segunda-feira, 14 de julho de 2025

A Cunhantaim e o Mumbavo parte-4

 

 

                                             

                                                                      

 

            De onde vêm os meteoritos? Por que querem e chegam até o nosso planeta? E assim sim, como aparecem vindos do espaço aberto, como surgem, de onde de que desgarram descarregam? Os meteoritos precisam de alguém ou algo que os guie os alvos que os atraem (meteorito - fragmento de meteoroide que cai sobre a superfície da Terra, astrólito; meteoro - qualquer fenômeno que se produz na atmosfera terrestre tipo o vento a chuva o arco-íris ou algo como estrela cadente, cometa; asteroide - pequenos corpos celestes que gravitam em torno do sol, planetoide; ex: meteorologia, meteorobiologia, meteorítico, meteórico, meteorito de Bendegó, m de Macau-rn, m de Santa Catarina, m de Angra dos Reis-rj, m Patos de Minas I e II, m Avanhandava-sp).

            Às vezes geralmente de vez em quando as escolhas recaem e acontecem. São as escolhas simples ameaças de acaso ou escolhas mesmo. E do acaso acontece, surgem acontecer acontecem com isso e aqueloutro. Acontecer é da sorte sorteada acaso.

            Hoje ou amanhã e como ontem, as possibilidades foram e são muitas, igual que sempre e no futuro, e um meteorito pode cair (e do nada) aí em Água Comprida, Indianópolis, Delta, Nicolau Vergueiro, Itaguaçu, Nova Bassano.

            Enfim, caiu um pedaço do céu e ali mesmo em o bairro Vila Olímpica cerca da praça do Quartel com a avenida Lucas Borges e a avenida Coronel Emerenciano Ferreira Junqueira. Este o dia 26 do 4 do mesmo ano. E era uma pedra um metal um algodão uma lã um tronco um plástico? Mandado pelo universo? Mandado por D.

            Quando rola um caso desses, meteorito vindo do espaço, os órgãos competentes ficam sabendo pesquisam e descobrem onde caiu e por que chegou. E logo aparecem os institutos as faculdades os iutúbis e demais bisbilhoteiros. Raramente em casos difíceis e pequenininhos pormenores mínimos de pedrinhas que escapam porque nem se encontram. E ficam ao deus-dará. Meteorito solto aí e que ninguém viu ou descobrirá por um acaso do destino um acaso da sorte um acaso de tropeçar nele, etc.

            A turma 118 sexto ano sextou aí na quadra do colégio e praticar vôlei e ou futsal. Uma turma pegou a bola de vôlei e foi assim fazendo o aquecimento... A quadra com as medidas as linhas e limites e uma rede no meio separando dividindo os times adversários. Um time de 7 mais suplentes, o técnico e os auxiliares. Dois na arbitragem.

            A Lilás adorou aquela bola de duas cores amarela e azul muito leve e que voava das mãos. Vôlei e voar tem tudo a ver... A Lilás adorou atacar... Uma gritaria ensurdecedora o tempo todo e cada jogada, uma correria de tirar o fôlego em cada lance.

            As melhores amigas vinham pela altura em o passeio perto da praça dos Andradas pegando rua Onze 11 de Junho mais depois a rua Rangel Pestana. Pedalando e conversando as demais lembranças e jogadas e artimanhas do jogo de vôlei. A Lilás ainda com a vontade muito grande de parar aí na loja e comprar uma bola oficial.

            - Uri-uri-uri-uriiii!... Que você Li adorou a bola de vôlei e é isso aí, mina! Quem sabe vá você na loja de esportes e compre uma agora mesmo, gente! - a famosa deslumbrante Pérola comentou se rindo dessa muita grande fissura da Lilás.

            - Obrigada!... Sim, muito quero jogar vôlei e praticar com meus mascotes. Hoje ou amanhã vou ter que comprar uma pra mim e treinar muito - comentou se explicou a menina Lilás, que de repente amou jogar vôlei e nem podia viver sem uma bola.

            - Isto é raro!... Nem é que quando crescer você pode virar uma atleta uma craque e jogar profissionalmente, hem?! - sugeriu ajudou a Esmeralda, olhos cor de esmeralda.

            - Or-ga-ni-za-da!... Que nome próprio você daria pra sua bola de vôlei e se ela soubesse interagir se ela pudesse falar e hablar - boa lembrança provocada pela Rê.

            - Ótima!... Se eu já pensei nisso e fico encucando essa ideia... Já te digo e já divulgo o nome da minha bola, quando eu for comprá-la - prometia a voleifã a Li.

            E a Lilás com isso na cabeça e as meninas pedalando andando comodamente no passeio municipal e coisa e tal. O assunto principal era em torno da menina que havia se encantado com a bola com o vôlei com o jogo com a torcida da seleção de vôlei...

            - Olá!... Acho que o vôlei é minha grande paixão esportiva, é! - declaração bem sincera da menina que já projetava altos futuros no mundo voleibolista.

            - Esta é muito boa!... Já ouvi dizer que o importante o mais importante é gostar muito do que se faz, entende?! - contribuiu a Esmeralda, menina joia de grande apreço.

            - Lá-lis-lis-liiiis!... Nem pode se esquecer de mandar beijos e coração pra nóis em as entrevistas com os iutúbis, né?! - se ria comentava enaltecia a cara Pérola.

            - Dis-po-ní-vel!... Quem joga muito quem pensa grande atingirá altas metas e galáxias, pode crer, amiga! - incentivava incentivou incentiva incentivo da Rê.

            - Oi!... Sei que é cedo mas foi amor à primeira jogada, gente! - confissão da Lilás diante do sonho da fantasia e imagens vitoriosas de ser um dia jogadora de vôlei.

            Mais alguns minutos e a Lilás estava em casa e pronta pra jogar vôlei e atenta atenciosa aos xerimbabos e mais com fome de sentar na mesa e almoçar. Nem deixou por menos e foi procurando convencer os pais do seu importante pedido:

             - Oxalá!... Pais meus pais mãe pai me comprem uma bola de vôlei me comprem uma joelheira... e por obséquios - que a menina foi a primeira coisa duas coisas que pediu que rogou ao chegar em casa - Tenho que jogar vôlei hoje mesmo e amanhã.

            - Quê!... Com que então você amou vôlei como se fosse o melhor tesouro do mundo, hem?! - conversou a mãe, tentando entender o pedido urgente urgentíssimo.

            - Qual!... Vamos te ajudar nesse amor pelo vôlei, fia! E pode ter certeza disso e conte conosco - prometeu o pai, tão interessado no esporte da filha.

            - Ora!... Então sim é isto tudo. Precisamos ainda hoje que estou muito carente de aprender a jogar vôlei e virar uma jogadora destemida - lembrou firmemente a Lilás.

            No mesmo dia à tarde imediatamente, Lilás pegou Rolarroda e as duas foram até a rua mais comercial da cidade e com o intuito de comprar adquirir a tão e tal sonhada bola de vôlei. Como diz o figurino. E saíram pedalando ciclovia beirando a rua Coronel Santo Marinho e empós a rua José de Miranda Ramos. E precisamente diante da loja esportiva de todos os esportes A Lúdica. Entraram na loja acionando a porta automática.

            - Obrigada!... Seguinte, moça vendedora. Eu quero ver uma bola oficial de vôlei, é urgente! - já de pronto colocou a menina ali diante da atendente e guia da loja.

            - Pois!... Sem sombra de dúvidas, minha cara cliente. E vamos por este lado que te indico e te conduzo ao departamento de apetrechos de vôlei... deste lado - indicou apontou o caminho foi falando simpática a vendedora nome no crachá Gruna Grunado.

            - Ótima!... É uma bola oficial e específica para jogar vôlei, dona Gruna. E com duas cores azul e amarelo - especificou a menina Lilás, enquanto se deslocavam rapidamente e a passos largos ao setor da loja onde se expunham objetos de voleibol.

            - Pois!... É isto aqui, menina tão-galante simpática elegante... Temos várias marcas e procedências. Podemos fazer bom desconto, pagamento à vista ou no crediário. O que lhe parece, guria esperta solerte? - assim a guia da loja ia apresentando.

            - Oxalá!... Pois é esta que eu quero e já decidi, moça! - que a Lilás viu a bola preferida e foi logo abraçá-la e com toda força de vontade possível cheia de adoração.

            - Pois!... Pois sem dúvida é uma bola muito legal e cai muito bem com você mesma, menina esportiva recreativa elegantérrima - declarava a vendedora sorridente.

            - Olá!... E olhe bem, moça vendedora, nem precisa embrulhar que vamos levar assim mesmo e agora. Pago o que for - decidiu decidida a pequena Lilás.

            Compra ma-ra-vi-lho-sa feita e comprada acabada, as duas amigas Lilás e Rolarroda retornaram pra casa, aproveitando outro caminho e a rua Ipê mais a rua Pedro da Silva Maciel. Que tudo parecia muito bom o dia a hora o ambiente o mundo.

            - Olê!... Que já vou achar um nome próprio e bonito pra minha bola linda linda de vôlei, quer saber, né?!, Rô - ia pedalando e contando e pensando alto a Li.

            - Ré-té-té!, ré-té-té!... Sseerriiaa ddeemmaaiiss, mmiinnaa! - cantou a bíci.

