quarta-feira, 3 de julho de 2024

A segunda esposa de Antão

 

                                                

 

            Devo dizer, em nome da nota verídica verificável e sem controvérsias, que nem conheci pessoalmente o senhor Antão. Mas mas ouvi falar e me inteirei aí nas entrelinhas. E muito li e me contaram pelas calçadas da fama da fortuna da bolsa de valores B3. Pessoa pública reconhecida e carismática, ele mesmo.

Um seu Antão muito muito rico milionário bilionário trilionário (ao longo do tempo) um soberano um mandatário um imperador assentado em ouro e possuidor de joias um semideus com poderes mágicos sobre todos sobre a terra sobre o mar debaixo do céu e além horizonte da vista a olho desarmado. Dizem notícias hodiernas atuais dos dias de hoje que tem um prédio de 15 andares na rua Luís José Junqueira Freire (distrito de Passa Três em Rio Claro), mas raramente vai aí. Prefere a mansão junto à praia Olho de Boi em Armação de Búzios ou aquela de Parnaíba, bairro Ilha Grande de Santa Isabel praia Pedra do Sal. Mencionando ainda em cima, com ótima opção e cuidar da fazenda de tantos hectares localizada entre Travesseiro e Lajeado. Um charmoso chalé em a rua do Cadete a cem metros da praça Brigadeiro Galvão.

            Eu bem que gostaria de ser o próprio empresário Antão Silogeu Bulcão Áurico Áureo da Silva e casado de primeiras núpcias com dona Leda. Gostaria porque deve muito ser ótimo a riqueza e ser milionário e manter capitalista. Gostaria de ter várias e imensas propriedades e nem saber tomar conta delas. Nem saber tudo o que tenho. Como por exemplo, a fábrica de sabão Fressura-Bofe e que emprega mais de 700 pessoas aí no bairro Pelintra; a malharia Estólido-Alburno e que emprega entre lojas e fábrica mais de dois mil (2.000) colaboradores em a vila Bilontra. Em conversas reservadas e o que se divulga na impressa, é que o empreendedor pretende com alguns sócios construir um mega projeto de shoppings e prédios de apartamentos e salas de escritórios no bairro Laurindo José da Silva Rabelo, desta cidade de onde vos escrevo. Também se conta que tem participação em outros tantos e quantos muitos empreendimentos na urbe e ao redor do orbe. Talvez o mais arrojado tenha sido participação de sócio no Bank-Auricolor, banco internacional de investimentos imobiliários com sede matriz em Singapura (dos mais renomados paraísos fiscais).

Poderoso e esperto e bem apessoado seu Antão, um dia aqui ou ali e sempre em trânsito voando no jatinho particular. Uma semana em reuniões no DF e RJ e SP ou mesmo em cidades de menos habitantes mas importantes dentro do mundo dos negócios assuntos preitos questões e São José de Ribamar e Araioses e Bananal e Marques de Souza e Vila Flores... Falando com empresários de diferentes nacionalidades na língua do entrevistado falando vários idiomas fluentemente.

            Sim, tem tempo para os filhos filhotes filharada os 4 dois meninos e duas meninas. Começando com um menino, Antão Preclaro; uma menina, Leda Ilustre; outro menino, Antão Insigne; e mais uma menina, Leda Distinta. E nesta ordem de chegada ao mundo. Dois de cada naipe dois casais de herdeiros. E todos estudando nos melhores colégios da cidade capital paulista paulistana desvairada torcedores(as) são-paulinos. Logo logo o mais velho irá para um colégio na Eu o velho continente uma cidade do país de onde vieram seus tetravós paternos (desventurados imigrantes do final do século XIX já fugidos da fome da peste e das nefandas infandas malvadas ominosas nefastas funestas perversas guerras e revoluções).

            - Eternidade da alma. Obviamente que me candidato.

            - Sim, imortal sempre viva essência espírito consciência mente.

            - Nem nada de felonia traição deslealdade e os pecados.

            - Sim, a imortalidade é som imagem segunda pele de D.

            Antão e sua esposa primeira esta Leda Distilo Galhardete Fradalhão - nem vi avistei com estes olhos mas ouvi dizer -, estão conversando nesse exato momento em casa no café da manhã no desjejum. E olhando pra fora observando o movimento da arborizada alameda Antônio Joaquim Franco de Sá. Durante um e outro pãozinho crocante margarina suco de laranja, o vai e vem e rebola e aperta e quebra e rói e remói da mandíbula diante do alimento:

            - Esta noite eu acordei 2 vezes plena madrugada... - entabulava conversa Antão.

            - Sim, eu percebi na hora. Que se passou? Fiquei de lhe perguntar. Que aconteceu?, meu caro!

            - Pensei comigo e compartilho agora com você, já que me pergunta: o que é o que é o solstício de verão? Fiquei pensando... e perdi a conta.

            - Sim, é complicado este fenômeno estival. Quando de solteira eu morava em Piraí, rua Manuel Bastos Tigre... Peraí, acho que já morávamos a família toda em Itaguaí, avenida Mário Cochrane de Alencar...

            Muitas coisas e sortes e negócios devem ficar em segredos e nem convém confiar ao público em praça pública. Pois nem demora 5 horas em pensar resolver e comandar ao menos 1 negócio a compra a venda envolvendo muitos valores. No fim do ano no natal e no bom-princípio, Antão distribui presentes nas comunidades menos favorecidas carentes de oportunidades. Aí ele vai a uma ou duas ou três associações de bairro e deixa brinquedos roupas livros colabora com instrumentos equipamentos e também com dinheiro. E todos que recebem agradecem porque se sentem lembrados.

            De fora e de perto, pousados nas árvores nos arbustos, se ouviam vinham sons cantos pios sinfonia de pássaros cantores e trinca-ferro, tio tio ti-oooo!... ti-ti-tiiiii!... Na mesma frequência ou canal ou transmissão vinha o bicudo, bi-bi-bi!... bi-bi-bi!... bi-bi-tiiiii!... Nem deixava por menos o valoroso e sensacional e conhecido conhecidíssimo uirapuru-verdadeiro, pri-ri-riuuu! piiiii-uuuu!...

            - Arrulha a pomba-pedrês.

            - Sim, o gato coaxa.

            - Palra o papagaio-de-cara-roxa.

            - Sim, o touro grunhe.

            - Pipila a saíra-sapucaia.

            - Sim, o lobo-guará pissita.

            O lugar das aves de ouro douradas. Os peixes de ouro. Os animais quadrúpedes de ouro feitos de sol e mesmo infensos hostis oponentes rivais, mesmo superiores supremos supernos soberanos, mesmo tocadores de instrumentos de corda viola bandolim harmonicorde berimbau, mesmo os cantores declamadores líricos redondilhas odes elegias dísticos. As árvores de ouro dando pomos de ouro e dinheiro em folhas esverdeadas verdinhas glaucas em espécie e inconversível trocado miúdo vivo.

            Ele o colorado Antão, descendente da linhagem a estirpe dos famosos da genealogia em linha reta parente e por parte de pai pertencem da família do bandeirante sertanista aventureiro Antônio Raposo Tavares. E ela a Leda, muito legal bons sim os seus traços estéticos, descendente do personagem místico glória excelsa o Brás Cubas (este mesmo inclusive o fidalgo português que fundou a cidade de Santos, litoral de SP).

            - Que nosso amor é evidente. Nosso amor é evidente?

            - Sim, creio que nosso amor é onipresente.

            - Que nosso amor é jovial?

            - Sim, juro que é jovial. E jovializa a jovialidade.

            O repasto bem servido na mesa redonda da cozinha. Pão do dia ali entregue pelo padeiro, mel de abelha comprada na feira de um agricultor conhecido e familiar, leite e café, uma fruta preferida e que muda troca de dia para dia de semana pra semana comprada na feira livre da rua Antônio Francisco Dutra e Melo. Assim mesmo e a gosto, todos os dias ímpares menos domingos e feriados santos e ou nacionais.

            - Que nosso amor é retificado retificador retifico?

            - Sim, que nosso amor é ratificado ratificador.

            - Que nosso amor é assumir e mostrar?

            - Sim, que nosso romance é presumir supor.

            - Que nosso amor é entretimento?

            - Sim, que nosso amor é divertimento.

