quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Ao Léu das Aventuras

 

          

 

            Nem lembro direito por isso acho que devo de repente já começar indeterminando. Estava sossegado no meu canto ilha do Caju se bem me lembro ou nem me recordo e parado profissional oficial imagine o motivo conto quando Cecília e ela as duas uma em duas ou duas em uma apareceu apareceram... Por aquela porta entram na minha pauta quando na minha frente sorriram de um modo muito dado bipolar, e ternas e oferecidas. “Está 1 belo bom dia! aqui em a nação cadiuéu.” De pronto lhes acariciei a boca com o gosto de mil amores então que mais se abriram em expansões acostumadas e engraçadas. “O jabota tenta escalar a árvore até que aprende a desistir.” “Nós moramos na mesma rua Visconde de Taunay do bairro dos Tembé.” Me senti hipossuficiente dono capacitado da situação informação satisfação repartição contemplação constituição plantação transformação edificação...

            “Vamos começar relembrando de novo recordando repaginar...” “Sim, agora vai!” Uma manhã preguiçosa e choveu de chuvas inopino de chuá!... O mês de maio a estação entrando no inverno pela aba do outono. Naquela mesma manhã andamos ela Cecília e eu os nossos bichos do chão de estimação Pastoral e Brandão e Nigela, respectivamente, andando tanto muito, trotando tanto e nos perguntamos um instante “em que mês estamos?, “de que mês falamos?” A lembrança se alternando com as ideias. “O que você está pensando ou deixando pra lá de pensar?” Na esquina da rua dos Alfarrábios com a travessa do Aproche, e Cecília usa uns óculos de grau e conforme para cruzar o trânsito movimentado faixa preferencial descobrir as coisas pitorescas da região e principalmente as ofertas das lojas vitrines mostruários; e ela leva leve uma camiseta com estampas de aves do pantanal mato-grossense, catirumbava, beija-flor-cinza, bem-te-vi-barulhento, pipira-preta, sanhaço-rei, benedito, falcão-de-peito-vermelho... todas desenhadas e pintadas à mão e contornos adornos contornadas de fios de ouro e prata; eu mesmo ando de mão no bolso outra segurando a guia e a rua do Trópico as ruas a farmácia os botecos a banca de jornais na praça Guaicuru contando até 10 pensando alto “quantas pessoas vieram a este lugar e que eu conheço me falaram, o João migrante de Vargem Bonita, a Maria nativa de Calmon, a Ana Carolina lá de Jaciara, a Tatiana nascida em São Desidério perto do rio Arinos, a Alínea em a nação apurinã a Maiara saudosa de Paulino Neves... e desse no que desse, fosse no que fosse, hein?!” Nem silenciosos nem festivos, mas andávamos os seis e ela estava comigo Cecília estava comigo e eu estava no que posso me lembrar hoje em dia o que me aparece o que me anima. “Que história foi esta?” Andando vamos fomos subindo as escadas degraus escadaria de um templo que tomava toda uma praça adro os vitrais esplendidos as rosáceas umas cinco uma de cada cor rebrilhantes ao sol das 11h e do lado de fora um cochinho de água para os bichos animais do chão. “Quando é bicho do chão caminha, quando é bicho do ar canta ou guincha, quando é bicho do mar peixe.” “O que você quer quando pensa algo impossível?” Muitas pessoas que nem recordo direito fizeram ali o templo acharam o lugar aqui e em volta nasceu e foi surgindo e está a cidade perto do seu rio Juruena predileto servida das suas ruas plantada com suas plantas petúnias conambins pinhas-do-brejo lírios-verdes arumbavas chapéus-de-couro marianeiras...