            - Oie!... Que já lembrei um nome ideal e muito real, gente! - comemorou a menina parando todo mundo parando de andar parando no tempo olhando em volta.

            - Ré-té-té!, ré-té-té!... Ee ddiiggaa llooggoo, ggeennttee bbaaccaannaa! - destravou a bíci e aguardando a tão emo revelação do batismo da bola.

            - Outro!... Tenho um nome próprio e eficiente... Se chamará bola a Quica! Uma bola que vai e volta é Quica! - vibrou ela Lilás com seu achado exemplar.

            Pronto chegaram em casa e a menina já foi treinar na parede do quarto ‘po-que!, po-que!...’ E treinou o que sabia treinar, treinou manchete ‘ple-te!, ple-te!...’ e aplicou os toques de levantadora ‘blém!, blém!...’ e mais outros toques levantamentos.

            - Ótimo!... Mas isso requer muito aprimoramento e paciência pra aprender... - já destacava a menina, encarando a parede como técnica como colega de time e etc.

            “Olá!... E boa parede de concreto... 100, 101, 102... 124, 125...”

            Depois ainda no mesmo dia mesma hora e no jardim no pátio no quintal na aérea na varanda com os xerimbabos mais dispostos. Repetir e vezes. E uma Quica cortada... e um ataque... e um saque!... Alguns mascotes mostravam mais habilidade e ou coragem, a bíci Rolarroda o pinheiro araucária o par de quatis o Cotecá e a Cota-Parte... E Quica pra lá e Quica pra cá e Q no ar e Qui rasante esbarrando com as folhas majestosas da casinga-cheirosa superando a copa da iricurana e pegando de surpresa os mutuns-da-várzea alertando os sabiás-cinzentos encontrando os beija-flores-de-topete apaziguando as garrinchas-choronas precipitando os sacis-do-brejo e os bem-te-vis-cameleiros... E os saques as cortadas e as levantadas os toques, ‘pefe!, pefe!...’

            - Oxalá!... Segura esta, Cota-Parte! - gritava empolgada feliz jogadora a Li.

            - Obrigada!... Me devolve na manchete, Rolarroda! - ditava festiva a mina.

            - Ótima!... E mais alto e mais forte, Cotecá! - incentivava emocionada a guria.

            - Oh!... Vamos nessa, chauá Pio! Vamos bater uma pelota, chauá Pia! - que a Li já convidava todo momento e até cansar aos seus amiguinhos de casa domésticos.

            O importante é que Lilás ia se sentir grande jogadora. E queria arrasar no colégio junto aos colegas de turma. E um dia virar craque de dar autógrafo fazer selfies dar entrevistas filmar documentário autorizar depoimentos comentar jogos.

            - Rá-ti-ti-tiiii!... Que você pegou pra ti esta de jogar voleibol é uma realidade, hein?!, amiguinha - a bem-humorada e grandiosa Pérola percebeu o quanto a Li se tornou voleifã e viciada em controle de bola domínio de bola e outros voleios.

            - Outro!... E parece que estou brincando sério, e parece que é a bola-bola, e parece um astro do espaço - comenta confidencia filosofa a mina Lilás.

            - O mundo eficiente!... Temos que dizer que se a Li insistir assim e até continuar assim, vai virar uma jogadora de verdade - comentário pertinente da rica Esmeralda.

            - Ou!... Ainda bem que vocês gostam me felicitam me parabenizam - realmente a Lilás se sentiu se sentia acolhida abraçada e incentivada mesmo pelas caras colegas.

            - Sus-sur-ro!... Os teus voos os teus saltos os teus saques serão altos e fortes no futuro muito próximo, minha amiga próxima - comemorava a terna suave Rê.

            - Olá!... Devo dizer que eu e Quica viajaremos às olimpíadas, entendem?! - a menina Lilás já previa e já reservava um lugar muito brilhante no céu da fama.

            Naquele dia 19 de fevereiro pela manhã, os cães inovaram na atitude no modo de atuar e saíram a flutuar. Isso foi obra do acaso e raridade no mundo inteiro. E cães mais leves que o ar. Só e somente a raça dos cachorros perderam o peso, e boiaram. Subiram foram acima dos simples mortais por cima da carne seca. Absurdamente e sem precedentes. E já assustados perplexos de onde partiam. Por que só os cachorros? E eles até ladravam latiram ‘rau-rau-rau!...’ olhando pra cima e para onde se dirigiam se deslocando se desgarrando alçando. Rumo das nuvens, que um pouco nublado, fofas altas pintadas (nuvem - aglomerado de gotas de água em suspensão no ar e que dão origem à chuva, ex: nuvioso, nuvem de estrelas, nuvem atômica, nuvear, nuvarrão, nuvem de Magalhães, nuvem galáctica, nuvem de plasma). Tantos cães que nublou!

Mesmo assim nem podia ser nem podiam crer ninguém que olhava podia acreditar. Fechou o tempo. Cães voadores ou inflados. Isso era inédito. E aonde queriam chegar e com que pressa e urgência? E com que ousadia e com que cachorrada? Com que falação ‘au-au-au!...’ ou ‘rau-rau-rau!...’ Pedalavam no ar pisavam em falso sem poder de firmeza e decisão. Ninguém os acompanhava. Como que sugados para o alto, flutuando igual balão de festa ou de gás ou aeróstato. Nem tinham asas e flutuavam. Em missão? Em submissão? E foram até certo ponto até certa altura e ali estacionaram e ali congestionaram. Assustando as aves os helicópteros os aviões a jato os satélites artificiais os sinais gps e internet (avião - aeronave de propulsão a motor e cuja sustentação no ar é assegurada por meio de asas, ex: avião supersônico, avião-tanque, avião anfíbio, aviação, aviatório, avião-correio, aviador). E seria até considerada, pensaram os estudiosos do caso do fenômeno, uma fuga em massa de cães rumo destino do céu e ou as estrelas. E uma baita mudança de patamar. E que absurdo!

Grupos de cães e cadelas se juntaram e formaram aglomerados nuvens, ou seja, reuniões de cães nas mais diversas raças e espécies todos misturadas e latidos ganidos uivos rosnados ladrados ‘lau-lau-lau!...’ de todos os tons timbres. Na altura do céu onde param pararam e no lugar que pairam as nuvens. De repente soltos mais leves do que os sonhos. Espaventados espavoridos. Quase tapando o sol das 11h. E pra nós que olhamos de baixo pra cima fica a pergunta e a curiosidade: por que só os cães tiveram este desempenho superelevado supersublime superchique superexaltado superdesgarrado supermaravilhoso supersuspenso? D explicaria acaso a falta de gravidade canina? Merece foto e vídeo e comentários nas redes sociais. Que merece, nossa! Me-re-ce.

            - Houvera!... Como posso crer. Tinha que viver pra ver e crer - comentava um senhor seu Polidoro, trabalhador da metalúrgica Metal Pesado e Ltda.

            - Haverei!... Cães e cadelas cachorrada latindo na subida aos céus? Eu nunca tinha presenciado - opinava sinceramente o cliente da ferraria um seu Tião Campeiro.

            - Hei!... Francamente e ora essa! Nunca vi algo tão alçado e fora de órbita, meu! - comentava um barbeiro com seu cliente, fazendo barba cabelo e bigode.

            - Havia!... Por tudo que é sagrado! Sim, parece que os cães do mundo todo resolveram entrar em órbita de colisão com os urubus e os aviões. Sem dúvidas - comentava o cliente do barbeiro, o rosto todo barrado de espuma de barbear.

            - Houve!... Justamente agora! Me parece que já vão longe no espaço e está tudo perdido pra eles os cães as cadelas - opinava um cliente da barbearia esperando sua vez para ser atendido e se posicionando atrás do jornal justamente na página esportiva.

            - Haja!... Sim e concordo no que vejo... Há algo de D nisso tudo - polemizava o bodegueiro seu João Bolicheiro, dono do boliche Bodega.

            - Havíamos!... Que olhe só... Já nem basta as aves os aviões as nuvens... e agora temos os cães. Que que é isso, meu?! - retocava opinava o seu Zé Fármaco.

            - Haveríamos!... Altos brados!... Daqui a nada daqui a pouco já vão os gatos - comentava por comentar colocando mais lenha na fogueira a dona Ana Mananga, costureira de mão cheia que atende no atelier Estiliforme junto da praça Guarinhatã.

            Em breve em meia hora subiram todos os cães e cachorros do mundo (cachorro - outra nomeação outro nome do cão, ex: cachorrismo, cachorrada, cachorro-do-mangue, cachorro-magro, cachorreiro, cachorro-quente, cachorrão, cachorro sem dono, cachorro-de-padre). O mundo inteiro estava vendo isso. E os dogues sumiram e ficaram navegando no alto espaço estratosférico igual semelhante parecido com as nuvens. Faziam sombra na terra. Umas muitas nuvens-cachorros. E se movimentavam conforme os ventos do sul, senão vejamos, esbarrando cambaleando trambolhando tropeçando trompando atropelando trombando e aos trancos e barrancos. Algo assim bem inusitado. Era todo um caos caótico cheio de causos e casos. Coisa do outro mundo. Presumíveis cães ultrainflados. E foi o que causou assustado assombro ainda mais aqui embaixo no chão a terra a superfície terrestre. E todos se perguntaram igual maitacas-de-barriga-azulada, crocitando gralhando grugulejando tagarelando os lero-leros sem parar:

            - Creio!... Que que foi, meu! Cada dia D me surpreende mais e melhor - comentário de um motorista aposentado caminhoneiro dos longos percursos.

