetecada arrebicada
paramentada enfarpelada e na última moda.
- Outra!... De dia claro a gente vê lá o
horizonte feliz. Talvez de noite já mais perto das estrelas - comentei com
Rolarroda e assim do meu lado trocando pareceres.
- Ré-té-té!, ré-té-té!... Ssiimm, ee
oouuvviirr eessttrreellaass... - lembrou ela de um verso do famoso poeta e escritor
e autor de livros o recomendado Ciro dos Anjos.
- Ora!... A poesia é rara. O comum nem
precisa nem preciso repetir - emendei.
“E quando o tempo chegou próximo de nós
e a marcar e contar e nomear um sol 14 horas, resolvemos eu e bíci vir e ir
embora descer a colina. Decidimos voltar mas dando a volta e pelo outro lado.
Já pegando uma trilha no meio da capoeira e entre ramos raízes e pedregulho.
Muito rústico em todos os aspectos e até o fundo do poço, ou seja, até lá
embaixo encontrar o rio Atibaia. Daí em diante navegar andar de barco.
- Oba!... Você topa essa picada,
Rolarroda? Pegamos a trilha e tudo bem? - perguntei pra bíci se ela topava e
parece que me olhou com alegria, conferi.
- Ré-té-té!... ré-té-téeee!... Ttoouu
nneessaa ee vvaaii sseerr bboomm aa bbeeççaa - correspondeu a Rolarroda, e
derrapando na descida toda satisfeita.
“Já disse, daí em diante descemos a
encosta oposta porque pretendíamos viajar voltar de barco catamarã. E a trilha
era muito mesmo periclitante. Estreita e cheia de cotovelos degraus abruptos
pedregulho raízes de árvores. Muito bravo muito bruto muito rústico muito mato
muito perau. E nos custou, pra mim e bíci, umas 2 horas num total já pra lá das
16h e 20min. O sol entre as folhas e ramos, oi! e oi!...’ se distinguia.
- Olê!... Temos que nos adaptar ao
caminho, né mesmo Rolarroda?! - comuniquei isso com a amiga bíci para meio que
pegar ânimo na estradinha pedregosa.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!...
Sseerriiaamm... 365 ddeeggrraauuss? - que a bíci contou ficou arrolando um a um
os altos e baixos dos solavancos cravados no barranco.
- Ou!... Nem nada mais que um atalho em
profundo forte declive, né?, amiga! - comentei até mesmo para me animar diante
da atenção que tivemos de ter na descida.
“Chegamos ao vale perto do rio ao pé da
montanha. Completamos a descida surgimos aí e já nos deparamos, eu e bíci, com
um completo complexo aparato de atrações públicas. Pra onde o olhar bombeava
pra onde se olhava a br-470 a estrada de ferro Lorena-Jundiaí. E o parque Dom
Pedro II e sem trégua o museu Catavento. A praça São Vito envolvida pela rua
General Carneiro e a rua Maria Benedita.
- Outra!... Isto é certo, Rolarroda!
Chegamos no auê!... da cidade - comentei com a amiga que girava ao meu lado e
concentrada no chão por onde passávamos.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Uumm
aammbbiieennttee eevvooccaaddoorr - comentou ela dando a compreender o lugar
pouco ou tanto tomado por ondas radiativas.
“O titilar das engrenagens o movimento
de automóveis em várias pistas. Uma urbe empolgada diligente diligentemente.
Uma multidão acelerada célere e ímpeto.
“Pegamos a passarela ainda em a praça
Ragueb Chohfi e passamos do outro para lá já na praça Fernando Costa. Em poucos
minutos e a pé. Isso foi certo.
“Chegamos ao pequeno e tímido e anônimo
cais, consultando o cebolão, umas 16h e 50min. Era ainda cedo e eu gostei de
ver tudo aquilo ali. Já sabia que o rio que passava era o rio Atibaia. Que
atibaia significa? Vamos e deixem aí nos comentários.
“Outras pessoas já aguardavam aí mesmo.
Chegamos eu e bíci. Depois desceram ribanceira mais outros turistas em pares em
grupos. O sol já querendo se esconder atrás da montanha a enorme serra da
Cantareira. E que D criou conforme entendeu.
- Ora!... Falta chegar o catamarã e
ainda faltam alguns minutos, suponho - coloquei essa questão no ar e
principalmente pra mim mesma.
- Anda-corre-voa!... O horário do barco
é 17h em ponto, sem vacilo - me afirmou comentou me passou a informação um
senhor de Valparaíso.
- Anda-corre-voa!... Sim, senhores e
senhoras, desceremos o rio Atibaia e sempre parando em outros ancoradouros -
narra comunicou um senhor de Videira - Sei disso porque frequento este lugar
este maravilho ponto de vista faz uma década, é.
“E ficamos no aguardo, fazer o quê.
Desde já colocamos à disposição algumas bananas que o pessoal nem se fez de
rogado, pegou pegaram pegando. Todos ali aproveitaram a fruta gostosa e jogaram
as cascas na lixeira bem perto oportuna.
“Assim, quando de repente, aparece ele o
barco a motor batizado Bem-Alinhavado. E que barco minhas amigas! Uma
embarcação muito apreciável apreciada importante cheia de pose e posse e garbo.
Uma bandeirinha nacional tremulando ao vento à brisa e toda desfraldada solta
despregada na popa na cauda da embarcação.
- Oxalá!... Assim mesmo e agora em
diante, só nos resta descer o rio e observar a paisagem - comentei com a bíci,
encostadinha do meu lado nós duas no parapeito.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Qquuee
hhoorraa lliinnddaa, eemm!... - comentário pertinente suspiroso suspirado da
magrela e ela mesma a lanterna na mata ao redor.
