Devo dizer, em nome da nota verídica
verificável e sem controvérsias, que nem conheci pessoalmente o senhor Antão.
Mas mas ouvi falar e me inteirei aí nas entrelinhas. E muito li e me contaram
pelas calçadas da fama da fortuna da bolsa de valores B3. Pessoa pública
reconhecida e carismática, ele mesmo.
Um seu Antão muito muito rico milionário
bilionário trilionário (ao longo do tempo) um soberano um mandatário um
imperador assentado em ouro e possuidor de joias um semideus com poderes mágicos
sobre todos sobre a terra sobre o mar debaixo do céu e além horizonte da vista
a olho desarmado. Dizem notícias hodiernas atuais dos dias de hoje que tem um
prédio de 15 andares na rua Luís José Junqueira Freire (distrito de Passa Três
em Rio Claro), mas raramente vai aí. Prefere a mansão junto à praia Olho de Boi
em Armação de Búzios ou aquela de Parnaíba, bairro Ilha Grande de Santa Isabel
praia Pedra do Sal. Mencionando ainda em cima, com ótima opção e cuidar da
fazenda de tantos hectares localizada entre Travesseiro e Lajeado. Um charmoso
chalé em a rua do Cadete a cem metros da praça Brigadeiro Galvão.
Eu bem que gostaria de ser o próprio
empresário Antão Silogeu Bulcão Áurico Áureo da Silva e casado de primeiras
núpcias com dona Leda. Gostaria porque deve muito ser ótimo a riqueza e ser
milionário e manter capitalista. Gostaria de ter várias e imensas propriedades
e nem saber tomar conta delas. Nem saber tudo o que tenho. Como por exemplo, a
fábrica de sabão Fressura-Bofe e que emprega mais de 700 pessoas aí no bairro
Pelintra; a malharia Estólido-Alburno e que emprega entre lojas e fábrica mais
de dois mil (2.000) colaboradores em a vila Bilontra. Em conversas reservadas e
o que se divulga na impressa, é que o empreendedor pretende com alguns sócios
construir um mega projeto de shoppings e prédios de apartamentos e salas de
escritórios no bairro Laurindo José da Silva Rabelo, desta cidade de onde vos
escrevo. Também se conta que tem participação em outros tantos e quantos muitos
empreendimentos na urbe e ao redor do orbe. Talvez o mais arrojado tenha sido participação
de sócio no Bank-Auricolor, banco internacional de investimentos imobiliários
com sede matriz em Singapura (dos mais renomados paraísos fiscais).
Poderoso e esperto e bem apessoado seu
Antão, um dia aqui ou ali e sempre em trânsito voando no jatinho particular.
Uma semana em reuniões no DF e RJ e SP ou mesmo em cidades de menos habitantes
mas importantes dentro do mundo dos negócios assuntos preitos questões e São
José de Ribamar e Araioses e Bananal e Marques de Souza e Vila Flores...
Falando com empresários de diferentes nacionalidades na língua do entrevistado
falando vários idiomas fluentemente.
Sim, tem tempo para os filhos
filhotes filharada os 4 dois meninos e duas meninas. Começando com um menino,
Antão Preclaro; uma menina, Leda Ilustre; outro menino, Antão Insigne; e mais
uma menina, Leda Distinta. E nesta ordem de chegada ao mundo. Dois de cada
naipe dois casais de herdeiros. E todos estudando nos melhores colégios da
cidade capital paulista paulistana desvairada torcedores(as) são-paulinos. Logo
logo o mais velho irá para um colégio na Eu o velho continente uma cidade do
país de onde vieram seus tetravós paternos (desventurados imigrantes do final
do século XIX já fugidos da fome da peste e das nefandas infandas malvadas
ominosas nefastas funestas perversas guerras e revoluções).
- Eternidade da alma. Obviamente que
me candidato.
- Sim, imortal sempre viva essência
espírito consciência mente.
- Nem nada de felonia traição
deslealdade e os pecados.
- Sim, a imortalidade é som imagem
segunda pele de D.
Antão e sua esposa primeira esta Leda
Distilo Galhardete Fradalhão - nem vi avistei com estes olhos mas ouvi dizer -,
estão conversando nesse exato momento em casa no café da manhã no desjejum. E
olhando pra fora observando o movimento da arborizada alameda Antônio Joaquim
Franco de Sá. Durante um e outro pãozinho crocante margarina suco de laranja, o
vai e vem e rebola e aperta e quebra e rói e remói da mandíbula diante do
alimento:
- Esta noite eu acordei 2 vezes
plena madrugada... - entabulava conversa Antão.
- Sim, eu percebi na hora. Que se
passou? Fiquei de lhe perguntar. Que aconteceu?, meu caro!
- Pensei comigo e compartilho agora
com você, já que me pergunta: o que é o que é o solstício de verão? Fiquei
pensando... e perdi a conta.
- Sim, é complicado este fenômeno
estival. Quando de solteira eu morava em Piraí, rua Manuel Bastos Tigre... Peraí,
acho que já morávamos a família toda em Itaguaí, avenida Mário Cochrane de
Alencar...
Muitas coisas e sortes e negócios
devem ficar em segredos e nem convém confiar ao público em praça pública. Pois
nem demora 5 horas em pensar resolver e comandar ao menos 1 negócio a compra a
venda envolvendo muitos valores. No fim do ano no natal e no bom-princípio,
Antão distribui presentes nas comunidades menos favorecidas carentes de
oportunidades. Aí ele vai a uma ou duas ou três associações de bairro e deixa
brinquedos roupas livros colabora com instrumentos equipamentos e também com
dinheiro. E todos que recebem agradecem porque se sentem lembrados.
De fora e de perto, pousados nas
árvores nos arbustos, se ouviam vinham sons cantos pios sinfonia de pássaros
cantores e trinca-ferro, tio tio ti-oooo!... ti-ti-tiiiii!... Na mesma
frequência ou canal ou transmissão vinha o bicudo, bi-bi-bi!... bi-bi-bi!...
bi-bi-tiiiii!... Nem deixava por menos o valoroso e sensacional e conhecido
conhecidíssimo uirapuru-verdadeiro, pri-ri-riuuu! piiiii-uuuu!...
- Arrulha a pomba-pedrês.
- Sim, o gato coaxa.
- Palra o papagaio-de-cara-roxa.
- Sim, o touro grunhe.
- Pipila a saíra-sapucaia.
- Sim, o lobo-guará pissita.
O lugar das aves de ouro douradas. Os
peixes de ouro. Os animais quadrúpedes de ouro feitos de sol e mesmo infensos
hostis oponentes rivais, mesmo superiores supremos supernos soberanos, mesmo
tocadores de instrumentos de corda viola bandolim harmonicorde berimbau, mesmo
os cantores declamadores líricos redondilhas odes elegias dísticos. As árvores
de ouro dando pomos de ouro e dinheiro em folhas esverdeadas verdinhas glaucas
em espécie e inconversível trocado miúdo vivo.
Ele o colorado Antão, descendente da
linhagem a estirpe dos famosos da genealogia em linha reta parente e por parte
de pai pertencem da família do bandeirante sertanista aventureiro Antônio
Raposo Tavares. E ela a Leda, muito legal bons sim os seus traços estéticos, descendente
do personagem místico glória excelsa o Brás Cubas (este mesmo inclusive o
fidalgo português que fundou a cidade de Santos, litoral de SP).
- Que nosso amor é evidente. Nosso
amor é evidente?
- Sim, creio que nosso amor é
onipresente.
- Que nosso amor é jovial?
- Sim, juro que é jovial. E
jovializa a jovialidade.
O repasto bem servido na mesa
redonda da cozinha. Pão do dia ali entregue pelo padeiro, mel de abelha
comprada na feira de um agricultor conhecido e familiar, leite e café, uma
fruta preferida e que muda troca de dia para dia de semana pra semana comprada
na feira livre da rua Antônio Francisco Dutra e Melo. Assim mesmo e a gosto,
todos os dias ímpares menos domingos e feriados santos e ou nacionais.
- Que nosso amor é retificado retificador
retifico?
- Sim, que nosso amor é ratificado
ratificador.
- Que nosso amor é assumir e mostrar?
- Sim, que nosso romance é presumir
supor.
- Que nosso amor é entretimento?
- Sim, que nosso amor é divertimento.
- Que nosso amor é entretecer entrelaçar?
- Sim, que nosso amor é entecer
entremear.
- Que nosso amor sai ao encontro de?
