terça-feira, 14 de outubro de 2025

A glória VII

 

                                                          

            Sabe há quanto tempo. Mais tempos. Há quanto tempo? Há séculos!

            De onde para onde vaivém e se destina o vento. O vento ‘vvvv-uuuu!...’ sai Minuano descabela árvores e joga com suas melenas folhas secas aí aos 20 ou 200m.

            Maria da Glória ou Glória Maria tinha tem cabelo liso longo preto, e geralmente solto ou com uma trança até o meio do dorso da paleta omoplata espádua das costas.

            - Quase me chamei Glória Maria. Mas foi melhor assim, Maria da Glória. Maria vem antes e é da glória, é maior – relatava expõe ela MG as suas amigas/colegas de escola da vizinhança no bairro do Motorneiro em a travessa engenheiro Acilino de Carvalho, entre a rua general Andrade Neves e rua dos Andradas.

            Popularmente era a Glorinha e quase todos a chamavam assim, e simplesmente. Sempre prestativa. Sempre a sugerir propor aconselhar alvitrar, embora a pouca idade mesmo uma adolescente chegada aos 15 anos. Absolutamente e totalmente.

            A guria fazia milagres com as mãos. Recebia recebe o dom da luz divina luz eterna... Colocava a mão na cabeça do paciente e curava qualquer problema. Rezava a oração útil que a inspiração lhe ensinara e murmurando o que só ela sabia e entendia. A mãe sempre por perto e ou o pai e ou um dos dois irmãos e ou a irmã mais velha e ou os dois cães vira-latas a Rã e o Rato, guando mesmo a família em peso.

            E ela MG sempre contava conta tudo que sabe. Pra ela mesma, nunca necessitava de nada nem precisava de algo ou alguma coisa e sempre modesta e satisfeita. Contente com ela contentíssima com os outros os próximos.

            Em o espaço as árvores os pássaros cantando incidentais as casas e prédios estão aí, todos assistindo. O rio Retiro corre para oeste, o mar. O vento supera obstáculos os km para o norte, região da histórica Colombo colombense o parque serra da Baitaca e ilha das Rosas e ilha da Barquinha e ilha das Pedras...

            Como se quer que aconteça e tem de ser. Contar se conta mas poucos acreditam. A hora exata em que o sol chegou raiando em o planeta Terra o dia 09 o mês 10 o ano 2044. E uma luz e um clarão e um calor quietarrão sossegado demais muito calmo veraneando. A concorrência é está grande em Morretes morretense ‘a sua natureza é encantar’. Vizinhas visitas moradoras da redondeza Piraquara e Campina Grande do Sul e o rio Nhundiaquara o rio Marumbi e o rio São João o rio Ipiranga a serra do Ibitiraquire o pico do Paraná o pico Caratuva o pico Itapiroca...

            - Vamos ouvir a história com H que se passou aqui – pesquisa pesquisava MG.

            A verdade convence o que foi o que é o que vai ser e será pode acontecer vir a ser. Sempre no ponto ou mais que menos tanto isso isto aquilo.

            E olhe assim o que acontece. O inesperado sim acontece? Os baitas acontecimentos raros acontecem? E o que se espera que aconteça, milagres pra acontecer, o certo acontece ou permanece, já aconteceu ou deixou pra acontecer. Ora, tanto acontecimento pra suceder acontecer mesmo com muitos acontecimentos. Aconteceres acontecimentos prévios e os sem explicação.

            Elazinha Maria da Glória já então nasceu no milagre. E sentiu na pele no pensamento no sentimento na emoção tudo tanto todos os poros sentiu o milagre sorriu o milagre viu notou repartiu o milagre. E fez o milagre puxou o milagre captou capturou o milagre. Participou do milagre e da oração do milagre. Felizmente e oniricamente.

            E os milagres são quentes raros e rápidos impossíveis. E os milagres são chispas centelhas fragmentos incandescentes faíscas. E os milagres são capincho e capivara, capim-da-colônia, chanchão, jequitibá-rosa, jerarquia ou hierarquia, chita-crespa...

            - Eu faço milagre quando abençoo – comentava MG, logo de indagada sobre isso isto e aquilo de poderes mágicos força divina ilustrada mãos de luz.

            O dia todo que se vê. Um belo dia assim e insólito o dia raro que surpreende e cheio de surpresas já eficiente suficiente. Oração reza prece benzedura promessa peregrinação. Pensionistas jubilados aposentados desconectados do trabalho residentes na rua Engenho da Rainha e avenida Itaóca em torno da praça 24 de Outubro em bairro Inhaúma zona norte Rio de Janeiro. A rota do Rosário.

            Como a turma já havia alugado um ônibus e percorrer fazer a famosa rota do Rosário. Buscando espiritualidade. O santuário Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face e o santuário de São Miguel Arcanjo, em Bandeirantes.

            Os caminhos estradas rotas ruas trilhas de cruz em cruz cruzados cruzadas encruzilhadas descruzados cruzeiros.

            A menina carismática MG amou muito conhecer o santuário do Senhor Bom Jesus de Pedra Fria, em Jaguariaíva. Uma estátua de Jesus de mais de 200 anos.

            Apoteose veneração endeusamento louvor glorificação.

            Que a menina milagreira milagrosa visita o santuário do Divino Espírito Santo, em Ribeirão do Pinhal.

            Aplainada a esplanada e ufania júbilo regozijo.

            Ela abre uma janela no iutúbi para mostrar o iluminado procurado encantado santuário de Santo Inocêncio, em Tomazina (esta nomeação denominação é homenagem ao pioneiro desbravador fundador major Thomaz Pereira da Silva).