            Lembrança rememorações que nem saem da mente. “Ninguém acha as coisas onde perdeu por acaso, ninguém perde por acaso onde achou, ninguém encontra ao acaso quando quer e seja o que for.” O rio Jiquiá cada vez mais cheio e reservado descendo na chuva e com o futuro. Fazia um tempo um ano um verão que nem via uma chuva dessas copiosa e talvez vinte minutos. De poucas palavras letras gestos e sinais. “Desde aquela hora que chove pouco.” “Desde aquele dia que chove no limite.” “Desde aquele mês que cai pluviométrica.” Porque sim que ela e Cecília gostavam de procurar ver ouvir camufladas nos papiris quando muito os alados livres galos-de-campina os esportivos de alto rendimento gravatazeiros os irrequietos agitadíssimos besourinhos-de-bico-vermelho as organizadas faceiras saudades-de-asa-cinza os arrojados intrépidos mergulhadores patos-mergulhões os endêmicos joões-gravetos... Me vem com lembranças boas plenas ela ou Cecília cabelos enormes sempre ajeitados e ela cabelos em franja finos diante dos olhos ou Cecília trança única até o meio da cintura e “por favor!, nem puxe meu cabelo”, uma ela deste meu lado ou a outra Cecília do meu lado de cá. “Que surpresa!” “Um jogo é um jogo.” “O sol é dourado a lua é prateada as estrelas são toque-toques.”

            Me lembro que há 50 e 75 e 120 anos, e estamos sempre no mês de fevereiro quase em março de 2020... Recém, outro sim, cedo vai começar a estação boa maravilhosa da chuva e das chuvaradas abundantes torrenciais aqui na serra do Cipó e tudo mais. O lugar é sempre preservado quase como no primeiro dia, borboleta azul-seda, papa-formiga, viuvinha, gralha-cancã, galo-do-mato, bigode, asa-de-sabre, perdiz... “Na volta passaremos na loja dos cachorros as rações os brinquedos as casinhas as coleiras...” Tem o vento tem o sol tem a natureza na Floresta Nacional do Caçador já no distrito de Taquara Verde e são 10h e 10 min. Descemos o rio Peixoto ou riacho como a corrente. “Me liga!” “Eu ligo!” Lá na frente já um outro rio Pirapama e suas cascatas verticais radicais extremas cachoeira do Potreiro represas hidroelétricas reservatórios cidades, Dom Aquino, Santa Rita do Trivelato, Itaiópolis, Matos Costa, Aguiar, Barreirinhas... Tenho visto uns pássaros típicos da região, obviamente, as noivinhas-brancas os sabiás-do-campo as marias-faceiras os pica-paus-do-campo os papagaios-moleiros e alguns tipos variedades de guainumbis... No outro plano e  patamar têm as árvores, cambarás-de-cheiro, buchos-de-boi, acuris, catingas-de-porco, pereiros-da-serra... vegetação de beleza campos rupestres os chapadões com sementes e frutas, mangabeira e mangaba, jabuticabeira e jabuticaba, pitombeira e pitomba, umbuzeiro e umbu, pitangueira e pitanga... para o regalo dos chupins-do-brejo dos joões-grandes dos tangarás-rajados dos acrobatas das narcejas das cobras corredeiras-lisas dos gorgulhos-dos-cereais dos aracnídeos escorpiões-brancos dos primatas guigós das queixadas... e mais um ambiente cheio de ridículos seres que somente encontraram parada por acá por ali e acolá, corujas-buraqueiras, cochichos, periquitos-reis, galitos, papagaios-poaieiros... cavam as paredes dos barrancos dos paredões mastigam argila fazem tocas e locas e ninhos. “A jabuti tenta escalar a escala até que necessita desistir.” O próprio capim-de-pernambuco está alto nesta zona do parna Pau Brasil onde os presentes autóctones nativos autênticos politizados ecológicos caxarari vez em vez vêm comparecem veranear pajelança em pajelança tirar um sarro acampar...

            Para um rio Preguiças em nome de um rio vazante e cheia nem hora nenhuma importa. Sempre as convido convidei-as mabaça para sentarem ao meu lado irmãs gêmeas os dois lados ilhargas e fomos conversando assuntos tranquilos bombordo boreste que por hoje agora mesmo nesta hora já esqueci. Ela cada vez mais oferecida e eu mais atrevido. Beijei ela na boca como sei beijar. Cecília cerrava os olhos sei lá de que maneira vã para nem ver. Peguei na mão de Cecília para confirmar minha proposta de entretenimento. “Eu vou comprar um novo carro, é.” “E se fôssemos passear uma tarde um dia um fim de semana em Santa Maria da Vitória ou Araioses?” “Demora muito será um curso virtual sobre empreendedorismo?” Ela trouxe a sombrinha na expectativa do ‘vai que chova ou faça sol’. “Sim, eu devo logo comprar um carro novo em folha.” Cecília prometeu se comprometeu de protetor solar repelente para mosquitos pernilongos ou borrachudos e moscas-porco-espinho e vespas enxuís...

