sábado, 28 de abril de 2018

Resiliência e Resiliente


            

D Eu sou e quando Eu ilumino de manhã que Eu mesmo respondo ao esplendor Meu. O que Eu quiser, ajeito. O Meu nome de Caçununga. Penso imagino cismo e Me vem a ideia de caminho de estrada de rio Paraopeba, rio Tejuco, rio Coxipó...
            - Vou subir no alto deste prédio alto espelhado estou andando subindo e me jogar de lá de lá de cima. Beira da semana, meio do mês, início de ano, término das aulas. 14h e 23min sempre são uns números interessantes e pra se recordar até o último suspiro instante. Poderia me atirar da ponte ao mar, me cometer um tiro no céu da boca, tomar um cálice de veneno de rato, pular de paraquedas sem abrir os paraquedas. Por onde e como e quando e quanto e por que não faltam. Mas o prédio está mais à mão, sim senhores e sim senhoras!, vamolá!, e estou indo me acompanho.
            Sei Eu que devo colaborar com o açaizeiro mais à mão açaí ao alcance, etc., a jabuticaba sem caroço, o cajueiro no sul, o pinhão no norte... Sempre Eu empenho que fazer que colaborar opinar adiantar... O Meu nome de rua Quipiú...
            - Tenho estou bem tenho tido oportunidades e posso pensar várias coisas que me ocorrem lúcido e ao mesmo tempo. 10h e 10min são os meus passos no universo percorrendo o chão o cheiro que me acompanha o rasto que me desocupa. Tomei uma decisão e não vou recusar. Os motivos não me faltam e nem vou nomeá-los arrolá-los desenhá-los, etc. E eu sou assim e nem sempre vou ser. Com isto ou aquilo, acá ou acolá.
            É o azul que Me cabe preencher. Eu reponho tudo mesmo em dia mês ano hora. Ao mar que se move. A cachoeira nem está ali sem o rio Purus, os gorjeares nem estão ali sem a jacarina a carqueja-de-bico-manchado a fogo-apagou a cigana, a floresta a mata a capoeira nem estão ali sem os saguis-leãozinhos os juparás as amoras-verdes as canas-do-rio as apuiranas as molianas, a natureza o meio ambiente no conjunto está ali porque os nativos amanaié tuxauas pajés também pescam colhem arrecadam coletam...
            - Estive sentado no banco da praça João Pessoa durante as horas anteriores expectantes pensantes silenciosas murmurantes, etc. As andorinhas trissam por lá e vão e vêm e revoluteiam. Pois elas nem plantam nem fiam nem costuram nem trocam nem compram nem vendem e outras coisas também não. 11h e mais 22min de segunda-feira pra cá pra lá tocando cantando dançando compondo. Uma mãe trouxe seu filhote pela coleira e ele veio direto e reto se apresentou cheirar meus pés protegidos pelos tênis comprados à vista nas lojas Bonari na esquina da rua Alberto Rangel com mais a Oswaldo Cruz. O rapáiz não se importou comigo nem me olhou na cara cheirou e passou pra outra etapa. Se ele não se importa eu vou me exportar? Em seguida lá foi ele no colo da mamãe já estressado com a escada rolante.
            Eu nem minto e recolho tudo todos na palma da Minha mão. O Meu nome de rio Araguari. Até porque com este calor... proliferam povoam muito quaisquer invenções os sassafrás-do-paraná, os pacaris, mamoneiras-miúdas, cricriós, as corujas-católicas, frangos-d’água, os canguçus... Hoje sou Eu todos os dias de Mim como um cão procurando alcançar a Minha própria cauda. Logo sou D e metafísico. É assim que Me acho ontológico e disponho Eu neste que sou.
            A cidade municipal urbana rural tem que Eu produzo em ajuda de criação orientação e apresento duas coisas importantes que nem pretendo deixar de noticiar um rio serpentino de nome novo Mojuim, a praça pitoresca de encontros de emigrados imigrantes migrados em desorientados Serzedelo Correia, um parque do Iquiri ainda propriedade dos índios macu-nadebe, uma baía do Guajará, a festa famosa no mundo inteiro do círio de Nazaré, o projeto Pé-de-Pincha dos novos tracajazinhos, a avenida arborizada Domício da Gama de oiranas endêmicas da região e mata atlântica...
            Então é o que Eu desperto no espaço é o que Eu faço. E Minha ideia toda está aqui assim cômoda harmônica identificada confraternizando. E Eu mesmo crio as estrelas a noite as falenas a iara os oitibós os percevejos-do-mato as suindaras as cadentes a lua ajudo muito nos avisos luminosos...