            - Crês!... Quem me dera! Ninguém sabe ninguém conhece as causas e as consequências, é - declarava um policial da delegacia mais próxima, consultado por telefone ou correio eletrônico live on line ao vivo.

            - Crê!... Hoje de nós! Nem sabemos de nada e até corremos desenhos e bordados - declarava um piloto da aviação comercial que fazia a rota Curitiba-Natal.

            - Cremos!... Qual que é! Deve de ser alguma coisa que comeram... ou deixaram de comer - debatia o cozinheiro o chefe do restaurante do hotel Pão e Água, estabelecimento internacional na faixa das cinco estrelas com distinção, situado na avenida Sete de Setembro esquina com a XV de Novembro.

            - Credes!... Olhe que joia! Talvez seja lá e aqui alguma prova para passar de ano no vestibular, né?! - cogitava um professor de matemática de cursinho pré-vestibular.

            - Creem!... Aleluia meus irmãos! Vai ver que o JC quer conversar com eles os cães os amigos os mascotes dos humanos e mais de perto e com calma, suponho - orava rezava um pastor de igreja do templo Sagrado Coração da Família Militar Popular.

            - Crer!... Se atente quê! Já se percebe que todos os cães são mascotes xerimbabos estimados de alguém aqui na terra, hem?! - percebeu notou ponderou um peixeiro da banca 44 comerciante de secos e molhados, frios e descongelados.

            - Crido!... Igual que isso! É matéria boa pra causos e histórias e fábulas e comentários os mais absurdos curiosos misteriosos - explicava um compositor nativista do CTG Portal do Continente Sulista, localizado no aprazível parque Pedra Selada.

            - Crestes!... Vamos ver rever ler fotografar pois isso nem nunca aconteceu e acontece se é de acontecer desta vez uma única oportunidade na existência de cada um de nós, entendem?! - rogava lembrava o odontologista doutor Oto Cipó-de-Coração.

            - Creia!... Pois os cães e cadelas parecem todos de orelhas em pé, estou vendo - declarava a oftalmologista doutora Maira Lambaraz Botão-de-Farda.

            - Crêsseis!... Me parece apologia aos cães e aos caninos - comentário comentava opinião opinava classificou a profe de biologia a dona Braçola Sinestesia Cinestesia.

            A menina Lilás levava um boné verde com escudo da escola onde estudava EEEFM Princesa Isabel. Uma camiseta de manga curta escrita na frente: ‘Adoro pastel de queijo com caldo de cana.’ Uma bermuda multibolsos verde-oliva. O cabelo... mas os cabelos eram os inéditos de sempre pois ela os cuidava com esmero e carinho.

            “Ouro!... Tenho várias opções de cabelo em as formas e conteúdos...”

            “Oito!... Quem tem cabelo bonito já tem tudo nesta vida e existência, é.”

            “Oi!... Uma linda menina tem que ter cabelos conforme seu destino, entendo.”

            “Oxalá!... Quanto cabelo é melhor pra viver mais. Quanto mais cabelo, mais.”

            Então todas as meninas do planeta Terra gostam de tranças e trançar seus cabelos longos. As tranças convivem bem com as guriazinhas. As garotinhas ganham horas no espelho treinando aperfeiçoando ornamentando perfeitas tranças. Há tranças que podem vir com miçangas com fitas coloridas com estilo rastafári. Muitas tranças cabelos trançados emocionam quem as trança e quem é trançada. Há tranças que são da herança de a família e sucesso sagrado consagrado vivado ovacionado aplaudido em todos os lugares e com requintes. Estes vêm das bisavós avós e passam e repassam as gerações seguintes... Um dia todo mundo adora tranças, os que têm os que procuram!

            - Oi!... Minha trança preferida é e se chama trança Amélia, da avó Amélia - comentava Lilás com as melhores e sempre presentes amigonas próximas.

            - A-re-ri-róooo!... Se tudo der certo... bem, gente! Prefiro fazer uma trança que percorra a testa toda ao redor, se é que me entendem - explicava tentava esclarecer a risonha alegre faceira bela sempre joia rara aperolada a Pérola.

            - Mne-mô-ni-co!... Persigo uma trança em que eu própria me reconheça - e agora com esta fala a Rê foi é muito longe na percepção declarando declarada.

            - Configuro quê!... Saio de tranças somente em festas de formatura ou de aniversário. Adquiri isso, gente! - admitia a milionária futura bilionária a Esmeralda.

            - Outra!... Tenho sorte e tenho estrela pois tenho continuo tendo amigas com tranças cabelos longos compridos trançados - comemorava a Lilás, linda real oficial.

            - Fi-la-té-li-co!... Tem gente tem cunhantaim que é feliz como quem diz só porque tem uma trança duas tranças e tranças assim, uaaaau!... - dizia a Rê, extremamente sorridente aberta em sorrisos muito contente festiva comemorando.

            - Obrigada!... Sempre que uso uma trança sempre que levo uma trança trançada na escola, pronto, tiro nota 10 - comentava comemorava feliz com giz a Li.

            As melhores amigas sempre juntas as 4 e nem escolhiam dia hora chuva ou faça sol. Sempre a menina Lilás predominava o lilás, cor esbanjada engajada feminina dela. A Pérola de uma boniteza de joia rara sempre sorrindo e muito rindo para ver todos sorrirem e rirem. A Esmeralda olímpica joia que brilha brilhará por todos os tempos. A Rê com seu jeito sincopado de decorar palavras que ainda nem foram lá muito bem analisadas. Junto com isso participando dos encontros... o infinito vai além.

            - Obrigada!... Gente! Conhecer trilhas e caminhar caminhadas é legal, tipo morro de Languiru ou Teutônia - e a Lilás tinha mesmo essa saída este lado pela montanha aí.

            - Ah-rá-rá-ráaaa!... Pessoal! Temos que ir e conhecer ilha dos Papagaios ilha dos Valadares ilha da Cotinga - sugerindo alegremente festejando a caríssima Pérola.

            - Conteúdo legal!... Figurinhas! Vamos descer e subir navegar embarcar impetuosos escondidos rios entre a vegetação o rio Itiberé rio dos Almeidas rio Guaraguaçu - ideia da espontânea e brilhosa brilhona Esmeralda, longas crinas.

            - Quais-quer!... Caras! Quando for pela floresta a mata e os pontos turísticos a cascata da Quintilha a cachoeira do Rosário - converteu se encontrou a boníssima Rê.

            - Oxalá!... Amigas! Tudo e todos conforme o caso em atrativos os parques as atrações em a cidade de Pancas e Resplendor e Laranja da Terra e Itueta e Aimorés - listou a menina Lilás, pegando e mostrando fotos que foram além de viralizar.

O sol estralando frequentava o dourado, o vento movia o mar e ou vice-versa, o céu liso e amplo predominava azul, as casas casario preferiam branco na parede externa azul interna com janelas e portas verdes, os autos corriam pra cá pra lá de preto ou bege, as ruas e avenidas um cinzento ou castanho ou terra roxa.

            E dois dias passados a limpo neste mundo dos acontecimentos contatos imediatos de terceiro grau. Então quando menos se pensava, quando menos era a espera, quando menos se deram conta, quanto mais pensavam noutra coisa, eis que os cães e cadelas começaram a chover a se precipitar a voltar e aos pouquinhos. Nem caíam, estavam apenas regressando decaindo ao chão e em câmera lenta. Uns já com saudade outros ainda perdidos tontos atônitos. Ganhando peso gravidade tolerância, conforme.

Todo mundo, e isso no mundo inteiro, aguardava isso e mesmo assim causou altos assombros assustadiços assombrados. Lugares que caíram esses animais caninos e foram colhidos e abraçados e acolhidos e admirados e recolhidos e adotados em Assu, São João do Itaperiú, Resende (caiu um casal de vira-latinhas, que é uma mescla de raças caninas, em plena calçada da rua Timburiba perto cerca ponto turístico a praça do Centenário e a praça doutor João Maia), Araraquara, São Jorge, Luiz Alves, Guaramirim, Grossos, Massaranduba (massarandubense; capital do arroz; maçaranduba um termo tupi para árvores da família das sapotáceas).  Todos os cães suspensos no céu já estavam de volta. Um outro casal deles caninos caiu no quintal da menina Lilás, e daí:

            - Oi!... Que acaso verdadeiro e ma-ra-vi-lho-so-so-so-soooo! - a menina realmente olhava pro céu naquela hora e ficou passada de admiração admirada.

            - Qual!... Finalmente seus cães chegaram e por via aérea, hem?! - declarava o pai, contente como contente a Lilás a mãe toda a família unida mãos dadas.

            - Quê!... Se prepare que vai ter que batizá-los, filha! - era a mãe e já preparando a menina Lilás para achar os nomes e ou apelidos e demais cuidados.