- Anda-corre-voa!... Até onde me
informei até onde sei até onde pesquisei... toda esta mata ciliar é nativa mata
atlântica. Vejam que ma-ra-viiii-lha!... - comentários feitos e de grátis por
um senhor de boné de pala nascido patiense de Paty do Alferes.
- Anda-corre-voa!... Este rio Atibaia um
dos poucos que nem temos barragem e muito bom pra navegar, concordo - colocava
com propriedade e sabendo bem argumentar uma dona a senhora Tita Recôndita,
natural de Flores de Goiás.
“Descendo o rio Atibaia, o de sempre.
Comendo bananas e jogando as cascas no rio aos peixes. Olhando as plantas da
margem, algumas azuis outras amarelas e na maioria verdes verdinhas
esverdeadas.
“E querem saber, minhas amigas!, as
localidades os povoados as vilas os arraias as comarcas as cidades pelas quais
tais e quais passamos, querem? Olhamos do barco passando assim mesmo de vista
de passagem na margem do rio Atibaia e município de Rebouças e Rio Azul e
Fernandes Pinheiro e Imbituva e São João do Triunfo. E cheguei chegamos eu e Rolarroda
umas sete da noitinha, melhor tardezinha, o sol se pondo total encerrando
totalizando já umas 19h com minutinhos grãos de areia pingando.
- Ou!... Cada cidade com seu rio
necessário com seu curso d’água, né, secretária Rolarroda?! - comentei com a
bíci, observando os tantos desembarques e embarques ao longo do percurso as
despedidas os abraços parentes casais com saudades.
- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ttooddooss ooss lluuggaarreess! - tilintou a bíci.
“Vocês nem querem nem pediram nem
queriam a narrativa ida e volta? Pois aí temos e vamos concluindo, hem?! Tão
tá!”
Já toda a história contada e ouvida. E
foram andando as 4 cartas do baralho mais que pedalando palmilhando a estrada a
claridade o destino o que for. Os objetos à venda nas diferentes lojas nem eram
baratos reles vulgares soezes. As figuras de filme com seus aliases caraminholas
na testa e na cabeça. E no afã de desvendar os casos os problemas as questões
os enigmas as partituras. Atraindo originalidade e novidade no modo na moda de
olhar as coisas. Essas a ciclistas incidentais:
- Ará-ará-ará-aráaaa!... Vocês sabem o
que é heterônimo, hum?! Hoje mesmo que recebi esta dúvida - destravava com as
amigas a bela e extravagante Pérola.
- Obrigada!... Vamos pegar sol na
piscina... Quem quer? - desejo de Lilás.
- Bó-li-de!... Nem posso me esquecer...
oh, gente! Me lembrem, se for o caso?! - esta a menina Rê, a mais falante do
quarteto e monossílaba mo-nos-si-lá-bi-ca.
- Lá-rá-rá-ráaaa!... Este momento está
do nosso lado. Agora mesmo, pedalar é tudo - opinou rindo no seu estilo jovial
satisfeito a bela a rara a iridescente Pérola.
- Que que é!... Vamos baixar em
outras freguesias, tipo, Igarapé-Mirim ou Santa Bárbara ou Itabirito ou
cachoeira do Índio... - transmitia a distinta e nobre Esmeralda.
- Oito!... Em torno de nós nas
proximidades em a atmosfera está tudo agradando e colaborando - sentenciava
adquiria sentia a Lilás, cordial cordialidade em pessoa.
O que as meninas, aí na idade das 10
luas parecidas, nem sabiam ou nem desconfiavam era que... Peraí, meu! Estavam
sendo seguidas... E mas por quem? Já se pode saber por quem? Um espião ou uma
espiã, detetive.
- Oxalá!... Quanto tempo faz,
amigas... - começou a Lilás.
- Rá-tá-tá-táaaa!... ...que nós e a
gente as 4... - ria e falava a legítima Pérola.
- Jus-ta-po-si-ção!... ...nem saímos
aí pela praia de a Daniela... - competia a Rê.
- Segundo momento!... ...e aprender
a surfar ou andar de jetesqui - completava o raciocínio a multifacetada
brilhante e carregada de luz própria a Esmeralda.
Lá fora das cabecinhas das gurias,
em fora das 4 amiguinhas, lá fora da conversa do papo das ciclistas
bicicletistas, rolava um mundo também e à parte. E era bom de-boa e assim,
avenida Laguna com avenida Riachuelo junto do parque do Ingá. O arroio Chuí,
escorrendo escorregando correndo entre os dedos da localidade. Os branquilhos, planta
de fruto cápsula tricoca, negro quando maduro. Os gambás-de-orelha-branca,
cauda longa e preênsil que utiliza para escalar. Os zorrilhos, habita campos
pradarias bordas de mata. Os cágados-pretos, onívoro. Os
besourinhos-de-bico-vermelho, colibri que se alimenta de néctar das flores. Os
corucões, insetívoro. Chimango, ave de rapina que apresenta dismorfismo sexual,
ou seja, o macho é mais escuro que a fêmea. As chocas-da-mata, vocalização
sequencial de notas baixas, ‘cau-cau-caaaau!...’ Aves soltas livres endêmicas
migrantes pares ou coletivas e entoando os apelos em palrar grassitar
turturejar grugrurejar. Sim, o tempo passa outros afazeres aí mais coisas assim
e os bichos as pessoas vivendo existem moram circulam dentro de suas bolhas.