            Alguidares potes vasos canecos taças troféus jarros e o cortejo séquito passeata escolta procissão.

            Um olhar seu translúcido juvenil Maria da Glória inocente transcendente e a catedral de NS Imaculada Conceição, em Jacarezinho.

            Os milagres vão longe e demais e inventam indeléveis tudo e mais um pouco. E grassam se espalham propagam-se. Sensivelmente e perenemente.

            Chuviscou aqui sai o sol assim em a tardinha e a rua do Russel o parque Lúcio Costa. A igreja de NS da Glória do Outeiro, legal oficial legítima magnífica.

            Foi sem dúvida desde já o sonho porque o lugar justamente assim o merece.

            Pararam a jornada uns dias uma semana em Terra Roxa. A casa da cultura Ademir Antonelli e cursos de corte/costura artesanato em cerâmica capoeira berimbau fotografia autorretratos laives istagran. O templo comunitário feito de vidro colorido. A praça Ruben Santos Noronha mais a lenga-lenga dos insetos e a feira ao ar livre:

            - Gosto de olhar árvores arvoredo pássaros passaredo trens comboio ferrovia – pensou falou confirmou a milagreira rainha princesa santinha cunhantaim a MG, que ela é falante quando precisa falar e sempre calada quando necessário calar e ouvir.

            - Sabe-se lá ou aqui aos 4 porquês e se soma o porquê motivo substantivo o por quê pergunta em final de frase o por que pergunta o porque explicativo explicação – dessorou derramou a analista de sistema atualmente morando em o bairro Medianeira rua Nunes com a rua São Joaquim, original de Vila Flores.

            - Cosear abrir casa ou botoeira o paletó traje terno ferro de engomar abrir casas vincar calças gravata-borboleta pregar botões alfaiataria alfaiate fatiota cortes de fazenda – comentou a costureira/modista Conta-Fios Planchar, também contadora de chistes ditos espirituosos facécias pilhérias anedotas piadas e demais outros memes.

            - O canal canalizado Faria-Timbó entre a rua Moreia e a rua Carmem Cinira – entendeu aceitou controlava contava o gaúcho, chapéu grande bombacha espora.

            - Segurar a vela – compôs lembrou conferiu a dona Cancela, madrasta da pequena menina Petúnia uma graça ambas oriundas da fronteiriça cidade de Jaguarão jaguarense lema ‘Jaguarão cidade heroica’.

            - Ioga respiração alimentação balanceada saudáveis pensamentos suaves – orientou relacionou a matriarca senhora Flotilha, aprecia envidraçar enquadrar emoldurar desenhos fotos fotografias santos santas ícones católicos e nascida em Campo Limpo Paulista bem em a rua Campos Salles.

            - Franja de engaste franja embutida intercalada – compareceu comandou a costureira de mão cheia cidadã de Herval e torcedora assídua do CAP Furacão.

            - A vaca quase foi pro brejo – determinou comemorou interpretou o senhor morador endereço rua Demétrio Bobadilha emendando com a estrada dos Porretes em a prestigiosa Francisco Morato moratense lema ‘a lugares elevados por veredas estreitas’.

            - Um baldaquim dossel com cortinas cobertura de leito coisa ótima rica fina deslumbrante enastrado enfeitado de nastros fitas e especialmente recomendável no verão – enalteceu originou a grande madame Cartela, cidadã de Arroio Grande.

            - Lá foi o boi com a corda toda – contou analisou e faz e sabe a motorista de táxi atendendo de segunda a sábado no ponto da praça doutor Alcides Marques perto da casa de cultura Pompílio Neves de Freitas ao lado da ponte Barão de Mauá.

            - O carro de linha veículo rodoferroviário paramotor parapente carro-motor – mostrou pintou falou sorri familiarmente o mecânico em a oficina mecânica de Atibaia.

            - E meus amigos de estrada, num contexto de conversa descontraída informal de bar sobre tudo e nada: grileiro verde-jade flambar bastidor chouriça sobrescrito maçonaria passadiço – remoeu surpreendeu insuflou a jovem aprendiz de pedagoga fazendo faculdade em Florianópolis natural de Blumenau.

            - Cravejada de aljofres chamalotada acatassolada tecido roupa nova – bordou pontuou recamou a elegante alta saliente modelo, cacoete tremura tique nervoso de leve na boca canto de lábio, e oriunda de Franco da Rocha.

            - Sim e nem ou talvez, trabalho com fitas galões borlas franjas passamanaria – alcatifou riscou ajeitou cortou matizou a orientadora lojista dona de fábrica de malhas, nunca jamais leva em conta diminuir-se achicar-se apequenar-se e oriunda da comarca de Mairiporã.

            - O rio Piquiri me fez espalmar abri a mão e Viamão: o rio Jacuí, o rio Taquari, o rio Caí, o rio dos Sinos, o rio Gravataí – lembrou contribuiu o motorista de aplicativo, ex-sócio de padaria açougue armazém de secos e molhados farmácia sorveteria.

            Ainda que a Maria da Glória sabia sabe tudo e muito mais. Põe a mão no ombro do crente e lhe convence a prosseguir em fé. Ela menina esperta divina tem D no coração. E conhece D por dentro e por fora. E aprende tudo com D.

            Maria da Glória sorria, o sol sorria, as aves riam gargalhavam grugulhavam ‘lu-lu-láaaa!...’ o rio cachoeirava ‘chou-chou-cháaaa!...’ correnteza entre pedregulho. Isto lembrado e posto, tudo estava muito corriqueiro. E ela te deseja paz e amor e felicidade e festa e convidados e doces e salgados. E adivinha o que se diz aí:

            - Você sabe, querida!, com quantos caules se faz uma boa jangada? – pergunta de um milhão da tia Lúcia, parte da família do pai, vestindo um costume verdinho traje trajando calças compridas azuis camisa manga curta verde com gola azul.