            - Que nosso amor é entretecer entrelaçar?

            - Sim, que nosso amor é entecer entremear.

            - Que nosso amor sai ao encontro de?

            - Sim, que nosso caso sério de encontro a.

            Ali mesmo no café matinal decidiram sem muita dúvida que na noite iriam jantar fora e longe. O tempo tinha. Tinham tempo. E somente eles dois o casal.

            - Vamos jantar fora, por que nem?

            - Sim, nem pode haver porém ou mais ou menos. É mais prático.

            - O poeta canta lírico hino ode.

            - Sim, compõe poemas religiosos filosóficos populares sociais.

            - Como fazem os flamingos migratórios.

            - Sim, igual que as jubartes que vêm amamentar no litoral de SC.

            E chegada a noite tardezinha, sem dúvidas, pegaram foram ao aeroporto embarcar no jatinho campo de Marte (bairro de Santana). Chegaram de carro no hangar e o avião já estava a postos e expectativa. Um voo simples e sincero até o meio do mar caribenho. Escolheram pelo nome mais atraente e mandaram pousar na ilha de antigos piratas corsários. Conheciam ali um hotel 5 estrelas Hotel Coruchéu e cujo restaurante era de um amigo mineiro natural de Campanário. Este oferecia um ótimo rodízio de carnes churrasco à gaúcha e gado galeto peixe suíno toicinho linguiça com cebola.

            - Tudo passa tudo vai e vem tudo vira-casaca excerto trecho sopa de letrinhas.

            - Sim, fantasma lêmure assombração espectro coruscação.

            Do aeroporto na ilha ínsula até o hotel trafegaram numa nave glabra de propulsão helicóptero. Do heliporto seguiram de mãos dadas até a recepção do hotel, passeando entre jardins e plantas ornamentais medicinais e jacaratiás e canelas-sassafrases e mavevés e araçás-de-coroa e jovevas. A inscrição super-rápida o convite do chefe-mestre-cuca uma paradinha uma volta pelo quarto para um banho de imersão com bebida beber um vinho espumante mil estrelas. Em seguida logo na sequência o famoso jantar com vista panorâmica para a praia ‘mas hermosa del mondo’.

            - Podemos ir ao cassino e gastar uns caraminguás, que opinas?

            - Sim, as apostas nas máquinas luminosas cantantes vibrantes lunáticas.

            - Podemos poderemos poderíamos ir à avenida Antônio Gonçalves Teixeira e Sousa e rever as joalherias umas joias que gostarias um colar uma gargantilha uns brincos que te agradem. Tou a fim de um relógio... aquele mesmo que te falei...

            - Sim, pois as pedras preciosas atraem sorte e prosperidade e saúde.

            - Devemos aproveitar um leilão de artes. Quem sabe nem demos com uma sorte e compramos um quadro renascentista ou expressionista ou cubista, né?!

            - Sim, de repente uma obra-prima um original.

            - Podemos escolher entre ouvir um concerto e assistir a uma corrida de carros. Um espetáculo de circo ou um baile com músicos música ao vivo.

            - Sim, um show ou teatro ou desfile de modas.

            - Frequentamos frequentaríamos um centro budista com ioga e meditação.

            - Sim, entrevistaremos a família real tailandesa.

            - Compareceremos comparecer à igreja das relíquias de NS do Bom Sucesso.

            - Sim, um chão sagrado milagroso abençoado procurado por devotos pela aparição da Santa Virgem Maria à serva de D madre Mariana.

            - O tempo e o espaço infinitos. O pó brilhante das estrelas. Examinar estrelas eternas viajantes cadentes.

            - Sim, oração meditação sacrifício adoração.

            Muito falado muito pensado e pouco dito: nem existe a morte. Todos sabem que a morte só é um pensamento fraco débil frouxo. Ninguém tem dúvida que a morte é um cansaço um enjoo uma ressaca que se cumpre e logo passa. Toma um remédio pra dor de cabeça e logo alivia. Cai a casca e a alma o espírito reaparece em plena consciência em outro lugar. Reacende anima em outra pele em outra carcaça carapaça em outra forma ou fôrma. Sai daqui e acende ali em uma sarigueia uma jurubeba-de-espinho um acará-papagaio um acará-disco-comum um papa-terra.

            - Se JC ressuscitou Lázaro, por que Lázaro tinha de morrer e morreu?

            - Sim, se nem houvesse morte a morte nem haveria a mesma salvação.

            - Se nem tivéssemos que morrer hoje ou amanhã...

            - Sim, nem precisávamos precisamos nascer hoje ou ontem...

            O superdiferente Antão e sua atual superdedicada Leda, ainda também gostam de frequentar pagodes chineses templos budistas e pagar promessas com velinhas de incenso. Vão aos templos e procuram na cidade o melhor centro de descarrego para mesmo aí fazer as orações os pedidos e depositar as oferendas os presentes ofertas favores aos monges e monjas. E o ídolo e os religiosos em nome de o Buda aceitam dinheiro em espécie no cartão no pix pagamento por aproximação.

            - O senhor Buda budista sempre em budismo júbilo regozijo alegria exultação.

            - Sim, o senhor Buda em alto astral o bem a harmonia a beleza a luz a sorte. 

            Nesses templos nesses pagodes nesses lugares sagrados consagrados, sempre existem construções e estátuas monumentais do Buda Gautama. Em volta de um parque de um amplo jardim bem cuidado com flores e plantas frutíferas frondosas virentes verdejantes vigorosas viçosas viridentes florescentes. As árvores que verdejam que atraem muita vida selvagem silvestre muitos insetos muitos pássaros e pitiguaris, curutiés, pia-cobras, araçaris-bananas, bem-te-vis-arapongas, japiins... Sempre se ouvem os chilreios e uí-pi, siiii-têeee! siiii-têeee!... caboclinho, bizeeeeiiiii!... bizeeeeiiiii!... sabiá-do-campo, bri-bi-téeee! bri-bi-téeee!...

            - A religião prega o respeito aos mananciais às pedras às plantas aos mascotes...

            - Sim, cada árvore com seu espaço já definido no meio do mato e na praça.

            - Quem nem conhece o respeito o ritual o tipo de oferenda que chame um xamã.

            - Sim, vai logo saber com certeza como se deve respeitar e acatar a criação.

            - Há árvores vegetais plantas ornamentais mais sagradas que outras.

            - Sim, o iluminado se abrigou na sombra copada frondosa da figueira-brava.

            - Era gordo ou magro, gordo e magro?

            - Sim, filé de borboleta.

            Os passos simples dos que encontram a si mesmos e se reconhecem. Será isso dom ou receio? Se olham e se veem no espelho. O dia a dia da formiga da aranha tecendo sua teia da tartaruga que procura por sua praia preferida da ave que retorna sempre ao mesmo ninho que construiu no verão passado. E isso é bom e é ruim. E isso é a lei do mais forte. E isso é o paraíso. E isso é o sair da toca. E isso é o emergir surdir. O batismo por infusão e o batismo por imersão.

            - Meu desempenho de hoje agora está bom ou nem tanto?

            - Sim, nem posso reclamar nem me queixar. Gozo muito.

            - Mas você acha que eu posso fazer melhor, podia melhorar? Melhorarei.

            - Sim, eu sinto que está bem e está perfeito. Estou contigo e nem abro.

            - Eu sinto que devia isso por você e por mim, sabe. Quero queria estar sempre no meu melhor no auge esbanjando potência. Que compareço e comparece.

            - Sim, você deve pensar ponto a ponto. Põe o arado na frente dos bois.

            - Devo exercitar aquecer saltar pular correr rolar redouçar retoiçar.

            - Sim, um recordista campeão dos cem metros. Rejuvenescido.

            - Isso tudo muito me preocupa. Convenço?

            - Sim, o jogo é jogado e o lambari é pescado. Sinceramente.

            No fim das contas a ideia partiu da própria esposa e primeira-ministra a mulher. Antão e Leda primeira-dama conversavam sobre a lei da constância... e ela saiu com umas ideias. No mínimo machistas. No que ele foi e contextualizou, mesmo para nem deixar suspeitas de dúvidas:

            - Você tem certeza, meu bem?! Nem se mexe em time que está empatando!

