domingo, 23 de setembro de 2018

Alô, Ana Paula! Boa tarde!


            


            O que você vem amanhecendo? Como conseguir, hein?

            Olhe pra fora, guria!
            Num gesto abrangente de capital cidade universal global, hoje o que me inspira sempre adiante por vir é o dia de antes anterior decorrido de ontem. Acho que isso é bem assim onde estou está bem assim e claro. Te pergunto e olhe e veja a delícia das estrelas dos astros do zodíaco Sirius a luz síncrotron. Altos prédios terrenos arborizados casas guarnecidas de catuabas, marmeleiros-do-campo, saracuras-do-mangue, imburis... áreas espaços e outras condições especiais crédito exclusivo para os sócios do por exemplo Clube Esportivo Cratéu um dos melhores concorridíssimo se não o melhor dos maiores. Eu te vejo nos veremos em setembro?, me diga me e-mail.
            “No pátio quintal do casarão típico do meu avô clássico nós brincávamos de caçador disputa com bola inventada por ela pela minha prima também clássica. Ela habitava todas aquelas brincadeiras domésticas, e nem sei de onde. Era linda e alegre e hábil e a minha prima. Naquela época naquele território neutro ela nem tinha os mil olhos brilhantes interessados, cabelos cacheados, seios de botão, curvas para dentro e pernas compridas. Somente um espírito de inventar que mudava movia nossos afazeres e diferentes outros jogos os tais e quais que gostávamos sem parar sem cessar.”
            Então, você identifica você sabe você vê que estou em a São Paulo e terra da garoa a metrópole brasileira a cosmopolita cidade. O hotel na avenida Seridó esquina com a outra avenida a Potiguar, você já viu?, volta e meia por aí o centro nervoso dos negócios latino-americanos, e com piscina infinita no terraço pra cima relaxar dos quarenta pisos. A floresta de prédios de pedra apartamentos com sacada e rios e riachos onde cruzam navegam e correm motos gaiolas aviões e carros assustados ruidosos urgentes intempestivos. Vou correndo buscar uma vista aérea de helicóptero de ave gavião-caboclo coisas acima dos demais, concorda? Desde o dia de ontem os acontecimentos vão disparando etc. E por ora, nada de segunda-feira prefiro a terça.
            “Quando girávamos de cirandando e nós todos queríamos a sua mão. Estava uma prima doce generosa e disposta, sorriso pronto, cantando e futuro avançado. Ela escolhia quem saía, quem ficava; prendia e mandava soltar; dona da bola queria as regras todas para ela como queria senão botava o jogo debaixo do braço e se ia embora. Eu mesmo ficava sempre perto do ladinho. Os outros reclamavam, então ela mudava para agradar para melhor. Riscava no chão os quadradinhos da brincadeira e contando cantando as nuvens a escada até o céu. No começo ela ganhava todas as paradas, depois mais tarde eu comecei a empatar. Pulávamos como saci, mas com graça só ela e por quê. De esconder então eram outras artimanhas pula-pula esconde-esconde agarra-agarra pega-pega. Sempre de dia e mais vezes à noite que havia escuros para a gente conforme se esconder. Ela tinha um pé atrás e às vezes dependendo do seu próprio humor. E eu nem sabia onde mais tocá-la a atriz para me sentir ainda mais o giz.”
            Olhe agora, guria!
            Por que esta cidade chama de a São Paulo você sabe? e ilha de todos de gentes os continentes e contingentes mais ricos que indigentes. E parece uma ilha como ilha do Mar Virado como ilha do Arvoredo ilha Grande... Entre as 10 melhores para se comer churrasco gaúcho. As ruas iluminadas as estrelas no céu os pássaros noturnos curiangos-comuns piando no escuro do mato os outros bichos a floresta onde se escondem entre os vegetais vindecaá, são-joão, malva-rosa, manjerona-do-campo... mais o viaduto Santa Teresa e a São Paulo é natureza poderosa como um país porém sem mar. Também te considero muito, viu!, rio Acará.
