quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A Natural Verdade Verdadeira Esta e Simples


                 
        Todavia Boimé arremeteu e quis estudar estrelas planetas asteroides galáxias formas geométricas Via Láctea constelações fenômenos astronômicos e principalmente entendê-los, decorar seus nomes desenhos mitos corografias e, olhando-os nos olhos, identificá-los para sorte do seu futuro seu futuro.
           (digo que o mundo está de mão nas mãos destas de outras plantas árvores arbustos, amendoim-rasteiro, andirobeiras, laranjeira-do-mato, cajueiros... dali do parque Marinha do Brasil o bairro Capemba, maricauas, craveiros-do-campo... e cada dia cada hora cada mês cada semana aparecem, corocoxós, muçuns, tempos-quentes, piracatingas... ou ainda aumentam, conforme)
E logo logo identificou abrir um negócio Boimé uma loja de pouco capital porém sem patrão numa rua movimentada ponto de comércio nas proximidades da praça central rua Conselheiro Crispiniano. Pronto, nem pôde realizar seu intento porque jamais esbarrou com mapas cadernos figuras arquiteturas artefatos livros relíquias óvnis que lhe contassem lhe contassem. Assim o seu rio se fez escorrer por outro lado por entre os dedos das mãos à margem e ver navios. Se pensa alguém achou que tudo isso era fome e sede de sucesso.
(tá certo!, orgânico, porém, tchau!, então, contemporâneo, ótimo!, harmônico, valeu!, isto mesmo o usufruto)
O espetáculo quando chegar chegou. Visto que existia numa noite clara. O mundo nem continuaria. Alguma coisa daqui chamou de longe dali. Quando viu e o mar ficou jorrar com força e velocidade escachoar cachoar acachoar suas próprias luas e arrebentando nas pedras nas falésias.
(presentes há os inúmeros já insetos abelhas besouros borboletas e mesmo os pássaros asas-de-sabre anambés-azuis andorinhões-foguetes coleiros... espalhados ali rio Cocal aqui rio dos Sinos mais pra lá rio Farinha. Talvez somando isso com aquilo e também bem assim)
            Então, só quê!, uma manhã - por que nem naquela mesma tarde mais de tardinha? - acordaram com a notícia despertados com a condecoração e Boimé de que uma estrela pequena cadente peregrina silenciosa sem freios e algo bem sinótica embrulhada vinha abrindo espaço e tempo um prêmio ao deles encontro ao deles alcance. Deles e delas e de todos aqueles incluídos de um por um juntos de uma vez. Seria um abraço mortal imortal filial paternal maternal, bum!... Essa estrela sem endereço fixo estava no caminho deles no endereço delas e eles as gentes elas as pessoas na rota dela todos irmanados e humanidade. Era só esperar algum tempinho, e rapidamente. O nome da estrela o santo do dia, hien?! E D divinamente multifário virou moda em todos os lugares quentes e frios altos e baixos. E agora e na hora?!
            (faz um dia mágico e ela Pana tranquilidade abraça a árvore abraça vamos dizer por exemplo a cauchorana. Um dia de sol ou chuva de noite uma hora duas horas libertas confortáveis melhor liberais confiáveis. Todo dia perto da noite chove e o que é justo)
            O melhor pra correr, e segundo os jornais os sítios os plantões de tv e rádio de minuto a minuto especialistas do sensacional, era nem acreditar no difícil evento ou esperar um milagre ou receber de braços abertos abertos. De duas e três, uma. Como a bola pelo alto e dominar no peito. Fingir que fosse lá tudo coisa de loucos fantasiosos, um teatro, um filme que esquecemos de trocar de canal, algum por uma comida pesada antes de dormir. Nem, nem podia ser. Nem mesmo sequer era começo-início de milênio, meu!, longe disso.
            (espera aguarda o mundo recrescer volta mais verde e devagar é lento. Na subida daquele outro morro tem mais pindaíbas-pretas vassouras flores-da-imperatriz senes ingás-de-flor-amarela... e mais umas vinte ou trinta milhares reencarnações no meio ambiente florestal plantas espontâneas)
            Acontecia com o mundo e se aproximando. Uma pedra uma lasca intergaláctica no final de carreira. Terça-feira hora minuto hora-extra estava previsto tudo o dia o mês o ano o século. E alguma catapulta impossível e feroz motivada no acaso de vai lá se saber! qualquer sistema estelar planetário dentro ou fora do universo um espírito empedernido. E certa estranha ideia ideias determinada exagerada insatisfeita. E as conjugações dos signos misteriosos e nem lidos por aí no espaço celeste, etc. Tal coisa chegando estrovenga pombo sem asas era impossível mas já visível admirável.