            - Sim, é isso que eu penso e repito: você meu marido quer uma segunda esposa ou uma segunda mulher oficial oficialmente? Isso te excita? Isso te atrai?

            - Repete, por favor! Será que eu ouvi bem o que acabei de ouvir? Me soa assim... como uma provocação. E me excita. E me atrai, óbvio.

            - Sim, é esta a minha ideia. Você deve procurar outra mulher, uma segunda esposa. E que conviva conosco aqui na nossa vidinha de sempre do dia a dia, assim.

            - Hum!...

            - Sim, eu autorizo e assino embaixo. Faço questão e favoreço e aprovo.

            - De onde você tirou essa ideia tão desprovida de orgulho, meu bem?!

            - Sim, acho justo que meu marido tenha sua libido sempre em alta. E esta é a melhor solução. Eu estou sempre do teu lado, já sabe. Nem estorva nem peja.

            - Agora que você mencionou... Agora que você me fez ver... me fez confiar...

            - Sim, somos livres e acima de nós somente D. A vida está aí e devemos vivê-la a plenos pulmões, vamos dizer assim.

            - Alguém para brincar com nosotros, hum!... Nossa segunda esposa.

            - Sim, alguém que nos complementa e nos completa.

            O estudioso Antão ficou no meio do pensamento e com a mão segurando o queixo. Olhava pra fora pela janela aberta, a arborizada praça Alberto Faria, mas seu pensamento estava no interior de si mesmo. Os olhos nem se movimentavam, porém os neurônios verdadeiramente e muito. Leda esperava pelo resultado da introspecção do marido amado. E ele, oi!, de repente:

            - Podemos fazer isso juntos, que acha? Você é parte participante e interessada e fundamental nessa escolha. Eu acho justo a tua ajuda e a tua atuação no caso.

            - Sim, e até mesmo assim mesmo dou um conselho. Ela, a escolhida, pode ser bem jovem. Pode ser mais baixa ou mais alta, dependendo. Virá pra somar.

            - E onde conseguirei conseguiremos conseguiríamos?

            - Sim, uns contatos. Buscaríamos em algum lugar. Em todo lugar as há.

            - E é mesmo, é. Onde come dois um par come três um trio! Um casal de 3.

            - Sim, promoveremos um concurso. Buscaremos uma agência que possa nos auxiliar. Anunciaremos pela mídia em geral. Ainda assim no dia de amanhã.

            - É uma ideia sensata da tua parte, como sempre, querida.

            - Sim, sem dúvidas. E vai ser bom pra nós três, eu garanto. Nos amamos.

            A folga a diversão o repouso o descanso o parque Luís Carlos Martins Pena e bancos de plantas canteiros arbustos área verde orquídeas chuvas-de-ouro, alfavaca-de-cobra, bacurizeiro, avaremotemos, arnica-do-campo, viravós.

            - No tempo de JC havia casamento por interesse das famílias envolvidas.

            - Sim, hoje sem tempo para JC há casamento por interesse dos participantes.

            Decidiram fazer um concurso de beleza de âmbito nacional. Decidiram fazer o evento e assim escolher a segunda esposa consorte cônjuge pela beleza. Atrair concorrentes modelos e inicialmente pela beleza estética. Um show de amostra. Um desfile exibição de belezas beldades moças jovens estrelas em ascensão melhor da raça.

            Macias pacíficas sublimes perfumadas as estrelas. Um coração bom fácil leve e pendurado do lado de dentro do peito. Filhas esplendidas dos nacrerré ou crenaque ali mesmo da beira do rio Barra Mansa. Originais naturais de Ilha Grande, Morros, Pouso Novo, Axixá, Luis Correia, Progresso... E coa faca e o queijo nas mãos (sendo a ectlipse elisão exclusão retirada do m final, ex: co’a no lugar ‘com a’. fonte: d.h.). Que o que D favoreceu também é requisito formação vantagem, e se põe na mesa.

            - Sabe, bem! Eu agora penso assim: será que nossa alma tem eternidade igual como dizem? Uma coisa é a fé das pessoas, outra a realidade virtual de D. Será?

            - Sim, penso logo existo que sim! Parafraseando.

            - Eu penso difícil, hein?!

            - Sim, você precisa de reflexão. E sossegamos sosseguemos.

            - Ora!... Você enfatiza a calma sossegar e o sossego...

            - Sim, vamos ser otimistas e precavidos e aguardar. Me lembro da minha infância. Eu tinha oito dez quinze bonecas e nenhum aviãozinho carrinho trenzinho barquinho para dirigir. Isto tudo isso muito me afetou. Digo, hoje, na minha autoestima.

            - Ou seja, meu tudo! Confirme. Devo ser devemos ser bom ou ruim, bondoso ou maldoso, ousado ou moderado, inteligente ou domesticado, filósofo ou atleta?

            - Sim, deve ser de paz e amor. Recordar das canções que dançava nos bailes.

            - Porque é assim: tenho dificuldades em ver a alma como ela é. Tenho dificuldades em ter a alma como ela é.

            - Sim, vou te ajudar. A alma é delicada no sentido de inocente pura suave perfumada. E mesmo airosa e de boa aparência bom ar boa qualidade. A alma tem pendor, capacidade natural inclinação para o bem o justo o honesto o correto o direito.

            - Ou seja, a alma é tudo e mais um pouco. A alma é sempre.

            - Sim, uma alma é franca e leal. A alma é o centro do universo. A alma é fogo santo. A alma arde na pira.

            - E isso é o melhor de D. E assim estaremos sãos e salvos.

            - Sim, e isso é a família de D. A alma aparece na luz das estrelas dos astros e é muita ascensão ressurreição inspiração respiração.

            - Você está sendo muito sábia, nesta hora.

            - Sim, se você já me reconhece reconhecer conhecer.

            - Um dia um instrumentista de renome nacional e internacional, interpretou: “Minha música é de primeira necessidade”.

            - Sim, e o espectador plateia ouvinte disse: “Sua arenga é um bla-bla-blá!...”

            No dia combinado pelo programa começaram a aparecer as belezas. Todas alojadas no grande hotel Farol, um cinco estrela da orla da praia de Co-pa-ca-ba-na. Apareceram 27 candidatas, uma de cada Estado e mais o distrito federal. E houve o desfile comandado por um programador diante dos interessados, o pai Antão e a mãe Leda. Sentados lado a lado e olhos atentos, narizes empinados, caderninhos em mãos.

            - Eu vejo estrelas do Cruzeiro do Sul.

            - Sim, cada tal e qual com cinco pontas e resplandecentes.

            O desfile começou no dia hora e local assinalados. Tudo planejado para que desse certo e ia dar certo certíssimo, efetivamente. Diversas horas de desfile, trajes os mais variados e as cores das roupas combinando com os olhos os cabelos das atrizes. Teriam as candidatas oportunidade de falar discursar cantar dançar jogar brigar gritar.

            - Estou muito interessado e estonteado.

            - Sim, um acontecimento inusitado e exclusivo.

            - Nem me importam as cores.

            - Sim, e os pesos e medidas.

            Estupendas refulgentes puríssimas aperoladas enxutas inocentes honestas aparecidas as estrelas. Iniciaram suas carreiras muito bebês em cidades municípios como Buriti dos Lopes, Raposa, Belágua, Casca, Paço do Lumiar, Caldas, Paraí.

            Suave e nave, vagalume e perfume, natureza e realeza, melodia e harmonia. Claridade refulgente, ilustre triunfante, primores resplendores, celeste perfeição.

            Delicadas vaporosas flutuantes primorosas iluminadas as ilhas. A beleza o prazer o júbilo a transparência a luz a limpeza os diamantes. Ciciar de pássaros, murmurar dos riachos, tumultuar dos bichos, sussurrar das plantas a floresta. Briguentas dançarinas guerreiras belicosas pugilistas as aves. Sincero lhano amável afável franco o rio.

E começando com a beleza nativa do Sergipe. Ela imitava aí mesmo o voo da ave colibri-rubi. Voando de árvore em árvore pulando de galho em galho pousando nos ramos tentando as flores. E tem uma cor de pétala rosa plena na pele nas faces do rosto cor de rosa rosado rosadas ameaçadas de maçã. No traje de gala, vestido longo sapatos de saltos agulhas altos e toda de vermelho-brasa.