            - Sei, tia! Sei sim e até já inventei uma dessas na minha cabeça – conferiu MG.

            - Então, ótimo! Sabe saber é muito bom. Mas nem vale contar nos dedos. Sei que você é excelente também na matemática. Eu mesma sou arisca pra essas coisas.

            - A matemática os cálculos e a multiplicação dos números e fórmulas, hem?!

            A primeira semana de fevereiro, ainda em férias escolares, a família se juntou numa excursão até Aparecida aparecidense ‘capital mariana do B’. Foram de ônibus até uma distância passando por Guaratinguetá e Potim e Roseira e Lagoinha e depois a pé. Já em romaria peregrinação pagando promessas. E cada um cada uma cada qual e tal na sua oração. Um dia sob o sol outro já nublado mais dois dias de garoa e chuva abençoada. A estrada ainda congestionada de fiéis e caminhões e carros.

            - Vamos buscar o olhar da santa NS da Conceição Aparecida, hein, mãe?! – recordava MG, rosto bem útil as faces harmoniosas olhos ágeis limpos pupilas de negro bem móveis e universais.

            - Uma vez por ano e para renovar nossa e tua máxima devoção, minha filha.

            A menina Maria da Glória ajudava muitos crestes muitos devotos durante o trajeto até o santuário a matriz basílica. Em alguns casos até fazia milagres colocando a mão no ombro do pedestre. E esta e este estas pessoas estes peregrinos agradecidos agradeciam prestigiavam e lhe beijavam a mão e murmuravam bendiziam:

            - Obrigada, minha deusinha! – uma senhora moradora de Quatro Barras.

            - Que bom que te encontrei, minha santinha – agradecimento de uma moradora de Pinhais, carregando uma mochila com pedras e outros objetos pessoais para benzer.

            - Obrigadão, minha menina bendita e abençoada e prática! – um senhor vindo da distante Almirante Tamandaré, e pegando já beijando a ponta dos dedos da menina MG.

            - Te devo esta, menina divina mestra – agradecia de coração o senhor J. J. Pastiçal munícipe de Antonina, na ilha do Corisco.

            - Ah, se nem fosse você, minha doce divina pequena! – suspirava amava abraçava beijava a menina e erguia os braços ao alto céu uma sicrana mulher dos 45 anos e separada do marido três filhos maiores e procedente do bairro Santa Felicidade, residente na rua José Benato cerca da grande avenida Manoel Ribas.

            Guria nova inspirada renovada no espírito do Senhor, a Emegê sempre se deu bem com todos. Continuará se dando bem com todos. E nem se esconde nem se escondeu de ninguém e sorri pra todos atende todo e qualquer cumprimenta as pessoas.

            O sol se comprometeu com o verão de 2044. O sol prometeu, e cumpre. E o vento, este invisível agente secreto intempestivo, vindo do sul do sul do continente sul americano. E veio andando no ar nas asas e ao relento e já se viu alto afoito contando importâncias principal assobiando bazófias bazofeiro.

            Menina mística apegada ao religioso religiosa educada na religião, ela nem se separava dos seus cães de estimação bichos queridos da família a dupla caipira vira-latas de porte médio Rã e Rato. E a dupla de dois o par casal a seguia por onde for para onde fosse. Pela casa na calçada na rua na praça e etc. A dona corria e eles atrás. Já entendiam que era tudo brincadeira e farra e banzé e auê e esportividade e jogo jogado.

            Todos falam curtem compartilham o que ela MG fala. Todos passam adiante papos fotos vídeos quando MG faz tal e qual milagre. Todos distribuem aos 4 ventos o que viram veem e ouviram de MG. E imprimem e transmitem e reinterpretam o que MG contou cantou gesticulou reaproveitou edificou favoreceu alimentou reviveu.

            Que os milagres podem ser considerados. E podem ser divulgados. E são fáceis de ver e ouvir e transferir as outras pessoas e animais. Podem ser nomeados numerados anotados inscritos em atas e caderninhos de oração. Os milagres são diários cotidianos.

            A professora Diana Conairu tinha carinho tem adoração por MG. Realmente entende que a guria demonstra ter progresso futuro. Tinham mantinham carregam uma ligação muito boa profe e aluna. A santinha gostava de estudar e sempre tinha dúvidas a resolver. A santinha gostava muito de português inglês ciências... todas as matérias.

            - Se você precisar de mais explicações sobre tudo e nada, hem, MG, é só me pedir me acionar me indagar me usar e abusar, tá certo?! – acolhia ampliava amparava abriga encaminhava protege prometia cumpre a profe DC, que levava e tinha a idade da mãe de MG uns 34 anos e que casou aos 24 com fulano engenheiro de obras públicas da prefeitura atual gestão e juntos uma filhinha de 5 primaveras, e morando endereço fixo atualmente à beira da rua Inácio Lustosa com a praça 19 de Dezembro.

            Segue a santinha seguia paralelo a capacidade oculta estranha divina de curar limpar o freguês. E realmente fazia milagres. Algo congênito inato natural conato. E realmente as pessoas a procuravam com fé. Todos que a procuravam saíam satisfeitos.

