domingo, 3 de maio de 2020

E Cultivadas Como Ornamentais




            A primeira oportunidade que, zumba! zuim! zás!, uma história ela a mesma já começa de verão na matinada. É madrugada prateada nova em folha alvorecer, etc., e emboralá! E o sol em manhã levanta cedo demais mais cedo do que nunca mais cedo que os pássaros madrugadores, tchintchorrintchos, pica-paus-reis, vira-folhas, batuíras-de-esporão... E já acordado pronto preparado para ir trabalhar. Precisa se despedir convidar pedir licença autorizar tomar café conversar... De repente nem precisa, são umas 5 e 35 e por aí está, e vai, e vamos. Então, quando hoje na caverna do Maroaga e na cachoeira da Iracema e nas guaritas de Caçapava do Sul e em Ouro Preto do Oeste e morro do Cristo em Guaratuba, sobe em marcha subindo a escada escalando se elevando flutuando... Sabemos de tradição costume e hábito. Primeira coisa é preciso previsto fixar as horas de acordo com Brasília... e isto o dia todo. E visto que sim! O espaço aberto preparado e suficientemente. Pois o sol vai indo eficiente, efetivamente. Confiante segue secar ao sol o nevoeiro os cabelos da moça a temperatura criar as cores individuais as árvores as estradas RS-324 e seus acessos ramais a lagoa do Peixe o farol de Itapuã a pedra do Leão prainha Branca prainha Preta as baleias-francas as fubocas as capororocas os cisnes-de-pescoço-preto os quero-queros... Quantos km pela frente, engenheiro! Vamos ver, vamos calcular, iremos almoçar quando a sombra juntar abraçar os ponteiros. Quantos países pela proa, tambu-peroba, brasileira, tintureiro-das-pedras, jaguarundi, angico-rajado, milho-de-cobra... O que o mundo vai dizendo e brincando roncando no berra-boi. É ou nem é um mistério paradoxo complicado. Todo povo reconhece que o sol nasce no leste e se dirige contornando nadando voando andando o globo até o oeste, os aueti, os tememinó, os aticum-umã, os catuquinaru, os guaraio... Eram e são muitas muitíssimas. Aparecem aves passarinhos para cantar e vão cantando os hinos as canções e cantam. As pessoas as aves o sol os rios as árvores o jongo o tambor-de-mina o maracatu... acham muito bom e recomendam, “É muito quente aqui.” “Poucas pessoas me reconhecem aqui em Tavares.” “Eu derreto sozinha.” “A onça-pintada malhada se esgueirando no claro-escuro da folhagem acompanhando o rio Urubu na altura junto da cachoeira da Sucuriju.” “Obrigado por hoje!” “Continuo vendendo muito suco de clorofila na praça da Baleia.” “Caminhamos a rua Joaquim Fernandes Machado do comércio do varejo dos secos e molhados das muamberias das finanças das feiras de artesanato rural, e procurando pela sombra das uacangas na fila indiana.” “O meu café da manhã vem servido sobre a mesa com toalha em renda de bilros na sala da frente janelas corridas e com vistas espetaculares para a praia de Uaicurapá.”
Por que as gurias daqui convidam um montão de gente para curtir as suas festas de aniversário? Acontece festança estouro de foguetes multidão algazarra por boa parte da cidade no Centro em torno da praça Visconde do Cerro Formoso carreatas as ruas estremecem carros buzinas papel picado foguetório alvoroço. O que queria ser quando era adolescente.
            A Gabi está em Rio das Ostras agora e frequenta comumentemente as praias do seu território deleite praia da Tartaruga praia de Maracajaú praia das Caieiras e a praça Marquês de Abrantes e a avenida Condessa de Barral, preferenciais entre outras inesquecíveis e badaladas. Ela foi a guria que encontrei noite passada na festa de aniversário da Mári que esta é a minha prima predileta. Quando muito conversamos sobre tudo e alongamos um passeio pela orla calçada de pedestres ciclovia bares e butiques. Gabi estuda eu estudo tu estudas ela estuda nós estudamos e quem nem estuda:
            - Respira e me diga com d o que se passou, zuzá da minha perna direita!
