A primeira oportunidade que, zumba!
zuim! zás!, uma história ela a mesma já começa de verão na matinada. É
madrugada prateada nova em folha alvorecer, etc., e emboralá! E o sol em manhã
levanta cedo demais mais cedo do que nunca mais cedo que os pássaros
madrugadores, tchintchorrintchos, pica-paus-reis, vira-folhas, batuíras-de-esporão...
E já acordado pronto preparado para ir trabalhar. Precisa se despedir convidar
pedir licença autorizar tomar café conversar... De repente nem precisa, são
umas 5 e 35 e por aí está, e vai, e vamos. Então, quando hoje na caverna do
Maroaga e na cachoeira da Iracema e nas guaritas de Caçapava do Sul e em Ouro
Preto do Oeste e morro do Cristo em Guaratuba, sobe em marcha subindo a escada
escalando se elevando flutuando... Sabemos de tradição costume e hábito.
Primeira coisa é preciso previsto fixar as horas de acordo com Brasília... e isto
o dia todo. E visto que sim! O espaço aberto preparado e suficientemente. Pois
o sol vai indo eficiente, efetivamente. Confiante segue secar ao sol o nevoeiro
os cabelos da moça a temperatura criar as cores individuais as árvores as
estradas RS-324 e seus acessos ramais a lagoa do Peixe o farol de Itapuã a
pedra do Leão prainha Branca prainha Preta as baleias-francas as fubocas as capororocas
os cisnes-de-pescoço-preto os quero-queros... Quantos km pela frente,
engenheiro! Vamos ver, vamos calcular, iremos almoçar quando a sombra juntar
abraçar os ponteiros. Quantos países pela proa, tambu-peroba, brasileira, tintureiro-das-pedras,
jaguarundi, angico-rajado, milho-de-cobra... O que o mundo vai dizendo e
brincando roncando no berra-boi. É ou nem é um mistério paradoxo complicado.
Todo povo reconhece que o sol nasce no leste e se dirige contornando nadando
voando andando o globo até o oeste, os aueti, os tememinó, os aticum-umã, os
catuquinaru, os guaraio... Eram e são muitas muitíssimas. Aparecem aves
passarinhos para cantar e vão cantando os hinos as canções e cantam. As pessoas
as aves o sol os rios as árvores o jongo o tambor-de-mina o maracatu... acham
muito bom e recomendam, “É muito quente aqui.” “Poucas pessoas me reconhecem
aqui em Tavares.” “Eu derreto sozinha.” “A onça-pintada malhada se esgueirando
no claro-escuro da folhagem acompanhando o rio Urubu na altura junto da
cachoeira da Sucuriju.” “Obrigado por hoje!” “Continuo vendendo muito suco de
clorofila na praça da Baleia.” “Caminhamos a rua Joaquim Fernandes Machado do
comércio do varejo dos secos e molhados das muamberias das finanças das feiras
de artesanato rural, e procurando pela sombra das uacangas na fila indiana.” “O
meu café da manhã vem servido sobre a mesa com toalha em renda de bilros na
sala da frente janelas corridas e com vistas espetaculares para a praia de
Uaicurapá.”
Por que as gurias daqui convidam um montão de gente
para curtir as suas festas de aniversário? Acontece festança estouro de
foguetes multidão algazarra por boa parte da cidade no Centro em torno da praça
Visconde do Cerro Formoso carreatas as ruas estremecem carros buzinas papel
picado foguetório alvoroço. O que queria ser quando era adolescente.
A Gabi está em Rio das Ostras agora e
frequenta comumentemente as praias do seu território deleite praia da Tartaruga
praia de Maracajaú praia das Caieiras e a praça Marquês de Abrantes e a avenida
Condessa de Barral, preferenciais entre outras inesquecíveis e badaladas. Ela
foi a guria que encontrei noite passada na festa de aniversário da Mári que esta
é a minha prima predileta. Quando muito conversamos sobre tudo e alongamos um
passeio pela orla calçada de pedestres ciclovia bares e butiques. Gabi estuda
eu estudo tu estudas ela estuda nós estudamos e quem nem estuda:
- Respira e me diga com d o que se
passou, zuzá da minha perna direita!