            Vou andando que tenho mais ou menos muito mais para ver e ouvir. Digo este verão de 2018 onde a atmosfera se completa com a entidade superior fundamental que envolve o mundo e as pessoas gostam de comprar digo gastar. Aproveito e transpiro fico sabendo nem vou me lembrar de tudo de todos. Sigo certo no compasso por aqui por ali furta-passo do meu cavalo baio apelidado você conhece Candiru. E era uma vez uma cidade que ficou pensativa porém locomotiva da nação tupiniquim. Daqui onde estamos mais podemos ouvir a serra do Cabugi e tudo um total em torno ao redor. Qual a primeira coisa que se aprende em a SP?
            E uma notícia eu tenho então clara e consertada e eu sei como a palma de minha mão, ou seja, me despedir e me voltar para a cidade grande Piratininga do convívio e a prima estaria pensando em mim? Daí me olho no espelho da manhã refletido me vejo e nem tô me regenerando que hoje começa meu regime principal necessário para emagrecer. Devo já te lembrar me lembro que o teu cheque voltou, é. A porta e nem a janela e eu digo que a passagem está aberta ou entreaberta e você acha que a conjuntura pode estar meio copo sem água.
            Sigo a rua Senhor dos Passos e logo o prédio da antiga igreja de São Bento fica na colina Ceará-Mirim num alto de frente pela avenida Othoniel Menezes e por outro lado descendo quem vai pela esquerda uma ladeira íngreme antiga taba indígena dos coroado hoje a rua asfaltada Barão Homem de Melo. Ao redor como sempre e natural uma paisagem de concreto e um magazine chamado Tapiri e um chafariz com estátuas de bronze imitando pessoas e ou bichos da fauna e flora silvestres endêmicas. Já falei que nem uma megalópole se parece bairro a bairro muito com Camocim, Taipu, São Gotardo, Itaguaí, Breves... essas cidades que ainda nós outros já compartilhamos viajando e aprendendo. Há que se reparar nos aspectos ambientais as fontes dos rios as nascentes os brejos os terraços arborizados. E porém então fomos ver arqueologia no museu Parnamirim de arte marajoara camotins sítio em rua Barão de Tefé bem localizado de pizzarias desfile de mangabeiras e autossuficiente em automóveis estacionados e mais com a parada obrigatória na estação da Luz mastro torre espetada da Bandeira Nacional e ver de perto a exposição a galeria de quadros de aquarelas do Modernismo movimento de 22.
            Olhe de novo, guria!
            Você sabe você conhece você é meu bem que quem mora no Estado de São Paulo é paulista, quem mora na capital é paulistano, quem torce por São Paulo FC é são paulino, quem mora e se criou na avenida Paulista é... rico milionária bilionário contemporaníssima. Também te considero muito, viu!, estufada mala com rolimã.
            Nem sei como te dizer nem me vem mas esta SP é uma supercidade senhora de si e que perde as coisas por exemplo e esses dias eu até encontrei jogada na linha de fundo uma balança de pesar utilidades. E hoje em dia quem precisa de balança de precisão de dois braços crucificados? Quem nem precisa até que acha, que foi o meu caso por acaso. Uma das 10 maiores no fluxo de veículos elétricos. Quem tem e nem precisa joga fora fora. Vai que alguém necessita mais que eu e nem acha, né?!
            Uma vez mais me levou ela a Igarapé-Açu e Acari e a Jacarepaguá olha esse nome e longe e eu fiquei parado admirando o nome do lugar e depois de duas horas seguimos passear havia sempre outras coisas um montão que se ver ela mostrou nem se tem tempo pra todas com mais ou totais grandezas bonitezas cada uma na sua hora na minha na tua sonhei agorinha mesmo com teus cabelos do jeito que você mesma organiza facilita o seu penteado o meu sistema presidencial.
            Uns e outros são os arranha-céus se encontrando com as nuvens, quando for o caso. Pela direita quem sobe a rua Auta de Souza se vê uma praça Pedro Velho ou Cívica. Por tudo caminhando o grande povo em busca das funções gratificadas que nasceu cresceu adotou por aqui no verão e na seca e na fartura e no natal véspera de ano novo. De onde de onde uma ou outras igreja templos e que vão se tornando santas santo com mais e mais o passar do tempo das eras a praia mais famosa a praia das Barreiras as praias por perto cercando de São Roque em Maxaranguape. O mercado público mangaba caju guabiroba pupunha bom saudável e das surpresas. Garoa garota assim mesmo breve leve o seu lema seu ser como a alma de cada dia das suas mãos e braços e seus pés e pernas.