            - Subo agora pela escada de corrimões tubos higienizados assépticos pintados de amarelo-pátria. A escada mesmo bem sinalizada como uma coisa nova e correta e extintores de incêndio depois de dois lances em cada piso. 12h e 11min são casas de todas as portas e janelas abertas, uma vez. Tenho muito cuidado não tropeçar, as luzes se acendem automaticamente com as lâmpadas de tempo, etc. Leio os cartazes em português comum e estrangeiro bem acessível legível altura do olhar cores vibrantes. Até para me suicidar preciso tomar decisões, precauções, não declarar a ninguém, enganar e mentir, não chamar a atenção para que não acionem a polícia e o corpo de bombeiros os parentes do escritório os colegas da família. Não vou pelo elevador por pura superstição, e talvez para não chegar antes do tempo, com talvezes de contar ainda os degraus que faltam que foram.
            Abro o ano novo de modos que vai ser assim mesmo como Eu quero exortar, estimular, animar, e queima de fogos. Eu mesmo comprometo muita matemática calculada nas pontas de folhas de flores de asas muitos exoplanetas cidades balneárias Campo Novo de Rondônia, Santa Rita do Novo Destino, João Pinheiro, Araçaí, sucesso muito à tribo baré, rio São João, ilha de Marapatá... e Eu construo com meus próprios feitiços experimentos Minha sabedoria infusa os sanhaços, gaturamos, micos-estrelas, APA Serra do Cabral, rua Manuel Urbano em o bairro Educandos, almécegas, jeburus, folhas-santas, angelins-doces...
            - O prédio é mesmo alto e bem trabalhado ótimo acabado, tudo em materiais de primeira, talvez o maior e melhor bem localizado no centro da cidade, deixa pra lá!, eu queria contar os andares as varandas as churrasqueiras nas sacadas. 23h seguidas de 11min bem cardinais arábicos performáticos no relógio mostrador do celular. Ela tem mania de tatuada e desenhou um diedro tatuagem. Gosto de prédios com janelas vidraças em vidro fumê. Isso é bem normal e conveniente convincente num clima quente de dias e dias tropicais ensolarados nossos típicos até mesmo para os passarinhos tietingas garrinchas sabiás-pimentas não se enganar, etc. E a rua a mais movimentada, cheia de comércio, bancos, lojas de roupas e calçados e eletrodomésticos, muita gente pedestres campestres rupestres alpestres e automóveis bons brancos pretos amarelos vermelhos e cão na coleria andando pra cima pra baixo pesquisando postes e árvores e sapatos e pneus e portas de magazines.
            Onde Eu sou. Aceito as Minhas explicações e não dou por terminado o assunto. Não é difícil fazer o rio Santa Rosa, adivinhe: primeiro Eu faço o mapa do Ceará, ao mesmo tempo a serra do Cipó, as aratingas-de-bando, os chora-chuvas-pretos, capitão-de-saíra, o rio Antimari com sua chiata típica personalizada característica, a cidade de Japeri, município de Itaguara, buritis-do-brejo, mulungus, ilha do Meirelles, o boi-de-zabumba, praça Vicente de Carvalho, pessoas humanos dos continentes espalhados ocupando os espaços longo longe logaritmo ancho espaço muito bastante mais o oceano Atlântico...
            E Eu sou todo e muito... nem estou Me escondendo... tenho Comigo de Mim o infinito... penso redundância e pleonasmo... o Meu nome de Japacamim... sempre O Tal Onisciente que sabe absolutamente e que todos reconhecem nem nunca vão ver completo... e levo Comigo o excogitar futuro presente passado... e Eu planejo o que muito além...
            - Estou aqui estou indo, peraí! me encontro já no terraço o alto do pódio bronze prata ouro solar bate na minha cara, o céu está sem nuvens e côncavo, nenhum helicóptero então no aéreo, um belo dia e seguro para morrer de uma vez de uma pegada só e sem rodeios ou par e ímpar. Ela com certeza já vai conhecer, emboralá! Ouro Preto, Pompéu, Goianá, o sorriso pronto construindo tudo a sua volta todos São João de Pirabas, Guadalupe, Uberlândia, a tribo dos naque-nhapemã. Me deixaram subir sem mais nem menos. Pulo fardado aventuro como estou camisa manga curta gola redonda com grife desenhada nem pra cima nem pra baixo da média aquisitiva do comum do povo e calças compridas de com bolsos joelhos barras esfolados? Deixo um bilhetinho com erro de endereço e telefone e email? Atiro os óculos de grau para sentir o fundo do poço? 15h com 30min porque eu tenho alguma coisa a ver com os números do tempo afora. Mas esqueci da caneta e do papel e da net. E por que deveria, e a quem interessaria meu último destempero meu último roteiro minha última herança? Quero morrer e ponto final de uma vez, pronto. Quem vai se importar da condição estado jeito sumetume do de-comer capim-dos-pampas pela raiz? Tem alguém aqui ali, pra cá pra lá, a cotação da soja na bolsa, as exportações de bife, etc?