            - Foi uma vez, como sempre soa para todo mundo, e a guria chegou e me intimou. Era uma moça e senhorita de alta costura vasta cabeleireira decorada com os cosméticos e produtos e cremes e tons e igual uma voz original cristal me chamou de dentro do carro. Aliás, desconto ou acrescento, ela nem havia desembarcado do carro, é claro carro esportivo carro bom carro caro de cor vermelha. E me disse assim mesmo, óculos grandes e escuros bifocais, “Chegue até mim até aqui, por favor, compadre bem-te-vi!” Este “por favor!” evidentemente era apenas pró-forma pró-arte pró-labore pró-lazer pró-trato. Então, que que pensei? Ora, né, meu! Fiquei empolgado fascinado elevado adiantado e, sem alternativa automaticamente sem planejar, atendi ao chamado do tipo carne feminina de primeira e prontamente. Tá percebendo minha voz, Gabi? Cada uma que me ocorre, chapa! Mas eu sou franco e simples e claro e modesto em te noticiar sobre tudo isso, tá?! E te adoro!, já de comum acordo.
            - Que mais? Tem mais? Continue! Receio interromper um relato pomposo.
            - Quer que continue? Os rios continuam correndo correntes e normalmente. Você já esteve lá em Berizal? Cruzou a pé o rio Xarqueada? Visitei minha cidade Matinhos.
            - Sim, eu prefiro que continue que parece que você tem muito que me dizer, é. Tenho um pé atrás de interromper contos e causos históricos relatos e palestras reuniões.
            - Então eu continuo e prossigo e vou em frente. Que atrás vem gente, tá ligada?!
            - Sinceramente que eu prefiro e incentivo e respeito. E bato palmas na plateia ou na galeria ou na geral e parará! parará!...
            Olho com estes olhos Gabi dos tais e quais olhos amendoados oblíquos glaucos, enfim, todos os olhos que existem que possível que invento que imagino em ela e Fabi e Duda e Nanda e Terê e Carol e Páti e Ceci... Se alguém vê uma família de quatis atravessando a rua Pinheiro Machado outro(a) tem de acreditar. Pode chover hoje pode chover amanhã pode tudo o que se quiser. Daí veio o verão e... sol vento mururerana arapapá-de-bico-comprido veículo aéreo não tripulado (vant) irapuãs angelim-do-pará... Ela me olha Gabi com seus olhos e sorriso e me espera continuar continuo a mão segurando o queixo o braço de cotovelo no joelho:
            - As principais culturas cultivadas na região são o milho a mandioca a soja o amendoim a abóbora. Plantações lavouras agronegócios granjas cultivos baixos e rápidos. Um certo tipo de abóbora pesquisada que nem sei dizer como chama, nome que lhe dão até em outras regiões do país. Tudo bem? Ah, sim! Ia esquecendo. Temos também muita batata-doce, é. Mas como estava previsto pelos astros e estrelas e sei mais o quê, eu e a tal senhorinha nos cumprimentamos nos demos as respectivas mãos trocamos uns dois ou três beijos nos conhecer nos conformes e fomos em frente. Ela desceu do carro azul e conversível... Primeiro estacionou o carro de bico de viés na praça da Polícia. E fomos andando pachorrentamente. Por que as mulheres usam salto alto?, toque! toque!... A rua Auati que passamos é ainda muito bonita muito de árvores perfiladas predominando as jipoúbas e as aladas corruíras lojas de um lado e de outro prédios espelhados rebrilhando ao sol, ou naquele momento à lua pois havia um sol para cada um, e assim por diante. Determinada altura ela se virou para mim e me olhou me perguntou, pestanas circunflexas “Você comprou mantimentos víveres pra hoje, se preveniu? Sua geladeira sua despensa estão bem servidas?” Achei engraçado ela se lembrar de comida naquela mesma hora e lhe disse isso mesmo e rimos um montão, “tra-la-lá! tra-la-lá!...” Por que as mulheres usam unhas longas em forma de garra e pintadas em uma cor ou várias cores ou até desenhos em cada unha? Mais umas poucas ruas, que o dia estava quente e abafado bafão, caminhar estava dando o que suar em plena avenida Imperatriz Teresa Cristina, daí a moça que atende por Sorte me segurou pelo braço e fortemente me pegou me prendeu me empurrou me arrastou para um templo grandioso logo ali de em frente portal de madeira jacarandá-cabiúna de manejo e entramos. Pretendendo me mostrar, segundo ela própria, tudo que queria me mostrar o que tinha acontecido o que viria a acontecer na minha pequena e modesta aqui participação tempo permitido desta encarnação.