- Sim, que nosso caso sério de
encontro a.
Ali mesmo no café matinal decidiram
sem muita dúvida que na noite iriam jantar fora e longe. O tempo tinha. Tinham
tempo. E somente eles dois o casal.
- Vamos jantar fora, por que nem?
- Sim, nem pode haver porém ou mais
ou menos. É mais prático.
- O poeta canta lírico hino ode.
- Sim, compõe poemas religiosos
filosóficos populares sociais.
- Como fazem os flamingos migratórios.
- Sim, igual que as jubartes que vêm
amamentar no litoral de SC.
E chegada a noite tardezinha, sem
dúvidas, pegaram foram ao aeroporto embarcar no jatinho campo de Marte (bairro
de Santana). Chegaram de carro no hangar e o avião já estava a postos e
expectativa. Um voo simples e sincero até o meio do mar caribenho. Escolheram
pelo nome mais atraente e mandaram pousar na ilha de antigos piratas corsários.
Conheciam ali um hotel 5 estrelas Hotel Coruchéu e cujo restaurante era de um
amigo mineiro natural de Campanário. Este oferecia um ótimo rodízio de carnes
churrasco à gaúcha e gado galeto peixe suíno toicinho linguiça com cebola.
- Tudo passa tudo vai e vem tudo
vira-casaca excerto trecho sopa de letrinhas.
- Sim, fantasma lêmure assombração
espectro coruscação.
Do aeroporto na ilha ínsula até o
hotel trafegaram numa nave glabra de propulsão helicóptero. Do heliporto
seguiram de mãos dadas até a recepção do hotel, passeando entre jardins e
plantas ornamentais medicinais e jacaratiás e canelas-sassafrases e mavevés e araçás-de-coroa
e jovevas. A inscrição super-rápida o convite do chefe-mestre-cuca uma paradinha
uma volta pelo quarto para um banho de imersão com bebida beber um vinho
espumante mil estrelas. Em seguida logo na sequência o famoso jantar com vista
panorâmica para a praia ‘mas hermosa del mondo’.
- Podemos ir ao cassino e gastar uns
caraminguás, que opinas?
- Sim, as apostas nas máquinas
luminosas cantantes vibrantes lunáticas.
- Podemos poderemos poderíamos ir à
avenida Antônio Gonçalves Teixeira e Sousa e rever as joalherias umas joias que
gostarias um colar uma gargantilha uns brincos que te agradem. Tou a fim de um
relógio... aquele mesmo que te falei...
- Sim, pois as pedras preciosas
atraem sorte e prosperidade e saúde.
- Devemos aproveitar um leilão de
artes. Quem sabe nem demos com uma sorte e compramos um quadro renascentista ou
expressionista ou cubista, né?!
- Sim, de repente uma obra-prima um
original.
- Podemos escolher entre ouvir um
concerto e assistir a uma corrida de carros. Um espetáculo de circo ou um baile
com músicos música ao vivo.
- Sim, um show ou teatro ou desfile
de modas.
- Frequentamos frequentaríamos um
centro budista com ioga e meditação.
- Sim, entrevistaremos a família
real tailandesa.
- Compareceremos comparecer à igreja
das relíquias de NS do Bom Sucesso.
- Sim, um chão sagrado milagroso
abençoado procurado por devotos pela aparição da Santa Virgem Maria à serva de
D madre Mariana.
- O tempo e o espaço infinitos. O pó
brilhante das estrelas. Examinar estrelas eternas viajantes cadentes.
- Sim, oração meditação sacrifício
adoração.
Muito falado muito pensado e pouco
dito: nem existe a morte. Todos sabem que a morte só é um pensamento fraco
débil frouxo. Ninguém tem dúvida que a morte é um cansaço um enjoo uma ressaca
que se cumpre e logo passa. Toma um remédio pra dor de cabeça e logo alivia.
Cai a casca e a alma o espírito reaparece em plena consciência em outro lugar.
Reacende anima em outra pele em outra carcaça carapaça em outra forma ou fôrma.
Sai daqui e acende ali em uma sarigueia uma jurubeba-de-espinho um
acará-papagaio um acará-disco-comum um papa-terra.
- Se JC ressuscitou Lázaro, por que
Lázaro tinha de morrer e morreu?
- Sim, se nem houvesse morte a morte
nem haveria a mesma salvação.
- Se nem tivéssemos que morrer hoje
ou amanhã...
- Sim, nem precisávamos precisamos nascer
hoje ou ontem...
O superdiferente Antão e sua atual
superdedicada Leda, ainda também gostam de frequentar pagodes chineses templos
budistas e pagar promessas com velinhas de incenso. Vão aos templos e procuram
na cidade o melhor centro de descarrego para mesmo aí fazer as orações os
pedidos e depositar as oferendas os presentes ofertas favores aos monges e
monjas. E o ídolo e os religiosos em nome de o Buda aceitam dinheiro em espécie
no cartão no pix pagamento por aproximação.
- O senhor Buda budista sempre em
budismo júbilo regozijo alegria exultação.
- Sim, o senhor Buda em alto astral
o bem a harmonia a beleza a luz a sorte.
Nesses templos nesses pagodes nesses
lugares sagrados consagrados, sempre existem construções e estátuas monumentais
do Buda Gautama. Em volta de um parque de um amplo jardim bem cuidado com
flores e plantas frutíferas frondosas virentes verdejantes vigorosas viçosas
viridentes florescentes. As árvores que verdejam que atraem muita vida selvagem
silvestre muitos insetos muitos pássaros e pitiguaris, curutiés, pia-cobras,
araçaris-bananas, bem-te-vis-arapongas, japiins... Sempre se ouvem os chilreios
e uí-pi, siiii-têeee! siiii-têeee!... caboclinho, bizeeeeiiiii!...
bizeeeeiiiii!... sabiá-do-campo, bri-bi-téeee! bri-bi-téeee!...
- A religião prega o respeito aos
mananciais às pedras às plantas aos mascotes...
- Sim, cada árvore com seu espaço já
definido no meio do mato e na praça.
- Quem nem conhece o respeito o
ritual o tipo de oferenda que chame um xamã.
- Sim, vai logo saber com certeza
como se deve respeitar e acatar a criação.
- Há árvores vegetais plantas
ornamentais mais sagradas que outras.
- Sim, o iluminado se abrigou na
sombra copada frondosa da figueira-brava.
- Era gordo ou magro, gordo e magro?
- Sim, filé de borboleta.
Os passos simples dos que encontram
a si mesmos e se reconhecem. Será isso dom ou receio? Se olham e se veem no
espelho. O dia a dia da formiga da aranha tecendo sua teia da tartaruga que
procura por sua praia preferida da ave que retorna sempre ao mesmo ninho que
construiu no verão passado. E isso é bom e é ruim. E isso é a lei do mais
forte. E isso é o paraíso. E isso é o sair da toca. E isso é o emergir surdir.
O batismo por infusão e o batismo por imersão.
- Meu desempenho de hoje agora está
bom ou nem tanto?
- Sim, nem posso reclamar nem me
queixar. Gozo muito.
- Mas você acha que eu posso fazer
melhor, podia melhorar? Melhorarei.
- Sim, eu sinto que está bem e está
perfeito. Estou contigo e nem abro.
- Eu sinto que devia isso por você e
por mim, sabe. Quero queria estar sempre no meu melhor no auge esbanjando
potência. Que compareço e comparece.
- Sim, você deve pensar ponto a
ponto. Põe o arado na frente dos bois.
- Devo exercitar aquecer saltar
pular correr rolar redouçar retoiçar.
- Sim, um recordista campeão dos cem
metros. Rejuvenescido.
- Isso tudo muito me preocupa. Convenço?
- Sim, o jogo é jogado e o lambari é
pescado. Sinceramente.
No fim das contas a ideia partiu da
própria esposa e primeira-ministra a mulher. Antão e Leda primeira-dama
conversavam sobre a lei da constância... e ela saiu com umas ideias. No mínimo
machistas. No que ele foi e contextualizou, mesmo para nem deixar suspeitas de
dúvidas:
- Você tem certeza, meu bem?! Nem se
mexe em time que está empatando!
- Sim, é isso que eu penso e repito:
você meu marido quer uma segunda esposa ou uma segunda mulher oficial oficialmente?
Isso te excita? Isso te atrai?
- Repete, por favor! Será que eu
ouvi bem o que acabei de ouvir? Me soa assim... como uma provocação. E me
excita. E me atrai, óbvio.
