Manhazinha e de tarde em hora
noturna se desintegrando em o distrito (subdivisão de município) de Dom Lara na
cidade de Caratinga, dos caratinguenses. Começo de dia alvorecer e pôr de sol e
rio Itapocu o parque Diva Paim Barth a avenida Parigot de Souza em Toledo. Amanhecer
e tardezinha e noite se passando em Aracati; em tupi quer dizer, ‘tempo bom, ar
bom’; gentílico e terra dos aracatienses (tupi-guarani - grupo indígena cuja
família linguística possui a maior distribuição geográfica no B, ex: tupiná,
Tupi Paulista-sp tupiense, tupioide, tupinaé, túpico, tupinismo, tupiniquim,
tupinologia). Os mesmos turistas visitantes veranistas que avistam a cidade
ficam curtindo a tropa as famílias de capivaras na beira do rio Jaguaribe.
Às margens plácidas bordas povoadas de
bate-caixas, caraguatás-do-banhado (planta cuja fenologia se dá de novembro a
janeiro), cuícas-de-cauda-grossa (cabeça curta, corpo alongado, patas curtas,
cauda grossa e longa), ratos-do-banhado (hábito terrestre e semiaquático), tatus-molinas
(apresenta carapaça com sete bandas ou cintas), morcegos-orelhudos
(insetívoro), pererecas-do-banhado (vocalização lembra o som de castanholas,
‘tá-tá-tláaaa!...’), cobras-d’água (serpente áglifa adaptada pra vida
aquática), carões (ave que se alimenta basicamente de gastrópodes aquáticos,
aruás), maçaricos-de-colete (a fêmea é menor que o macho),
gaivotas-marias-velhas (generalista, se alimenta de peixes crustáceos moluscos
carcaças e até mesmo lixo), tapicurus (plumagem preta com brilho verde-azulado).
Essa massa de seres vivia vive existe seguindo o zigue-zague do rio Jaguaribe que
por sua vez pega pegando comunidades humanas vilas mundo afora ilhas enseadas.
As maiores populações da beira do
ribeirão da Laje ou córrego Sales ou lagoa Silvana, sem dúvidas e sem
subterfúgios, estavam aí as capivaras e ratões-do-banhado (hábitos diurnos e
bons nadadores) e os tuco-tucos-das-dunas (seus dentes incisivos frontais são
proeminentes e ficam expostos). Muito tempo que nem viam esses tais e quais
roedores, os maiores do mundo (mundo - a totalidade dos astros e planetas, o
firmamento, o universo; ex: Mundo Novo-ba mundo-novense, mundos e fundos,
mundial, mundão, mundanal, mundo sensível). E já os turistas piravam riam muito
alto gargalhavam ‘grá-grá-gráaaa!...’ aí com os animaizinhos e aproveitando tirando
fotos e vídeos e ‘meu D!...’ Sendo que mais à noite no museu do camarão-d’água-doce
ou pitu (família dos palemonídeos) completavam os suspiros com ‘meu D!...’ (D -
ente infinito eterno sobrenatural existente por si só ser primordial o pai o
filho e o espírito santo D com dê maiúsculo, ex: deus-dará, deus-me-livre, deus
e o mundo, deus queira).
- Note!... Estes exemplares estes
camarões preferem mesmo a água doce a água de rio corrente a água limpa do
fundo entre as pedras - ensinava educava comentava o guia seu Atílio
Coudelaria, e rodeado de turistas curiosos querendo fotografar.
- Note!... Que estes aqui já foram
capturados e estão sendo vigiados para embarque aos centros consumidores, tão
ligados?! - mais uma vez o guia apontava para os tanques em o armazém no porto
junto ao rio Jaguaribe.
- Olá!... Estas espécies são peixes ou o
quê? – pergunta/dúvida da Lilás.
- Note!... São crustáceos decápodes, ou
seja, possuem uma crosta ou crusta uma carapacinha e se locomovem com dez patas
ou pés - o guia respondendo explicativo.
- Note!... Importante que se repare que
o peixe possui nadadeiras em substituição aos membros - colocava exemplificando
o guia seu Atílio, poliglota inclusive.
E Lilás gostou tanto gosta tanto de
bichos de estimação estima tanto que levou pra casa alguns exemplares dentro de
um vidro um pequeno aquário. E merecia valia uma foto? Claro que merecia,
‘fle-te!...’ O que merece, merece e se compartilha diante das merecidas férias
e com e para as melhores amigas os parentes. Merece!
- Oi!... Provável que vão comer do
bom e do melhor, afirmo - comentava a menina Lilás, se referindo aos seus
crustáceos estimados cheios de perninhas e antenas.
- Note!... Um aquário pode dar certo
com detalhes e requisitos bem cuidados e coisa e tal - já alertava o atento
solícito guia seu Atílio morador no bairro dos Apotecários e ali mesmo em
Aracati, cidade com seu antigo núcleo urbano tombado pelo instituto do
patrimônio histórico e artístico nacional, iphan.
- Quê!... De repente preferem uma
água mineral e esconderijos na paisagem subaquática, hem?! - lembrava a mãe,
perseverante determinada implacável planetária.
- Qual!... Isso e mais, são casais
que conspiram pra viver melhor - colaborou o pai, um preparado excelente
crioterapeuta e ainda por cima sujeito justo correto certo combinado assinado
vacinado torcedor ferrenho da SER Caxias (grená do povo).
- Ouro!... Fica certo desde já que o
casal de crustáceos... Vou ter que batizá-los de alguma forma - a menina com a
justa mania de nomear seus amigos prediletos.
- Qual!... Cada indivíduo ou o casal
como par e família tal e qual? - o pai participava desta procura por nomes e
nomeações e atribuições.
- Quê!... Logo logo o casal
procriará e serão multidão e dezenas, hein! - a mãe entendia que camarões têm
rápida e fecunda e numerosa prole descendentes filhotes.
- Note!... Te asseguro que eles nem
têm hora certa pra comer, embora aqui nos tanques de seleção a gente controla a
fome dos bichinhos - ainda instruía o guia.
- Oito!... A mãe camarão f se
identificará como Zambumba, e o pai camarão m como Zabumba. Parecem nomes
próprios, nem parecem? - ela nomeou como achou de nomear e pediu opinião sem
necessidade de fazê-lo, já que era dona e proprietária e amiga e protetora e
tratadora do casal de palemonídeos.
- Oxalá!... Vou ornamentar o fundo
do aquário e com pedras roladas e grutas e algumas algas. Podemos acrescentar
uns peixinhos artesanais? - trocou ideias a guria.
A excursão familiar ainda circulou
passeou passou por outras localidades identificadas que merecem comentários ou
uma esportiva referência, municípios pitorescos e com graça e pontos turísticos
incríveis for-mi-dá-veis. Cidades comarcas com nome renome nomeadas mapa
mapeadas mapeio mapeáveis mapear (cidade - aglomeração humana de importância
localizada em área geográfica limitada circunscrita e que tem numerosas casas
destinadas à moradia e ou atividades comerciais, ex: cidade-dormitório,
cidade-Estado, cidadão, cidadania, cidade-jardim, cidadela). De uma cidade pra
outra pegamos vamos de carro de moto pegamos o trem o ônibus, maiormente.
E uma Dracena, dracenense (cidade que é
um mosaico de tradição e modernidade, os artesãos trabalham as joias
semipreciosas conhecidas no mundo inteiro, as ruas estreitas em forma de
labirinto do centro histórico oferecem um palpitante e estupendo casario do
tempo do império), Ouro Verde, ouroverdense (núcleo urbano cativante que cativa
por sua silhueta seu perfil inconfundivelmente elegante, os restaurantes sempre
repletos cheios nas noites de final de semana, lugar que deixa sem fôlego quem
a contempla especialmente no entardecer anoitecendo), Monte Castelo,
montecastelense (uma joia colonial no meio da região das minas, casas
patrimoniais contam da prosperidade do café nos séculos passados, o atrativo do
trem maria-fumaça oferece um belo passeio pelo interior do município), Junqueirópolis,
junqueiropolense (oferece excelentes passeios e trilhas com fazendas em pontos
estratégicos no alto das montanhas em a serra da Mantiqueira, é famosa pelas
cachoeiras e águas termais), Nova Guataporanga, guataporanguense, tupi ‘caminho
bonito’ (o movimentado centro prova do agitado comércio nos dias de semana, um
lugar para negócios e intensa vida noturna com festas e eventos), São João do
Pau d’Alho, paudalhense (uma cidade acolhedora para uns dias de lazer e quem
quer fugir das cidades grandes contando com hotéis e pousadas de todos os
níveis, um centro cultural vibrante com gastronomia famosa especializada em
produtos do campo mineiro, os amantes do montanhismo podem optar por trilhas
nos morros da localidade), Nova Independência, neo-independente (a parte antiga
da cidade oferece uma ida e volta ao passado colonial, o lugar já inspirou
poetas literatos que se perderam entre suas ruas calçadas de paralelepípedos de
pedra basalto), Guaraçaí, guaraçaiense (o centro urbano resplandece com as
casas pequenas antigas pintadas com cores fortes vivas, os restaurantes e bares
fervem nas horas do entardecer com mesas e cadeiras ao ar livre nas calçadas e
varandas), Murutinga do Sul, murutinguense (a cidade é conhecida pelo carnaval
fora de época a micareta, a igreja matriz NS da Conceição engrandece pela
arquitetura neoclássica, outro atrativo e cartão-postal renomado é a ponte
sobre o rio Aguapeí). Cada lugar com sua pontuação no guia turístico, como se
faz com as estrelas dos hotéis e restaurantes. E o que possui nome fica
prospero(a) e nem se esquece. E sempre se tem e se pode captar criar adquirir inventar
novas interessantes imagens figuras mentais.
