Nem lembro direito por isso acho que
devo de repente já começar indeterminando. Estava sossegado no meu canto ilha
do Caju se bem me lembro ou nem me recordo e parado profissional oficial
imagine o motivo conto quando Cecília e ela as duas uma em duas ou duas em uma
apareceu apareceram... Por aquela porta entram na minha pauta quando na minha
frente sorriram de um modo muito dado bipolar, e ternas e oferecidas. “Está 1
belo bom dia! aqui em a nação cadiuéu.” De pronto lhes acariciei a boca com o gosto
de mil amores então que mais se abriram em expansões acostumadas e engraçadas. “O
jabota tenta escalar a árvore até que aprende a desistir.” “Nós moramos na
mesma rua Visconde de Taunay do bairro dos Tembé.” Me senti hipossuficiente dono
capacitado da situação informação satisfação repartição contemplação
constituição plantação transformação edificação...
“Vamos começar relembrando de novo
recordando repaginar...” “Sim, agora vai!” Uma manhã preguiçosa e choveu de
chuvas inopino de chuá!... O mês de maio a estação entrando no inverno pela aba
do outono. Naquela mesma manhã andamos ela Cecília e eu os nossos bichos do
chão de estimação Pastoral e Brandão e Nigela, respectivamente, andando tanto
muito, trotando tanto e nos perguntamos um instante “em que mês estamos?, “de
que mês falamos?” A lembrança se alternando com as ideias. “O que você está
pensando ou deixando pra lá de pensar?” Na esquina da rua dos Alfarrábios com a
travessa do Aproche, e Cecília usa uns óculos de grau e conforme para cruzar o
trânsito movimentado faixa preferencial descobrir as coisas pitorescas da região
e principalmente as ofertas das lojas vitrines mostruários; e ela leva leve uma
camiseta com estampas de aves do pantanal mato-grossense, catirumbava,
beija-flor-cinza, bem-te-vi-barulhento, pipira-preta, sanhaço-rei, benedito,
falcão-de-peito-vermelho... todas desenhadas e pintadas à mão e contornos
adornos contornadas de fios de ouro e prata; eu mesmo ando de mão no bolso
outra segurando a guia e a rua do Trópico as ruas a farmácia os botecos a banca
de jornais na praça Guaicuru contando até 10 pensando alto “quantas pessoas
vieram a este lugar e que eu conheço me falaram, o João migrante de Vargem
Bonita, a Maria nativa de Calmon, a Ana Carolina lá de Jaciara, a Tatiana nascida
em São Desidério perto do rio Arinos, a Alínea em a nação apurinã a Maiara
saudosa de Paulino Neves... e desse no que desse, fosse no que fosse, hein?!”
Nem silenciosos nem festivos, mas andávamos os seis e ela estava comigo Cecília
estava comigo e eu estava no que posso me lembrar hoje em dia o que me aparece
o que me anima. “Que história foi esta?” Andando vamos fomos subindo as escadas
degraus escadaria de um templo que tomava toda uma praça adro os vitrais
esplendidos as rosáceas umas cinco uma de cada cor rebrilhantes ao sol das 11h
e do lado de fora um cochinho de água para os bichos animais do chão. “Quando é
bicho do chão caminha, quando é bicho do ar canta ou guincha, quando é bicho do
mar peixe.” “O que você quer quando pensa algo impossível?” Muitas pessoas que
nem recordo direito fizeram ali o templo acharam o lugar aqui e em volta nasceu
e foi surgindo e está a cidade perto do seu rio Juruena predileto servida das
suas ruas plantada com suas plantas petúnias conambins pinhas-do-brejo
lírios-verdes arumbavas chapéus-de-couro marianeiras...