- Sim, é esta a minha ideia. Você
deve procurar outra mulher, uma segunda esposa. E que conviva conosco aqui na
nossa vidinha de sempre do dia a dia, assim.
- Hum!...
- Sim, eu autorizo e assino embaixo.
Faço questão e favoreço e aprovo.
- De onde você tirou essa ideia tão
desprovida de orgulho, meu bem?!
- Sim, acho justo que meu marido
tenha sua libido sempre em alta. E esta é a melhor solução. Eu estou sempre do
teu lado, já sabe. Nem estorva nem peja.
- Agora que você mencionou... Agora
que você me fez ver... me fez confiar...
- Sim, somos livres e acima de nós
somente D. A vida está aí e devemos vivê-la a plenos pulmões, vamos dizer
assim.
- Alguém para brincar com nosotros,
hum!... Nossa segunda esposa.
- Sim, alguém que nos complementa e
nos completa.
O estudioso Antão ficou no meio do
pensamento e com a mão segurando o queixo. Olhava pra fora pela janela aberta,
a arborizada praça Alberto Faria, mas seu pensamento estava no interior de si
mesmo. Os olhos nem se movimentavam, porém os neurônios verdadeiramente e
muito. Leda esperava pelo resultado da introspecção do marido amado. E ele,
oi!, de repente:
- Podemos fazer isso juntos, que
acha? Você é parte participante e interessada e fundamental nessa escolha. Eu
acho justo a tua ajuda e a tua atuação no caso.
- Sim, e até mesmo assim mesmo dou
um conselho. Ela, a escolhida, pode ser bem jovem. Pode ser mais baixa ou mais
alta, dependendo. Virá pra somar.
- E onde conseguirei conseguiremos conseguiríamos?
- Sim, uns contatos. Buscaríamos em
algum lugar. Em todo lugar as há.
- E é mesmo, é. Onde come dois um
par come três um trio! Um casal de 3.
- Sim, promoveremos um concurso.
Buscaremos uma agência que possa nos auxiliar. Anunciaremos pela mídia em
geral. Ainda assim no dia de amanhã.
- É uma ideia sensata da tua parte,
como sempre, querida.
- Sim, sem dúvidas. E vai ser bom
pra nós três, eu garanto. Nos amamos.
A folga a diversão o repouso o
descanso o parque Luís Carlos Martins Pena e bancos de plantas canteiros arbustos
área verde orquídeas chuvas-de-ouro, alfavaca-de-cobra, bacurizeiro,
avaremotemos, arnica-do-campo, viravós.
- No tempo de JC havia casamento por
interesse das famílias envolvidas.
- Sim, hoje sem tempo para JC há
casamento por interesse dos participantes.
Decidiram fazer um concurso de
beleza de âmbito nacional. Decidiram fazer o evento e assim escolher a segunda
esposa consorte cônjuge pela beleza. Atrair concorrentes modelos e inicialmente
pela beleza estética. Um show de amostra. Um desfile exibição de belezas
beldades moças jovens estrelas em ascensão melhor da raça.
Macias pacíficas sublimes perfumadas
as estrelas. Um coração bom fácil leve e pendurado do lado de dentro do peito.
Filhas esplendidas dos nacrerré ou crenaque ali mesmo da beira do rio Barra
Mansa. Originais naturais de Ilha Grande, Morros, Pouso Novo, Axixá, Luis
Correia, Progresso... E coa faca e o queijo nas mãos (sendo a ectlipse elisão
exclusão retirada do m final, ex: co’a no lugar ‘com a’. fonte: d.h.). Que o
que D favoreceu também é requisito formação vantagem, e se põe na mesa.
- Sabe, bem! Eu agora penso assim:
será que nossa alma tem eternidade igual como dizem? Uma coisa é a fé das
pessoas, outra a realidade virtual de D. Será?
- Sim, penso logo existo que sim!
Parafraseando.
- Eu penso difícil, hein?!
- Sim, você precisa de reflexão. E sossegamos
sosseguemos.
- Ora!... Você enfatiza a calma sossegar
e o sossego...
- Sim, vamos ser otimistas e
precavidos e aguardar. Me lembro da minha infância. Eu tinha oito dez quinze
bonecas e nenhum aviãozinho carrinho trenzinho barquinho para dirigir. Isto
tudo isso muito me afetou. Digo, hoje, na minha autoestima.
- Ou seja, meu tudo! Confirme. Devo
ser devemos ser bom ou ruim, bondoso ou maldoso, ousado ou moderado,
inteligente ou domesticado, filósofo ou atleta?
- Sim, deve ser de paz e amor.
Recordar das canções que dançava nos bailes.
- Porque é assim: tenho dificuldades
em ver a alma como ela é. Tenho dificuldades em ter a alma como ela é.
- Sim, vou te ajudar. A alma é
delicada no sentido de inocente pura suave perfumada. E mesmo airosa e de boa
aparência bom ar boa qualidade. A alma tem pendor, capacidade natural
inclinação para o bem o justo o honesto o correto o direito.
- Ou seja, a alma é tudo e mais um
pouco. A alma é sempre.
- Sim, uma alma é franca e leal. A
alma é o centro do universo. A alma é fogo santo. A alma arde na pira.
- E isso é o melhor de D. E assim
estaremos sãos e salvos.
- Sim, e isso é a família de D. A alma
aparece na luz das estrelas dos astros e é muita ascensão ressurreição
inspiração respiração.
- Você está sendo muito sábia, nesta
hora.
- Sim, se você já me reconhece
reconhecer conhecer.
- Um dia um instrumentista de renome
nacional e internacional, interpretou: “Minha música é de primeira necessidade”.
- Sim, e o espectador plateia
ouvinte disse: “Sua arenga é um bla-bla-blá!...”
No dia combinado pelo programa
começaram a aparecer as belezas. Todas alojadas no grande hotel Farol, um cinco
estrela da orla da praia de Co-pa-ca-ba-na. Apareceram 27 candidatas, uma de
cada Estado e mais o distrito federal. E houve o desfile comandado por um
programador diante dos interessados, o pai Antão e a mãe Leda. Sentados lado a
lado e olhos atentos, narizes empinados, caderninhos em mãos.
- Eu vejo estrelas do Cruzeiro do
Sul.
- Sim, cada tal e qual com cinco
pontas e resplandecentes.
O desfile começou no dia hora e
local assinalados. Tudo planejado para que desse certo e ia dar certo
certíssimo, efetivamente. Diversas horas de desfile, trajes os mais variados e
as cores das roupas combinando com os olhos os cabelos das atrizes. Teriam as
candidatas oportunidade de falar discursar cantar dançar jogar brigar gritar.
- Estou muito interessado e
estonteado.
- Sim, um acontecimento inusitado e
exclusivo.
- Nem me importam as cores.
- Sim, e os pesos e medidas.
Estupendas refulgentes puríssimas
aperoladas enxutas inocentes honestas aparecidas as estrelas. Iniciaram suas
carreiras muito bebês em cidades municípios como Buriti dos Lopes, Raposa,
Belágua, Casca, Paço do Lumiar, Caldas, Paraí.
Suave e nave, vagalume e perfume,
natureza e realeza, melodia e harmonia. Claridade refulgente, ilustre
triunfante, primores resplendores, celeste perfeição.
Delicadas vaporosas flutuantes
primorosas iluminadas as ilhas. A beleza o prazer o júbilo a transparência a
luz a limpeza os diamantes. Ciciar de pássaros, murmurar dos riachos, tumultuar
dos bichos, sussurrar das plantas a floresta. Briguentas dançarinas guerreiras
belicosas pugilistas as aves. Sincero lhano amável afável franco o rio.
E começando com a beleza nativa do
Sergipe. Ela imitava aí mesmo o voo da ave colibri-rubi. Voando de árvore em
árvore pulando de galho em galho pousando nos ramos tentando as flores. E tem
uma cor de pétala rosa plena na pele nas faces do rosto cor de rosa rosado
rosadas ameaçadas de maçã. No traje de gala, vestido longo sapatos de saltos agulhas
altos e toda de vermelho-brasa.
Comentando o dono e a dona da festa e do
evento, entre eles. Bebericando um espumante original em taças longas de
cristal trabalhado com desenhos arábicos. As mãos os dedos carregados dos anéis
de diamantes e alianças de ouro, dizendo:
- Sergipe deve ter umas cinco ou seis
capitais, hein?! Que sei eu!