            - Vocês entraram numa igreja antiga barroca rococó eclética pontiaguda e gótica? Ela era devota de quem, qual foi a casa sagrada consagrada matriz ou sé, quem morava lá, uma NS Aparecida um São João Batista?
            - Nem sei se foi num prédio desses grandiosos que chamam de catedral. Foi num templo com vitrais o que acabei de lhe falar. Com colunas extraordinárias e extraoficiais construídas com pedras enormes místicas esculpidas transportadas desde os canteiros pedreiras de Santana de Boa Vista, Ceará.
            - E o que é um templo hoje em dia senão uma igreja protestante ou ortodoxa com minaretes e cúpula de ouro brilhando ao sol, hein?! Acho que você nem se liga muito nessa de religião religação e seus babados oráculos missas oferendas pajelanças e rituais, é!
            Antes de Rio das Ostras (e que é um nome ótimo para uma cidade do litoral do Rio de Janeiro), e que nem é pouca história, antes Gabi e família eram e foram de MG da cidade também espetacular nomeada ela me disse o apelido... agora esqueci. Nem, peraí!... Sim, como não, claro que me lembro, hum!... A cidade de onde Gabriela nascera se chama Arapeí, limítrofe de Teixeirópolis e Tabira e Águas Vermelhas e, está claro, divisas. O nome muito legal também e parece de autóctones nação dos aueicoma. E a família vivia num sítio determinado Manopé-Apê e ganhava a vida plantando pra subsistência e alugando para acampar o pequeno potreiro aos aventureiros trilheiros escalaminhantes da serra do Pote da serra da Mantiqueira da serra do Mar da serra da Canastra. Era enfim uma história muito isolada nos altos montes reflorestados e friozinhos e úmidos o ano inteiro cachoeira do rio dos Bugres e mais longe de tudo e mais longe que nunca perto do nada praticamente desabitado pacato.
            - Você comprou muitos produtos para o jardim? Não, Gabi, nem comprou.
            - Tenho um vídeo de Foz do Iguaçu que quero assistir e rever. Quando vou saber, meu querido particular íntimo amigo?
            - Oi?!, avezinha. É comigo este querido assim mesmo... audível aprazível comestível? É co-mi-go?!   
            - E para quem mais, meu proprietário?! Sem intermediária!
            - Escuto e obedeço. Que foi uma surpresa aguardada inesquecível, ah!, foi.
            - Pois onde paramos, onde parou e por quê? Continue, meu dia de praia! Que tipo de esporte você faz pratica e prefere.
            - E parei para beber água. E parei no templo elevado arejado limpo etéreo e famoso e... levado pela Sorte, foi isso? Sim, claro aberto como o dia sob o sol forte. Então, tá! Dia simples o templo no bairro Aturá e a Sorte me carregando pela mão pelo braço. Me conduzindo pelo antebraço. E o templo era boa a alameda Heliodoro Balbi era boa a conversa era boa as árvores eram boa as vitrinas eram boa a sombra era boa a dona Sorte era boa. Vai escolhendo aí! Vai merecendo aí! Por que as mulheres deste planeta usam costume as tais saias os quais vestidos de panos curtos ou longos? Tudo era boa e entramos no recinto com ar condicionado da graça do além do aquém e muito mais. Paradoxalmente, ali encontrei sem dúvidas as coisas cumpridas passadas e que só lembrar me deram saudades ou descanso descaso desassossego. E encontrei também, já por sua vez, coisas maravilhosas fantásticas por serem novas novidades e por vir. Essas tais me pareceram sonhos ou quimeras ou fascinações ou ficções. Quer saber mais e melhor? Então, procure investigue estude viaje coloque uma palavra clique e espraie. Tudo muito pessoal e meu, hu!... privado, caro, importante, rico, íntimo, original, autêntico, raro, particular, fino e quente quentíssimo. Então, né!
