sexta-feira, 28 de novembro de 2025

A glória X

 

                                                          

 

                                                                                 “Abri o dicionário

                                                                                  Muitas palavras fugiram,

                                                                                  Que panapaná!”

                                                                                              Antônio E. L. Navarro Lins

 

            Um dia desses e de sorte de otimismo de paisagem de sol solar, o legendário poeta Manoel Bandeira estava andando e mesmo chutando bicando uma e duas pedrinhas do caminho já sempre pisoteando pisando a rua Zulmira Marquesi da Silva que depois cruzou cruza cruzando com a rua Rocha Pombo... Parou cinco minutos admirado pensando idealizando admirando os monumentos no espaço no logradouro Dezenove 19 de Dezembro.

E aí continuou mais e já passava estava passando andando passeando ‘ple-que!, ple-que!...’ pela rua doutor Cláudio dos Santos e cerca se acercando próximo da praça Oito 8 de Janeiro. Que foi tanto e quando se deu de cara frente a frente cara a cara com esta tabuleta uma placa na fachada na frente no rosto neoclássico da biblioteca Sharffenberg de Quadros, e que assim escrita escritura se lia dizia registrava recomendava os dizeres letra a letra: ‘Vende-se Euforias’.

            - Por que este senado esta senatoria senadoria este metal metálica e nem outro ou vários demais outros? – se perguntou o grande bardo e entendido inspirado idealista.

            Estava aí o compositor e se acercou de um punhado de senhoras e senhores aposentados coetâneos coevos que ali jogavam na pracinha ao ar livre em mangas de camisa. E assim os mesmos juntos a uma mesa com tabuleiro de xadrez e a desperdiçar um tempo precioso jogando passando o tempo lascado lascando ‘tique-taque!...’ Já claramente e de vez em quando de repente mecanicamente, foi o vate se acercando decidido mais e ouvindo ouviu conferiu conferindo prestigiando.

            - E convém repetir e convém dançar acenar abanar saltar falar rir orquestrar – expressou eloquente elocução boa elocutiva um senhor bancário e de sobrecasaca vestido agasalhado dentro de um rodaque de fibra riscada, e mesmo em pé ali do lado todo atento ao jogo disputado bem jogado bem pensado os lances as apostas.

            - Aqui estão as laranjas-de-umbigo ou laranjas-da-baía em o samburá e sem desbaratar arruinar destruir estragar desencantar descascar o laranjal – arriscou se expondo ao risco uma senhora modista já sentada ali jogadora compenetrada vestida de japona de baeta (esta vestimenta tecida de lã ou algodão) fazendo sua fezinha arquitetando altas jogadas engenhosas uma jogada ousada e mexendo a peça do peão.

            - Mas então o que há lá de tão bonito saltitante e saltados e salpicados e repinicados? – perguntou interpretou decidiu fazer o lance mexer com os pausinhos um homem de manga curta e calças de ganga açougueiro/carniceiro e com o vezo costume hábito vício de mastigar um palito de dentes (levando este pequeno esgaravatador de madeira sempre no canto desolado da boca).

            - Nem é nada novo, meus cunhados meus compadres comadres – comentou analisou jogou destrinchou executou a untanha sapo-intanha - anfíbio gordo e de oligarquia política bem distinta na região do bairro Portão e o parque Passaúna e o rio Congonhas, estafermo estorvo apalermado olhudo beiçudo e esbugalhado desbeiçado.

            - Minha Nova Prata fica perto de Irupi e Alto Caparaó e Tijucas do Sul e Rio Azul e Araucária e Colombo, sempre pela estrada rodovia da Uva ou pr-417 – emendou enumerou alongou concluiu acrescentou justificou um tiriba, comedor de jacubas e apreciador contumaz de cosmoramas e pinacotecas e discotecas.

            - Hoje cada peça é uma luta e cada jogada a batalha e cada partida uma guerra, em o xadrez – comentou destinava deslizava combateu uma tamanduá-mirim moradora com a família no bosque Manoel Júlio de Almeida, e de certo modo falível infalível (vai se saber e com que máxima precisão certeza?) já derrogava abolia alterava a constituição ou as características dos comedores de formigas e térmites ou cupins.

            - Aqui a estas horas? É novidade de novo e sem demora – e assim jogou sua peça uma jogada espetacular o participante do jogo jogador proprietário de vários alqueires o hortifrutigranjeiro, sítio situado em a localidade de Rebouças reboucense na rua Carlos Cavalcanti e na sombra da praça Barão de Guaraúna.

            - Opa!... Oba!... Sim e quase quase estou encima da hora. Já-já pego o ônibus terminal Passeio Público a linha Campo Raso-Santa Cândida – lembrou a si mesmo falando alto olhar pensativo cauda agitada orelhas pequenas despeladas o roedor toró ou sabujá ou curuá e de pronto jogando e abrindo mão da torre.

            - Que este sol que nos alumia e nos ilumina e brilha desde milhões de anos e de lá em riba – trocou aceitou jogou a peça do peão um jovem ateu e nada nada nem de perto nem de longe melquetrefe mequetrefe enxerido, ainda morador mesmo uns 2km do estádio major Antônio Couto Pereira ao alcance do terminal Cabral e que já fica se situa e segue pela avenida Paraná.

            - Tziú-tziú-tziú!... E que faz parte inerente, nem é mesmo?! – comentou comemorou chiou chichiou assoviou de modo repetitivo ora emitindo ruídos ou cantos um distinto nobre beija-flor rabo-de-espinho, enfeitado de fiapos pluminhas atiçadas eriçadas arriçadas ouriçadas arrepiadas ao redor das orelhinhas e um tanto e quanto lisonjeiro até envaidecido ou já se achando.

            O sol nunca perde o caminho. Dá pra intuir o desenlace. O sol nunca apaga a luz. E que coisa boa bonita é esta e aí está, olhe! E que coisa a praia da Joaquina, repare!

            Se há tantas pessoas que o sol acreditam nele. E têm suas razões. Arrufos de quiri-quiris, tauatós-miúdos, cigarrinhas-do-sul, jacurutus, pintassilgos... As amabilíssimas curuatingas e tipuanas e ginjeiras-da-terra e guarirobas... Cabeça e testa e mente de domingo de manhã primavera ou verão e a comarca de Cornélio Procópio o rio Itaqui e rua Mariano Torres e o memorial NS da Luz dos Pinhais.

            O tempo o destino a mesma coisa tem andado e caminhado e corrigido e muito estafado bufando tem sim cansado e ‘oufo!, oufo!...’ suado em bicas. O tempo o acaso a mesma noção tem pisoteado a terra o asfalto o paralelepípedo o betume. A sorte a dúvida ou ainda a mesma coisa tem um corpo de ampulheta de relógio de areia.

            Um dia perguntaram ao famigerado famígero afamado insigne Guimarães Rosa qual a palavra mais bonita da língua brasileira e ele respondeu um nome indígena do tupi-guarani e que também corresponde a uma cidade: Ibitirama ‘montanha promissora’.

            - Acho assim absolutamente, e quero ver! – comentou consigo o mérito autor.

            E foi o escritor e desceu a rua Inácio Lustosa, sem pressa, dobrou a esquina até a avenida João Gualberto e olhando admirado os altos prédios de vidro fumê. Dali um pouco e subindo sem cessar a movimentada avenida Cândido de Abreu ao Centro Cívico. Por uma calçada lateral acompanhou o corgo corguinho córrego Acaba Mundo e já sem cerimônia passou adentrando o parque Mata das Borboletas. Na linha distante no horizonte as montanhas verdes e corcovas corcundas gibas gebas bossas convexidades.

Aí mesmo o ficcionista passou pela travessa Rui Leão e alcançou pegou a praça Didi Caillet, parando e parou frente a umas mesas de dominó rodeadas de jogadores e perus. Talvez até mesmo meio que envergonhado enfiado encabulado e espichou a atenção para os participantes. E participou os ouvidos antenados e tomando parte participando se repartiu se repartindo aos rodeios circunlocuções circunlóquios excessivos. E em meio das palavras mais que denotavam denotou espertou observação observando já observados os jogadores as jogadas as partidas as apostas os lances.

