segunda-feira, 14 de julho de 2025

A cunhantaim e o mumbavo, parte-1

 


 

            - Oi!... Pode ser outro dia, pode ser quem sabe hoje - cogitou conferiu a Lilás, menininha diletante relevante brilho terno mágico nos olhos d’água.

            - Faço uma comanda!... Certo muito bem certíssimo correto direito - comentou organizou a Esmeralda, menininha belíssima valiosa veneranda respeitável.

            - Qjá-qjá-qjá-qjáaaa!... Nós quatro estamos acertadas certas o sol está certo a manhã quase meio-dia está certa o verão está certo tudo certo aqui certíssimo - destacou debateu a Pérola, menininha aperolada risonha riso fácil campeira estrela coruscante.

            - O-dis-sei-a!... Uma volta a mais no sol e ou quatro luas a terra estremece estremecendo, vejam... e estamos com 10 rincões bem contados - comemorou silabou a Rê, menininha arrabaldina arrabaldeira expectante sempre na expectativa.

            A menina Lilás estava aí satisfazendo deliciando as papilas gustativas linguais avidez gastronômica ela mais as melhores amigas lábios polpudos sempre juntas amizades valiosas se viam sempre e primordialmente imperativamente otimamente em a loja comercial de estética original criativa esta confeitaria doceria padaria lancheria sorveteria A Tradicional, e depois da aula uma sonora quinta-feira mês de maio mês das mães.

E foi quando um quati já as observava, assim do nada à primeira vista justo saído do matinho capãozinho ali em frente, secando bombeando desde o outro lado da rua Vereador Proscênio Desiderato (bairro Gêmino) e surpreendentemente. Um tipo a pé pedestre nada convencional ou comum já alpestre silvestre montanhesco montaraz das montanhas montes e matos.

            - Olê!... Gosto muito de o meu apetite aqui... apreciando sorvete, é. Mais abundância de cupuaçu e pupunha, prefiro as preferências preferidas - depoimento de Lilás (cupuaçu - árvore pq da família das esterculiáceas nativa da Amazônia, ex: cupuaçueiro, cupuaçurana, cupuaçuzeiro; pupunha - palmeira de 20m nativa da Amazônia frutos de polpa fibrosa folhas verde-escuras, ex: pupunharana, pupunha-brava, pupunheira, pupunha-verde-amarela).

            - Es-pá-tu-la!... Mas os meus cabelos... O que é muito o-ri-gi-nal... E sem mancadas escorregadas trapalhadas, confere?! - emendava a Rê, menina lírica e pura.

            - Ahahahah!... Posso até descrever, mas nem descrevo... escreverei à mão livre - sugeria rindo divertida pacífica valorizada a Pérola - Venho de ganhar um miiiimo...

            - Pois que sim!... Desde sempre que converso com meu espelho ou imagem no celular. E tenho preferência por mim e minha pessoa, confirmo - dizia, e de todo o coração a preciosa Esmeralda, cabelos aromatizados sabor chá de camomila.

            - Ora!... Concordo com gênero número e grau - disputava a suave Lilás, sujeitinha tão-galante egressa que se retirou se afastou da prática de capoeira.

            - Kjá-kjá-kjá-kjáaaa!... Quando um dia eu for ave... e voar... bater asas... o céu com poucas nuvens, digo - risonha ri a rica Pérola e admira olha pro céu se prometendo e se projetando no ar como uiraçu, sabiá-cica, bilreira, anu-de-enchente, avião, nuvem.

            - Emboralá, gente legal!... Sim e nem, né, gurias?! Vamos pedalar no parque Pedra do Segredo ou em o forte Dom Pedro II - a prestigiosa brilhante Esmeralda lembrando que poderiam sair de bíci um dia desses ensolarado verão e desvendar mistérios (Dom Pedro II - segundo imperador do B, nome completo: Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga, ex: Pedro II-pi ‘pedrossegundense’, Petrópolis-rj ‘petropolitano’, Petrópolis bairro do município de Timóteo, Nova Petrópolis-rs ‘nova-petropolitano’, Nova Petrópolis bairro de São Bernardo do Campo, Nova Petrópolis distrito de Joaçaba).

            - Ce-lo-fa-ne!... Vamos registrar com esta foto, vamos... - autorretrato da turma por autoria da Rê - Merece um xis? Sem piscar e merecemos. Merece!

            - Olá!... Já tenho a sensação... ou arrepios... que alguém, vai quê!, está me observando mirando-me - declarou a Lilás, olhando para os lados - De repente estamos sendo seguidas vigiadas aguardadas premiadas, uta!...

            - Tá e hã-hã!... Como tem que ser! - identifica a magnífica e preciosa Esmeralda.

            - Au-to-ri-za-do!... Nem houvera enigma - reuniu aos dados a aclamada Rê.

            - Ouro!... Este é meu título: ‘Os sabores me divertem!’ - declarada declaração da Lilás, guria se refere aos gostos indiscutíveis dos sabores de sorvetes e picolés.

            Esta está sendo uma 1 história e que cai como uma 1 luva em a sorte das meninas tão-galantes. Enredo acontecimentos das meninas. Se parecem parecendo ser reconhecem uma com a outra elas mesmas. Fatos verídicos verossímeis verificáveis ou nem tanto, porém divulgados promulgados e oficiais oficialmente. Jogando umas figuras de retórica e que podem ser metáforas ou outras figuras quaisquer, jogo que pode parecer discurso bombástico enfático ornamental ornamentado. Roteiro e as cenas diálogos cenários. Trupe teatral mandando ver 10 aninhos mandatos e projetos.

            E a nossa protagonista exemplar heroína caiu do céu do céu, sem se machucar. O dia examina todas as possibilidades. Observa com o sol plenitude.

            Avenida Afonso de Sampaio e Sousa, o comércio de frutas frescas vendidas em barracas sempre acontece e todos os dias sete dias por semana 4 semanas por mês meses e meses o ano todo 4 estações. Às margens plácidas do parque Bias Fortes, com as diversas diferentes diversificadas atrações e ofertas aos usuários tais como gramados para piqueniques lago com pedalinho redários de madeira bicicletários de chão aldeia indígena coroado flora e fauna endêmicas preservadas e carquejas (subarbustos), margaridas-das-dunas (ervas perenes), cavitingas, orvalinhas, capipoatingas-douradas, porotilhos (plantas trepadeiras), cruzes-de-malta (plantas anfíbias). A área verde aos cuidados dos frequentadores os corredores os caminheiros os jogadores de vôlei de futebol de futsal de bocha. E sempre fruir mais desfruir ainda desfrutar pra lá de utilizar as vantagens e os benefícios e os méritos. Cores verdes suaves e mais outros tons arrebatadores. Enfim, várias coisas e atrações.

            Se D houvesse desejado algum conforme. Poucas nuvens devaneavam pelo muito azul do imenso celeste. Presença radiante do sol amarelo flamejante. Claridade branquíssima transparente amarela solar do dia.

Tanta natureza ao alcance dos vizinhos habitantes da Cidade Líder, zona leste da metrópole, e cuícas-d’água (marsupial de médio porte, semiaquático), preás (habita campos e pastagens e banhados), lagartixas-verdes (se alimentam de artrópodes, quilópodes, diplópodes), coscorobas (o bico e os pés são vermelhos), galinhas-d’água-carijó (vivem em casais), caturritas (seu bico é córneo e amarelo), gavião-cinza (a espécie ocupa o banhado para alimentação e reprodução), batuiruçus (maçarico de hábito gregário), tio-tios (é o nome onomatopeico, vocaliza entoando notas curtas e descendentes... ‘tio-tio-tiiiioooo!...’), colegiais (cauda preta, comportamento rasteiro e irrequieto, olhar já um pouco apreensivo preocupado receoso), rolinhas-picuís (ocorre no B, ocidento-meridional e nor-oriental). Merecem uma foto? Mereeeece!...

            As 4 melhores amigas olharam ao redor aí no espaço da sorveteria e os demais acepipes aperitivos petiscos e observaram outras pessoas fazendo o mesmo, oquei! Umas mais velhas outras até mais novas. Os próprios funcionários. E então?!

            - Quem há-de!... D deve conservar assim mesmo as coisas todas - gentilmente a milionária rara Esmeralda, useira e vezeira em que tais macaquices peraltices.

            - Ou!... Mãe e pai são contra eu ter um cavalo xerimbabo, acreditem - desabafava a Lilás, enquanto apreciava a bolinha do sorvete apetitoso gulosa - E já tenho o nome do amigo cavalar... vai se chamar... ‘Porventura’!

            - Prá-prá-prá-práaaa!... Quando muito você teria que ter um potreiro, mana! - opinava a hilária divertida diversificada e ainda por cima valorizada Pérola.

            - Pra vossa mercê!... Cavalo no quintal é pesado, cavalo dentro de casa é animal - completava a esfuziante esmerada Esmeralda, erguendo os braços num gesto ao céu e como quem diz eloquentemente ‘meu D!...’

            - Olê!... Meu cavalo cavalinho de passeio... ‘Porventura’! - reafirmou a menina Li com todas as letras e com p maiúsculo, empolgada sonhadora aguardando o mascote.

            - Es-pe-que!... Você viria pra escola a cavalo? Me diga! - inquiria a Rê, miúda beldade cabelos longos cílios compridos ousados naturais pestanas curtas macias.

            - Em bom português!... Trufar trucar trupar, truncar trunfar - decidia a talentosa saliente estudada Esmeralda, menina com projeção profissional para a oftalmologia.

            - Agê-agê-agê-agêeee!... Climático, climatologista, climatizar, climatização, climatizado - confirmava demarcava apartava a Pérola, estudante talentosa apreciada com sonhos destemidos de aviadora na área ou aérea da aviação comercial.

            - Ou!... Açucarilho, açucarocracia, açucarar, açucarado, açúcar de areado - distinguia a Lilás, talentosa com capacidade para exercer a profissão de veterinária.

            - Es-tar-da-lha-ço!... Nhandu, nhandeva, nhandiá, nhandipá, nhandirova - comemorava a Rê, plantando a semente de a futura analista de sistemas.

            O que todas elas nem sabiam, mas Lilás sentia os arrepios, é que a espiã ou a observadora estava fora do resinto da sorveteria dos sorvetes apetitosos (sorvete - iguaria de suco de frutas ou de cremes líquidos de leite chocolate aromatizados e adocicados e que se congela gelados, ex: sorvete de baunilha, sorvete de uva, sorveteira). A espiã a curiosa estava do outro lado da rua Anésia Pinheiro Machado e a observava escondida na moita de capim-paraturá. Era um quati fêmea bem tímida e assustada com as pessoas ali por perto. Sim, muito cuidadosa e precavida e silenciosa.

            - Klá-klá-klá-kláaaa!... Vamos jogar bola na grama do parque, hem!... ou vamos pra casa, gente?! - sugestão e indagação sempre risonha da valorosa prateada Pérola.

            - Res-sig-ni-fi-car!... A represa de Jurumirim está é ótimo balneário, é mesmo - considerava alertava sugeria a leve levíssima Rê.