Comentando o dono e a dona da festa e do evento, entre eles. Bebericando um espumante original em taças longas de cristal trabalhado com desenhos arábicos. As mãos os dedos carregados dos anéis de diamantes e alianças de ouro, dizendo:

- Sergipe deve ter umas cinco ou seis capitais, hein?! Que sei eu!

- Sim, você tem toda a razão deste mundo. Há uma capital no litoral outra no sertão outra na zona da mata outra ainda no agreste mais uma na caatinga e sem deixar de mencionar a da franja da floresta amazônica.

- Eu lembro assim de supetão e de primeira uma Lima Duarte, distrito de Conceição do Ibitipoca. E até deveria citar mais umas ou outras. Cheio de capitais.

- Sim, capitais estaduais do açúcar do aço do abacaxi do cangaço do maracatu.

- E cidades tumultuosas e multimilionárias e Guarapuava, Candói, Goioxim.

- Sim, temos ainda mais várias tementes a D ou que lhe rendem homenagem nos dias santos. E municípios de todos os tamanhos, por exemplo, Nossa Senhora Aparecida e NS do Socorro e NS de Lourdes e NS da Glória e NS das Dores.

- Nem foi aí nessa região que caiu um meteorito um tal dia do ano de 1952? Um Avanhandava tipo aerólito e classe contrito ordinário do grupo H4? Me parece que eu vi. Me parece que ouvi. Me parece que li lá em a internet. Sei lá, convicto!

- Sim, e tantos outros e diferentes partes e zonas e glebas aí e acolá. Extraordinários e impressionantes. Pedras diretamente do espaço e atiradas apinchadas.

- Assim como os pássaros preferem as manhãs e tipios, cambacicas, guaxes...

- Sim, joões-tenenens e sibites e bicos-de-veludo e quero-queros...

- Assim como as viagens preferem as tardes de domingo olímpicas e visitar o museu histórico pedagógico Amador Bueno da Veiga, antigo sobrado prédio conventual do Barão de Dourados.

- Sim, e profuso abundante generoso em peças antigas do tempo bandeirante.

- Até como os extraterrestres preferem aterrissar e ainda raptar abduzir capturar nas noites claras de lua e estrelas céu estrelado.

- Sim, os dias de noites amenas e profícuas lucrativas úteis frutíferas.

- Quando os humanos preferem noites de fogo de chão.

- Sim, e dias de chuva para refrescar o ambiente já mormacento.

- Um tal e qual rio Jordão-pr.

- Sim, num rio que nunca existiu fizeram bolaram uma ponte que parece sempre existiu. Tudo saiu do nada. Tudo saiu do papel e prancheta do engenheiro.

Os ventos as chuvas os bandos de aves migratórias as matilhas ali no meio da espessura da mata como se se unissem todos em geral num concerto urgente da criação. Combinados associados unidos agremiados. Noticiado narrado escrito-falado como no rádio na televisão no vídeo na rede.

Em seguida veio em representação a representante do Estado de SP. Vestida nos trajes típicos e enfeitada de ramos de café e algodão e amendoim. Um chapéu de palha transada grande e que fazia contraste sombra por onde desfilava sobre o tapete vermelho. E responsável doce amarga agridoce. Pisando elegante quase flutuando o piso juncado de pétalas de flores. Os passos longos como num desfile de moda. Os cabelos longos em tranças rastafáris atingindo a cintura. As pernas longas de coxas firmes duras concretas trabalhadas nos exercícios atléticos, quiçá olímpicos.

- É extremamente linda e segura no andar e esquisita significativa no olhar.

- Sim, com um pé na frente do outro como manda a etiqueta e o figurino.

- Uma estrela cintilante da serra do Mar ou da serra da Mantiqueira.

- Sim, um astro uma estrela de luz própria e mais. Temos rainha.

- É bela suficiente muito linda. Pode e deve fechar o trânsito.

- Sim, nem precisa de maiores ou melhores ou grandes e caras joias e adereços.

- Seus olhos, mana!, têm umas chispas quentes acesas e pegando fogo fogo.

- Sim, e eu diria que de vingança. Daquelas que pegam em armas de fogo fogo.

- Olhando pra ela e pensando, me vem à cabeça as férias à beira do rio do Peixe.

- Sim, as tardes de feriados nacionais religiosos pescando no rio Grão-Mogol.

- Beldade ela e anda se movimenta tão em silêncio e quase subindo aos céus.

- Sim, que parece leve até demais. Me lembra uma avoante pomba-parari.

- E tranquila como água de poço depois do pulo da rã, já diria o poeta.

- Sim, e mais leve que uma asa no céu ou a ema no ninho nidificando ou o riacho o rio Paraibuna na estação da preguiça.

As belezas e modelos se sucediam no palco na passarela e se mostrando. O luxo e o brilho são a honesta ostentação da riqueza. A diversão dos ricos é desfrutar e promover e divulgar a sua riqueza. Há ricos que gostam de gastar. Nem existem ricos que preferem o comum e o normal e corriqueiro. Todos os ricaços vivem para altos gastos e mais. O rico é caro caríssimo.

A classificada do Acre e em primeiro lugar a mais bela linda daquele Estado. Deidade ideal dos vates e de se olhar e pegar e ir atrás. Vestida com poucos trajes em tons verdes ao estilo fantasia original imitando autóctones índias ribeirinhas do rio Purus. E ela chega chegando e com tudo em cima maravilhosa risonha. Os cabelos as madeixas a grenha jogados de um lado da cabeça. Igual filha de imperador e princesa primeira herdeira. Mãos abanando com braços longos languidos os pés estojados nos sapatinhos cômodos abertos na frente enfeitados adornados com fivelas de prata trabalhada. Jeito parecido de namorar com os olhos olhares.

- Parece mesmo filha e feita na fábrica indústria de D.

- Sim, e diretamente das águas profundas do mundo das iaras e botos-vermelhos.

- Vem das densas florestas tropicais e profunda selva amazônica.

- Sim, e parece que nadar e remar são práticas diárias corriqueiras comuns.

- E resurge reaparece por encanto encantada toda manhã no meio da neblina dos rios voadores de rocio coberta de rocio orvalhada rociada de orvalho.

- Sim, como uma borboleta-oitenta-e-oito 88.

- Preciso ver um anjo mais parecido. Preciso ver uma anja mais asada.

- Sim, mesmo de alma leve como o pensamento de uma criança dormindo.

- Já notei que nem pisa as flores do caminho, assim tão leve suave.

- Sim, precisa prefere voar flutuar surfar como andorinha-coleira.

- Pois é! Quero ouvi-la falar de qualquer jeito. E escuto ela dizer: “Minha lei vem matriculada matrícula da floresta parecida”.

- Sim, ela é feita da natureza mais reservada.

- É linda e charmosa porém devo seguir tentando investigando comparando.

- Sim, deve ter paciência. E contar até 10 que as belezas são as 27.

Quinze horas se passaram montadas estas na silha do cavalo corredor. Ninguém ficou sandeu tolo pateta. Era verão estival estio com temperaturas elevadas. Um tempo de pouco repouso e descanso e muita labuta. Um ar trigueiro baço embaciado bacento de pele morena e olhos protegidos com óculos de sombra. Famílias inteiras correm recorriam às praias de rio de lagos de açudes do mar.

E quando os donos da festa do evento voltaram de uma pequena pausa, o universo recomeçou seu giro redondo. O show o festival o desfile luxuoso garboso ostentoso de beleza clássica, recomeçou reorganizou. Comendo desfrutando degustando uns aperitivos uns salgadinhos beliscando pãozinho com geleia de morango e com limonada de limões nascidos e criados em o município de Encantado.

A garota mimosa em apresentação vinha da província de Goiás. Com estilo próprio e lindo e original patenteado. E se destacava pelo balanço dos ombros até as cadeiras e os quadris entre ilharga e coxa e a matriz e a motriz. Olhos penetrantes de uns verdes camuflados em meio à vegetação do cerrado. Ela parece identificada da lua luar uma estrela de pontas bonita dengosa sobre deslizando o lago sobre as águas pacholas de uma azul lagoa. Feita bem feita de infinito resplendor graça olhos olhares prisma passos pés inefáveis. Um exemplar raro de mulher no mundo que a harmonização facial, estética intervenção de procedimento, deu certo e melhorou ficou melhor.