- Foi uma vez, como sempre soa para
todo mundo, e a guria chegou e me intimou. Era uma moça e senhorita de alta
costura vasta cabeleireira decorada com os cosméticos e produtos e cremes e
tons e igual uma voz original cristal me chamou de dentro do carro. Aliás,
desconto ou acrescento, ela nem havia desembarcado do carro, é claro carro
esportivo carro bom carro caro de cor vermelha. E me disse assim mesmo, óculos
grandes e escuros bifocais, “Chegue até mim até aqui, por favor, compadre
bem-te-vi!” Este “por favor!” evidentemente era apenas pró-forma pró-arte pró-labore
pró-lazer pró-trato. Então, que que pensei? Ora, né, meu! Fiquei empolgado
fascinado elevado adiantado e, sem alternativa automaticamente sem planejar,
atendi ao chamado do tipo carne feminina de primeira e prontamente. Tá
percebendo minha voz, Gabi? Cada uma que me ocorre, chapa! Mas eu sou franco e
simples e claro e modesto em te noticiar sobre tudo isso, tá?! E te adoro!, já
de comum acordo.
- Que mais? Tem mais? Continue! Receio
interromper um relato pomposo.
- Quer que continue? Os rios
continuam correndo correntes e normalmente. Você já esteve lá em Berizal?
Cruzou a pé o rio Xarqueada? Visitei minha cidade Matinhos.
- Sim, eu prefiro que continue que
parece que você tem muito que me dizer, é. Tenho um pé atrás de interromper contos
e causos históricos relatos e palestras reuniões.
- Então eu continuo e prossigo e vou
em frente. Que atrás vem gente, tá ligada?!
- Sinceramente que eu prefiro e
incentivo e respeito. E bato palmas na plateia ou na galeria ou na geral e
parará! parará!...
Olho com estes olhos Gabi dos tais e
quais olhos amendoados oblíquos glaucos, enfim, todos os olhos que existem que
possível que invento que imagino em ela e Fabi e Duda e Nanda e Terê e Carol e
Páti e Ceci... Se alguém vê uma família de quatis atravessando a rua Pinheiro
Machado outro(a) tem de acreditar. Pode chover hoje pode chover amanhã pode
tudo o que se quiser. Daí veio o verão e... sol vento mururerana
arapapá-de-bico-comprido veículo aéreo não tripulado (vant) irapuãs
angelim-do-pará... Ela me olha Gabi com seus olhos e sorriso e me espera
continuar continuo a mão segurando o queixo o braço de cotovelo no joelho:
- As principais culturas cultivadas
na região são o milho a mandioca a soja o amendoim a abóbora. Plantações
lavouras agronegócios granjas cultivos baixos e rápidos. Um certo tipo de
abóbora pesquisada que nem sei dizer como chama, nome que lhe dão até em outras
regiões do país. Tudo bem? Ah, sim! Ia esquecendo. Temos também muita
batata-doce, é. Mas como estava previsto pelos astros e estrelas e sei mais o
quê, eu e a tal senhorinha nos cumprimentamos nos demos as respectivas mãos
trocamos uns dois ou três beijos nos conhecer nos conformes e fomos em frente.
Ela desceu do carro azul e conversível... Primeiro estacionou o carro de bico
de viés na praça da Polícia. E fomos andando pachorrentamente. Por que as
mulheres usam salto alto?, toque! toque!... A rua Auati que passamos é ainda muito
bonita muito de árvores perfiladas predominando as jipoúbas e as aladas
corruíras lojas de um lado e de outro prédios espelhados rebrilhando ao sol, ou
naquele momento à lua pois havia um sol para cada um, e assim por diante.