            - Oba!... São dois nomes e um casal - compreendeu a guria, toda prosaica.

            - Quê!... Ainda nem se parecem no pelo, pelo menos - comentou a mãe.

            - Qual!... Uma vez ou outra se parecem no latido, au-au-au!... - remedava o pai.

            - Olê!... Os cães em geral... são muito fofos domésticos familiares, né?! - definia derretia exemplificava a excelente mina Lilás, tiara metálica olímpica na cabeça.

            - Obrigada!... Se eles nos escolheram ou caíram aqui por acaso... claro, a família os adota, hem?, ‘pla-pla-que!...’ - declarou delimitou definiu a Lilás, batendo palmas.

            Os dois tipos animais chegavam caindo soltos das nuvens, vamos dizer assim. E num instante aterrissaram aos pés da família humana ali mesmo no quintal da casa. Surgiam descendo como dádiva do S. Um pouco os cães já latindo ‘sau-sau-sau!...’ esperando recepção calorosa abraços cafuné carícia afago entre as orelhas... E que acolhimento, levando em conta surpresa emo alegria histeria sucesso ma-ra-vi-lha!

            - Opa!... São dois e formam um par esposo e esposa, quem sabe. Será?! - tocava adiante a fala uma menina Lilás, muito empolgada e admirada da oferta divina.

            “Ora!... Foi sorte tê-los aqui. Foi muita sorte ser presenteada com eles aqui.”

- Olê!... Vamos buscar os nomes para os dois xerimbabos valentes descidos do céu - e a mina se empolgava ainda e sempre mais com o magnífico presente raro.

            “Outra!... Que eu sempre suspeitei que teria mascotes cães, um par deles. E veja, que junção coincidência de presente com esperança!”

            Cão e cadela (mamíferos m e f, respectivamente, e carnívoros da família dos canídeos. Originários origem de tipos selvagens. Encontrados no mundo todo no estado selvagem e também já como animais domésticos. Sendo alguns exemplos de canídeos silvestres brasileiros, o lobo-guará ou jaguaruçu e graxaim ou zorro e cachorro-do-mato-vinagre ou janauí).

            De repente estavam aí os dois, o macho e fêmea. Pousaram e já vieram cheirar as mãos os pés dos hospedeiros a família. Eram do tamanho ideal. A cor um tanto amarelada alaranjada avermelhada acanelada... Tanto que a menina imediatamente chamou para si o batismo dos dois e os batizou agora ali mesmo de pronto:

            - Ou!... O casal tem o pelo alaranjado então... ela é Laranja e ele é Laranjo. Pronto. Estão batizados e chamados nomeados - decretou a guriazinha.

            “Oie!... Que espero que se adaptem ao meu lar ao meu temperamento e eu ao deles. Me parecem já bem adultos e prontos pra casar ou já casados.”

            “Oxalá!... Todo cão gosta de festa e de petiscos. Todos os cachorros adoram passear e sempre vão felizes. Assim, todas as raças se parecem.”

            “Oquei!... Um mascote cachorro é sempre ter alguém olhando por mim.”

            “Ótima!... Cada vez mais admiro os cães e as pessoas. E muito se assemelham.”

            Sem perder tempo e mais nada, a menina os abraçou e eles os cães foram acolhidos com tudo com todo carinho cafuné e aconchego. Muitos abraços e mimos. Os bichos espreitavam comida e a guria achava que já haviam se alimentado. Porém...

            - Oi!... Você é f então é... Laranja. Você é m então é... Laranjo - a menina ia familiarizando os dois novos componentes do pedaço e muitos abraços.

            - Au-au-au!... Tivemos sorte em cair logo aqui, garotinha - latiu reconhecia o Laranjo, cão bem disposto ágil esperto elétrico vigoroso animado amigo prestativo.

            - Rau-rau-rau!... Nossa vida no ar rarefeito era rara... Pois agora aqui neste pátio com espaço e atenção de humanos vamos nos ver mais gordos - latiu declarou a Laranja.

            - Quê!... Podem correr pelo quintal e também lá dentro de casa. Podem andar aí e tranquilamente. A comida é garantida - dava fortemente estas boas-vindas a mãe.

            - Qual!... Vamos comprar uma casinha somente para vocês dois e outros confortos caninos, podem crer - prometia o pai, se agachando e falando cara a cara.

            - Ora!... Podem frequentar meu quarto de dormir, podem usar o banheiro, podem comer na cozinha, podem fazer o que quiserem. Estão liberados - enaltecia a Lilás.

            - Rau-rau-rau!... Agora agorinha mesmo só preciso de um bom rango... - já dava uma solicitada fazia seu pedido indispensável de comida manjar a Laranja.

            - Au-au-au!... Nem se esqueçam vocês humanos que passamos horas sem comer lá em riba entre as nuvens e etc - já alertava com fome e vontade de comer o Laranjo.

            - Oito!... Mas é pra já e entendi tudo e sem mais demora o almoço o lanche o jantar será estará sendo servido e com sobremesa - declarava com otimismo a Lilás.

            - Quê!... Vocês dois formam um par um casal que fará em breve uma família canina e junto da nossa família humana faremos uma grande família - lembrava a mãe.

            Manhã nova e sol ordeiro e dia saudável e rua Marquês de São Vicente em o bairro da Gávea. Igrejas templos pagodes mesquitas sinagogas falando tocando sinos cantando os cânones o canonical. A cidade olhava pro céu? Busca se procura a paisagem da terra e mar mais felicidade alívio emoção. O sol nasce atrás do morro, e desce descansa na tardezinha de o dia atrás da colina. Entre o dia mais manhã e o dia mais tardezinha, vai o rio de o Testo. Quando a lua quer já ela aparece de face boa.

            - Ouro!... Hoje as árvores voltaram a carregar de frutos. Isto chama passarinho, e é! - observava comprovava admirava a menina, ali entre as plantas frutíferas do pomar.

            - Olê!... Uma das árvores frutas preferidas é a bergamoteira em a época de bergamotas - já esperava o inverno o frio a menina pra comer muita fruta no pé.

            “Outro!... Tenho muito que aprender com as frutas e comer com moderação.”

            “Oi!... Em pleno verão e me encher de frutas silvestres frutas domesticadas uma aqui uma ali um bocado uma mordida e beliscar belisco com todas.”

            “Ou!... Que numa hora da manhã bem cedo posso comer uma dúzia de pitangas umas seis gabirobas um caju um umbu dez amoras-do-mato.”

            “Obrigada!... Preciso ver onde encontro sete-capote tarumã uvaia ou azedinha...”

            E de fato que as vindas e idas e retornos dos alados se faziam em ritmo de verão. Um casal um grupo um bando uma raça uma espécie e sempre possuídos no apelo de entoar cocoriar trinfar retinir grugrujar estalar grasnir tinir fraquejar gemer restridular e os sanhaçus-papas-laranjas (os machos possuem um azul brilhante na cabeça), dragões (peito pescoço cabeça flancos e região posterior, incluindo asas e retrizes, são negros), asas-de-telha (onívoro, se alimenta essencialmente de frutos), chupins-azeviches (plumagem negra exceto por uma mancha marrom na axila, abaixo das cobertereiras, raramente vista), gavião-pombo-pequeno, tesoureiras, sebinhos, beija-flores-dourados (habita ambientes arborizados como parques praças jardins chácaras). Árvores frutíferas nativas do B e aves selvagens esfomeadas famintas, tudo explicado entendido.

            “Ou!... As aves imediatamente imitam os anjos e as asas e o céu, é!”

            - Oito!... Eu quero ser árvore e depois voar como um passarinho, uma vez! - e a menina Lilás abraçava precisamente o pinheiro araucária e se via se sentia livre voar.

            - Ora!... Eu quero trepar em árvore e depois pular lá em o alto pra nadar no céu azul - lembrava a menina abraçando a mirindiba ou o canoé-de-botão.

            “Olê!... Plantas plantadas no solo o chão feito de humo, depois as aves alçando.”

            “Olá!... Se me pedirem se me pedirem de novo... quero ser árvore ou ave, é.”

A verdade estava aí pra ser justa com a estação do ano a primavera o verão. Hora e dias de nidificar fazer pares e famílias. Considerando familiaridade amizade familiarização convivência familistério coleguismo familial relacionamento familiarizar solidariedade familiarizável ligação familismo. Alguns tipos residiam ali dias e meses e... quem-te-vestiu (pássaro avistado emitindo seu canto no topo de arbustos isolados com o bico apontando apontado para cima), coleirinhos (é uma das espécies mais abundantes e conhecidas e vistas do gênero), caboclinhos-de-papo-branco (granívoro), tipios (descrição amarelo, uma estria malar e peito acinzentado, dorso estriado de tom anegrado), chocas-de-chapéu-vermelho (macho com boné, asas e cauda ferrugínea). De supetão de imediato em apelos altissonantes sonoros harmoniosos de rular soar grinfar corruchiar grugrulhar modular cucar galrear suspirar galhear lastimar pipitar. De dia um show de competência composição competição, de noite os mistérios segredos. Com chuva ou sereno um total de milagres. E todos nós sabemos que depois do verão estas as aves, em sua maioria, vão embora e migram para o sudeste e nordeste do B.