- Oi!... Olhando tudo eu sinto falta
de tudo e mais um pouco - comentava comentando a menina Lilás com seus pais e
já na volta da excursão aos sertões do B.
- Quê!... E sem querer atrapalhar o
teu raciocínio fia... Você cansou de viajar? - que a mãe via na filha uma
vontade imensa de chegar em casa.
- Qual!... Minha filha quer contar
às amigas, quer mostrar as fotos exclusivas e ainda nem enviadas... e etc -
deduzia debatia o pai, também querendo chegar em casa e relaxar na sua cadeira
de balanço enfim descansar das longas férias.
- Opa!... Talvez eu esteja um pouco
confusa de os tantos hotéis que pegamos, é - analisava analisando
satisfatoriamente a guria, rica em lembrancinhas suvenires.
- Quê!... Um pouco de descanso e
estaremos pra outra viagem cheia de endereços e pontos de vista, pode crer, fia
- reconhecia a mãe.
- Olá!... Uma coisa eu fiz e com
gosto e prazeres... que foi enviar um montão de imagens as minhas grandes
amigas, ahahahah!... - se ria divertida recompensada a Lilás.
- Qual!... E saber sabendo que nem
sequer visitamos museus igrejas conventos bibliotecas, estes tipos de
instituições - reconhecia o pai, franzindo a testa pensativo.
- Ou!... Uma coisa é viajar de
férias, outra bem outra é conhecer e reconhecer os tais pontos famosos -
debatia com propriedade reconhecendo reconhecia a Lilás.
- Quê!... E será que um dia
voltaremos com saudade aos mesmos bons lugares? - perguntava se perguntando
indagando a mãe, toda olhando pro alto do céu do céu.
- Qual!... Eu comi nós comemos
aquele pastel com caldo de cana... foi na padaria Haver Divino em Monte
Castelo... E já estou querendo repetir e sei vai me dar ainda muita água na
boca - comentário raro insinuante do papai.
- Olê!... Foi assim mesmo que
esqueci de lembrar de fotografar o chafariz lá em Dracena, meu socorro! -
recorda ela guria imediatamente sua já foto perdida e quiçá.
- Quê!... E o cheiro das buganvílias
os pés de roseiras-do-mato floridas primaveras tapiricas em todas calçadas de
ruas profusamente da querida famosa procurada Ouro Verde, hein?! - uma já
idealizada imagem veranista da mãe.
- Obrigada!... Que combinamos mar e
rio e mata e montanha, hem?! - debateu conquistou a Lilás, parecendo muito
contente com tudo que foi visto e usufruído.
Que esta menina lilás na cor
original oficial pensava ir longe. Paciência. Exatamente como se viam como eram
admirados os seus olhos vivos e brilhantes. Mas naquele dia a garotinha tinha
mais dois objetivos cravados em sua mente poderosa antes de subir pra escola na
hora de entrar na sala de aula (escola - estabelecimento público ou privado
onde se ministra ensino coletivo, ex: escolágio, escolaridade, escolarizável,
escola normal, escola fundamental, escolado, escola de samba). Um dia alguém
inventou a escola ir pra escola e isso ficou pra sempre e aí está continuando.
E são os objetivos procurados os alvos
importantes da mina Lilás. De prima e a primeira número 1: a) levar a bíci parar
no posto de combustíveis pra calibrar os pneus; b) em o restaurante trocar uma
nota de cinquenta fazer troco por duas de 20 e uma de 10, ou cinco de 10, ou
uma de 20 e três de 10, ou de 20 e 10 e 5 e 2 reais - que era pra pagar o
lanchinho na cantina na hora do recreio; c) deixar dito e anotado na
floricultura Mapiação da Divindade (rua Christovam Leite de Castro bem junto da
praça Félix Martins) que na volta do colégio pegaria um buquê de flores
sortidas embrulhadas pra presente presentear uma senhora de idade aniversário
da avó Augusta (premiada sorteada laureada aclamada parabenizada avivada) e
primaveras verões invernos outonos e tudo durante os percursos ao longo de os 88
anos.
- Oi!... Assim você seu moço faz o
favor e obséquio de verificar e encher os pneus da minha bíci Rolarroda,
oquei?! - pedia solicitava a garotinha ao atendente.
- Opa!... É possível trocar esta
nota de oncinha por outras de menos valor? Eu já vim aqui almoçar e jantar
várias e outras vezes com meus pais e assim... somos fregueses... - pedia
solicitava a menina no caixa diante da dona do bar e restaurante A Ecdótica, do
lado da biblioteca pública municipal Luiz Eugênio Botelho.
- Olá!... Então é isso e confirmo o
pedido, seu Jesú. Um feixe de rosas margaridas sempre-vivas lírios mosquitinhos
de mistura e à feição para entrega como presente, é - descrevia afirmava a
guria ao floricultor senhor Jesú Genuíno Lacônico de a floricultura Horta/Jardim,
ali sempre atendendo atencioso com seu jaleco cor cinza e com 1 bolso grande na
frente (como bolsa de marsupial, exemplos: gambás, timbus, saruês, tacacas,
cuícas-lanosas, cuícas-de-quatro-olhos...) onde depositava colocava acarretava
acartava as ferramentas utensílios de podar arrancar escavar encobrir aparar
desbastar coadunar limpar cortar delinear refinar iluminar frisar desopilar.
Onde e como D apareceu e por quê. Sim,
a natureza tem sorte de ter nascido num dia sem tempo sem cronologia. Pois
antes nem havia nada. Aí que veio D e fez a terra o oceano o céu o impossível.
Será que D chegou aqui antes Dele mesmo?
D já saiu daí do anonimato e foi
soprando fazendo e nomeando. Estava e era a era da serra da Aratanha ou serra
Pacatuba, a Pedra da Rajada, a lagoa do Juvenal, o córrego Salim, o ribeirão do
Boi, o rio Glória, o rio Jacuí... E ainda a correria por espaço por comida dos
bichos do mato e iraras, preguiças-de-bentinho, monos-da-cara-manchada,
jaguacinins, guataparás, jacuaçus... Passavam o sem tempo esperando morcegando
moscando tricotando mexericando confabulando jogando desafiando conversa fiada
as plantas e maperoás cuiaranas imbaúbas-de-cheiro mapiás jacarandás-cabiúnas...
Que nem existia tempo e tudo era direcionado pelo vento o vento das 4 ocasiões
(tempo - duração das coisas que cria no ser humano ideia de presente passado e
futuro, ex: tempo-quente, temporada, temporalidade, temporão, tempo sideral). O
tempo tem tempo tem tudo de correr de voar de nadar de deitar de levantar ir e
voltar.
Sim, todavia muito sem tempo depois,
já na era da era cronológica e do marcador do relógio e do tempo prático,
apareceu uns seres humanos fabricantes construtores empreendedores nomeados e
nomeadores. A partir daí começou a se erguer casas abrigos populares e demais
infraestruturas com endereço fixo. Estava a era da era dos humanos sábios e urbanos
(convocados por quem?) e já inventavam a dita praça Raul Soares, o distrito de
Umarizeiras em Maranguape (maranguapense, em tupi: ‘vale da batalha’), a cidade
de Maxaranguape, o município de Pentecoste, a comunidade Guaiúba, o povoado de
Maracanaú. A era dos humanoides tocaram obras aí e aqui e acolá marcas
registradas por toda parte e demais localidades de Iapu, Entre Folhas, Timóteo,
Ubaporanga, Bom Jesus de Galho (o vale do Aço). De sorte de repente aqui daqui
em diante o plano planejado dos planejadores e dos equacionados fulanos.
- Oi!... Tenho por mim uma cidade
que a gente esqueceu de visitar ou se visitássemos... Sapiranga. Eu vi
visualizei curti interessante esta cidade numa lista ampla - comentava a menina
esperando conversa com os pais.
- Qual!... Completando tua lista já
enorme de grande eu tenho... Sumaré. Eu mesmo fui atrás e conferi ali em o
Estado de São Paulo - destacava presente o pai, óculos de grau porque precisava
no dia a dia olhos olhar longe e distintamente.
- Quê!... Uma boa ideia e até bonita
e querida seria mesmo... Sorriso. Sempre precisei careci desta cidade modelo -
destacava sorrindo feliz felicíssima a mãe.
O que os turistas mais procuram os
viajantes mais escolhem, são os pontos de vista mais bem avaliados nas redes
sociais. A pontuação do lugar. E para Florianópolis a impressão dos visitantes colheu
uma nota... 10! Levaram em conta os serviços de atendimento ao turista, guias
poliglotas, mapas, cardápios, placas e demais informações precisas; cadeia
hoteleira e de restaurantes a gastronomia para todos os níveis e bolsos;
atrações como shows espetáculos jogos eventos de todos os gostos e com várias
opções tanto de dia como à noite; o calor humano dos habitantes os cidadãos a
receptividade; a localização da cidade no contexto global a sofisticação nível da
tecnologia disponível a eficiência a eficácia do aeroporto internacional e do
porto marítimo o fuso horário.
Onde Lilás ficava circulava andava
pisava pela casa ou mesmo o pátio dos fundos da propriedade, era seguida imitada
pesquisada pela numerosa família dos quatis. Sem saber por quê? A mãe e pai
quatis cheiravam a menina e partiam atrás. Os filhotes a prole copiavam os mais
velhos. Caudas alçadas como num costume da raça. E todos falando ao mesmo
tempo, ‘mô-mi-miiii!...’ Peludos bonitinhos em fila indiana e ordenados. Bem
parecidos na foto ‘cli-ble!...’ e mereciam, ‘mô-mi-miiii!...’ um vídeo. Merecem
e merecimento bem me-re-ci-do! Merece.
- Ou!... Me digam me diga aí quem
gosta de salada de fruuuu-tas!... - a menina já sabia já estava ciente que
ouviria uma gritaria e veria uma correria de quatis, porém...