Determinada altura ela se virou para mim e me olhou me perguntou, pestanas
circunflexas “Você comprou mantimentos víveres pra hoje, se preveniu? Sua
geladeira sua despensa estão bem servidas?” Achei engraçado ela se lembrar de
comida naquela mesma hora e lhe disse isso mesmo e rimos um montão, “tra-la-lá!
tra-la-lá!...” Por que as mulheres usam unhas longas em forma de garra e pintadas
em uma cor ou várias cores ou até desenhos em cada unha? Mais umas poucas ruas,
que o dia estava quente e abafado bafão, caminhar estava dando o que suar em
plena avenida Imperatriz Teresa Cristina, daí a moça que atende por Sorte me
segurou pelo braço e fortemente me pegou me prendeu me empurrou me arrastou
para um templo grandioso logo ali de em frente portal de madeira
jacarandá-cabiúna de manejo e entramos. Pretendendo me mostrar, segundo ela
própria, tudo que queria me mostrar o que tinha acontecido o que viria a
acontecer na minha pequena e modesta aqui participação tempo permitido desta
encarnação.
- Vocês entraram numa igreja antiga
barroca rococó eclética pontiaguda e gótica? Ela era devota de quem, qual foi a
casa sagrada consagrada matriz ou sé, quem morava lá, uma NS Aparecida um São
João Batista?
- Nem sei se foi num prédio desses
grandiosos que chamam de catedral. Foi num templo com vitrais o que acabei de
lhe falar. Com colunas extraordinárias e extraoficiais construídas com pedras enormes
místicas esculpidas transportadas desde os canteiros pedreiras de Santana de
Boa Vista, Ceará.
- E o que é um templo hoje em dia
senão uma igreja protestante ou ortodoxa com minaretes e cúpula de ouro
brilhando ao sol, hein?! Acho que você nem se liga muito nessa de religião religação
e seus babados oráculos missas oferendas pajelanças e rituais, é!
Antes de Rio das Ostras (e que é um
nome ótimo para uma cidade do litoral do Rio de Janeiro), e que nem é pouca
história, antes Gabi e família eram e foram de MG da cidade também espetacular
nomeada ela me disse o apelido... agora esqueci. Nem, peraí!... Sim, como não,
claro que me lembro, hum!... A cidade de onde Gabriela nascera se chama Arapeí,
limítrofe de Teixeirópolis e Tabira e Águas Vermelhas e, está claro, divisas. O
nome muito legal também e parece de autóctones nação dos aueicoma. E a família
vivia num sítio determinado Manopé-Apê e ganhava a vida plantando pra
subsistência e alugando para acampar o pequeno potreiro aos aventureiros
trilheiros escalaminhantes da serra do Pote da serra da Mantiqueira da serra do
Mar da serra da Canastra. Era enfim uma história muito isolada nos altos montes
reflorestados e friozinhos e úmidos o ano inteiro cachoeira do rio dos Bugres e
mais longe de tudo e mais longe que nunca perto do nada praticamente desabitado
pacato.
- Você comprou muitos produtos para
o jardim? Não, Gabi, nem comprou.
- Tenho um vídeo de Foz do Iguaçu
que quero assistir e rever. Quando vou saber, meu querido particular íntimo
amigo?
- Oi?!, avezinha. É comigo este
querido assim mesmo... audível aprazível comestível? É co-mi-go?!
- E para quem mais, meu proprietário?!
Sem intermediária!
- Escuto e obedeço. Que foi uma
surpresa aguardada inesquecível, ah!, foi.
- Pois onde paramos, onde parou e
por quê? Continue, meu dia de praia! Que tipo de esporte você faz pratica e
prefere.