            Agora MG está junto ao belvedere Dona Nerea Gomes de Moraes Sarmento, rua Sinhoca Rocha com a rua Marquês do Herval. Bem localizada e no meio de trabalhadores apressados e ou turistas incidentais. Momento único. Diletante melômana aprecia música. E está aí na rua, para, fecha os olhos cheira percebe o vento e o que vem carregado pela brisa o que o vento trás... E respira e se inspira. Os cabelos soltos ao vento. Às vezes segura segurava os cabelos com grampos, outras amarrava um coque.

            Eles os tantos milagres que MG fazia. Os bons milagres de multiplicação da bondade da boa vontade do carinho. Os milagres dela estavam estão sempre dentro e fora de um ótimo mistério. Assim mesmo como se diz, presos na mão ligados aos dedos e contando.

            A divina guriazinha levanta e abre os braços abre a cortina e se lava se enxuga se veste se penteia se alimenta parte para a escola anda de bíci a mão o braço recessivo segurando o guidão a mão o braço direito mantendo o celular a mochila nas costas. E séria discreta sem chamar atenção quieta sossegada. Deixa a bíci correr por conta e por toda a extensão e cheirando cheira a enflorada as flores nas plantas do caminho.

            - Bom dia, mãe! – a primeira pessoa que viu na beira da mesa na cozinha.

            - Tudo bem com vocês! – cumprimentou os animais Rato e Rã, abraçou-os.

            - Dormiu bem! – deu um beijo na bochecha do pai, segunda pessoa do dia.

            Pressione qualquer tecla para continuar e impressione formule informe digite. Isso tudo aí nem durava dura mais que 8 segundos talvez 5 e na melhor hipótese 10.

            Teve um tempo que sonhava e sonhos recorrentes e sempre repetidos. E os sonhos a levavam a uma igreja ou templo numa capela as luzes os vitrais os anjos os santos e santas muitas luzes e de todas as cores. Ouvia as coruíras ali na cúpula abóboda quem sabe os anjos anjas e auscultava inquiria investigava. Se deslumbrava via as luzes os raios do sol atravessando vidros icônicos coloridos narrando passagens bíblicas.

            Maria da Glória gostava gosta de empinar papagaio pandorga. Sim, nos dias de vento e céu azul. A brisa que leva o vento que sopra e arrasta para o alto alçando.

            Emegê é caseira e quando sai de casa avisa. Então, chegou lá em casa um casal vindo de Rio Branco do Sul. As pessoas acreditam acreditavam acreditaram em todos os atos em todas as palavras e sinais da MG. E a santinha nem precisava precisa dizer muito gesticular pra mais de metro. Faz bem faz rápido faz uma vez faz como com discrição e segredo e secreto, pronto.

A adolescente MG nem indagou nada das pessoas dos irmãos em Cristo. Deixou o par se aproximar, estendeu a mão no ombro da mulher. E aí a favorecida milagreira nem perguntou nada, foi direto direito ao assunto. Olhou pouco a visita e botou a mão suave no ombro da visitante. Uns segundos um átimo e disse:

            - Você já-já vai melhorar! – completou MG a fala com um sorriso largo abrindo bem os lábios a boca os olhos o rosto e assim todo o seu modo expressivo.

            É sábado e fim de primavera. Os odores fazem cosquinhas no nariz. O vento edifica rodamoinhos torvelinhos em rodopios pelo pátio. Ergue a poeira de oito dias sem chuva folhas secas pensamentos. Nas casas os galos de chaminé olham pra todos os lados os quadrantes. Corriolas de andorinhas-de-bando trafegam no ar sobre a cobertura os telhados de zinco de ardósia de cerâmica de pvc de fibrocimento.

            Três horas de caminhada temperatura elevada certo cansaço desassossego pelo calor os acompanhantes da santinha MG, e perguntam igual questionam:

            - Menina feliz, por que você pode por que você nem chama a chuva? – uma dona moradora do bairro Moinhos de Vento em a rua Doutor Timóteo com a avenida Goethe.

            - E se todos nós chamássemos as nuvens pra amenizar? – indagava outra senhora beldade de bairro Passos das Pedras em a rua Primeiro de Junho com a avenida 10 de Maio.

            - Tem opção de chuva ou cobertura de nuvens, que me diz minha deusinha? – comentava comentou a moça Lida, beldade moça bacana empregada colaboradora na loja de cosméticos Cem-Dobro e solteira e filha de Neorama e Neopoesia todos toda a família moradora ainda em a rua Aniceto de Barros junto à praça dos Jaru bairro Xilogravura cidade Santa Cruz do Escalvado santa-cruzenses.

            - Sim, chuva eu peço a D que já a mandará. Podem crer e creiam – decide MG.

            A voluntariosa tinha estilo de princesinha ou beldade em miniatura. Um comportamento exemplar e ninguém podia dizer nada um ‘isso’ dela. Nem cobrava nada pelos milagres e curas. Nem fazia passes nem rezas longas e em voz alta. Embora gostasse de chás e café e sucos e vitaminas e batidas, nem receitava ervas aromáticas ou garrafadas beberagens. Nem incentivava carregar pedras subir morros e depositar pedras em oferendas criar altares. Ela colocava a mão no ombro suavemente instintivamente no ombro do pedinte do solicitante. Ela fechava os olhos por um instante de 1 ou 2 ou 6 segundos e pronto. Nem tinha pressa pra nada nem fazia prescrições receitas. A fé do crente removia a montanha e tudo mais e o curava e o curaria curando-o.

            A menina Maria da Glória adora adorava nadar na piscina do clube. Fachada do prédio revestida de pastilhas de cerâmica nas cores azul e verde. Ali nem via as horas passar. Nem havia peixes, mas a água era boa calma suave limpa amigável acolhedora.