- Seleção da raça braseira, se assim tu me aceitas como tal e qual.

- Sim, o produto de décadas de aprimoramento genético e mais.

- Até porque alguma coisa está acontecendo aqui e no mundo inteiro.

- Sim, e é tão extremado que quase provoca um incêndio combustão um abalo sísmico de proporções dimensões universais. Sou fã de tsunamis da idade e era do gelo.

- Ela esta vem ela de luz própria propriedade sua e propriamente dita.

- Sim, dita moda e faz onda. Vem da colina das plantas do rio Meia-Ponte do campo florido e da sempre-viva-da-serra. Nasceu no meio do campo no meio do sol.

- Diante do seu destino exemplar ou modelar ou promissor, todos querem comprar vender morar construir urbanizar. Fundou Brasília e arredores.

- Sim, e sem um antes mas somente simplesmente um depois por vir.

- Olhar assim nem se perde de vista. É ponto de vista. É plataforma de lançamento. É trampolim daqui para o espaço o cosmo.

- Sim, seu perfume seu hálito seu tom seus dons seu perfil e futuro.

- Quando te digo que minha cabeça gira por ela como pião de brinquedo...

- Sim, o coração bate e pulsa. O coração tem esta característica. Vira a chave e cai a ficha, meu dengo!

- E deve assim igual a mim, adorar a chuva copiosa o sol a praia as viagens pelas praias ensolaradas de areia fina. Navegar de gaiola pelos rios navegáveis.

- Sim, vai que gosta de viajar todo o fim de ano e velejar singrar os mares.

- Provável que gosta de poucos holofotes e de câmeras de vídeo e redes sociais.

- Sim, é daquelas que viajam de submarino nuclear e dão a volta ao mundo.

- Trocando repousos na capital e na praia, sempre nesse ir e vir e andar e ficar.

- Sim, responde por uma faculdade de direito e um curso de cultivo de corrais.

- Sorri como são ótimos os Lençóis Maranhenses. O vento a brisa a aura pelos cabelos esticando o penteado aragem vento em geral. Patrimônio natural da humanidade. Gentes do mundo inteiro vêm visitar e emocionadas.

- Sim, parece ter nascido para surfar e curtir o mar à beira-mar de Canoa Quebrada ou Jericoacoara ou Daniela ou Canasvieiras. Banquete para o poema poesia.

- D é pai e artesão dessa peça preparada da joalheria joia rica e maravilhosa.

- Sim, e diamante ametista ônix berilo topázio turquesa opala esmeralda.

- Tão alta e elegante como a árvore favorita do semideus.

- Sim, uma esbelta e frutífera anajá-mirim.

- Toda vestida de folhas e flores.

- Sim, os frutos da estação correta expedita ativa.

- Nem vou mais me confundir.

- Sim, preparada para conquistar o mundo a qualquer preço e nem é barato.

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A moça escolhida pelo Estado do ES entrou no palco subiu ao tablado pisando firme e graciosamente o tapete vermelho-vinho. Levava um cabelo recém-feito e todo escorrido longo pelas costas. E como pisava elegante certeira no seu sapato bege com fivela cromada (calçado patrocinado pela sapataria local Boca-Rica). E os braços e pernas logos pareciam querer alçar voo e ou nadar a todo instante. Lembra uma irmã de sangue e que nunca tive e era moça assim fofa meiga terna amiga macia feliz aconchegante. Corpo esbelto de cachoeira véu de espuma véu de vapor véu de névoas.

- Está boa a iluminação pra ela, digo e me preocupa me preocupo. A luz é pra ela ou vem de dentro dela. Uns olhos acesos que nascem tochas no coração lá dela.

- Sim, o que nem falta neste palco são holofotes potentes e de última geração.

- Hum!... Nossa amostra beldade parece misteriosa e cheia cheia de ilusões. Vejo isso tudo no seu olhar no seu gestual nos seus passos medidos e curtos e firmes.

- Sim, claro que sim. E ela ama o dia as horas o tempo o cronômetro. O sorriso feliz das tardes de verão. A graça dos gestos ensaiados coreografados performáticos.

- Flor em botão e desabrochando ao sol aos primeiros raios de sol.

- Sim, agora você foi poeta. E meus parabéns!

- Tomada cheia presa em meio aos sonhos e fantasias. Mas tem a cara sempre alta e em alerta. Um passarinho bico-de-veludo, acordando e olhando em derredor.

- Sim, com certo orgulho de ter nascido mulher e fêmea. Dádiva, dadivosa.

- Tem sem pestanejar a paz nos pés na cabeça nos braços na imaginação.

- Sim, e sente o mundo como um lugar pra percorrer e conhecer e viajar.

- Que nada nada vai lhe fugir. Que nada nada quer deixar pra depois.

- Sim, que todo mundo precisa curtir seu tempo permitido.

- Mais bela que a flor, tenho de repetir e reafirmar. Mais flor que a orquídea.

- Sim, um encanto mimoso. E lembra a flor de inhame-cigarra.

- Antes que me esqueça e ainda hoje, que é uma anja auxiliadora de D.

- Sim, quando e como habita uma estrela azul do céu. Sempre luz azul.

- Auxilia D no conserto das coisas. E cuida do ritmo dessa imensa extensão de terra que é o nosso torrão natal. Auxilia D no concerto dos astros.

- Sim, ela esta beldade onipresente habitante entre nós. Esta uma diva.

O mundo pareceu parar no exato momento que a sonora beleza grande beldade dos rincões do Paraná inaugurou o palco com seus lindos pés descalços. Vinha em trajes de banho e diretamente da piscina, biquíni de duas peças mínimas e triangulares. Um grande e opaco modelo de óculos de sol. Um cabelo agrupado em coque. Um sorriso que só as moças que se reconhecem belas lindas lendas podem ostentar. Evidentemente, uns cabelos honestos fraternos amaciados, olhos de fruta silvestre, toda sincera encarnada figura de desenho infantil e muito bondosa gentil paciente calma sensível. Inspiração logo logo de canções e de pinturas de decoração.

- Ela pode percorrer outros mundos, se ela quiser. Uma paisagem com detalhes.

- Sim, a perfeição é o seu natural e sílvia da silva.

- Gosto de ver seu sorriso de satisfação. Gosto de ver que aprecia o que o destino lhe reservou e com sucesso e com sobras de encantos mil.

- Sim, direitos adquiridos diretamente dádivas dos dados de D.

- Quem nem queria ser assim. Quem nem quer D escolhendo a dedo diretamente.

- Sim, o universo conspira a favor de certas e raras personas. Ou entidade.

- Será que ela já tem em mente o que pretende ser e fazer de ora em diante? Até onde pretende chegar com esse corpo escultural? Uma escultura polida. Será que sabe onde se meteu? E o quanto ela pode exigir? Uma obra de arte da pintura.

- Sim, talvez queira se comparar com as estrelas das passarelas internacionais. As estrelas de brilho próprio e intenso e perene. Lembra uma oferta dos deuses.

- É possível é normal e sem engano. Oferta dos deuses da beleza.

- Sim, e o caminho vai ser muito reto suave sem terremotos ou maremotos.

- Se ela sonha com a paz na Terra, então ela alcançará o sucesso. Este tipo de pessoa nasce para brilhar até debaixo de chuva. Escolhida apontada por D. Já mencionei. Já havia dito e se for repetir...

- Sim, ainda com muita sorte sorteada e premiada.

- Me refiro ao livro ao personagem do romance, “Ana Paula na paisagem”.

- Sim, uma mulher toda toda para os olhos e olhares. Toda feita ao amanhã.

- Pare que eu quero descer!

- Sim, esta novidade é para raros sortudos e sortudas.

- D está sentado sobre uma nuvem de vapor ou algodão.

- Sim, e olhando aqui pra baixo.