- Oba!... Hoje em dia temos melancia,
ué!... - debatia avisava a menina.
- Oito!... Que a baciada está pra
todos e serve a todo mundo, ri-ri-riiii!... - e já a menina se precavia se
conformava ria boas gargalhadas com a mão na barriga com as duas mãos na
cintura com a mão na testa vendo a atrapalhada trapalhões galera faminta.
A Lilás parava num determinado
ponto, pronto, eles imitavam andarengos todos os movimentos da dona. Esperavam
comida? A menina mexia em algo, pronto, todos muito curiosos iam ali cheirar e
pegar e morder e experimentar. Nada por fazer, bucho cheio, então dormitavam em
qualquer lugar. Dormiam com suave suavidade e alma lavada. Cochilavam em suaves
prestações. Sentiam enorme prazer com a amiga lhes fazendo cafuné. A menina os
tratava bem. Se esticavam deitavam de pernas pra cima para levar cosquinhas na
barriga, ‘rigue-rigue!...’ Lutavam esperneavam gritavam, ‘bri-rei-rei-rei!...’ atender
atendiam de pronto a tudo que eram solicitados e sempre dispostos doidos
afoitos para ganhar uma prenda uma dádiva uma chorumela um petisco um agrado um
presente um carinho na cabeça entre as orelhas. E eram muito velozes. E eram
muito perspicazes. E estavam sempre muito ligados plugados elétricos.
- Obrigada!... Vou dar nome a todos
vocês, é. Talvez eu esqueça de lembrar... Talvez lembrarei de um de outro dos
demais... Talvez recorde de esquecer... E talvez anote numa agenda ou caderno,
vai vendo! - a menina queria mesmo nomear a todos e anotar na memória, fulano
beltrano sicrano e os demais irmãos irmãs.
- Oxalá!... Vou dar nome aos bois.
Vou por os pingos nos ii. Vou nomear com nomes próprios sobrenomes pré-nomes
apelidos. Vou nomear com números ou letras e sinais - a garotinha tinha opções
e podia contar de 1 a 10, pai e mãe e 8 filhotes, somente nesta fornada
ninhada.
- Olê!... Quem gosta mais de
amendoim? Quem vai de banana... ou pode ser melão madurão... ou geleia de abacaxiiii....
- destacava incentivava a Lilás.
- Chaaaau!... Sim e aprovo as
nomeações e você pode nomear os meus rebentos os meus filhotes de um em um, tá!
- concordava a mãe Cota-Parte.
- Xuuuuá!... Eu também preciso saber
quem é quem nesta turma tão cheia de caras e bocas e miados - alertava
encomendava fiscalizava consentia o pai Cotecá.
- Outro!... E se eu começar de 1 até
8 ou de a até h? E vamos de números ou de letras? - tinha sim dúvidas a Lilás,
até porque os afilhados estavam muito dependentes.
- Ótimo!... Tenho predileção por nomes
de tupi, que acham os pais? - comentou a menina tentando imitar nomes de aves
nomes de rios nomes de praias...
- Chaaaau!... Eu também faço muito
gosto com nomes de frutas ou de pássaros ou de lugares, é, pode ser - a mãe
C-P, um tanto feliz e um tanto confusa bugada.
Um ótimo passatempo para
entretenimento lazer e brincadeiras com os quatizinhos era caçar insetos
lacraias gafanhotos besouros joaninhas... Procuravam buscavam andavam
arrastando o focinho pelo chão investigando o carreiro das formigas. Cheiravam
farejavam tocos podres atrás de gusanos ou a terra o solo caçando minhocas. Subiam
pelas árvores e escalavam galhos atrás de frutas polpudas. Ouviam uma fala um
chamado e já pensavam que era hora do almoço e uma oferta apetitosa salada de
legumes hortaliças. Ambiente maneiro aconchegante e paisagem sonora.
D de sobreaviso, pleno domingo (visita
guiada em o museu militar Conde de Linhares junto à praça Virgílio de Melo
Franco), o mundo rodando em volta de si e sem aquela pressa dos dias de semana.
Caminhada pelo bosque João Rodrigues Aguiar ao lado da ciclovia rua Vilma A.
Ferreira. Todo mundo passando tempo com lazer. Pegar o moderno novo monotrilho
na praça Ângelo Piazera cerca da rua Expedicionário Antônio Carlos Ferreira e a
rua Coronel Procópio Gomes de Oliveira. Agora todo ser bípede sofisticado já
preocupado com pegar sol e andar trotar correr se exercitar.
O que é importante, o que nem é. O que é
a esperteza, o que nem é. Há importâncias que nem duram para sempre. Há
espertezas que nem duram pra sempre.
As estrelas existem e ou nem estão aí,
nem aí pra nós? Os astros os planetas são todos redondos, e por quê? Este show
todo universal é pra mim é pra quem?
Bom dia boa tarde boa noite! Amigo e
amiga, se você quer colaborar com o canal temos aí o pix que está na descrição
do vídeo (amigo,a - que demonstra afeto amizade, afeiçoado, amical,
benevolência, benigno; ex: amigo-oculto, amigável, amigaço, amigueiro,
amigança). É um pedido. Deposite a quantia que puder que quiser que cabe no seu
orçamento. Temos também 1 filhote de quati pra sortear e que pode ser o seu
próximo xerimbabo. É nascido aqui no ambiente doméstico da família da Lilás. Sim,
o bichinho precisa de um novo lar. E todo o processo já foi autorizado pelos
órgãos competentes, como o ibama, por exemplo. E nos siga nas redes sociais no
feice no instra no iutúbi e deixe seu laique ative o sininho recomende aos
conhecidos nos dê essa força nos dê esse moral para que a gente possa atingir
mais pessoas no mundo inteiro e trazer a vocês mais conteúdo. Nem deixe por
menos. Isso nem vai te custar nada e pro canal é de muita valia muita ajuda. E
você nem sabe o quanto, pois o iutúbi pode enviar nosso conteúdo a mais
endereços. Fique conosco. Assim já agradeço e nos acompanhe, por favor! Só
lembrando mais uma vez que as histórias estão acontecendo as histórias nem
param aí. Enceramos aqui e pedimos que se inscreva no canal para receber as
notificações os novos vídeos colabore com pelo menos 2 reais (ou outro qualquer
valor), que isso será de muita muita ajuda pra gente, pode crer. Ative o
sininho, por obséquio! Concorra ao sorteio do xerimbabo, um fofo quati
diretamente do ambiente doméstico do quintal da menina Lilás. O quatizinho
espera por um novo lar. Nem se esqueça de seguir a gente nas redes sociais,
inté! Fique com D e até a próxima, fui e tchaaaau!... E amanhã estaremos de
volta de retorno neste mesmo horário, beijos, minhas amadas meus amigos. D seja
louvado e abençoe a todos vocês e a todos nós!
Os irrequietos quatis tinham pouca ideia
a respeito da força das aves a sorte alada dos pássaros e queriam imitá-los e
as viuvinhas-de-óculos (vista com mais frequência nos meses de inverno), marias-pretas-de-bico-azulado
(vocalização é um piado curto e agudo e de baixo volume, ‘iti-iti-tiiii!...’),
suiriris-cavaleiros (se desloca pelo campo e costuma pousar no dorso de cavalos
e bovinos), alegrinhos (o canto consiste em uma série de assovios finos,
‘fi-fi-fi-fêeee!...’), príncipes (ventre com penas avermelhadas), anacãs ou
papagaios-de-coleira (ave psitaciforme amazônica com grande cocar encarnado).
Que esses pássaros e outras aves tinham aonde ir rapidamente e o que fazer
sempre com ideia de música intérpretes e cacarejar, garrir, arensar,
turturinhar, rolar e no apelo de chirriar, chalrear, piar, gazilar, cocoricar,
tentenar (música - combinação harmoniosa e expressiva de sons, a arte de se
exprimir por meio de sons; ex: musicofílico, musicado, música-de-couro,
musiquear, musicata).
- Ora!... Querem comer 50 vezes ao
dia. Toda hora é de comer. Só pensam em comer e beber do bom e do melhor - a
menina tinha muito que ajudar os quatis.
- Ou!... Sim, senhores! Vou dar
banho em todos vocês. Aparar as unhas. Educar para fazer na caixa de areia e lá
fora no pátio, tá certo?! - Lilás era dona atenciosa.
- Oh!... Quando acordamos de
manhã... nem precisam pular sobre mim e famintos. Quando volto da aula... nem
carecem pular diante de mim e carentes - explicava aos bichos estimados bons
comportamentos sociais de boas atitudes convenientes uma cultura humana urbana,
vamos dizer.
- Oito!... Um dia bom ótimo vou
levá-los até a praça Capistrano de Abreu - lembrava se entusiasmava planejava a
menina querida amorosa dos seus xerimbabos.
- Ouro!... Tenham sempre em mente e
prefiram circular pelo nosso quintal, estou certa! - recomendava lembrava
repetia a menina, vestindo boné de time de vôlei.
- Xuuuuá!... Foi um dia que eu era
solteiro e queria ser um pajé da tribo dos crejé - lembrava sonhava olhava em
volta olhava o céu o pai Cotecá.
- Chaaaau!... Eu sim queria superar
o espaço aéreo e voar como os garrinchas-trovões, hem?! Bater asas e ir aí pelo
tempo pelo espaço pelas árvores e pipilar ‘piririiii!, piririiii!...’ -
aumentava os desejos e sonhos a mãe Cota-Parte.
Eles os quatis e assim a família
toda, eram bem metódicos. Curiosavam curioseavam tudo e sobre tudo queriam
saber. Sempre procurando e achando muitas vezes o fim do mundo. Arriscavam a
sorte atrás de algo pra comer e todo o tempo. Subiam em árvore pulavam de
árvore comiam na árvore saltavam da árvore até alcançar outra árvore. Logo
conheciam todos os cantos da casa da propriedade e os esconderijos.