Lembrança rememorações que nem saem
da mente. “Ninguém acha as coisas onde perdeu por acaso, ninguém perde por
acaso onde achou, ninguém encontra ao acaso quando quer e seja o que for.” O
rio Jiquiá cada vez mais cheio e reservado descendo na chuva e com o futuro. Fazia
um tempo um ano um verão que nem via uma chuva dessas copiosa e talvez vinte
minutos. De poucas palavras letras gestos e sinais. “Desde aquela hora que
chove pouco.” “Desde aquele dia que chove no limite.” “Desde aquele mês que cai
pluviométrica.” Porque sim que ela e Cecília gostavam de procurar ver ouvir
camufladas nos papiris quando muito os alados livres galos-de-campina os
esportivos de alto rendimento gravatazeiros os irrequietos agitadíssimos
besourinhos-de-bico-vermelho as organizadas faceiras saudades-de-asa-cinza os
arrojados intrépidos mergulhadores patos-mergulhões os endêmicos
joões-gravetos... Me vem com lembranças boas plenas ela ou Cecília cabelos
enormes sempre ajeitados e ela cabelos em franja finos diante dos olhos ou
Cecília trança única até o meio da cintura e “por favor!, nem puxe meu cabelo”,
uma ela deste meu lado ou a outra Cecília do meu lado de cá. “Que surpresa!” “Um
jogo é um jogo.” “O sol é dourado a lua é prateada as estrelas são
toque-toques.”
Me lembro que há 50 e 75 e 120 anos,
e estamos sempre no mês de fevereiro quase em março de 2020... Recém, outro
sim, cedo vai começar a estação boa maravilhosa da chuva e das chuvaradas
abundantes torrenciais aqui na serra do Cipó e tudo mais. O lugar é sempre
preservado quase como no primeiro dia, borboleta azul-seda, papa-formiga, viuvinha,
gralha-cancã, galo-do-mato, bigode, asa-de-sabre, perdiz... “Na volta
passaremos na loja dos cachorros as rações os brinquedos as casinhas as
coleiras...” Tem o vento tem o sol tem a natureza na Floresta Nacional do
Caçador já no distrito de Taquara Verde e são 10h e 10 min. Descemos o rio
Peixoto ou riacho como a corrente. “Me liga!” “Eu ligo!” Lá na frente já um outro
rio Pirapama e suas cascatas verticais radicais extremas cachoeira do Potreiro represas
hidroelétricas reservatórios cidades, Dom Aquino, Santa Rita do Trivelato,
Itaiópolis, Matos Costa, Aguiar, Barreirinhas... Tenho visto uns pássaros
típicos da região, obviamente, as noivinhas-brancas os sabiás-do-campo as
marias-faceiras os pica-paus-do-campo os papagaios-moleiros e alguns tipos
variedades de guainumbis... No outro plano e
patamar têm as árvores, cambarás-de-cheiro, buchos-de-boi, acuris,
catingas-de-porco, pereiros-da-serra... vegetação de beleza campos rupestres os
chapadões com sementes e frutas, mangabeira e mangaba, jabuticabeira e
jabuticaba, pitombeira e pitomba, umbuzeiro e umbu, pitangueira e pitanga...
para o regalo dos chupins-do-brejo dos joões-grandes dos tangarás-rajados dos
acrobatas das narcejas das cobras corredeiras-lisas dos gorgulhos-dos-cereais dos
aracnídeos escorpiões-brancos dos primatas guigós das queixadas... e mais um
ambiente cheio de ridículos seres que somente encontraram parada por acá por
ali e acolá, corujas-buraqueiras, cochichos, periquitos-reis, galitos,
papagaios-poaieiros... cavam as paredes dos barrancos dos paredões mastigam
argila fazem tocas e locas e ninhos. “A jabuti tenta escalar a escala até que
necessita desistir.” O próprio capim-de-pernambuco está alto nesta zona do
parna Pau Brasil onde os presentes autóctones nativos autênticos politizados
ecológicos caxarari vez em vez vêm comparecem veranear pajelança em pajelança
tirar um sarro acampar...
Para um rio Preguiças em nome de um
rio vazante e cheia nem hora nenhuma importa. Sempre as convido convidei-as mabaça
para sentarem ao meu lado irmãs gêmeas os dois lados ilhargas e fomos
conversando assuntos tranquilos bombordo boreste que por hoje agora mesmo nesta
hora já esqueci. Ela cada vez mais oferecida e eu mais atrevido. Beijei ela na
boca como sei beijar. Cecília cerrava os olhos sei lá de que maneira vã para
nem ver. Peguei na mão de Cecília para confirmar minha proposta de entretenimento.
“Eu vou comprar um novo carro, é.” “E se fôssemos passear uma tarde um dia um
fim de semana em Santa Maria da Vitória ou Araioses?” “Demora muito será um
curso virtual sobre empreendedorismo?” Ela trouxe a sombrinha na expectativa do
‘vai que chova ou faça sol’. “Sim, eu devo logo comprar um carro novo em folha.”