            Eu estou chegando e estaciono em frente canal do Itajuru entre as maçarandubas e verônicas-do-igapó renque de palmeiras-barrigudas... no meio-fio pintado de branco a calçada juncada de folhas caídas amareladas. Ela quer me ver e verá ainda hoje. “Vou comprar uns trajes de praia biquínis topes cangas e hábitos.” Cecília abriu a porta fechou com chave por dentro. “Vou repetir este sorvete de pitangas.” A tríade tríplice com o plano estendido mapa sobre a mesa de jantar sala de estar mesinha de centro ar condicionado em 22°. “Eu quero sair hoje até a praia do Peró ou praia de Genipabu.” Ela nem foi pra cama cedo e acordou tarde. Cecília precisa de dinheiro um pouco para as despesas necessárias domésticas triviais perfumes desodorantes aromáticos e hábitos. O trio triblex tripleto triângulo sempre faz as compras no shopping Palmeta-Acanto da famosa rua Risca-de-União junto da praça Porto Rocha e da laguna de Araruama. “Quem conhece conhece!” “Tu você consegue conhece ouvir entender prestar atenção notar no que as pessoas humanas estão dizendo falando?” O ponto nervoso valor agregado as lojas o comércio o carnaval da cidade mais em conta para todas as alturas ou degraus de classes. Lugar agitado me fez lembrar o ir e vir ou vão e vêm das embarcações iates catamarãs praia do Foguete barcaças lanchas barcos de passeio fretado e hábitos. E ela conta a lenda da iara moça indígena de com seus longos cabelos pretos lisos e alvitres, Cecília conta o causo do boto no inseparável com seu chapéu de palhinha e hábitos, eu me recordo que ela coleciona relógios de pulso em diversas cores e tipos e feitios enfeitados hábitos e Cecília aprende rapidinho os melhores penteados para cada estação cada ocasião encachados arrepiados lisos frisados e hábitos. “Que horas são?” Se dissolve se dissipa enquanto caminhamos pela avenida dos Guararapes ora na calçada de pedras retalhadas até o quiosque de informações turísticas e ora na ciclovia até a sala vip do hotel Égide um cinco estrelas favorável digno de cartão-postal e hábitos. “O céu de Louveira e Itupeva é muito conforme e limpo de noites. Você verá poderá ver todas as estrelas astros galáxias satélites e hábitos.”

            “Qual o nome do seu cão de mumbavo?” Eu relembro por hora pra mim pelas duas moças as nossas imen-cidades, Nova Mutum, São Pedro da Cipa, Canudos, Bodoquena, Coremas, Santa Isabel... Que bom dizer e ela gosta de localidades próximas ou distantes, Irani, Lebon Régis, Morpará, Catolândia, Arujá... porém nunca morou por lá. Cecília já ouviu falar pelos veículos da mídia, Tapurah, Barra de Bugres, Colíder, Ibitiara, Biritiba Mirim... e irá por lá algum dia breve pouco distante nesta mesma encarnação. “Você quer morar lá em casa? Tem e há e existe um quarto e sala somente pra você personalizado individualizado.” Eu mesmo já reconheço lembro por nós por mim cidades bem-vindos bem-vindas, Carlinda, Carrapateira, Oliveira dos Brejinhos, Jaborá, São José da Lagoa Tapada... sendo que as ruas as avenidas principais centrais têm cheiros perfumes espalhados flores árvores prédios apartamentos jardins suspensos e o que nem é escusado dizer, massapês, cascudos, mamoneiras-miúdas, cactos-trepadores, guachamacas... e numa memória de um tempo se me recordo já aquém da Revolta Paulista e Comuna de Manaus datadas de 1924.

            “Como deve ser.” “Você sabe onde.” “Você sabe quando.” “Você sabe como.” “Você procura os porquês de tudo.” “Tipo assim igual tarde noite madrugada e dia claro.” O prédio famoso da rua Artur Índio do Brasil e recuperar requalificar restaurar adequar e hábitos. Casarão tombado do tempo colonial memorável (porão térreo 3 andares sótão terraço) e patrimônio histórico arqueológico artístico e turístico da cidade. “Na verdade que nem posso disfarçar, eu nunca usei chapéu, nem na praia.” “A jabuti tenta escalar a escada até que chega a desistir.” “Como uma amazona no seu cavalo ajaezado.”