- Olê!... Já sei! Bem que querem
imitar os passarinhos, né?! Hum!... E eu também e bem que seria legal - diálogo
conversava com os seus amiguinhos a Lilás.
- Oi!... Quando quem sabe a gente
pode andar de carro de barco de avião... - já imaginava sonhava planejava a
Lilás em turistar com seus afilhados mascotes.
- Chaaaau!... Uma vez choveu tanto
que nem pude sair de casa. E ficamos ilhados dentro da toca, é - lembrava
comentava revivia a C-P.
- Xuuuuá!... Se eu me lembro nem me
recordo... E onde foi isso? E por que nem lembro se você minha cara-metade se
lembra, hein?! - questionava o Cotecá.
- Chaaaau!... Um momentinho... Era
toca no chão ou oco na árvore o nosso esconderijo? Sabe que me passou! - que a
mãe quati pouco ou nada mentia.
- Xuuuuá!... Meu esporte favorito
inda hoje em dia é... brincar de tobogã, hem?! - vibrava o pai quati seu
Cotecá, os olhos úmidos o focinho úmido a boca babando.
Tinham a habilidade de escalar pular
correr. Os quatis pulavam em um 1 átimo. Muito malabaristas e acrobatas se
fazendo de animais de circo bichos festivos (circo - recinto circular coberto,
e desmontável, que tem um picadeiro rodeado por arquibancadas e é protegido por
um toldo alto, onde se apresentam espetáculos variados; ex: circo de
cavalinhos, circo lunar, círculo, circo de palhaços).
Molas nas patinhas? Entravam na toca do
tatu-peludo (onívoro, busca alimento cavando com unhas e focinho) e saíam na
toca da lebre. Seguiam o rastro do teiú (lagarto cor cinzenta marmoreada de preto,
muda a coloração conforme a idade) e saíam no aconchegante ninho do
cágado-de-barbicha (o maior quelônio de água doce do rgs). Procuravam invadir o
ninho da sanã-parda (se alimenta de artrópodes e sementes e folhas no solo) ou
então do piru-piru (ave que se nutre de gastrópodes, conchas bivalves moluscos
ostras mexilhões, vermiformes larvas ápodes gusanos, cracas). Quando uma comida
caía no chão... nossa senhora!, faziam uma correria um arrastão e tão grande e
tal alvoroço e tanto acirramento provocação e quizila antipatia que até a terra
tremia um terremoto. E mais até se ouvia na vizinhança a algazarra a farra da
molecada.
- Oxalá!... Assim vocês a raça de vocês
dispensa mais comentários, entendem?! - que a menina tinha dias que ficava de
cara com tanta mobilidade destes bichinhos.
- Olá!... Vocês preferem melancia ou
abacaxi, em fatias. Alguém prefere cenoura em vez de maçã? - Lilás se
atualizava na preferência delicada dos mumbavos.
- Ou!... Se acaso vocês me
obedecessem, bem e então!, a gente até podia ir no jardim ali em frente do
aeroporto regional João Silva apreciar aterrissagens e decolagens - comentava
provocava a curiosidade da turma toda a bela amorosa Lilás.
- Opa!... Claro que sim! A gente
podia ir pra escola e aprender o bê-á-bá! Porém... e a bagunça, hein?! - a
menina analisava os prós e contras, ônus e bônus.
- Obrigada!... Temos outros assuntos
ainda nem vistos ou revistos, como o quê, por exemplo?! - a guria tinha horas e
horas toda manhã para alimentar os amigos.
- Chaaaau!... Se eu quero contar
nomear os meus filhotes, claro óbvio que sim - que a mãe Cota-P lembrava e queria
mesmo nomear os seus pequenos fofos.
- Olê!... E a vez que fomos até a
praça Benjamin Guimarães, hein?! Que vacilo, gente! Até hoje virou história a
bagunça de vocês e por causa do algodão-doce, ahahahah!... - lembrou lembrava
com humor e gargalhada rindo divertida a guriazinha.
- Xuuuuá!... Que na praça tem
pipocas e demais guloseimas, meu! - comparecia o pai Cotecá, já lambendo os
beiços e água na boca fantasiando o antecipado sabor.
A professora de História do B, dona Cimeira
Micro-Ondas (nascida cidadã de Santa Inês, santa-inesense), gostava imensamente
imenso de o futuro (professora - aquela que professa uma crença, aquela cuja
profissão é dar aulas em escola colégio universidade; docente, mestre; ex:
professoral, professoraço, professar, professora adjunta, professora
catedrática, professorando, professora auxiliar de ensino, professora primária).
E prever o futuro era com ela mesma. Tinha esse prazer e esse dom esse tom.
Gostava gosta toda vida olhar lá pra fora e sonhar com o fu-tu-ro!... Pois
assim como se diz, perguntou aos seus alunos estudantes pupilos pra turma toda:
- Sus!... O que vem em o futuro?
Como vai ser o futuro? O que você fará no fu-tu-ro? E achar um lugar lá no
futuro está tudo bem - dizia tentava previa a profe, se bandeando para o ano futurista
alta tecnologia de 2050 ou 2060 ou mais 2078...
- Ora!... O futuro nem custa nada,
profe CM-O - responde a menina Lilás.
- Bons dias!... Pois o futuro há de
vir na forma de um cometa, é - diz Esmeralda, menina rica esplêndida e com um
forte sotaque de Veranópolis na serra Gaúcha.
- Cruzes!... O futuro é a seleção
ganhando o hexa com gol aos 45 do segundo tempo ou nos acréscimos - dispara o Ícaro
Bate-Estaca, menino que queria ser craque de futebol e jogar no Clube do Remo da
séria A do brasileirão.
- Aba-aba-aba-aaaaba!... O futuro é
o trem-bala Rio de Janeiro-São Paulo - conversa se rindo de costume e muito rara
faustosa dentes aperolados a Pérola.
- Lu-cu-bra-ção!... O futuro é
chover chuva em pé e correr deitado - comentava jocosamente a Rê, menina
mística praticante de ioga nos dias de chuva quando nem pode sair e ou passear
com suas amigas pedalar sua bíci (sem comentários).
- Um!... Quando eu sonho ser cantora
intérprete atriz representar... o futuro se aproxima se mostra me deparo com
ele - comentário pertinente da guria Aráquide.
- Sus!... Pois o futuro... tem que
ter! - definia detalhava capacitava ensinava recomendava completava a profe Cimeira,
sempre na mania de pôr a caneta na orelha.
- Sus!... Que o futuro vem de avião
a jato eu sei disso nós sabemos! - previa comentava a professora CM-O,
torcedora ferrenha do América FC a lebre.
- Sus!... D é futuro ou estrelas são
o futuro? O fu-tu-ro... vem e chega do céu do divino espírito santo? - que a
profe Cimeira era de rezar orar e ver para crer.
Quando faz sol, quando chove. O dia
ensolarado o sol, a noite prateada enluarada estrelada constelada e notâmbulos
noctívagos que vagam perambulam à noite e as horas inteiras. Parece verdade, a
ser verídico. A chuva o vento sendo dia ou noite. Estes elementos vêm fortes e
sem vacilar e sem que a terra se importe. Eu falei sem que a terra se detenha.
Daqui de lá, toca a lua e suas fases, chegam as chuvas os ventos juntos e de
uma vez (lua - satélite natural da Terra e nem possui luz própria, refletindo a
do sol; ex: lua de mel, lua minguante, lua cheia, lua nova, lua crescente,
luar, luarento). Sendo assim, de noite especialmente, a lua nos observa com
espelho importante.
Os humanos homo sapiens gostam de
bichos de criação mascotes xerimbabos. E por quê? Algumas pessoas preferem se
enamoram da floresta e desdenham da cidade da vida urbana. E isso acontece
frequentemente e seguido e todos os dias, tanto faz.
D nos guarde! Sério, as gentes se
identificam com os animais. Será que o sangue puxa? É reencarnação? Será que
estamos evoluindo ou regredindo? D nos livre!
A menina Lilás estava aí e nem desistia
nem se tocava nem se decidia. A menina estava aí sem pena de ser vacinada sem
mimimi de voar de avião sem receio de grilo ou gafanhoto. O pai pedia pediu pede
que fosse dormir se deitar às 11h e já estava na hora. O pai tinha um time de
futebol e dizia sempre ultimamente que o futebol nem era mais o mesmo (futebol
- esporte pedestre disputado em 2 tempos de 45 minutos por duas equipes de 11
jogadores cada cujo objetivo é o gol no adversário, ex: futsal, futebolismo,
futebol de areia, futebol de botão). A mãe recomendou reafirma conversa que
fosse antes das 11h e sem demora delongas. A mãe nem podia ver montanhas serras
penedos que se lembrava de visitar a amiga de faculdade lá em Gramado e Canela.
O pai relembrava registrava uma viagem pela br-230 parada em Uruará
(uruaraense), avenida Perimetral Norte. A mãe recordava competia anotava a
estação Ambuitá, da linha 8-Diamante, que fica entre a estrada Aracariguama e a
rua Sabina Maria Dores. Aí a menina ficou se perguntando pensando com a mão no
queixo e de si para si, imagem ensimesmada compenetrada e um pouco sem tempo de
sobra:
“Oi!... Penso pensando bem,
pensamento indispensável interminável!”
“Oba!... Quero ver o dia que
aproveitar o dia toda a praia Corumbau.”
“Ou!... Digo e sei que hoje mesmo...
a árvore bicuibuçu amanheceu florida.”
“Oito!... Que os quatis subiram no
pé de araçá-felpudo que é época de araçás.”
“Ora!... Tá chegando o inverno...
daqui uns dias... e eu gosto de usar cachecol.”