Cecília prometeu se comprometeu de protetor solar repelente para mosquitos
pernilongos ou borrachudos e moscas-porco-espinho e vespas enxuís...
Eu estou chegando e estaciono em
frente canal do Itajuru entre as maçarandubas e verônicas-do-igapó renque de
palmeiras-barrigudas... no meio-fio pintado de branco a calçada juncada de
folhas caídas amareladas. Ela quer me ver e verá ainda hoje. “Vou comprar uns
trajes de praia biquínis topes cangas e hábitos.” Cecília abriu a porta fechou
com chave por dentro. “Vou repetir este sorvete de pitangas.” A tríade tríplice
com o plano estendido mapa sobre a mesa de jantar sala de estar mesinha de
centro ar condicionado em 22°. “Eu quero sair hoje até a praia do Peró ou praia
de Genipabu.” Ela nem foi pra cama cedo e acordou tarde. Cecília precisa de
dinheiro um pouco para as despesas necessárias domésticas triviais perfumes
desodorantes aromáticos e hábitos. O trio triblex tripleto triângulo sempre faz
as compras no shopping Palmeta-Acanto da famosa rua Risca-de-União junto da
praça Porto Rocha e da laguna de Araruama. “Quem conhece conhece!” “Tu você
consegue conhece ouvir entender prestar atenção notar no que as pessoas humanas
estão dizendo falando?” O ponto nervoso valor agregado as lojas o comércio o
carnaval da cidade mais em conta para todas as alturas ou degraus de classes. Lugar
agitado me fez lembrar o ir e vir ou vão e vêm das embarcações iates catamarãs praia
do Foguete barcaças lanchas barcos de passeio fretado e hábitos. E ela conta a
lenda da iara moça indígena de com seus longos cabelos pretos lisos e alvitres,
Cecília conta o causo do boto no inseparável com seu chapéu de palhinha e
hábitos, eu me recordo que ela coleciona relógios de pulso em diversas cores e
tipos e feitios enfeitados hábitos e Cecília aprende rapidinho os melhores
penteados para cada estação cada ocasião encachados arrepiados lisos frisados e
hábitos. “Que horas são?” Se dissolve se dissipa enquanto caminhamos pela
avenida dos Guararapes ora na calçada de pedras retalhadas até o quiosque de
informações turísticas e ora na ciclovia até a sala vip do hotel Égide um cinco
estrelas favorável digno de cartão-postal e hábitos. “O céu de Louveira e
Itupeva é muito conforme e limpo de noites. Você verá poderá ver todas as
estrelas astros galáxias satélites e hábitos.”
“Qual o nome do seu cão de mumbavo?”
Eu relembro por hora pra mim pelas duas moças as nossas imen-cidades, Nova
Mutum, São Pedro da Cipa, Canudos, Bodoquena, Coremas, Santa Isabel... Que bom
dizer e ela gosta de localidades próximas ou distantes, Irani, Lebon Régis,
Morpará, Catolândia, Arujá... porém nunca morou por lá. Cecília já ouviu falar
pelos veículos da mídia, Tapurah, Barra de Bugres, Colíder, Ibitiara, Biritiba
Mirim... e irá por lá algum dia breve pouco distante nesta mesma encarnação. “Você
quer morar lá em casa? Tem e há e existe um quarto e sala somente pra você
personalizado individualizado.” Eu mesmo já reconheço lembro por nós por mim
cidades bem-vindos bem-vindas, Carlinda, Carrapateira, Oliveira dos Brejinhos,
Jaborá, São José da Lagoa Tapada... sendo que as ruas as avenidas principais
centrais têm cheiros perfumes espalhados flores árvores prédios apartamentos
jardins suspensos e o que nem é escusado dizer, massapês, cascudos, mamoneiras-miúdas,
cactos-trepadores, guachamacas... e numa memória de um tempo se me recordo já
aquém da Revolta Paulista e Comuna de Manaus datadas de 1924.
“Como deve ser.” “Você sabe onde.” “Você
sabe quando.” “Você sabe como.” “Você procura os porquês de tudo.” “Tipo assim
igual tarde noite madrugada e dia claro.” O prédio famoso da rua Artur Índio do
Brasil e recuperar requalificar restaurar adequar e hábitos. Casarão tombado do
tempo colonial memorável (porão térreo 3 andares sótão terraço) e patrimônio
histórico arqueológico artístico e turístico da cidade. “Na verdade que nem
posso disfarçar, eu nunca usei chapéu, nem na praia.” “A jabuti tenta escalar a
escada até que chega a desistir.” “Como uma amazona no seu cavalo ajaezado.”