            Exatamente. As pessoas de boa vontade seguem procuravam a menina divina Maria da Glória. Por onde for. E nas redes sociais. Apenas a seguem para saber das novidades milagrosas. Andando passeando pela suntuosa praça Conabi o bairro do Diapositivo a rua José Franklin de Oliveira. Olimpicamente e atleticamente.

Durante o passeio passatempo, cantam músicas canções gospel fazem orações rezas preces almoçam no restaurante Longal e tomam cafezinho descansam. O sussurro do vento sopro comedido já passando repassando entre os prédios árvores da rua canteiros de gerânios-brasileiros.

            - Pois sim, sirvam-se, às ordens, vamos ver e se acomodem – convidava situava oferecia os serviços do refeitório a dona do Longal, senhora Marina Biaribi Blefaia, e nascida natural oriunda de São Bernardo do Campo são-bernardense.

            O verão tem cheiro e cor e origem e calor e fauna e flora e praia. O sítio espeleológico gruta do Bacaetava ‘casa de pedra furada’ a cachoeira do Caratuva o cânion parque Guartelá (este sítio bem orográfico e istagramável). No meio disso e mesmo assim os pássaros e aracuã-da-mata ‘tuá-tuá-tuáaaa!...’ e chorró-boi ‘uí-uí-uêeee!...’ e papagaio-charão ‘graaau!, graaau!...’ e araponga ‘téim-téim-téim!...’

            A guriazinha MG, o dom da intuição divina, adora olhar o céu escurecendo as estrelas aparecendo. Daqui a pouco estará anoitecendo. Várias coisas no céu noturno e o universo em expansão ou estrelas cadentes nebulosas os altos movimentos elevados. Uma estrela cresce tanto que explode entra em colapso, aniquilar destruir everter. Uma luz que viaja a imensidão em milhares de anos na velocidade da luz ‘uh-uuuu!...’

            - Potenciômetro... Que coisa será e que bicho é este? – a menina MG memorizava a palavra para lembrar na hora de chegar na aula de português, pois queria explicações nos detalhes (também podia anotar no caderninho no celular e quando tinha mais de uma palavra era urgente já adiantava mandava no whatsapp).

            Dia que MG empenhada o dia empenhado o tempo empenhado empenhados em tais e quais afazeres. Ela para a bíci diante da entrada da entrada da ilha Boa Viagem a avenida almirante Benjamin Sodré juntando com a avenida Milton Tavares de Souza. Parece uma manhã como outra qualquer e muito boa. A ilha tem casas grandes e parecem construções antigas. E tem um casarão antigo com jardim bem cuidado na frente atrás do portãozinho. Ela suspira sugere entende que deve repensar:

            - Aprecio muito esse tipo de reflorestamento urbano, é – munida guarnecida abastecida de bolsinha a tiracolo e a gata aprecia gosta prefere pintar os lábios unhas polidas cabelos rabo de cavalo e salva bem salva pelo espelho imagem visual no celular.

            Tem sim um jardim cuidado e majestoso com um coqueiro ou palmeira talvez jerivá. Aprecia coqueiros. E o casarão de época está habitado pelos seus moradores proprietários. E o jardim bem aclimatado adaptado ao ambiente beira-mar. Apreciando:

            - Agora só falta permissão para entrar e desfrutar tirar fotos e compartilhar – conferia pensava alto a guriazinha, um boné de pala cores sérias do time do coração.

            Ia a pé para a escola, era perto. Dia bom meia-estação dia calmo dia contente dia aberto de verão. Sobre tudo o céu azul e o voo dos alados as avezinhas e pássaros-frades, pica-paus-do-campo, tico-ticos, pintassilgos, tesoureiras, joões-de-barro... A santinha tinha uma palavra na ponta da língua em mente na lembrança e poder lembrar e cobrar explicação da profe de portuga português:

            - Credencial... Qual o significado e como se divide em sílabas si-la-ba-da?

            E repetia a palavra ao longo do percurso de casa até o colégio. Ao longo do caminho com mil obstáculos e coisas lhe tirando a atenção ou quase. Fazia o maior esforço para ir memorizando ‘mee-moo-rii-zaan-doo!...’ A divina mediadora de D.

            - Geoclimatológico... De onde para onde com quem tanto clima e geografia?

            A cidade Vila Maria inundada de sol e céu azul. A rua Aforismo banhada de sol ensolarada e tocada empurrada pela brisa perfumada. A casa da cultura professor João Batista da Cruz, construção prédio retaco atarracado retacado rechonchudo e estilos art nouveau e neoclássico. Na praça a feira de artesanato garrafadas para todo tipo de cura cartomantes numerólogos pajés pajelanças ervas milagrosas medicinais losna-do-mato ou macela-da-tera quebra-frascos malvas-de-marajó ou vassourinhas... Uma cidade pequena aconchegante as ruas úteis finas gentis estreitas, e trilhas algumas ensaibradas.

            Foram andando caminhando no trote e a menina iluminada na frente. Perto do meio-dia pararam no estacionamento de um instituto. Acamparam na sombra dos jacarandás-cabiúnas ou as passariúvas. A beldade divina ajudou no preparo do almoço coletivo, trocando afazeres e experiências, mangas arregaçadas, conversas de ouvir:

            - Quer aprender a fazer carreteiro/tropeiro, minha senhorita! – convidou um chefe de cozinha, natural de Bocaiúva do Sul e hoje em dia com restaurante servindo à la carte em o centro de Marau.

            - Hum!... Legal! Quero sim, tio! Me ensina tudo e mais – se empolgou a MG.