- E parei para beber água. E parei
no templo elevado arejado limpo etéreo e famoso e... levado pela Sorte, foi
isso? Sim, claro aberto como o dia sob o sol forte. Então, tá! Dia simples o
templo no bairro Aturá e a Sorte me carregando pela mão pelo braço. Me
conduzindo pelo antebraço. E o templo era boa a alameda Heliodoro Balbi era boa
a conversa era boa as árvores eram boa as vitrinas eram boa a sombra era boa a dona
Sorte era boa. Vai escolhendo aí! Vai merecendo aí! Por que as mulheres deste
planeta usam costume as tais saias os quais vestidos de panos curtos ou longos?
Tudo era boa e entramos no recinto com ar condicionado da graça do além do
aquém e muito mais. Paradoxalmente, ali encontrei sem dúvidas as coisas
cumpridas passadas e que só lembrar me deram saudades ou descanso descaso
desassossego. E encontrei também, já por sua vez, coisas maravilhosas
fantásticas por serem novas novidades e por vir. Essas tais me pareceram sonhos
ou quimeras ou fascinações ou ficções. Quer saber mais e melhor? Então, procure
investigue estude viaje coloque uma palavra clique e espraie. Tudo muito pessoal
e meu, hu!... privado, caro, importante, rico, íntimo, original, autêntico, raro,
particular, fino e quente quentíssimo. Então, né!
Pronto pronto vamos visitar nas
montanhas chapadões tabuleiros a Chapada dos Guimarães e Gabi é parceira carona
de aventuras. Nunca vi parar de sorrir. Formações chapadas que devíamos ter
mais de 2 mil anos antes de Cabral ou como 200 milhões AC. Nem chega a ser uma
aventura Aventura mas é muito bom sair pelaí pelo mundo e arredores gruta Duto
do Quebó, Nobres, rio Formoso, Pedregulho, cascata do Salso, Matureia, ilha de
Santo Amaro... Confesso que preciso fazer isso. Vamos visitar, e estamos
planejando mesmo e sério, vamos para o interior algumas cidades o Caminho Velho
ou Caminho do Ouro por ex as serras os cerros me lembrava de algumas
localidades da moda enfeitadas tombadas de casario colonial ruas calçadas de
pedra em estilo pé de moleque e que vinham a minha adoração assim como São José
do Barreiro e Bananal e lagoa Feia, Bodoquena, Unaí... que demais!... o pico
Tira Chapéu a rodovia Raposo Tavares o cabo de São Roque, Barreirinha, Ninheira...
que mais... e me ajude.
- O que você está pensando recriando,
arroz?! É daqueles que larga tudo e vai pelo mundo virar andarilho gira-mundo andar
ao atá, otário?!
- Primeiro Querido com q maiúsculo e
agora otário com ó alto falante. Sem perder o sorriso a graça o charme, é. Minha
presença para toda a jornada, hein?!
- Tô brincando, querido com q
minúsculo... quero dizer bem Q maiúsculo! Te vira, meu! Onde parou a história e
a narrativa. Prossiga e vá em frente, índio com minúsculo, ou melhor, I maiúsculo!
Que está escrito em ouro puro na pupila limpa do gavião-real, hum!...
- Você é a realidade que mais
esperei em todos esses passatempos! E templos falados e por vir por vir! Festa
aruanã noturna lua cheia dos valentes carajá ou xambioá da margem direita do
Araguaia.
- Foi e é à primeira vista. Como se
eu já soubesse de antemão. Embora ainda na primeira página do primeiro capítulo
do primeiro tomo do primeiro princípio. Todo dia roda esse filme. Vai pensando
aí, zodíaco!
- E prosseguindo na sequência escalada...
Onde eu estava com a cunhantã Sorte? Claro como água boa. Bem, aí estávamos ou
nem estávamos no templo tão procurado, é. Ela me falava eu ouvia e às vezes
também replicava respostei, “Eu nunca ainda viajei pelo rio Canumã.” “Eu sei
nadar bem.” “Minha avó Cupira conduzia catraia no porto de Educandos.”