            - Eu creio mesmo que vai chover e teremos chuva na certa, hum!... – discorria concordava discordava um senhor ex-mecânico de automóveis, e vestido de sapato-tênis e calça de brim e colete estofado mais casaca imitando couro azuis-marinhos.

            - Tenho e mantenho a satisfação; tenho e continuo mantendo a precisão – comentava um iunense natural de Iúna o padeiro e chefe gastronômico, um pouco ou tanto caviloso sofista ardiloso astuto escarninho, e já colaborando com a peça de dominó número seis 6 ou meia dúzia.

            - Meu rol de compras inclui legumes e hortaliças e frutas de montão com repolho, batatas-doces, tomates, abóbora, bananas, melancia, alfaces, rúculas, cebolinhas, alho, chuchus... – enumerou comentando lembrando uma senhora ex-professora de mecanografia, aí apreciando peruando as jogadas espiando a sorte dos jogadores (daí a pouco se dirigindo se dirigiria à feira livre na avenida Sete 7 de Setembro descendo no final da rua Matheus Leme).

             - É que o caso ou acaso muda mudará de figura, e brevemente – titubeou tremeu o jogador de dominó o enciclopedista e já mexendo a peça número 4 quatro ‘pláaaa!...’, batendo com força na mesa de concreto, e morador endereço aqui por cerca por perto a rua Zacarias de Paula Xavier número 89098-gd em sua cidade natal (inclusive incluindo atualizando, dono de um cercado espécie de curro ou curral arena de touros e dos velhos tempos - hoje em desuso obsoleto e até proibido ou esquecido patrimônio tombado).

            - Ora e ora!... Andam tão e tanto diligentes, os meus adversários! – diagnosticou o viajante/comerciante de remédios representante de farmacêuticas das progressistas e imediatas e populosas cidades do norte do Estado as tais e quais Ibatiba e Martins Soares e São João do Triunfo e Sananduva e São Mateus do Sul e Vacaria e Lajes...

            - Kjá-kjá-kjáaaa!... Uns têm sorte sorteada com algarismos pares outros mais ou menos com ímpares – riu ri se divertindo e irônico festivo alegre jovial o copidesque (dono e proprietário de falua embarcação a vela no porto de Rio Grande, coisa estúrdia incomum esquisita), já pateando os pés e a pata ‘pláaaa!...’ com a peça número 5 cinco sobre o jogo jogado o dominó que tanto o empolga e aos seus pares.

            - Ah, está bom! E se eu houver, e se eu tiver, e se eu estiver, e se eu for! – achou por bem a dona mulher proprietária de pousada hoteleira e dos longos cabelos arrumados em trança. E já batendo firme a pecinha número 2 dois no carreiro do jogo, ‘pláaaa!...’ Pois que ela é natural original nascida em Muniz Freire e que terminou seus estudos no Alto Jequitibá em a Eeef Martins Pena localizado ainda hoje na rua Conselheiro Laurindo (aproximadamente cerca do terminal de ônibus urbano Roça Grande ali na periferia borda limites com o município de Colombo).

            - Então e já nem sairemos deste labirinto um pouquinho de infâmia desonra vergonha logro e mais girândolas? – perguntou inquiriu amparou o senhor grisalho mais seus traços e jaezes as características de setentão o engenheiro-residente natural nascido em Engenheiro Paulo de Frontin (e nem quis resposta nem esperou pela resposta e já batendo o ‘pláaaa!...’ do número 7 sete na mesa de pedra), aposentado no setor da construção civil e trabalhando labutou boa parte do seu tempo ativo pela região do norte do país especialmente localidades como Novo Airão, Rorainópolis, Presidente Figueiredo, Itapiranga, Urucará, São Sebastião do Uatumã, Rio Preto da Eva...

            Conto aqui que cada estrela é um sistema pingue abundante farto de planejar e plantar e planificar e testemunhar planetas e luas satélites. Cada árvore é um sistema de pertinácia tenacidade obstinação e sapiranguis, gritadeiras-de-são-paulo, guaraçaís-pardos, mandiocaçus, guaricangas-de-folha-miúda, malvas-rosas, murtinhas, rabos-de-lagarto... E já de pronto imediatamente respondendo objetivamente primaveris prontamente e, sazonadas sazonáveis, com sementes e com flores e com frutas.

            Para onde estão indo estas pessoas que pisam ‘plate!, plate!...’ a tampa de ferro da companhia hidráulica em a rua professor Alfredo Parodi? Na calçada velha ‘pleque!, pleque!...’ da antiga rua Barão do Serro Azul de o velho bairro dos Potiguara.

            O bairro Bacacheri o parque general Iberê de Matos a rua Paulo Naldony as capivaras pastando à beira à volta dos laguinhos e biguás e jacurutus ‘u-ah!, u-ah, u-ah!...’ e bicos-de-pimenta ‘rou-rou-tchiiii!...’ A ciclovia os pedalinhos as pessoas correndo voltas as cutias (de noite e de dia) os sanhaços-frades ‘vi-fri-fri-siiii!...’ os sanhaços-cinzentos ‘vê-i!, vêeee-i!...’ os trinca-ferros ‘piiiim!, piiiim!...’ os azulões ‘crêeee!, crêeee!...’ os bem-te-vis-do-bico-chato ou neineis ‘gueteguê!, gueteguêeee!...’

            Uma e outra vez o grande inédito exclusivo poeta João da Cruz e Sousa passava de passagem por Curitiba, do tupi ‘pinhal’, (na altura da estrada da Ribeira ou br-476) quando lhe ocorreu imaginar e verbalizar e compor e lembrar de uma palavra mágica um vocábulo bonito misterioso inspiração caída do céu do céu para um seu novo e surreal suprassumo transparente poema poesia começando assim, dizendo: ‘Responso’.

            - Madames e cavalheiros, lhes denuncio um comércio de dirigidas rezas e preces e orações confessáveis – comemorou consigo mesmo o simbolista poeta, dedo indicador segurando o queixo os olhos no espaço longínquo o pensamento inovador mais além.

            Descia o literato e subia aí andando a pé e curtindo a cidade pela rua Joaquim Caetano da Silva e emendando com a avenida presidente Arthur da Silva Bernardes para logo prosseguir pela rua Marechal Deodoro e até alcançar a solicitada acolhedora ótima praça dos Alveitares. Estratégias à parte a partir de.

Ali o mágico poeta ancorou e onde muitos aposentados das forças permanentes os soldados inativos da Guarda Nacional passavam o dia o diário jogando se distraindo com o carteado a víspora ou loto ou tômbola preenchendo as cartelinhas. Chegando perto o motejar os gracejos o chasquear do grupo selecionado. Ali meirinhos funcionários da justiça e periodiqueiros periodistas, todos já decididamente jubilados.

            - Tenho horário tempo contadinho em minutos horas... calendário – comentou o major, jogador de tômbola e já preenchendo o número 44 quaraquaquá do seu cartão, um morador da cidade na rua Francisco Camargo mas oriundo originário de Matinhos e mais precisamente cerca do balneário Junara.

            - Gosto muito de Curitiba mas sou de Guaiúba, e muito grato e orgulhoso – lembrou recomendou apartou um coronel, esperto e honrado e probo, ainda muito e bastante tagarela palrador trovador conversador animador de auditório.

            - Saí de Maranguape maranguapense somente com o bolso furado bagatelas bugigangas cacarecos ninharia e cá estou nesta cidade que muito me fez e fiz – lembrou relembrou recordou distribuiu o fulano brigadeiro, dono de alguns hectares à beiradinha da rodovia do Café e banhados pelo riozinho Cará-Cará.

            - Ora, por que e para que teimam comigo? – jogava jogando jogou o sargento e ex-funcionário da biblioteca professor Bruno Enei (este prédio ainda localizado em a rua dos Operários com a Jacob Holzmann).

            - Já eu mesmo saí de Durandé durandeense junto do rio José Pedro e podem contar comigo, oquei?! – alinhou aplicou decidiu o primeiro-tenente, e jardineiro de mão cheia o tipo muito legal e alegre e também atento ágil lé com lé e cré com crê.

            - A minha situação agorinha é bem extraordinária – falou um brigadiano capitão-general morador na orgulhosa rua Miguel Bertolino Pizato, e nas primeiras horas da matina leva e trás seus cães e cadelas a passear (tutor dono pai do cão Grogue e a cadela Esparrela).