- Oi!... Sabem e ficam sabendo,
coleguinhas... Tô sentido que alguém ou algo está nos seguindo. É isso. Vamos
ver? - sensação da Lilás, enquanto a pele arrepiava.
- Caso quê!... Se for pra pedalar
valendo... conte comigo - empolgou a Esmeralda, inteligente simpática
interessada prestigiada joalheria ostentosa.
- Tár-tár-tár-táaaar!... Fugas pelas
trilhas da mata do parque e ainda mais - vibrava colocava vibrante a risonha
hilária achada rara a Pérola, sem contas sem débitos em o armazém em o açougue em
o alfaiate em a manicure em a cabeleireira.
- Olhe lá, meus bens!... Os
suspenses e dificuldades e entreveros da escapada, né?! - se derretia explicava
cantava a poderosa ricaça Esmerada, sem nada de maneira nenhuma pensando em
dívidas fiscais trabalhistas comerciais.
- A-bal-ro-a-men-to!... E, olhem!... Num
determinado ponto da rota e da trilha, podemos confundir o seguidor e nos
separar cada uma pra um lado - arquitetava a exuberante falante simpática
simpatizante insuspeita Rê, cabelos até os ombros.
- Ótimo!... Sem perda de tempo e sem
dificuldades - resumia a Lilás, menininha imatura porém correta e sem
iniquidades desigualdades desvantagens desavenças.
- Fi-lo-ma-ti-a!... E isso é tanto
mais agradável prazeroso gostoso - degustava a Rê, ser vivo vivaz vivíssima
esperta e ainda nas horas vagas monja eremita anacoreta.
- Rezo pra tudo!... Sendo agora
mesmo dia aberto ensolarado pra ter suspense - testemunhava conferia a
Esmeralda, guidão da bíci com luvas de plástico e mais as fitinhas
verde-amarelas combinando.
- Pa-ro-xis-mo!... Que todo dia é
dia de santo e santa, amém! - comentava a Rê, cheia de sonhos fantasias
alegorias brincadeiras danças ritmos como um trio elétrico.
- Ao mesmo tempo!... O universo
começou no bigue-bangue... que dizem amém! - relatava a radiante Esmeralda,
alisando os cabelos fofos com a mão direita.
- Man-da-le-te!... Mas o tempo mas D
mas tudo iniciou mais pra lá... quer saber! - comandou despachou pechinchou destapou
a Rê, garotinha bem-afortunada.
O cérebro das pessoas de todos os
humanos faz pensar rir cantar dormir acordar inventar (cérebro - órgão do
pensamento e da coordenação nervosa ou neural localizado na caixa craniana, ex:
cerebral, cerebrospinal, cerebralizar). Sim, há mentes e cacholas
superavançadas ou superespertas surpreendentes. Além das que são geniais. Mais porém,
as que são muito boas clarividentes. E em tudo são espíritos muito ótimos em
inteligência percepção e extrassensoriais ou paranormais.
Aí mesmo as pessoas os carros na rua
do Empório e já acreditando acreditam acreditaram no diário. Cada qual e cada
um pegando pegou seu por menos e saiu de casa. Quem ficou em casa dona de casa
se demorou um tanto mais com o café. Os autos e seus condutores respeitando a
via os sinais de trânsito. E já o sistema controlando o tráfego. Tudo muito
acostumado com pessoas nos automóveis e carros nas ruas.
- Es-to-que!... Posso resumir, eu
posso, me permitem? E tudo me parece bem feito bem-feito benfeito, pronto falei
- que a Rê ficou toda benfeitora de momento.
- Ora!... Eu penso que a Terra devia
ter um planeta amigo namorado pra chamar de seu - queria por que sim requeria a
menina Lilás, mãozinha apoiando o queixo.
- Rei-nei-sei-teeeei!... Tão perto
da Terra que custaria uma hora ou duas de voo de avião daqui até lá, hem?! -
completava a Pérola, bem risonha e sofisticada elevada.
- Al-vi-tre!... Um par de planetas
redondos e luas de prata noturnas, né?! - comentário despretensioso de Rê,
olhando para o céu muito ensolarado azulado fino.
- Norte e sul!... Quando eu olho o
céu noturno a lua as estrelas eu penso que D se acha aí, e em pedacinhos -
conferia declarava achava no seu achismo raro caro a Esmeralda, joia boa e
linda da família milionária abastada.
- Mê-rê-rê-rêeee!... E cada planeta
amigo amiga na sua bola de chutar, né?! - comentário inusitado hilário
desatinado insólito da estupenda prendada Pérola.
- Ou!... Os mistérios que vêm do
espaço sideral e do cosmo, né, meu?! - cada vez mais Lilás parecia se achar um
detetive investigando o abismo vácuo espacial.
Elas pararam o que estavam fazendo e
pronto. Suspeitíssimo. Pararam de pedalar pararam e olharam pra trás pros lados
pro céu pra terra... Santíssimo. Elas as 4 pela idade, nem eram afeitas a ter
desafios extraordinários mirabolantes. Certíssimo. Confusões e sururus, nem
cogitar. Discretíssimo. Calor de 36ºC na sombra e ainda nem havia chegado o
carnaval. Parecidíssimo. Em a azafamada rua Barão de Ladário perto muito cerca
da praça Padre Bento. Intensíssimo.
Assim como digo e como se diz, muita
coisa parece parecerá real e comum e concreto. Mesmo como vemos olhamos
conferimos o sol o céu o ser humano o prédio da esquina da rua Placidina de
Araújo. Há coisas que nos deixam pensando horas.