“Subíamos na época da seca o rio Solimões de Manaus até o lago de Tefé” Um
templo decorado por fora e por dentro. Iluminado o altar o interior o exterior
os holofotes. Mas as minhas respostas. Porém eu sabia o que se dizia o que se
falava por aí se conversava bate-papo vai e vem... e eu com isso?! Sabe como é
como foi. Ouvi escutei percebi vozes sílabas palavras ruídos cantos frases
músicas períodos coros coral: “Lembras-te!” e “Se te parece!” “Que é isso!” Tá
entendendo, figura carimbada Gabi da minha idolatria e do meu álbum meus
arquivos? Porque eu penso e te tido e te cito que nem tudo deve ser a viagem ou
o rio, compreende?! Te falei e te digo que a Sorte me pegou pelo braço pela mão
e me levou até lá me apontou o livro aberto completo da minha história e página
por página letra de forma papel seda. Eu tinha comigo... eu tenho comigo...
bem, deixa estar. E me jogou no ouvido com a voz antiga... as profecias os
enigmas os mistérios os caminhos os labirintos com a voz lá dela de sempre... e
apaixonante eloquente falante sonante perfumada. Assim mesmo como estou te
olhando, embora você a realidade mais importante de todas de todas de todas,
três vezes, o caso é que naquele momento especial e em espiral, e eu nem
imaginava conhecer você a Gabi, ela a Sorte me olhou se aproximou me olhou
ainda mais e disse, “Sim, por que nem, vou lhe colocar diante e sobre seus
olhos tudo o que me pedes e lhe tirar aos pouquinhos tintim por tintim tudo o
que mais deseja.” O tanto que ela me encheu a cabeça e me declarou. O tão que
ela abriu minha mente e colocou uma pedra. O número calculado do negócio que
ela me tirou o peixe e me deu o anzol. E o muito da sua sabedoria milenar de cajado
a pano estandarte. Concorde com alguma coisa, pente fino da minha alma!
Já estávamos longe eu e Gabi e pra
lá de Maxaranguape depois Taipu e visitando o forte de Santo Antônio de Gurupá,
sim senhores e senhoras! Ou me pareceu. Bem, confiamos no meu taco. Como eram
as habitações e seus cômodos? As pousadas da beira da praia e com rede de
deitar na sacada, “Quando vamos comprar um cachorro pra chamar de nosso?” “Qual
a diferença entre Cruz Machado e Amajari cidades.” “Ela mesma visitou o farol
de Santa Marta, em Laguna.” “Represa de Jaguara, em Rifaina.” “Procurando o pôr
do sol na beira do lago Manso.” “Os autóctones mariaté com projeto de turismo
ecológico pra gringo ver.” E que o céu estava preparado infinito grande e magnífico.
Todo pago. Descendo e subindo dunas brancas paradisíacas com o quadriciclo. Que
lugar mais fácil de se esquecer de se perder de se ficar por aí mesmo! E os
pássaros espertos, e faziam tudo com pressa, e sempre voando de última hora, e
perguntavam aqui, e indagavam dali, iam e voltavam de lá, retornavam pra cá, e
pregavam anúncios aos quatro ventos, traziam recados, levavam convites,
buscavam isto isso aquilo, catavam sementes miudinhas entre o cisco,
capitães-de-saíra, coró-corós, joões-de-barro-vermelhos, cambaxirras, sairuçus...
E as aves podiam estar com tudo fazer quaisquer coisas podiam estar com alguém
como eu como gente como pessoas comuns falar com alguém voar com alguém imitar
uma pessoa um humanoide mostrar como o homem pode voar um dia gavionar e
sobrevoar. Trilhas veredas de pés postos até chegar na pedra do Segredo na
gruta do Gentio no rio Triste e nadar com os peixes matrinxãs mamuris
pirapitangas boiando água cristalina e que só é triste quando acaba.
- Sempre eu que começo a fala deste episódio.