            - Os autos ou carros os automóveis nem andam por si mesmo, confere? – indagou arrumou colocou a tenente-coronel-aviador, vestida revestida embrulhada em vestido touca e xale (puxando um sonoro 20 vinte, logo ela que tirava os números no escondido do saquinho), mais ainda com um incansável e preparado e arejado e sortido ateliê de costura à rua Evaristo da Veiga frente à praça Cardeal Câmara.

            - Todos os dias e as novas demandas – comentou o aposentado como segundo-sargento, e ainda por cima também ex-bancário do banco Galheteiro (agência da avenida Visconde de Taunay), sujeito sempre compenetrado permanente eviterno arreigado imutável incessante sempiterno (torcedor do Coxa-Branca e frequentador do bar-café-churrascaria O Dardo).

            - A vossa reverendíssima e dir-lhe-ei e far-lhe-ei e acostumar-me-ei – apitou assobiou assoviou um comandante-chefe lambari-piquira, entre um número de tômbola e uma subida à tona do aquário de cristal (peixe originário natural saído de curso-d’água bem correntio fluente de fácil fluidez o rio da Várzea (este caminho líquido serpenteando pela margem da rua Paralela Oeste Perimetral, Marau).

            - Em o ótimo resultado está naturalmente o mérito – compôs dispôs o fulano capitão-de-longo-curso e casado 2 filhos meninas endereço nesta cidade em a rua João Negrão o prédio nomeado Estamento apartamento tal e qual.

            - O que ainda por dose e muito atentamente e também já bem nacional – discursou palestrou o capitão-de-cabotagem ex-marinheiro de alto-mar pélagos pegos abismo profundidades, quando nem porém assim e assado de escolhos arrecifes recifes abrolhos.

            - A distância de Manhumirim para Caucaia pela rodovia Zeferino Vaz mais a avenida Eduardo Pereira de Almeida requer asserção assertiva asserto afirmação categórica e categoria – disparou alertou estendeu prolixa copiosa profusa longa extensa e ainda assim com vontade perseverança pertinácia a fulana sargento-chefe (filha de sicrano tenente-general com beltrana major-brigadeiro), unhas postiças longas pintadas de cores diversas e com enfeites motivos dispersos tipo fruta peixe primata palavra flor legume número brinquedo árvore ave.

            - O que faço e refaço repaço compasso fabrico muito bem feito perfeito satisfeito confeito – distraiu comentou aniversariou o sargento-ajudante e ex-padeiro oitentão, grande jogador assíduo frequentador das rodas de tômbola aí com os amigos, saudoso da sua terrinha Lajinha, patrocinador apoiador do time de futsal Sociedade Recreativa Energúmenos (com sede própria na rua Aristides Teixeira - onde e o que e como foram contratados e jogam os principais craques da modalidade no Estado, nomeadamente os futsalistas titulares o Biltre e Pulha e Canalha e Infame e Vil e mais os suplentes que entram para jogar uma vez ou outra substitutos eventuais os da regra 3 o Rateio e Ratear e Rateação e Rateamento.

            Como realmente e a fundo são estas pessoas que aqui agora passam e pisam ‘ble-ble-que!...’ a rua Isaac Guelmann? Ou mesmo passam desfilam pela calçada de ladrilhos bem postos recentemente da transversal rua Carlos Dietzsch? São velhas rotas trilhas hoje velhas ruas velhos passeios rua antiga dos Curupis. E ainda no caminho para o parque Aníbal Khury e a mata Santa Genebra, esta em a cidade de Campinas.

            Contente com seus limites de gravidade, o sol viaja pelo B de leste a oeste e desta vez hoje principalmente mormente aclarando as horas de Irati e Fernandes Pinheiro e pico Pedra da Mina (2.798m) e Caridade e Palmácia e rua Lysimaco Ferreira da Costa. Verão veraneio periastro praia do Canto Grande (em Bombinhas) e a trilha na Pedra da Rajada. À porta à parte a partir da rua deputado Mário de Barros até a praça Capistrano de Abreu, esta bela amostra de espaço florido coberta de pindaíbas-pretas, perobas-tabuadas, mororozinhos, patis-amargosos, groçaís-pardos... e contando com o canto despertador sonoro sons dos pula-pulas-assoviadores ‘veroqui!, veroqui!, veroquiiii!...’ das cigarrinhas-do-sul ‘fi-chi!, fi-chiiii!...’ dos batuqueiros ‘blá-bló-blóooo!...’ dos tauatós-passarinhos ‘foi-foi-fooooiiii!...’ dos curiós ‘bri-bri-briiiióooo!...’

            Um belo e supimpa e azul novo moderno dia novo, Cecília Meireles se deparou frente a frente com uma doceria confeitaria e lá estava a tabuleta marcando nomeando a palavra da semana do mês e quiçá do ano inicial inaugural: ‘Manauê!’

            - Eu que gosto de doces os quitutes... E eu sei os ingredientes: açúcar, glicose, amendoim, farinha de trigo, albumina (clara de ovo), sal, gordura vegetal, aroma de baunilha idêntico ao natural, emulsificante ins 322, bicarbonato de sódio e bicarbonato de amônia – arrolou narrou descarrilou a dona poetisa fonte de altas artes literárias pátrias poesia na veia, intelectual inteligência que sempre fala com argúcia.

            Caminhava ao longo da rua Luciola Carvalho ao largo da avenida comandante aviador Childerico Mota, sempre às vezes pela sombra das 10h. E desinteressada filantrópica filantropa filarmônica e propondo para si mesma vários temas assim de cabeça saltando imediatamente da sua cachola esclarecida: procurando alguém ou algo para abraçar elogiar com transporte; esperando chuva para a tarde; aguardando o trem para Maracanaú; uma chalana até Pacatuba ou Pentecoste; bolando peça teatral cenas de palco em grande auto alegórico ou satírico, em quatro atos; palestra na emef 12 de Maio, biblioteca Anna Nery (rua Armando Criveletto, Vila Flores); publicar estrelas sublimes habilidosas contentezinhas crepitantes crepitando no universo infinito.

E sendo assim, pulquérrima pulcra bonita, foi e se achegou à praça Fricandó e buscando se aproximando dos jogadores de cartas baralho jogo do pontinho. E observá-los avaliá-los incomodá-los espiá-los contemplá-los descrevê-los. Algazarra de vozes sapateios pancadas ruídos. E a mesinha de pedra onde se fazia o jogo jogado e o lambari pescado de as cartas baralho embaralhado cortado distribuído carteado pontuado.

            - Ver-se-á! Os dias vêm caros, mas passam na oferta e procura – analisou distribuiu comentou um lojista com uma loja na rua Guilhermino Cesar, magazine de fazendas vestidos novos de pregas enviesadas, coletes azuis e beges, chapéus femininos, mantas, abrigos para corridas e mais avios linhas carretéis colchetes cadarços retroses...

            - Ser-me-ia! E sim isso mesmo somente se vê hortaliças – expõe contrapõe decide uma senhora cozinheira que é parente de fulano que é contraparente de sicrana que é amiga do casal cônjuge beltrano com beltrana estes vizinhos do vereador que é amigo e compadre e correligionário do atual prefeito.

            - Trar-lhe-ei! É quanto eu mesmo pretendia e aliás pretendo saber por conhecer – repicou fez réplica repique tocou festivo os sinos o pulpeiro dono de pulperia recém-convertido catecúmeno neófito iniciante aprendiz principiante do budismo teravada.

            - Justificar-me-ei! Também vendo comercializo sorvete de açaí e caju e pitanga e jabuticaba... entre outros caros sabores tropicais – lembrava distribuía recordava a distinta chefe gourmet e de altas culinárias, sempre explicando enfática deste modo como quando por que em que lugar com o sem açúcar sem glúten.

            - Comprazer-me-ei! Se vós fordes! As horas de D vão pingando no lago do ir e vir, hem?! – comentava discorria alertava a professora de História (com agá maiúsculo) do B, exercendo a nobre missão e profissão na emef Felipe dos Santos (entre a rua São Francisco de Assis e a avenida Osvaldo Aranha).