            Uma lembrança me apareceu rememorador por hoje cedo rememoração. O sonho um momento sensacionalmente recordado e... emboralá! “Nem me recordo a última vez que li ouvi a palavra ‘preponderante’.” Assim íamos um duas total de três por um caminho engraçado estreito entre folhagens e plantas pedras tocando as pontas das folhas ramos ramagens brotos pétalas na sombra ora na sombra ora no céu azul descendo ouvindo o som o ruído da cascata o canto o sonoro dos pássaros, udus-de-coroa-azul, surucuás-de-barriga-vermelha, bicos-de-veludo, juruaçus, tachãs... e que mais ouvidos atentos observando atentos 1 copioso povo, saíras-sapucaias, curiós, graúnas, xexéus, aracuãs... Presto atenção ao tráfego o sentido a direção dos ônibus 1 copioso público na avenida escritor Goulart de Andrade as nuvens enormes uma cobertura de nuvens enormes uma capa de nimbos-cúmulos interrompendo o sol... “A gente nós que eu digo podemos temos direito a ir quem sabe escolheremos talvez comer uma pizza de queijo e mais no restaurante Epopeia.” Os prédios laicos altos físicos materiais nos últimos andares 1 copioso cenário com varandas janelas de correr cachorros leigos latindo crianças sem religião gritando rádios pentecostais no sertanejo universitário...

            “Pois o nome do meu cão é de xerimbabo Épico.” O grande ruído único dos automóveis carros veículos transportes aéreos nas avenidas mais próximas viadutos espaços, estrondos fragores estampidos estrépitos... nos parece que a cidade acorda manhã de segunda-feira despertando insopitavelmente impertérrita. Estamos procurando o suserano ou labirinto desvendar. “Assim entendido, ente: Vitória é uma ilha no Atlântico.” “Mesmo agora temos uma rua com marquês Marquês do Herval avenida com visconde 2º Visconde de Pelotas e uma praça com brigadeiro Brigadeiro Antônio de Sampaio.” “Pegaremos hoje mesmo o trem locomotiva de Tiradentes até Baianópolis. A ponte recém novidade nova sobre o rio Apa já é uma presença, em?” As respostas reações das plantas fisicamente nomeadas, magnólias-do-brejo, alfazemas-bravas, açucenas-do-mato, arapatis, congonhas-do-rio... Pedalando as bícis vadeando o córrego Páramo e ela e Cecília e eu as magrelas sinceramente na ciclovia rumo do aeroporto Salgado Filho o monumento do Laçador com máscara tapando as vias respiratórias...

            Não sei por que e que horas depois nos separamos tripartite tripartido. Fiquei desgarrado saudoso querendo revê-las sem falta ao mesmo tempo sem ter a coragem de procurá-las dar o abraço a torcer a torcer. “Você dirige carro?” Eu esperava ser procurado e muitas vezes. Quem me dera esperava assim ela também e Cecília idem. “Ontem fiquei sabendo que em Alto Paraguai havia anteontem minas de ouro e pedras preciosas e hoje nem mais nem nada, sabia?” Desse modo ficou irresolvido mas mil horas extraordinárias paradoxalmente passavam o tempo da minha expectativa e corrente rio a jusante a montante para o mar. “Eu nunca uso guarda-chuva na chuva.” A ave observa da pedra pico Agulha do Diabo e alça voo resoluta e alcança caçar faina em a água foz do rio Palmital, Itapoá, baía Babitonga, ilha São Francisco do Sul...