            - Oie!... Tenho um casal de galináceos a galinha dona Mariquinha e o galo seu Capitão. Eles cacarejam e cantam, ‘co-co-ri-cóooo!...’ - já comunicava a menina Lilás, sempre conversando comunicando trocando ideias e coisas que tais com as melhores amigas por telefone ou ao vivo em loco presencialmente frente a frente.

            - Reu-rê-rê-rêeee!... Você nem corre de galo e galinha? Olhe e abra os olhos que eles te correm atrás, hem! - completou dizer a Pérola, guria risonha sortuda esplendida.

            - Per-mi-ti-do!... E quando nascem nascerem os pintinhos amarelinhos... nossa!, que alegria incontida - esbanjava satisfação só em imaginar a esbelta Rê.

            - Felicito com aplausos!... Você que nomeia seus mascotes todos e terá de buscar os nomes de montão, né?! E que haja ninhada muito pipiando, piu-pio-piuíiii!... - animava a Esmeralda, garotinha motivada e muito bem vestida já sorteando luz.

            - Outra!... Mariquinha e Capitão formam um casal muito cocoricóooo!... se me entendem - a Lilás animava as amigas de escola com contos e fatos verossímeis.

            O dia era 28 de maio, uma manhã de sol manhãzinha de quinta-feira e coisa e tal e qual agradável, Lilás passeando mais seus dois afilhados o cão Laranjo a cadela Laranja e ambos o par na coleira na guia, porém... depois em diante daí...

            Dizem que o sol tem muito fogo incandescente furioso no seu poder de força e tudo mais etc. E ele mesmo detona e faz saltar pedaços de rochas pegando fogo fogo. Assim como se diz e como se sabe, ele o sol explode ‘pláaaas!...’ uma vez e outra empurrando pedaços de lava pedaços de lama incandescente pedaços de rochas em pleno espaço sideral e etc. Isso é e acontece e faz parte da natureza do sol o astro-rei.

            Algumas dessas pedras lançadas jogadas no espaço vêm e viajam km e séculos e giram pelo vácuo ‘vu-vuu-vuuuu!...’ sem parar sem parada imensas pedras pesadas.

            Por D por mim por todos por tudo algumas de repente chegam perto da Terra, os cometas. Outros chamam os cometas de estrelas cadentes (estrela - corpo celeste produtor e emissor de energia e com luz própria, estela; ex: estrelante, estrela-guia, estrela de rabo, estrela do mar, estrela anã, estrela matutina, estrela d’alva, estrela nova). O valor de uma estrela é que pode ter planetas no seu entorno, igual que o sol.

            Se for um meteorito ele pode fazer parte de nossa sorte, pois já deve ter caído na Terra e em algum lugar do deste planeta. Muitos tantos lugares possíveis e Conceição das Alagoas, Igarapava, Aramina, Miguelópolis, São Domingos do Sul, Itapevi, Jandira jandirense (lema: ‘Se o Senhor não guardar esta cidade, em vão vigiará a sentinela). Quem sabe quem viu e perto da nossa casa. Veio do espaço e ‘pláaaa-feeee!...’ se chocando com o solo quicando várias vezes e amortecer amorteceu acomodar aí.

            Foi que a Lilás passeava pelaí com seus xerimbabos e um deles talvez os dois ao mesmo tempo foram procurar cheirar focinhar e se interessar por uma pedra no meio da grama do jardim no parque Embaiá. Um folhelho de rocha qualquer desconhecida e do tamanho de um abacate comum uma pinha de araucária uma laranja de umbigo, etc.

            - Oi!... E que curioso demais que demais, gente! - que a guria estava passada.

            - Ou!... Mas nem é que é uma pedra sortida perdida e agora bonitinha por demais da conta, seu! - vibrou continuou contente a menina, agradecendo aos seus mascotes. - Muito obrigada gente e se nem fosse por vocês... né?!

            - Rau-rau-rau!... Vi uma coisa rebrilhando no meio da erva do capim-de-burro e me entusiasmei e ousei e vim cheirar - decretou a Laranja, a cauda vibrátil e com emo.

            - Ora!... Sim, realmente nunca vi pedra igual. Parece rara e difícil. Quem sabe muito exótica diversa e estrangeira - comentava pensava alto a cunhantaim.

            - Outra!... Se eu te conto que é um achado e tanto, meu! - pura jura da mina.

            - Au-au-au!... Nem é nada de comer, porém... é um achado de brincar. Sim, entendo - alertava hablava o cão Laranjo, orelhas muito em pé antenado.

            “Outro!... Vou colecionar vou guardar para depois vou me presentear...”

            Nem era uma pedra comum e rolada bonita simplesmente, parabenizada. Nem era uma pedra antiga cascuda poeirenta, premiada. E era uma pedra sólida com quê, porém brilhante atraente edificante bonitaça. E era um fragmento de rocha com certa luz própria prisma refletindo finos e ótimos e múltiplos raios espectro de cores coloridos.

            - Olê!... Será que é de alguém ou alguém perdeu, hein?! Que vocês pensam? - questionava seus amiguinhos afilhados uma difusa confusa dispersa Lilás.

            - Rau-rau-rau!... Pois se é de alguém deve ser de humano, um dogue nem perde coisa tão sólida e pesada - decidia conferia participava a Laranja, cadela boa de paladar.

            - Au-au-au!... Talvez alguém jogou aí e esqueceu de reciclar, né?! - questionava duvidava procurava argumentar o Laranjo, sujeito bom e fino de faro.

            - Oba!... Será que é uma pegadinha deixada por alguém querendo brincar e mangar com a gente, hem?! - sempre interrogando a menina, desconfiada ao máximo.

            - Obrigada!... Vou pegar pra ver se é quente ou fria ou o quê - a mina querendo testar a força da pedra o peso a temperatura o clima a atmosfera a pele o casco...

            - Ora!... Quero levar pra casa e é o que vou fazer, agorita no mas - decidiu ela, e já olhando pros lados pra cima pra baixo de cá de lá à esquerda à direita.

            - Oxalá!... E é uma lasca de rocha com estilo e diferente, hem?! - a mina conferia os tons de cores da pedrinha matizes nuanças graus gradações de pele ou superfície.

            - Oito!... Quem acha nem pega nem surrupia nem escamoteia... - se convencia a Lilás, enquanto procurava acomodar a pedra na mão ou debaixo do braço.

            - Opa!... Deve pesar uns tantos... pesar assim um quilo... talvez perto disso - conferia sopesava a menina, carregando numa mão com as duas mãos.

            Empós a seguir de momento na sequência, a garotinha e seus dois acompanhantes foram embora levando carregando a pedra perdida e achada. Pedra bonita estranha sem dono sem documentos sem nome, etc. E que merecia merece merecimentos espantosos uma foto bem legal e bem compartilhada. Merece!

            - Ótima!... Que legal e que chique, né?, gente! Temos uma pedra de outro planeta? Pode ser. Assim olhando de perto... - conferia se orgulhava admitia a Li.

            Se você aí, famosa ou famoso, está gostando adorando apreciando idolatrando o conteúdo, então deixe um laique pra nóis. Dê uma mão ao nosso projeto, gente! E por favor!... Aperte o sininho nos ajude no engajamento do texto que assim a divulgação será muito mais abrangente e o iutúbi fará chegar a mais e mais pessoas. Nem te custa nada, senhor ou senhora, e nos ajudará de montão, obrigado!, inté!, fui!, tchaaaau!...

            O espaço e o tempo são dois valores que fazem parte da menina Lilás. E também dos seus mascotes caninos. E ainda por cima de todos que estão aí pelo mundo. Isso dito, a cunhantaim e seus xerimbabos estavam voltando pra casa. A pedra bonita carregada pela mão. A peça rochosa aguçando mistério cintilando despejando interesse.

            - Oi!... Estou pensando num nome pra nossa pedra. Que vocês acham? - que a guria nem perdia oportunidade nem tempo nem espaço para nomear seus ídolos.

            - Au-au-au!... Nem me vem na ideia um nome pra nomear uma pedra, entendo - comentou o cão Laranjo, abanando o rabo junto com a cauda.

            - Rau-rau-rau!... Com certeza eu também tenho dúvidas e mais... tenho vontade de ter boas ideias - comentava apelava determinava a Laranja, amarronzado pelo.

            - Oie!... Segundo me consta, eu vou pensar e encontrar sim um nome próprio e bom e legal pra esta pedra perdida encontrada - decidia acreditou entendeu a Lilás.

            E justamente no caminho que ia pra casa, os três iam percebendo coisas e cheirando e olhando e pensando. Assim mesmo e conforme. A praça Cristiano Justus, avenida Almirante Tamandaré mais a rua Evaldo Braga. No laguinho cheio dos aguapés também as aves coró-corós, caburés, gralhas-azuis, jaçanãs e todas no afazer preciso meticuloso caçando caçavam comida (jaçanã ou cafezinho casaca-de-couro marrequinha pia-sol nhanjaçanã japiaçó, em tupi ‘pássaro alerta barulhento’).

            - Ou!... Vou propor um concurso para achar um nome bárbaro pra minha a nossa pedra encontrada antes perdida - decidiu a menina com ela mesma e aceitou.