            Mais para o fim da tarde chegaram à praça da Matriz na comarca de Guabiju. Foram ver a santa NS da Assunção, padroeira da cidade. Voltaram.

            O vento é ligeiro bom e cheio de truques. As nuvens correm sobem e descem, horizontais verticais. As pessoas crentes seguram os cabelos as mechas madeixas. Os acompanhantes seguidores de MG conversam entre si e trocam experiências úteis:

            - Corre anda agiliza pelo campo pelo cerrado a anhuma alicorne anhima licorne camixi cavitantau inhuma... – ofereceu ofertou mostrou a senhora Claque Emassar e que é parente tia-madrinha do piazinho Meio-Tom, os dois morando próximos rua Quedizeres em Cutia cutianos.

            - Veja!... Tirar o cavalinho da chuva! – comentava o motoboy entregador de remédios da farmácia Mocotó em o bairro Sela de Bastos, de Sorocaba.

            - Oie!... Os gaturamos-reis estão chegando... Isto quer dizer que a primavera já está acontecendo – dizendo contente a dona apreciadora dos filmes de suspense e moradora entre Ribeira e Guapiara.

            - Com a corda toda – contemplou armou disse um fiscal do frigorífico Aninho Anionte ali mesmo em Nova Santa Bárbara, e que nasceu se criou em Guapirama.

            - Quê!... Estas árvores me parecem eu vejo um tanto quanto acachapadas encolhidas acaçapadas agachadas... Se eu soubesse o porquê vos diria, hem!... – narrou comentou relacionou um operador de patrola procedente de Barra do Chapéu.

            - Olá!... Enfiar o pé na jaca! – se sobressai a moça Amélia (como sua avó) namorada do jogador de futsal o mineirinho Francisco (nome este igual do seu avô, um aposentado dos correios), o casal habita uma casa de material alvenaria endereçada em a rua professor Carvalho de Freitas esquina com a rua coronel Aparício Borges.

            - Bravos!... As amostras-grátis os salva-vidas os para-sóis os arco-íris os castro-alvenses os tique-taques as porta-estandartes os ouros-negros os guarda-linhas... – compilou destacou emendou a psicóloga descendente dos avá-guarani procedente de Espigão d’Oeste espigoense lema ‘paz e trabalho e progresso’.

            - Cheia de nove horas – relacionou relembrou redescobriu afirma o presidente da associação de apicultores da região de Pimenta Bueno e bem cerca do rio Roosevelt, o senhor Jaraqui Ofego Derrisca, este um bom excelente apicultor abelheiro apícola colmeeiro craque em abelhas sem ferrão especialmente as abelhas-mosquitos ou jataís-amarelas ou sete-portas ou três-portas...

            - Qual!... No contexto da educação escolar: defervescência, acalmia, analecto ou antologia, coetâneo ou coevo... – determina determinou determinando a aluna Tapiré, matriculada estudante da escola Clélia David Mundim prédios estes localizados no bairro São José próximo ao estádio Luizinho Turatti em a rua Amazonas.

            - Ora!... Pagar o mico – decidiu repartiu repartindo a dona de casa residente à rua Célio de Castro em a praça da Lavadeira, procedente terra natal de Paraí.

            Esta Maria da Glória para mesmo aí entre as árvores frutíferas. Vem de casa na bíci um rola rolê rolezão pela ciclovia desse parque do Escolágio. E se prepara e presta atenção. O vento sopra agora por ora ou até para sempre. Ela ouve e observa uns passarinhos ali incidentais. O vento está sempre pronto pra vir e ir ou der e vier.

            - O sol estrela está a mais de 150 milhões de km, hem?! E que novidade! E que paciência! E que calor, meu! – comemora comenta consigo a guria MG, duas mechas combridinhas torcidas cada uma de um lado do rosto caindo pela testa escorregando em queda livre nas faces e soltas saltadas do rabo de cavalo.

            Na festa do padroeiro do bairro São Cristóvão, ela MG foi mais uma e outra vez convidada e vestida de rainha ou princesa ou anja ou madrinha. Peça chave no jogo do bingo. Influenciadora no leilão de prendas e ofertas e presentes doados à comunidade à sociedade filantrópica. Sempre participante participou da brincadeira do carnaval das crianças. Pastilhas doces de limão engraçadas na boca. Camafeu no peito da blusa azulzinha. Distribuindo o santinho do homenageado do dia da festa de paróquia.

            É complexo complicado dificultoso saber imaginar de onde veio de onde vem e como está como é um milagre. Pra que que serve todos sabem: multiplicar os peixes transformar água em suco de uva aumentar a quantidade de árvores frutíferas agilizar a colheita do trigo e ou do feijão e ou do milho... Pois este esse aquele místico é necessário. O surreal faz parte do imaginário. Sem o transcendente nem se cogita ser feliz. E tudo assim mesmo por escrito fotografado filmado sugerido, um distribuído.

            No outro dia um dia outro MG ia pelo mesmo caminho para a escola, ainda assim na altura do museu histórico desembargador Edmundo Mercer Júnior, e com outra palavra em mente murmurando relembrando sonorizando tartamudeando a meio:

            - Receituário... Que deve ser ao todo e em parte? – caminhando pela via rua Capoeiras bairro Santa Cruz em rumo do instituto de educação física Getúlio Vargas, moradora desde sempre deste planeta Terra (em rotação sobre si mesmo e translação girando órbita giro ovalado oval ovado em torno do sol o sistema solar).

            E repetia consigo memorizando fingindo olhar a paisagem o chão o passeio os colegas eventuais que encontrava. Os olhos cheios de luz e as pálpebras aceleradas. Um cabelo natural castanho-amarelado ou na cor de âmbar. Comodamente e otimamente.