O que já nem era sem tempo. Casos e
fatos do mundo aqui e ali e acolá, urgindo insistindo instando. Seres vivos
viventes gente humanos impados empachados entupidos empanturrados (humano - diz
respeito aos homens ou da sua natureza, ex: humanizar, humanitário, humanoide,
humanismo, humanidade). Os alados passarinhos e noivinhas-de-rabo-preto (sempre
encontradas em casais), primaveras (ave residente no rgs, essencialmente
insetívora), filipes (seu ciclo reprodutivo na região sul é relatado para os
meses da primavera), calhandras-de-três-rabos (se desloca entre a vegetação ou
forrageando o solo), quiriquiris (alado que se alimenta de invertebrados e pq
vertebrados), codornas-amarelas (vive solitária ou em pares casais). O que já
sabemos pousar aterrissar dentro de a nossa fantasia imaginação.
- Oba!... Vamos pular carnaval no
clube. Precisamos pensar nas fantasias e demais máscaras lantejoulas fitas
adesivos... - colocava a Lilás, foliona acostumada.
- Rá-ré-ri-róooo!... Adoro ir de
pirata com papagaio no ombro, apavoro! - confessava de prima a linda e caríssima
e divertida Pérola, voz melodiosa.
- Eu vou nessa!... Gosto muito dos
blocos fazendo folia no salão, hem?! - logo a Esmeralda, cheia de graça e preciosa
e quase famosa afamada insigne.
- Mi-nu-den-te!... Sim e você fez
ótima pedida excelente escolha. Digo os meus parabéns em pessoa, pessoalmente! -
continuava a Rê, um sorriso brilhante nos olhos.
- Chão de estrelas!... Se é pra
fazer arte então vamos ser artistas, né?! - explicava comentava incentivava a
estrela brilhante a Esmeralda.
- Olê!... E digo e entoo, ‘Allah-lá-ôooo...
ôooo... atravessamos o deserto do Saara... ôooo... o sol estava quente...
ôooo... queimou a nossa cara... ôooo!...’ - brincava cantando uma marchinha carnavalesca
preferida eterna a guriazinha Lilás.
- Dis-cre-ta!... E canto cantando,
‘ci-da-de maravilhosa... cheia de encantos mil... ci-da-de maravilhosa...
encanto do meu Bra-siiiil!...’ - incentivava fomentava estimulava promovia
desenvolvia a encantada cantante sambista intérprete a Rê.
O ribeirão do Caçador, ele mesmo
líquido e borbulhante, resvalava aí e corria em curvas e desníveis. Pelas
margens e bordas um reflorestamento linear mata ciliar e verde que te quero
verde e curupiás e folhas-redondas e mututis-brancos e quiabinhos-do-campo e
cipós-cravos e sapatinhos e juás-listrados e caúnas (planta herbácea) e
pinheiros-d’água e figueiras (de hábito arbóreo). Se transformam se formarão
jardins naturais comuns ou originais que pertenciam que pertencem que dizem
respeito à grande avaliação à alta-roda do céu.
- Outra!... Será que temos
suficientes seguidores, minhas amigas?, pergunto! - era assim a dúvida da
Lilás, levando em conta que as redes sociais atingem muitos fãs.
- Tempos se formam!... Uma enquete
cai bem cairá muito melhor, né?! - lembrava comentando a Esmeralda, joia pura
limpa transparente como água.
- Lá-lê-lê-lêeee!... Quando for uma
pesquisa polêmica com busca indagação perguntas e respostas, tá legal?! - cantava
se ria a maravilhosa esplendida Pérola.
- Bu-zi-nar!... Então, o
su-ces-so... Os tipos existem depois a partir do momento que são nomeados e
batizados, concordam?! - destaca destacou a sincopada Rê.
- Olá!... Alguém é real e normal se
tem o seu nome próprio - colabora colaborou sempre ligada e atenta a Lilás, que
entende de dar nome aos bois e pingos nos ii.
- Ór-bi-ta!... Que o nome diz tudo e
indica a identidade a própria real realidade - confirmando sua opinião a Rê,
jogando as pontas dos cabelos macios pra trás.
Pássaros no berreiro em a ingresia
algaravia alarido balbúrdia ingranzéu e batuíras-de-papo-ferrugíneo (cabeça e
nuca e pescoço cinzentos), pica-paus-verdes-barrados (vive aos pares ou pq
grupos), curutiés (mais ouvido que visto), joões-tenenéns (se movimenta
ativamente à procura de alimento), jacurutu (ave rapinadora rapinante preda mamíferos
anfíbios insetos e répteis como lagartixas-da-areia (este um réptil pq lagarto
iguanídeo) ou moluscos bivalves tais como ostras-do-mangue ostras-gaiteiras
gureris (estes geralmente presos nas raízes das plantas do alagado). A
distribuição por todas as regiões e zonas do rgs. (Rio Grande do Sul ou rgs -
Estado brasileiro cuja capital é Porto Alegre, população 11 milhões, área 281
mil km² e nono em tamanho, gentílico gaúcho sul-rio-grandense
rio-grandense-do-sul, lema ‘liberdade igualdade humanidade’, clima subtropical
úmido e oceânico). Pronto tudo e sempre, merecia uma foto documento? Olhar o passarinho
e ‘plique!...’ Merece.
- Outrossim sincero!... Olho e vejo
uma ótima porção de coisas, porém... é tudo mais ou menos - declarou confusa
interrogativa a rica e sofisticada Esmeralda.
- Ora!... Sinto que alguém nos
segue... Sinto mesmo, é - renovou a Lilás.