            Nem me recordo motivo por quê. Eu lembro que sozinho quando as encontrei Cecília e ela na praça General Olímpio da Silveira passeavam continuamos a passear todos guiados guiando cachorros cães ela com seu vira-mundo Pastoral eu com minha vira-lata Nigela mais Cecília com seu vira-casaca Brandão. “Estou devo estar seriamente pensando em nunca mais comer carne e virar vegetariana quiçá vegana. Dia desses eu fui ao restaurante me servi no bufete e escolhi uma mesa para sentar. Aí eu sentei e fiquei pensando e seriamente. Olhando o prato com a perna do frango me olhando e pra mim. E nem mais sabia nada do que fazer pejada em transe. Procurei fatigada alguém para desabafar e não vi ninguém mais ou menos preocupado(a) comigo.” Em bando em grupo um vermelho-telha outro preto-e-branco o terceiro tricolor vermelho-verde-amarelo os três mascotes. Embora nem penso muito em cães tanto assim quando estou com ela com Cecília. De manhã vamos à feira quando for à feira livre avenida Coronel Moraes Camisão e vamos comprar o necessário tudo que for preciso nem muito talvez metade, ingás, maracujás, goiabas-do-campo, araticuns-do-campo, pequis... Animais bons dóceis obviamente sedentos de passeio passear e sempre à procura de razão social de novas amizades de lixeiras de pneus caudas felizes praticamente felpudos correndo disparando latindo tão espertos moderadamente controláveis. Um padrão erguido em forma de prisma vertical obelisco Monumento aos Heróis da Laguna e Dourados, praça General Tibúrcio, praia Vermelha, e o mérito da medalha ‘Constância e Valor’. Os bichinhos canídeos bichos sempre estranhos e volta e meia escuto suas vozes ou resmungos elogios ou pensamentos soltos hábitos. Vagarosos a cada árvore tembetaru ou planta abutua-grande ou touceira de macega macegal, Pastoral olha Cecília ela admirada por Brandão e Nigela me vigia como que ninguém, já me cheiraram o suficiente param aguardamos indecisos línguas de fora água na boca babando frente da loja armarinho Palmeirim cruz florenciada na fachada moderna cochinho do lado de fora com água mineral oferta da casa em promoções tentadoras nacionais locais importadas sarjas tunicelas casulas bornais e bisacos gregas rocas e fusos com e demais produtos de corte e costura tricô crochê pontos laços fitas decorações.

            Finalmente talvez quem sabe “o dito e nem ditos estão porfiar nos indo e vindo palavras” se me vem à memória (foi durante entrementes o transcurso da coluna Miguel Costa-Prestes de 1924 a 1927, período e fato dentro do movimento tenentista?) no fim do expediente ao cabo enfim por fim sopitar quem sabe no limite do sono nos encontramos de novo eu ela Cecília. “Feliz aniversário por mais um ano e muita sorte saúde dinheiro!” E todo aquele abraço apertado voltou abraçou confraternizamos... Eu a querendo por dentro e por fora da minha sorte superstições e ela se deixando estrangular e beijar na boca engraçada cheia de toques cacoetes e Cecília ainda procurando me prender nas suas manias garras retráteis maleáveis me sufocar. “É que realmente era novo de novo moderno.” Eu sempre provido resoluto platinado (general almirante tenente-brigadeiro) e as desvanecidas desvanecidíssimas gurias.

            O tempo das distâncias até a Terra planeta dos terráqueos(as). “Quem quer lembrar e nos facultar os meios?” O templo do sol até os planetas até as constelações diante das órbitas desenhadas com esquadro, hectare alqueire acre are tarefa e as demais agrárias. Os ouros dos tesouros escondidos no fundo dos arrecifes corais atóis plataformas! Os ouros das viagens à serra do Espigão e Serranópolis de Minas e Riacho dos Machados! “Amanhã iremos e vamos à festa desfile parada de aniversário do B na avenida Padre Azevedo festiva enfeitada com bandeirinhas de papel verde-amarelas.” Os ouros dos cajus sazonados! Os ouros dos coriscos relâmpagos! “De mata em mata, palmeiras palmares de cor esmeraldina.” “De azinhaga em azinhaga, soroca sorocabuçu e toca da onça.” “De corrente em corrente, bátega aguaceiro pancada de chuva.”