- Sim, você tem toda a razão deste
mundo. Há uma capital no litoral outra no sertão outra na zona da mata outra
ainda no agreste mais uma na caatinga e sem deixar de mencionar a da franja da
floresta amazônica.
- Eu lembro assim de supetão e de
primeira uma Lima Duarte, distrito de Conceição do Ibitipoca. E até deveria
citar mais umas ou outras. Cheio de capitais.
- Sim, capitais estaduais do açúcar do
aço do abacaxi do cangaço do maracatu.
- E cidades tumultuosas e multimilionárias
e Guarapuava, Candói, Goioxim.
- Sim, temos ainda mais várias tementes
a D ou que lhe rendem homenagem nos dias santos. E municípios de todos os
tamanhos, por exemplo, Nossa Senhora Aparecida e NS do Socorro e NS de Lourdes
e NS da Glória e NS das Dores.
- Nem foi aí nessa região que caiu um
meteorito um tal dia do ano de 1952? Um Avanhandava tipo aerólito e classe
contrito ordinário do grupo H4? Me parece que eu vi. Me parece que ouvi. Me
parece que li lá em a internet. Sei lá, convicto!
- Sim, e tantos outros e diferentes
partes e zonas e glebas aí e acolá. Extraordinários e impressionantes. Pedras
diretamente do espaço e atiradas apinchadas.
- Assim como os pássaros preferem as
manhãs e tipios, cambacicas, guaxes...
- Sim, joões-tenenens e sibites e
bicos-de-veludo e quero-queros...
- Assim como as viagens preferem as
tardes de domingo olímpicas e visitar o museu histórico pedagógico Amador Bueno
da Veiga, antigo sobrado prédio conventual do Barão de Dourados.
- Sim, e profuso abundante generoso em
peças antigas do tempo bandeirante.
- Até como os extraterrestres preferem
aterrissar e ainda raptar abduzir capturar nas noites claras de lua e estrelas
céu estrelado.
- Sim, os dias de noites amenas e
profícuas lucrativas úteis frutíferas.
- Quando os humanos preferem noites de
fogo de chão.
- Sim, e dias de chuva para refrescar o
ambiente já mormacento.
- Um tal e qual rio Jordão-pr.
- Sim, num rio que nunca existiu fizeram
bolaram uma ponte que parece sempre existiu. Tudo saiu do nada. Tudo saiu do papel
e prancheta do engenheiro.
Os ventos as chuvas os bandos de aves
migratórias as matilhas ali no meio da espessura da mata como se se unissem
todos em geral num concerto urgente da criação. Combinados associados unidos
agremiados. Noticiado narrado escrito-falado como no rádio na televisão no
vídeo na rede.
Em seguida veio em representação a
representante do Estado de SP. Vestida nos trajes típicos e enfeitada de ramos
de café e algodão e amendoim. Um chapéu de palha transada grande e que fazia contraste
sombra por onde desfilava sobre o tapete vermelho. E responsável doce amarga
agridoce. Pisando elegante quase flutuando o piso juncado de pétalas de flores.
Os passos longos como num desfile de moda. Os cabelos longos em tranças
rastafáris atingindo a cintura. As pernas longas de coxas firmes duras
concretas trabalhadas nos exercícios atléticos, quiçá olímpicos.
- É extremamente linda e segura no andar
e esquisita significativa no olhar.
- Sim, com um pé na frente do outro como
manda a etiqueta e o figurino.
- Uma estrela cintilante da serra do Mar
ou da serra da Mantiqueira.
- Sim, um astro uma estrela de luz
própria e mais. Temos rainha.
- É bela suficiente muito linda. Pode e
deve fechar o trânsito.
- Sim, nem precisa de maiores ou
melhores ou grandes e caras joias e adereços.
- Seus olhos, mana!, têm umas chispas
quentes acesas e pegando fogo fogo.
- Sim, e eu diria que de vingança.
Daquelas que pegam em armas de fogo fogo.
- Olhando pra ela e pensando, me vem à
cabeça as férias à beira do rio do Peixe.
- Sim, as tardes de feriados nacionais
religiosos pescando no rio Grão-Mogol.
- Beldade ela e anda se movimenta tão em
silêncio e quase subindo aos céus.
- Sim, que parece leve até demais. Me
lembra uma avoante pomba-parari.
- E tranquila como água de poço depois
do pulo da rã, já diria o poeta.
- Sim, e mais leve que uma asa no céu ou
a ema no ninho nidificando ou o riacho o rio Paraibuna na estação da preguiça.
As belezas e modelos se sucediam no
palco na passarela e se mostrando. O luxo e o brilho são a honesta ostentação
da riqueza. A diversão dos ricos é desfrutar e promover e divulgar a sua
riqueza. Há ricos que gostam de gastar. Nem existem ricos que preferem o comum
e o normal e corriqueiro. Todos os ricaços vivem para altos gastos e mais. O
rico é caro caríssimo.
A classificada do Acre e em primeiro
lugar a mais bela linda daquele Estado. Deidade ideal dos vates e de se olhar e
pegar e ir atrás. Vestida com poucos trajes em tons verdes ao estilo fantasia
original imitando autóctones índias ribeirinhas do rio Purus. E ela chega
chegando e com tudo em cima maravilhosa risonha. Os cabelos as madeixas a
grenha jogados de um lado da cabeça. Igual filha de imperador e princesa
primeira herdeira. Mãos abanando com braços longos languidos os pés estojados nos
sapatinhos cômodos abertos na frente enfeitados adornados com fivelas de prata
trabalhada. Jeito parecido de namorar com os olhos olhares.
- Parece mesmo filha e feita na fábrica indústria
de D.
- Sim, e diretamente das águas profundas
do mundo das iaras e botos-vermelhos.
- Vem das densas florestas tropicais e
profunda selva amazônica.
- Sim, e parece que nadar e remar são
práticas diárias corriqueiras comuns.
- E resurge reaparece por encanto
encantada toda manhã no meio da neblina dos rios voadores de rocio coberta de
rocio orvalhada rociada de orvalho.
- Sim, como uma borboleta-oitenta-e-oito
88.
- Preciso ver um anjo mais parecido.
Preciso ver uma anja mais asada.
- Sim, mesmo de alma leve como o
pensamento de uma criança dormindo.
- Já notei que nem pisa as flores do
caminho, assim tão leve suave.
- Sim, precisa prefere voar flutuar
surfar como andorinha-coleira.
- Pois é! Quero ouvi-la falar de
qualquer jeito. E escuto ela dizer: “Minha lei vem matriculada matrícula da
floresta parecida”.
- Sim, ela é feita da natureza mais
reservada.
- É linda e charmosa porém devo seguir
tentando investigando comparando.
- Sim, deve ter paciência. E contar até
10 que as belezas são as 27.
Quinze horas se passaram montadas estas na
silha do cavalo corredor. Ninguém ficou sandeu tolo pateta. Era verão estival
estio com temperaturas elevadas. Um tempo de pouco repouso e descanso e muita
labuta. Um ar trigueiro baço embaciado bacento de pele morena e olhos
protegidos com óculos de sombra. Famílias inteiras correm recorriam às praias
de rio de lagos de açudes do mar.
E quando os donos da festa do evento
voltaram de uma pequena pausa, o universo recomeçou seu giro redondo. O show o
festival o desfile luxuoso garboso ostentoso de beleza clássica, recomeçou
reorganizou. Comendo desfrutando degustando uns aperitivos uns salgadinhos
beliscando pãozinho com geleia de morango e com limonada de limões nascidos e
criados em o município de Encantado.
A garota mimosa em apresentação vinha da
província de Goiás. Com estilo próprio e lindo e original patenteado. E se
destacava pelo balanço dos ombros até as cadeiras e os quadris entre ilharga e
coxa e a matriz e a motriz. Olhos penetrantes de uns verdes camuflados em meio
à vegetação do cerrado. Ela parece identificada da lua luar uma estrela de
pontas bonita dengosa sobre deslizando o lago sobre as águas pacholas de uma
azul lagoa. Feita bem feita de infinito resplendor graça olhos olhares prisma
passos pés inefáveis. Um exemplar raro de mulher no mundo que a harmonização
facial, estética intervenção de procedimento, deu certo e melhorou ficou
melhor.
- Seleção da raça braseira, se assim tu me
aceitas como tal e qual.
- Sim, o produto de décadas de
aprimoramento genético e mais.
- Até porque alguma coisa está
acontecendo aqui e no mundo inteiro.