- Asa-asa-asa-aaaasa!... Mas tanta
coisa aí ao nosso redor... E seria o quê, queridas - conversou rindo muito se
divertindo brincando a divina responsável Pérola.
- Á-ba-co!... A quem lhe
aprouvesse... E podemos aguardar - dividia a Rê.
- Olá!... Acredito que é alguém que
quer falar comigo. Vamos olhar melhor? - pediu encarecidamente a menina Lilás,
já um pouco mais preocupada com a hipótese de que estava vivendo um jogo e investigada
espiada por detetives investigativos.
- Me-tá-te-se!... Eu adoro suspense claro
e escuro e isso muito me comove, tenge e gente! - exclamava aclamava brincando
a Rê, mudando a ordem da palavra.
- Oxalá!... Quanto mais eu sei, mais
eu penso. Quanto mais eu evito, mais eu sei - a menina Lilás dentro de uma
confusão de ideias e ou pareceres.
- Ins-ta-la-ção!... Pensamos tanta
coisa, né, gente?! - perguntava declarava a exuberante Rê, olhando em volta e
uns olhos meigos um olhar já 1 pouco cômico.
- Loé-loé-loé-loéeee!... Um dia
desses vocês amigas vão me ver de binóculo lupa e óculos de grau investigando
aí pelaí - declaração da Pérola, espirituosa e sofisticada.
- Es-troi-nar!... Me divirto com
esses perdidos e achados, pode ser?! - confidenciava a generosa Rê, também
importante estimada de enorme estimação.
- Ouro!... Temos que pertencer a uma
missão de alguém curioso ou quem sabe detetive investigadora ou policial
especial - que a Lilás desconfiava estar no meio de uma trama internacional e
com que finalidade com que fim e quais finalmentes.
E ali paradas olhando ao redor. Como
nem viram nada suspeito ou fora do comum... Bem, aí deixaram pra lá as
suspeitas de Lilás e embarcaram novamente nas bícis e recomeçaram a pedalar,
‘ble-que!, ble-que!...’ e se comunicando falando no mas cabelos ao vento sopro
tênue olorosos de leve muito levemente ondulando os cachinhos:
- Ora!... Vamos continuar de bíci.
Ótimo, vamos em frente... - convidou Lilás.
- Ahahahah!... Acho que, klá-klá-klá-kláaaa!...
você Lilás... pode dizer que vê e ouve coisas, aiá-aiá-aiá-aiáaaa!... - falava
e ria ao mesmo tempo, no seu estilo jovial, a também prestigiosa envolvente graciosa
difícil que nem é fácil a informal a Pérola.
- Ca-ta-pim-ba!... Mas que surpresa
hiper mega, uau!... - expressava a leal Rê.
- Olá!... Como alguém pensou pintar
nossa escola de azul e branco. - a dica a fala a naturalidade da Lilás - Como
alguém pensou construí-la sobre o morro do Sifão. Tenho que acreditar que é
tudo muito escolha de alguém mandão e poderoso, hum!...
- Muito e obrigada!... Trabalhar na
escola é em repartição pública - contava a Esmeralda, joia rica valorizada de
alto valor agregado e muito mercado joalheiro.
- Ni-ri-ri-riiii!... Vamos comparar
o tempo com o clima, hein?! - comentava sugeria lembrava a feliz a profunda
Pérola, uns dentes brancos sólidos bem cuidados.
- Tri-bu-to!... O verão chove mais
que o inverno, será serei serão? - instigava provocava a sistemática prática
pragmática estudiosa Rê.
Os corações das minas batiam com
naturalidade normais individuais. Os corações batiam nos olhos nas asas nas
falas. Os corações ‘tum-tum-tum!...’ no compasso das pedaladas no ritmo da hora
e com as imagens que vinham de fora.
- Mi-ni-ni-niiii!... Tenho de dizer
que meu time vai jogar hoje e nem sei o resultado o que devo esperar, é - se ria
igual bandeira despregada a luxuosa Pérola.
- Oi!... Lembro disso e vagamente do
meu time superior em tudo e todos - comentário jocoso dito chistoso da Lilás,
suspirando suspiros conformados.
- Cho-car-ri-ce!... O jogo no
gramado prefiro que seja de noite depois que vou dormir, se querem saber já te
digo - destacou explanou modo motejo dichote a Rê.
- Taça é taça!... Quem torce é
supersticioso, e aceita a sorte que lhe dão de bandeja - comemora relembra com
ditotes piadas a verdíssima informada a Esmeralda.
A praça Rodolfo de Almeida Bacha, os
foguetes espocando, os cães atônitos, foguetes voltaram a estourar, o céu
sempre espaço brilhante (praça - área urbana arborizada e ajardinada, com
bancos pra descanso, chafarizes, feiras e leilões e comícios, ponto de taxis,
banheiro público, lugar pra alugar bicicleta, carrocinha da pipoca). Uma
multidão se aglomerando e irrompendo em vivas e aplausos e farra ensurdecedora.
E digo mais! O vento patuleia plebe plebeu ralé bufava alvoroçava de montão. E
moradores locais o povo uma galera já se ouvia conversas se conversava muito
versavam riam e brincavam demasiado em grupo. E confiro mais! Desde já subiram
ao palco em o trampolim na plataforma no tablado os artistas e cantaram, e se
ouviu, vieram ver, os aplausos risos foguetes bater espocar o trincar das
gargalhadas, ‘guá-guá-guáaaa!...’ Tudo previsto dentro do contexto atual da
micareta. Parecia um evento um festival uma representação. E digo afirmando. Aves
espantadas voavam para outra freguesia. Sim, uma liça outra disputa e tudo à
pamparras, festa excelente manjar comemorativo ótima qualidade muito apetitoso
por demais saboroso.