            A essa época, me recordo e a pele arrepiada, na quadra seguinte a loja de ferragens ferramentas cordas cordame sogas martelos rolamentos ferrolhos gaxetas dobradiças grades gavetas de aço pintadas ou revestidas em verniz ou como se fosse e roldanas pesos escadas portáteis e o já conhecido e oferecido cochinho de água mineral do lado de fora da porta de correr automática com sensor de presença (dotada de alerta para evitar os impactos mecânicos acidentais) e que era grátis para cães e gatos e porcos bichos de estimação mascotes animais de criação se servirem beberem se refrescarem. “Aceitamos uns pequis para levar.” “Provamos manauê uma fatia do bolo de fubá de milho para encomendar.” E lembro que saímos do parque Peruaçu namorando a orla areia da praia dos Milagres e mais a mais um passo por vez os três os seis calçadão da rua larga arborizada recém-inaugurada José de Ataliba Nogueira com sentidos duas mãos movimentadíssimos. “O que era mais importante?” Relembro assim fácil como alguém que pode ser eu mesmo olhando as horas no celular ou no relógio digital de pulso. Imagens lembradas e apenas mais uma coisa quero destacar em lembrança ‘vamos ver!’: e nem esquecer os encantos do casario a praça o museu onde estava em exposição o famoso tal e qual grandão meteorito Bendegó o mercado público municipal e o movimento dos que iam e vinham os pró-labores prêmios bônus propinas salários promoções recompensas obséquios ordenados que recompensam todos os esforços da jornada e do dia a dia labuta serviço emprego. “Ainda nem compramos passagens para Belém que do Estado é a capital bem Pará.” Por leve alto que parecia o céu, as árvores o arvoredo as plantas em fila indiana plantavam verde vegetais, araticum-cortiça, erva-preá, caruatá, copaibeira, cedrorana, juá-amarelo... que lembram os seres alados sempre dispostos, gralhas-do-campo, tiribas, araçaris-bananas, mineirinhos, beija-flor-de-topete, xem-xens, soldadinhos... ainda mais ou menos quando por acaso chove chovia chovendo chuviscava. Agora todos os casos requerem pontes estaiadas ou treliças ou pênseis: os rios os vales os viadutos os cafundós os engarrafamentos as passarelas para pedestres a logística até o famoso pico do Urubu em Mogi das Cruzes... “Algumas pessoas interessantes, hein?!, no carnaval de inverno da S. E. R. Mangrulho.”

            Se me recordo onde foi reminiscências quase longínquas vagas incompletas a rua que desembocava cruzamos todo o bairro Sapuiá e é das mais longas da cidade com árvores centenárias, angicos-de-cortume, rabugens, palmeirinhas-de-petrópolis, jatuaúbas, farinhas-secas... E que sol havia que céu que universo que infinito universo dimensão distendido como uma tenda plástica soprada pelo vento quente. “A jabuti tenta escalar a calçada até que acontece desistir.” “Sei que você tem uma boa notícia e um ótimo pedido.” Ela e Cecília vão e vêm costumam ir e vir à faculdade juntas estudam comigo quase todos os dias nos encontramos ali aqui acolá ou no restaurante universitário. Eu de pasta debaixo do braço ela de óculos de grau arregalando os olhos castanhos Cecília camiseta com imagens efígies retratos dos alados mais bem desenhados em bico de pena lápis preto, periquito-rico, saí-guaçu, coruja-católica, chauã, cigarrinha-de-peito-branco, bicudinho-do-brejo... O sol os sóis pouco a pouco o bando de patos-arminhos as estrelas quase nada muito e muitas as constelações pouco a pouco cadentes grupo de patativas-boiadeiras vai e vem povoar as ruas saltadas das poças de água da chuva tombada do céu tombar tombou na cidade de Francisco Sá. “E bom que se diga antes de esquecer e que cada estrela cada luzinha no céu é uma galáxia, tá certo?!” Olho para cima centenas de vezes copiosas milhares de estrelas e números matemática para nem dizer milhões o infinito o por vir o espaço cosmos perdido. “Porque já entramos em terras dos amigos suruuarrá e de floresta da biodiversidade ecologicamente preservada autossustentável e assim por diante até o fim dos séculos, amém!” Ando sob as árvores sapucaias-brancas mais verdes subo os morros escalaminhadas escaladas trepa-pedras ou mesmo impérvios lugares e reparo que a cidade povoou do rio Tapajós que se fez costurando costurar Chiapetta e Nova Ramada e Santo Augusto e Porteirinha por mais circunvizinhanças de 18 ou 25 mil km Itaituba e Aveiro e Jacareacanga e Janaúba de modos que sempre nos dias do sol solar ensolarados.