            Toda olhos, guria!
            Nem tenho dúvidas e fomos nos proteger do sol beber um chope no bar e sua boca me embriagava de caipirinha e mais quê! as saladas de cores as carnes salgadas assadas adequadamente e depois digo mais sobre isso sim porque Pauliceia ficou mais linda.
            E uma multidão preocupada nem se sabem por que e que rema que rema procura e quase quase fala. Eu ali no meio do fervo o único anônimo privado pessoal indivisível egocêntrico. Qual a segunda coisa que a SP cidade município nos ensina, você sabe guria? As plantas ananás-de-cerca, macacapurangas, tucumãzeiros, iricuranas... correndo ao lado das pistas apressadas rua Mostardeiro e também por que nem? algumas aves outras que tais os tieteís, pombas-galegas, canários-da-terra, aritauás e até os quero-queros nidificando no capim-da-colônia.
            Muitas variadas coisas e os mais aparentes são os jogos intermináveis de futebol todos os anos acontecem muitos distintos campeonatos. E já falei? que antes dos bandeirantes povoavam essas bandas os autóctones aricapu. Tudo certo e apressado como 2 e 2 igual a 4 entretanto vamos primeiro no Templo de Salomão ou na Catedral da Sé. Aprenda comércio terceira língua poder das frutas arquitetura urbana relações públicas que nem dorme em bocejos de, zazzizzuuu!...
            Todavia benéfico delicioso religioso e esportes agradáveis afoitos dormir e comer pizzas. E bem é conversar nos bares depois das 19 horas. Se fala de tudo mas o prazer básico fundamental é o futebol e o jogo só acaba quando o árbitro apita. E no fim da tarde e aos sábados e domingos é a vez de ir ao parque rua Jerônimo Coelho porque é olhar o céu de calor surpreendente. Se chover é melhor ainda no entardecer e vamos de manhã bem cedo as alamedas entre outras folhas catucaém, algodão-do-brejo, vinhático-rajado... E na época de carnaval o sambódromo e samba e bumba meu boi e congo e furdunço e forró e quadrilha caipira com maria-chiquinha e chapéu de palha desfiado. Nesse caso isso tudo as taxas os valores por que nem e já deveria ter sido vendido e exportado explorado pela mídia sensacionalista.
            Tem pessoal que vem que chega que vai que passa e é porque todos se metem com ela capital. Todos falam e contam notícias e eu fico por dentro. Uns e outros descem de Melgaço, Boa Saúde, Caicó, Luiz Alves, Pitimbu, Itajubá e planalto da Borborema em geral. Acho que já somos amigos e ela me considera e já somos amigos e ela me abençoou eu expirei e ela disse “D te conserva!”. A cidade é sempre a mesma mas pode ser decantada em várias direções ou situações multinacional.
            É tudo bonito e as andorinhas vão corrigindo de aba em aba e procurar o que fazer nadando se assentando desafiando as linhas de transmissão de tensão de energia rapidamente desde o quinquagésimo terceiro último andar do prédio Aparaí do edifício Copan da torre Tiborna voos intrépidos arriscados arrojados precisa ver. Também te considero muito, viu!, Currais Novos.
            Nesse verão lá fora dentro da capital do bate-estaca dos negócios dos shows comícios de repente começa a relampear pros lados de lá e logo o fragor ronco de tambores trovões e com meia hora o vento por aqui chamado banzeiro cinco minutos a chuva os tais e quais sobressaltos a chuva-de-caroço e eu ando e vou andar como gosto de chuva em chuva de guarda-chuva assim como quem diz: nem como coisa. A água bebendo os transtornos da cidade grande movimentado aeroporto de Congonhas. A praça Princesa Isabel monumentos e plantas cajuranas, molongós, cravinas-do-campo, chuvas-de-ouro... e como nunca se pensou, você falou alguma coisa? 
            Continue olhando, guria!