            O vento com v e suspira ‘vvvv-uuuu!...’ O vento vem de onde. E mexe com a folhagem os ramos as folhas das plantas em geral. E empolga dispersa distribui aromas cores aromáticas pelo ambiente. De longe desde a serra do Capivari.

            A santinha MG sorri quando percebe a chuva muito próxima. Acha bom que chova 3 ou 4 dias sem parar. Quando isso acontece se vê a chuva muito de cerca. Quando se vê a chuva se acercando muito já no horizonte na linha do céu com a terra. Ela fica na janela de guilhotina (abertura de correr vertical) se apoia sobre a parte debaixo o parapeito da metade descerrada. E a bela chuva chega está em cima da casa do pátio o barulho ‘chuáaaa!...’ E ela sorri novamente e sempre sorri de emo de satisfação de gratidão de transformação de participação.

            E a divina milagreira juvenil pré-adolescente fica olhando a chuva cair com tudo. A grande chuva que vem que corre que repassa e o barulho ‘chuáaaa!...’ o frescor o refrigerante a água caindo despencando do céu do beiral da casa da ponta de as folhas das árvores. Nem só a menina, mas também as aves aplaudem esganiçadas ‘uh-áaaa!, uh-áaaa!...’ alegres festivas descontroladas comemorativas ‘quá-quá-quáaaa!...’

            A água com força com vontade com diagnóstico e que D mandava. Ora em cima ora em baixo as duas alturas as duas disposições a chuva em movimento de reptação se arrastando fluindo desaguando em a enxurrada. O rio Tuatuari mediante influência da gravidade e ousado irreverente original capacitado em ousadias demandas.

            - A chuva nem me impede de ir agora mesmo e é o que vou fazer – chegou a esta conclusão a guriazinha, pegando bote inflável remos colete salva-vidas óculos com limpadores de para-brisa galochas capa impermeável guarda-chuva mandachuva.

            Olha aí, ela Maria da Glória prefere pedalar na bíci pneu balão sem cestinha sem carona sem guarda-lama. E nem sai nem vai muito longe. Obediente. Pega primeiro a rua Theodoro Makiolka e junta com a rua Carmelina Cavassin até o parque Barreirinha. Segue sempre pela ciclovia e andando contra o vento benfazejo que benfaz. Nem sempre ouvindo música no fone de ouvido, pensando e murmurando conforme:

            - Sim, aqui estou e ouvindo a cidade de dentro pra fora. E grandes imagens.

            E D pensou suspendeu a ideia o céu as terras o mar. E tudo isso isto o que mais a Terra, que fala respira e anda. O processo de criação há uns tantos 4 ou 5 bi de anos. Por ordem expressa e por acreção nebulosa solar poeira gás as nuvens de Magalhães...

            Em a escola o recreio, um guri se acercou se aproximou dela a nossa inspirada MG. Já se conheciam de onde de ali mesmo? Já se haviam visto e se conheciam de ali mesmo na escola no pátio no recreio, mas sem maiores prolegômenos. E eram até quase vizinhos de rua, pois que viviam no mesmo bairro. E ele, conhecido como Cris, se aproximou respirou fundo lembrou de duas palavras e foi dito pelo ditado já dizendo:

            - Posso te acompanhar até tua casa... depois da aula?

            - Quem pode, pode; quem nem pode se sacode! – brincou a MG, sorriso alerta.

            - Claro que posso. Se você concordar eu me maravilho.

            - Enfim, pode, né, cara! Mas por quê? Que bicho te mordeu, hein, meu?!

            O coração dele já mudou para mais os rápidos e os fortes batimentos. Lembrou vagamente que estava no pátio do colégio. Nem lhe passou pela testa que era também um filho de D e ou Tupã. E pensa mais e tenta melhor mas nem consegue se entender.

            Depois da aula, já na rua a calçada seguindo a rua Borges de Medeiros, Cris tentando de novo pensar com lucidez. Lado a lado com a milagreira que todo mundo conhece e admira e respeita. Ele se via ali e nem acreditava nem acreditou. Buscando quem sabe um papo um assunto extrair uma conversa para trocar palavras até chegar na casa dela perto da casa dela o trajeto era um km e meio se tanto:

            - Acho boa e gentil a profe de matemática. E enche o quadro-branco de temas.

            - Eu mesma gosto de História do B – comentou MG. Da saudade, sabe?!

            - Sim, pensando bem, eu também. É divertido e interessante e raro, né?!

            - Pois é. E viajo na maionese pensando fantasiando os lugares os passados...

            Na entrada do condomínio Aliança Pirarrã o prédio da gata, Cris parou e esperou as despedidas de namorados solteiros e ambos ariscando propondo experimentando:

            - A gente se vê amanhã, então. Quando muito, até amanhã!

            - Pois claro e espero que sim, tchau! – ela entrou olhou pra trás piscou o olho.

            Todavia importante bem simples assim oquei e trocaram dois beijinhos de face e cada um se virou e andou pro seu lado, ela entrou no complexo de apartamentos e ele se mandou rua Placidina de Araújo arborizada árvores filas indianas afora.

            Como foi como vai o terceiro planeta Terra ao redor do sol e contando... As artes do verão e do inverno solstício, primavera e outono o equinócio... Uma bola esta bolinha suspensa no espaço e por quê... Daqui ao infinito e quem quer saber...