            - Oquei!... Quem tiver ideias e nomes maneiros que diga que nos alimente - convidava a menina, sempre pensando em nomear para existir para identificar.

            - Rau-rau-rau!... Você Li vai dar preferência para uma pedra m ou uma pedra f?, pergunta que nem quer calar - lembrou muito bem a Laranja, mexendo as orelhas.

            - Au-au-au!... Eu digo que o natural é uma pedra f - decidia por si só o Laranjo, um cão maduro forte de dentes bem afiados e sempre à mostra.

            - Ora!... Se você aí tem sugestões e palpites e nomes próprios que podem favorecer e ótimos para nomear uma pedra... então nos ajude colabore participe do concurso - pedia solicitava a esplendida mina, um cabelo bonito controlado pela tiara.

            - Obrigada!... Escreva aqui abaixo nos comentários e se manifeste - pedia Lilás.

            - Rau-rau-rau!... Nem se esqueça de dar um laique e os cccc - prevenia conferia ditava a Laranja, cadelinha bem tranquila de dentes caninos pontudos e afiados.

            - Au-au-au!... Também e ainda por cima nos sigam nas nossas plataformas nas redes sociais e assim por diante - esticava o convite o Laranjo, cão útil e agradecido.

            - Olê!... Um nome de pedra bem bonito é o que precisamos neste momento. Nossa amiga encontrada perdida e agora achada necessita existir - continuava Lilás.

            - Oxalá!... Vamos dar preferência aos nomes com certa força com certo peso e bem sólidos, valeu?! - recomendou alertou lembrou adicionou a mina mininha.

            Os passos as pegadas seguiam sem cessar os 3 passeadores. Andavam certos pra casa o lar o aconchego da família. A rua Mamoré com a outra rua Rio Negro e caminhando. Já pensando a menina no nome da pedra achada na grama, já cheirando a calçada o passeio público as árvores os carros parados no meio-fio o casal de cachorros.

            - Outro!... Se eu tiver uma e mais ideias de nomes eu aviso, tá certo?! - ia pensando comentava analisava buscava pela memória a cunhantaim Lilás.

            - Au-au-au!... Temos que consultar gente cientista nesta empreitada, hem! - questionava debatia especulava e até conferia o Laranjo, quadrúpede ligeiro desperto.

            - Rau-rau-rau!... Deve de ser um nome pesado duro concreto, me acompanhem?! - comentava deliberava contagiava a Laranja, cadela prestativa obediente pacífica.

            - Ou!... Vou buscar onde for para lembrar uns nomes maneiros e oportunos - queria porque queria bem tratar bem nomear a pedra esta Li de pele lilás.

            Mesmo dia, poucas horas depois dos fatos relatados acima, já em casa no lar da família, a menina chegando foi direta reta depositar a pedra encontrada perdida e achada já na estante da prateleira do próprio quarto de dormir. O seu cantinho o seu mundo seu espaço na casa e bem particular. Quase sempre quem queria entrar tinha que pedir licença, nem que fosse só por educação. Conforme o protocolo a burocracia o favor.

            “Ora!... Agora mesmo bem destacada aqui na prateleira, pedra sem nome. Por enquanto e quem sabe até daqui a pouco. Veremos!”

            “Ou!... Então, gente boa! Por onde começo e o que procuro?”

            “Oxalá!... Este ser este objeto este artigo ou pedra mesmo, merece um código.”

            Que a guriazinha queria encontrar o nome da peça da pedra da coisa encontrada no parque Embaiá. Muito difícil se decidir e qual podia ser uma referência um exemplo. Quem tinha pedra de mascote? Nem conhecia ninguém. Uma estudante mineralogista?

            - Ouro!... Vou até aí e procurar procuro reviro pesquiso em o dicionário o amansa burro, quer saber - se convenceu a mina esperta Li, já se preparando para resolver o assunto tão urgente e logo de uma vez por todas imediatamente.

            “Outra!... Consigo comigo alguns nomes maneiros e abro um debate nacional.”

            “Olê!... Pode ser nome que venha das pedras em geral ou tupi-guarani... Um apelido que venha a calhar. Um apelido que me lembre de coisa bem consistente.”

            “Oba!... Posso me agradar de um monossílabo... Posso me solidarizar de uma proparoxítona... Posso descobrir um nome uma palavra bem difícil...”

            - Oito!... Tenho por mim que vou abrir concurso e o público que decidirá, e acho uma boa ideia - comentou explicou conferiu mostrou ao próprio espelho o Veropeso.

            Sendo assim e decidindo mesmo com toda a vontade e empolgação diante do achado da pedra brilhante... buscou o dicionário e mãos à obra. E o bicho de papel era volumoso grandão pesadão e todos os ãos. Muitas folhas pra folhar e recorrer letras mínimas. Em algum posto em algum lugar um nome próprio tinha que surgir saltar.

            “Obrigada!... O cara que fez este livrão pode ser um professor de qualidade, é.”

            - Oi!... Sim, e isso mesmo! Estou e vou colhendo nomes e logo logo vou pôr para o público decidir e escolher e votar - a menina achava uma palavra um nome legal e ia anotando no celular e uma após outra, etc.

            “Ótimo!... Joia! Nem preciso fazer tudo agora e tudo num dia urgente, gente!”

            Certa hora da noite certo período noturno, todo o quarto da menina se iluminou e de repente, ‘plaaaa-êeee!...’ E muita luz no ambiente muita luz mesmo tudo bem iluminado. Uma luz azulada e bem energizada otimizada bem verificável. Sendo assim sendo possível, a mina acordou com o quarto muito aceso em fogo e no baita clarão.

            - Outro!... Mas como é isso de luz acesa, meu?! Quem está aí? Quem ligou a luz nesse tom azul azulado azulzinho azul-turquesa? - perguntando tanto a Lilás.

            - Ou!... Que que é e espera aí, né! Apaguem esta luz intensa, gente! - que a menina de repente se levanta da cama e coçando esfregando os olhos cheios de luz.

            “Olê!... Será mesmo que esqueci o computa ligado a tela ligada?”

            Então, o que foi? De noite, horas dormidas e noturnas e obscuras, a pedra acendeu a própria luz lá dela (luz - a iluminação que procede do sol durante o dia, luz do dia, claridade: ex: luze-luze, Luz-mg luzense, Luziânia-go luzianense, Luzilândia-pi luzilandense, luzir, luz difratada, luz refletida, luz antissolar, luz artificial, luz amarela, luz zodiacal, luz elipticamente polarizada). E que coisa mais sincera, hem?! E ali mesmo onde a menina a depositara na prateleira da estante. Acendeu como se acende uma lâmpada. E uma luz forte firme fortalecida e azul azul da cor do céu mais anil.

            Assim, com isso seria uma pedra alienígena? Uma pedra jogada no espaço e caída na terra no planeta Terra ali no parque Embaiá? Perguntas. Uma rocha jogada explodida diretamente do sol? Alguém responderia a esta indagação contundente? Uma pedrinha e porém potente cheia de energia luz iluminada ou fluorescente.

            E por aí afora. Assim, do nada vezes nada nadica de nada, a pedra deu seu ar da graça. Como um ser vivo vivente vivendo vivinho da silva. Coisa muito além da imaginação e etc. Algo pra se pensar e sair em dúvidas. Sem igual quebrando paradigma. Sem semelhança e quebrando toda a noção de realidade ou de justiça.

            “Oie!... Vai ver esqueci de tapar a janela com a cortina e a lua me surpreendeu!”

            - Oba!... Hem!... Que está acontecendo de verdade, meu?! - a Lilás ainda preguiçosa envolta em sonhos e sonos tentava pensar tomar pé da situação.

            - Oi!... Que clareira é esta e por que isso agora no meu quarto, gente?! - que a cunhantaim já se mexia e levantava, len-ta-men-te, da cama em meio aos lençóis.

            “Obrigada!... Será e tem de ser uma luz artificial... E a esta hora, meu?!”

            Como acontece e aconteceu, a menina acordou acorda e verifica... os olhos perdidos na claridade azulada. Espiou as horas da madruga e elas estavam lá ‘tique-taque!, tique-taqueando!...’ como sempre faziam a gente olhando ou nem assim nem aí.

            - Ou!... Mas olhe só se nem é a pedra, meu! - que a guria ficou estarrecida.

            - Oxalá!... Estas horas da madruga e uns 20min pras 2h! - a mina estava passada.

            Saiu da cama e foi se aproximando, embora a luz azul consumisse seus olhos e sua visão, se achegando à estante. E parou a poucos centímetros e mesmo com a mão esticada querendo pegar a pedra azul ou com tanta curiosidade que nem conseguia frear a emo. Sentiu também um receio de se queimar ou se contaminar ou se intoxicar.

            - Ora!... Mas é ótimo! Que luz diferente! Que azul imenso! Que enigma! - e as emoções e suspiros da menina iam se somando e verbalizando sentidamente.

            - Oito!... Hoje mesmo agora pela manhã na aula... Sim, vou relatar contar recontar tudo pras amigas - comemorava já se empolgando a Lilás, antevendo o sucesso.

            “Ouro!... Temos que achar um nome pra esta pedra cheia de fogo, hum!...”