- Lio-lio-lio-liáaaa!... As pessoas
contam piadas, os sapinhos-de-jardim coaxam - comentava entendida a poderosa
caríssima Pérola, bíci com freio a pedal e manual.
- Oie!... ‘As gentes perdem amigas,
mas nem perdem piadas!’ Ainda quem diz esta é minha querida avó materna, dona
Amélia - emendava a Lilás, a bíci Rolarroda esta mesma com nome e tudo sua
mascote de passear.
- Muito que bem!... Os humanos
bípedes sábios comentam entre si - dizia com estas palavras a bem conceituada
lapidada facetada Esmeralda, a bíci pneu novo balão.
- Pro-so-po-pei-a!... Grande raça
dos que comem bebem e dormem a sesta - emplacava esta ideia ela mesma a joia
rara validada no mercado dos presentes caros e raros a Pérola, a bíci sem
guarda-lama sem cestinha sem carona com guidão estiloso.
- Oito!... Festas à fantasia, igual
que no carnaval... Isso sim de verdade é gênio e eu aprecio - ditava ofertava
projetava a abelhinha lilás a Lilás.
- Pão de queijo!... Vamos desfilar o
7 de Setembro em o centro da cidade, gentes! - noticiava comentava a Esmeralda,
mina preciosa raríssima verdinha em folha.
- Olê!... Nem é espetáculo? Nem é
formidável? - indagava comentava sugeria a Lilás, olhos olhar olhares
arguciosos sagazes ardilosos matreiros manhosos.
- À vista de todos!... A frequência
do som sonoros pode ser grave médio agudo, tenho dito! - comentou a Esmeralda,
olhos verdes rebrilhantes cor esmeralda.
Sim, o dia estava bom para andar aí
e pedalar pela beira da rua Padre Januário pertinho da praça Inhaúma. Tudo
conveniente, tudo dez, tudo responsável respondível. Realmente o populoso
bairro Proiz, este sim estava arrumado com as sorveterias abertas tentadoras.
Trânsito de carros e veículos e automóveis conforme o fluxo nos dois sentidos
e, cá pra nós entre nós, muito acachapante esmagador acaçapante. Cada condutor
com seu auto ambos e parando no semáforo no sinal na sinaleira para olharem em
volta e, cá pra nós e entre nós, demais indiscutíveis irrefutáveis
irrefragáveis.
Também as árvores em fila uma por
uma indiana respirando todas elas inspirando expirando. Plantas samambaias-douradinhas
(feto arbóreo) e perpétua-do-mato (planta sudorífica medicinal que cuja infusão
provoca transpiração) e guaximbés e marmeladas-bravas. As aves perambulando
pulando de galho em galho e alçando céu.
- Pudera, sim senhoras!... D permite
coisas óbvias como água e chuva, praia e sol, rio Saracuruna e barco, árvore
ingaxixi e sabiá-poca - imaginava imaginativa a multimilionária tesouro em
preciosidades de joia e relíquias a Esmeralda.
- Oh!... Isso merece uma foto e até
me recorda, né?! Merece! - a Lilás que pedia.
- Hi-hê-hê-hêeee!... Coisas que eu
sei fazer sozinha e ou com minhas melhores amigas, ou seja, carnaval no clube e
praia de Jurerê e algodão-doce da tendinha - relacionava enumerava arrolava
lembrava a Pérola, outra menina ultravalorizada.
- A-ni-ma-ção!... O verão é muito
amigo dos gelados e sorvetes, cara! - sempre pronta a Rê, cabelos soltos ou
trançados atados com fita descendo até o meio das costas.
- Uma sombra em a água!... Alguém
recorda relaciona debate a estação ecológica de Tamoios, a ilha do Cedro? -
colocava em discussão em disputa em debate inquirindo a empoderada ponderada
finíssima pudica caríssima Esmeralda.
- Mo-bi-li-da-de!... Quando eu
concordo que a gente pode desfrutar de férias em a ilha de Josefa... - relatava
este convite a imediata a gentil a esperta a original Rê.
- Obrigada!... Digo que o céu é azul
porque tem aí muito ar condicionado zen, tá legal?! - comemorava justificava
embelezava debatia esta página nova a Lilás.
A concentração urbana a cidade de
Mairiporã, ‘água bonita de Maíra’ (este herói mítico tupi), mairiporense ou
mairiporanense. E somando a tudo e ao litoral a praia do Aventureiro. Mar
semeado de ilhas e as ensolaradas salgadas praias. Ondas que vêm e vão,
quebrando lençóis na areia. Depois com barcos a vela e navios mercantes. A
biodiversidade marinha aquática e aérea e gaivotas-de-rabo-preto (se alimenta
de siris e caranguejos, os crustáceos), trinta-réis-boreais (amplamente distribuído
pela costa do B), trinta-réis-reais (é visto avistado em grandes bandos nas
praias marinhas), talha-mares (ave da família dos rincopídeos, encontrada em
mangues rios lagos estuários da costa brasileira), urubus-de-cabeça-amarela (é
visto solitário aos pares em grupos). Ainda se avistam os navios cargueiros
petroleiros pesqueiros patrulheiros da marinha. Os prédios ambulantes hotéis
flutuantes os transatlânticos os cruzeiros com propósitos turísticos e altos
fabulosos estipêndios salários soldos contribuições remunerações. As jangadas
coloridas com um mastro uma vela e âncora de pedra. A cidade a ver navios.