- Sim, e é tão extremado que quase
provoca um incêndio combustão um abalo sísmico de proporções dimensões
universais. Sou fã de tsunamis da idade e era do gelo.
- Ela esta vem ela de luz própria propriedade
sua e propriamente dita.
- Sim, dita moda e faz onda. Vem da
colina das plantas do rio Meia-Ponte do campo florido e da
sempre-viva-da-serra. Nasceu no meio do campo no meio do sol.
- Diante do seu destino exemplar ou
modelar ou promissor, todos querem comprar vender morar construir urbanizar.
Fundou Brasília e arredores.
- Sim, e sem um antes mas somente
simplesmente um depois por vir.
- Olhar assim nem se perde de vista. É
ponto de vista. É plataforma de lançamento. É trampolim daqui para o espaço o
cosmo.
- Sim, seu perfume seu hálito seu tom
seus dons seu perfil e futuro.
- Quando te digo que minha cabeça gira
por ela como pião de brinquedo...
- Sim, o coração bate e pulsa. O coração
tem esta característica. Vira a chave e cai a ficha, meu dengo!
- E deve assim igual a mim, adorar a
chuva copiosa o sol a praia as viagens pelas praias ensolaradas de areia fina.
Navegar de gaiola pelos rios navegáveis.
- Sim, vai que gosta de viajar todo o
fim de ano e velejar singrar os mares.
- Provável que gosta de poucos holofotes
e de câmeras de vídeo e redes sociais.
- Sim, é daquelas que viajam de
submarino nuclear e dão a volta ao mundo.
- Trocando repousos na capital e na
praia, sempre nesse ir e vir e andar e ficar.
- Sim, responde por uma faculdade de
direito e um curso de cultivo de corrais.
- Sorri como são ótimos os Lençóis
Maranhenses. O vento a brisa a aura pelos cabelos esticando o penteado aragem
vento em geral. Patrimônio natural da humanidade. Gentes do mundo inteiro vêm
visitar e emocionadas.
- Sim, parece ter nascido para surfar e
curtir o mar à beira-mar de Canoa Quebrada ou Jericoacoara ou Daniela ou
Canasvieiras. Banquete para o poema poesia.
- D é pai e artesão dessa peça preparada
da joalheria joia rica e maravilhosa.
- Sim, e diamante ametista ônix berilo
topázio turquesa opala esmeralda.
- Tão alta e elegante como a árvore
favorita do semideus.
- Sim, uma esbelta e frutífera anajá-mirim.
- Toda vestida de folhas e flores.
- Sim, os frutos da estação correta
expedita ativa.
- Nem vou mais me confundir.
- Sim, preparada para conquistar o mundo
a qualquer preço e nem é barato.
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lhe ajudado ou colocado ou colaborado ou lhe sido útil de alguma forma. Se você
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conteúdos e lhe trazer mais relevantes informações. E sem mais delongas.
A moça escolhida pelo Estado do ES
entrou no palco subiu ao tablado pisando firme e graciosamente o tapete
vermelho-vinho. Levava um cabelo recém-feito e todo escorrido longo pelas
costas. E como pisava elegante certeira no seu sapato bege com fivela cromada
(calçado patrocinado pela sapataria local Boca-Rica). E os braços e pernas
logos pareciam querer alçar voo e ou nadar a todo instante. Lembra uma irmã de
sangue e que nunca tive e era moça assim fofa meiga terna amiga macia feliz
aconchegante. Corpo esbelto de cachoeira véu de espuma véu de vapor véu de
névoas.
- Está boa a iluminação pra ela, digo e
me preocupa me preocupo. A luz é pra ela ou vem de dentro dela. Uns olhos
acesos que nascem tochas no coração lá dela.
- Sim, o que nem falta neste palco são
holofotes potentes e de última geração.
- Hum!... Nossa amostra beldade parece
misteriosa e cheia cheia de ilusões. Vejo isso tudo no seu olhar no seu gestual
nos seus passos medidos e curtos e firmes.
- Sim, claro que sim. E ela ama o dia as
horas o tempo o cronômetro. O sorriso feliz das tardes de verão. A graça dos
gestos ensaiados coreografados performáticos.
- Flor em botão e desabrochando ao sol
aos primeiros raios de sol.
- Sim, agora você foi poeta. E meus
parabéns!
- Tomada cheia presa em meio aos sonhos
e fantasias. Mas tem a cara sempre alta e em alerta. Um passarinho
bico-de-veludo, acordando e olhando em derredor.
- Sim, com certo orgulho de ter nascido
mulher e fêmea. Dádiva, dadivosa.
- Tem sem pestanejar a paz nos pés na
cabeça nos braços na imaginação.
- Sim, e sente o mundo como um lugar pra
percorrer e conhecer e viajar.
- Que nada nada vai lhe fugir. Que nada
nada quer deixar pra depois.
- Sim, que todo mundo precisa curtir seu
tempo permitido.
- Mais bela que a flor, tenho de repetir
e reafirmar. Mais flor que a orquídea.
- Sim, um encanto mimoso. E lembra a
flor de inhame-cigarra.
- Antes que me esqueça e ainda hoje, que
é uma anja auxiliadora de D.
- Sim, quando e como habita uma estrela
azul do céu. Sempre luz azul.
- Auxilia D no conserto das coisas. E
cuida do ritmo dessa imensa extensão de terra que é o nosso torrão natal.
Auxilia D no concerto dos astros.
- Sim, ela esta beldade onipresente
habitante entre nós. Esta uma diva.
O mundo pareceu parar no exato momento
que a sonora beleza grande beldade dos rincões do Paraná inaugurou o palco com
seus lindos pés descalços. Vinha em trajes de banho e diretamente da piscina,
biquíni de duas peças mínimas e triangulares. Um grande e opaco modelo de
óculos de sol. Um cabelo agrupado em coque. Um sorriso que só as moças que se
reconhecem belas lindas lendas podem ostentar. Evidentemente, uns cabelos
honestos fraternos amaciados, olhos de fruta silvestre, toda sincera encarnada
figura de desenho infantil e muito bondosa gentil paciente calma sensível.
Inspiração logo logo de canções e de pinturas de decoração.
- Ela pode percorrer outros mundos, se
ela quiser. Uma paisagem com detalhes.
- Sim, a perfeição é o seu natural e sílvia
da silva.
- Gosto de ver seu sorriso de
satisfação. Gosto de ver que aprecia o que o destino lhe reservou e com sucesso
e com sobras de encantos mil.
- Sim, direitos adquiridos diretamente
dádivas dos dados de D.
- Quem nem queria ser assim. Quem nem
quer D escolhendo a dedo diretamente.
- Sim, o universo conspira a favor de
certas e raras personas. Ou entidade.
- Será que ela já tem em mente o que
pretende ser e fazer de ora em diante? Até onde pretende chegar com esse corpo
escultural? Uma escultura polida. Será que sabe onde se meteu? E o quanto ela
pode exigir? Uma obra de arte da pintura.
- Sim, talvez queira se comparar com as
estrelas das passarelas internacionais. As estrelas de brilho próprio e intenso
e perene. Lembra uma oferta dos deuses.
- É possível é normal e sem engano.
Oferta dos deuses da beleza.
- Sim, e o caminho vai ser muito reto
suave sem terremotos ou maremotos.
- Se ela sonha com a paz na Terra, então
ela alcançará o sucesso. Este tipo de pessoa nasce para brilhar até debaixo de
chuva. Escolhida apontada por D. Já mencionei. Já havia dito e se for
repetir...
- Sim, ainda com muita sorte sorteada e
premiada.
- Me refiro ao livro ao personagem do
romance, “Ana Paula na paisagem”.
- Sim, uma mulher toda toda para os
olhos e olhares. Toda feita ao amanhã.
- Pare que eu quero descer!
- Sim, esta novidade é para raros sortudos
e sortudas.
- D está sentado sobre uma nuvem de
vapor ou algodão.
- Sim, e olhando aqui pra baixo.
A próxima partida interessada na
proposta em questão e milionária e fácil, foi surgiu a escolhida beldade do
Norte. Que sua vida saiu de um lago cor turquesa mais que azul. Óbvio, saiu de
um remanso de rio, dos tantos rios um rio Cascavelzinho ou rio Pinhão ou rio
dos Patos ou rio das Antas. Revestida jovem de escamas rebrilhantes irisadas
como peixes recém-saídos da toca dentre os aguapés e ou pássaros beija-flores guinumbis
beija-flor-grande-do-mato. Os cabelos soltos as madeixas leves anéis caracóis e
se espalham pelos ombros. Um sorriso identidade confiante de marfim polido
dentes alvos ebóreos cor alva ebúrneos. Estonteante espontânea instinto
divinatório. Feliz porque ama e feliz porque é amada. Beleza de amostra
exemplar.