            O sol estava está pronto. Há muito tempo pronto e fisicamente pacificado paz. E de vida trajetória caminho fácil superficial compreensível corriqueiro elementar.

            As estrelas incontáveis raras distantes necessárias distribuídas na lona azul ou rarefeita do além ou aquém. Estrelas nascendo e vivendo e brilhando em áreas permitidas permissíveis proibidas; todas as áreas e zonas a olho descoberto.

            A lua como um prato um queijo um disco voador prateado cheia de marés e estações. Lua satélite luar lunática subentendida hermética. Critérios crateras características criteriosas.

             Um começo sem fim o céu acho assim nem sei como ou por quê. Algazarra de cantos chilros e cocoricares retinires arrulhares grasnares... Deve preencher de riqueza ardil inteligência e de pássaros o corrupião ‘pio-pio-pio-viiii!...’, joão-pinto ‘fri-qui-riiii!...’, curicaca ‘glau-glau-glaaaau!...’, flautista-do-tepui ‘béu-téu-réeeeu!...’, uirapuru ‘viu-tio-tio-tio-miriiii!...’, acauã ‘vau-blaaaau!...’, suindara ‘rau-rôooo!, rau-rôooo!...’

            Nuvens intransigentes e raios radicais e trovões temperamentais esturrando para já acontecendo as bordoadas espadeiradas e rusgas absurdas os disparates os estrondos ‘bru-tu-cum!, bru-to-tum!...’. Meias-verdades meios-dias meias-noites meias-mentiras logros logrados mamados enganos enganados fraudes fraudadas. Efetivamente.

            Que máquina admirável este o sol! De muito interesse. Um sol guarda-fatos ou guarda-roupas. Sem aranzel e lenga-lenga. Dependendo do dia do mês da estação e mesmo já duplicando força quadruplicando temperatura quintuplicando calor... e centuplicando praias de areia branca. Com balda mania veneta de pé de boi pé de bode pé de anjo pé de macaco pé de pato pé de galinha pé de cachorro pata-de-vaca.

            Desde o dia os sete 7 dias que D nasceu invisível e veio ao mundo por Ele mesmo. O estribilho o refrão o bordão repetido repeteco de coisas desnecessárias ou necessárias precisas e imprecisas. Uma miscelânea salsada salada de fatos e fotos e paisagens pindorama. Arriscada cilada destemida arriosca pretendida ocasião.

            Uma manhã de um dia iluminado e esperto e comum, o contista sul-rio-grandense João Simões Lopes Neto estava viajando de Pelotas até Novo Hamburgo. Aí quando resolveu parar no meio do caminho para o sossegado merecido pernoite. E desmontou do seu baio aí mesmo em o distrito de Rio da Ilha pertencente a Taquara taquarenses ‘um lugar para ficar’. E procurando uma pousada um pouso no centro da cidade se deparou com um boliche/bodega e seu nome sugestivo criativo apropriado desconcertante aconchegante: ‘Taberna da Rabeca’.

             - O estilo tem o que dizer a isto? – se perguntou o imaginoso tradicionalista insigne ilustre famoso destacado notável contista sulista rio-grandense-do-sul.

            Na mesma noitinha saiu a caminhar as ruas do centro antigo conhecendo pesquisando procurando entrando na rua Marquês de Olinda o viaduto San Tiago Dantas e aí mais além. Passou o estádio de futebol Jorge Banuth e caminhou pé ante pé a rua Ananias Costa a transversal rua Antônio de Moura Bueno e assim mais além. Perto das dunas do Juruvaúva já pela calçada da travessa do Paio encontrou o que lhe agradou e muito lhe satisfez e muito lhe comprouve, a praça general Alcio Souto.

            Uns jogadores de truco ali jogando gritando desperdiçando o tempo passando o tempo envolvidos entretidos nas paradas. O céu noturno se ajeitando para estrelar mostrar estrelas cadentes e estrelas amigas constituídas. Uns discos voadores estranhos extraterrestres tipo pacóvios parvos toleirões perdidões ou até remissos indolentes.

A maioria dos truqueiros blefadores senhores e senhoras ali presentes jogando já de certa idade avançada e muito tempo de experiência e arrelias e rolos e refregas e confusões, no bom sentido. Querelas logomaquias e palavreado palanfrório. Tudo do possível impossível possibilíssimo. E os surpreendidos por repentina jogatina.

            - Assim como lhes digo e confirmo: quando poderei voltar pro meu rincão minha saudosa terra natal a São Francisco de Paula, hein, hein?! – indagava a si mesmo perguntava ao ar inquiria os comparsas de jogo o motorista de entregas rápidas e muito já batendo com fúria o carteado ‘pafes!...’, ele mesmo que já passou e repassou dirigiu guiou e morou em outras paragens conheceu meio-mundo e Três Coroas e Parobé e Laguna e  Ribeirão do Pinhal e Pinhalão e Congonhinhas...

            - Já fui longe e retornei o retorno sempre e rápido de volta a minha querência, isto é – comentava rifava alternadamente um cavaleiro cavalariano guia de tropeadas tropeiro de mão cheia e que conhecia de montão o interior dos Estados do sul e etc. E viajava feliz sempre montado no seu cavalo tordilho de estimação. E varando cercas propriedades caminhos por este mundão sem limites. E adentrando por serra da Seringa varando o rio Itacaiúnas pulando o rio Laranjinha navegando o rio Ribeira de Iguape e contornando o parque da Mina Velha tomando como referência a montanha do pico Agudo, e indo assim no mas.

            - Eu já vi cidades e comarcas tais como Sapiranga e Araricá e Figueira e Jundiaí do Sul e Sapopema mas porém ainda mais nem me canso da minha gleba – comemorava seus caminhos caminhadas andanças o vendedor de gado bovino e conhecido de norte a sul dos Estados sulinos, filho de Ibaiti ibaitiense ‘água da pedra’ (segundo os tupi).

            - Que quer que te diga?! Eu mesmo sou da minha cidade desta localidade a mesma cidade a mesma esquina, ou seja, a rua Tristão José Monteiro com a rua Henrique Vidal Kohlrausch perto da mesma praça Chaim Weizmann o mesmo emprego público no museu Mário Yamanouye, até agora que me aposento aposentar. E nunca saí para nada deste círculo fechado restrito pequeno aconchegante imaginoso. E tchau e bênção! – compilou e bem contente jogador assíduo da roda de truco o museólogo museologista museotécnico, embora sujeito inclusivo sempre atento a tudo e mais a se arrepelar a se lamentar se lamentando se arrepelando por dá cá aquela palha seca.

            - Já peguei trem ‘vum-viiii!, vum-viiii!...’ para Igrejinha e passei por Rolante. Já peguei comboio de tropa tropeirada para Japira e passando por Curiúva, e minha esposa é de Santo Antônio da Patrulha – comemorava dizia e contava cantava o vendedor de tecidos, sempre com malas cheias e carregadas sacolões balaios patronas bornais patuás.

            - Digo dito e parolando o quanto sou digno do meu lugar as paragens cercanias terras raras de Gravataí – relacionava distribuía enquanto jogava o fazendeiro de altas e grandes propriedades, porém ainda assim e também fulano simplório prudente honesto já esquivo distante de estrepolias e traquinadas e assuadas e desordens e balbúrdias.

            - Cheguei chegando e parando parei em muitas cidades mas nem troco pela minha esta em que aqui estamos – falando sério e sem delongas o mascate de comércio geral, talvez um pouco pelo ofício que adotou e um dois certos ares de petulância e manhosa ardilosa sabedoria.

            - Sou nômade e fico um tanto um pedaço de tempo em cada reino e em cada canto e em cada sítio, deixando saudades e levando lembranças de Xanxerê xanxerense ‘campina de cascavel’, Glorinha e Arapoti... – arrolava descarrilava computava a senhora vendedora de remédios caseiros as poções garrafadas, olhos e gestos e caras e bocas já um pouco ou tanto inquietos turbados alterados alternados perturbados.

            - Su-ces-so!... E lhes digo assim. Pé de moleque perdeu o hífen lá em 1990 o último acordo ortográfico oficial, cana-de-açúcar nem por isso – licenciou declarou mostrou compilou demonstrou a professora de linguística aplicada, ela a mesma nascida no bairro Medianeira (rua Domingos José Farina com a estrada Ipiranga, junto à pracinha irmão Herbert Wildner).