- Ouro!... Vamos devagar que é muito
sol por este dia... - conferia a Lilás.
- Eh-eh-eh-eeeeh!... Vamos devagar
que são tantas as opções, né?! - dizia e competia se rindo a eufórica Pérola,
também multifacetada no seu esplendor natural.
- Compete a mim!... Vamos devagar e terra
e mar e céu, conferem?! - lembrava ainda cedo a Esmeralda, gatinha de beleza
preciosa e raríssima.
- Gri-fa-do!... Vamos devagar com
vagar sem pressa vagarosamente sem brusquidão - recomendava com suavidade a maravilhosa
Rê, consultora do dicionário.
- Olê!... Vamos que nada nem coisa
alguma pode nos atrasar, confere?! - comentário comentando a Lilás, essa
pequena estudante futura artista plástica.
Claro que cada coisa existe existiu
existirá e que 1 tinha tem a ver com a outra. E as outras com 1 e cada qual.
Cada objeto coisa equipamento no seu lugar. Tudo comum, ou seja, altos
mistérios do fim do mundo dando a volta na lua.
Deste lado deste outro do mar, terras
firmes e identificadas, o parque Mambucaba, o rio Perdizes, a cachoeira Chapéu
do Sol ou Joelão (cachoeira - torrente de água que corre corredeira e cai
formando cachão borbotão turbilhão, outros ex: cachoeira de avistamento Vovó
Lúcia, cachoeira de Matilde na rota do Vale do Inhame em Alfredo Chaves
alfredense). Portentosos edifícios o máximo e a máxima. Grandes lojas de roupas
prontas o tômbolo e a tômbola. Ótimas clínicas de atividades e terapias
alternativas ou mesmo esotéricas. Oficinas especializadas especiais vendendo
máquinas de fragmentar papéis a assunção e a ascensão. Consultórios
odontológicos clínicas de rejuvenescimento e pundonorosos denodados briosos
altivos limpos sem pejo bem iluminados janelas amplas vidros fumês. Escritórios
contábeis do oitavo ao décimo oitavo andar e com janelas frestões em formato
ogival. E regressamos!
- Ou!... Isto é incrível e ótimo,
convenhamos minhas melhores colegas - decidia analisava analista analisou a
Lilás, palma da mão esquerda segurando o cotovelo do braço direito e mais
pedalando conduzindo a bíci sem prender sem segurar o guidão.
- O tempo supera as horas!... Sim e é
certo que temos muito campo campos grandes que amanhar lavrar adubar cultivar colher
- esta mina a Esmeralda, dentes alvíssimos esplendorosa sorriso de flor cores
de beija-flor-de-garganta-verde.
- Cam-pás-cu-o!... Sobe aos céus os
cantos das aves, então - comemorava encantada a Rê, gabando vangloriando
campando elogiando as aves intérpretes.
O sol crescendo crescia incrustado
inserido incluído embutido no celeste azul anil do oceano céu. E aboletado
alojado instalado no plano mais alto perto de D. E sol solar ele mesmo ao longo
do dia diário impagável impávido colosso. E conforme as horas, quanto mais
longe melhor quanto mais alto maior. Quanto mais os humanos necessitam dele o
sol, mais ele aumenta de valor em ouros quilates. Quando diminui a procura por
ele o sol, menor o tamanho e se some se esconde entre as estrelas da noite.
- Oba!... Desde quando o sol nasce até
que se põe um dia completo - interesse da Lilás, certeza boa plena cabal total
completa completinha.
- Pé-ri-plo!... O que vocês imaginam
verificam olhando as estrelas, o firmamento? - indagou imaginativa a Rê, suspirando
e passando a mão no queixo.
- Está tudo certo!... Nosso espaço
sideral é tão confuso e inesperado e inacreditável, nem é?! - dúvida magistral
da Esmeralda, preciosa dengosa futurista.
- Tchá-chá-chá-cháaaa!... Os alienígenas
vêm, quando vêm e chegam, exatamente de noite céu claro boa noite estrelas sem
fim - relatou de sua parte a Pérola, valiosa hilária preparada e o castanho dos
olhos dela luzindo luziu suave suavemente.
- Ou!... Os mistérios nem têm
explicação, óbvio - supôs que sim a Li.
O sol uma estrela que segura os planetas
do mais perto ao mais longe de si Mercúrio Vênus Terra Marte o quarto Júpiter (maior
dos planetas tem diversas luas o quinto em distância do sol) Saturno Urano
Netuno... Aparecem astros de vários tamanhos. E se jogam ou foram jogados aí
como tal e qual bolas de sinuca, pronto falei!
- Obrigada!... E Plutão é nome de
xerimbabo? - interrogava recordava a Lilás.
- Zu-zum-zum-zuuuum!... Juro que os
óvnis e seus tripulantes estranhos fora de série e sim vêm originários de
Saturno. Quem sabe de outra galáxia, outra banda do universo, outra atmosfera -
discorria imaginava a Pérola, esplendorosa falante risonha.
- So-bre-tu-do!... Comemoro que o
planeta mais maneiro e bonito é Saturno, com seus anéis impressionantes -
colocou a Rê, cabelos revolucionários caindo diante dos olhos úmidos e
penetrantes e fascinantes.
- Oito!... Perfeitamente sim estamos
dentro no começo da galáxia a Via Láctea, feita de leite e poeira - delimitava
honestamente a mina Lilás.
- A grama e as árvores!... Este universo
ainda nem está concluído e acabado, hem! - intuía composta recomposta
decomposta superposta a Esmeralda, esmeraldina.