            - Clá-clá-clá-cláaaa!... Se for o caso tem a praia de Itatinga, ué!... - alegre satisfeita superalto astral a importante ricaça milionária ostentosa saliente a Pérola.

            - Oi!... Tem gente há pessoas que nem são vegetarianas e desprezam a carne. Mas adoram automóveis. Cada 1 e cada 1 - comentário de Lilás, catita e bem vestida.

            - Sim-pa-tri-a!... Com carinho e difusão e pesquisa para a estação ecológica do Taim e a lagoa Mangueira - bem lembrou a Rê, nobre e distinta e formosa.

            - Vez em quando!... Eu ouvi falar já visualizei na internet o farol do Albardão - distribuía flertava campereava se abstraía a Esmeralda, mina trabalhada em filigranas.

            As mesmas 4 amiguinhas melhores saíram do resinto e já ali no pátio na calçada pegaram cada qual sua bíci e etc (bicicleta - veículo composto de um quadro, ou conjunto de tubos metálicos, assentado sobre duas rodas; ex: bicicletário, bicicletista, biciclo). Foram assim mesmo pela ciclovia já um tanto ou quanto e como bem movimentada. Lado a lado com a avenida Jóquei Clube e ou a rua Alcides Nunes (avenida - via pública urbana ampla, mais larga que a rua; ex: alameda, avenida processional). As meninas garotinhas sempre pedalando duas na frente duas atrás e se falando se ouvindo tagarelando de muito simples e tranquilo para mais de metro.

            - Era o quê!... Que vamos fazer amanhã de tarde, hein?! - baita interrogação da Esmeralda, joia bem avaliada nos estudos em casa com as amigas.

            - Ora!... Para onde vamos, se acaso vamos e viemos? - outra dúvida da Lilás, guria de cabelo enorme ostentoso ingente penteado desmedido comprimento.

            - Ali-ali-ali-aliiii!... Que sorte se a gente fosse à praia dos Górgons, hem, é uma! Simboralá pra Oeiras do Pará e Moju! Navegar no rio Cairari! - as opções dicas da hilária risonha caríssima Pérola traziam muita imaginação nas ideias das coleguinhas.

            - Te-ra-to-ló-gi-co!... Aquela lua há de me ver me ouvir - brincava de falar e pensar fazer ver e fazer pensar a famosa Rê.

            - Esta é boa!... A esta altura dos acontecimentos e tudo mais - demonstrava a sofisticada lapidada Esmeralda, tênis azulzinho da cor da bermuda.

            - Oito!... Vamos aproveitar o verão de pouca chuva e sair aí, né?! - colocação da Lilás, a única do grupo que deu nome à bíci chamada nomeada a Rolarroda.

            - A-có-li-to!... Qual o próximo mundo, mundo próximo o qual! - competia a paciente indulgente compreensiva bacana ética Rê.

            - Parece, de fato!... Quem sabe quem quer quem decide podemos resolver ir ao baile Ubatubana em Ubatuba - contemplava a Esmeralda, esplendorosa resplandecente.

            - Me-an-dro!... Tenho as ganas de correr de bíci e pelaí, muito veloz km velocidade as tantas aceleradas - comentava comemorava comunicava a Rê.

            - Outra!... Onde estou, pra onde vou, por que a viagem viajando? Tenho que abrir a mente e eu sei - perguntava confabulava exultava debatia a Lilás, recentemente adoradora adorando interessada em pudim de leite condensado.

Era bem perto das 12h e o sol todo disposto bonacho bonachão bondoso e mesmo servidor proletário ou lumpemproletário. Ali no alto, sem pestanejar, dourado e indo de um local pro outro. Tampouco, também nem, tão-pouco, muito menos e quiçá. E árvores brincando de concordar domesticar tons verdes e ucuquiranas, timbós-açus, cipós-tracuás, corticeiras-do-banhado, licopódios (planta com flor de novembro a março, fruto de abril a outubro), cerejeiras-do-rio-grande, murtas (árvore perenifólia de até 20m e diâmetro de 35cm). E a organização processo da fotossíntese com abundante adequada utilização da luz.

- Tê-té-té-téeee!... Lá em casa a gente todos da família apreciamos apreciam comer melancia como sobremesa no almoço - contava reiterava favorecia a esplendida vivada a Pérola, logo ela que sabia ficou sabendo que o ideal era comer uma fatia  quando ela ia além e exagerava se deliciava com 2 ou 3.

- Outra!... Em lá em minha casa a gente nós da família familiar adoramos adoro comer abacaxi em calda como ótima sobremesa após o almoço - disse confirmou a Lilás, mas já sabendo que o ideal é comer 2 porções da fruta e nem 4 ou 5.

- Di-li-gên-ci-a!... Sendo lá em casa junto de nós eu posso falar por mim e confirmar com a família que apreciamos queremos muito degustar melão em cada refeição no almoço especialmente como sobremesa - destacou com propriedade a Rê, totalmente ciente que o certo e correto é comer duas fatias de melão, mas que ela mesma já pulava exagerando e apregoando pra 4 e até 5.

- Olhando o dia claro!... Assim lá em casa apreciamos melancia mas eu gosto muito sobretudo de caju bem vermelhinho madurinho - debatia apresentava a maravilhosa exuberante original rara Esmeralda, sabendo que o ideal sempre perfeito era comer um caju mas que ela nem podia se conter e consumia se deliciava com 2 ou 3.

E aves de ir e voltar e voar e pousar pelaí, rápidas e cantantes e coloridas, mongos periquitos-do-campo pernilongos-de-costas-brancas (possui um bico grande, reto e negro) pombas-de-espelho tiribas águia-cinzenta pica-paus-brancos (se alimenta de frutos, sementes, insetos e suas larvas) tangarás curriqueiros (comportamento rasteiro e nervoso) papa-piris (ave pq com plumagem de 8 cores). Sem dúvidas apelando em voz alta de exagerar muito demasiado e cantarolar cucular garzear pissitar gruir. Buscando indiscretos sempre todo dia o alimento, como se nem houvesse amanhã.

- Obrigada!... Isso parece o sonho onírico que tive esta noite passada. Querem que eu prossiga e continue e conte mais? - inquiria a Li, cunhantaim excelente festiva.

- Prá-rá-rá-ráaaa!... Nem só deve como pode continuar e eu autorizo - emendou a deslumbrante meiga de meiguice satisfeita a Pérola, olhos relampejantes.

- A-ço-da-men-to!... Eu tenho o tempo que você precisar e escolher e emendar - confessou a Rê, com presteza ritmo velocidade destreza agilidade.

- Estante com prateleiras!... Já me preparo para escutar o desenrolar de viagens criaturas e aventuras - decantava decantada admirava bem magnífica a Esmeralda.

- Olê!... E assim, pras que concordam, lá vai a história chamada... ‘Reticências’. E os anrãs, ãh-rã!, ãh-rã!... para preparar limpar a garganta. E eu estava no sonho... e o sonho me carregando e nós estávamos andando pedalando eu e a Rolarroda pela rua Dona Oti e a rua Dona Lúcia perto da praça Arariboia dentro no centro do bairro Menino Deus. Pareciam as iguais mesmas horas contadas tique-taques no relógio de girar no sentido horário. De noite tem a lua e as estrelas, quando posso ver; e de dia o sol o calor, quando amanhece céu aberto descortinado.

“Eu e a Rolarroda estávamos indo pedalando e pelaí. Isso tudo já estava indo bem mais longe do que o esperado e quiçá necessário. E uma voz dela a bíci tal e qual vozinha esgarçada espichada raspada... destravada.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ee éé boomm... eesstee ppaasssseeiioo... - que a Rolarroda parecia bem satisfeita e sempre procurando andar no caminho da grama tenra.

- Oito!... Que a história eu vou promovendo e continuando... - seguia o sonho da menina e mirabolante estupefato alvissareiro cheio das peripécias. - Era eu mesma e a Rolarroda pela beira da rua Coronel Fernando Machado e já avistando lá longe nosso ponto de chegada nosso destino a famosa afamada famigerada a Pedra da Macela. Quem diria, hein?! Quem pedalaria, hem?!...

“E eu pedalava e a bíci rodava os meus olhos na paisagem os olhos dela na pista a minha mente com as ideias no ar e em torno em volta ao redor e por alto no alto nas alturas das nuvens. Uma manhã um dia umas horas diferentes diretas distintas das outras dos outros dias das outras semanas, que outras. Que outras vezes 10!

“Em perfeita rua Vigário José Inácio, me deparei nos deparamos, eu e Rolarroda, com um montão de cachos de banana pelo chão. Um caminhão truque deixou cair ali assim umas tantas quantas pencas de bananas. Bem no meio da rua e o caminhoneiro se apressava em recolhê-las. Eu mais uns passantes no local naquele momento já procuramos ajudá-lo. E foi bárbaro e foi divertido. E foi uma mão na roda.

- Ou!... Como sucedeu isso e aquilo, seu moço caminhoneiro? - perguntei eu indagando pela resposta que eu queria saber e resolver a minha dúvida.

- Sim!... Eu e meu caminhão, o Truculento, vínhamos por esta via quando a carga balançou vacilou desamarrou e a lona se abriu se foi e pronto... me caiu uma boa parte das peças, é - contou ele o chofer motorista condutor e muito enfarado o seu Rui Agnóstico Cabungo, ainda muito atarefado apressado com o trabalho de repor devolver as pencas à carroceria.

“Assim também nós passantes que vimos víamos o ocorrido sentimos muito e fomos ajudar dar uma mãozinha. Que eram tantas e maduras as pencas de banana. Umas pesando mais de 50 quilogramas, outras mais de 60 ou mesmo mais de 65. E com aroma de banana madura amarela.

“Que segundo seu Rui AC, vinham carregadas desde as lavouras de tal e qual e o destino final era o mercado de tal e qual na praça Raul Celestino de Toledo Soares. Quanto mais bananas pra vender e revender, melhor.

“No fim das contas cada pessoa que ajudou a recarregar as pencas de banana ganhou de presente um cacho de bananas maduras. Cada pessoa que ajudou a cobrir botar a lona ajustar amarrar a carga ganhou um cacho de bananas. Sem dúvidas muito amistoso da parte do motorista transportador de bananas.

- Sim!... Para todos vocês que me ajudaram a repor a carga, para cada um e cada qual, podem levar como pagamento um cacho de bananas. E ainda agradeço muito - agradecia cheio de salamaleques ademanes gestos trejeitos o caminhoneiro agradecido.

- Sim!... Nem é todo dia que se encontra aí pela estrada gente boa que tem disposição para dar uma mãozinha, né?! - conferia e ainda reiterava agradecimento o transportador interestadual de bananas dono do trucão Truculento.

- Sim!... Se um dia vocês precisarem de mim deste RAC, podem ter certeza que farei tudo para ajudá-los, tá oquei?! - ainda reafirmou prometeu o motorista.

“Todavia e lá foi ele o seu Rui mais o Truculento pelo mundo afora país adentro, etc. A carga no lugar o caminho a percorrer e etc.

“E eu mais Rolarroda (com o cacho de bananas na garupa) fomos pedalando no rumo do nosso alvo e que era já todos sabem a Pedra da Macela, perto de Cunha.