            Você sabe qual o lugar mais inospitaleiro de a São Paulo, né? É o famoso Butantã. O que vem a ser Tamanduateí? Simplesmente um tamanduá-verdadeiro ou tamanduá-bandeira que você já viu ali em tal e qual reserva dos índios miriti-tapuia perto do rio Anabiju. E o que você entende por Ibirapuera? O lugar das águas paradas ou venenosas ou impróprias para o consumo humano. E a tradução de Anhangabaú? São as árvores velhas. E aquela película famosíssima história que virou lenda que virou livro que já foi peça no teatro que narraram em quadrinhos causo contado ao pé do fogo que todos você já viram foi aqui em São Paulo te conto véspera do dia de São João que Pedro viu Antônia pela primeira vez e foi um momento temporal ambos amáveis pessoal para sempre.
            Assim eu passeio vou no esporte e inegavelmente ela tem um bom papo e converso com ela de metrô e no subsolo. Com ela você vê! e por recordação da prima falamos também de você. Ela adivinha meus pensamentos igual a você e que já nem são muitos e poucos nem muito originais. Ela adivinha minhas intenções. Fomos ao zoológico e depois muito debaixo do bosque junto do forte dos Reis Magos delícia de sombras os oitizeiros, ingazeiros, ubaieiras, mangues-bravos, maçarandubas... saudados pelo vento que aqui querem clamar cambueiro sempre os matos em grupos de vinte ou trinta os tons de verdes capões matas todos os verdes e gorjeios em a beira do rio Paraim que cujo significado desconheço. Mas sem buscas.
            - Vamos dar um pulo no zoológico e ver o criatório de piquiras, poraquês, curimatãs?
            Ela me pergunta muito seguidamente e mais à tardinha depois do sol:
            - Que é que você quer comer, meu bendito?
            Eu com ela como os turistas são entende? então eu estou um turista andando de canoa ônibus articulado remando no parque com lago Macuricanã acomodados na montaria e mupicando no jacumã e diante de verdes nas margens, cajazeiras, sorveiras, sapotaias, patiobas... desde o rio Pinheiros passando a avenida Marechal Dutra olha lá o açude de Gargalheiras! e até o rio Tietê. Também te considero muito, viu!, Macaíba.
            E ela olhou de novo para mim.
            Acabei admirando como uma vez mais: uma cidade como se vê!
           
            Então até a vista querida e logo me favoreça nas suas orações daí diante da imagem peregrina de NS de Nazaré juntando seus os nossos pedidos com D o de lá de cima e tudo mais nós dois e todos incluídos.

Saia da toca para aproveitar o tempo permitido, guria!

Tô te falando! Vem pra cá, Ana Paula!

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A Natural Verdade Verdadeira Esta e Simples


                 
        Todavia Boimé arremeteu e quis estudar estrelas planetas asteroides galáxias formas geométricas Via Láctea constelações fenômenos astronômicos e principalmente entendê-los, decorar seus nomes desenhos mitos corografias e, olhando-os nos olhos, identificá-los para sorte do seu futuro seu futuro.
           (digo que o mundo está de mão nas mãos destas de outras plantas árvores arbustos, amendoim-rasteiro, andirobeiras, laranjeira-do-mato, cajueiros... dali do parque Marinha do Brasil o bairro Capemba, maricauas, craveiros-do-campo... e cada dia cada hora cada mês cada semana aparecem, corocoxós, muçuns, tempos-quentes, piracatingas... ou ainda aumentam, conforme)
E logo logo identificou abrir um negócio Boimé uma loja de pouco capital porém sem patrão numa rua movimentada ponto de comércio nas proximidades da praça central rua Conselheiro Crispiniano. Pronto, nem pôde realizar seu intento porque jamais esbarrou com mapas cadernos figuras arquiteturas artefatos livros relíquias óvnis que lhe contassem lhe contassem. Assim o seu rio se fez escorrer por outro lado por entre os dedos das mãos à margem e ver navios. Se pensa alguém achou que tudo isso era fome e sede de sucesso.
(tá certo!, orgânico, porém, tchau!, então, contemporâneo, ótimo!, harmônico, valeu!, isto mesmo o usufruto)
O espetáculo quando chegar chegou. Visto que existia numa noite clara. O mundo nem continuaria. Alguma coisa daqui chamou de longe dali. Quando viu e o mar ficou jorrar com força e velocidade escachoar cachoar acachoar suas próprias luas e arrebentando nas pedras nas falésias.