Uma lembrança me apareceu rememorador
por hoje cedo rememoração. O sonho um momento sensacionalmente recordado e... emboralá!
“Nem me recordo a última vez que li ouvi a palavra ‘preponderante’.” Assim
íamos um duas total de três por um caminho engraçado estreito entre folhagens e
plantas pedras tocando as pontas das folhas ramos ramagens brotos pétalas na
sombra ora na sombra ora no céu azul descendo ouvindo o som o ruído da cascata
o canto o sonoro dos pássaros, udus-de-coroa-azul,
surucuás-de-barriga-vermelha, bicos-de-veludo, juruaçus, tachãs... e que mais
ouvidos atentos observando atentos 1 copioso povo, saíras-sapucaias, curiós,
graúnas, xexéus, aracuãs... Presto atenção ao tráfego o sentido a direção dos
ônibus 1 copioso público na avenida escritor Goulart de Andrade as nuvens
enormes uma cobertura de nuvens enormes uma capa de nimbos-cúmulos interrompendo
o sol... “A gente nós que eu digo podemos temos direito a ir quem sabe escolheremos
talvez comer uma pizza de queijo e mais no restaurante Epopeia.” Os prédios laicos
altos físicos materiais nos últimos andares 1 copioso cenário com varandas
janelas de correr cachorros leigos latindo crianças sem religião gritando rádios
pentecostais no sertanejo universitário...
“Pois o nome do meu cão é de
xerimbabo Épico.” O grande ruído único dos automóveis carros veículos
transportes aéreos nas avenidas mais próximas viadutos espaços, estrondos
fragores estampidos estrépitos... nos parece que a cidade acorda manhã de
segunda-feira despertando insopitavelmente impertérrita. Estamos procurando o
suserano ou labirinto desvendar. “Assim entendido, ente: Vitória é uma ilha no
Atlântico.” “Mesmo agora temos uma rua com marquês Marquês do Herval avenida
com visconde 2º Visconde de Pelotas e uma praça com brigadeiro Brigadeiro
Antônio de Sampaio.” “Pegaremos hoje mesmo o trem locomotiva de Tiradentes até
Baianópolis. A ponte recém novidade nova sobre o rio Apa já é uma presença, em?”
As respostas reações das plantas fisicamente nomeadas, magnólias-do-brejo, alfazemas-bravas,
açucenas-do-mato, arapatis, congonhas-do-rio... Pedalando as bícis vadeando o
córrego Páramo e ela e Cecília e eu as magrelas sinceramente na ciclovia rumo
do aeroporto Salgado Filho o monumento do Laçador com máscara tapando as vias
respiratórias...
Não sei por que e que horas depois
nos separamos tripartite tripartido. Fiquei desgarrado saudoso querendo revê-las
sem falta ao mesmo tempo sem ter a coragem de procurá-las dar o abraço a torcer
a torcer. “Você dirige carro?” Eu esperava ser procurado e muitas vezes. Quem
me dera esperava assim ela também e Cecília idem. “Ontem fiquei sabendo que em
Alto Paraguai havia anteontem minas de ouro e pedras preciosas e hoje nem mais
nem nada, sabia?” Desse modo ficou irresolvido mas mil horas extraordinárias paradoxalmente
passavam o tempo da minha expectativa e corrente rio a jusante a montante para
o mar. “Eu nunca uso guarda-chuva na chuva.” A ave observa da pedra pico Agulha
do Diabo e alça voo resoluta e alcança caçar faina em a água foz do rio
Palmital, Itapoá, baía Babitonga, ilha São Francisco do Sul...