- Oxalá!... Ainda bem que temos muito lanche muita banana pra lanchar, né?, Rolarroda! - foi o plá que dei com a minha amiga bíci.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Nneemm ccoommoo bbaannaannaass, ppoorréemm... - que a Rolarroda tinha a minha confiança para dizer que nem comia bananas porém estava satisfeita em levar na garupa uma penca de bananas da melhor qualidade.

“Daí pra frente dali pra cima e sempre pedalando eu e a bíci no caminho das alturas da serra da Mantiqueira. Beirando a rua Felipe Camarão seguindo a rua Bento Figueiredo sempre no bairro Bom Fim. Casas de comércio e mais casas residenciais e condomínios e EEEM Caldre e Fião.

“Depois consultei o celular as horas e verifiquei umas 8h e 46min. E após mais ainda fomos em frente seguindo conseguindo persistindo. Horas galhardas elegantes. Clima sisudo. Temperatura modesta. Periferia bairro sobrando em casas e hortas.

- Oh!... Devo dizer que estou muito contente com o dia e as horas que nem passam, minha amiga - falei com a Rolarroda, enquanto andávamos pedalando rodando.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Eeuu ggiirroo ccoommoo uummaa bboollaa - comentou no seu jeito arrastado rolante em roda girando duplo a minha amigona.

“E de repente... na praça General Daltro Filho e no meio da rua Coronel Genuíno e a rua Demétrio Ribeiro, que nos aparece e pra mim e pra Rolarroda? Um punhado um bando de macacos bugios. Assim mesmo como digo e do nada, meu!

- T mais tá!... E essas bananas todas, mina da bíci?! - que era uma delas bugia me abordando em plena rua e no meio do tráfego de veículos motos bícis pedestres, e prosseguindo prosseguiu me falando me dando um ‘plá!...’ - Por nossa sorte favorável aqui minha eu a Ubatinga e dos meus 4 macaquinhos, vocês 2 nem querem compartilhar as frutas, hein?! Adoramos bananas coisa que vocês 2 nem imaginam!

- Oito!... Que que é, cara?! - parei de pedalar paramos eu e a bíci e olhamos pro lado de lá de onde veio o apelo a fala a pergunta a macaquice.

- T mais tá!... Por acaso você nem quer nos presentear com umas bananas do cacho e que você tem muitas e a bíci anda cansada de carregar, confere! - foi assim que a macaca bugia líder do grupo da turma nos solicitou bananas.

“E paramos para ver até onde ia a gulodice dos macacos. Era uma família descida das árvores aí na praça. Pareciam bem tratados respeitados mas com fome gulosidade de banana madura, entendi. E foi lhes oferecer algumas que já se mostraram gulosos famintos e cada um carregou seu punhado mãos cheias lotadas, ‘qui-qui-qui!...’

- Obrigada!... Vocês podem pegar o suficiente pra comer agora e o que podem carregar, viu gente?! - recomendei dando a entender aos meus novos amigos primatas.

- T mai tá!... Assim muito me agrada admiro e agradeço a oferta generosa e aquele abraço com congratulações - colocou a bugia antes de ir subir na árvore.

- Oie!... Que legal que o bando de macacos bugios gostam tanto de bananas, né?!, Rolarroda. E temos bananas de sobra e até alivia nosso peso, né?!, amiga - comentei eu com a bíci, enquanto retomávamos o caminho a estrada o rumo.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ttaammbbéemm mmee sseennttii bbeemm - fremiu soou bramiu rugiu rodou minha amiga de todos os passeios de média e longa distância.

“Sempre na rota sem perder a compota, digo eu. E continuando agora mesmo eu via a plaquinha indicando que eu estava no caminho e já passando a pinguela do ribeirão das Anhumas. Sempre desembarquei da Rolarroda pra que ambas as 2 nem caíssemos lá pra baixo e tudo mais. Um ventinho atiçado açulado incitado estumado que nem sei. Umas horas ociosas para alguns e outros nem nada a ver. Chão de paralelepípedos solo arenoso esmaecido um pouco desbotado pelo calor. Sem falta sem saltar etapas já na avenida Imperatriz Dona Teresa Cristina e rua Santa Ernestina.

“O sol queria alcançar as boas 10h, conferidas no celular. Ainda ninguém sabia o quanto e por que e se. Todavia que o ‘se’ como tal e qual nem diz nada nem manda nada nem concorda com nada. O sol boia boiando vindo aí. Muita audácia da parte dele.

“Nesse ponto costeando e já bem credenciada celebérrima celebridade a travessa dos Venezianos (fica ali mesmo bem entre a rua Lopo Gonçalves e contígua vizinha próxima da rua Joaquim Nabuco, tudo dentro pertencente ao bairro Cidade Baixa) eu gritei pro sol e naquele instante passando nomeado onze e meia:

- Outra!... Você está atirado adiantado atrasado? Desde já em àquela hora, perguntando, atchiiiim!... - o dia mesmo muito claro periódico nutrido cevado e olhar o sol me dava calafrios arrepios e até alívio de espirar.

- A la pucha!... Me esperando em seu dia a dia? Mas bah! - me diagnosticou o sol, sempre me observando com seu olhar um tanto quanto chamejante falmejante.

- Oxalá!... Posso te nomear te chamar pelo nome meu inventado de... Estrelato, hem?! - perguntei, que eu mesma sempre careço de batizar os amigos xerimbabos.

- A la zimbório!... Este nome... Estrelato... hum!, um e dois... é, pode ser. Você é boa de nomes e apelidos e batizados, mina! - me gritou parabenizou o distinto astro.

- Oh!... Temos ofertas de bananas e enquanto conversamos e concordamos - comentei com o extremo calor o sol senhor já das onze e meia e aberto sem nuvens.

- A la expediente!... Com tanta fruta de banana na compra e na venda, né? Mas bah! - que o brasino retirou pegou uma fruta e foi experimentar jogando as cascas pra lá.

- Ótimo!... Você tem sorte e tudo tanto mais, é - falei tá falado fui ouvida.

- A la morocha!... Tenho que aguardar e adotar você e todos vocês todos juntos conforme o caso. Mas bah! - proliferou o excelentíssimo astro-rei, dourando os raios em km de luz dourada corpo dourado em quilates valiosos.

- Oxalá!... Você desloca vai e volta contorna redobra todo santo dia, é - transferi esta fala ao poderoso sol dito Estrelato, sujeito aceso e de pleno verão causticante.

- A la moroçoca!... Eu faço tudo igual e os dias todos vão passando comigo na dianteira em primeira mão. Mas bah! - comentava bem-humorado o ótimo senhor solar.

- Ou!... Eu preciso entender... Por que ganhar tempo, por que perder tempo? - minhas perguntas são as minhas razões de olhar as coisas, tenho visto.

- A la pidão!... Você sempre pergunta e eu é que quero ver cada vez mais. Mas bah! - dilatava o suprassumo dos céus celestes tanto céu como grande universo.

- Oba!... Tenho visto que você sol 11h e 30min Estrelato compreende o céu a terra o mar e abarca abrange tudo e todos - comentei isso com o astro dos astros o inconfundível.

- A la reverência!... Que que é e que que foi e mais, minha princesa da serra Gaúcha. Mas bah! - irradiou racional falante radiante o sol ele mesmo muito tropical.

- Oie!... É que é o mundo enorme e nem se alcança o começo o meio o fim os finalmentes, né, meu! - que os meus grilos eram muito além ou aquém de hoje e ontem.

- A la peraltice!... Quando você observa meu reino então você compreende. Mas bah! - dilatou seus raios cósmicos ultravioletas distantes profundos e era onze e meia.

- Ouro!... Na real e conta pra mim. Quem é você e onde nós estamos, afinal - tive que lascar esta indagação porque nem eu sabia nem eu sei onde vamos parar.

- A la abano!... Quando sou sol posso ser nomeado Estrelato, justamente agora. Mas bah! - comentou comemorou o brilhante calcinante mágico senhor do céu.

- Opa!... Se eu te perguntar mais uma coisa... O que você procura, seu Estrelato? E a esta hora, né?! - comentei inquiri que as horas nem pareciam passar.

- A la boquiaberto!... E aqui mesmo que estamos. Se eu busco algo eu também me preocupo com algo e mais alguém, entendeu?! Mas bah! - deslocou o sol assim como digo todos os seus raios aquecidos abrasados verões ardentes enérgicos.

“Eu mais Rolarroda fomos rodando eu pedalando a bíci na pedalada caminhando com seus 2 pneus balões e freios nas duas mãos e mesmo no pedal. E indo ainda na ida pra serra da Mantiqueira, no porta-malas a penca de bananas, paramos parada obrigatória numa doceria e confeitaria. A praça Theodoro de Almeida Pupo abriga um quiosque a sorveteria Cosmopolita. Decidimos parar e apreciar uma conchinha de sorvete um palito de picolé degustar um sabor geladinho.

- Oi!... A dona faz favor vê um sorvete bem sortido, hem!, aí - solicitei, enquanto a Rolarroda ficava parada no lado a ver navios e curtindo o sol a hora ensolarada.

“Desde já me sentei na cadeira de madeira ao pé da mesa de madeira, aguardando o desfecho do meu solicitado pedido de sorvete. Veio lá de dentro cá pra fora a dona da Cosmopolita, uma senhora fardada de atendente com guarda-pó e caneta de anotações. Me olhou e perguntou o que eu queria de sabores e refrigerantes:

- É o que sempre digo aos meus clientes... Você vende bananas, tu mais a bíci, é? Muito prazer e obrigado por chegar chegando aqui no meu barraco, me chamo Ronda. Posso saber seus sabores preferidos ou aceita sugestão? - comunicou a dona Ronda, proprietária do negócio estabelecimento estabelecido na calçada da rua da Patioba e esquina com a General Câmara, um lugar concorrido e lucrativo e honesto.

- Outro!... Olha, querida dona Ronda, eu aceito e aprecio uma sugestão. Até porque nem conheço suas ofertas e pouco vim até este lado da cidade - comentei.

- É o que sempre digo aos meus clientes... Tenho ótimas opções de frutas frescas e bem saborosas sabores gelados lá do Pará ou mesmo Amazônia. Quer saber, tenho sabores de cajá de mangaba... abacaxi caju... pequi e bacaba... - e a comerciante proprietária, muito solícita interessada em bem atender e explicar, ia relacionando uma boa e certa quantidade qualidade de sabores apetitosos e uns até inéditos pra mim.

- Oie!... Vou mesmo ficar com esses 4 sabores e me vê uma conchinha de cada, faz esse eterno favor! - acabei escolhendo os meus preferidos e tentações da hora.

- É o que sempre digo aos meus clientes... Se você me vender umas bananas posso incrementar seu sorvete com mais este ingrediente, tá legal?! Você escolhe e a escolha ainda será bem da sua pessoa, freguesa - sugestão da dona Ronda, e para ainda mais encher e conter sabores e aromas o meu sorvete sortido.