A próxima partida interessada na proposta em questão e milionária e fácil, foi surgiu a escolhida beldade do Norte. Que sua vida saiu de um lago cor turquesa mais que azul. Óbvio, saiu de um remanso de rio, dos tantos rios um rio Cascavelzinho ou rio Pinhão ou rio dos Patos ou rio das Antas. Revestida jovem de escamas rebrilhantes irisadas como peixes recém-saídos da toca dentre os aguapés e ou pássaros beija-flores guinumbis beija-flor-grande-do-mato. Os cabelos soltos as madeixas leves anéis caracóis e se espalham pelos ombros. Um sorriso identidade confiante de marfim polido dentes alvos ebóreos cor alva ebúrneos. Estonteante espontânea instinto divinatório. Feliz porque ama e feliz porque é amada. Beleza de amostra exemplar.

- Ela veio de sério para prestigiar o nosso pedido o nosso concurso e evento.

- Sim, e se tornou a bela mais em conta. A bela bela.

- E se tornou uma luz uma chama azul, porque azul.

- Sim, um passarinho azul e muito azul beija-flor-de-bochecha-azul.

- Muito enfeitada sutilezas de pedras preciosas esmeraldas.

- Sim, se comparando com as folhas verdes das tenras plantas guararibas.

- Será, presumo e assumo, que vem vindo da tribo dos carajá ou javaé ou xambioá (família linguística do tronco macro-jê - fonte d.h.).

- Sim, vem de etnias valentes e ferozes e tradicionais e mágicas e primitivas.

- Ajustadas ao ambiente florestal. Feita de raios de sol em asas de besouros.

- Sim, vivaz e risonha como um bando de borboletas panapaná.

- Fortaleza forte soberba majestosa. Profunda e segura tranquilidade.

- Sim, promovida à semideusa fera felina. Pede e deve conselhos ao coração.

- Então tem tudo para virar lenda e viral viralizar. E daqui a pouco, agora.

- Sim, e muito vista nas redes sociais famosa legendada curtida seguida.

- É ou nem é? Uma asa fama, azáfama, saíra-de-chapéu-preto.

- Sim, e agora oficial. Que a verdade nem espera pra amanhã de manhã.

- Descrição écfrase minuciosa.

- Sim, todo dia é real de verdade e verossímil.

Depois de um gole de café e um doce ou salgado, os donos presentes puderam apreciar a subida ao estrelato ao palco do teatro da mais mais emblemática modelo vinda diretamente do Tocantins-to. Nem era um avião nem uma catedral uma hidroelétrica um transatlântico um prédio de 18 andares: era uma beldade de fechar o comércio e a avenida principal da metrópole. Vestida de sandálias de pescador e uma túnica marrom plebeia caindo dos ombros até os pés. Um olhar senhorial e ao mesmo tempo cheio de graça e modos finos. Apressada em ser feliz. Incauta e cheia de cautelas. Satisfeita consigo mesma muito e à vontade e sem receio do cenário. Capitã do exército nacional, ou assim para isso foi forjada educada treinada.

- Dito o ditado: “Mudai de mentalidade e acreditai na boa nova!”.

- Sim, os lábios o sorriso distribuídos. Senhorita senhora sonhadora entre aos sonhos leves e calma e bela como um sonho dourado. Paz nos sonhos oníricos.

- Nem imagino nem sei se se trata de um amor à primeira vista.

- Sim, que mostra demonstra impacto impactante.

- Me diga se nem é majestosa solene augusta magnífica? Me belisca!

- Sim, aproximadamente apropinquadamente.

- Já sei, já sei os presentes prêmios que merece receber no aniversário.

- Sim, joias viagens e dinheiros internacionais.

- Como é lindo este olhar compenetrado e ao mesmo tempo aéreo etéreo distante. E morro e vivo pelo seu sorriso de dentes aperolados.

- Sim, e em 16 segundos seduz meio mundo e todos os demais.

- Olha agora! Ela me olha de modo significativo. O que ela quer dizer?

- Sim, parece convite ou pedido; parece apaixonada ou caçadora predadora.

- Por que razão ilusória D faz tamanha beldade sedutora.

- Sim, pois os deuses conspiram e consentem e nem se opõem. O melhor deles, um deus-sol dourado de ouro maciço quilates flavo fulvo louro juba amarela.

- Mais outras coisas. Me parece agradecida e calma serena confiante.

- Sim, conversa ri canta e assobia com primor.

- Tem um futuro vitorioso e importante.

- Sim, seu sonho é fundar uma escola de samba e desfilar no carnaval de Prudentópolis e Inácio Martins e Campina do Simão e Nova Araçá...

- Sensacional! Belos olhos e gestos asados boca em arco ginga de dançarina.

- Sim, as tais e quais prendas.

- No tempo de JC nem havia nem existiam youtube e streamings e online e lives e podcasts e chats e links e sininhos de notificações.

- Sim, mas Paulos e Marias já rogavam apelavam pela intercessão do DES.

Rondônia é um Estado quase despovoado e em meio à selva amazônica e de grandes e gigantescos rios com fauna e flora abundantes. Da cidade de Colorado do Oeste vem a próxima beldade que tentará casamento com o rico negociante seu Antão, homem casado com a autêntica Leda. A rondoniana aparece vestida com etiquetas e modas sociais padrão sapato salto plataforma vestido comprido verde de uma única peça aberto na parte do lado da coxa direita. E colar de esmeraldas originais da região próxima ao rio Mamoré. O broche em forma de mariposa crivado dos rubis. Na testa levantada edificada já enfeitando uma linda e riquíssima tiara de diamantes. Os brincos com oito ametistas pendentes de cada lóbulo. Esta rondonense tem semblante calmo sereno sério meigo. O corpo em ondas perigosas e brilhantes como as ondas que lambem as praias dos rios do Estado. Agora mesmo um cabelo organizado alçado irritado rebelde bonito diferente interessante cinematográfico.

- Ela tem uma larga amplidão amplitude de horizonte e uma magnífica visão do universo. Me parece uma cosmonauta dizendo: “A Terra é azul!”

- Sim, é o sol é o sol do meio-dia. É um voo de maitaca-de-barriga-azulada.

- Identificada no país das chuvas torrenciais, chuva chuvarada todos os dias.

- Sim, feita na terra das guerreiras amazonas e visinha de Cerejeiras, Pimenteiras do Oeste, Cabixi, Corumbiara. Aves do banhado e sanã-ocelada, marreca-caneleira, tuiuiú, irerê, patativa-boiadeira, socoí-ziguezague, mauari.

- Acima de tudo é modesta como uma divindade iara dos rios e florestas.

- Sim, e uma santa já canonizada.

- Uma sabiá que pula de árvore em árvore. Uma ave bonita e cantora igual que flor da beira do caminho e goiabeira-serrana.

- Sim, entre os galhos folhas e frutos da jabuticabeira.

- Em todo o pomar em toda a horta em todo o jardim.

- Sim, desde a tenra manhã até o declinar da tarde.

- Comparável se comparando ou lembrando a deusa do orixá e que vem do mar.

- Sim, esta NS de Iemanjá. E seu trono seu poder sólio nas águas que beijam a praia de Co-pa-ca-ba-na.

- Bonita e pepita, lar e mar, ardente e contente, importante e viajante.

- Sim, uma beleza uma bela uma amiga de ombro a ombro.

- Beleza única de várias explicações e teorias.

- Sim, com diferentes pontos de vista apaixonados.

O concurso o desfile a apresentação passava diante dos donos do pedaço. Eles dois sozinhos cuidando do desenrolar do acontecimento. Comendo pasteizinhos de queijo com suco de pequi. Mastigando um cubo de queijo junto com um de goiabada. Repartindo uma banana uma maçã um caju uma fatia de melancia.

A moça que entrou acaba de entrar pelo interior do palco e caminha em passarela preparada passos amatórios eróticos, vinha vem da terra do queijo de Minas. Depois ela surpreende parece mina de ouro das Gerais. Ainda sorri como quê. Estudante de faculdade de medicina e já no segundo ano. Um avião (pouco ou nada mais pesada que o ar, nada nada), e ainda quase sobrevoa o tapete estendido ali preparado vermelho. Olhos convidativos e encorajadores. Encoraja os olhos que a admiram. Superficial leve elegante falsa endêmica rara alta. Sem dúvidas respeitosa combinada distante. Vestida de uma longa e larga somente uma peça de ótima seda azul com riscas verdes verticais.

- Suspirar e desmaiar e enumerar, purpurinos e divinos e destinos, divindade e deidade e liberdade, maga e afaga e vaga, imaculada e amada e encantada.