            Pronto pronto vamos visitar nas montanhas chapadões tabuleiros a Chapada dos Guimarães e Gabi é parceira carona de aventuras. Nunca vi parar de sorrir. Formações chapadas que devíamos ter mais de 2 mil anos antes de Cabral ou como 200 milhões AC. Nem chega a ser uma aventura Aventura mas é muito bom sair pelaí pelo mundo e arredores gruta Duto do Quebó, Nobres, rio Formoso, Pedregulho, cascata do Salso, Matureia, ilha de Santo Amaro... Confesso que preciso fazer isso. Vamos visitar, e estamos planejando mesmo e sério, vamos para o interior algumas cidades o Caminho Velho ou Caminho do Ouro por ex as serras os cerros me lembrava de algumas localidades da moda enfeitadas tombadas de casario colonial ruas calçadas de pedra em estilo pé de moleque e que vinham a minha adoração assim como São José do Barreiro e Bananal e lagoa Feia, Bodoquena, Unaí... que demais!... o pico Tira Chapéu a rodovia Raposo Tavares o cabo de São Roque, Barreirinha, Ninheira... que mais... e me ajude.
            - O que você está pensando recriando, arroz?! É daqueles que larga tudo e vai pelo mundo virar andarilho gira-mundo andar ao atá, otário?!
            - Primeiro Querido com q maiúsculo e agora otário com ó alto falante. Sem perder o sorriso a graça o charme, é. Minha presença para toda a jornada, hein?!
            - Tô brincando, querido com q minúsculo... quero dizer bem Q maiúsculo! Te vira, meu! Onde parou a história e a narrativa. Prossiga e vá em frente, índio com minúsculo, ou melhor, I maiúsculo! Que está escrito em ouro puro na pupila limpa do gavião-real, hum!...
            - Você é a realidade que mais esperei em todos esses passatempos! E templos falados e por vir por vir! Festa aruanã noturna lua cheia dos valentes carajá ou xambioá da margem direita do Araguaia.
            - Foi e é à primeira vista. Como se eu já soubesse de antemão. Embora ainda na primeira página do primeiro capítulo do primeiro tomo do primeiro princípio. Todo dia roda esse filme. Vai pensando aí, zodíaco!
            - E prosseguindo na sequência escalada... Onde eu estava com a cunhantã Sorte? Claro como água boa. Bem, aí estávamos ou nem estávamos no templo tão procurado, é. Ela me falava eu ouvia e às vezes também replicava respostei, “Eu nunca ainda viajei pelo rio Canumã.” “Eu sei nadar bem.” “Minha avó Cupira conduzia catraia no porto de Educandos.” “Subíamos na época da seca o rio Solimões de Manaus até o lago de Tefé” Um templo decorado por fora e por dentro. Iluminado o altar o interior o exterior os holofotes. Mas as minhas respostas. Porém eu sabia o que se dizia o que se falava por aí se conversava bate-papo vai e vem... e eu com isso?! Sabe como é como foi. Ouvi escutei percebi vozes sílabas palavras ruídos cantos frases músicas períodos coros coral: “Lembras-te!” e “Se te parece!” “Que é isso!” Tá entendendo, figura carimbada Gabi da minha idolatria e do meu álbum meus arquivos? Porque eu penso e te tido e te cito que nem tudo deve ser a viagem ou o rio, compreende?! Te falei e te digo que a Sorte me pegou pelo braço pela mão e me levou até lá me apontou o livro aberto completo da minha história e página por página letra de forma papel seda. Eu tinha comigo... eu tenho comigo... bem, deixa estar. E me jogou no ouvido com a voz antiga... as profecias os enigmas os mistérios os caminhos os labirintos com a voz lá dela de sempre... e apaixonante eloquente falante sonante perfumada. Assim mesmo como estou te olhando, embora você a realidade mais importante de todas de todas de todas, três vezes, o caso é que naquele momento especial e em espiral, e eu nem imaginava conhecer você a Gabi, ela a Sorte me olhou se aproximou me olhou ainda mais e disse, “Sim, por que nem, vou lhe colocar diante e sobre seus olhos tudo o que me pedes e lhe tirar aos pouquinhos tintim por tintim tudo o que mais deseja.” O tanto que ela me encheu a cabeça e me declarou. O tão que ela abriu minha mente e colocou uma pedra. O número calculado do negócio que ela me tirou o peixe e me deu o anzol. E o muito da sua sabedoria milenar de cajado a pano estandarte. Concorde com alguma coisa, pente fino da minha alma!