“A dona Ronda anotou o pedido solicitou uma pq bacia de bananas, e que eu doei de livre e espontânea vontade, e sumiu dentro da tenda. A bíci Rolarroda ali de parte refestelada se repoltreando sob o sol inclemente e verão. Estendi um olhar esperançoso para a lojinha de sorvete, estendi um olhar sem ver para a rua em frente, estendi um olhar para dentro do meu ego, estendi um olhar para o céu com poucas raras nuvens. E fiquei no aguardo aguardando o bem-educado solicitado combo de sorvete. Algo assim como uns cinco minutos uns 10 minutos e contando expectativa.

- É o que sempre digo aos meus clientes... E assim aqui está o seu pedido e com requintes de enfeites conforme o costume da sorveteria Cosmopolita - chegou de lá de dentro do quiosque a dona Ronda, e uma travessinha de vidro na mão cheia do meu sorvete pedido, e que desde já parecia intransferível parecia apetitoso parecia original.

- Opa!... Parece mesmo um buquê de sabor e gostoso e apetitoso, dona Ronda. Eu agradeço e por enquanto me dê licença, hum!... - olhei o sorvete no pratinho e com pedaços de banana vieram as 4 estações favoráveis do universo do apetite e de uma de cada e cajá e bacaba e bacuri e mangaba.

“Peço licença pras amigas e conto o resto numa outra e quem sabe oportunidade. Sim, porque o sabor do combo gelado era muito enfático muito temperamental muito intenso muito instrutivo. Quase e nem pude erguer a cabeça de tão gostoso estava o sorvete e todo o conjunto da obra. Uma mistura um misto de entidades saborosas que, olha!, se difundia pelo meu corpo grassava pela minha pele se popularizava pela minha garganta abaixo. E digo mais, um regalo um deleite uma delícia e a satisfação plena.

“Isso tudo durou me levou bem levados um tempinho que adorei e nem dimensionei no calculo do relógio do celular, nem olhei, querem saber. Ao fim do período de alegria e felicidade e muito sabor saboroso, me despedi com recomendação.

- É o que sempre digo aos meus clientes... A satisfação do freguês ou o dinheiro de volta, é - me contou a proprietária dona Ronda, e já nos despedindo se despedindo.

- Ou!... Vou espalhar aí que sua sorveteria Cosmopolita é muito legal e espetacular, pode deixar - promessa espontânea que eu mesma promoverei e promovo.

“Novamente assumi o caminho eu e a bíci, que nosso destino ainda estava a alguns km do alto da montanha de Cunha. E de pronto seguimos pela marginal, sempre florida e arborizada, da rua Doutor Flores. Rua ampla grande decorada com casario colonial tipo português longa longe arejada limpa movimentada de automóveis.

“O sol se mexia e dava pra ver daqui. O sol solar dourado em quilates tinha e tem hora horas marcadas, sempre laborando. Que o astro-rei pontualmente necessitava se soltar se desprender levantar voar e nessa eterna lida. O sol finalmente deu um pulo de mais de metro e nós aqui vimos a manhã chegar perto de o meio-dia e meia.

“Paramos parei eu e a bíci diante do semáforo na altura no entroncamento das ruas movimentadas uma pra lá outra pra cá e um tráfego correto e rigoroso, uma rua General Bento Martins e a outra Lima e Silva. De repente seguimos e pegamos as costas da rua João Alfredo, muito mais direta ao nosso alvo e objetivo. Confirmando.

- Olá!... Você está bem tudo vai conforme, minha cara Rolarroda? - perguntei para me certificar que a amiga bíci estava bem de tudo de ar de fôlego de disposição.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Teuu ddiiaa ée mmeeuu ddiiaa, Llii!... - me declarou amistosa amiga amigável a sempre esperta atenta querida girona joia minha bicicleta.

“O sol ali sobre tudo sobre nós e como um deus um ser divino e mestre. De dia como sempre fez e fará, por milhões de anos-luz. O sol sempre assim como digo e algo semelhante sempre copiando a si mesmo. Astro olímpico distante e sensato seguro de si e dos outros muito justo. Sempre apreciado pelo seu calor e apegado ao bom senso. Sempre indo e vindo sempre indo em frente. Traçando um traço um arco parábola.

“Que chegamos ao portanzinho do empreendimento de turismo na cancela do ponto de vista na subida do morro em a Pedra da Macela. Ainda bem e já sentindo aquele cheiro de comida e panela no fogo e barriga vazia.

“A partir da porteira nem subia carro nem moto e tudo ia a pé pedestres. Sendo assim eu e a bíci fomos andando como viemos ao mundo. De repente procurando subir o morro e até o alto no belvedere no ponto de vista mais famoso da região.

- Oxalá!... Que agora é só curtir a paisagem e chegar no alto e admirar o panorama descortinado, minha boa amiga rodante - foi o que disse pra Rolarroda e já incentivando para o que estava ao nosso alcance e a nossa espera lá no topo.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ee aaggoorraa ccaaddaa ppaassoo ccoonnttaa - respondeu encantada a sempre presente Rolarroda, com carga de bananas pra viagem.

“Eu e bíci lado a lado bufando na caminhada. Eu a pé a Rolarroda nas rodas maiores macias. Lado a lado eu apoiada ao guidão da amiga. A encosta do morro em caminho de paralelepípedos. Subindo subia sempre e íngreme. Gentes subiam e gentes desciam, celulares na mão e registrando tirando fotos do percurso.

“Um sol pra cada ser vivente na terra. E na beira do caminho as plantas as ervas as árvores, orquídeas bromélias araçás-guaçus capebas-cheirosas e a macela-brava que dava nome ao lugar. Contando com os pássaros e azulões pintassilgos araçaris-de-pescoço-vermelho anuus pica-paus-amarelos.

- Oito!... Parecida com mata atlântica, hein?! - que eu identifiquei e falei.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ssee vvooccêe ccoonnhheeccee, ffaazz mmuuiittoo bbeemm - cumprimentou a rolante prestativa roda a roda solerte Rolarroda.

“Ainda na subida um bando zumbidor de abelhas catando néctar e pólen. E vieram pro nosso lado. Arfando assanhadas zunindo nos ouvidos, etc.

- Zu-viiii!... Olhe, menina da bíci... Eu cheirei bananas e vim ver de perto. Se por acaso... - a abelha chegou perto e se interessou pelas bananas na garupa da bíci.

- Oquei!... Gosta de bananas como todo mundo, é? Quer levar pra colmeia? Pode carregar com algumas? Sentiu o cheiro no ar, hem? Posso chamar você de... Abela? - fiz tantas perguntas que até eu duvidei duvido.

- Zu-viiii!... Pode me chamar de Abela. E eu respondo todas as suas perguntas, amiga. E tenha dó de mim, me doe umas bananas que eu aprecio muito muito e toda vida, tá! - a dona Abela era muito fissurada em frutas doces amarelas suculentas.

- Ou!... Temos muitas bananas e até em penca um cachão. Pegue à vontade. Leve carregue o que puder transportar. E me diga onde você trabalha, onde você mora? - queria levar um papo com o inseto abelha aproveitando a paciência e a disposição da dona Abela.

- Zu-viiii!... Nós lá da colmeia utilizamos banana no café da tarde, sabe. Aproveitamos tudo da banana, o fruto propriamente dito e a casca - explicava com detalhes a valorosa obreira atarefada trabalhadora incansável abelhinha Abela.

- Olê!... Já vi e observei que vocês todas do enxame preferem flores de época e hoje é um dia propício, né?! - coisa que me interessa muito é saber do hábito das abelhas e como que fazem pra conseguir o puro mel, esse produto tão caríssimo.

- Zu-viiii!... Adoramos procurar e achar as flores amarelas e vermelhas e azuis, que estas possuem muito néctar docinho - dona Abela ainda voando em volta de mim.

- Outra!... Pois assim vou deixar contigo, dona Abela, uns frutos de banana. Sempre é bom comer banana e em qualquer hora horário, dizem - lembrei dizer.

- Zu-viiii!... Sim, e obrigada! Que eu agradeço e agradeço imensamente. Vamos fazer uma porção supimpa de doces e geleias até mesmo abrir uma quitanda na praça do Cardador Corneta, conhece? - ela a abelhinha contemplando o presente e já convocando toda a galera para ajudá-la no carregamento.

- Ouro!... Inda bem que trouxemos a fruta que vocês tanto gostam e apreciam - comentei por fim antes de sairmos e continuarmos a subida até o máximo da colina.

“A abelhinha Abela zumbizou mais um segundo em torno de mim e se mandou, com carga pesada e tudo. Ela e seu bando um enxame muito competente e uníssono.

“O total da subida até o ponto de vista gerou uns 2 mil metros. Era pouco foi pouco pra quem veio de longe da cidade para conhecer a Pedra da Macela. Pra quem tem vontade de olhar o horizonte e ver o outro lado do mundo do planeta.

“E quanta gente ali tirando fotos e fazendo imagens de vídeo. Apontando os lugares lá longe lá embaixo pra esquerda pra direita direcionando celulares, ‘cli-que!...’

- Opa!... É um lugar lindo, nem é, minha cara Rolarroda? - perguntei e já fui elogiando a vista a boa vista a bela vista de tudo e em volta magnífico.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ttuuddoo ttãaoo ccaarroo ee oorrddeennaaddoo - lembrou muito a Rolarroda, também ela já pensando no milagre natural da natureza.

- Obrigada!... Exatamente como me falaram está aí ma-ra-vi-lhoooo-so! - me expressei assim com rasgados amplos tons e sons e entonações de satisfação.

- Anda-corre-voa!... Praqueles lados fica a localidade de Paraty, confere? - demonstrava conhecimento ou quase me falou um moço visitante oriundo de Caieiras.

- Anda-corre-voa!... Vejo o mar e algumas... praias, escondidas na bruma - comentou apontando o dedo de unhas longas e pintadas de rosa me dizendo convicta uma moça de topete requintado moradora de Franco da Rocha.

- Anda-corre-voa!... Isso tudo foi D e mais ninguém. Devemos acreditar num Senhor superior e acima de todos - jurava uma professora em Francisco Morato.

- Anda-corre-voa!... Tirei muitas fotos e ainda faço laive ao vivo com meus seguidores no canal ‘Derivar’, conhece? Copie e nos siga, hem?! - relatava espalhava divulgava o casal muito querido os dois apaixonados muito juntinhos amantes também da natureza selvagem e lugares com floresta bichos montanha e mar, terramarear.

“Um cenário muito legal e sem palavras. Um horizonte imenso intenso distante de nós os meros pequenos humanos. Uma paisagem impagável inapelável agradável inapelavelmente. Contemplamos um mundo de luz e verde e azul reluzente luzente.

“Oferecemos bananas para quem gostava da fruta. Todos se serviram, alguns repetiram. E se alimentaram muito bem, obrigada, obrigado!...

- Ótimo!... Sim, é uma fruta universal e que é apreciada até pelos deuses e deusas - que todos apreciaram e teceram comentários elogiosos ao fruto.

- Anda-corre-voa!... Eu mesma aprecio muito a variedade... banana-da-terra ou banana-pacová - me falou uma senhora de São José do Cedro, voz modulada suave.