- Ela veio de sério para prestigiar o
nosso pedido o nosso concurso e evento.
- Sim, e se tornou a bela mais em conta.
A bela bela.
- E se tornou uma luz uma chama azul,
porque azul.
- Sim, um passarinho azul e muito azul
beija-flor-de-bochecha-azul.
- Muito enfeitada sutilezas de pedras
preciosas esmeraldas.
- Sim, se comparando com as folhas
verdes das tenras plantas guararibas.
- Será, presumo e assumo, que vem vindo
da tribo dos carajá ou javaé ou xambioá (família linguística do tronco macro-jê
- fonte d.h.).
- Sim, vem de etnias valentes e ferozes
e tradicionais e mágicas e primitivas.
- Ajustadas ao ambiente florestal. Feita
de raios de sol em asas de besouros.
- Sim, vivaz e risonha como um bando de borboletas
panapaná.
- Fortaleza forte soberba majestosa.
Profunda e segura tranquilidade.
- Sim, promovida à semideusa fera
felina. Pede e deve conselhos ao coração.
- Então tem tudo para virar lenda e viral
viralizar. E daqui a pouco, agora.
- Sim, e muito vista nas redes sociais
famosa legendada curtida seguida.
- É ou nem é? Uma asa fama, azáfama,
saíra-de-chapéu-preto.
- Sim, e agora oficial. Que a verdade nem
espera pra amanhã de manhã.
- Descrição écfrase minuciosa.
- Sim, todo dia é real de verdade e
verossímil.
Depois de um gole de café e um doce ou
salgado, os donos presentes puderam apreciar a subida ao estrelato ao palco do
teatro da mais mais emblemática modelo vinda diretamente do Tocantins-to. Nem
era um avião nem uma catedral uma hidroelétrica um transatlântico um prédio de
18 andares: era uma beldade de fechar o comércio e a avenida principal da
metrópole. Vestida de sandálias de pescador e uma túnica marrom plebeia caindo dos
ombros até os pés. Um olhar senhorial e ao mesmo tempo cheio de graça e modos
finos. Apressada em ser feliz. Incauta e cheia de cautelas. Satisfeita consigo
mesma muito e à vontade e sem receio do cenário. Capitã do exército nacional,
ou assim para isso foi forjada educada treinada.
- Dito o ditado: “Mudai de mentalidade e
acreditai na boa nova!”.
- Sim, os lábios o sorriso distribuídos.
Senhorita senhora sonhadora entre aos sonhos leves e calma e bela como um sonho
dourado. Paz nos sonhos oníricos.
- Nem imagino nem sei se se trata de um
amor à primeira vista.
- Sim, que mostra demonstra impacto
impactante.
- Me diga se nem é majestosa solene
augusta magnífica? Me belisca!
- Sim, aproximadamente
apropinquadamente.
- Já sei, já sei os presentes prêmios
que merece receber no aniversário.
- Sim, joias viagens e dinheiros
internacionais.
- Como é lindo este olhar compenetrado e
ao mesmo tempo aéreo etéreo distante. E morro e vivo pelo seu sorriso de dentes
aperolados.
- Sim, e em 16 segundos seduz meio mundo
e todos os demais.
- Olha agora! Ela me olha de modo
significativo. O que ela quer dizer?
- Sim, parece convite ou pedido; parece
apaixonada ou caçadora predadora.
- Por que razão ilusória D faz tamanha
beldade sedutora.
- Sim, pois os deuses conspiram e
consentem e nem se opõem. O melhor deles, um deus-sol dourado de ouro maciço
quilates flavo fulvo louro juba amarela.
- Mais outras coisas. Me parece
agradecida e calma serena confiante.
- Sim, conversa ri canta e assobia com
primor.
- Tem um futuro vitorioso e importante.
- Sim, seu sonho é fundar uma escola de
samba e desfilar no carnaval de Prudentópolis e Inácio Martins e Campina do
Simão e Nova Araçá...
- Sensacional! Belos olhos e gestos
asados boca em arco ginga de dançarina.
- Sim, as tais e quais prendas.
- No tempo de JC nem havia nem existiam
youtube e streamings e online e lives e podcasts e chats e links e sininhos de
notificações.
- Sim, mas Paulos e Marias já rogavam apelavam
pela intercessão do DES.
Rondônia é um Estado quase despovoado e
em meio à selva amazônica e de grandes e gigantescos rios com fauna e flora
abundantes. Da cidade de Colorado do Oeste vem a próxima beldade que tentará
casamento com o rico negociante seu Antão, homem casado com a autêntica Leda. A
rondoniana aparece vestida com etiquetas e modas sociais padrão sapato salto
plataforma vestido comprido verde de uma única peça aberto na parte do lado da
coxa direita. E colar de esmeraldas originais da região próxima ao rio Mamoré. O
broche em forma de mariposa crivado dos rubis. Na testa levantada edificada já
enfeitando uma linda e riquíssima tiara de diamantes. Os brincos com oito
ametistas pendentes de cada lóbulo. Esta rondonense tem semblante calmo sereno
sério meigo. O corpo em ondas perigosas e brilhantes como as ondas que lambem as
praias dos rios do Estado. Agora mesmo um cabelo organizado alçado irritado
rebelde bonito diferente interessante cinematográfico.
- Ela tem uma larga amplidão amplitude
de horizonte e uma magnífica visão do universo. Me parece uma cosmonauta
dizendo: “A Terra é azul!”
- Sim, é o sol é o sol do meio-dia. É um
voo de maitaca-de-barriga-azulada.
- Identificada no país das chuvas
torrenciais, chuva chuvarada todos os dias.
- Sim, feita na terra das guerreiras
amazonas e visinha de Cerejeiras, Pimenteiras do Oeste, Cabixi, Corumbiara.
Aves do banhado e sanã-ocelada, marreca-caneleira, tuiuiú, irerê,
patativa-boiadeira, socoí-ziguezague, mauari.
- Acima de tudo é modesta como uma divindade
iara dos rios e florestas.
- Sim, e uma santa já canonizada.
- Uma sabiá que pula de árvore em
árvore. Uma ave bonita e cantora igual que flor da beira do caminho e
goiabeira-serrana.
- Sim, entre os galhos folhas e frutos
da jabuticabeira.
- Em todo o pomar em toda a horta em
todo o jardim.
- Sim, desde a tenra manhã até o
declinar da tarde.
- Comparável se comparando ou lembrando
a deusa do orixá e que vem do mar.
- Sim, esta NS de Iemanjá. E seu trono
seu poder sólio nas águas que beijam a praia de Co-pa-ca-ba-na.
- Bonita e pepita, lar e mar, ardente e
contente, importante e viajante.
- Sim, uma beleza uma bela uma amiga de
ombro a ombro.
- Beleza única de várias explicações e
teorias.
- Sim, com diferentes pontos de vista
apaixonados.
O concurso o desfile a apresentação
passava diante dos donos do pedaço. Eles dois sozinhos cuidando do desenrolar
do acontecimento. Comendo pasteizinhos de queijo com suco de pequi. Mastigando
um cubo de queijo junto com um de goiabada. Repartindo uma banana uma maçã um
caju uma fatia de melancia.
A moça que entrou acaba de entrar pelo
interior do palco e caminha em passarela preparada passos amatórios eróticos, vinha
vem da terra do queijo de Minas. Depois ela surpreende parece mina de ouro das
Gerais. Ainda sorri como quê. Estudante de faculdade de medicina e já no
segundo ano. Um avião (pouco ou nada mais pesada que o ar, nada nada), e ainda
quase sobrevoa o tapete estendido ali preparado vermelho. Olhos convidativos e
encorajadores. Encoraja os olhos que a admiram. Superficial leve elegante falsa
endêmica rara alta. Sem dúvidas respeitosa combinada distante. Vestida de uma
longa e larga somente uma peça de ótima seda azul com riscas verdes verticais.
- Suspirar e desmaiar e enumerar, purpurinos
e divinos e destinos, divindade e deidade e liberdade, maga e afaga e vaga, imaculada
e amada e encantada.
- Sim, travessos olhos oblíquos. Todos
olhos conquistadores.