            Já estávamos longe eu e Gabi e pra lá de Maxaranguape depois Taipu e visitando o forte de Santo Antônio de Gurupá, sim senhores e senhoras! Ou me pareceu. Bem, confiamos no meu taco. Como eram as habitações e seus cômodos? As pousadas da beira da praia e com rede de deitar na sacada, “Quando vamos comprar um cachorro pra chamar de nosso?” “Qual a diferença entre Cruz Machado e Amajari cidades.” “Ela mesma visitou o farol de Santa Marta, em Laguna.” “Represa de Jaguara, em Rifaina.” “Procurando o pôr do sol na beira do lago Manso.” “Os autóctones mariaté com projeto de turismo ecológico pra gringo ver.” E que o céu estava preparado infinito grande e magnífico. Todo pago. Descendo e subindo dunas brancas paradisíacas com o quadriciclo. Que lugar mais fácil de se esquecer de se perder de se ficar por aí mesmo! E os pássaros espertos, e faziam tudo com pressa, e sempre voando de última hora, e perguntavam aqui, e indagavam dali, iam e voltavam de lá, retornavam pra cá, e pregavam anúncios aos quatro ventos, traziam recados, levavam convites, buscavam isto isso aquilo, catavam sementes miudinhas entre o cisco, capitães-de-saíra, coró-corós, joões-de-barro-vermelhos, cambaxirras, sairuçus... E as aves podiam estar com tudo fazer quaisquer coisas podiam estar com alguém como eu como gente como pessoas comuns falar com alguém voar com alguém imitar uma pessoa um humanoide mostrar como o homem pode voar um dia gavionar e sobrevoar. Trilhas veredas de pés postos até chegar na pedra do Segredo na gruta do Gentio no rio Triste e nadar com os peixes matrinxãs mamuris pirapitangas boiando água cristalina e que só é triste quando acaba.
            - Sempre eu que começo a fala deste episódio. Mas eu nem tô nem aí, meu! Bola pra frente, castanha! E igual idêntico os cavalos dizem, “Pra frente e correndo sem olhar do lado!” Também gosto da expressão, “Bola pro mato que o jogo é de campeonato!” “Um jogo nem se faz numa jogada e uma jogada nem se desfaz num lance.”
            - “E o jogo só acaba quando o árbitro apita!”
            - “O jogo é jogado e o lambari é pescado!”
            - Os cavalos galopar atletas corredores... Um dia montei num cavalo... que era uma égua muito muito mansa doméstica e caseira e aposentada, comia na mão. E ela subiu o barranco de supetão de repentemente estranhamente. Sim, nem ri, por favor e obséquio! Meus primos primas me levaram para o mercado e eles tinham uma égua de estimação que podia ser marrom ou esbranquiçada ou melada azulega... Um pouco para carregar coisas outro pouco para exercitar o animal outro ainda para eles mesmos se mostrarem pelaí com o cavalo ou égua. Enfim, estávamos em plena rua Buarque de Macedo calçada de paralelepípedos possivelmente gente olhando e no rumo do armazém-bodega. Num ponto qualquer, que ainda me lembro muito bem, alguém do bando (meus primos(as) eram em bando mesmo) teve a ideia me deu a ideia genial, “Quer montar na Gabi...” não, tô brincando, tô brincando e você sabe disso, desculpa!, etc. Digo isso porque nem te esqueço, joaninha! Bem, e esse primo ou foi uma das primas, nem sei essa parte, mas me convidou, “Monta na Matunguinha, vai! Até parece que ela gosta tão tanto de você, vai!” E insistiram e me apelaram e me incentivaram e me iludiram, e eu montei. Cara, meu!! De prima imediatamente a cavala me levou pro barranco mais próximo e eu... “Socooorro!, socooorro!!... me tirem daqui!...”, etc.. e de repente despenquei e escorreguei e rolei no chão. Quem nunca quis aprender a andar a cavalo? Ou seja, nunca mais andei montei em um cavalo em minha jornada até este ponto. Tô certo?! Embora os cavalos sejam seres nobres especiais admiráveis e eu nem tenho nada contra nem a favor. E se eu tivesse que herdar um haras com mil benfeitorias - porque isso nem me ocuparia um miligrama de pensamento - eu venderia na primeira hora e por qualquer preço, tá certo e entendido?! Se você tivesse nascido animal que animal você queria ser.
            - Nem deixa de ser uma... patetada, né?, mano! Você deve ter feito algo errado aí e nem percebeu, é. Que que tu achas e você acha, peixe?!