Mas eu nem tô nem aí, meu! Bola pra frente, castanha! E igual idêntico os
cavalos dizem, “Pra frente e correndo sem olhar do lado!” Também gosto da
expressão, “Bola pro mato que o jogo é de campeonato!” “Um jogo nem se faz numa
jogada e uma jogada nem se desfaz num lance.”
- “E o jogo só acaba quando o
árbitro apita!”
- “O jogo é jogado e o lambari é
pescado!”
- Os cavalos galopar atletas
corredores... Um dia montei num cavalo... que era uma égua muito muito mansa
doméstica e caseira e aposentada, comia na mão. E ela subiu o barranco de supetão
de repentemente estranhamente. Sim, nem ri, por favor e obséquio! Meus primos primas
me levaram para o mercado e eles tinham uma égua de estimação que podia ser
marrom ou esbranquiçada ou melada azulega... Um pouco para carregar coisas
outro pouco para exercitar o animal outro ainda para eles mesmos se mostrarem
pelaí com o cavalo ou égua. Enfim, estávamos em plena rua Buarque de Macedo
calçada de paralelepípedos possivelmente gente olhando e no rumo do armazém-bodega.
Num ponto qualquer, que ainda me lembro muito bem, alguém do bando (meus
primos(as) eram em bando mesmo) teve a ideia me deu a ideia genial, “Quer
montar na Gabi...” não, tô brincando, tô brincando e você sabe disso, desculpa!,
etc. Digo isso porque nem te esqueço, joaninha! Bem, e esse primo ou foi uma
das primas, nem sei essa parte, mas me convidou, “Monta na Matunguinha, vai!
Até parece que ela gosta tão tanto de você, vai!” E insistiram e me apelaram e
me incentivaram e me iludiram, e eu montei. Cara, meu!! De prima imediatamente
a cavala me levou pro barranco mais próximo e eu... “Socooorro!, socooorro!!...
me tirem daqui!...”, etc.. e de repente despenquei e escorreguei e rolei no
chão. Quem nunca quis aprender a andar a cavalo? Ou seja, nunca mais andei
montei em um cavalo em minha jornada até este ponto. Tô certo?! Embora os
cavalos sejam seres nobres especiais admiráveis e eu nem tenho nada contra nem
a favor. E se eu tivesse que herdar um haras com mil benfeitorias - porque isso
nem me ocuparia um miligrama de pensamento - eu venderia na primeira hora e por
qualquer preço, tá certo e entendido?! Se você tivesse nascido animal que
animal você queria ser.
- Nem deixa de ser uma... patetada,
né?, mano! Você deve ter feito algo errado aí e nem percebeu, é. Que que tu
achas e você acha, peixe?!
- De bicicleta foi a mesma coisa.
Mas de bíci eu consegui me superar. Hoje sou um bom ciclista e gosto muito de
pedalar manhã no parque Marinha do Brasil saudável na sombra das caranás,
inajazeiros, pequiás, capebas-do-norte, abacates-do-mato... Hoje eu até adoro
bicicleta e me interesso compro vendo empresto troco alugo. Eu sempre gostei de
bicicleta e parece piada mentira que eu caí debaixo de um caminhão, voltando da
escola. E tinha gente olhando, jabota! Nem percebi direito se gostaram ou nem da
derrapada literal e espetacular. Conforme o combinado? Dentro do possível. E
todo dia como aprecio meu açaí com farofa.
- Uma vez eu fui atropelada por uma
bicicleta com um cara um monstro abaçaí de chapéu de palha boné capacete por
cima de mim e tudo. Ao sair do colégio e abraçada aos 7 livros e cadernos
mochila blusa amarrada na cintura. Foi um susto enorme e pensei que era um trem
locomotiva ou jamanta um bitrem. A bíci vinha na contramão e eu só olhei pra um
lado esta banda da rua, entende, falcão-caburé?! Nossa, foi uma pandemia hecatombe
que nem acredito, e até hoje! Claro que eu já sabia andar de bíci e nem era por
isso que deixaria de me fazer andar de bicicleta. E que é um dos meus
passatempos favoritos e prediletos no parque na praça na praia da Joaquina. E
uma coisa que eu queria saber era subir em árvore. Isso sim! E nem ri, por
favor e obséquio, lagarto! Quando nem se aprende de miúda e em tenra idade...