            (a Pana cunhantã vem dirigindo levemente na lagoa Juparanã seu ubá escavado em tronco de cana-ubá. Olha as margens muito interessada coletando, cheira o ar, consulta os sons totais gerais, sabe que o nome de cada planta, oiticicas, perobas-de-goiás, vinhático-rajado, araribá-amarela... interpreta motivada o voo das aves sustenido e em busca pesquisar buscando)
Seria o fato de uma coisa de uma nave de um objeto útil decidido sem sombra com uma mancha crescente inútil e da proa até a popa. E o submundo que a todos carregue escorregue! Passando por aqui e ali e assim coçando chateando nem desistindo e na pechada. Oito nove quilômetros de norte a sul e quatro cinco de leste a oeste. Data de validade número da placa código de barra carimbo do ministério do governo. Pesando pouco mais de 800 toneladas e rápida e esplendente. Custo e benefício uns poucos 13 bilhões de reais à vista. Trocar trocava trocando de cor a cada passo. E isso mesmo de predadora e feroz até o fundo da alma da palma. Nem parecia com olhos com boca com nariz com personalidade própria. De pedra de porcelana de ferro de ouro de osso duro de roer. Era para ser aquela estrela um disco voador alienígena e sem tripulação. Mesmo possível nem estar ali.
            (os pássaros sentem por certo uma paz lunar às 4h de demarcar território. E muitos deles senão quando de repente todos muito leves eis que chamando a companheira para acordar para as abluções. O par casal de birros-brancos tem espaço compatível uma espinho-de-cruz tão somente para eles, pois nem)
            Então os mortais se cercaram de discussões, cortejos, taiobas, confissões, piabas, procissões, cravos-do-mato, triângulos e comprimidos para nem dormir. Eram os humanos correndo como as baratas, se entocando como minhocas, se esgueirando como os ratos e voando como mariposas-espelho. Uns buscaram reunir a família, distribuir presentes e lucros, gastar os últimos da poupança, abraçar os bichos de estimação, regar as plantas dos vasos, esquecer perguntas e as respostas. Se abrigar nos templos nas locas nos túneis nos abrigos antiaéreos, voltar às cavernas. Cavaram a terra como tatus-bolas. E procuraram nas gavetas nos bares muito nos bares nos lugares nos altos arranha-céus nas minas das montanhas entre as raízes das árvores boieiras, capitães-do-mato, amendoeiranas... E pilotar o carro para fora da cidade o barco o avião bimotor o cavalo o trem-bala o parapente. E os que foram trabalhar confundidos e preocupados com os descontos dos dias do salário no salário nas férias de inverno.
            (e a poderosa Pana cruza os braços e se abraça também com sorriso jubiloso quente e tudo mais. Alguma coisa é acontecer e esperar ela Pana presente por que sim. Dia ou dias que chove com uma espécie de unção e o rio ri de orelha a orelha, dias ou dia que fazem derramam desenham sóis e as cores seleções coleções)
            Segundo cientistas e olheiros do céu, a estrela era maior multiplicada pela veloz que a terra mil ingente e até trinta mil vezes. Nem lhes deixava nenhuma chance. Seriam queimados como palha seca antes mesmo do impacto do choque do tombo da queda. E se fosse de refilão? O maior engoliria o menor. O final dos tempos do mundo o apagar da luz e num piscar de olhos de olhos de repente. E se fossem mandar alguém com bandeira branca para negociar? Um solavanco terráqueo e um súbito furacão lateral varrendo a fluxo e varejando tudo.
            (as árvores sempre estão contentes com o rio e vice-versa. A chuva é sempre boa para as plantas ervas-preás, biribás, cobiós-do-pará, cerejeiras-do-paraná... para os rios rio da Prata rio Andirá cachoeira do Fojo... continua tudo a memória do mundo nem esquece nem desaparece, urraca, galinha-do-mato, ariramba-verde...)
            Dito e feito. Teve gente que nem quis saber quis ver e nem dormia. Nem olhem agora! Outros subiram o morro para colher os derradeiros consumir pastar o capim-bobó a peroba-tabuada a guaxima o assa-peixe... Ainda os que desceram ao Itaimbezinho. Pensamos no pensador que tinha pressa e no economista que tinha esquecido as chaves no banheiro e na astróloga com lentes de contato dental na esotérica que hipnotizava as pedras roladas do morro da serra do Cipó. Nem poucos pegaram a estrada para o alto astral e o escambau caixa-pregos ou cafundó. As multidões se irritaram.
            (antes de tudo investigador vem a formiga as formigas-de-novato. Vem na frente ela batedor e já escalaram o pico do Itapeva emboralá! entre as ramas de um olho-de-boi)
Chegou a estrela soberana pulsante baseada na rocha fria ou quente e de muito longe soberba cada vez mais próxima. E nem houve mais noite alguma. Um confronto direto e reto no osso com osso dente a dente. A luz era uma imensa bola de fogo cruzando a pequena área sem cobertura da lua. Gastaria poucos instantes daqui até ali um meteorito um palito de fósforo. O calor aumentado de segundo a segundo tecnicamente nociva tóxica atomicamente. Sem previsão o campeonato a partida acabou foi interrompida antes dos quarenta e cinco do primeiro tempo. Estavam para gastar mais ou menos mais uns dez ou doze impulsos pulsos cardíacos. Empós de nada mais nada menos que um tapete uma alfombra uma quadra calcinada uma alcatifa um gramado e dormir dormir.