            Tivemos tempo, se bem me lembro, outro sim. Eu pude olhar melhor para ela e acariciar seus cabelos negros ondulados principalmente nas pontas que caíam junto aos ombros. Imergi na água cristalina do castanho claro de Cecília e como na limpa lagoa do Portinho (em Luís Correia) que se vê os peixinhos apaiaris, piraputangas, caranguejos-do-rio, arapuçás... e as pedras do fundo e as algas balançando dançando no ritmo das ondas mexidas mecânicas marés. Mas originais distintas e demais. Tão galantes que o pulso bater sensação vinha de nenhum segredo muito a descobrir. “Maceió é a capital do sorriso o ano inteiro.” “Para mim a terça-feira é o dia da semana mais frutífero profícuo a melhor parte da semana predileta mimosa rara escolhida.”

            No embalo da memória a mnemônica nem por nada para sempre todavia. Uns 45 minutos andando e monumento ‘aos 18 do forte de Copacabana’ e pessoas e animais as ruas sob as fileiras cerradas das simarubas e ou frutas-de-manteiga, calçadas com piso tátil, quem falou a última frase pergunta?, e ela de rosto bonito em ângulos lisos certos precisos diferentes em certos sentidos com Cecília as bochechas pômulos rosto de beijos meigos fofos risonha, “beijos! beijos!...” e ambas fatacaz meigas singelas bons gênios. “Qual a sua memória mais distante e ou principal?” Embarcamos no metrô em a estação do Címbalo apegada bem junto da ponte Duarte Coelho nuvens poucas bem brancas se fazendo refazendo para o contraste com o céu azul e mais a correria com os cães todos curiosos sôfregos resfolegantes eu mesmo controlando Nigela puxando pela coleira e Cecília com Brandão deitado aos pés e ela com Pastoral no colo sendo que nem pensar um pequeno disponível cochinho com aquela água fresquinha mineral indispensável tão necessária. Fomos viajando mais adiante determinados furamos túnel um morro elevação eminência, “que horas serão?”, no escurinho barulhento e do chão móvel números passageiros cardinais. A paisagem em cavernas admiráveis plataformas estações Cambriano e Permiano e Siluriano ao total são umas 10 paradas se nem me equivoco e Devoniano e Carbonífero e Cretáceo e Eoceno ou nem me lembro todas às vezes parece que sim outras nem e outras o tempo falta até descermos alcançarmos em a Trilobita e o ditoso bairro do Tanoeiro (que lembra pra mim a era e pra muita gente uma vez tonéis pipas dornas barris) onde mesmo chegamos ao destino na praia dos Artistas aos pés do farol do Calcanhar. “O que você pretendia queria ser quando adolescente?” “Quando alguém procura nunca deve parar.” Um sábado conflagrado fervoroso de sol daquele jeito esplendido qualificado que brilha pra tirar fotos e filmes e que esquenta também a boa imaginação excitação privilégio e regalia e apanágio dos que sabem curtir e se soltar à beira-mar. Os cachorros se parecem com cães e se igualam aos donos com mascotes caninos proprietários amantes de cães. E nem preciso fazer esforço pra lembrar dia clássico de verão areia cheia de banhistas as ondas que vêm e vão iam e vinham idas e vindas fluxo e refluxo na lógica antiga do mar talássico, etc., estrugindo retumbando estrondando. Vamos passeando farejando cães seguros na guia pisando o chão fofo e engraçado encontrando nos sobrevinha gente de todas as classes idades crianças edificando arquiteturas em prédios e condomínios e fortes e castelos na areia... De chofre como se diz se me lembro bem era sábado e ela preferia a segunda-feira com Cecília apostando na quarta na quarta. “Por quê?” Se lembro bem e tenho de reconhecer, íamos invasores gastando assuntos conversando no caminho para o nada mulheres deitadas nas esteiras chapéus de palha trançada cada vez mais negras ou sob os guarda-sóis com seus óculos grandes escuros raios refratados rutilantes. “Olha que minha cor preferencial primeira-ministra diretora-presidenta pós-moderna supercampeã é a cor verde.” Sedentos de sol de sal de mar e praia vindos dos mais distantes de todos os rincões do país da cidade Guarantã do Norte, Augusto Pestana, Diamantino, ponte da Caxangá, ilha do Retiro, bairro