- Anda-corre-voa!... Eu já adoro sempre me alimentei da variedade... banana-prata ou banana-branca - me contou uma mocinha natural de Dionísio Cerqueira, olhinhos pequenos porém espertos brilhantes apegados intensos.

- Anda-corre-voa!... Minha avó dona Amélia, parte de minha mãe, fazia umas balas de banana que eram um... huuumm!... - comentou contou esclareceu reformulou uma cidadã de Santa Cecília, mocinha bacana cheirosa banho tomado perfumada.

“O lugar atraia centenas de visitantes turistas pra ver o pôr do sol. Casais e famílias namorados excursões de escolares e associações chegavam aí pra fazer piqueniques comemorar bodas aniversários festas e até traziam seus mascotes para passar um fim de semana um feriado o fim de ano. Muito comum.

“A montanha era atração e o pessoal cruzava a noite esperando o nascer do sol. Estrelas de cristal atarraxadas na escuridão mandavam mensagens de luz parecendo fogueiras de São João tilintando ‘tim-tim-tiiiim!...’ em pleno firmamento. Astros e estrelas em brasa mandando recados aos terráqueos e enigmas indecifráveis. Galáxias distantes desde longe longínquas despejando informações códigos em raios de cores.

“De dia de noite a lua de prata prateada luar espalhando sua cor conhecida perfeita preferida. Toda subindo o céu noturno e empertigada emperiquitada bem vestida empetecada arrebicada paramentada enfarpelada e na última moda.

- Outra!... De dia claro a gente vê lá o horizonte feliz. Talvez de noite já mais perto das estrelas - comentei com Rolarroda e assim do meu lado trocando pareceres.

- Ré-té-té!, ré-té-té!... Ssiimm, ee oouuvviirr eessttrreellaass... - lembrou ela de um verso do famoso poeta e escritor e autor de livros o recomendado Ciro dos Anjos.

- Ora!... A poesia é rara. O comum nem precisa nem preciso repetir - emendei.

“E quando o tempo chegou próximo de nós e a marcar e contar e nomear um sol 14 horas, resolvemos eu e bíci vir e ir embora descer a colina. Decidimos voltar mas dando a volta e pelo outro lado. Já pegando uma trilha no meio da capoeira e entre ramos raízes e pedregulho. Muito rústico em todos os aspectos e até o fundo do poço, ou seja, até lá embaixo encontrar o rio Atibaia. Daí em diante navegar andar de barco.

- Oba!... Você topa essa picada, Rolarroda? Pegamos a trilha e tudo bem? - perguntei pra bíci se ela topava e parece que me olhou com alegria, conferi.

- Ré-té-té!... ré-té-téeee!... Ttoouu nneessaa ee vvaaii sseerr bboomm aa bbeeççaa - correspondeu a Rolarroda, e derrapando na descida toda satisfeita.

“Já disse, daí em diante descemos a encosta oposta porque pretendíamos viajar voltar de barco catamarã. E a trilha era muito mesmo periclitante. Estreita e cheia de cotovelos degraus abruptos pedregulho raízes de árvores. Muito bravo muito bruto muito rústico muito mato muito perau. E nos custou, pra mim e bíci, umas 2 horas num total já pra lá das 16h e 20min. O sol entre as folhas e ramos, oi! e oi!...’ se distinguia.

- Olê!... Temos que nos adaptar ao caminho, né mesmo Rolarroda?! - comuniquei isso com a amiga bíci para meio que pegar ânimo na estradinha pedregosa.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Sseerriiaamm... 365 ddeeggrraauuss? - que a bíci contou ficou arrolando um a um os altos e baixos dos solavancos cravados no barranco.

- Ou!... Nem nada mais que um atalho em profundo forte declive, né?, amiga! - comentei até mesmo para me animar diante da atenção que tivemos de ter na descida.

“Chegamos ao vale perto do rio ao pé da montanha. Completamos a descida surgimos aí e já nos deparamos, eu e bíci, com um completo complexo aparato de atrações públicas. Pra onde o olhar bombeava pra onde se olhava a br-470 a estrada de ferro Lorena-Jundiaí. E o parque Dom Pedro II e sem trégua o museu Catavento. A praça São Vito envolvida pela rua General Carneiro e a rua Maria Benedita.

- Outra!... Isto é certo, Rolarroda! Chegamos no auê!... da cidade - comentei com a amiga que girava ao meu lado e concentrada no chão por onde passávamos.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Uumm aammbbiieennttee eevvooccaaddoorr - comentou ela dando a compreender o lugar pouco ou tanto tomado por ondas radiativas.

“O titilar das engrenagens o movimento de automóveis em várias pistas. Uma urbe empolgada diligente diligentemente. Uma multidão acelerada célere e ímpeto.

“Pegamos a passarela ainda em a praça Ragueb Chohfi e passamos do outro para lá já na praça Fernando Costa. Em poucos minutos e a pé. Isso foi certo.

“Chegamos ao pequeno e tímido e anônimo cais, consultando o cebolão, umas 16h e 50min. Era ainda cedo e eu gostei de ver tudo aquilo ali. Já sabia que o rio que passava era o rio Atibaia. Que atibaia significa? Vamos e deixem aí nos comentários.

“Outras pessoas já aguardavam aí mesmo. Chegamos eu e bíci. Depois desceram ribanceira mais outros turistas em pares em grupos. O sol já querendo se esconder atrás da montanha a enorme serra da Cantareira. E que D criou conforme entendeu.

- Ora!... Falta chegar o catamarã e ainda faltam alguns minutos, suponho - coloquei essa questão no ar e principalmente pra mim mesma.

- Anda-corre-voa!... O horário do barco é 17h em ponto, sem vacilo - me afirmou comentou me passou a informação um senhor de Valparaíso.

- Anda-corre-voa!... Sim, senhores e senhoras, desceremos o rio Atibaia e sempre parando em outros ancoradouros - narra comunicou um senhor de Videira - Sei disso porque frequento este lugar este maravilho ponto de vista faz uma década, é.

“E ficamos no aguardo, fazer o quê. Desde já colocamos à disposição algumas bananas que o pessoal nem se fez de rogado, pegou pegaram pegando. Todos ali aproveitaram a fruta gostosa e jogaram as cascas na lixeira bem perto oportuna.

“Assim, quando de repente, aparece ele o barco a motor batizado Bem-Alinhavado. E que barco minhas amigas! Uma embarcação muito apreciável apreciada importante cheia de pose e posse e garbo. Uma bandeirinha nacional tremulando ao vento à brisa e toda desfraldada solta despregada na popa na cauda da embarcação.

- Oxalá!... Assim mesmo e agora em diante, só nos resta descer o rio e observar a paisagem - comentei com a bíci, encostadinha do meu lado nós duas no parapeito.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Qquuee hhoorraa lliinnddaa, eemm!... - comentário pertinente suspiroso suspirado da magrela e ela mesma a lanterna na mata ao redor.

- Anda-corre-voa!... Até onde me informei até onde sei até onde pesquisei... toda esta mata ciliar é nativa mata atlântica. Vejam que ma-ra-viiii-lha!... - comentários feitos e de grátis por um senhor de boné de pala nascido patiense de Paty do Alferes.

- Anda-corre-voa!... Este rio Atibaia um dos poucos que nem temos barragem e muito bom pra navegar, concordo - colocava com propriedade e sabendo bem argumentar uma dona a senhora Tita Recôndita, natural de Flores de Goiás.

“Descendo o rio Atibaia, o de sempre. Comendo bananas e jogando as cascas no rio aos peixes. Olhando as plantas da margem, algumas azuis outras amarelas e na maioria verdes verdinhas esverdeadas.

“E querem saber, minhas amigas!, as localidades os povoados as vilas os arraias as comarcas as cidades pelas quais tais e quais passamos, querem? Olhamos do barco passando assim mesmo de vista de passagem na margem do rio Atibaia e município de Rebouças e Rio Azul e Fernandes Pinheiro e Imbituva e São João do Triunfo. E cheguei chegamos eu e Rolarroda umas sete da noitinha, melhor tardezinha, o sol se pondo total encerrando totalizando já umas 19h com minutinhos grãos de areia pingando.

- Ou!... Cada cidade com seu rio necessário com seu curso d’água, né, secretária Rolarroda?! - comentei com a bíci, observando os tantos desembarques e embarques ao longo do percurso as despedidas os abraços parentes casais com saudades.

- Ré-té-té!, ré-té-téeee!... Ttooddooss ooss lluuggaarreess! - tilintou a bíci.

“Vocês nem querem nem pediram nem queriam a narrativa ida e volta? Pois aí temos e vamos concluindo, hem?! Tão tá!”

Já toda a história contada e ouvida. E foram andando as 4 cartas do baralho mais que pedalando palmilhando a estrada a claridade o destino o que for. Os objetos à venda nas diferentes lojas nem eram baratos reles vulgares soezes. As figuras de filme com seus aliases caraminholas na testa e na cabeça. E no afã de desvendar os casos os problemas as questões os enigmas as partituras. Atraindo originalidade e novidade no modo na moda de olhar as coisas. Essas a ciclistas incidentais:

- Ará-ará-ará-aráaaa!... Vocês sabem o que é heterônimo, hum?! Hoje mesmo que recebi esta dúvida - destravava com as amigas a bela e extravagante Pérola.

            - Obrigada!... Vamos pegar sol na piscina... Quem quer? - desejo de Lilás.

            - Bó-li-de!... Nem posso me esquecer... oh, gente! Me lembrem, se for o caso?! - esta a menina Rê, a mais falante do quarteto e monossílaba mo-nos-si-lá-bi-ca.

            - Lá-rá-rá-ráaaa!... Este momento está do nosso lado. Agora mesmo, pedalar é tudo - opinou rindo no seu estilo jovial satisfeito a bela a rara a iridescente Pérola.

            - Que que é!... Vamos baixar em outras freguesias, tipo, Igarapé-Mirim ou Santa Bárbara ou Itabirito ou cachoeira do Índio... - transmitia a distinta e nobre Esmeralda.

            - Oito!... Em torno de nós nas proximidades em a atmosfera está tudo agradando e colaborando - sentenciava adquiria sentia a Lilás, cordial cordialidade em pessoa.

            O que as meninas, aí na idade das 10 luas parecidas, nem sabiam ou nem desconfiavam era que... Peraí, meu! Estavam sendo seguidas... E mas por quem? Já se pode saber por quem? Um espião ou uma espiã, detetive.

            - Oxalá!... Quanto tempo faz, amigas... - começou a Lilás.

            - Rá-tá-tá-táaaa!... ...que nós e a gente as 4... - ria e falava a legítima Pérola.

            - Jus-ta-po-si-ção!... ...nem saímos aí pela praia de a Daniela... - competia a Rê.

            - Segundo momento!... ...e aprender a surfar ou andar de jetesqui - completava o raciocínio a multifacetada brilhante e carregada de luz própria a Esmeralda.