Nem me recordo motivo por quê. Eu lembro
que sozinho quando as encontrei Cecília e ela na praça General Olímpio da
Silveira passeavam continuamos a passear todos guiados guiando cachorros cães ela
com seu vira-mundo Pastoral eu com minha vira-lata Nigela mais Cecília com seu vira-casaca
Brandão. “Estou devo estar seriamente pensando em nunca mais comer carne e
virar vegetariana quiçá vegana. Dia desses eu fui ao restaurante me servi no
bufete e escolhi uma mesa para sentar. Aí eu sentei e fiquei pensando e
seriamente. Olhando o prato com a perna do frango me olhando e pra mim. E nem
mais sabia nada do que fazer pejada em transe. Procurei fatigada alguém para
desabafar e não vi ninguém mais ou menos preocupado(a) comigo.” Em bando em
grupo um vermelho-telha outro preto-e-branco o terceiro tricolor vermelho-verde-amarelo
os três mascotes. Embora nem penso muito em cães tanto assim quando estou com
ela com Cecília. De manhã vamos à feira quando for à feira livre avenida
Coronel Moraes Camisão e vamos comprar o necessário tudo que for preciso nem
muito talvez metade, ingás, maracujás, goiabas-do-campo, araticuns-do-campo,
pequis... Animais bons dóceis obviamente sedentos de passeio passear e sempre à
procura de razão social de novas amizades de lixeiras de pneus caudas felizes
praticamente felpudos correndo disparando latindo tão espertos moderadamente controláveis.
Um padrão erguido em forma de prisma vertical obelisco Monumento aos Heróis da
Laguna e Dourados, praça General Tibúrcio, praia Vermelha, e o mérito da
medalha ‘Constância e Valor’. Os bichinhos canídeos bichos sempre estranhos e
volta e meia escuto suas vozes ou resmungos elogios ou pensamentos soltos
hábitos. Vagarosos a cada árvore tembetaru ou planta abutua-grande ou touceira
de macega macegal, Pastoral olha Cecília ela admirada por Brandão e Nigela me vigia
como que ninguém, já me cheiraram o suficiente param aguardamos indecisos
línguas de fora água na boca babando frente da loja armarinho Palmeirim cruz
florenciada na fachada moderna cochinho do lado de fora com água mineral oferta
da casa em promoções tentadoras nacionais locais importadas sarjas tunicelas
casulas bornais e bisacos gregas rocas e fusos com e demais produtos de corte e
costura tricô crochê pontos laços fitas decorações.
Finalmente talvez quem sabe “o dito
e nem ditos estão porfiar nos indo e vindo palavras” se me vem à memória (foi
durante entrementes o transcurso da coluna Miguel Costa-Prestes de 1924 a 1927,
período e fato dentro do movimento tenentista?) no fim do expediente ao cabo
enfim por fim sopitar quem sabe no limite do sono nos encontramos de novo eu
ela Cecília. “Feliz aniversário por mais um ano e muita sorte saúde dinheiro!” E
todo aquele abraço apertado voltou abraçou confraternizamos... Eu a querendo por
dentro e por fora da minha sorte superstições e ela se deixando estrangular e
beijar na boca engraçada cheia de toques cacoetes e Cecília ainda procurando me
prender nas suas manias garras retráteis maleáveis me sufocar. “É que realmente
era novo de novo moderno.” Eu sempre provido resoluto platinado (general
almirante tenente-brigadeiro) e as desvanecidas desvanecidíssimas gurias.
O tempo das distâncias até a Terra
planeta dos terráqueos(as). “Quem quer lembrar e nos facultar os meios?” O templo
do sol até os planetas até as constelações diante das órbitas desenhadas com
esquadro, hectare alqueire acre are tarefa e as demais agrárias. Os ouros dos
tesouros escondidos no fundo dos arrecifes corais atóis plataformas! Os ouros
das viagens à serra do Espigão e Serranópolis de Minas e Riacho dos Machados! “Amanhã
iremos e vamos à festa desfile parada de aniversário do B na avenida Padre
Azevedo festiva enfeitada com bandeirinhas de papel verde-amarelas.” Os ouros
dos cajus sazonados! Os ouros dos coriscos relâmpagos! “De mata em mata,
palmeiras palmares de cor esmeraldina.” “De azinhaga em azinhaga, soroca
sorocabuçu e toca da onça.” “De corrente em corrente, bátega aguaceiro pancada
de chuva.”