“Olê!... E ainda por cima sobre mim
em o céu em a copa de as árvores, as aves os passarinhos e o apelo apelando de
arremedar serrar gazear regorjear vozear.”
“Obrigada!... Devo nem nego, mais
agradecer tudo que tenho e pedir ainda.”
“Ótimo!... Acordo e vejo o mundo pq,
vou dormir e vejo o mundo maior.”
A Lilás assistia muito interessada,
nem perdia um episódio um capítulo, em a série ‘Os Rios Serpentinos’ (que
rodava na rede de tevê: Dimanar, canal 2). Que eram aventuras de rios
espalhados pelo país e que andavam coleando serpenteando ondulando em os
zigue-zagues serpentinosos mundo afora. Quem nem gosta de assistir aos rios correntes
correndo líquidos? A história as tramas entreveros desfechos (manias, crises, fobias,
pânicos, angústias, diz que me diz que) se passavam no ambiente climatizado
biodiverso da Amazônia Legal. E rios com botos pirarucus piranhas bagres-sapos
dourados surubins-pintados piracajiaras e outros tipos outras espécies, uns
revestidos de escamas (estruturas lameliformes) outros de couro (animais
vertebrados aquáticos e que respiram por brânquias guelras). De todos os rios
possíveis e existentes um vai ser o preferido, quem sabe o rio Amazonas (maior
e melhor rio do planeta). E depois de saber conhecer navegar e pegar as gaiolas
embarcações fazendo do rio a estrada (embarcação - qualquer estrutura flutuante
destinada ao transporte de pessoas ou coisas; os coletivos, armada esquadra
flotilha frota marinha quadrilha; navio-auxiliar, navio-escola, navio-tanque,
navio-petroleiro; ex: embarcadiço, embarcadouro, embarcar). E se todos os rios
correm pro mar... o oceano devolve na mesma moeda, é isso. E em absoluto.
- Olá!... Nem sei como ou mesmo
quando... mas vou visitar um dia o rio Amazonas. É o meu preferido. Me
identifico com tanta água e tanta fama. Sou fã - comentava com ela mesma a
Lilás, estudando desenhando consultando pesquisando.
“Opa!... Um rio que navega e deixa
navegar... Vem vindo de longe e acha todo mundo pelo caminho... Carrega afluentes...
Deságua no mar... Então, é surreal!”
- Ouro!... Morar sobre o rio Trombetas
à deriva navegando o tempo todo de barco de catamarã casa flutuante navio-hotel
navio-ônibus - imaginativa a guriazinha, e dignar-se fazer favor ou mercê de
sonhar.
“Olê!... Originalmente o rio
Amazonas das amazonas das índias empoderadas.”
“Oh!... Sim, uma estrada líquida e
que anda se move faz onda e uma cascata.”
“Oxalá!... Tem surfista que vem de
longe que vem de fora que turista nem sei de onde pra andar se equilibrar em a
pororoca, trilegal!”
Coincidentemente sim, existem rios
que são todos muito pimpões e amazônicos: rio Juruá, rio Ituí, rio Abacaxis,
rio Coari. Coincidentemente ainda, há rios tanto e quanto refinados que
deságuam em o azul do oceano Atlântico: rio Guariba, rio Aripuanã, rio Barra
Seca, rio Santo Antônio, rio Guandu. Coincidentemente mesmo, acontecem rios
encachoeirados muito rápidos cheios da balbúrdia que navegam pelo interior da
região oeste: rio do Carmo, rio Corrente Grande, rio Pancas, rio Casca, rio
Matipó. Rios espalham difusa sorte e alegria banhando cidades pertencidas
potenciais fortificadas municípios nomeados e Icapuí, Itaí (itaiense, tupi:
‘água da pedra’), Campo Novo (campo-novense), Braga (braguense), Santo Augusto,
Sede Nova, Prainha, Vitorino Freire, Tufilândia. Rios que abrem estrada na
montanha no vale tombam em cascata no precipício e param na represa no açude na
lagoa e rio Pitangui, rio Açungui, rio Água Amarela, rio Botuquara (cascata -
queda d’água em que a água escorre entre pedras, em escalão: ex: cascata
Vitória, cascata das Andorinhas, cascata do Chuvisqueiro, cascata da Pedra
Branca, cascata do Guarapiá, cascata do Caracol, cascata da Usina).
- Oito!... Os rios com nomes batismos
batizados pelos cientistas da geografia. Quem mais aí é guardião ou
proprietária de rio? - que a Lilás já sabia de cor e salteado todos os rios do
mundo e já tinham nome e portanto patrão dono dona guardiã esses geólogos
geomorfólogos geotécnicos geoquímicos.
“Opa!... Me resta criar um rio um
dia desses... Sim, um rio pra chamar de meu. O meu rio corrente o meu mascote o
meu xerimbabo da montanha até o mar.”
- Oie!... Quero mesmo e sim um rio
passando caminho líquido perto bem perto da minha casa e um meu xodó meu
preferido meu doce de coco meu preferido - comentava recordando a menina,
sentindo que era realmente um luxo ter um rio particular e nomeado conhecido
registrado em cartório reconhecido famoso glorioso.
“Olhe!...
A história do rio é ir acumulando águas em o caminho, perfeito!”
“Ótimo!... Sempre corrente e rio
navegável com barcos e praias de areia fina.”
“Oi!... Aportam rios que passam da
idade e chegam em a cidade em Passo Fundo e outras localidades e Caucaia,
Pinhalzinho, Caridade, Jaraguá do Sul, Palmácia.”
“Ora!... Se uma cidade tem rio...
nem precisa buscar água noutro lugar, é.”
As cachoeiras são os cartões-postais dos
rios, cachoeira do Imigrante! As cascatas são muito adoráveis, cascata da Ferradura!
As cataratas são fantásticas, catarata do Iguaçu! As queda d’água são do
paraíso terrestre, queda d’água Mato Fino! Todas fazendo fama e ruído e tirando
fotos. Valem a pena ‘pli-que!...’ merecem. Merece!
- Ouro!... Ouvi dizer ouço dizer que as
quedas d’água são diferentes de cascatas cataratas cachoeiras. E isso muito me
interessou me interessa - para a menina cada significado tem seu significante
que distingue um do outro esta daquela.
“Ou!... Em todo lugar que vou... pra
onde for... lá tem um rio com cachoeira.”
“Oquei!... Sim, ‘a natureza vai
aonde ela tem comida’, diz vovó Amélia.”
“Ora!... Que tem gente que nasce à
beira-rio, beira-riense, rio Mapuera.”
- Olê!... É genial fora de série
incrível diferente... nadar no rio praia de água doce balneário junto da
cachoeira - comentário de quem aprendeu a nadar na piscina.
“Oh!... Sim, isso mesmo, um rio de
com praias de água doce olhando os peixes.”
“Obrigada!... Comemorar festa em a
beira-rio... jogar vôlei dentro da água...”
E ainda mais merecia merece uma foto
‘bli-que!...’ somando um vídeo e replicar compartilhar? Autoestima
autoconfiança autorretrato autografado autogiro autofunção. Reaproveitar,
reescrever, reciclar, remarcar, reagendar, realvorecer. Merece!
Ela a Lilás tem uma abóbora-menina
de estimação. E que ganhou o nome e atende pelo apelido de Pipa (batismo da
própria menina quando recebeu a amiga). Ganhou do tio e tia e primos e primas
moradoras no sítio Moranga (cidade de Ipanema). Tanto se afeiçoou à abóbora,
cor laranjada com gomos ondulados em destaque e evidência, que a trata com
muito carinho respeito consideração e lembrança. A planta rasteira do fruto
maior do mundo (família das cucurbitáceas) mora na prateleira da pequena
estante (à noite, estando ali junto no quarto de dormir); logo de manhã e durante
o dia, fica ali perto da janela espiando o dia tomando sol pegando a luz
luminosidade que vem de fora vem de longe no espaço. Quando a menina estuda, a
fruta chega mais vem perto olhar ver admirar os livros e cadernos e lápis de
cor (livro - coleção de folhas de papel impressas cortadas dobradas e reunidas
em cadernos cujos dorsos são unidos com costura, ex: livro-texto, livrório,
livro-razão, livro de ponto, livro xilografado, livro de cabeceira, livro de
bolso, livro brochura, livro didático). Quando a menina divaga sonhadora a
fruta redonda também embatuca fica cismando enlevada.
- Oi!... É, Pipa! E hoje tive uma
prova muito provada de matemática comercial - comentava a Lilás, sentada ao pé
da amiga e fazendo exercícios de cálculo.
- Hoje!... De dia eu procuro pegar
pouco sol, que isso pode me torrar, né! - comentário do dia a dia da abóbora
enorme material vegetal comum a Pipa.
- Ora!... Nem é sopa guardar de
memória a filosofia do pão-pão e queijo-queijo - comentava a guriazinha,
raridade preciosidade excelência majestade popularidade.
- Hoje!... Na noite noturna e sob as
estrelas... procuro pensar um pouco sonhar um pouco dormir um pouco cochilar -
admitia a grande e rara fruta a Pipa.
“Olê!... Vou sair de bíci mais a
Pipa... E com que roupa? Sim, tudo merece uma foto e com legenda em forma de
poesia. Que merece!”
“Ou!... Deve ser um dia no futuro...
Eu quero levar Pipa até a lua.”
“Outro!... Se eu fosse uma
abóbora... que sabor teria? Impressionante!”
A abóbora Pipa tinha curvas e
engordava a olhos vistos. Uma dimensão considerável pra uma fruta. Qual o
motivo razão ou circunstância? Um perfume adocicado e que esbanjava pelo
aposento. Nem tinha fome de nada nem sede de nada. Carecia carece de uma luz
natural, durante o dia; durante a noite já basta uma penumbra disfarçada de
sombra. Ambiente sempre constante macio leve fofo e amaciado levemente. Nem
tanta luz nem tanta sombra, nem tanta fome nem tanta sede. Pipa prefere mudar
de lugar conforme as longas horas horário. A boa Pipa.