            Lá fora das cabecinhas das gurias, em fora das 4 amiguinhas, lá fora da conversa do papo das ciclistas bicicletistas, rolava um mundo também e à parte. E era bom de-boa e assim, avenida Laguna com avenida Riachuelo junto do parque do Ingá. O arroio Chuí, escorrendo escorregando correndo entre os dedos da localidade. Os branquilhos, planta de fruto cápsula tricoca, negro quando maduro. Os gambás-de-orelha-branca, cauda longa e preênsil que utiliza para escalar. Os zorrilhos, habita campos pradarias bordas de mata. Os cágados-pretos, onívoro. Os besourinhos-de-bico-vermelho, colibri que se alimenta de néctar das flores. Os corucões, insetívoro. Chimango, ave de rapina que apresenta dismorfismo sexual, ou seja, o macho é mais escuro que a fêmea. As chocas-da-mata, vocalização sequencial de notas baixas, ‘cau-cau-caaaau!...’ Aves soltas livres endêmicas migrantes pares ou coletivas e entoando os apelos em palrar grassitar turturejar grugrurejar. Sim, o tempo passa outros afazeres aí mais coisas assim e os bichos as pessoas vivendo existem moram circulam dentro de suas bolhas.

            - Oi!... Sabem e ficam sabendo, coleguinhas... Tô sentido que alguém ou algo está nos seguindo. É isso. Vamos ver? - sensação da Lilás, enquanto a pele arrepiava.

            - Caso quê!... Se for pra pedalar valendo... conte comigo - empolgou a Esmeralda, inteligente simpática interessada prestigiada joalheria ostentosa.

            - Tár-tár-tár-táaaar!... Fugas pelas trilhas da mata do parque e ainda mais - vibrava colocava vibrante a risonha hilária achada rara a Pérola, sem contas sem débitos em o armazém em o açougue em o alfaiate em a manicure em a cabeleireira.

            - Olhe lá, meus bens!... Os suspenses e dificuldades e entreveros da escapada, né?! - se derretia explicava cantava a poderosa ricaça Esmerada, sem nada de maneira nenhuma pensando em dívidas fiscais trabalhistas comerciais.

            - A-bal-ro-a-men-to!... E, olhem!... Num determinado ponto da rota e da trilha, podemos confundir o seguidor e nos separar cada uma pra um lado - arquitetava a exuberante falante simpática simpatizante insuspeita Rê, cabelos até os ombros.

            - Ótimo!... Sem perda de tempo e sem dificuldades - resumia a Lilás, menininha imatura porém correta e sem iniquidades desigualdades desvantagens desavenças.

            - Fi-lo-ma-ti-a!... E isso é tanto mais agradável prazeroso gostoso - degustava a Rê, ser vivo vivaz vivíssima esperta e ainda nas horas vagas monja eremita anacoreta.

            - Rezo pra tudo!... Sendo agora mesmo dia aberto ensolarado pra ter suspense - testemunhava conferia a Esmeralda, guidão da bíci com luvas de plástico e mais as fitinhas verde-amarelas combinando.

            - Pa-ro-xis-mo!... Que todo dia é dia de santo e santa, amém! - comentava a Rê, cheia de sonhos fantasias alegorias brincadeiras danças ritmos como um trio elétrico.

            - Ao mesmo tempo!... O universo começou no bigue-bangue... que dizem amém! - relatava a radiante Esmeralda, alisando os cabelos fofos com a mão direita.

            - Man-da-le-te!... Mas o tempo mas D mas tudo iniciou mais pra lá... quer saber! - comandou despachou pechinchou destapou a Rê, garotinha bem-afortunada.

            O cérebro das pessoas de todos os humanos faz pensar rir cantar dormir acordar inventar (cérebro - órgão do pensamento e da coordenação nervosa ou neural localizado na caixa craniana, ex: cerebral, cerebrospinal, cerebralizar). Sim, há mentes e cacholas superavançadas ou superespertas surpreendentes. Além das que são geniais. Mais porém, as que são muito boas clarividentes. E em tudo são espíritos muito ótimos em inteligência percepção e extrassensoriais ou paranormais.

            Aí mesmo as pessoas os carros na rua do Empório e já acreditando acreditam acreditaram no diário. Cada qual e cada um pegando pegou seu por menos e saiu de casa. Quem ficou em casa dona de casa se demorou um tanto mais com o café. Os autos e seus condutores respeitando a via os sinais de trânsito. E já o sistema controlando o tráfego. Tudo muito acostumado com pessoas nos automóveis e carros nas ruas.

            - Es-to-que!... Posso resumir, eu posso, me permitem? E tudo me parece bem feito bem-feito benfeito, pronto falei - que a Rê ficou toda benfeitora de momento.

            - Ora!... Eu penso que a Terra devia ter um planeta amigo namorado pra chamar de seu - queria por que sim requeria a menina Lilás, mãozinha apoiando o queixo.

            - Rei-nei-sei-teeeei!... Tão perto da Terra que custaria uma hora ou duas de voo de avião daqui até lá, hem?! - completava a Pérola, bem risonha e sofisticada elevada.

            - Al-vi-tre!... Um par de planetas redondos e luas de prata noturnas, né?! - comentário despretensioso de Rê, olhando para o céu muito ensolarado azulado fino.

            - Norte e sul!... Quando eu olho o céu noturno a lua as estrelas eu penso que D se acha aí, e em pedacinhos - conferia declarava achava no seu achismo raro caro a Esmeralda, joia boa e linda da família milionária abastada.

            - Mê-rê-rê-rêeee!... E cada planeta amigo amiga na sua bola de chutar, né?! - comentário inusitado hilário desatinado insólito da estupenda prendada Pérola.

            - Ou!... Os mistérios que vêm do espaço sideral e do cosmo, né, meu?! - cada vez mais Lilás parecia se achar um detetive investigando o abismo vácuo espacial.

            Elas pararam o que estavam fazendo e pronto. Suspeitíssimo. Pararam de pedalar pararam e olharam pra trás pros lados pro céu pra terra... Santíssimo. Elas as 4 pela idade, nem eram afeitas a ter desafios extraordinários mirabolantes. Certíssimo. Confusões e sururus, nem cogitar. Discretíssimo. Calor de 36ºC na sombra e ainda nem havia chegado o carnaval. Parecidíssimo. Em a azafamada rua Barão de Ladário perto muito cerca da praça Padre Bento. Intensíssimo.

            Assim como digo e como se diz, muita coisa parece parecerá real e comum e concreto. Mesmo como vemos olhamos conferimos o sol o céu o ser humano o prédio da esquina da rua Placidina de Araújo. Há coisas que nos deixam pensando horas.

            O que já nem era sem tempo. Casos e fatos do mundo aqui e ali e acolá, urgindo insistindo instando. Seres vivos viventes gente humanos impados empachados entupidos empanturrados (humano - diz respeito aos homens ou da sua natureza, ex: humanizar, humanitário, humanoide, humanismo, humanidade). Os alados passarinhos e noivinhas-de-rabo-preto (sempre encontradas em casais), primaveras (ave residente no rgs, essencialmente insetívora), filipes (seu ciclo reprodutivo na região sul é relatado para os meses da primavera), calhandras-de-três-rabos (se desloca entre a vegetação ou forrageando o solo), quiriquiris (alado que se alimenta de invertebrados e pq vertebrados), codornas-amarelas (vive solitária ou em pares casais). O que já sabemos pousar aterrissar dentro de a nossa fantasia imaginação.

            - Oba!... Vamos pular carnaval no clube. Precisamos pensar nas fantasias e demais máscaras lantejoulas fitas adesivos... - colocava a Lilás, foliona acostumada.

            - Rá-ré-ri-róooo!... Adoro ir de pirata com papagaio no ombro, apavoro! - confessava de prima a linda e caríssima e divertida Pérola, voz melodiosa.

            - Eu vou nessa!... Gosto muito dos blocos fazendo folia no salão, hem?! - logo a Esmeralda, cheia de graça e preciosa e quase famosa afamada insigne.

            - Mi-nu-den-te!... Sim e você fez ótima pedida excelente escolha. Digo os meus parabéns em pessoa, pessoalmente! - continuava a Rê, um sorriso brilhante nos olhos.

            - Chão de estrelas!... Se é pra fazer arte então vamos ser artistas, né?! - explicava comentava incentivava a estrela brilhante a Esmeralda.

            - Olê!... E digo e entoo, ‘Allah-lá-ôooo... ôooo... atravessamos o deserto do Saara... ôooo... o sol estava quente... ôooo... queimou a nossa cara... ôooo!...’ - brincava cantando uma marchinha carnavalesca preferida eterna a guriazinha Lilás.

            - Dis-cre-ta!... E canto cantando, ‘ci-da-de maravilhosa... cheia de encantos mil... ci-da-de maravilhosa... encanto do meu Bra-siiiil!...’ - incentivava fomentava estimulava promovia desenvolvia a encantada cantante sambista intérprete a Rê.

            O ribeirão do Caçador, ele mesmo líquido e borbulhante, resvalava aí e corria em curvas e desníveis. Pelas margens e bordas um reflorestamento linear mata ciliar e verde que te quero verde e curupiás e folhas-redondas e mututis-brancos e quiabinhos-do-campo e cipós-cravos e sapatinhos e juás-listrados e caúnas (planta herbácea) e pinheiros-d’água e figueiras (de hábito arbóreo). Se transformam se formarão jardins naturais comuns ou originais que pertenciam que pertencem que dizem respeito à grande avaliação à alta-roda do céu.

            - Outra!... Será que temos suficientes seguidores, minhas amigas?, pergunto! - era assim a dúvida da Lilás, levando em conta que as redes sociais atingem muitos fãs.

            - Tempos se formam!... Uma enquete cai bem cairá muito melhor, né?! - lembrava comentando a Esmeralda, joia pura limpa transparente como água.

            - Lá-lê-lê-lêeee!... Quando for uma pesquisa polêmica com busca indagação perguntas e respostas, tá legal?! - cantava se ria a maravilhosa esplendida Pérola.

            - Bu-zi-nar!... Então, o su-ces-so... Os tipos existem depois a partir do momento que são nomeados e batizados, concordam?! - destaca destacou a sincopada Rê.

            - Olá!... Alguém é real e normal se tem o seu nome próprio - colabora colaborou sempre ligada e atenta a Lilás, que entende de dar nome aos bois e pingos nos ii.

            - Ór-bi-ta!... Que o nome diz tudo e indica a identidade a própria real realidade - confirmando sua opinião a Rê, jogando as pontas dos cabelos macios pra trás.

Pássaros no berreiro em a ingresia algaravia alarido balbúrdia ingranzéu e batuíras-de-papo-ferrugíneo (cabeça e nuca e pescoço cinzentos), pica-paus-verdes-barrados (vive aos pares ou pq grupos), curutiés (mais ouvido que visto), joões-tenenéns (se movimenta ativamente à procura de alimento), jacurutu (ave rapinadora rapinante preda mamíferos anfíbios insetos e répteis como lagartixas-da-areia (este um réptil pq lagarto iguanídeo) ou moluscos bivalves tais como ostras-do-mangue ostras-gaiteiras gureris (estes geralmente presos nas raízes das plantas do alagado). A distribuição por todas as regiões e zonas do rgs. (Rio Grande do Sul ou rgs - Estado brasileiro cuja capital é Porto Alegre, população 11 milhões, área 281 mil km² e nono em tamanho, gentílico gaúcho sul-rio-grandense rio-grandense-do-sul, lema ‘liberdade igualdade humanidade’, clima subtropical úmido e oceânico). Pronto tudo e sempre, merecia uma foto documento? Olhar o passarinho e ‘plique!...’ Merece.