            A lua oblonga e quem sabe outras coisas, já pairava no céu preto competindo com as estrelas constelações figuras estelares planetas e outras outros estilhaços estilhas chispas de fogo e luz.

            Já dizia o poeta Olavo Bilac, ouvir-te-ei estrelas ouvir-te-á. O destino o fadário como no acaso. O poeta das ruas Mário Quintana, casar-me-ia avenidas dir-te-ei. O pensamento agindo cismando parafusando imaginando. A poetisa/psicóloga Clarice Lispector, entender-se-á labirintos abster-me-ia. Estrelas de engorda estrelas de muquirão estrelas de multidão estrelas de mutirão mobilização. Enteamento.

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

A glória IX

 

                                                                      

 

            29-10-2044

            (É o dia a dia que mais se ousa dizer o dia que incorpora a noite hora após hora 12 meses o ano translação e 365 rotações, e diz que diz, os trezentos e sessenta graus.)

            A batalha de Itaparica ocorreu foi se desenrolou na baía de Todos-os-Santos. Assim em janeiro de 1823. Com a participação do exército brasileiro e mais a marinha  e exército portugueses. Dito e feito, durante a guerra da independência.

            A Terra está direitinha na sua órbita na sua trajetória. E refaz estação atrás de estação entre um período e outro. Isso faz amadurecer com que amadureçam os fatos feitos acontecimentos. O almanaque prático informativo econômico recreativo...

- Senão do contrário, vejamos!

            - Ora! Esta história tem disso pensa os teréns trastes cacarecos cafiotes...

            - Eu afirmo e confirmo e repito: esta história tem espinho e é merecedora.

            - D presente! Quanto tempo por vir, ir e vir, o porvir...

            - Hum!... As entidades em sequência números ordinais dezeno décimo dezena.

            - O que dizer desdizer redizer do presente hoje agora deste agorinha? Que é dos séculos e séculos, amém?!

            - Sim, digo e redijo e replico, o agente de inteligência artificial é gente boa e também inteligente esperto diligente.

            - E o que há pra olhar e bisbilhotar lá pra fora daqui pra lá campo afora?

            - Oi!... Estremecimento do céu é porque aí vem chuva chuvarada saraivada e chuva ótima aquela chuva que D manda.

            - Su-ces-so! Muita fé esperança crença calma nesta hora e pro futuro, né?!

            Os decibéis do diário o dia urbano a rodovia governador Aderbal Ramos da Silva. Os alto-falantes e megafones e bate-estacas em plena praça Fernando Machado do bairro Carianos. Tampouco e tampouco!

            Assim como temos cidades com os engenhos de soque dos engenheiros-residentes das engenharias ambientais, e Ipiranga e Matelândia e Pontes Gestal e Três Cachoeiras e Boa Esperança e Lauro Müller lauromulense ou lauro-milense...

            Habitam povoam áreas zonas serranas florestais costeiras. Sistemática e eficientemente. Que tão tal e qual satisfação!       

            02-11-2044

            (Um ano um mês tal dia esta mesma hora aqui presente e a coisa vai e vem e acontece como manda o figurino.)

            Batalha de Pirajá e ocorreu explodiu veio à tona durante a guerra da independência. Isso foi feito e registrado e anotado dito pelo redito editado concluído em novembro de 1822 em a província da Bahia ou Baêa.

            - Ih, já sei e imagino e considero.

            - Que imponderável o qual aquilo nem pode ser previsto e alcançado.

            - Olá!... Até nem sei mais o que acrescentar. O que vem depois?

            - Que hoje ainda nem sei mais o que dizer. Se digo já nem sei o que ouvir.

            - Se quero contemplar? A comissária de ônibus rodomoça atendente do coletivo.

            - E termina uma coisa e começa outra. Começamos e terminamos de 1 vez.

            - Sim, sim! Acho que pode sim.

            - Então, tá! É isso.

            - Terra e chão e local das águas-pés terebintinas aquiquis marvadas danadas...

            - Desligo primeiro, ajá-ajá-ajá!...

            - Oba, minha cara! Que cândida que candura candidata!

            - Pois é. Pois só observando vendo olhando... e admirando.

            - A troco de quê, bem?

            - Se nós a gente nós mesmos pudéssemos voar? Ah, se voássemos?

            Se fosse a via a ciclovia a rua Bernardo Pires cruzando com a rua Leopoldo Bier no arvoredo da praça deputado Carlos Santos. O rio Xinguí e ‘blo-blu-bluuuu!...’ E voar asar e cantar igual os bicos-de-pimenta, bicos-de-lacre, arrebenta-frutos, guaranicingas, puxicarains, bicos-de-latão, bicos-de-veludo, bicos-de-brasa-da-várzea...

            Fui em casa dos avós maternos. Ali mesmo em plena avenida Paulo Fontes a praça Othon da Gama d’Eça o bairro Saco dos Limões. Foi um dia assim como o mesmo de hoje. Eu tinha o quê... uns poucos anos, talvez 7 ou 8... Vó sempre fazia um quitute umas bolachinhas caseiras de tirar o fôlego. Vô me apresentou o seu cachorrinho novo. Demos a mão e a pata. E ficamos amigos. E o cusquinho vira-latas morou ali com os avós alguns anos tempo afora. E fui eu mesmo que lhe dei o apelido de Avião. Criado solto ali na chácara Caripuna. Corria pela rua de paralelepípedos e bastava ouvir ronco de auto. Corria atrás de automóvel desesperadamente caninamente ‘rau-au-au!...’

            - Haja o que houver, e que digo sempre!

            - E digo mais: estou disposto a fazer e refazer a fazenda fazendário.

            - Seria naquela loja de ferragens da avenida Waldemar Vieira. E com certeza.

            - Item!... É fenomenal é fogo. É doce e doçura. É meia dúzia de quindins.

            - Uau!... Vou assistir ao jogo do Inter e, depois e somente após, dormir me deitar. Tenho muito que acordar cedo de manhã matutina.

            - Tenho ainda que pensar em conforto. Vou seguir adiante...

            - Um dia, e lá pra trás no tempo, um dia já fui pássaro. Garanto. E passarinho de passar voando asando cantando bem cedo de manhã tipo pintassilgo-do-campo, tietinga, pintassilva, japacanim, guaxe, japim-da-mata-encarnado, japuí...

            - Tenho ou nem tenho possuo a razão? Assino embaixo.

            - Eta!, que o dia tá de sol quente quentão e calor caloroso.

            - Oba!... E a possibilidade banalidade de ter havido alguma sopa de letrinhas algum dia de carnaval lá na era dos dinossauros. Adoro festa, você me conhece e sabe.

            - Sim e talvez. Lembra daquela atriz do filme a fita ‘Imperativo Afirmativo’? Pois a tal atriz por um triz nem foi cantora e intérprete da mpbu, acredita?

            - Já sei! Vou dizer. A praia da Daniela é o meu melhor lugar pra lazer.

            - Compensa e nesta hora, tá ligada?!

            Junto com o caminho leito favorito do rio Retiro acompanhando o fluxo diário eterno o destino fluvial banhando entre a mata ciliar e assim acaiúras, olhos-de-cabra, pindobas, madressilvas-verdadeiras, sapupiras, capotiraguás, arrudas-de-campinas... Os sons os cantos os dizeres e significados e bater de asas os ‘gue-te-guêeee!...’ bem-te-vis-carijós, saíras-militares, coleiras-do-sertão, sabiás-caras-de-gato, garrinchas-trovões...

            06-11-2044

            (Talvez horas idênticas medidas metidas parceiras o tempo girando em torno de si mesmo o dia os 30 dias a lua em torno um sol anual zodiacal.)

            A revolta dos Beckman ou Bequimão, foi uma rebelião ocorrida entre 1684 e 1685 na cidade de São Luís-ma. Liderados pelos irmãos Manuel e Tomás Beckman, os revoltosos contestavam o monopólio da Companhia do Comércio do Maranhão e a falta de acesso à mão de obra escravizada (africanos e índios). Os distúrbios iniciaram em fevereiro de 1684 durante a ausência do governador do Maranhão, Francisco de Sá e Menezes, que se encontrava na cidade de Belém-pa. Esta revolta costuma ser classificada como um movimento nativista do período colonial brasileiro, levando em conta que nem se contestava então e ainda o domínio português.