A essa época, me recordo e a pele
arrepiada, na quadra seguinte a loja de ferragens ferramentas cordas cordame
sogas martelos rolamentos ferrolhos gaxetas dobradiças grades gavetas de aço
pintadas ou revestidas em verniz ou como se fosse e roldanas pesos escadas
portáteis e o já conhecido e oferecido cochinho de água mineral do lado de fora
da porta de correr automática com sensor de presença (dotada de alerta para
evitar os impactos mecânicos acidentais) e que era grátis para cães e gatos e
porcos bichos de estimação mascotes animais de criação se servirem beberem se
refrescarem. “Aceitamos uns pequis para levar.” “Provamos manauê uma fatia do
bolo de fubá de milho para encomendar.” E lembro que saímos do parque Peruaçu namorando
a orla areia da praia dos Milagres e mais a mais um passo por vez os três os
seis calçadão da rua larga arborizada recém-inaugurada José de Ataliba Nogueira
com sentidos duas mãos movimentadíssimos. “O que era mais importante?” Relembro
assim fácil como alguém que pode ser eu mesmo olhando as horas no celular ou no
relógio digital de pulso. Imagens lembradas e apenas mais uma coisa quero
destacar em lembrança ‘vamos ver!’: e nem esquecer os encantos do casario a
praça o museu onde estava em exposição o famoso tal e qual grandão meteorito
Bendegó o mercado público municipal e o movimento dos que iam e vinham os
pró-labores prêmios bônus propinas salários promoções recompensas obséquios
ordenados que recompensam todos os esforços da jornada e do dia a dia labuta
serviço emprego. “Ainda nem compramos passagens para Belém que do Estado é a
capital bem Pará.” Por leve alto que parecia o céu, as árvores o arvoredo as
plantas em fila indiana plantavam verde vegetais, araticum-cortiça, erva-preá,
caruatá, copaibeira, cedrorana, juá-amarelo... que lembram os seres alados
sempre dispostos, gralhas-do-campo, tiribas, araçaris-bananas, mineirinhos, beija-flor-de-topete,
xem-xens, soldadinhos... ainda mais ou menos quando por acaso chove chovia
chovendo chuviscava. Agora todos os casos requerem pontes estaiadas ou treliças
ou pênseis: os rios os vales os viadutos os cafundós os engarrafamentos as
passarelas para pedestres a logística até o famoso pico do Urubu em Mogi das
Cruzes... “Algumas pessoas interessantes, hein?!, no carnaval de inverno da S.
E. R. Mangrulho.”
Se me recordo onde foi reminiscências
quase longínquas vagas incompletas a rua que desembocava cruzamos todo o bairro
Sapuiá e é das mais longas da cidade com árvores centenárias, angicos-de-cortume,
rabugens, palmeirinhas-de-petrópolis, jatuaúbas, farinhas-secas... E que sol
havia que céu que universo que infinito universo dimensão distendido como uma
tenda plástica soprada pelo vento quente. “A jabuti tenta escalar a calçada até
que acontece desistir.” “Sei que você tem uma boa notícia e um ótimo pedido.” Ela
e Cecília vão e vêm costumam ir e vir à faculdade juntas estudam comigo quase
todos os dias nos encontramos ali aqui acolá ou no restaurante universitário. Eu
de pasta debaixo do braço ela de óculos de grau arregalando os olhos castanhos
Cecília camiseta com imagens efígies retratos dos alados mais bem desenhados em
bico de pena lápis preto, periquito-rico, saí-guaçu, coruja-católica, chauã,
cigarrinha-de-peito-branco, bicudinho-do-brejo... O sol os sóis pouco a pouco o
bando de patos-arminhos as estrelas quase nada muito e muitas as constelações
pouco a pouco cadentes grupo de patativas-boiadeiras vai e vem povoar as ruas
saltadas das poças de água da chuva tombada do céu tombar tombou na cidade de
Francisco Sá. “E bom que se diga antes de esquecer e que cada estrela cada
luzinha no céu é uma galáxia, tá certo?!” Olho para cima centenas de vezes copiosas
milhares de estrelas e números matemática para nem dizer milhões o infinito o
por vir o espaço cosmos perdido. “Porque já entramos em terras dos amigos
suruuarrá e de floresta da biodiversidade ecologicamente preservada
autossustentável e assim por diante até o fim dos séculos, amém!” Ando sob as
árvores sapucaias-brancas mais verdes subo os morros escalaminhadas escaladas
trepa-pedras ou mesmo impérvios lugares e reparo que a cidade povoou do rio Tapajós
que se fez costurando costurar Chiapetta e Nova Ramada e Santo Augusto e
Porteirinha por mais circunvizinhanças de 18 ou 25 mil km Itaituba e Aveiro e
Jacareacanga e Janaúba de modos que sempre nos dias do sol solar ensolarados.