- Sim, travessos olhos oblíquos. Todos olhos conquistadores.

- Seus olhos seus dentes conquistam oito ou nove países e 10 e 12 governadores.

- Sim, lindos olhos de mistérios sorrisos misteriosos.

- Tem mesmo uma alma útil sutil de abelha irapuã.

- Sim, alheia ao mundo de fora de longe de quem.

- Como linda linda e lhe pousa no ombro o bem-te-vi-de-três-riscas.

- Sim, beijando o lóbulo da orelha como o beija-flor-de-banda-branca.

- Um dia eu fui e voltei para ver e ver-te, bela beldade. Meu nosso prêmio.

- Sim, reconhecendo de onde vem a luz onde é a fonte da luz.

- Eu já sabia e eu sei!

- Sim, a pândega a folia o divertimento a frevioca o fervo.

Uma dádiva uma maranhense que tem de bonita o que a beleza tem em tudo. Bela e bonita quando quanto mais sensacional é. Evidente que é mais linda e bonita que tantas beldades são. Mais bonita imensamente que todas as ma-ra-vi-lho-sas mulheres todas juntas. Seu corpo ali na frente aqui presente seu rosto seu desenho seu logotipo foi criado em amor justiça religião filosofia saudade amavio feitiço. Cabelo vasto largo atado em coque com um tufo se sobressaindo. Seleção de flores. Cestas de quitutes. Uma ave contente vivendo a manhã asa-branca.

- Sê valente, diria pra ela, e força ânimo virtude verdade!

- Sim, que seja infinita no caminho infinito.

- Se se divulgar o encanto dos olhos assim dela, olha!, ninguém ficaria pedra sobre pedra. Que é feliz como o arco-íris na cascata da Usina!

- Sim, e um risco que se corre quem ama e idolatra e venera.

- Fagueira e prazenteira e fogueira, canta e encanta e mantra, grata e nata e prata, beijada e imitada e desposada, produz e conduz e reluz, perdiz giz matriz.

- Sim, uma aventura de céu todo azul. Sorte de uma flor do bacupari-do-campo. Passarinho que raiou a manhã. Avezinha que interpreta os primeiros raios solares.

- Nem sei qual o seu melhor sonho, gostaria.

- Sim, morigerada dos bons costumes hábitos e manias.

Sendo que a escolha da moça a segunda esposa é uma mudança. É a passagem de um para outro lugar. É a busca de outro tempo embora o tempo seja contínuo. É o poder de compra de troca de venda de escambo. A oferta e a procura. A fome e a vontade de comer (respeitando a Bíblia). A refeição alboroque para fechar o acordado.

As leis regulamentos regras e os contratos. A verdade concreta visível real material. Obumbrar escurecer sombrear. O fraco o covarde o imbele. Acumulação montão multidão combro. O marau o espertalhão o fanfarrão. A pindobeira o tucumãi ou iú. Esplendidas harmonias contemplativas. A alma faísca centelha abraçada ao corpo a matéria a carapaça.

D está dizendo falando hablando em todas as línguas. Porque Ele sabe o que faz. Ele é o artífice o artesão o apontador. D disse.

Antão e Leda e Ana adoram o prestígio. O que vão ter de hoje em diante é bom será ótimo. O que vão cantar é bom será espetacular. O que vão contar aos descendentes é bom será intangível. O que é intangível nos rios de hoje?

E para onde vão é será ainda melhor. Podem escolher do bom e do melhor. Sabem o que é bom o que é ótimo e o que é excelente. Adivinham o que será. Escolheram apa de Upaon-Açu-Miritiba Alto Preguiça (Golfão Maranhense, baía de São Marcos e baía de São José). Namoraram e acham que lhes cairá bem e bom os Lençóis Maranhenses, Barreirinhas. Quanto prazer eu vejo nisso!

- Parecem lençóis estendidos diante do sol do céu na cama.

- Sim, dunas divididas em lagoas cheias de água da chuva. Evaporando.

- Sim, a alegria de ver um areal areão bonito e amar tanta ma-ra-vi-lha.

Se adulam ele e elas premiados agraciados com a sorte lotérica. Elas a ele o chamam de bento Antão. Ele a elas as chama de estrela Leda e lua Ana. Exaltar as santinhas e glorificar o divino. A soalheira selva a relva mar o céu páramo o universo.

- Agora que somos três e um mais duas.

- Sim, o triângulo perfeito equilátero.

- Sim, os lados as faces são iguais e equiparados equilibrados equilibristas.

As três figuras andavam na areia fofa do pensamento. O que era já um sonho e uma fantasia e uma ilusão. Os três de mãos dadas e se beijando. Até ali vai e termina a terra e vem o mar e continua o céu zimbório a jornada celeste firmamento.

- Aqui está o nosso mar de água da chuva e propício para nadar olhar pescar usufruir deitar ao sol bronzear. Vamos cair rolando montanha de areia abaixo.

- Sim, vamos conhecer os feitiços e pajelanças.

- Sim, pegar ondas e escalar o céu de rara beleza parecida.

- Se escuta se ouve acusma as aves as plantas o vento as pedras roladas.

- Sim, a banda de cantores músicos intérpretes.

- Sim, novidades palavras instrumentos convites festividades.

- As árvores que aqui o vento quente balançam e guariúbas, mãos-de-gato, mungubeiras, gervões-do-alagadiço, guaibipocaíbas, faveiros.

- Sim, “as aves que aqui gorjeiam” e tapirangas, curicas, macucos, marias-rapé.

- Sim, vendo e compro os peixes nadando cardume e acaraparaguás, tambiús.

- Vamos adorar aqui o mar de areia o oceano de vento e lençóis cultuar.

- Sim, prestar atenção e reverenciar.

- Sim, diante de soberana invenção majestosa criação.

- Parabéns, que aqui estamos e aqui chegamos. De alguma maneira.

- Sim, vamos ver o tempo vazar da peneira da ampulheta das horas de areia.

- Sim, e o sol o céu por testemunhas. Misturas de D.

- Todas as reflexões do verão. O céu noturno.

- Sim, luzes cambiantes de brilhos sedutores.

- Sim, caminhar e eu caminho descalça porque existo na terra na areia macia. Tão bom, tão bom que vim viemos de longe pra sentir isso.

- Ao redor. Os movimentos das coisas que existem. O movimento sossegado.

- Sim, a paz é de céu celeste azul.

- Sim, o trabalho é arte.

- Os ventos soltos quentes do deserto de areia.

- Sim, são fáceis são patrimônios da humanidade são bons boníssimos.

- Sim, são milhões e são bilhões...

- Dizem aí que os ventos já e já trazem o tempo o tempo.

- Sim, o espaço de sonhos vozes figuras linguagens.

- Sim, o móvel tempo que passa sem tempo passatempo.

- Somos três templos acontecimentos novos e contando.

- Sim, um trio de sentimentos.

- Sim, uma terça parte da essência. Uma terceira parte da excelência.

- Agora mesmo tenho essa ideia e semelhante a um segredo. Querem antever?

- Sim, um fundo profundo arcano.

- Sim, semelhante o resoar resonar do mistério nas ondas do mar no vazio de uma concha de uma casa de caramujo.

- Estamos aqui juntos juntinhos e parecidos.

- Sim, e densamente povoados.

- Sim, e naturalmente presentes um nas outras.

Consagrados no deserto de areia e verão, onde por onde passa e cruza o Equador, foram buscar as águas enormes das cascatas o grande rio as águas grandes. E a catarata do Iguaçu e aproximando o mundo das águas em três territórios principais.

- Vamos buscar encontrar palavras para os elogios. E esse dom que o rio tem e carrega para encontrar tantas janelas toalhas nas janelas e cachoeiras.

- Sim, o rio que passa e nem mais está aqui por que passou.

- Sim, a imaginação chega ao mar e é pra sempre. Pra lá que nos destinamos.

- Será que estou vendo o rio que é totalmente água? O caminho que corre?

- Sim, pois o rio também é fantasioso criativo denso volumoso.

- Sim, o rio vive sendo pensativo imaginativo contemplativo positivo.

- Vira e mexe, já digo já disse que gosto das águas dos rios das chuvas.

- Sim, o resumo do mundo como o conhecemos desde a tenra infância.