            - À primeira olhada e à primeira vista... E já eram umas 4h da tarde, ufa!

- Outrossim. E o sol tava rachando como costuma fazer nessas horas nesses dias da tal e qual veraneada estação.

- Ué!... Pois assim e nem é mesmo?

- Quando e quanto faz um solão ou uma lua pra cada um e quando quanto chove de pancada bomba-d’água.

- Isso mesmo. Pois aí está e o que é que tem?

- Eu vejo. Concordo e digo mais: um brincalhão brincando às pampas.

O que quer que se queira adquirir. Azulejo mosaico de cerâmica ou ladrilho de terracota com remates esmaltados e dispostos geometricamente. Particularmente decorados e decoração de casas de paredes de salões de mansões casarões.

Recordando se recorda o semblante cariz fisionomia aspecto aparência sem maquilagem. Eu diria. O modo de ser e estar e encantar assim natural de atenciosa envolvente exagerada afetuosa científica simpática graciosa querida beijável beijável. Os olhos o sorriso mais simpático e esplendida espelho esperada prestimosa. E ninguém tinha nada com isso aquilo e quiçá. Todo mundo pensa em agradá-la.

Assim igual temos cidades novas perfeitas e Santa Rosa do Viterbo e Porto Ferreira e Luiz Antônio e Tambaú. E na mesma lambada o adagial dos adagiários adagieiros adagiaristas desfazendo citando empregando disfarçando os adágios.

            07-11-2044

            (A hora h um horário honorário ora isto ora aquilo ora essa o dia perpendicular regular o mês conversador conservador o ano sereno modelo, com licença!)

            A insurreição Novembrada de 11 de novembro de 1955 foi um golpe ou contragolpe preventivo do marechal Lott. Acontecimento político-militar para garantir a posse de Jucelino Kubitschek e João Goulart, respectivamente presidente e vice eleitos naquele ano. De um lado os legalistas (exército brasileiro e congresso nacional) Henrique Teixeira Lott, Odylio Denys; do outro os rebeldes (governo federal e forças armadas) Café Filho, Carlos Luz, Jurandir Bizarria Mamede, Sílvio Heck.

            Assim vejamos como temos cidades e Urussanga e Piçarra e Paulo Lopes e Gravatal, estas reguladas regimentalmente em os regimentos dos diversos regimes.

            - Oi, mesmo! Nós temos o mar fazendo as vezes de universo de começo do mundo e de tudo isso, né?!

            - Interjeições, repito e reedito, fora do dito, recomendo retorno, do discurso reflexo refletido já nos conformes da demanda e da prática. Isso por ser breve, hein?!

            - A conversa a fábula girou em torno das duas filhas do casal dela dele, é.

            - E quanto quando muito um ou duas semanas, quiçá o mês, o mais tardar.

            - Confesso. Vou dizer o que todos dizem nessa hora: ‘Méeeeu D!!’

            - Que estas aves e pássaros fazem dos seus das suas os pousos e decolagens...

            - Oh, que chique! E sim, interessada interessante interessantíssima cortês prestativa. Por exemplo.

            - É isso aí e assim mesmo, chapa! As formalidades.

            - Suprir o sossego sossegado demais para pensar em usufruir a praia Brava.

            - Opa! Deixe nos comentários compartilhe com quem você acha que vai gostar dê uma ripada, e muito obrigado! Nem se esqueça de acionar o sininho a campainha!

            De servidor público a empreendedor autônomo e acadêmico de academia doutor mestre competente justo exemplar extremoso...

            Especular especula espetaculares jargões, estes coletivos ou manadas e frívolos superficiais fúteis plásticos imateriais virtuais. Coisa de trapezistas nos trapézios trapezoides trapeziformes trapezoidais.

            09-11-2044

            (Este dia do mês de o ano e eu leio a frase esta frase no para-choque de um caminhão-baú: ‘D está entre nós!’)

            A guerra dos Emboabas foi um confronto pelo ouro das Minas Gerais. Este entrevero aconteceu foi travado de 1707 a 1709 e na antiga denominada capitania hereditária de São Vicente. Nesse conflito contrapôs se contrapuseram os bandeirantes paulistas contra os portugueses e emigrantes oriundos de outras regiões do país, os tais e quais apelidados de Emboabas (tradução do tupi como ‘os que invadem’, e do português antigo arcaico como ‘os patas peludas’).

            Nossa imaginação é uma história em uma longa e larga lagoa. Nossa fantasia é um jacaré-de-papo-amarelo da beira do rio Miringuava. Nossa poesia, ou paródia, é mero meio ambiente climatizado ambientado em o campo afora.

            Hoje quinta-feira, este dia bondoso e estria traço sulco aresta forma, com nuvens chegando calmamente do destino norte ou noroeste. E congestionando a serra das Andorinhas ou dos Martírios a praia Morro das Pedras o bairro do Cacupé a praça Júlio Davi Perneta. A variedade é rica. Nem há quem nem se encontre aqui, nem há quem nem se encontra ali.

            - Oi!... Alô!... Aqui é da Terra... Sou eu mesmo, o fulano!

            - Lembra lembra da minha voz vocal vocalização vocalizada?

            - Escute e me ouça. Escute... Tenho que te dizer uma proposta do impossível.

            - Nem tanto tão 88, porém nem menor menos tipo 8.

            - Sei e ainda sei que nem é comum dizer isto, minha gata... Mas... assim...

            - Nem que seja pra ouvir tua voz tua sonora teu canto teu miado miaaaau!...

            - Agradar. Nem que seja pra te rever na telinha e com zum.

            - E estou pensando em ir para Eldorado dos Carajás ou mesmo Ramilândia.

            - Geograficamente. Podemos mudar de opinião de ideia de rumo de roteiro. Quem sabe quem sabe você pode ver podemos rever e escolher Palestina do Pará ou Tailândia e ou o bairro a praia Santo Antônio de Lisboa ali em Floripa. Você vê.

            - E sei de tudo um pouco e sei o suficiente de você. Sei que você é boa pra mim que é meiga que é amiga que é feliz que é ensolarada...

            - Tenho mania admiração por teus gestos por teus modos e modas e ondas...

            - Ora!... Quanto aprecio seus cabelos longos suaves pretos, às vezes trançados estrigados entrelaçados enastrados...

            - E teu poderoso cérebro.

            - Prefiro prefira café com leite. Com teus olhos eu conto todas as estrelas do céu do mar. Com teus olhos olhar de relâmpago, ao mesmo tempo ternos doces fofos vaidosos, eu atravesso o espaço sideral.

            - Oh!... Sempre sensacional. Sempre com elegância. Sem abrir mão do charme que este lhe é bem muito cheio peculiar e lhe acompanha.

            Assim como temos municípios localidades com suas corriqueiras burocracias e os burocratas com seus burocracismos. É a probabilidade de serem praieiros banhistas turistas veranistas e causídicos e solecistas. É a localização de ter Orleans e São Geraldo do Araguaia são-geraldense e Inácio Martins e Palestina e Missal e a rua Holdemar Oliveira de Menezes já o bairro Vargem do Bom Jesus (este da cidade de a magia).

            10-11-2044

            (Em tal hora horário qual dia diário em algum lugar deste hemisfério sul acontecem aconteciam pode acontecer a qualquer momento o seguinte os decisivos fatos abaixo arrolados contados interpretados registrados elaborados fatiados cofiados.)

            A revolta dos Malês (ou Nagôs) aconteceu por volta de 24 de janeiro do ano de 1835 na cidade de Salvador-ba soteropolitano. Foi uma rebelião insurreição sublevação de escravizados africanos de origem iorubá ‘imale’ (que significa: muçulmano). Oriundos (espacial temporal social racial) da antiga ‘costa dos escravos’ e que nos dias de hoje compreende o litoral dos países do Benim, Togo, Gana e Nigéria.

            Vai que chova o dia todo e mais um pouco. A mesma chuva que alaga e molha o que for. A água corrente corre para o rio Mucugezinho e que ligeiro dispara otimista mais feliz barulhento bulhento. Como quem diz e repete se repete competindo.