(e passeiam na ilha de Itamaracá as capivaras e famílias os quatis e suas proles os macacos-aranhas e familiares os peixes-bois e parentes consanguíneos ao largo e os beija-flores-safira com contraparentes colaterais)
Ela aquela feminina já estava, ela quem?, cabelos longos de gelo ou fogo aventureira pelo céu voando e já a sentiam escurecendo os olhos aquecendo os olhos. Faminta sedenta passageira e difícil. Parecia uma bola das de raquete ou um bonde de luz alta. Assaz uma bastante encruzilhada muito. Quando às vezes mês hora minuto e suando.
(de noite de dia cadentes guias e de dia nem se pode perceber mas estão lá as mesmas ou outras novas recém e cravejadas de brilhantes diamantes)
Nem era uma estrela de sete ou cinco títulos mundiais, vamos antecipar. Era maciçamente... o raio que o parta. O alto pegou fogo um estrondo e tudo começou a fritar a tremer desinteirar a transbordar desintegrar. Estava um grande capítulo da última página do último ato. Sem uma palavra e aquém de quê.
(nesta honesta árvore gigante jatobá sempre no rumo do sol seis sete andares. E os bugios comem folhas doces e frutos maduros e uma colmeia de outros centenas de seres diferentes. Moradores patriotas habitantes cidadãos. De noite certas seguras noites a lua parece eclodir dali mesmo de entre os ramos e folhas e tronco. No domingo o sol novo em folha sem nuvens aparece e desaparece mais perto. Todos colhem e comem e bebem da árvore sem deixar a árvore. Uns caminham outros caminham e voam e já a árvore abre os braços tocada dos ventos)
Na tarde por menos que ia anoitecendo... ela quem estrela ou meteorito ambas as asas abertas estava para chegar sem qualquer oferta de preço e derrubar e ficar assim ali aqui por meia hora uma semana uma geração pelo tempo inteiro permanecer e ficar com tudo. De peça em peça de prédio em prédio de cidade em metrópole. Havia estava era tinha um mal-entendido qualquer e pelas redes sociais... mas com incertezas. Então já conhecia o planeta e vinha visitar de bala perdida no apagar das luzes e fantasiosa alegórica.
(e todos vão para a beira-rio por sorte por natureza os bichos é um direito natural e para debaixo das árvores. As aves passarinhos diferentes nos andares correspondentes. E chegam mais matriarcas na frente as cutias dentro da noite dentro do dia acuti acuchi aguti acouti)
Uma vez poucos outra vez poucos anos passados em um mundo conhecido de todos os avós perto habitado onde viventes faziam várias refeições por dia um povo outro povo diversos povos e línguas bilhões de bípedes e mais alguma natureza... bem ali aconteceu aconteceu o que eles todos gente como além acreditavam buscavam cavavam pediam pagavam comissões mas nem sonhavam.
(ventos fortes com chuva na época das chuvas com mais água menos água. Mas sempre chove no verão ou no inverno e em todas as estações. Uns rios longos que vêm buscar água em toda a extensão do continente. Chove no litoral nas ilhas e em muitos outros lugares os Pontões Capixabas, praia Bacia das Turcas... Depois tem o sol a lua e nem chove mais por outros alguns dias. Os rios são perenes piscosos de margens carregadas de árvores. E as aves e os bichos vêm buscar a sombra das plantas e as frutas dos frutos das frutas)
Todos concordaram que era uma candidata escolhida a dedo de D dentre tantas na chuva cósmica. Duas horas para dobrar os cílios riscar as sobrancelhas acentuar as olheiras. Visual lacrador. Mais uma hora e meia depois para arrumar o cabelo pintar a coma a juba grande com duas cores diferentes da moda últimas novidades nos desfiles de Sampa e Fortal e Rio e Floripa e Belô.
(tudo conforme recomeçar e bem e imitando. A paisagem à vista o rio o mato olhar de cima olhar de pássaro e abraça a manhã. Umas múltiplas cores quantas quietas devagar junto dos gritos das aves onomatopeias. Ali mesmo do outro lado entre aquelas árvores de frutas amarelas em menos de meio quilômetro. E aquela colina parece uma mesa. E aquele rio parece multiplicado pelas cascatas cachoeiras cataratas)
            Então, quando, por enquanto, assim, Boimé e avós se abraçaram por certo que se perguntaram brindaram e ali expostos aos desígnios verbais das verbas às radiações interestelares aos bombardeios cósmicos às precipitações radioativas ao raio que cai uma vez só e no mesmo lugar total de 19h e 8min...
            - Pss fzr m prgnt?
             

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