- Seus olhos seus dentes conquistam oito
ou nove países e 10 e 12 governadores.
- Sim, lindos olhos de mistérios
sorrisos misteriosos.
- Tem mesmo uma alma útil sutil de
abelha irapuã.
- Sim, alheia ao mundo de fora de longe
de quem.
- Como linda linda e lhe pousa no ombro
o bem-te-vi-de-três-riscas.
- Sim, beijando o lóbulo da orelha como o
beija-flor-de-banda-branca.
- Um dia eu fui e voltei para ver e
ver-te, bela beldade. Meu nosso prêmio.
- Sim, reconhecendo de onde vem a luz
onde é a fonte da luz.
- Eu já sabia e eu sei!
- Sim, a pândega a folia o divertimento
a frevioca o fervo.
Uma dádiva uma maranhense que tem de
bonita o que a beleza tem em tudo. Bela e bonita quando quanto mais sensacional
é. Evidente que é mais linda e bonita que tantas beldades são. Mais bonita
imensamente que todas as ma-ra-vi-lho-sas mulheres todas juntas. Seu corpo ali
na frente aqui presente seu rosto seu desenho seu logotipo foi criado em amor
justiça religião filosofia saudade amavio feitiço. Cabelo vasto largo atado em
coque com um tufo se sobressaindo. Seleção de flores. Cestas de quitutes. Uma
ave contente vivendo a manhã asa-branca.
- Sê valente, diria pra ela, e força
ânimo virtude verdade!
- Sim, que seja infinita no caminho
infinito.
- Se se divulgar o encanto dos olhos
assim dela, olha!, ninguém ficaria pedra sobre pedra. Que é feliz como o
arco-íris na cascata da Usina!
- Sim, e um risco que se corre quem ama
e idolatra e venera.
- Fagueira e prazenteira e fogueira,
canta e encanta e mantra, grata e nata e prata, beijada e imitada e desposada,
produz e conduz e reluz, perdiz giz matriz.
- Sim, uma aventura de céu todo azul. Sorte
de uma flor do bacupari-do-campo. Passarinho que raiou a manhã. Avezinha que
interpreta os primeiros raios solares.
- Nem sei qual o seu melhor sonho,
gostaria.
- Sim, morigerada dos bons costumes hábitos
e manias.
Sendo que a escolha da moça a segunda esposa
é uma mudança. É a passagem de um para outro lugar. É a busca de outro tempo
embora o tempo seja contínuo. É o poder de compra de troca de venda de escambo.
A oferta e a procura. A fome e a vontade de comer (respeitando a Bíblia). A
refeição alboroque para fechar o acordado.
As leis regulamentos regras e os
contratos. A verdade concreta visível real material. Obumbrar escurecer
sombrear. O fraco o covarde o imbele. Acumulação montão multidão combro. O
marau o espertalhão o fanfarrão. A pindobeira o tucumãi ou iú. Esplendidas
harmonias contemplativas. A alma faísca centelha abraçada ao corpo a matéria a carapaça.
D está dizendo falando hablando em todas
as línguas. Porque Ele sabe o que faz. Ele é o artífice o artesão o apontador.
D disse.
Antão e Leda e Ana adoram o prestígio. O
que vão ter de hoje em diante é bom será ótimo. O que vão cantar é bom será
espetacular. O que vão contar aos descendentes é bom será intangível. O que é
intangível nos rios de hoje?
E para onde vão é será ainda melhor.
Podem escolher do bom e do melhor. Sabem o que é bom o que é ótimo e o que é
excelente. Adivinham o que será. Escolheram apa de Upaon-Açu-Miritiba Alto
Preguiça (Golfão Maranhense, baía de São Marcos e baía de São José). Namoraram e
acham que lhes cairá bem e bom os Lençóis Maranhenses, Barreirinhas. Quanto
prazer eu vejo nisso!
- Parecem lençóis estendidos diante do
sol do céu na cama.
- Sim, dunas divididas em lagoas cheias
de água da chuva. Evaporando.
- Sim, a alegria de ver um areal areão
bonito e amar tanta ma-ra-vi-lha.
Se adulam ele e elas premiados
agraciados com a sorte lotérica. Elas a ele o chamam de bento Antão. Ele a elas
as chama de estrela Leda e lua Ana. Exaltar as santinhas e glorificar o divino.
A soalheira selva a relva mar o céu páramo o universo.
- Agora que somos três e um mais duas.
- Sim, o triângulo perfeito equilátero.
- Sim, os lados as faces são iguais e
equiparados equilibrados equilibristas.
As três figuras andavam na areia fofa do
pensamento. O que era já um sonho e uma fantasia e uma ilusão. Os três de mãos
dadas e se beijando. Até ali vai e termina a terra e vem o mar e continua o céu
zimbório a jornada celeste firmamento.
- Aqui está o nosso mar de água da chuva
e propício para nadar olhar pescar usufruir deitar ao sol bronzear. Vamos cair
rolando montanha de areia abaixo.
- Sim, vamos conhecer os feitiços e
pajelanças.
- Sim, pegar ondas e escalar o céu de
rara beleza parecida.
- Se escuta se ouve acusma as aves as
plantas o vento as pedras roladas.
- Sim, a banda de cantores músicos
intérpretes.
- Sim, novidades palavras instrumentos
convites festividades.
- As árvores que aqui o vento quente
balançam e guariúbas, mãos-de-gato, mungubeiras, gervões-do-alagadiço,
guaibipocaíbas, faveiros.
- Sim, “as aves que aqui gorjeiam” e
tapirangas, curicas, macucos, marias-rapé.
- Sim, vendo e compro os peixes nadando
cardume e acaraparaguás, tambiús.
- Vamos adorar aqui o mar de areia o
oceano de vento e lençóis cultuar.
- Sim, prestar atenção e reverenciar.
- Sim, diante de soberana invenção
majestosa criação.
- Parabéns, que aqui estamos e aqui
chegamos. De alguma maneira.
- Sim, vamos ver o tempo vazar da
peneira da ampulheta das horas de areia.
- Sim, e o sol o céu por testemunhas.
Misturas de D.
- Todas as reflexões do verão. O céu
noturno.
- Sim, luzes cambiantes de brilhos
sedutores.
- Sim, caminhar e eu caminho descalça
porque existo na terra na areia macia. Tão bom, tão bom que vim viemos de longe
pra sentir isso.
- Ao redor. Os movimentos das coisas que
existem. O movimento sossegado.
- Sim, a paz é de céu celeste azul.
- Sim, o trabalho é arte.
- Os ventos soltos quentes do deserto de
areia.
- Sim, são fáceis são patrimônios da
humanidade são bons boníssimos.
- Sim, são milhões e são bilhões...
- Dizem aí que os ventos já e já trazem
o tempo o tempo.
- Sim, o espaço de sonhos vozes figuras
linguagens.
- Sim, o móvel tempo que passa sem tempo
passatempo.
- Somos três templos acontecimentos
novos e contando.
- Sim, um trio de sentimentos.
- Sim, uma terça parte da essência. Uma
terceira parte da excelência.
- Agora mesmo tenho essa ideia e
semelhante a um segredo. Querem antever?
- Sim, um fundo profundo arcano.
- Sim, semelhante o resoar resonar do
mistério nas ondas do mar no vazio de uma concha de uma casa de caramujo.
- Estamos aqui juntos juntinhos e
parecidos.
- Sim, e densamente povoados.
- Sim, e naturalmente presentes um nas
outras.
Consagrados no deserto de areia e verão,
onde por onde passa e cruza o Equador, foram buscar as águas enormes das
cascatas o grande rio as águas grandes. E a catarata do Iguaçu e aproximando o
mundo das águas em três territórios principais.
- Vamos buscar encontrar palavras para
os elogios. E esse dom que o rio tem e carrega para encontrar tantas janelas
toalhas nas janelas e cachoeiras.
- Sim, o rio que passa e nem mais está
aqui por que passou.
- Sim, a imaginação chega ao mar e é pra
sempre. Pra lá que nos destinamos.
- Será que estou vendo o rio que é
totalmente água? O caminho que corre?
- Sim, pois o rio também é fantasioso
criativo denso volumoso.
- Sim, o rio vive sendo pensativo
imaginativo contemplativo positivo.
- Vira e mexe, já digo já disse que
gosto das águas dos rios das chuvas.
- Sim, o resumo do mundo como o
conhecemos desde a tenra infância.