            A arquimagia mágica mágico imagens dos raios de a luz do sol, sol e chuva casamento da viúva, luzes cruzando gotas caindo direto das nuvens. Grandes marcas formas figuras inusitadas e cavalos centauros elefantes casas portas navios barcos a vela... e verticais elevados notáveis excelsos celsos sublimes...

            - Ou-ou-ou!... Esta história é o quanto antes, duvida a dúvida?

            - Ora!... Quem disse isso estava presente e contente?

            - Se eu conheço Imaruí os/as imaruienses? Acho muito aproveitável provável.

            - Região carbonífera. E, claro, sim. Acho que nem é nem, uai!

            - Acho brabo, esse negócio insustentável de apostas apostar na quina.

            - Vamos na boa! Subs-tra-to instintivo do psiquê. E mundo onírico.

- Opa! Com licença. E até logo, até breve brevemente...

            - Qual! Ou será verdade e eu ainda nem me lembro nem cheguei perto, será?

            A igreja matriz de São José o templo dos católicos apostólicos romanos ali na colina (pelas estantes e prateleiras da capela de Santo Antônio, alguns tantos ex-votos ou presentes ofertas lembranças da devoção em consagração e renovação agradecimento de promessas) e de frente pro restante do bairro Bela Vista, a rua Conselheiro Carrão com a rua Major Diogo. Ali por fora e empoleirados nos ramos das piraguaias os cantantes intérpretes uirapianas, pula-pulas, guaracavuçus, cavacués, chocas-da-mata...

            - Voltando pra vaca fria ou mais o pão-pão e o queijo-queijo...

            - Sim e yes! Que é uma hora boa de emboralá!

            - Digo que 9h é excelente oportunidade pra sair de casa e enfrentar o trânsito.

            - Oba, opa!... Tenho de comprar um presente de aniversário. Como eu sei?

            - Foi D que criou tudo e todos inclusive outras coisas ainda mais perfeitas.

            - Exatamente igual e como se fosse hoje. Foi ali na loja frente à sapataria Sultão, a mesma rua Compositor Pedro Raymundo, que nos vimos pela primeira vez. Eu lembro e recordo como se fosse agora e um dia de sol forte com incidentais cigarras estridentes.

            - Então, assim, qual é o barato o legal o maneiro de hoje?

            - As boas e ótimas férias de final de ano que passei em Formosa. Navegando de barco singrando o tempo a viagem no catamarrã ou gaiola sobre o rio Araguaia.

            - Que coisa, né?! O mundo tão perto tão vasto tão incrível tão comum, uau!...

            - Sensacionalmente. E mais adiante e no trajeto dia após dia a Bom Jardim da Serra e Álvares Florence e Laguna e São Martinho...

            - Que galhardia!...

            - Nem tem o que dizer e te digo redigo. Exijo te dizer.

            - E se a gente agorinha mesmo fosse nadar na piscina do clube recreativo Símbolo da Pátria? É uma, né?! Compensar que hoje e sexta-feira, sextar sextou...

            - Ué! Contando sempre que tenho horário hora pra tudo e demais coisas. E o trabalho os afazeres o serviço tanta coisa me esperam me aguardando.

            - Ora!... Agora você me pegou.

            - E eu nem sei. Nem me importo. E nem imagino.

            - Que é que é isso e aquilo, meu?! Estou espantado. Estou perdido.

            - Isto faz da área da zona um lugar de contrastes...

            - Sim e quem sabe. Os acadêmicos têm essa prerrogativa e os porquês.

            - Até inté que tem tido, hem?!

            11-11-2044

            (A hora matutina coabitando com o dia este contubérnio em o mês o mesmo convivendo com ano letivo coletivo superlativo, e pleonástico redundante tautológico.)

            A revolta de Vila Rica (Ouro Preto) ou revolta de Filipe dos Santos (fazendeiro de origem portuguesa) ocorreu em 1720 (século XVIII, ciclo do ouro). A causa principal da rebelião foram os impostos ‘o quinto’ ou 20% do ganho obtido com a extração do ouro. Esta agitação desordem ainda almejava a mudança econômica e social para que a colônia se libertasse do jugo português. O governador Conde de Assumar, em nome da Coroa portuguesa, mandou prender os rebeldes. O líder Filipe dos Santos foi julgado e condenado à forca, seu corpo esquartejado em praça pública.

            - Oh!, uma lua clara redonda com um halo de pertencimento surreal...

            - Os significantes significados e arroubos êxtases enlevos arroubamentos.

            - E sim, isso mesmo. E daí fui até a comarca de São José e os bairros do Kobrasol e Bela Vista e Barreiros... Passando a instagramável ponte Hercílio Luz...

            - Os arrufos dos tatupoiús, o bulício do casal de sairuçus, o calafrio do ribeirão Bebedouro, os inescrutáveis incontáveis indetermináveis sentidos do anacoluto...

            - É universal esta predileção por abacaxi em suco em geleia em compota em calda, nem concorda? Um passeio degustável saboreável pra toda a família.

            - Opa!... Laconicamente as lisonjeiras laranjas pomos de ouro quilates.

            Uns verdes categóricos e as categorias de verdes e tons juvenis e até transparentes transparências verdinhas essenciais e encantatórias tipo os guapuruvus as guarajubas as utuapocas os tucumãs as beldroegas-grandes os amores-crescidos...

            Observe isso e motivados os beija-flores-de-fronte-violeta, cigarras-pretas, ferros-velhos, pia-cobras, juruviaras, ferreirinhos-relógios, sebinhos-de-olho-de-ouro...

            E mentes hábeis e sóbrias e lógicas arriscam aventuram pouco ou quase nada. Raro raramente explícitos. Mais o modo subentendido, sobretudo.

            Assim algumas cidades locais identificadas como as tais e quais Santa Cruz das Palmeiras e São Simão e Descalvado e Santa Rita do Passa Quatro (santa-ritense, ‘estou aqui para ficar’) com seus anacoretas anacoréticos emprestando embulhando preconizando segredando os anacoretismos. Confirmado que é mesmo.

            12-11-2044

            (Àquela hora este dia mês e ano da graça, os pensamentos do mundo a sorte o jogo jogado em repouso repousando repousado.)

            A revolta dos Muckers (‘santarrões’ falsos beatos ou ‘rezadores’) ou Campanha do Morro Ferrabrás foi um conflito distúrbio argel motim ruaça levante tumulto sublevação sururu armado ocorrido entre os anos de 1873 e 1874. E envolveu tropas militares mais uma comunidade religiosa, sendo que os integrantes adeptos seguidores desta última foram liderados pelo casal Jacobina Mentz Maurer e João Jorge Maurer. O cenário abrangeu as atuais localidades de Sapiranga e Campo Bom e distrito rural Lomba Grande em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul).

            E eu me admiro disto e deste parecer. O sol e bom e fantástico e o quanto é o sol. Que é óbvio e necessário, porém sol e astro e rei dos terráqueos. É francamente uma encomenda. Repolhos (ricos em vitaminas ferro cálcio), eu reponho tu repões elela repõe nós repomos vós repondes eles repõem.

            - Esta é a situação.

            - E esta também a solução.

            - Quê! Vasta gama de biodiversidade e ingá-de-fogo, uirapequi, uva-do-mato-grosso, erva-preá, guaraitá, trombeteira, garapuvu, jacarandá-caviúna...

            - Convergindo. O que é que posso ver verificar?

            - Pois sei. Pois acredite, que eu creio. E se nem chover hoje chove mesmo amanhã. Chove precipitação atrativa e ou resgatada.

            - Juro que é assim, campo afora e mato adentro.

            - Oi!... Repito e redigo, assim mesmo como D é servido.

            - Oquei! Me deixem pensar... Que eu encontre a resposta.

            A ave de rapina o emplumado gavião-pombo-pequeno gavião-caburé gavião-pega-macaco gavião-mateiro e pairando peneirando sobreobservando sobreposto superposto sobreposicionado desde um alto espaço. Olho olhos, órgãos sensoriais, muito atilados apurados dotados espertos hábeis.