            De onde Me tenho informes informações tão precisos e estudar e analisar e esmiuçar e debater. E Eu mesmo recomeço tranquilo com um riacho o rio Moa com a serra do Divisor na cidade de Várzea da Palma precisamente o distrito de Barra do Guaicuí, isto mesmo assim hoje é o dia em janeiro. No mais a mais tudo revolta em volta Eu aqui na sequência. Uma coisa Eu puxo outra e chove de dia clareia à noite... O Meu nome de Macambira.
            - Chego e ultrapasso trapezista a grade que me separa equilibrista do espaço branco falso avassalador assustador. Vento na cara é bom e um certo interesse do ar em me ver tipo assim como mastro seta da bandeira nacional. O vento sempre vem do nordeste nesta altura do mandato. 6h e tais e quais os minutos 18 marcadinhos com pulsar. Nunca tinha visto a cidade deste ângulo tão perigoso e vertical e radical e abissal e ave de rapina. É como estranha a urbe o vale e chego a duvidar. Que parece o fundo do mar com navios encalhados nas extremidades das ruas, frutos do mar, crustáceos, mexilhões, baleias-bicudas, o rio Jutaí que deságua chega aporta se entrega banha a baía de Guanabara. Ela gosta de pizza de queijo e caldo de cana e suco de abacaxi de pequi de caju. Estou de frente para a rua Barão de Loreto e estuante escaldante ardente e que está muito quente elétrica como uma serpentina acesa. Sempre tive um pé atrás no caso de voar, calafrios de alturas, vertigens, olhar o mundo do jeito das aves, tenho lá meus tremores nas pernas, os arrepios, etc., nunca fui de viajar de avião, de andar de balão, sinto muito até de subir na cadeira para trocar uma lâmpada. O ar livre aqui faz sensação e é bem mais leve. O vento insiste em me bater na cara e atiçar os meus cabelos minhas crinas de espiga de milho. Passo tentar posso devo voar daqui mesmo tatalar umas braçadas e meia.
            Permaneço o dia total tudo 24h por todo o tempo completo íntimo de Mim mundial, e ordenar selecionar concatenar analisar. Sempre que Eu tenho este Meu ideal novo aparece presente um rio Biá, um enxame de frecheiras, uma alta itaúba-branca, pirararas, e bem-te-vi-de-coroa mais suas apelações quase populares que são tiuí, teuí, tic-tiui, siririca (f) e pelos índios purupuru também como pituã, pitaguá, puintaguá...
            - Buzinam, despertam sirenes, pessoas aparecem nas janelas dos prédios, na rua fluindo refluindo o trânsito se tumultua, todos para ter o que contar, querem ver o me suicidar, vou sair nos jornais de todos os sítios os blogues. 9h e 19min estou conforme o acaso e esperando no aguardo. Estão me olhando na última página. Não posso interromper agora nem decepcioná-los. Vejo as luzes coivaras das lojas vendendo tudo pelo menor preço as lojistas na porta esperando clientes fregueses e com ofertas com porcentagens de desconto com sorrisos riscados a lápis, e seja bem-vindo! com crédito no cartão.
            E Eu sempre quero ser um craque de futebol e outros lances e esportes. Mas então Eu vou criando fantasias fantasmagoria fantástico espetáculos o palácio Itamaraty lá de Brasília, tejubinhas, socoís-puladores, os tapitis, as pardas e branca preto amarela vermelho, os muritizeiros, guaçatungas, a enseada de Botafogo com isto tudo Me dá uma mania de grandeza e apetite de superioridade que o rio Tarauacá, a ilha de Caratateua, a rua Hilário de Gouveia, os famosos as fabulosas tangarás-açus sempre toda manhã perto da noite despertos esfuziantes motivados muito comunicativos...
            - Sinto uma falta de tudo e de todos mas vou lhes dar este gostinho de me verem cair me atirar voar sem asas e me espatifar me recolherem de pazinha. Eles merecem e eu desapareço? 0h com 1min e parece muito cedo para acordar alguém muito tarde para outros, quem sabe. Absurdo que uma pomba-trocaz veio impossível demarcar me expulsar do território. 17h e 17min são também 5h e 17min da tarde perdendo a cor natural. Nem estou me reconhecendo. Ela gosta de tirar férias em navegar o rio Jequitaí, estudar as guiratingas as jias os sonhins as mamangabas, proteger preservar cultivar as bromélias. Eu prefiro acho que já estou fora de mim e meio que redundante. E se eu fosse outro muitos onissapiente. Vou me atirar picolé no asfalto lá embaixo e daqui a pouco se D dispor.