- Oba!... Amanhã é sábado. Iremos ao
parque do Demiurgo e andar de bíci, pode crer - prometia a menina a sua amiga,
sempre numa voz baixa e bichanada sussurrada.
- Hoje!... Eu prometo que vou beber
muita água e nem ficar desidratada - promessa e comentário da Pipa, uma pele
bem lisa bem cuidada conforme carece.
- Olá!... Ainda esta semana vou
encontrar um amigo pra você, Pipa. Eu prometo que vou na feira e escolho alguém
muito maneiro pra ocê. Encontraremos! - cantava modo de trovar a Lilás, em
resposta direta e indireta telepática.
- Hoje!... Eu prometo e te digo que
o que me preocupa mais é a idade são as contas dos dias meses... - que a Pipa
já tinha a preocupação da existência e duração.
“Ouro!... Talvez eu encha a estante
de amigas e parentes e conhecidos... E faça a feira, tipo melancia melão mamão
abacaxi cenoura couve-flor. É uma boa.”
“Oi!... E toda manhã, primeira hora,
faremos juntas hortifrutigranjeiras um dds.”
“Outro!... Já nem comeria carnes e
derivados... já nem comeria frutas e legumes... Sim, estacionaríamos ficaremos fico
nos grãos e nas folhas...”
Lilás era muito fã da Pipa. Em casa
já nem se largavam e conviviam muito próximas. Uma abraçando a outra, a outra
sendo abraçada. Falar se falavam uma perguntando entrevistando respondendo pra
outra. Lanchavam e tomavam água mineral na hora recomendada. O mais comum eram
passear de bíci pela ciclovia do bosque Tempos Áulicos, é. Que o parque Tanguá
ficava a poucos metros e com atrações muito naturais e até um meliponário
colmeias de abelhas sem ferrão (abelhas melíponas, meliponíneas,
meliponicultura), tipo as uruçus, tiúbas, jandaíras, marmeladas, jataís,
mirins-guaçus, iraís, mandaguaris, mirins-preguiças (insetos que se enroscam
nos cabelos das pessoas e pelos dos mamíferos). Quem pode quem quer visitar o
parque e atrativos perenes nem paga nada e ainda por cima recebe tudo isso e de
montão.
- Oba!... Sei que você gosta de andar
de bíci, Pipa. Sim, porque balança e sacoleja - a menina já adivinhava todas as
preferências e manias da amiga.
- Hoje!... Conhecer novos ares e
meio ambientes e hortas isso sim me apetece - comentando o que mais chama a
atenção dela esta a Pipa, cor abóbora.
“Oito!... Faz muita falta uma
companhia pra Pipa. Acredito que veremos isso.”
- Oie!... Será mesmo que em fazendas
encontraremos uma coleção uma seleção uma área inteira e bem plantada de
parentes, hem, Pipa? Tenho fé temos esperança que sim - que a menina já ouvira
falar de outras várias hortas plantações onde nascem crescem desenvolvem as
espécies de morangas e afins.
- Hoje!... Em a minha educação na
fazenda sítio Moranga dos teus parentes, Lilás, eu ouvi dizer da feira em a
praça São Pedro e bem do lado entre a avenida Carlos Medeiros e a avenida Dez
10 de Abril. E pode crer - lembrou e contou a piedosa Pipa.
Desta vez na saída da escola
(instituto estadual de educação, ciência e tecnologia Ricochete/Rechaço), as 4
titulares melhores amigas, pararam na padaria doceria confeitaria da dona Tata
Termostato, endereço localização rua Napoleão Mendes de Almeida. O dia a terra
o céu, tudo conforme. Uma terça-feira de sorte e ainda assim pela manhã quase
meio-dia umas 11h e poucos minutos. E depois da aula mereciam um sorvete com
vários sabores à escolha. Entraram ali e já sentaram em cheio ao ritmo dos
pedidos no deque na varanda no terraço trampolim patamar plataforma da dita
loja de conveniência. Uma referência muito procurada disputada (principalmente
nos fins de semana mais os feriados ensolarados verão) ali em o residencial
bairro Arauto (bairro - porção de território povoado nas cercanias de uma
cidade, parte de uma cidade arrabalde subúrbio, povoado arraial distrito; ex: bairro
de lata, bairrismo, bairrista).
- Oba!... Duas conchas e uma de
pitanga e outra de pequi, meus sabores prediletos, hum!... - começava Lilás,
água na boca e euforia eufórica empolgada.
- E-pí-to-me!... Que eu vim até aqui
na esperança dos meus sabidos sabores, e que são os tais e quais... açaíiiii e
cajuuuu!... - declaração em alto e bom som, hipersonora som até excessivamente
melodioso da imodesta e agitada e considerada Rê.
- Trá-lá-lá-láaaa!... Ainda prefiro
e recomendo meus gostos indiscutíveis, uma concha de jabuticaba acompanhada de
outra concha de araçá - dizia rindo até gargalhando a satisfeita alegre hilária
bonita valorizada benfeitora Pérola.
- Pois quê!... Venham desçam os dois
gostos e sabores meus eternos apetitosos sem igual, uma porção de taperebá e
outra acompanhando ao redor na redonda uma concha de bacuri - competia
espalhava divulgava a Esmeralda, preciosa bonita solene.
A confeitaria dona Tata, loja de
sabores doces apreciados, tinha um anúncio reclame chamariz chamarisco atrativo
isca: ‘Somente hoje você compra 1 e leve 2.’ O cartaz na entrada do
estabelecimento explicava que eram duas conchas cheias com o sabor preferido ao
gosto do freguês. E com imagem foto desenho ao estilo água na boca. De imediato
as 4 cartas do baralho, Lilás Rê Pérola Esmeralda, se deixaram levar (pérola -
concreção densa globular que se forma nas conchas de diversos moluscos a partir
da deposição de material tipo um grão de areia, ex: pérola-da-terra, perolar,
perolizar, perolino, pérola-vegetal, perolífero). E se tivesse um chafariz
merecia uma foto em giz ‘pli-que!...’ Um vídeo com som ambiente e dilatado?
Merecimentos, merecem. Ative as notificações. Merece!
- Me conte essa!... Quem inventou o
sorvete foi divino ou divina, é - anotava na agenda a guriazinha Esmeralda,
brilhante rara e muito famosa em o oeste e no leste.
- No-mo-gra-ma!... O dia está sendo
indo e vindo rápido, né?! - afirmava a Rê.
- Oie!... Vocês preferem chocolate na
versão tablete/barra ou achocolatado ou sorvete ou torta?, pergunta - dúvida
gostosa apetitosa da Lilás, e com razão sublime.
- Ra-re-ri-roooo!... Por que a gente
eu nós ficamos na dúvida... parada e sem saber o que fazer? De vez em quando
falta o que fazer, meu! - comentava por comentar, rindo e até fazendo rir, a
amada idolatrada preciosa comportada Pérola.
- Si-nop-se!... Prefiro dar
cambalhotas na grama. E olhe, na chuva chovendo, hem!... - confessava a
magnífica e inteligente esperta eclética Rê.
- Eu nasci aqui!... Quando eu
crescer vou abrir uma sorveteria na praia de Canasvieiras, na praia de
Co-pa-ca-ba-na... - sonhava a Esmeralda, linda e joia e rara.
- Oito!... Me vejo lá e ali e aqui
pulando de galho em galho como passarinho. Tenho de procurar uma palavra com pê
e bê e dê, pbd - narrava a Lilás, já no fim e no dissimulado com os sabores gelados
procurados adorados ícones do paladar.
- É isso mesmo!... E quem me aparece
no meio da calçada da praça da Bandeira, hein?!, hem?!, me digam, imaginem! - a
esplendida perfeita Esmeralda, colocando mais lenha na fogueira, e à sorrelfa,
no diálogo entre amigas sempre próximas e parceiras.
- Sá-sá-ri-riiii!... Ainda nem tenho
manicure fixa, porém... - comentava a bela deslumbrante Pérola, colocando na
boca com colherinha de plástico o sabor preferido e assim mesmo sorrateiramente
elegantemente excelentemente displicentemente.
- Es-tor-nar!... Fiquei sim
matutando matutando... Pra ver o quê? Que consideração - respondia perguntando,
como que à socapa, a sempre falante distinta Rê.
- Oi!... Ontem de noite... hoje pela
manhã ou durante a madrugada... começo de dia... tive um sonho um sonhão - e
Lilás, tão-galante riso nos lábios, esperou que as amigas especulassem qual que
era este tal e qual sonho que ela sonhara, ora!
- Ta-lu-de!... E a gente nós mudamos
de sonhos? Os sonhos mudam de gente? - uma dúvida interessante e passageira da
sempre esperta silabada Rê.
- As boas vindas!... Megalografia,
megalóptero, megalegoria, megalocarpo - multiplicava aumentava dimensionava
altamente a cara enérgica rica Esmeralda.
- Ti-ru-li-liiii!...
Preguiça-de-coleira, aí-igapó, aipixuna, preguiça-preta - colocava se rindo
risadas sorrisos a decorada esplendida lisa preparada a Pérola.
- Olê!... Escritural, contratual,
lustral, figural - destacava decorava apresentava a destacada decorativa
apresentadora de porte máximo a Lilás.
- Tro-pel!... Tropear,
tropeiro-da-serra, tropeirada, tropeliar - ditava conferia recomendava citava
debatia aproximava a futura fisioterapeuta da turminha a Rê.
Tanto e quanto era bom a história da
hora na sorveteria. Merecia merece uma foto e arquivar nas redes sociais?, ‘cli-que!...’
E se merece. Mero esse s, merece.