De propósito eu ando pedalo quase sempre uns três quatro km por dia. Sim, viajo
todo meio de ano até Oriximiná para a festa das oferendas noturnas no rio
Trombetas.
- Nadar você sabe? Olha como aprendi,
orquídea!
- Uma coisa, meu brinco! Eu morei
com minha tia lá em Cambaquara distrito de Ilhabela... Morei lá uns dois anos
em companhia dela e fazendo companhia pra ela, etc., e então ia à praia do
Curral todo santo dia e todos os dias de santo ou santa. De modos quê.
- Eu mesmo aprendi a nadar no rio Andirá.
Na verdade no começo do rio um riacho que onde nós improvisávamos uma pequena
barragenzinha um açude uma bica. Era uma delícia, tá entendendo?! A gente só
perde a fobia de pequeno. Quanto mais idoso e velho e velhaco borocoxô demora pra
aprender essas coisas simples e necessárias, é.
- Sim, a gente e quase todo mundo “Éramos
Seis”. Jardim com tobogã é meu recreio preferido e predileto.
- E fazíamos fácil fácil programa de
moleque molecotes, é. Pois é. Mas isso tudo aí que passou foi e existiu. Era
uma vez no tempo passatempo. Me dá pena mas nem é bom ter saudades e pensar o
já partido. Você já decorou a tabuada? Nem estou contando e falando sobre pessoas
e coisas e lugares que nem vi em Mallet ou Imaculada, índia iara!
- Parece pouco, mas ainda é eternidade.
Parece nostalgia, mas é passado. Esteja atento, jabuti! Você compra muitas
lembranças, quando volta de viagem? Você comprou muitas e eu nada.
- Isso me lembra a boa Sorte boa.
Sabe aquela cunhã? Poucas horas depois ela a princesa Sorte me disse me sorteou
me contemplou esta, “Você se queixa, piá? É que você, você mesmo!, olha sempre
pro lado do copo meio vazio, é. E nem aceita o destino ou o rio ou a história
que lhe deram e lhe cabe e lhe escreveram na pupila limpa da harpia, tá
entendendo?! Repare e repare bem que muitos muitos muitos, três vezes!, nem
tiveram o prestígio da loteria que você tem teve e terá. Tá ligado, macaco?!”
Sim, que a Sorte me descascou tudo isso. Vem comigo, minha quindim!
Gabi, Gabizinha que todos vocês
conhecem já na intimidade, Gabriela é rica inteligente paciência esperta
preparada descolada feliz curiosa poliglota rica rica e rica. Uma das meninas
mais ricas entre as famílias as mais ricas do país. Já viajou por meio mundo e
pelo país todo com direito às reprises repetecos pelas praias do Nordeste
arrecifes Lençóis Maranhenses Jericoacoara praia da Boa Viagem rio São Pedro...
Nem adianta contar tudo que ela conhece e fotografou e me conta e rimos juntos.
Possuem muitas terras em Goiás perto do rio Piquiri e no município de São
Mateus do Sul. No litoral de SP uma localidade tipo São Sebastião no litoral
parece que são donos a família que é enorme são proprietários mandatários de um
número x de ilhas a ilha Vitória a ilha dos Búzios a ilha do Campeche, se nem
me confundo aqui. Então, de modos que ela tem lastro e manda prender e manda
soltar conforme o gosto e o estado civil de bel-prazer bem-nascida. Sabe a
empoderada? Bonito linda que o nome dela é muito bonito: Ga-bri-e-la! Tem
outros nomes de guria que eu gosto, etc., e nem precisa ficar sabendo nem conto
nem discutimos, Maiara, Aline, Ana Carolina, Marcela, Helena, Juçara, Camila,
Maria Cristina... Mas este Gabriela é mesmo dela um dos melhores do mundo. Nem
todo ser perfeito pode ser Gabi. Então, Gabi é como uma seda. Como se diz segundo
a nossa tchurma e se fala, “Gabriela é muito cataguéo cunhantã!”