            A 29 de janeiro de 2019 Me lembro como se fosse hoje como se fosse ontem amanhã ou depois... O Meu nome de Candimba. Nem paro de inventar o Meu rio Moxotó porque gosto de rios e estradas e trilhos e por aí afora...
            - Estou esperando uma situação uma sensação e me vem à pele da cara apenas o frio do vento. Sem chuva sem poeira sem poluição quede aquela chuva prometida aquele tempo o período tal e qual piraoba a sazão para compensar o momento importante? E nada mais conta nesta hora h talvez tão-somente um empurrãozinho um desequilíbrio um peixinho. Estou me lembrando de algumas ideias de mergulho de trampolim de biquinho mas vou ficar na minha. Ela conheceu comigo fomos juntos o roteiro circuito das cavernas lapas locas minas Januária, Itaúna, Nova Mamoré, Mâncio Lima, gruta de Maquiné. 16h mesmo com 4min não descontam menos nem pouco minimamente nada.
            Tenho feito nenhum outro lugar este como a face desta Minha terra com água e terra e tanta chuva temporadas de chuva águas enxurradas rios lagoas nuvens carregadas trovoadas terra dos raios o Meu nome de Catauari e leste a oeste e pressentir descobrir criar e assim por diante como Eu favoreço...
            - Ouvi dizer vi representar os índios suruuarrá batem batem no tronco da sumaumeira-da-terra-firme para se comunicarem à distância. Esta é a melhor visão da cidade, acredito. Tenho que estar aqui mesmo neste lugar do mundo e de mim mesmo e por quê. Vou ver aquilo mesmo o que é calqueé do outro lado e se tá ou nem aí. Nem conheço muitos lugares. Tudo continuará com pena ou sem penas, etc.
            Nem levo um dia ou dois e já ponho umas nuvens os dias as noites se chovo ou quase chove. Eu conheço com Minha obra o rio Abunã as pindaíbas-d’água que gostam de chuva e os batiputás-bravos as cássias-rugosas os timbós-do-campo landis os mutuns teréu-teréus os tatupebas guaribas taturanas... o rio que é vitrificado vidrado repleto cheio de navegar maravilha em desnível transpassado aqui assim ali então de araras-do-nordeste...
            - Sinto todavia outro frio na barriga de fome de sede de frio de vazio hora do chimarrão. Abro os olhos e amém. Vou tirar as mãos da balaustrada, etc. Somente mais um passo só mais uma olhada de repentemente. É um belo cartão postal com fogueiras luzes de outras cores. Abro os braços como a estátua do Cristo Redentor como uma cruz como um avião como um gavião-de-anta como uma ave marinha quando andorinha-do-mar no sobrevoo pela pesca. 11h e meus 12min tinham que ser assim e agora nesta manhã sem nuvens mas porém com testemunhas ocasionais ansiosas queixos erguidos alarmes de carros disparados pescoços doloridos cãibras nas costas. E será que não esqueci de nada? Sem mais comentários amostra grátis sentido incompleto com desnível psicológico trechos de biografia resumida sumariada. Nem um mísero documento com fotografia? Me apalpo os bolsos? Espero um sinal um favor uma fanfarra, e que ruflem os tambores! se tambores quantos houver, cheguei ao fastígio, algo comigo que, tum! tum! tum!... conta até três...
            Permaneceu ali da hora... ao minuto... e depois agora Eu o mando embora, vai se catar!, etc. Para compensar a Minha verdade boa ideia Eu sempre tenho pressa estou em desenhar a lagoa do Moinho a ilha da Galheta de Dentro a rua Guajaratuba riscar no novo mapa longo longe tortuoso divagante o rio Iaco o rio Javari o rio Tajapuru, e seus afluentes da esquerda da direita igapós igarapés jenipapins barbas-de-lagoa cidades Urucuia Baldim poraquês piaparas surubins-pintados desde a fonte até o fundo a correnteza revoltada vertiginosa rolante atropelante corrente tribo acroá movimentando cachoeiras jaós patos-bravos quiriquiris vegetação ciliar coqueiros-catolés açoita-cavalos taquaris sarandis parque Mangal das Garças usinas cidades rio Maruá descansa na baía de Camamu, apegado à gravidade angular... que falar nesta hora elástico e estica e encolhe e Eu concluo quê...

             

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