            Foi uma noite muito acesa e luminosa pra Lilás. Nem mais conseguiu pregar o olho. Ficou aí cuidando da pedra atômica. Estudando para a prova de matemática (matemática - ciência que estuda objetos abstratos, ou seja, números figuras funções: ex: matematicidade, matemática aplicada, matematismo, matemático, matemática pura). Pensando num nome numa identidade para a pedra achada e agora bem incendiada.

            Na manhã saindo da escola depois das aulas junto com as coleguinhas suas melhores amigas, Lilás foi achando de comentar sobre o episódio da pedra-lâmpada (pedra - matéria mineral sólida dura constituída da natureza das rochas, rochedo; ex: pedrada, pedrar, pedra-sabão, Pedra Azul-mg pedra-azulense, Pedra Branca-ce e pb pedra-branquense, pedra das Amazonas, pedra angular, Pedra Dourada-mg pedra-douradense, pedranceira, Pedra Lavrada-pb pedra-lavradense, pedregão, pedra filosofal, pedra de toque, pedregal, Pedranópolis-sp pedranopolense, pedregulho, Pedra do Indaiá-mg pedrense, Pedra Preta-rn, pedrento, Rochedo de Minas-mg rochedense). As 4 tão-galantes elegantes estudantes do ensino médio e empurrando cada uma a sua bíci. O rumo pra casa e na rota no meio do caminho quem sabe uma parada na sorveteria Fogaleira e justamente na praça Monsenhor Silva Barros em a rua Marquês do Herval. Fora da escola da sala de aula pedalando ou acompanhando sorvete sorveteria... tudo de bom no caminho pela rua arborizada tudo bem tudo comum tudo normal tudo salvo.

            - Ou!... Tenho que dizer que ontem mesmo achei uma pedra luminosa, lá em o parque Embaiá - declarava desabafava a menina Lilás, sem querer guardar segredo.

            - Ajá-ajá-ajá-ajá!... Como o quê?! Uma peeeedra... acesa iluminada vermelha... - que a Pérola ficou passada e incrédula, menina cheia de graça gracinha rica risonha.

            - Faço um adendo!... Acho as pedras preciosas muito minhas amigas - declarava abria o coração a Esmeralda, cunhantaim muito de valor e brilhante e luxuosa.

            - Obrigada!... É uma pedra de tamanho de uma... pinha de araucária... E quando ilumina brilha irradia uma luz azul - descrevia a Lilás, fazendo gestos com as mãos.

            - Des-cor-ti-ca-ção!... Mas você achou uma pedra com luz própria, é isso? - e já a Rê procurou saber coisas particulares da pedra achada que a amiga havia achado.

            - Opa!... Acredito que ela me ajudou hoje na prova de matemática. Fui tão bem que até tirei um 10. Difícil de crer - explicava a menina, se orgulhando muito.

            - É sempre mais!... Você Li acha que a pedra influiu influenciou na sua nota de matemática, é? - dúvida da Esmeralda, com sua brilhante cor esverdeada inconfundível.

            - Oito!... Tenho que encontrar um nome pra ela. Um nome pra poder conversar com ela, pelo menos. Vocês podem me ajudar, né?! - que a Lilás ainda tinha na cabeça a dúvida e a carência a muita urgência de nomear a sua mascote empedrada.

            - Neste dia excelente!... Pode ser uma pedra rica ou uma pedra pré-histórica? Um achado arqueológico? - interrogava sensata sensatamente a esplendida Esmeralda.

            - Oi!... Vou propor uns nomes que gosto e jogar nas redes sociais pro pessoal opinar e me dar uma luz - comentava relatava solicitava a mina diante das suas colegas.

            - Cin-ti-lan-te!... Pode contar com a gente e já tenho umas ideias pra nomes interessantes e quem sabe bonitos - declarava a organizada preparada ordenada Rê.

            Quinhentos metros adiante e depois ou pouco mais e pouco menos... As meninas cunhantains já entravam na mercearia Monarquia, rua Felipe dos Santos paralela com a rua Francisco Lameira no bairro Duque de Caxias. E já pensavam em quindins pudins e sabores e apetites e cores. Os demais temas e curiosidades e mistérios ficariam para depois outra hora outros papos gerais interpretações e etc. Primazia do sol prioridade do calor superioridade do verão e em primeiro lugar.

            - Oxalá!... Hoje agora vou experimentar um suco de ciriguela mais uma massa-folhada, tá certo?! - que a Lilás já vinha com seus sabores do dia em a cabecinha.

            - Arê-ari-ari-ariiii!... Caixa alta, caixa d’água, caixa de fósforos, caixa-forte - determinou debateu apresentou a caríssima aperolada Pérola, se preparando seriamente para o pedaço de torta de chocolate e contagiar seu paladar e viajar por conta.

            - Pegando a mão de D!... Entrementes, entremaduros, entremesas, entremeados - conferia confirmava debatia corrigia a nobre polida Esmeralda, adotando a cada bocadinho de cocada um murmúrio de gosto ‘huuuum!...’ um muxoxo de prazer.

            - Oba!... Palha de seda, palha de aço, puxar uma palha, dormir nas palhas - a menina Li nem podia parar de se deleitar degustar apreciar seus gostos de açúcar.

            - Con-gres-so!... Marreca-caneleira, marreca-cabocla, marreca-toicinho, marreca-carijó - falava declarava permitia a de-can-ta-da Rê, fazendo água na boca.

            Quando foi tudo quando foi muito quando foi pouco a pouco quando foi no fim ao término, as gurias se despediram da loja de conveniência e voltaram e andaram assim pedalando de vagarzinho pra casa cada qual seu lar e doce larzinho apego.

            E já estavam na gentil rua 9 de Julho a praça Dom Emanuel e em seguida subindo os aclives e ainda descendo os declives da merecida rua Pedro Braz de Queirós que se apegava toda vida com a perfeita rua Doutor Faustino, Vila Santana. E podiam completar a ciclovia de asfalto pintado de vermelho ou mesmo frear ‘ri-riiii-pê!...’ numa descida mais acintosa. De repente e muito se ouvia ouviam com os pássaros aí incidentais tais e quais os bem-te-vis-do-chão já grazinar ‘guê-tê-guêeee!...’ os taperuçus já cuarlar ‘vuuuu-ru-ró!...’ os pincha-ciscos já galrejar ‘firirôooo!, firiruuuu!...’ os coleiros-de-sapé já tramelear redundantes ‘rei-fei-tei-teeeei!...’

            - De-mons-tra-ti-vo!... Hoje mesmo é um dia de aves canoras e os tipos mais bem intérpretes, né?! - então a menina Rê olhava em volta e as asas as trovas e os voos.

            - Olê!... Sim e talvez, gente! Vou chegar em casa e postar no iutúbi um concurso um pedido de ajuda para nomear minha pedra clarividente - a Lilás tinha esta determinação, pedalando do lado da Pérola e mais à frente lado a lado Esmeralda e Rê.

            - A-li-cer-ce!... E você precisa nos mandar a foto da pedra e como ela está de brilhantismo de cor de peso e etc - pedia requeria a Rê, bíci com cestinha na frente.

            - Renovo os temas!... Temos também os pedidos pra fazer pra pedra acendida, está ligada?! - já a rica Esmeralda, a bíci com enfeites de fitinhas plásticas verdes.

            - Ká-ká-ká-láaaa!... Pode ser pedra vinda do céu ou cuspida do espaço sideral, minha carinha - avisou recomendou colocou a risonha linda valorosa Pérola.

            - Ótimo!... Uma boa pedra e uma pedra boa... Voando do espaço espetacular vazio a um endereço na Terra, oi! - profundo comentário e até hilário da nossa Lilás.

            Se despediram aí numa certa altura da rua Capoeiras e cada uma pra sua casa o lar junto com a família respectiva os pais e etc (capoeira - área de mato cuja vegetação anterior foi roçada e/ou queimada para cultivo de horta, ex: capoeirar, capoeira-cachorra, capoeiraçu ou capoeirão, capoeirista, capoeira-branca, capoeirano, capoeirana). O meio-dia estava nas bordas bordando as doze horas horário do almoço. Todos com certa fome famintos barriga vazia e panela no fogo. Os automóveis com seus motoristas, as pessoas a pé pela calçada e os bichos cada um na sua procurando alimento. Cruzou mesmo o espaço alto o céu com poucas nuvens esgarçadas esbranquiçadas foi um avião, que parecia que já despejava soltando fumaça ou vapor.

            Chegando em casa a primeira coisa foi a Lilás ir no computa e postar a pergunta do milhão, um pedido de escolha aos internautas astronautas cosmonautas, uma consulta popular pra saber ou decidir pelo nome de batismo da querida e bendita pedra ilustrada. Quem sabe uma pedra comum e quem sabe uma pedra preciosa:

            ‘Decide aí você contigo mesmo e com sua opção sua decisão escolhendo ajudando na escolha na nomeação no batismo e no que se refere ao nome próprio ou apelido da pedra encontrada em o parque Embaiá no dia tal do mês qual do mesmo ano que nós nos falamos, tá ligado tá ligada? Vão as opções abaixo e em ordem alfabética:’

- ( ) Luzeira,

- (x ) Luzente,

- ( ) Luzerna,

- ( ) Luzia,

- ( ) Luzida.