A menina esta a Lilás e Rê, se
despediram das irmãs Esmeralda e Pérola (esmeralda - pedra preciosa
transparente de cor verde ou espécie de jaspe verde, ex: esmeralda-brasileira,
Esmeraldas-mg, Esmeralda-rs, esmeraldinha, esmeraldino, esmeraldear,
esmeralda-de-bico-vermelho). Mais adiante no caminho, já perto de casa, Lilás se
separou da Rê. E Lilás seguiu dali pra frente acompanhada e empurrando a bíci
Rolarroda. Notou que estava sendo seguida? Agora a pé andando segurando a bíci
com as duas mãos e os sentidos ouvidos olhos bem abertos bem ligados bem
alertas bem antenados bem conformes bem pessoais personalizados.
“Ou!... Sinto muito que estou sendo
seguida... Eu sinto que é verdade e me parece e me dá a sen-sa-ção. Algo me
puxa pela mente psicologicamente.”
“Ora!... O que pode ser, meu D! Será
um extraterrestre? Alguém invisível?”
“Olhe!... Já anotei. Isto de que
existe um mundo paralelo... uma outra dimensão bem ao nosso lado... um deus-nos-acuda
bem rente de nós...”
“Oba!... É fácil dizer nem tenho receio
quando se tem? Acho que estou confusa e me confundindo. Onde foi parar o meu
espírito cheio de ousadia?”
“Oito!... Será? Quem é? Vai ver que
tem um fantasma aqui me seguindo...”
“Oh!... Quanto isso se parece com um
sonho uma ilusão duas imaginações bem desenvolvidas. Algo bom ou algo nem
tanto. Um ser ou um parecer.”
“Oxalá!... Também pode ser fome pode
ser sede. Também pode ser a realidade.”
Ia uma menina pensando com seus
botões ela mesma. Se perguntando e andando levando empurrando a bíci. A avenida
dos Mineiros, bairro Vila Paraíso em Caçapava. E calculando olhando pros lados.
Continuando indecisa baratinada e sempre alerta. Cantavam passarinhos em o
apelo de chilrar gloterar rir corvejar palrar redobrar turturinar cucuricar
atitar e tipo os cardeais-do-banhado (vocalização vocalizando voz se destaca
entre outras espécies da família, faz um canto assobiando e límpido, ‘rê-li-liiii!...’
e chamados curtos, ‘tchá-tcháaaa!...’ ou mesmo fortes pios, ‘uitê-uitê-uitêeee!...’),
os caminheiros-de-barriga-acanelada ou os caminheiros-de-espora, os pia-cobras
(vivem em casais isolados que passam a maior parte do tempo escondidos na
vegetação), os sabiás-pocas ou os sabiás-coleiras... (família - grupo de
pessoas vivendo sob o mesmo teto o pai a mãe os filhos, ex: familial, família
de palavras, família linguística, familiarizar, familiaridade, familístico,
família natural, familista). Ia pensando bolando esta guria uma história
ouvindo canções silvestres embalando desejos aéreos etéreos. E pra lá pra cá
pra quem e em absoluto.
- Ouro!... Como posso ver e cheirar
e andar se estou preocupada com meus pensamentos, hein?! Tudo ao mesmo tempo e
sorrindo, hem?! - confabulava trocava sentimentos consigo a Lilás, camisetinha
manga curta 100% algodão e colorida com estampa lembrando a magnífica rppn da
Mata do Sossego.
“Oi!... Assim estou mesmo que as
férias vêm aí e em que praia... hem?!”
“Obrigada!... Ainda o passeio desinteressado
pelo parque Xixová-Japuí.”
Dado momento a Lilás parou... parou
tudo que estava acontecendo... parou mesmo e até de andar... E foi e fez olhar
pra trás. Sobre os ombros deste lado e deste outro. Viu sim um pássaro do outro
lado da rua Augusto Ferreira Ramos (rua em homenagem a este sujeito grande engenheiro
que idealizou o caminho aéreo do bondinho em o Pão de Açúcar) e que a mesma ave
olhava secava admirava mirava pra ela Lilás. Sim, a emplumada parecia que
congelara na olhada... pousada num galho baixo da seringueira (árvore do gênero
hévea). A guriazinha até se perguntou se era mesmo com ela pra ela mesma a sua
nobre bendita simples pessoa física:
- Oi!... É comigo? Será que nunca me
viu, cara de pavio tipo de navio! - que a menina fez piada e estava grilada e
com um pé atrás nesta história de ser espionada.
- Oie!... Eu sempre quis voar e ser
assim mesmo como uma ave passarinho - estavam um pouco longe uma da outra mas a
menina entendia que tinha de falar.
- Ou!... É comigo o caso? Por que me
miras tanto?! - e Lilás estava certa, a ave tinha que estar aí atrás dela e
assim sem maiores explicações.
- Oito!... Onde você mora? De onde
ocê vem? - a guria sempre nas perguntas bem básicas e bem necessárias num caso
deste mesmo de relativo mistério.
“Ótimo!... O que pensa o que passa
na ideia da ave assim me aguardando?”
“Olê!... Por quê? As aves seguem
aves, as vacas seguem vacas, os peixes seguem peixes, as pessoas seguem
pessoas... Nem é assim? Nem deve ser assim?”
O mundo seguia seu girar impagável.
A menina andando pedalando numa lentidão comportada automática. Em a rua
Salgueiro (acompanhada de palmeiras mumbacas) depois avenida Itaqui (arborizada
de ipês-brancos e paineiras e bracatingas) cerca da biblioteca Monteiro Lobato
(enfeitada florida em flores florescentes das árvores jequitibás,
chuvas-de-ouro, manacás-da-serra, copaíbas, bracajanambis). A ave vinha pelo ar
e de arbusto em árvore batendo asas, ‘pla-ble!, pla-ble!...’ e assoviando e até
querendo se comunicar, assim no apelo apelar e pupilar taramelar arrolar
chilrear:
- Fio-fiu-fiaaaau!... Quando gosto
de uma atividade eu canto eu danço - flauteava entoava a ave e já acompanhando de
perto a menina.
- Ou!... Estou ouvindo te escuto e
gosto de hablar. Nesta contradança eu te acompanho e faço gosto, tá! - que a
guriazinha já ouvia percebia e muito tanto apreciava o convívio a proximidade o
parentesco o aconchego com os alados.
E de fato um caso conhecido
verídico, ao chegar em casa logo viu a ave (que podia ser m ou f) pairar aí bem
cerca se acercando dela mesma garotinha. Se olharam de mais de sério e com
interesse. Já se conheciam de outros carnavais, de outros lugares?
- Olá!... Eu acho que nem nos
conhecemos... Você está me seguindo, é isso? - questionou a menina, um olhar ao
mesmo tempo investigativo e surpreso.
- Fio-fiu-fiaaaau!... Acho que já te
conheço... Uma pergunta pra você, guria - piou a ave se dirigindo dialogando tête-à-tête
com a Lilás.
- Oi!... Sempre pode perguntar e
falar, ou cantar... ainda bater asas...
- Fio-fiu-fiaaaau!... Convenhamos. Você
permite a gente eu e minha esposa fazer um ninho aqui mesmo na sua casa no seu
espaço e aí em qualquer lado? - que o emplumado todo confiante e tagarelando
apontando com a asa o lugar da casa.
- Ouro!... Se eu permito... Vocês
são bem-vindos e até acho que vai ser muito legal. Eu adoro aves e outros
animais... entende?! - e a Lilás concordou e confiava.
- Fio-fiu-fiaaaau!... Isso aí. Eu
vou e já volto, aguarde... - a ave bateu asas num salto no espaço e se mandou
para buscar mais alguém que podia ser parente próximo.
“Olê!... E ora vejam e me
belisquem... Se nem é um pássaro querendo aba!”
Estrada sc-112 e rua Boaventura
Lopes, em Urupema, mais a incrível grandiosa revoada dos charões
papagaios-da-serra maragatos e camutangas jauás chauás. Chauá é um tipo de
papagaio diz aí o amansa-burro. A ave em questão era um papagaio dessa espécie
chauá. Gosta de florestas mas guando nidifica e quer proteger seus filhotes faz
de tudo para ter segurança faz de tudo para ter proteção faz de tudo para proteger
as crias a família a prole a descendência. As cores das penas são muito mais
verdes, e um traço ou outro de vermelho. É uma espécie endêmica que habita preferentemente
a mata atlântica ou o litoral (litoral - faixa emersa à beira-mar, costa margem
praia; ex: litorideserto, litorâneo, litório). Já é chamado em diferentes
lugares do B, acamatanga ou chuã ou chauã. Já é visto e ainda ouvido
identificado filmado em paragens como Ipaba, Lagoa da Prata, Medicilândia,
Wenceslau Braz, Placas, Serafina Corrêa, quilombo Cachoeira Porteira em
Oriximiná, Porto Feliz, distrito Alto Mutum Preto (Baixo Guandu, guanduense). Tudo
tanta ave boa bandos merece um vídeo com a gritaria ‘trá-rá-ráaaa!...’ umas
fotos? Merecimentos, méritos e ‘pli-que!...’ Merece.
As duas figuras a menina e a ave
trataram de se despedir num ‘até breve!’ num ‘até o próximo voo!’ num ‘conte
comigo!’. Assim a ave m voou e se mandou pelos ares os altos céus (céu - espaço
onde se localizam e se movem os astros, visível ao homem limitada pelo
horizonte, firmamento, abóboda celeste; ex: céus e terras, céu da boca, céu
diáfano, céu aberto, céu de rosas, céu de brigadeiro). Se bandeou. A menina
olhou até onde pôde. E a ave asando, ‘blo-te!, blo-te!...’ Depois a guriazinha foi
empurrando a bíci até dentro do jardim de casa e entrou no lar a habitação da
família. Casa jardim caramanchão varanda na frente e pomar quintal parreiral nos
fundos.