Tivemos tempo, se bem me lembro,
outro sim. Eu pude olhar melhor para ela e acariciar seus cabelos negros
ondulados principalmente nas pontas que caíam junto aos ombros. Imergi na água
cristalina do castanho claro de Cecília e como na limpa lagoa do Portinho (em
Luís Correia) que se vê os peixinhos apaiaris, piraputangas, caranguejos-do-rio,
arapuçás... e as pedras do fundo e as algas balançando dançando no ritmo das
ondas mexidas mecânicas marés. Mas originais distintas e demais. Tão galantes
que o pulso bater sensação vinha de nenhum segredo muito a descobrir. “Maceió é
a capital do sorriso o ano inteiro.” “Para mim a terça-feira é o dia da semana
mais frutífero profícuo a melhor parte da semana predileta mimosa rara
escolhida.”
No embalo da memória a mnemônica nem
por nada para sempre todavia. Uns 45 minutos andando e monumento ‘aos 18 do
forte de Copacabana’ e pessoas e animais as ruas sob as fileiras cerradas das
simarubas e ou frutas-de-manteiga, calçadas com piso tátil, quem falou a última
frase pergunta?, e ela de rosto bonito em ângulos lisos certos precisos diferentes
em certos sentidos com Cecília as bochechas pômulos rosto de beijos meigos
fofos risonha, “beijos! beijos!...” e ambas fatacaz meigas singelas bons
gênios. “Qual a sua memória mais distante e ou principal?” Embarcamos no metrô em
a estação do Címbalo apegada bem junto da ponte Duarte Coelho nuvens poucas bem
brancas se fazendo refazendo para o contraste com o céu azul e mais a correria
com os cães todos curiosos sôfregos resfolegantes eu mesmo controlando Nigela
puxando pela coleira e Cecília com Brandão deitado aos pés e ela com Pastoral
no colo sendo que nem pensar um pequeno disponível cochinho com aquela água
fresquinha mineral indispensável tão necessária. Fomos viajando mais adiante
determinados furamos túnel um morro elevação eminência, “que horas serão?”, no
escurinho barulhento e do chão móvel números passageiros cardinais. A paisagem
em cavernas admiráveis plataformas estações Cambriano e Permiano e Siluriano ao
total são umas 10 paradas se nem me equivoco e Devoniano e Carbonífero e Cretáceo
e Eoceno ou nem me lembro todas às vezes parece que sim outras nem e outras o
tempo falta até descermos alcançarmos em a Trilobita e o ditoso bairro do
Tanoeiro (que lembra pra mim a era e pra muita gente uma vez tonéis pipas
dornas barris) onde mesmo chegamos ao destino na praia dos Artistas aos pés do farol
do Calcanhar. “O que você pretendia queria ser quando adolescente?” “Quando
alguém procura nunca deve parar.” Um sábado conflagrado fervoroso de sol
daquele jeito esplendido qualificado que brilha pra tirar fotos e filmes e que esquenta
também a boa imaginação excitação privilégio e regalia e apanágio dos que sabem
curtir e se soltar à beira-mar. Os cachorros se parecem com cães e se igualam
aos donos com mascotes caninos proprietários amantes de cães. E nem preciso
fazer esforço pra lembrar dia clássico de verão areia cheia de banhistas as
ondas que vêm e vão iam e vinham idas e vindas fluxo e refluxo na lógica antiga
do mar talássico, etc., estrugindo retumbando estrondando. Vamos passeando farejando
cães seguros na guia pisando o chão fofo e engraçado encontrando nos sobrevinha
gente de todas as classes idades crianças edificando arquiteturas em prédios e
condomínios e fortes e castelos na areia... De chofre como se diz se me lembro
bem era sábado e ela preferia a segunda-feira com Cecília apostando na quarta
na quarta. “Por quê?” Se lembro bem e tenho de reconhecer, íamos invasores gastando
assuntos conversando no caminho para o nada mulheres deitadas nas esteiras chapéus
de palha trançada cada vez mais negras ou sob os guarda-sóis com seus óculos
grandes escuros raios refratados rutilantes. “Olha que minha cor preferencial
primeira-ministra diretora-presidenta pós-moderna supercampeã é a cor verde.” Sedentos
de sol de sal de mar e praia vindos dos mais distantes de todos os rincões do
país da cidade Guarantã do Norte, Augusto Pestana, Diamantino, ponte da
Caxangá, ilha do Retiro, bairro Iputinga, pico do Cauê, nativos naturais oriundos
da ‘política do café com leite’ ou na aba da ‘república velha’ e ou ‘primeira
república’. E eu mesmo nem uso pente e ela usa uma correntinha de prata com
medalha de santa Clara e Cecília um anel com pedra ametista baiana ou ametista
topázio-rio-grande. Reconheço Roberta nativa de Peixoto Azevedo mais a Aline nascida
em Nobres mais a Talita natural de Barreiros mais a Joana de origem em
Romelândia que esta nem me cumprimenta a Patrícia nascida em Ajuricaba... E nós
sempre andando enfrentando as multidões de banhistas naturalmente contentes por
pisar a areia fina e branca cor de açúcar cristal macia, rumo da lagoa de
Pitangui e logo ali. Na subidinha um conjunto de dunas móveis fascinantes
incríveis estranhas lunares e ponto obrigatório para ver e rever o pôr do sol. “Um
dos tantos milhares de pôr de sóis mais lindos do país e reconhecido até no exterior.”