            - De bicicleta foi a mesma coisa. Mas de bíci eu consegui me superar. Hoje sou um bom ciclista e gosto muito de pedalar manhã no parque Marinha do Brasil saudável na sombra das caranás, inajazeiros, pequiás, capebas-do-norte, abacates-do-mato... Hoje eu até adoro bicicleta e me interesso compro vendo empresto troco alugo. Eu sempre gostei de bicicleta e parece piada mentira que eu caí debaixo de um caminhão, voltando da escola. E tinha gente olhando, jabota! Nem percebi direito se gostaram ou nem da derrapada literal e espetacular. Conforme o combinado? Dentro do possível. E todo dia como aprecio meu açaí com farofa.
            - Uma vez eu fui atropelada por uma bicicleta com um cara um monstro abaçaí de chapéu de palha boné capacete por cima de mim e tudo. Ao sair do colégio e abraçada aos 7 livros e cadernos mochila blusa amarrada na cintura. Foi um susto enorme e pensei que era um trem locomotiva ou jamanta um bitrem. A bíci vinha na contramão e eu só olhei pra um lado esta banda da rua, entende, falcão-caburé?! Nossa, foi uma pandemia hecatombe que nem acredito, e até hoje! Claro que eu já sabia andar de bíci e nem era por isso que deixaria de me fazer andar de bicicleta. E que é um dos meus passatempos favoritos e prediletos no parque na praça na praia da Joaquina. E uma coisa que eu queria saber era subir em árvore. Isso sim! E nem ri, por favor e obséquio, lagarto! Quando nem se aprende de miúda e em tenra idade... De propósito eu ando pedalo quase sempre uns três quatro km por dia. Sim, viajo todo meio de ano até Oriximiná para a festa das oferendas noturnas no rio Trombetas.
            - Nadar você sabe? Olha como aprendi, orquídea!
            - Uma coisa, meu brinco! Eu morei com minha tia lá em Cambaquara distrito de Ilhabela... Morei lá uns dois anos em companhia dela e fazendo companhia pra ela, etc., e então ia à praia do Curral todo santo dia e todos os dias de santo ou santa. De modos quê.
            - Eu mesmo aprendi a nadar no rio Andirá. Na verdade no começo do rio um riacho que onde nós improvisávamos uma pequena barragenzinha um açude uma bica. Era uma delícia, tá entendendo?! A gente só perde a fobia de pequeno. Quanto mais idoso e velho e velhaco borocoxô demora pra aprender essas coisas simples e necessárias, é.
            - Sim, a gente e quase todo mundo “Éramos Seis”. Jardim com tobogã é meu recreio preferido e predileto.
            - E fazíamos fácil fácil programa de moleque molecotes, é. Pois é. Mas isso tudo aí que passou foi e existiu. Era uma vez no tempo passatempo. Me dá pena mas nem é bom ter saudades e pensar o já partido. Você já decorou a tabuada? Nem estou contando e falando sobre pessoas e coisas e lugares que nem vi em Mallet ou Imaculada, índia iara!
            - Parece pouco, mas ainda é eternidade. Parece nostalgia, mas é passado. Esteja atento, jabuti! Você compra muitas lembranças, quando volta de viagem? Você comprou muitas e eu nada.
            - Isso me lembra a boa Sorte boa. Sabe aquela cunhã? Poucas horas depois ela a princesa Sorte me disse me sorteou me contemplou esta, “Você se queixa, piá? É que você, você mesmo!, olha sempre pro lado do copo meio vazio, é. E nem aceita o destino ou o rio ou a história que lhe deram e lhe cabe e lhe escreveram na pupila limpa da harpia, tá entendendo?! Repare e repare bem que muitos muitos muitos, três vezes!, nem tiveram o prestígio da loteria que você tem teve e terá. Tá ligado, macaco?!” Sim, que a Sorte me descascou tudo isso. Vem comigo, minha quindim!