(presentes há os inúmeros já insetos abelhas besouros borboletas e mesmo os pássaros asas-de-sabre anambés-azuis andorinhões-foguetes coleiros... espalhados ali rio Cocal aqui rio dos Sinos mais pra lá rio Farinha. Talvez somando isso com aquilo e também bem assim)
            Então, só quê!, uma manhã - por que nem naquela mesma tarde mais de tardinha? - acordaram com a notícia despertados com a condecoração e Boimé de que uma estrela pequena cadente peregrina silenciosa sem freios e algo bem sinótica embrulhada vinha abrindo espaço e tempo um prêmio ao deles encontro ao deles alcance. Deles e delas e de todos aqueles incluídos de um por um juntos de uma vez. Seria um abraço mortal imortal filial paternal maternal, bum!... Essa estrela sem endereço fixo estava no caminho deles no endereço delas e eles as gentes elas as pessoas na rota dela todos irmanados e humanidade. Era só esperar algum tempinho, e rapidamente. O nome da estrela o santo do dia, hien?! E D divinamente multifário virou moda em todos os lugares quentes e frios altos e baixos. E agora e na hora?!
            (faz um dia mágico e ela Pana tranquilidade abraça a árvore abraça vamos dizer por exemplo a cauchorana. Um dia de sol ou chuva de noite uma hora duas horas libertas confortáveis melhor liberais confiáveis. Todo dia perto da noite chove e o que é justo)
            O melhor pra correr, e segundo os jornais os sítios os plantões de tv e rádio de minuto a minuto especialistas do sensacional, era nem acreditar no difícil evento ou esperar um milagre ou receber de braços abertos abertos. De duas e três, uma. Como a bola pelo alto e dominar no peito. Fingir que fosse lá tudo coisa de loucos fantasiosos, um teatro, um filme que esquecemos de trocar de canal, algum por uma comida pesada antes de dormir. Nem, nem podia ser. Nem mesmo sequer era começo-início de milênio, meu!, longe disso.
            (espera aguarda o mundo recrescer volta mais verde e devagar é lento. Na subida daquele outro morro tem mais pindaíbas-pretas vassouras flores-da-imperatriz senes ingás-de-flor-amarela... e mais umas vinte ou trinta milhares reencarnações no meio ambiente florestal plantas espontâneas)
            Acontecia com o mundo e se aproximando. Uma pedra uma lasca intergaláctica no final de carreira. Terça-feira hora minuto hora-extra estava previsto tudo o dia o mês o ano o século. E alguma catapulta impossível e feroz motivada no acaso de vai lá se saber! qualquer sistema estelar planetário dentro ou fora do universo um espírito empedernido. E certa estranha ideia ideias determinada exagerada insatisfeita. E as conjugações dos signos misteriosos e nem lidos por aí no espaço celeste, etc. Tal coisa chegando estrovenga pombo sem asas era impossível mas já visível admirável.
            (a Pana cunhantã vem dirigindo levemente na lagoa Juparanã seu ubá escavado em tronco de cana-ubá. Olha as margens muito interessada coletando, cheira o ar, consulta os sons totais gerais, sabe que o nome de cada planta, oiticicas, perobas-de-goiás, vinhático-rajado, araribá-amarela... interpreta motivada o voo das aves sustenido e em busca pesquisar buscando)
Seria o fato de uma coisa de uma nave de um objeto útil decidido sem sombra com uma mancha crescente inútil e da proa até a popa. E o submundo que a todos carregue escorregue! Passando por aqui e ali e assim coçando chateando nem desistindo e na pechada. Oito nove quilômetros de norte a sul e quatro cinco de leste a oeste. Data de validade número da placa código de barra carimbo do ministério do governo. Pesando pouco mais de 800 toneladas e rápida e esplendente. Custo e benefício uns poucos 13 bilhões de reais à vista. Trocar trocava trocando de cor a cada passo. E isso mesmo de predadora e feroz até o fundo da alma da palma. Nem parecia com olhos com boca com nariz com personalidade própria. De pedra de porcelana de ferro de ouro de osso duro de roer. Era para ser aquela estrela um disco voador alienígena e sem tripulação. Mesmo possível nem estar ali.