Iputinga, pico do Cauê, nativos naturais oriundos da ‘política do café com leite’ ou na aba da ‘república velha’ e ou ‘primeira república’. E eu mesmo nem uso pente e ela usa uma correntinha de prata com medalha de santa Clara e Cecília um anel com pedra ametista baiana ou ametista topázio-rio-grande. Reconheço Roberta nativa de Peixoto Azevedo mais a Aline nascida em Nobres mais a Talita natural de Barreiros mais a Joana de origem em Romelândia que esta nem me cumprimenta a Patrícia nascida em Ajuricaba... E nós sempre andando enfrentando as multidões de banhistas naturalmente contentes por pisar a areia fina e branca cor de açúcar cristal macia, rumo da lagoa de Pitangui e logo ali. Na subidinha um conjunto de dunas móveis fascinantes incríveis estranhas lunares e ponto obrigatório para ver e rever o pôr do sol. “Um dos tantos milhares de pôr de sóis mais lindos do país e reconhecido até no exterior.” “Quando o aniversário de Cajueiro da Praia? Nem lembro, pra falar a verdade. Em maio ou será em março? Sendo que nem é uma cidade muito grande.” E como nenhum outro lugar do mundo, ali estavam o mar a praia o sol o dia aberto suco de caju picolé de mangaba água de coco pastel e suco de cana gelado. Ainda sem ver os navios ao largo na barra e minha lembrança quase se apaga “quanto sol, minha gente do céu!” e a luminosidade tipicidade do nordeste. O mar porfiando nas pedras pedregulho das insignificantes ilhas pequenas territórios de crustáceos. Me consolando e erguendo a memória egressa das profundidades esplendentes do oceano ali ao alcance da mão o mar Atlântico e continuamos nos misturando com o sucesso dos veranistas entre humanos interagindo progredindo com os terráqueos bípedes terráqueas. “O que você acha?” Se escuta se ouve tudo bramir um oceano e as pessoas e os animais cães aves pelágicas conforme silvos relinchos mugidos urros grasnares... Os navios modernos grandões transatlânticos que nascem em “qual o nome deste rio?” rio Miranda cerca de Porto Real do Colégio e rio Tejipió à beira São José da Coroa Grande e rio Encantilado que brota perto de Flor da Serra do Sul e rio Braço Norte junto de Nortelândia e rio Claro bordando Jardim e Caracol e Tavares... Um deus sol para cada um, “sim senhores e senhoras!” um sol sem sombras sem asas e toalhas de banho esteiras tubos de filtros solares e mais luz do astro-rei superior sendo que às vezes se ouvia aviões militares “será o KC-390?” Sinceramente reconheço muitas pessoas e me custa muitíssimo logo os Maia de em a bela Lucas do Rio Verde ou logo os Machado de em a bela Palma Sola ou já os Malacacheta de a bela Nova Guarita desde as alturas da serra do Cachimbo os Rampante moradores da bela Primeira Cruz os Magarefe de a bela Barroquinha esta por sua vez na serra das 3 Cruzes... Três leis regras universais tritongo convivem nem necessariamente excludentes ditas da sobrevivência assim determinadas pela mãe-natureza: e ela a beleza e Cecília a inteligência e eu o que falta ou sobra da força. As turmas famílias nadam dentro das pequenas formações de corais piscinas barreiras naturais circulares uma dádiva da misteriosa natureza que nos globaliza. E vitória do sol proêmio deslindador demiurgo, em si e por si, todo convertido numinoso logaritmo. “Eu iria possivelmente para Tutoia e Condor nas férias de meio de ano.” Que será por acaso e se pode comprovar. “Eu nem posso ler sua mente.” “O que você gostaria de comer no café da manhã? Tapioca com mel das famosas trabalhadeiras abelhas uruçus?”

            E me recordo que me animei e me aninhei junto de Cecília até quando ela assim precisou de mim e mais. Porque comprometidos que ela também Cecília estão conforme comigo. “Nós vamos fazer uma festa de arromba e convidar convidar todos os amigos vizinhos e parentes gente casais de Princesa Isabel e Chaval e Sério...” E se eu vim do sol pelo tempo rio Jordão até o mar sou também bem lembrado pleistoceno plioceno mioceno da pedra e da areia e da praia de Barra Grande...

           

 

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