            Nuvens altíssimas já na estratosfera. Nuvens amontoados de vapor cheias e abatatadas que vêm de longe de dentro de sobre o mar ou selva ou cadeia de montanhas.

            Então, a hora o momento o instante a oportunidade, e a mulher a pessoa caminha caminhando em plena rua da Dinastia a praça João Paulo Silveira de Souza a avenida Antônio Barbella o rio Tietê a rodovia sp-070 ou Carvalho Pinto, tudo isso em Guarulhos (esta a capital da dança de roda folclórica a congada). Ainda os dizeres falares retóricas ditos inauditos artigos diálogos reforços resenhas...

            - Minha semana a partir, já te disse e você já sabe, eu começo na terça-feira.

            - Estou me perguntando a capital a principal a patriarcal matriarcal de Treviso e Brejo Grande do Araguaia e Aracati e Teixeira Soares e Imbituba... Você recorda?

            - Gente do céu! Outra coisa que me vem à mente. Li um artigo e nem sei onde. Este tal e qual artigo documento documentário tratava de...

            - Qual e quem. Tinha até a frase um verso ou dois do poeta Emiliano Davi Perneta e que dizia assim...

            - Oh, sim! Coisa linda.

Lugar de diversos diferentes tipos de clima. O rio das Almas. Solo fértil. As matas crescem espessas fechadas exuberantes lindonas. Os verões são ótimos longos quentes estupefatos. E úbi ubiedade, onde se está e se ocupa.

20-11-2044

            (O dia poderoso o mês potestade o ano potentado a jornada jeitosa prestativa obediente honrada pretendente principal e já comemora aniversário.)

A insurreição do Crato foi um movimento tradicionalista ou conservador ocorrido no Ceará durante o período regencial - etapa da história pátria entre os anos de 1831 a 1840 ou da abdicação de Dom Pedro I e a declaração da maioridade de Dom Pedro II. Os rebeldes, que eram adeptos do partido restaurador ou caramuru - estes liderados pelo coronel Joaquim Pinto Madeira, e que buscavam promover a volta de Dom Pedro I ao trono brasileiro -, se confrontaram com o exército imperial comandados por Pedro Labatut. As batalhas eclodiram em 2 de janeiro de 1832 e ocorreram principalmente no Crato e Icó e Missão Velha, região do Cariri.

O tempo pesa mais que o universo total e irreparável. E o mundo enrola carambola desliza parabeniza na goela na garganta do monstro pré-histórico. Utopia quimera fantasia e o tempo vai mas volta recria recriado - a ucronia.

Assim como temos comarcas com suas cidades e suas seus acadêmicos academicistas nas academias buscando academiar academizar.

- Honra ao mérito! Que é feito de Ju? E que é que é, Judith?

- Hein?! Você vem de Pescaria Brava ou Armazém?

- Sim, um lugar bem. E nenhuma surpresa.

- E bota pose e posse nisso, meu!

- Opa!... Concordo. Nada menos nada de horizontes díspares.

- A ilha do Campeche é pura nostalgia nostálgica. E pra mim. E te digo, já muito forte e distante e persistente. Foi lá que vi a deusa pela vez primeira e determinante.

 - Má-gi-co! O cenário a cena o palco, tudo preparado tudo pitoresco.

- Pudera! Trocamos umas ideias de surfe surfamos surfistas. E tudo começou.

- Ué!... Fiquei dependente dependendo dela e amarradão.

- A pequena meia-lua de praia areia areal... A trilha no matinho pelas pedras pedregulhos até o forte de São Marcelo a fortaleza de São José de Macapá...

- Tenho e possuo as minhas magnânimas conjeturas.

A manhã bem a postos e como se fosse sempre assim. O sol partidário participativo parte e passando passeando bem pelo alto e já muito alto despreocupado. Porque o oposto, vejamos. E muitos passarinhos acompanhando acompanhavam o instante magistral megalocal vocalizando trololós e tuiparas, tico-ticos-do-campo ‘tipe-tipe-tipe!..., petrins, cabeçudos, papa-capins ‘pli-que!, pli-que!...’, beija-flores-tesouras ‘psiiii!, psêeee!...’, cuspidores-de-máscara-preta, risadinhas ‘hiiii-hiiii!...’, guaracavuçus... E gostam procuram acham descobrem bom ficar em destaque nos fios de luz fios de tensão topo de palanques ponta de postes cumeeiras de casas.

- Iniciei pratiquei desenvolvi a cidade de Marabá e mais a grande habilidade técnica virtuose virtuosismo virtuosidade. E comemoro comemorativo parabéns!

- Pois o que que é de ficar atrelado ao envergonhado ficar acanhado enjambrado.

- Aleluia! Reconheço Nossa Senhora e Nosso Senhor em paz e onipresentes...

- Suco de abacaxi. Justamente ensolarada a praia do Rosa.

- E é isso aí!

- Veja. Uma dica uma consideração uma contribuição e desinteressada.

            - Havia ali pessoas se banhando e comemorando a paz universal, é.

            - Bom dia! As figuras augustas e andejas.

            - Respeito muito, pois é o mínimo e o máximo.

            - Minha conhecida de outros carnavais. E muito provida de agrados oculares.

            - E os tais e quais nhenhenhéns...

            25-11-2044

            (O dia o mar o sol transparentes contraparentes contentes passam como ligeiros iguais tais e quais tal e qual um 1 corisco.)

            A guerra dos Bem-Te-Vis ou Balaiada foi um conflito revolta popular e social ocorrida no Maranhão – entre 1838 e 1841, período regencial. Com início na vila da Manga do Iguará, hoje cidade de Nina Rodrigues. Os líderes das partes em litígio foram os balaios Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, Raimundo Gomes, Cosme Bento das Chagas; das forças imperiais Luís Alves de Lima e Silva, Sérgio de Oliveira, João Thomaz Henrique, Souza Pinto Magalhães.

            Era uma vez magistral e saudosa no município de São Domingos do Araguaia uma 1 datilógrafa datilografando a prática específica datilografada da datilografia.

            Dia bom dia justo sol de partida arrancada e parte a partir do mar/oceano o leste em rumo para a montanha a serra a cordilheira no oeste. Escrita língua linguagem história da ciência da sinologia, assim a gente diz digamos.

            - Ué!... O que eu opino?

            - Que sei eu da tua complacência presença transparência experiência paciência...

            - Eta, bravo!... Eu estava ali mesmo na rua Esteves Júnior e cruzando no cruzamento com a outra a rua Presidente Coutinho. E caminhando solto praticante praticamente em exercício exercitando correndo aí em pelo e pleno no olho da rua.

            - Sim e quem sabe, pensando na fulana a cuja a sujeita a dita-cuja. Fazer o quê?!

            - Pão e mel. Qual a melhor palavra para iniciar a manhã?

            - Pode ser uma ave canora? A maria-da-restinga!

            - E no mais ou menos, sem logro garatusa burla fraude. Um primor!

            - Qual a melhor palavra para enaltecer o dia começo de noite?

            - Pode e deve ser uma cidade? A localidade de Xambioá!

            - Se eu tenho lembranças das últimas férias? Ora, claro que tenho!

            - Acrônimos. Sim, e que sorte sortida apropriada!

            - Qual a melhor palavra sonora para manifestar tudo e todos no geral?

            - Pode comparecer um aconchegante vegetal? A árvore manacarana!

            - Nossa!... Os dias estes dias encalorados práticos e de boa-gente.

            - Então, meu! Foi agora mesmo agorinha na praça Ramos de Azevedo, bairro da República. Muito por causa do acaso e de repentemente.

            - Confere. Confirmo e concordo. Os passarinhos vocalizando e papa-formiga-da-grota ‘ri-ti-tio-tiiiio!...’ tuim, coleirinha, capacetinho-do-oco-do-pau, cambacica ‘tchi-si-siiii!, tchi-sé-séeee!...’ rendeira ‘vu-ru-ruuuu!...’

            - Evidente e ótimo. Anda bem anda por tudo conhece tudo, caso a caso.

            - A conjuntura esportiva. E mais conforto sofisticação espaço e satisfação.

            Se transfigura. Parece que as asas têm pássaros. Parece que são felizes enquanto o tempo é o tempo. Parece deixarem parece escolherem o modo avião.