“Ora!... Sim, eu gosto de aves e
pássaros e passarinhos... Sempre quis voar e nem tenho temor de avião. Me jogar
do topo da árvore e aterrissar lá longe.”
“Oba!... Vai ser agradável ver e
ouvir esses hóspedes... As aves são próximas de D. E por que sabem voar e a gente
nem sai do chão?, questiono.”
- Oi!... Para alguns D deu asas e o
poder de voar. Já sem o temor de alturas - comentário da menina, e bolando na
cachola as ideias os pareceres.
- Olê!... Sim, que ideia forte essa
de aves peixes bichos e humanos... Será que nas estrelas existe outro povo
assim? - e olhe só como a Lilás duvidava de tudo.
- Oxalá!... As aves aladas voam são
boas de viajar viagens, né, Rolarroda?! - que a menina precisava de outra
opinião para completar a ideia de mascotes alados.
- Ré-té-té!, ré-té-té!... Jjáa qquuee
vvooccêe qquueessttiioonnaa... - confiava rodava a robusta Rolarroda, pneus
radiais com raios bem divididos radial.
E dentro das próximas horas a ave
voltou com ajuda, talvez um casal recém-casado, e voaram em volta da casa
procurando (casa - edifício de formatos e tamanhos variados geralmente de 1 ou
2 pavimentos ou andares destinado à habitação, ex: Casa Branca-sp
casa-branquense, casa do S, cada de cômodos, casa bancária, casa de aviamento,
casa de banho, casa civil). O que queriam e estavam investigando? Um lugar à
feição para construir um ninho. E acharam aí mesmo na varanda da porta/janela
do quarto da guria. Por dentro debaixo do telhadinho bem protegido dos ventos
da chuva e quiçá de alguns predadores. Parecia um ideal de esconderijo e casa e
abrigo e lar.
- Fio-fiu-fiaaaau!... Este lugar é
bom à beça, gente! - vibrou o chauá m.
- Gre-cre-tim!... O bairro é
tranquilo a cidade é maneira... - dizia o chauá f.
Sem demora sem delongas chegou o
casal e asas e garras e bicos à obra. Era um entra e sai carregando e
descarregando gravetos pequenas folhas secas flores cheirosas plumas fios e
coisas propícias para fazer um ninho fofo aconchegante (folha - órgão
geralmente laminar e verde das plantas floríferas ou fanerógamas e principal
estrutura assimiladora do vegetal, ex: folha-de-leite, folha-da-fonte, folhado,
folhagem, folhedo, folha-dourada-da-praia, folha-redonda, folha-prateada). E o
trabalho dos dois cônjuges competentes durou o quê... uns dois dias. Em dois
dias, com curtas paradas para lanchar, concluíram o cafofo o apê. Em dois dias
de 12 horas cada, noites curtas dormidas na casa em construção, preencheram o
ninho de flores flor-de-babado.
- Fio-fiu-fiaaaau!... Mais alguma
coisa... pra casa? Deixe eu pensar... Será que está tudo como deve ser? - cantava
questionando questionava o pássaro m.
- Gre-cre-tim!... É um bom lugar,
esse ninho. Eu prefiro assim e está ótimo - entoava e decidia batia o martelo o
nobre pássaro f.
- Fio-fiu-fiaaaau!... Notei, pode reparar,
que temos um pomar repleto de frutos na época de frutos e frutas, é - dizia clarinava
satisfeito a ave pai.
- Gre-cre-tim!... E mesmo tantas
ofertas de variados outros distintos alimentos para nos alimentar e aos
pimpolhos, né?! - gracitava admitia a ave mãe.
- Fio-fiu-fiaaaau!... Vamos pensar
as estações todas e criarmos filhos e netos - comemorava grasnava o pai,
aparando limpando as penas das asas com o bico.
- Gre-cre-tim!... Acho que comida e
segurança estamos bem servidos, é - destacava comentava estribilhava cucuritava
a mãe, olhando em volta e se certificando que a concorrência aérea nem parecia
muito difícil de competir.
- Fio-fiu-fiaaaau!... Já reparou
você que esta casa tem pequeno sótão pequeno porão, olhe! - apontava ganizava o
pai, abrindo as boas asas para secar.
- Gre-cre-tim!... Devemos convidar
mais gente amiga mais uns parentes e quem sabe e quem viu, né?! - demonstrou
tartareou grugrulejou a mãe, estendendo as asas.
A menina admirava espiava controlava
sem tanta preocupação, somente com um interesse de curiosa curiosidade, o entra
e sai das aves aí fazendo o ninho. Ficava de perto ficava mais afastada ficava
mais pra lá, fitava. E no outro dia já tinha o que conversar com a mãe. Já
tinha o nome dos novos inquilinos novos xerimbabos, então:
- Oba!... Temos que nomear estes
meus amigos, é - decidiu a menina.
- Quê!... Que você já tem ideia fixa
e novidades eu também sei - debatia a mãe.
- Opa!... Pois é. Que o pai posso
chamar e apelidar... Pio! Acho que fica ótimo. Que a mãe posso nomear e
apelidar... Pia! Achei bom - decidiu decidida a Lilás.
- Quê!... É isso, quem tem nome
existe - comentário pertinente da senhora.
- Oi!... Assim eu já preciso e devo
comunicar a eles. E ainda hoje devem saber. Antes cedo que mais tarde... - a
ideia da menina era conversar com as aves visitantes.
- Quê!... Pois que é certo sim e
importante. O Pio e a Pia devem saber e entender que estão sendo bem acolhidos
- definia a mãe, apoiando a filha em tudo.
- Olê!... Tenho certeza que conversar
com aves é sempre normal. E superindico! - a menina apreciava tanto aves que um
dia queria voar, nem que fosse de asa-delta.
“Outro!... Aves pássaros são como voos
e viagens, acho e tenho fé que sim.”
E se as árvores frutíferas soubessem
escolher optariam por morar ali mesmo no pomar da família de Lilás. Se tudo
desse certo, as árvores viveriam amontoadas no mato em o quintal chácara da
família de a protagonista. Um lugar acomodado e aprazível e bondoso e
confortável. O que é bem a-pra-zí-vel? Em todo caso, se fosse uma árvore
frutífera silvestre ela mesma se plantaria nasceria ali na horta no jardim e
assim por diante e já foi dito. Em todo lugar nascem pitangueiras e boas e apetitosas
pitangas, fazer sucos doces vitaminas sorvetes bolos de pitanga vermelhas e ou
amarelas.
- Quê!... Aprendi com mamãe sua avó
como que é fazer bolo sabor pitanga - já lembrava a mãe, desejosa de agradar a
filha - Basta ter enorme quantidade de pitangas.
- Oba!... Já provei sorvete de pitangas
e adorei. É um gostinho diferente e muito legal, meu! - testemunha testemunhava
a Lilás, menina do sexto ano escolar em diante.
- Quê!... Espero, quando possível,
conseguir mais pitangas e fazer geleia - desejava previa a mãe, um olhar doce
recordativo para as receitas de bolo.
- Opa!... Minha vontade maior é
colher pitangas no pé. E maduronas, né?! - que a menina aguardava as estações
de primavera e verão para comer pitangas bem doces.
Algumas plantas e árvores e arbustos
da selva selvagem e mata atlântica são muito frutíferas e comestíveis. Essas e
aquelas tais e quais como a goibeira-do-mato o abieiro a guabirobeira o
araçazeiro o umbuzeiro o tarumazeiro a perobinha-do-campo. Quem nem gosta de
tirar coletar frutas silvestre na estação propícia, hem?! Quem nem gosta de ir
até o pomar depois da chuva e colher esticar o braço e recolher no pé?
- Oi!... Se eu fosse uma árvore de
flores e frutas eu mesma nasceria e moraria no meu quintal. É legal, gente! -
era Lilás com seu respeito muito grande pelas plantas.
- Quê!... Além de aprender subir em
árvores e comer com casca e tudo! - comentava a mãe, que pensava em muitos
vários quitutes e doces e quitandas e batidas artesanais para consumo familiar
e ou local.
- Ótimo!... Quero muito e com sorte
terei uma jabuticabeira, hem?! - dizia Lilás.
- Quê!... Minha mãe tua avó dava uma
fortuna em 18 quilates pra comer jabuticabas, nossa! - recordava informava a
mãe pra sua única filha a menina Lilás.
- Oito!... Tenho certa preferência
por frutinhas agridoces, oi!... - testemunhava a guria - Agora por que isso
acontece... nem sei explicar me explicar.
- Quê!... Na época de pinhão, gosto
de pinhões. Na estação das flores, prefiro as flores. As aves canoras aparecem
na primavera e se dão bem no verão - comentários da mãe e o olhar os olhos
todos perdidos buscando o espaço aéreo o céu o mar a divindade.
- Oxalá!... Devíamos ter um matagal
um parque uma floresta, entendo - que a Lilás pensava cada vez mais além e
criar todas as espécies de plantas.
- Quê!... E olhe que algum dia
daremos um pulo em a floresta da Tijuca - comentava a mãe, que sempre teve
preferência por fazer trilhas ecológicas.
- Outro!... Nunca conheci de perto
uma floresta assim com onças-pardas e etc - meio que falando reclamando a
menina, fã de vídeos do Pantanal Mato-Grossense.
- Quê!... E olhe que um dia daremos
sim um pulo até Uberaba uberabenses ‘água brilhante’ em tupi - contou se
certificou a mãe, que sempre premiava a querida filha.
- Obrigada!... Vamos abrir os braços
para as plantas e as aves e etc, kjá-kjá-kjá!... - comentava explicava
convidava ria a menina elegante a Li.
- Quê!... Nem vamos esquecer ou
perder de vista o prazo que nos resta de visitar, ainda este ano, o rio Laje
Komi-Memen e Guajará-Mirim - contemplou a mãe.
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