            (os pássaros sentem por certo uma paz lunar às 4h de demarcar território. E muitos deles senão quando de repente todos muito leves eis que chamando a companheira para acordar para as abluções. O par casal de birros-brancos tem espaço compatível uma espinho-de-cruz tão somente para eles, pois nem)
            Então os mortais se cercaram de discussões, cortejos, taiobas, confissões, piabas, procissões, cravos-do-mato, triângulos e comprimidos para nem dormir. Eram os humanos correndo como as baratas, se entocando como minhocas, se esgueirando como os ratos e voando como mariposas-espelho. Uns buscaram reunir a família, distribuir presentes e lucros, gastar os últimos da poupança, abraçar os bichos de estimação, regar as plantas dos vasos, esquecer perguntas e as respostas. Se abrigar nos templos nas locas nos túneis nos abrigos antiaéreos, voltar às cavernas. Cavaram a terra como tatus-bolas. E procuraram nas gavetas nos bares muito nos bares nos lugares nos altos arranha-céus nas minas das montanhas entre as raízes das árvores boieiras, capitães-do-mato, amendoeiranas... E pilotar o carro para fora da cidade o barco o avião bimotor o cavalo o trem-bala o parapente. E os que foram trabalhar confundidos e preocupados com os descontos dos dias do salário no salário nas férias de inverno.
            (e a poderosa Pana cruza os braços e se abraça também com sorriso jubiloso quente e tudo mais. Alguma coisa é acontecer e esperar ela Pana presente por que sim. Dia ou dias que chove com uma espécie de unção e o rio ri de orelha a orelha, dias ou dia que fazem derramam desenham sóis e as cores seleções coleções)
            Segundo cientistas e olheiros do céu, a estrela era maior multiplicada pela veloz que a terra mil ingente e até trinta mil vezes. Nem lhes deixava nenhuma chance. Seriam queimados como palha seca antes mesmo do impacto do choque do tombo da queda. E se fosse de refilão? O maior engoliria o menor. O final dos tempos do mundo o apagar da luz e num piscar de olhos de olhos de repente. E se fossem mandar alguém com bandeira branca para negociar? Um solavanco terráqueo e um súbito furacão lateral varrendo a fluxo e varejando tudo.
            (as árvores sempre estão contentes com o rio e vice-versa. A chuva é sempre boa para as plantas ervas-preás, biribás, cobiós-do-pará, cerejeiras-do-paraná... para os rios rio da Prata rio Andirá cachoeira do Fojo... continua tudo a memória do mundo nem esquece nem desaparece, urraca, galinha-do-mato, ariramba-verde...)
            Dito e feito. Teve gente que nem quis saber quis ver e nem dormia. Nem olhem agora! Outros subiram o morro para colher os derradeiros consumir pastar o capim-bobó a peroba-tabuada a guaxima o assa-peixe... Ainda os que desceram ao Itaimbezinho. Pensamos no pensador que tinha pressa e no economista que tinha esquecido as chaves no banheiro e na astróloga com lentes de contato dental na esotérica que hipnotizava as pedras roladas do morro da serra do Cipó. Nem poucos pegaram a estrada para o alto astral e o escambau caixa-pregos ou cafundó. As multidões se irritaram.
            (antes de tudo investigador vem a formiga as formigas-de-novato. Vem na frente ela batedor e já escalaram o pico do Itapeva emboralá! entre as ramas de um olho-de-boi)
Chegou a estrela soberana pulsante baseada na rocha fria ou quente e de muito longe soberba cada vez mais próxima. E nem houve mais noite alguma. Um confronto direto e reto no osso com osso dente a dente. A luz era uma imensa bola de fogo cruzando a pequena área sem cobertura da lua. Gastaria poucos instantes daqui até ali um meteorito um palito de fósforo. O calor aumentado de segundo a segundo tecnicamente nociva tóxica atomicamente. Sem previsão o campeonato a partida acabou foi interrompida antes dos quarenta e cinco do primeiro tempo. Estavam para gastar mais ou menos mais uns dez ou doze impulsos pulsos cardíacos. Empós de nada mais nada menos que um tapete uma alfombra uma quadra calcinada uma alcatifa um gramado e dormir dormir.
(e passeiam na ilha de Itamaracá as capivaras e famílias os quatis e suas proles os macacos-aranhas e familiares os peixes-bois e parentes consanguíneos ao largo e os beija-flores-safira com contraparentes colaterais)
Ela aquela feminina já estava, ela quem?, cabelos longos de gelo ou fogo aventureira pelo céu voando e já a sentiam escurecendo os olhos aquecendo os olhos. Faminta sedenta passageira e difícil. Parecia uma bola das de raquete ou um bonde de luz alta. Assaz uma bastante encruzilhada muito. Quando às vezes mês hora minuto e suando.