-
Su-ben-ten-di-do!... O infinito universo nem tem um fim previsível.
E depois de tudo ainda continua... - determinou contente satisfeita
confirmativa a Rê.
Já a estrada Santa Inês e o outro bairro
Jardim Peri. Edifícios prédios pisos e andares com terraços balcões descobertos
jardins suspensos bucolicamente e capas-cão (planta que possui espiguetas em
fascículos de 3-7 pediceladas e agrupadas, oval-lanceoladas com duas flores
hermafroditas), ervas-capitão (vegetal no habitat de áreas úmidas e secas),
guaipés (pq arbusto terrâneo), gravatinhas (apresenta látex em seu esporófito),
ninfeias (herbácea, floresce na primavera e verão e outono), beldroegas,
calções-de-velho (erva perene e ascendente de 30 a 40cm de altura). Quem viaja
por estas áreas já nem nota a diferença desde os tempos imemoriais de a mata
atlântica. E o mais era é continuará sendo adorar amar honrar respeitar esperar
inspirar e aspirar.
- Olá!... Que eu acho esquisito é o
Tato e a Tata, meus gatos o gato e a gata, pegando sol em plena segunda-feira e
miaaaau!... - assim achava a Lilás, e miou.
- Acredite de-boa!... Eu estava
assim, que tal!, lá em casa e olhei aqui ali... De repente minhas caras
colegas!... De repente e de súbito!... Nem é que meu colar sumiu da minha
gaveta de o banquinho ao lado da cama!... - relatava com altas vozes e grandes gestos
fazendo desenhos no ar esta estranha e lapidada acendrada esmerada Esmeralda.
- Oxalá!... Se fosse lembrar eu
acharia o mar e a praia da Quixaba, recomendo - vibrava muito contente e
enormemente empolgada bronzeada a fina Lilás.
- Im-ple-men-tar!... E aí vamos à
praia Majorlândia?! - queria saber e logo a Rê.
- Passa esta rua!... Meu colar de
miçangas havia sumido sumira da gaveeeeta-ta-ta!... E me perguntava: onde
está?, onde fica?, onde tá tu, colar querido?! - surtava a Esmeralda, rica
polida facetada joia rara e torcedora do Juventude (de Caxias do Sul).
- Be-tes-ga!... Vamos mudar de
assunto e ir até a praia do Zizi, digo já e diz digo a degas aqui e agora - era
a ideal idolatrada ícone a Rê, que buscou compensar o dia leve com um assunto
pactual e pactício.
- Já-já-já-jáaaa!... Mesmo a
despeito das férias ainda muito distantes e só assim lá em junho ou julho - um
pouco se rindo contente risonha a luxuosa e rosada Pérola.
- Oi!... Pedalamos rápido que o
almoço já está e a comida em a mesa - provocava competição a extrema amiga
Lilás, agora hoje com cabelos soltos ao vento.
- Que boa esperança!...
Inventividade divina de D e inventividade humana - declarava debatia distinguia
a bela rara muito cara compensada Esmeralda.
- Com-pro-van-te!... Meu sonho é
morar em sem número de cidades e exemplos, Monte Carmelo, Patrocínio, Romaria,
Abadia dos Dourados, Coromandel - respondia a um apelo do sentimento a
suspirosa imaginosa fantasiosa Rê.
- Oito!... Passear pelas ruas e
parar nas sorveterias pastelarias docerias... - comunicava seu gosto suas
preferências gastronômicas a leve suave Lilás.
- Olé-li-li-liiii!... Quando gosto
de uma coisa eu vou e amo a tal coisa, né?! - confessava testemunhava explicava
proseava a maior raridade a Pérola.
Uma caminhonete furgão parou aí no
meio-fio super em frente da prefeitura rua da Falésia esta rua estólida absurda
descabida e sem discernimento, no momento neste passar de acontecimentos. E
começou a vender espiga de milho verde com delícia de manteiga e sal direto da
panela fervente e ofegante sobre o fogo.
E logo a seguir a rara Esmeralda,
pedra superpreciosa, espirrou, ‘tchechiéeee!...’ fácil sutil baixinho quase sem
ruído... que acabou tendo mais cuidado e precavida com falar e respirar, são
duas coisas perto mas diferentes, e já completando, respondendo:
- Isso já é bom!... Quanto mais
espirro mais eu sei contar piadas, e zzzzzêeee!... - concluiu Esmeralda, joia
digna cobiçada opulenta deslumbrante irresistível perene.
- Obrigada!... O mar tem
gaivotas-rapineiras e ilhas perdidas! - rebateu Lilás.
- Eh-eh-eh-eh!... Meu espelho tem 1
imagem que nem me canso de olhar, di-di-di-diiii!... - ria refletia a diferente
Pérola, que sua suave alegria cativante cativava todos.
- Sim-pa-ti-za-mos!... Minha mãe já morou
em Douradoquara e Iraí de Minas e Grupiara... - que a ideia de Rê era viajar o
mais breve possível.
- Ká-te-ti-tiiii!... Viajar sempre é
bom e bão, desde que seja sobrevoando num balão - imaginava sonhava a cantante
risonha esplendorosa Pérola.
- Re-vo-gar!... Meu pai já aportou
em Volta Redonda, a ilha de São João, rua Bartolomeu Bueno da Ribeira e diz
dizendo ele que aprendeu a nadar no córrego Santa Rita - confidenciava confrontando
rememorando lembrando a cerimoniosa Rê.
- Oh!... Sim, que o B tem tantos
lugares imperdíveis - a compassiva Lilás, e já se conectando com tudo e o
grande aparato do mundo multiverso.