“Quando o aniversário de Cajueiro da Praia? Nem lembro, pra falar a verdade. Em
maio ou será em março? Sendo que nem é uma cidade muito grande.” E como nenhum
outro lugar do mundo, ali estavam o mar a praia o sol o dia aberto suco de caju
picolé de mangaba água de coco pastel e suco de cana gelado. Ainda sem ver os
navios ao largo na barra e minha lembrança quase se apaga “quanto sol, minha
gente do céu!” e a luminosidade tipicidade do nordeste. O mar porfiando nas
pedras pedregulho das insignificantes ilhas pequenas territórios de crustáceos.
Me consolando e erguendo a memória egressa das profundidades esplendentes do
oceano ali ao alcance da mão o mar Atlântico e continuamos nos misturando com o
sucesso dos veranistas entre humanos interagindo progredindo com os terráqueos bípedes
terráqueas. “O que você acha?” Se escuta se ouve tudo bramir um oceano e as
pessoas e os animais cães aves pelágicas conforme silvos relinchos mugidos
urros grasnares... Os navios modernos grandões transatlânticos que nascem em “qual
o nome deste rio?” rio Miranda cerca de Porto Real do Colégio e rio Tejipió à
beira São José da Coroa Grande e rio Encantilado que brota perto de Flor da
Serra do Sul e rio Braço Norte junto de Nortelândia e rio Claro bordando Jardim
e Caracol e Tavares... Um deus sol para cada um, “sim senhores e senhoras!” um
sol sem sombras sem asas e toalhas de banho esteiras tubos de filtros solares e
mais luz do astro-rei superior sendo que às vezes se ouvia aviões militares
“será o KC-390?” Sinceramente reconheço muitas pessoas e me custa muitíssimo
logo os Maia de em a bela Lucas do Rio Verde ou logo os Machado de em a bela Palma
Sola ou já os Malacacheta de a bela Nova Guarita desde as alturas da serra do
Cachimbo os Rampante moradores da bela Primeira Cruz os Magarefe de a bela
Barroquinha esta por sua vez na serra das 3 Cruzes... Três leis regras
universais tritongo convivem nem necessariamente excludentes ditas da
sobrevivência assim determinadas pela mãe-natureza: e ela a beleza e Cecília a
inteligência e eu o que falta ou sobra da força. As turmas famílias nadam
dentro das pequenas formações de corais piscinas barreiras naturais circulares
uma dádiva da misteriosa natureza que nos globaliza. E vitória do sol proêmio
deslindador demiurgo, em si e por si, todo convertido numinoso logaritmo. “Eu
iria possivelmente para Tutoia e Condor nas férias de meio de ano.” Que será
por acaso e se pode comprovar. “Eu nem posso ler sua mente.” “O que você
gostaria de comer no café da manhã? Tapioca com mel das famosas trabalhadeiras
abelhas uruçus?”
E me recordo que me animei e me
aninhei junto de Cecília até quando ela assim precisou de mim e mais. Porque comprometidos
que ela também Cecília estão conforme comigo. “Nós vamos fazer uma festa de
arromba e convidar convidar todos os amigos vizinhos e parentes gente casais de
Princesa Isabel e Chaval e Sério...” E se eu vim do sol pelo tempo rio Jordão
até o mar sou também bem lembrado pleistoceno plioceno mioceno da pedra e da
areia e da praia de Barra Grande...
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