            Gabi, Gabizinha que todos vocês conhecem já na intimidade, Gabriela é rica inteligente paciência esperta preparada descolada feliz curiosa poliglota rica rica e rica. Uma das meninas mais ricas entre as famílias as mais ricas do país. Já viajou por meio mundo e pelo país todo com direito às reprises repetecos pelas praias do Nordeste arrecifes Lençóis Maranhenses Jericoacoara praia da Boa Viagem rio São Pedro... Nem adianta contar tudo que ela conhece e fotografou e me conta e rimos juntos. Possuem muitas terras em Goiás perto do rio Piquiri e no município de São Mateus do Sul. No litoral de SP uma localidade tipo São Sebastião no litoral parece que são donos a família que é enorme são proprietários mandatários de um número x de ilhas a ilha Vitória a ilha dos Búzios a ilha do Campeche, se nem me confundo aqui. Então, de modos que ela tem lastro e manda prender e manda soltar conforme o gosto e o estado civil de bel-prazer bem-nascida. Sabe a empoderada? Bonito linda que o nome dela é muito bonito: Ga-bri-e-la! Tem outros nomes de guria que eu gosto, etc., e nem precisa ficar sabendo nem conto nem discutimos, Maiara, Aline, Ana Carolina, Marcela, Helena, Juçara, Camila, Maria Cristina... Mas este Gabriela é mesmo dela um dos melhores do mundo. Nem todo ser perfeito pode ser Gabi. Então, Gabi é como uma seda. Como se diz segundo a nossa tchurma e se fala, “Gabriela é muito cataguéo cunhantã!”
            - Qual a diferença entre a praia de Maresias e a praia de Icaraí? Sempre quis te fazer esta pergunta, jaçanã! E aí está. Sei que nem é uma pergunta fácil e original. Já conhece os campos rupestres de Tocantins? Eu mesmo levantava mais cedo cedinho quando era mais guri. Você já considerou um passeio de trem BH a Cariacica?
            - Uma vez houve um naufrágio na ponta de Pirabura. Quer saber? Muitos naufrágios ocorreram na costa do B. Tem até uma praia da Caveira. Pirabura é toca de peixe. Então, paciência, paciência... eu sei!, então eu mesma costumava nadar e boiar nas pequenas ondas quando era mais quente quando eram mais calmas. Erguendo os braços pro sol, tapuia!
            - E o mar Atlântico e comprido “seja um hino de glória que fale”. A gente nós vivemos no interior tem muita coisa que duvidamos e fantasiamos. Quer saber? Por exemplo: viajar de trem. Por exemplo: hidroelétrica. Eu queria ter nascido em MG somente pra andar de trem e maria-fumaça. Essas coisas são muito fascinantes na infância de uma pessoa sem trem sem grandes rios sem navio ou barco. Tu achas que eu sempre quis viajar por quê? Te digo, e rapidamente antecipando a tua pergunta. Eu sempre quis conhecer outros lugares porque morava e morei longe do mar e somente tinha visto até então praia em filme. Achas que é fácil e simples e banal! Achas que é pouco! Me faça o favor, meu tudo, minha lógica! Passar longos anos da infância adolescência e etc., sem ver o mar? Tem gente que tira da sorte numa cidade litorânea e vê o mar todo santo dia e o mar sempre ali o barulho do mar as aves marinhas a maresia os frutos do mar os barcos a vela os petroleiros as balsas os iates as gaiolas os cruzeiros... Quando eu vi o mar pela primeira vez eu já subia fechando os olhos de calor umas dunas esplendidas e vi o mar no céu todo tudo pegado. Era tudo azul e um dia de sol como um sol de lua cheia. Alguém que demorou retardou pra ver o mar reconhece o mar onde quer que o encontre ou que o vá buscar, seja em ondas ou nas nuvens, e vice-versa.
            - Têm as coisas boas que eu já me acostumo com você, papagaio! Quem vai cuidar do nosso cachorro ou gato ou xerimbabo enquanto a gente andar de déu em déu?
            - Agora você tocou num ponto favorável e que é uma delícia uma miragem. Favorável a você e a mim ao mesmo tempo. Porém, a Sorte age como a sorte age. E ela a Sorte espalha os prêmios as coisas as histórias as frutas como que às tontas pelaí. No fim e ao cabo para terminar ela me recomendou e me disse, como se fosse hoje de manhã, “Nem me diga que o que você é ou o que você faz quer fazer tem a ver com D ou falta de.” Pois a dona senhora Sorte me disse isso aí tudo e me empurrou porta a fora do templo predileto. Hoje penso repenso, e lhe digo repito sinceramente o seguinte, minha açaí fruta típica do Pará: Me diga sorrindo o que D tem de seu dedo indicativo ou imperativo nesta minha parte partilha temporal.        
            De todo modo de todo mundo de toda banda e além, finalmente eu e Gabi encontramos, em meio de densa e alta mataria ombrófila, e guiados pelo som e pela garoa, a bela cascata véu de noiva também conhecida como.
            Vai pensando aí, charada!

Nenhum comentário:

Postar um comentário