(de noite de dia cadentes guias e de dia nem se pode perceber mas estão lá as mesmas ou outras novas recém e cravejadas de brilhantes diamantes)
Nem era uma estrela de sete ou cinco títulos mundiais, vamos antecipar. Era maciçamente... o raio que o parta. O alto pegou fogo um estrondo e tudo começou a fritar a tremer desinteirar a transbordar desintegrar. Estava um grande capítulo da última página do último ato. Sem uma palavra e aquém de quê.
(nesta honesta árvore gigante jatobá sempre no rumo do sol seis sete andares. E os bugios comem folhas doces e frutos maduros e uma colmeia de outros centenas de seres diferentes. Moradores patriotas habitantes cidadãos. De noite certas seguras noites a lua parece eclodir dali mesmo de entre os ramos e folhas e tronco. No domingo o sol novo em folha sem nuvens aparece e desaparece mais perto. Todos colhem e comem e bebem da árvore sem deixar a árvore. Uns caminham outros caminham e voam e já a árvore abre os braços tocada dos ventos)
Na tarde por menos que ia anoitecendo... ela quem estrela ou meteorito ambas as asas abertas estava para chegar sem qualquer oferta de preço e derrubar e ficar assim ali aqui por meia hora uma semana uma geração pelo tempo inteiro permanecer e ficar com tudo. De peça em peça de prédio em prédio de cidade em metrópole. Havia estava era tinha um mal-entendido qualquer e pelas redes sociais... mas com incertezas. Então já conhecia o planeta e vinha visitar de bala perdida no apagar das luzes e fantasiosa alegórica.
(e todos vão para a beira-rio por sorte por natureza os bichos é um direito natural e para debaixo das árvores. As aves passarinhos diferentes nos andares correspondentes. E chegam mais matriarcas na frente as cutias dentro da noite dentro do dia acuti acuchi aguti acouti)
Uma vez poucos outra vez poucos anos passados em um mundo conhecido de todos os avós perto habitado onde viventes faziam várias refeições por dia um povo outro povo diversos povos e línguas bilhões de bípedes e mais alguma natureza... bem ali aconteceu aconteceu o que eles todos gente como além acreditavam buscavam cavavam pediam pagavam comissões mas nem sonhavam.
(ventos fortes com chuva na época das chuvas com mais água menos água. Mas sempre chove no verão ou no inverno e em todas as estações. Uns rios longos que vêm buscar água em toda a extensão do continente. Chove no litoral nas ilhas e em muitos outros lugares os Pontões Capixabas, praia Bacia das Turcas... Depois tem o sol a lua e nem chove mais por outros alguns dias. Os rios são perenes piscosos de margens carregadas de árvores. E as aves e os bichos vêm buscar a sombra das plantas e as frutas dos frutos das frutas)
Todos concordaram que era uma candidata escolhida a dedo de D dentre tantas na chuva cósmica. Duas horas para dobrar os cílios riscar as sobrancelhas acentuar as olheiras. Visual lacrador. Mais uma hora e meia depois para arrumar o cabelo pintar a coma a juba grande com duas cores diferentes da moda últimas novidades nos desfiles de Sampa e Fortal e Rio e Floripa e Belô.
(tudo conforme recomeçar e bem e imitando. A paisagem à vista o rio o mato olhar de cima olhar de pássaro e abraça a manhã. Umas múltiplas cores quantas quietas devagar junto dos gritos das aves onomatopeias. Ali mesmo do outro lado entre aquelas árvores de frutas amarelas em menos de meio quilômetro. E aquela colina parece uma mesa. E aquele rio parece multiplicado pelas cascatas cachoeiras cataratas)
            Então, quando, por enquanto, assim, Boimé e avós se abraçaram por certo que se perguntaram brindaram e ali expostos aos desígnios verbais das verbas às radiações interestelares aos bombardeios cósmicos às precipitações radioativas ao raio que cai uma vez só e no mesmo lugar total de 19h e 8min...
            - Pss fzr m prgnt?