- Qual a diferença entre a praia de
Maresias e a praia de Icaraí? Sempre quis te fazer esta pergunta, jaçanã! E aí
está. Sei que nem é uma pergunta fácil e original. Já conhece os campos
rupestres de Tocantins? Eu mesmo levantava mais cedo cedinho quando era mais
guri. Você já considerou um passeio de trem BH a Cariacica?
- Uma vez houve um naufrágio na
ponta de Pirabura. Quer saber? Muitos naufrágios ocorreram na costa do B. Tem
até uma praia da Caveira. Pirabura é toca de peixe. Então, paciência,
paciência... eu sei!, então eu mesma costumava nadar e boiar nas pequenas ondas
quando era mais quente quando eram mais calmas. Erguendo os braços pro sol,
tapuia!
- E o mar Atlântico e comprido “seja
um hino de glória que fale”. A gente nós vivemos no interior tem muita coisa
que duvidamos e fantasiamos. Quer saber? Por exemplo: viajar de trem. Por
exemplo: hidroelétrica. Eu queria ter nascido em MG somente pra andar de trem e
maria-fumaça. Essas coisas são muito fascinantes na infância de uma pessoa sem
trem sem grandes rios sem navio ou barco. Tu achas que eu sempre quis viajar
por quê? Te digo, e rapidamente antecipando a tua pergunta. Eu sempre quis
conhecer outros lugares porque morava e morei longe do mar e somente tinha
visto até então praia em filme. Achas que é fácil e simples e banal! Achas que
é pouco! Me faça o favor, meu tudo, minha lógica! Passar longos anos da
infância adolescência e etc., sem ver o mar? Tem gente que tira da sorte numa
cidade litorânea e vê o mar todo santo dia e o mar sempre ali o barulho do mar
as aves marinhas a maresia os frutos do mar os barcos a vela os petroleiros as balsas
os iates as gaiolas os cruzeiros... Quando eu vi o mar pela primeira vez eu já
subia fechando os olhos de calor umas dunas esplendidas e vi o mar no céu todo
tudo pegado. Era tudo azul e um dia de sol como um sol de lua cheia. Alguém que
demorou retardou pra ver o mar reconhece o mar onde quer que o encontre ou que
o vá buscar, seja em ondas ou nas nuvens, e vice-versa.
- Têm as coisas boas que eu já me
acostumo com você, papagaio! Quem vai cuidar do nosso cachorro ou gato ou
xerimbabo enquanto a gente andar de déu em déu?
- Agora você tocou num ponto
favorável e que é uma delícia uma miragem. Favorável a você e a mim ao mesmo
tempo. Porém, a Sorte age como a sorte age. E ela a Sorte espalha os prêmios as
coisas as histórias as frutas como que às tontas pelaí. No fim e ao cabo para
terminar ela me recomendou e me disse, como se fosse hoje de manhã, “Nem me
diga que o que você é ou o que você faz quer fazer tem a ver com D ou falta
de.” Pois a dona senhora Sorte me disse isso aí tudo e me empurrou porta a fora
do templo predileto. Hoje penso repenso, e lhe digo repito sinceramente o
seguinte, minha açaí fruta típica do Pará: Me diga sorrindo o que D tem de seu
dedo indicativo ou imperativo nesta minha parte partilha temporal.
De todo modo de todo mundo de toda banda
e além, finalmente eu e Gabi encontramos, em meio de densa e alta mataria
ombrófila, e guiados pelo som e pela garoa, a bela cascata véu de noiva também
conhecida como.
Vai pensando aí, charada!
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