            - Outrossim sincero!... Olho e vejo uma ótima porção de coisas, porém... é tudo mais ou menos - declarou confusa interrogativa a rica e sofisticada Esmeralda.

            - Ora!... Sinto que alguém nos segue... Sinto mesmo, é - renovou a Lilás.

            - Asa-asa-asa-aaaasa!... Mas tanta coisa aí ao nosso redor... E seria o quê, queridas - conversou rindo muito se divertindo brincando a divina responsável Pérola.

            - Á-ba-co!... A quem lhe aprouvesse... E podemos aguardar - dividia a Rê.

            - Olá!... Acredito que é alguém que quer falar comigo. Vamos olhar melhor? - pediu encarecidamente a menina Lilás, já um pouco mais preocupada com a hipótese de que estava vivendo um jogo e investigada espiada por detetives investigativos.

            - Me-tá-te-se!... Eu adoro suspense claro e escuro e isso muito me comove, tenge e gente! - exclamava aclamava brincando a Rê, mudando a ordem da palavra.

            - Oxalá!... Quanto mais eu sei, mais eu penso. Quanto mais eu evito, mais eu sei - a menina Lilás dentro de uma confusão de ideias e ou pareceres.

            - Ins-ta-la-ção!... Pensamos tanta coisa, né, gente?! - perguntava declarava a exuberante Rê, olhando em volta e uns olhos meigos um olhar já 1 pouco cômico.

            - Loé-loé-loé-loéeee!... Um dia desses vocês amigas vão me ver de binóculo lupa e óculos de grau investigando aí pelaí - declaração da Pérola, espirituosa e sofisticada.

            - Es-troi-nar!... Me divirto com esses perdidos e achados, pode ser?! - confidenciava a generosa Rê, também importante estimada de enorme estimação.

            - Ouro!... Temos que pertencer a uma missão de alguém curioso ou quem sabe detetive investigadora ou policial especial - que a Lilás desconfiava estar no meio de uma trama internacional e com que finalidade com que fim e quais finalmentes.

            E ali paradas olhando ao redor. Como nem viram nada suspeito ou fora do comum... Bem, aí deixaram pra lá as suspeitas de Lilás e embarcaram novamente nas bícis e recomeçaram a pedalar, ‘ble-que!, ble-que!...’ e se comunicando falando no mas cabelos ao vento sopro tênue olorosos de leve muito levemente ondulando os cachinhos:

            - Ora!... Vamos continuar de bíci. Ótimo, vamos em frente... - convidou Lilás.

            - Ahahahah!... Acho que, klá-klá-klá-kláaaa!... você Lilás... pode dizer que vê e ouve coisas, aiá-aiá-aiá-aiáaaa!... - falava e ria ao mesmo tempo, no seu estilo jovial, a também prestigiosa envolvente graciosa difícil que nem é fácil a informal a Pérola.

            - Ca-ta-pim-ba!... Mas que surpresa hiper mega, uau!... - expressava a leal Rê.

            - Olá!... Como alguém pensou pintar nossa escola de azul e branco. - a dica a fala a naturalidade da Lilás - Como alguém pensou construí-la sobre o morro do Sifão. Tenho que acreditar que é tudo muito escolha de alguém mandão e poderoso, hum!...

            - Muito e obrigada!... Trabalhar na escola é em repartição pública - contava a Esmeralda, joia rica valorizada de alto valor agregado e muito mercado joalheiro.

            - Ni-ri-ri-riiii!... Vamos comparar o tempo com o clima, hein?! - comentava sugeria lembrava a feliz a profunda Pérola, uns dentes brancos sólidos bem cuidados.

            - Tri-bu-to!... O verão chove mais que o inverno, será serei serão? - instigava provocava a sistemática prática pragmática estudiosa Rê.

            Os corações das minas batiam com naturalidade normais individuais. Os corações batiam nos olhos nas asas nas falas. Os corações ‘tum-tum-tum!...’ no compasso das pedaladas no ritmo da hora e com as imagens que vinham de fora.

            - Mi-ni-ni-niiii!... Tenho de dizer que meu time vai jogar hoje e nem sei o resultado o que devo esperar, é - se ria igual bandeira despregada a luxuosa Pérola.

            - Oi!... Lembro disso e vagamente do meu time superior em tudo e todos - comentário jocoso dito chistoso da Lilás, suspirando suspiros conformados.

            - Cho-car-ri-ce!... O jogo no gramado prefiro que seja de noite depois que vou dormir, se querem saber já te digo - destacou explanou modo motejo dichote a Rê.

            - Taça é taça!... Quem torce é supersticioso, e aceita a sorte que lhe dão de bandeja - comemora relembra com ditotes piadas a verdíssima informada a Esmeralda.

            A praça Rodolfo de Almeida Bacha, os foguetes espocando, os cães atônitos, foguetes voltaram a estourar, o céu sempre espaço brilhante (praça - área urbana arborizada e ajardinada, com bancos pra descanso, chafarizes, feiras e leilões e comícios, ponto de taxis, banheiro público, lugar pra alugar bicicleta, carrocinha da pipoca). Uma multidão se aglomerando e irrompendo em vivas e aplausos e farra ensurdecedora. E digo mais! O vento patuleia plebe plebeu ralé bufava alvoroçava de montão. E moradores locais o povo uma galera já se ouvia conversas se conversava muito versavam riam e brincavam demasiado em grupo. E confiro mais! Desde já subiram ao palco em o trampolim na plataforma no tablado os artistas e cantaram, e se ouviu, vieram ver, os aplausos risos foguetes bater espocar o trincar das gargalhadas, ‘guá-guá-guáaaa!...’ Tudo previsto dentro do contexto atual da micareta. Parecia um evento um festival uma representação. E digo afirmando. Aves espantadas voavam para outra freguesia. Sim, uma liça outra disputa e tudo à pamparras, festa excelente manjar comemorativo ótima qualidade muito apetitoso por demais saboroso.

            - Lio-lio-lio-liáaaa!... As pessoas contam piadas, os sapinhos-de-jardim coaxam - comentava entendida a poderosa caríssima Pérola, bíci com freio a pedal e manual.

            - Oie!... ‘As gentes perdem amigas, mas nem perdem piadas!’ Ainda quem diz esta é minha querida avó materna, dona Amélia - emendava a Lilás, a bíci Rolarroda esta mesma com nome e tudo sua mascote de passear.

            - Muito que bem!... Os humanos bípedes sábios comentam entre si - dizia com estas palavras a bem conceituada lapidada facetada Esmeralda, a bíci pneu novo balão.

            - Pro-so-po-pei-a!... Grande raça dos que comem bebem e dormem a sesta - emplacava esta ideia ela mesma a joia rara validada no mercado dos presentes caros e raros a Pérola, a bíci sem guarda-lama sem cestinha sem carona com guidão estiloso.

            - Oito!... Festas à fantasia, igual que no carnaval... Isso sim de verdade é gênio e eu aprecio - ditava ofertava projetava a abelhinha lilás a Lilás.

            - Pão de queijo!... Vamos desfilar o 7 de Setembro em o centro da cidade, gentes! - noticiava comentava a Esmeralda, mina preciosa raríssima verdinha em folha.

            - Olê!... Nem é espetáculo? Nem é formidável? - indagava comentava sugeria a Lilás, olhos olhar olhares arguciosos sagazes ardilosos matreiros manhosos.

            - À vista de todos!... A frequência do som sonoros pode ser grave médio agudo, tenho dito! - comentou a Esmeralda, olhos verdes rebrilhantes cor esmeralda.

            Sim, o dia estava bom para andar aí e pedalar pela beira da rua Padre Januário pertinho da praça Inhaúma. Tudo conveniente, tudo dez, tudo responsável respondível. Realmente o populoso bairro Proiz, este sim estava arrumado com as sorveterias abertas tentadoras. Trânsito de carros e veículos e automóveis conforme o fluxo nos dois sentidos e, cá pra nós entre nós, muito acachapante esmagador acaçapante. Cada condutor com seu auto ambos e parando no semáforo no sinal na sinaleira para olharem em volta e, cá pra nós e entre nós, demais indiscutíveis irrefutáveis irrefragáveis.

            Também as árvores em fila uma por uma indiana respirando todas elas inspirando expirando. Plantas samambaias-douradinhas (feto arbóreo) e perpétua-do-mato (planta sudorífica medicinal que cuja infusão provoca transpiração) e guaximbés e marmeladas-bravas. As aves perambulando pulando de galho em galho e alçando céu.

            - Pudera, sim senhoras!... D permite coisas óbvias como água e chuva, praia e sol, rio Saracuruna e barco, árvore ingaxixi e sabiá-poca - imaginava imaginativa a multimilionária tesouro em preciosidades de joia e relíquias a Esmeralda.

            - Oh!... Isso merece uma foto e até me recorda, né?! Merece! - a Lilás que pedia.

            - Hi-hê-hê-hêeee!... Coisas que eu sei fazer sozinha e ou com minhas melhores amigas, ou seja, carnaval no clube e praia de Jurerê e algodão-doce da tendinha - relacionava enumerava arrolava lembrava a Pérola, outra menina ultravalorizada.

            - A-ni-ma-ção!... O verão é muito amigo dos gelados e sorvetes, cara! - sempre pronta a Rê, cabelos soltos ou trançados atados com fita descendo até o meio das costas.

            - Uma sombra em a água!... Alguém recorda relaciona debate a estação ecológica de Tamoios, a ilha do Cedro? - colocava em discussão em disputa em debate inquirindo a empoderada ponderada finíssima pudica caríssima Esmeralda.

            - Mo-bi-li-da-de!... Quando eu concordo que a gente pode desfrutar de férias em a ilha de Josefa... - relatava este convite a imediata a gentil a esperta a original Rê.

            - Obrigada!... Digo que o céu é azul porque tem aí muito ar condicionado zen, tá legal?! - comemorava justificava embelezava debatia esta página nova a Lilás.

            A concentração urbana a cidade de Mairiporã, ‘água bonita de Maíra’ (este herói mítico tupi), mairiporense ou mairiporanense. E somando a tudo e ao litoral a praia do Aventureiro. Mar semeado de ilhas e as ensolaradas salgadas praias. Ondas que vêm e vão, quebrando lençóis na areia. Depois com barcos a vela e navios mercantes. A biodiversidade marinha aquática e aérea e gaivotas-de-rabo-preto (se alimenta de siris e caranguejos, os crustáceos), trinta-réis-boreais (amplamente distribuído pela costa do B), trinta-réis-reais (é visto avistado em grandes bandos nas praias marinhas), talha-mares (ave da família dos rincopídeos, encontrada em mangues rios lagos estuários da costa brasileira), urubus-de-cabeça-amarela (é visto solitário aos pares em grupos). Ainda se avistam os navios cargueiros petroleiros pesqueiros patrulheiros da marinha. Os prédios ambulantes hotéis flutuantes os transatlânticos os cruzeiros com propósitos turísticos e altos fabulosos estipêndios salários soldos contribuições remunerações. As jangadas coloridas com um mastro uma vela e âncora de pedra. A cidade a ver navios.