- Sim, a amiga o amigo mais transparente
do mundo. E tenra idade.
- Tudo isso é água grande são rios que
se juntam chuva que vem e vai.
- Sim, a água que passa em o rio que
fica. Estrada que fica. Destino que fica.
- Sim, o rio que sobe a montanha voador
e desce no leito vazado até o mar. São longos cálculos matemáticos e que dão
certo como 1 um e duas 2 são 3 e ainda 5 e 7 e 9. Mais de nove protagonistas
numa família. Os consortes e a prole.
- Em todos os tempos. Em todos os
pensamentos. Em todos os cantos.
- Sim, as individualidades em suma. De
todos os santos santas.
- Sim, a mais notável aventura das
aventuras venturosas.
- Continuo olhando estou olhando as
grandes águas que nem se acabam.
- Sim, me lembro do grande rio e do rio
grande.
- Sim, me recordo das águas sem termo
sensacionais.
- Nosso corpo é feito de água e muita.
- Sim, nosso organismo bebe muita água.
- Sim, nosso sistema respira água e na
boa.
A cidade grande também é iluminada,
de dia de noite, e rica e cheia multidão de felicidades. E os três ele e elas
vão assim mesmo rua Afonso Brás, perto rente à praça Pereira Coutinho. Hoje ali
estão e estarão alojados no hotel cinco estrelas Planetário Solar Resort. E
mandam vir o almoço e o jantar o café da manhã no quarto. Servido pelos altivos
servidores colaboradores empregados bem pagos. Custa caro tudo muito excelente
e rico e oneroso e dispendioso. Os três consumidores têm o que procuram o que
querem o que podem pagar, e do bem e do bom e do melhor. Está estão servidos?!
- Amanhã podemos ir juntos e ver
aquele negócio de empreendimentos na China. Parece que os chineses estão
interessados nos altos investimentos.
- Sim, um negócio da China e mais.
- Sim, eu concordo. Os contratos
devem ser milionários e lucrativos.
- E aí está por que é difícil parar
de crescer e enriquecer e se aquecendo no mercado. As ações rendem muito e
exponencialmente.
- Sim, exageros à parte e os milhões
atraem bilhões.
- Sim, e o jogo bem jogado são os
lambaris pescados.
Quem pode deixar o santo sossego dos
palácios e mansões e casarões, né?! As casas senhoriais com fachadas cimalhas
soteias açoteias terraços varandas bem decorados. E suas salas cômodos câmaras
antessalas cheias revestidas de ouro e pratarias e porcelanas e perfumes
exóticos e caros, hein?! Sentir aspirar o aroma dos cabelos bem tratados. Um
desfile nos trajes mais desejados mais sofisticados mais caros caríssimos sobre
tapetes aveludados. E festas festonas festanças com bebidas e manjares
iguarias. Quando quanto laudos jantares repetidos. Nem mesmo se pode perder os
bailes de pompa e circunstância os lustres candelabros e com talheres à
esquerda à direita e acima dos pratos. Os ilustres convidados famílias
recebidos na portaria pelos anfitriões, as luzes dos abajures, a música ao
vivo. Os garçãos as garçonetes, no figurino impecável alinhado, que vão e vêm
carregando bandejas de prata passam e repassam com doces salgados tragos goles e
licores pingas cachaças iscas vinhos espumantes.
- Vamos pegar o iate e convidar um amigo
para almoçar aí numa praia enseada deserta semideserta. As águas de Paraty e
ilha da Bexiga e ilha do Mantimento e praia do Jabaquara e praia do Pontal, nem
necessariamente nesta ordem.
- Sim, guiar nosso barco nas águas
verdes azuis e calmas e transparentes.
- Sim, praticar pesca submarina nadar
com os tubarões buscar tesouros de piratas corsários fortunas arcas cofres de
navios afundados submarinos torpedeados da segunda grande guerra mundial.
- Somente contesto ao meu contento.
- Sim, avidez cobiça por ouro auricídia
sede de ouro. Esses tantos nobres empreendedores auríficos que produzem ouro
argentários argentaristas milionários.
- Sim, os patrimônios as malas as
maletas os baús juntos aos galeões naus caravelas naufragados de os
descobridores aventureiros e esquecidos entre as ilhas e atóis e abrolhal
abrolhos baixios recifes escolhos do litoral Atlântico Sul.
- Dos eleitos de D, outro porém, eu nem
posso me queixar da glória.
- Sim, por ventura o céu é o limite dos
que nasceram para subir e subir sempre.
- Sim, até alcançar alçar aos astros
globos esferas mundos além estratosfera.
- D é meu único mestre e senhor. No
início no meio e no final. Num giro organizado previsto preparado de 360 casas.
- Sim, eu adoro Ele. Até debaixo d’água.
Desde o 1º dia.
- Sim, e Ele é tudo e todos. Seja onde
for. Onipresente e onipotente.
- D é o mundo inteiro e contando. Brabo
terrível ou passando pano.
- Sim, pois é o que entendemos e
compreendemos. Do nosso ponto de vista.
- Sim, que somos os grãos de areia na
praia Brava: o 1 mais 2 somam 3 três.
É mais fácil inventar e construir uma
nave espacial e passar pagando pedágio pelo buraco da agulha, que chegar ao céu
porta de São Pedro. Assim dizem todas as escrituras, deste modo afirmam todas
as línguas, assim professam juram os mais sábios mestres profetas, assim rezam
as lendas as tradições e as leis religiosas. Porém há os que tentam e os que
são tentados. Uns vão de nautas ainda de astronautas outros de cosmonautas já
os internautas.
- As duas melhores amigas. Dizer o que
mais.
- Sim, a verdade nem é dívida nem é
dúvida.
- Sim, a verdade verdadeira é recíproca.
Ter religião e nem ter fé. Nem ter
religião mas acreditar que D existe. Morar num canto bom da avenida Nossa
Senhora do Ó, prestigiado pela praça Del Rei.
As árvores as aves são simpáticas e
manjeronas-do-campo, centáureas-do-brasil, lençóis-de-santa-bárbara ou catajés,
lírios-da-serra, mamoeiros-bravos. As horas são oportunas e técnicas,
experientes, práticas, serenas, comunistas. Os rios e os peixes são educadores
do tempo e rio Tanque, ribeirão Arrudas, rio Pampam, ribeirão São João, rio do
Cedro, rio Igaraçu, rio Caí que cai no rio Jacuí.
As plantas e as aves nem têm ciência de
nada e de tudo. A ciência fez isso, a ciência faz isto, a ciência isto isso e
aquilo. As aves voam as plantas vegetam e nascem crescem e dão frutos e cantam.
Compete à ciência avaliar esmar meditar. Compete às criaturas delirar esmaniar
desvairar.
- Conforto confortável é moral anímico
espiritual cardíaco.
- Sim, é a bondade bondosa boníssima.
- Sim, é a aliança com os anéis nos
respectivos dedos anelares.
Longe das universalidades e perto das
particularidades, hecceidade ipseidade. Longe de ser mesmidade mesmice, ou
seja, cerveja. Que esta foi fundo, hem?!
A pipira-de-papo-vermelho é acrobata do
brejo charco curcurana manguezal. O sabiá-laranja é sábio. A sururina é
desenxabida. O joão-de-barro é honrado. A patativa é zelosa do vale serrania
campina. O anu-preto é viajante. A alma-de-gato é papuda. O bacurau é túrbido
turvo sombrio obscuro. A coruja-buraqueira é hirta tesa retesada. A cambaxirra
é irrequieta saltitante sensacional sem igual.
As flores pintam e os passarinhos
bordam. As flores aromatizam e as aves chilreiam. As flores o riso e os
pássaros o giro. As flores da alfazema-brava aventam ventilam sugerem e os
alados altivolantes altívolos voam alto e a grande altura.
Chegam os que deitam e rolam e vertem lágrimas
sobre a pedra o pedregulho, estes adoram e pedem curas e milagres; chegam os
que ajoelham e tocam as paredes os alicerces pedras que testemunharam
testemunhas, estes têm uma fé inabalável esperam e oram e pedem agradecem as
graças alcançadas; se aproximam ainda os curiosos os turistas interessados por
sítios arqueológicos religiosos espirituais os muros sagrados o templo da casa
de pedras, estes tiram fotos autorretratos vídeos e perguntam em ótimas tantas dúvidas
opiniões: “Será mesmo que são as ruínas da casa de Pedro? E dizem que JC esteve
aqui e foi hospedado!”.