Que cada noite era a mesma coisa, a pedra Luzente acendia e em tal hora marcada e pronto em ponto. Lá sempre pela altura da madruga. Parecia mesmo um controle muito sofisticado dela a pedrinha Lu, para os íntimos. A pedra enigmática tinha um controle um relógio um sentido uma alma dentro dela e que a fazia clarear.

- Obrigada!... Suponho que é um presente dos deuses divinos celestes... E eu vou fazer aniversário só somente ainda lá em maio - falou com seus botões a fofa Li.

“Oxalá!... Como é bom falar com Luzente e ver seu corpo brilhar intensamente.”

Quem vê de longe pensa que é uma pedra de altos desígnios e verdades. Quem sente de perto crê nos propósitos e ainda nas intenções. Uma pedrada do espaço vinda rolando diretamente do sol nem é pouca coisa e ou uma história faz de conta.

Sendo assim a Lilás acordava e já fazia um pedido o pedido do dia um pedido que estivesse precisando naquele novo dia nascendo, etc. Uma superstição um amuleto um xerimbabo. E a cunhantaim se utilizava desses favores e tinha à mão em mãos ajuda para a prova de física quântica - devia ler e lembrar ou decorar um texto de 5 páginas (cunhantaim - assim são tratadas as crianças do sexo feminino; cunhantã - apelido que se dá as adolescentes entre os tupi-guarani; cunhã - tratamento entre os autóctones para a mulher casada e que já tem filhos; ex: Cunha-sp cunhense, cunhanhém, cunhagem, cunhadio). Que as pedras brilhantes acesas têm seu valor precioso em preciosidades.

Já em outro dia de noite outra oportunidade pedia para ganhar uma grana a mais dos pais e comprar sorvete para as melhores amigas. No dia de sábado foi num fim de semana mês determinado terminando, pensou e imaginou voar como os passarinhos e desejou ter asas e penas e disposição pra voar alto imitando os papagaios-campeiros ou papagaios-do-mangue e apelar apelando para apelos de grulhar crujar picuinhar.

Que a pedra Luzente tinha caído pra ela e lhe dava sorte e lhe favorecia no sorteio, pronto. Que a pedra mágica era de fazer as dádivas que sua dona merecia.

- Ora!... Me vê aí este poder bem forte e feliz de voar como os pássaros, amiga Lzt - pedia repedia repetia a Lilás junto a sua luminosa amiga Luzente.

- Fleeeeche!... Que eu só posso te ajudar até um certo ponto e certa altura, minha cara amiga Lls - comentava declarava confirmava a poderosa empoderada pedra Lu.

- Ou!... Que eu queria tanto voar e alçar voo sobre a mata sobre os rios sobre a cidade sobre a praia da Daniela - solicitava a sempre atenta guriazinha Li.

- Fleeeeche!... O que posso fazer por ti, queridinha, é te dar coragem pra pular de paraquedas ou mesmo voar de asa-delta... - acertou dizer a pedrinha premiada.

- Obrigada!... Eu sempre tive muito carinho pelo prazer de voar e ir mais longe mais alto e assim por diante, né?, meu! - ainda completou a pensativa falante Lilás.

- Fleeeeche!... Aprecio te ajudar e gosto de te ajudar, porém só posso fazer o que posso. Somente sei fazer o possível e nem sei o impossível - destacava a rochinha Lu.

- Olê!... Mas seria muito engraçado se eu pudesse fazer como sonho como imagino como fantasio, nem é?! - ainda pensava e repensava a fantástica Lilás.

            Quando muito, Lilás pensava aventuras na praia na montanha numa mina de ouro abandonada. E outros 3 tipos de aventuras ela ainda queria acontecer quer praticar quer porque quer: a) pegar disco voador; b) embarcar barco navegando pelo rio Amazonas; c) pular de asa-delta; d) visitar um parque de brinquedos atrações e sair em a montanha-russa. E todo dia, inclusive hoje, pedalar sua magrela Rolarroda e nadar na piscina do clube com a Quica e subir lá no alto dos galhos da araucária centenária e tomar sorvete de pitangas açaí pequi goiaba com as melhores amigas e colher frutas palpáveis direto nos pés correspondentes do pomar dos avós de 4 costados.

            - Oxalá!... Adotei um casal de jabutis. Ela jabota a Magdalena e ele jabuti o Mago. O caso acaso ou nem por isso é que eles falam pelos cotovelos e mentem muito - as amigas ficavam sabendo de tudo que rolava em casa dela a Lilás, menina de livro aberto feice instagram imeiol iutúbi redes sociais gerais e assim muito e o que for.

            - Oi!... Tenho que insistir meus pais e adotar um casal de emas. Mas é muito complicado explicar às autoridades competentes, é - declarava satisfeita a guriazinha.

            Que Lilás ela própria em pessoa admirava espelho... todo mundo imagina e agora fica sabendo. Objeto de tipo comum lamina polido fundo e conhecido de as reações ensaiadas. Rindo, ‘ahahahha!...’ com fartura. Um dos mascotes mais admirados da menina era este espelho, e que até leva o apelido de Veropeso. Inclusive com monólogo e tudo, vejam, comprovem, identifiquem, espiem, comemorem, viralizem:

            - Ou!... Me olhe por inteira e toda via, Veropeso! Agora sim e me diga sem pensar e muito refletir - começou a menina uma conversa sem fim no tempo.

            - Eh é!... Estou te ouvindo assim mesmo como te vejo - declarou o Veropeso.

            - Obrigada!... Vossancê está de cara e é o meu espelho feito de vidro e já encostado na parede e em a porta do guarda-roupas... Ocê e os meus olhos, veja! - que a menina se admirava como qualquer garotinha da sua idade e já se achando.

            - Eh é!... Nossa conversa toda manhã é profícua, conhece esta palavra? Pois nossas conversas de manhã são úteis e frutíferas. Então faça como eu digo e te espelho - recomendou comentou relembrou o polido claro transparente espelho de quarto.

            - Ótimo!... Vosmecê também é minha piscina transparente de mergulho olímpico. E também meus gestos de palhaça, entende?! Gosto de você e da bíci. E de meu caderno tipo escolar para as anotações diárias e os lembretes - e a Lilás ia elogiando muito seu amigo de todos os dias e que muito lhe ajudava na aparência.

            - Eh é!... Você é você por dentro e eu por fora, minha cara confidente - e o espelho Veropeso falava as verdades olhando sua bela freguesa bem na cara a cara.

            - Oxalá!... Espelho, vossemecê é este sujeitinho figuraça, klá-klá-kláaaa!... - que a menina gostava de rir e se olhar, gostava de rir e fazer macaquices bichancrices trejeitos salamaleques malabarismos saltos e estrelinhas e já sempre se ajeitar se aprontar se embonecar se postar se posicionar se parabenizar se certificar.

            Antes de esquecer e se olvidar nem se detenha, curta comente compartilhe contribua (cccc). Ajude o canal a prosperar e a expandir atingindo a um maior número de pessoas e no mundo inteiro. E faça este favor, nos recomende nos realce aos amigos e pessoas próximas. E mais, isto nos ajudará e muito muito e de fato. Vale aquele joinha, num tá?! Nem custa nada, tchau! D também lhe pague! E obrigadão de muito love e mãos fazendo o formato assim do coração-ão-ão!...

            E aí ou aqui ver ali, veja aí perto de ti... Assim que vieram chegaram desceram ‘bri-bli-bliiii!...’ buzinando desferindo raios cósmicos uns os hábeis alienígenas extraterrestres. Coisa inédita, e ousada. Pareciam de Júpiter, jupiterianos ou jupiterienses. Tão distantes de nós os terráqueos e veranistas moradores da Terra. Então eles estranhos e muito a fim de missão neste chão de terra terceiro do sistema solar. E pousaram na praça da Bandeira. Com um certo estardalhaço ‘guá-tã-tão!...’ Com uma chegada chagadona e tanto, meu! Baixaram com tudo e com quê! E inaugurando uma nova era aqui pra nós os praianos moradores da Terra, planeta redondo.

Os jupterianos abriram a porta da nave ‘plaaaa-nãaaa!...’ e se abriram esplendidamente as comportas a porta (nave sem janelas ou escotilhas) e saíram felizes e olharam admirados olhando a paisagem panorâmica de Pindorama. Que estava uma praça repleta de curiosos incidentais. Sim, isso mesmo e eram seres de Júpiter e vindos de outro espaço outro tempo e quem sabe de outra razão. Pisaram e entraram com pé direito firmes tesos contentes e tomaram conta tomando nota. E consumiram tudo. Com nada de fala ou no máximo uma linguagem de ‘bi-ti-pi-piiii!...’ Olharam em volta e se agradaram. Provaram com os grandes olhos castanhos de tudo um pouco e ‘zás-trás!...’

                                                                       #

& Muitos agradecimentos às fontes aqui no texto pesquisadas e encontradas e relacionadas: fauna e flora do rgs com inúmeros pesquisadores da ufsm e ufrgs; topônimos mapas cidades na web; dicionário A. Houaiss; gramática da língua portuguesa de D. P. Cegalla.

Nenhum comentário:

Postar um comentário