            - Ouro!... Vamos devagar que é muito sol por este dia... - conferia a Lilás.

            - Eh-eh-eh-eeeeh!... Vamos devagar que são tantas as opções, né?! - dizia e competia se rindo a eufórica Pérola, também multifacetada no seu esplendor natural.

            - Compete a mim!... Vamos devagar e terra e mar e céu, conferem?! - lembrava ainda cedo a Esmeralda, gatinha de beleza preciosa e raríssima.

            - Gri-fa-do!... Vamos devagar com vagar sem pressa vagarosamente sem brusquidão - recomendava com suavidade a maravilhosa Rê, consultora do dicionário.

            - Olê!... Vamos que nada nem coisa alguma pode nos atrasar, confere?! - comentário comentando a Lilás, essa pequena estudante futura artista plástica.

            Claro que cada coisa existe existiu existirá e que 1 tinha tem a ver com a outra. E as outras com 1 e cada qual. Cada objeto coisa equipamento no seu lugar. Tudo comum, ou seja, altos mistérios do fim do mundo dando a volta na lua.

Deste lado deste outro do mar, terras firmes e identificadas, o parque Mambucaba, o rio Perdizes, a cachoeira Chapéu do Sol ou Joelão (cachoeira - torrente de água que corre corredeira e cai formando cachão borbotão turbilhão, outros ex: cachoeira de avistamento Vovó Lúcia, cachoeira de Matilde na rota do Vale do Inhame em Alfredo Chaves alfredense). Portentosos edifícios o máximo e a máxima. Grandes lojas de roupas prontas o tômbolo e a tômbola. Ótimas clínicas de atividades e terapias alternativas ou mesmo esotéricas. Oficinas especializadas especiais vendendo máquinas de fragmentar papéis a assunção e a ascensão. Consultórios odontológicos clínicas de rejuvenescimento e pundonorosos denodados briosos altivos limpos sem pejo bem iluminados janelas amplas vidros fumês. Escritórios contábeis do oitavo ao décimo oitavo andar e com janelas frestões em formato ogival. E regressamos!

- Ou!... Isto é incrível e ótimo, convenhamos minhas melhores colegas - decidia analisava analista analisou a Lilás, palma da mão esquerda segurando o cotovelo do braço direito e mais pedalando conduzindo a bíci sem prender sem segurar o guidão.

- O tempo supera as horas!... Sim e é certo que temos muito campo campos grandes que amanhar lavrar adubar cultivar colher - esta mina a Esmeralda, dentes alvíssimos esplendorosa sorriso de flor cores de beija-flor-de-garganta-verde.

- Cam-pás-cu-o!... Sobe aos céus os cantos das aves, então - comemorava encantada a Rê, gabando vangloriando campando elogiando as aves intérpretes.

O sol crescendo crescia incrustado inserido incluído embutido no celeste azul anil do oceano céu. E aboletado alojado instalado no plano mais alto perto de D. E sol solar ele mesmo ao longo do dia diário impagável impávido colosso. E conforme as horas, quanto mais longe melhor quanto mais alto maior. Quanto mais os humanos necessitam dele o sol, mais ele aumenta de valor em ouros quilates. Quando diminui a procura por ele o sol, menor o tamanho e se some se esconde entre as estrelas da noite.

- Oba!... Desde quando o sol nasce até que se põe um dia completo - interesse da Lilás, certeza boa plena cabal total completa completinha.

- Pé-ri-plo!... O que vocês imaginam verificam olhando as estrelas, o firmamento? - indagou imaginativa a Rê, suspirando e passando a mão no queixo.

- Está tudo certo!... Nosso espaço sideral é tão confuso e inesperado e inacreditável, nem é?! - dúvida magistral da Esmeralda, preciosa dengosa futurista.

- Tchá-chá-chá-cháaaa!... Os alienígenas vêm, quando vêm e chegam, exatamente de noite céu claro boa noite estrelas sem fim - relatou de sua parte a Pérola, valiosa hilária preparada e o castanho dos olhos dela luzindo luziu suave suavemente.

- Ou!... Os mistérios nem têm explicação, óbvio - supôs que sim a Li.

O sol uma estrela que segura os planetas do mais perto ao mais longe de si Mercúrio Vênus Terra Marte o quarto Júpiter (maior dos planetas tem diversas luas o quinto em distância do sol) Saturno Urano Netuno... Aparecem astros de vários tamanhos. E se jogam ou foram jogados aí como tal e qual bolas de sinuca, pronto falei!

- Obrigada!... E Plutão é nome de xerimbabo? - interrogava recordava a Lilás.

- Zu-zum-zum-zuuuum!... Juro que os óvnis e seus tripulantes estranhos fora de série e sim vêm originários de Saturno. Quem sabe de outra galáxia, outra banda do universo, outra atmosfera - discorria imaginava a Pérola, esplendorosa falante risonha.

- So-bre-tu-do!... Comemoro que o planeta mais maneiro e bonito é Saturno, com seus anéis impressionantes - colocou a Rê, cabelos revolucionários caindo diante dos olhos úmidos e penetrantes e fascinantes.

- Oito!... Perfeitamente sim estamos dentro no começo da galáxia a Via Láctea, feita de leite e poeira - delimitava honestamente a mina Lilás.

- A grama e as árvores!... Este universo ainda nem está concluído e acabado, hem! - intuía composta recomposta decomposta superposta a Esmeralda, esmeraldina.

- Su-ben-ten-di-do!... O infinito universo nem tem um fim previsível. E depois de tudo ainda continua... - determinou contente satisfeita confirmativa a Rê.

Já a estrada Santa Inês e o outro bairro Jardim Peri. Edifícios prédios pisos e andares com terraços balcões descobertos jardins suspensos bucolicamente e capas-cão (planta que possui espiguetas em fascículos de 3-7 pediceladas e agrupadas, oval-lanceoladas com duas flores hermafroditas), ervas-capitão (vegetal no habitat de áreas úmidas e secas), guaipés (pq arbusto terrâneo), gravatinhas (apresenta látex em seu esporófito), ninfeias (herbácea, floresce na primavera e verão e outono), beldroegas, calções-de-velho (erva perene e ascendente de 30 a 40cm de altura). Quem viaja por estas áreas já nem nota a diferença desde os tempos imemoriais de a mata atlântica. E o mais era é continuará sendo adorar amar honrar respeitar esperar inspirar e aspirar.

            - Olá!... Que eu acho esquisito é o Tato e a Tata, meus gatos o gato e a gata, pegando sol em plena segunda-feira e miaaaau!... - assim achava a Lilás, e miou.

            - Acredite de-boa!... Eu estava assim, que tal!, lá em casa e olhei aqui ali... De repente minhas caras colegas!... De repente e de súbito!... Nem é que meu colar sumiu da minha gaveta de o banquinho ao lado da cama!... - relatava com altas vozes e grandes gestos fazendo desenhos no ar esta estranha e lapidada acendrada esmerada Esmeralda.

            - Oxalá!... Se fosse lembrar eu acharia o mar e a praia da Quixaba, recomendo - vibrava muito contente e enormemente empolgada bronzeada a fina Lilás.

            - Im-ple-men-tar!... E aí vamos à praia Majorlândia?! - queria saber e logo a Rê.

            - Passa esta rua!... Meu colar de miçangas havia sumido sumira da gaveeeeta-ta-ta!... E me perguntava: onde está?, onde fica?, onde tá tu, colar querido?! - surtava a Esmeralda, rica polida facetada joia rara e torcedora do Juventude (de Caxias do Sul).

            - Be-tes-ga!... Vamos mudar de assunto e ir até a praia do Zizi, digo já e diz digo a degas aqui e agora - era a ideal idolatrada ícone a Rê, que buscou compensar o dia leve com um assunto pactual e pactício.

            - Já-já-já-jáaaa!... Mesmo a despeito das férias ainda muito distantes e só assim lá em junho ou julho - um pouco se rindo contente risonha a luxuosa e rosada Pérola.

            - Oi!... Pedalamos rápido que o almoço já está e a comida em a mesa - provocava competição a extrema amiga Lilás, agora hoje com cabelos soltos ao vento.

            - Que boa esperança!... Inventividade divina de D e inventividade humana - declarava debatia distinguia a bela rara muito cara compensada Esmeralda.

            - Com-pro-van-te!... Meu sonho é morar em sem número de cidades e exemplos, Monte Carmelo, Patrocínio, Romaria, Abadia dos Dourados, Coromandel - respondia a um apelo do sentimento a suspirosa imaginosa fantasiosa Rê.

            - Oito!... Passear pelas ruas e parar nas sorveterias pastelarias docerias... - comunicava seu gosto suas preferências gastronômicas a leve suave Lilás.

            - Olé-li-li-liiii!... Quando gosto de uma coisa eu vou e amo a tal coisa, né?! - confessava testemunhava explicava proseava a maior raridade a Pérola.

            Uma caminhonete furgão parou aí no meio-fio super em frente da prefeitura rua da Falésia esta rua estólida absurda descabida e sem discernimento, no momento neste passar de acontecimentos. E começou a vender espiga de milho verde com delícia de manteiga e sal direto da panela fervente e ofegante sobre o fogo.

            E logo a seguir a rara Esmeralda, pedra superpreciosa, espirrou, ‘tchechiéeee!...’ fácil sutil baixinho quase sem ruído... que acabou tendo mais cuidado e precavida com falar e respirar, são duas coisas perto mas diferentes, e já completando, respondendo:

            - Isso já é bom!... Quanto mais espirro mais eu sei contar piadas, e zzzzzêeee!... - concluiu Esmeralda, joia digna cobiçada opulenta deslumbrante irresistível perene.

            - Obrigada!... O mar tem gaivotas-rapineiras e ilhas perdidas! - rebateu Lilás.

            - Eh-eh-eh-eh!... Meu espelho tem 1 imagem que nem me canso de olhar, di-di-di-diiii!... - ria refletia a diferente Pérola, que sua suave alegria cativante cativava todos.

            - Sim-pa-ti-za-mos!... Minha mãe já morou em Douradoquara e Iraí de Minas e Grupiara... - que a ideia de Rê era viajar o mais breve possível.

            - Ká-te-ti-tiiii!... Viajar sempre é bom e bão, desde que seja sobrevoando num balão - imaginava sonhava a cantante risonha esplendorosa Pérola.

            - Re-vo-gar!... Meu pai já aportou em Volta Redonda, a ilha de São João, rua Bartolomeu Bueno da Ribeira e diz dizendo ele que aprendeu a nadar no córrego Santa Rita - confidenciava confrontando rememorando lembrando a cerimoniosa Rê.

            - Oh!... Sim, que o B tem tantos lugares imperdíveis - a compassiva Lilás, e já se conectando com tudo e o grande aparato do mundo multiverso.

 

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