- Sim, a amiga o amigo mais transparente do mundo. E tenra idade.

- Tudo isso é água grande são rios que se juntam chuva que vem e vai.

- Sim, a água que passa em o rio que fica. Estrada que fica. Destino que fica.

- Sim, o rio que sobe a montanha voador e desce no leito vazado até o mar. São longos cálculos matemáticos e que dão certo como 1 um e duas 2 são 3 e ainda 5 e 7 e 9. Mais de nove protagonistas numa família. Os consortes e a prole.

- Em todos os tempos. Em todos os pensamentos. Em todos os cantos.

- Sim, as individualidades em suma. De todos os santos santas.

- Sim, a mais notável aventura das aventuras venturosas.

- Continuo olhando estou olhando as grandes águas que nem se acabam.

- Sim, me lembro do grande rio e do rio grande.

- Sim, me recordo das águas sem termo sensacionais.

- Nosso corpo é feito de água e muita.

- Sim, nosso organismo bebe muita água.

- Sim, nosso sistema respira água e na boa.

            A cidade grande também é iluminada, de dia de noite, e rica e cheia multidão de felicidades. E os três ele e elas vão assim mesmo rua Afonso Brás, perto rente à praça Pereira Coutinho. Hoje ali estão e estarão alojados no hotel cinco estrelas Planetário Solar Resort. E mandam vir o almoço e o jantar o café da manhã no quarto. Servido pelos altivos servidores colaboradores empregados bem pagos. Custa caro tudo muito excelente e rico e oneroso e dispendioso. Os três consumidores têm o que procuram o que querem o que podem pagar, e do bem e do bom e do melhor. Está estão servidos?!

            - Amanhã podemos ir juntos e ver aquele negócio de empreendimentos na China. Parece que os chineses estão interessados nos altos investimentos.

            - Sim, um negócio da China e mais.

            - Sim, eu concordo. Os contratos devem ser milionários e lucrativos.

            - E aí está por que é difícil parar de crescer e enriquecer e se aquecendo no mercado. As ações rendem muito e exponencialmente.

            - Sim, exageros à parte e os milhões atraem bilhões.

            - Sim, e o jogo bem jogado são os lambaris pescados.

Quem pode deixar o santo sossego dos palácios e mansões e casarões, né?! As casas senhoriais com fachadas cimalhas soteias açoteias terraços varandas bem decorados. E suas salas cômodos câmaras antessalas cheias revestidas de ouro e pratarias e porcelanas e perfumes exóticos e caros, hein?! Sentir aspirar o aroma dos cabelos bem tratados. Um desfile nos trajes mais desejados mais sofisticados mais caros caríssimos sobre tapetes aveludados. E festas festonas festanças com bebidas e manjares iguarias. Quando quanto laudos jantares repetidos. Nem mesmo se pode perder os bailes de pompa e circunstância os lustres candelabros e com talheres à esquerda à direita e acima dos pratos. Os ilustres convidados famílias recebidos na portaria pelos anfitriões, as luzes dos abajures, a música ao vivo. Os garçãos as garçonetes, no figurino impecável alinhado, que vão e vêm carregando bandejas de prata passam e repassam com doces salgados tragos goles e licores pingas cachaças iscas vinhos espumantes.

- Vamos pegar o iate e convidar um amigo para almoçar aí numa praia enseada deserta semideserta. As águas de Paraty e ilha da Bexiga e ilha do Mantimento e praia do Jabaquara e praia do Pontal, nem necessariamente nesta ordem.

- Sim, guiar nosso barco nas águas verdes azuis e calmas e transparentes.

- Sim, praticar pesca submarina nadar com os tubarões buscar tesouros de piratas corsários fortunas arcas cofres de navios afundados submarinos torpedeados da segunda grande guerra mundial.

- Somente contesto ao meu contento.

- Sim, avidez cobiça por ouro auricídia sede de ouro. Esses tantos nobres empreendedores auríficos que produzem ouro argentários argentaristas milionários.

- Sim, os patrimônios as malas as maletas os baús juntos aos galeões naus caravelas naufragados de os descobridores aventureiros e esquecidos entre as ilhas e atóis e abrolhal abrolhos baixios recifes escolhos do litoral Atlântico Sul.

- Dos eleitos de D, outro porém, eu nem posso me queixar da glória.

- Sim, por ventura o céu é o limite dos que nasceram para subir e subir sempre.

- Sim, até alcançar alçar aos astros globos esferas mundos além estratosfera.

- D é meu único mestre e senhor. No início no meio e no final. Num giro organizado previsto preparado de 360 casas.

- Sim, eu adoro Ele. Até debaixo d’água. Desde o 1º dia.

- Sim, e Ele é tudo e todos. Seja onde for. Onipresente e onipotente.

- D é o mundo inteiro e contando. Brabo terrível ou passando pano.

- Sim, pois é o que entendemos e compreendemos. Do nosso ponto de vista.

- Sim, que somos os grãos de areia na praia Brava: o 1 mais 2 somam 3 três.

É mais fácil inventar e construir uma nave espacial e passar pagando pedágio pelo buraco da agulha, que chegar ao céu porta de São Pedro. Assim dizem todas as escrituras, deste modo afirmam todas as línguas, assim professam juram os mais sábios mestres profetas, assim rezam as lendas as tradições e as leis religiosas. Porém há os que tentam e os que são tentados. Uns vão de nautas ainda de astronautas outros de cosmonautas já os internautas.

- As duas melhores amigas. Dizer o que mais.

- Sim, a verdade nem é dívida nem é dúvida.

- Sim, a verdade verdadeira é recíproca.

Ter religião e nem ter fé. Nem ter religião mas acreditar que D existe. Morar num canto bom da avenida Nossa Senhora do Ó, prestigiado pela praça Del Rei.

As árvores as aves são simpáticas e manjeronas-do-campo, centáureas-do-brasil, lençóis-de-santa-bárbara ou catajés, lírios-da-serra, mamoeiros-bravos. As horas são oportunas e técnicas, experientes, práticas, serenas, comunistas. Os rios e os peixes são educadores do tempo e rio Tanque, ribeirão Arrudas, rio Pampam, ribeirão São João, rio do Cedro, rio Igaraçu, rio Caí que cai no rio Jacuí.

As plantas e as aves nem têm ciência de nada e de tudo. A ciência fez isso, a ciência faz isto, a ciência isto isso e aquilo. As aves voam as plantas vegetam e nascem crescem e dão frutos e cantam. Compete à ciência avaliar esmar meditar. Compete às criaturas delirar esmaniar desvairar.

- Conforto confortável é moral anímico espiritual cardíaco.

- Sim, é a bondade bondosa boníssima.

- Sim, é a aliança com os anéis nos respectivos dedos anelares.

Longe das universalidades e perto das particularidades, hecceidade ipseidade. Longe de ser mesmidade mesmice, ou seja, cerveja. Que esta foi fundo, hem?!

A pipira-de-papo-vermelho é acrobata do brejo charco curcurana manguezal. O sabiá-laranja é sábio. A sururina é desenxabida. O joão-de-barro é honrado. A patativa é zelosa do vale serrania campina. O anu-preto é viajante. A alma-de-gato é papuda. O bacurau é túrbido turvo sombrio obscuro. A coruja-buraqueira é hirta tesa retesada. A cambaxirra é irrequieta saltitante sensacional sem igual.

As flores pintam e os passarinhos bordam. As flores aromatizam e as aves chilreiam. As flores o riso e os pássaros o giro. As flores da alfazema-brava aventam ventilam sugerem e os alados altivolantes altívolos voam alto e a grande altura.

Chegam os que deitam e rolam e vertem lágrimas sobre a pedra o pedregulho, estes adoram e pedem curas e milagres; chegam os que ajoelham e tocam as paredes os alicerces pedras que testemunharam testemunhas, estes têm uma fé inabalável esperam e oram e pedem agradecem as graças alcançadas; se aproximam ainda os curiosos os turistas interessados por sítios arqueológicos religiosos espirituais os muros sagrados o templo da casa de pedras, estes tiram fotos autorretratos vídeos e perguntam em ótimas tantas dúvidas opiniões: “Será mesmo que são as ruínas da casa de Pedro? E dizem que JC esteve aqui e foi hospedado!”.