            Um mês depois a turma escolheu uma festa mês de maio MG e Cris também um grupo largo de jovens alugaram um micro-ônibus e seguiram em direção direito a cidade de Porecatu porecatuenses ‘bonito salto-d’água’. A igreja Matriz e paróquia NS Aparecida a praça Padre Calógero Gaziano bem na rua governador Paulo Pimentel. Um sol pra cada ocupante pra cada um sol ouro quilates pleno estrela de primeira nutrido a ponto de estourar explodir rebentar. A feira a festa era foi estava grande a quermesse e muita gente de todos os quadrantes e trocando impressões satisfações emos figurinhas:

            - Ficar no sapatinho – debateu um farmacêutico procedente de Assaí.

            - Um ótimo texto e contexto ditado na escola: guimba, tabatinga, verdegais, refrão, gandula – lembrou a jovem de São Jerônimo da Serra jeronimense.

            - Água mole em pedra dura tanto bate até que fura – recordou a senhora de bolsa azul a tiracolo orgulhosa da cidade natal Taciba.

            - Entremaduro é verdolengo verdoengo verdoso coloração esverdeada – relacionou o rapaz motoqueiro amante de trilhas do naturismo nascido em a tribo caripuna desta cidade rua Góes Calmon perto da praça Índio Tamuquim.

            - Cor de burro quando foge – acrescentou apoiou enalteceu o guia turístico lá de Santa Cecília do Pavão.

            - Alguns pássaros destabocados bicos abertos bocabertas piando grasnando palrando chilreando – evocava evocou chamou a dona Suçuaia natural de Florestópolis.

            - O rio Curuçá estugou o passo acelerou acelera corrente correndo caprichou o passo. Queria quer ver urgente logo desde já a praia do Cassino – discorreu fez fluir destapou aconteceu o senhor Corgo Córrego, nascido e criado em Pinhalão.

            Isto foi em últimas eram últimos tempos outros tempos esses tempos mais pra trás. Por assim dizer, e que se contará, foi há tempos. Bons tempos.

            A criativa santinha sutil MG aprendeu muito com os seus poderes divinos inspirados no Altíssimo. E ao longo da carreira, vamos dizer assim, compreendeu sua missão na terra. Nasceu com um propósito foi escolhida assinalada por D, tal e qual.

            O Cris se prometeu comprometeu pra hoje mesmo depois da aula na volta da escola que conversaria convidaria MG pra ir ao aniversário festa em comemoração aos anos cumpridos de Juca, amigo familiar e comum dos dois. Pronto, pensou e decidiu cumprir o trato. Decidiu sozinho e foi querer convidar, debatendo:

            - Vou chegar e falar, pronto, falei! – já cresciam a barba cabelo bigode e se barbeava uma vez por semana, e que mania ou modelo ou moda.

            E o vento quer sempre sossego quer descanso descansar subir o morro dar voltas fazer a volta/volver contornar a praça estender esticar a bandeira nacional. Porque se humaniza, também. Porque tem seu ponto de apoio, conclusão.

            O morro as árvores os pássaros eram fazem a praça da igreja do templo; os santos santas cartazes salmos ícones eram estavam as esperanças do templo da igreja; os vitrais as fantasias as passagens sagradas eram continuam as histórias parábolas da igreja da capela; as músicas os coros os corais as rezas eram marcam os fiéis da igreja do templo; a festa mais importante do ano aniversário do padroeiro caía sempre em dia ensolarado primavera pássaros fazendo ninhos verão recordando ensaiando praias.

            Até que chegaram ao Morro do Ouro. Como os excursionistas poderiam deixar passar podiam esquecer? Como deixar de falar e rir tudo o todo que lhes batia na testa e projetava na cabeça? Como esconder guardar no secreto segredos que calam fundo no ânimo da pessoa? E ponto por ponto e dia a dia e hora em hora e coisa de coisa e dito por nem dito (vem e vai o ditológico a ditologia):

            - Até que chegamos aqui, veja! – disse e suspirou a beatinha Maria da Glória.

            - O parque Morro do Ouro é concessionado consentido permitido transigido combinado negociado transacionado acordado entre governo e iniciativa privada – explicou analisou exemplificou avisou o Cris, comendo mastigando pão com queijo sanduba preparado por ele mesmo trazido desde casa na mochila e goles de suco de abacaxi e ou laranja e ou caju tirados despejados da garrafa térmica na própria tampa (tampa ou tampo fazendo as vezes de copo).

            - Cara de um, focinho do outro ou outra – comentou comemorou um geólogo perito em arenitos nascido em Ortigueira estudou faculdade em Sapopema e hoje morador cidadão de Santo Antônio do Paraíso.

            - Um ditado da sala de aula matéria de português: rinconada, sutache, pavê, récita, coifa, chuço, mantel – lembrou copiou num átimo a jovem comerciante de Siqueira Campos e dois filhos e casada com negociante natural de Quatiguá.

            - No mundo da lua – atraiu convidou pontuou a senhora dona empreendedora habitante da distante cidade de Conselheiro Mairinck.

            - Dentro do contexto óbvio das coisas conjuntura temos: changador biscateiro changueiro – interferiu mandou particularizou o barbeiro/cabeleireiro habitante de Narandiba, tutor tutela tutelador guardião de um casal de tracajás o Tito e a Tata.

            - Pra lá de Bagdá – limpou requisitou contemplou a moça nascida e criada em Arapoti, esta próxima de Wenceslau Braz.

            - As aves aqui daqui gorjeiam como em qualquer lugar aprazível e aracuã-do-pantanal, seriema, cuiú-cuiú, maxalalagá, pica-pau-do-campo, tovaca-campainha – interpretou deliciou trilou o vendedor comerciante seu Flete Fletaço, da rua do Redomão em a praça Coronel Deolindo comarca de Alvorada do Sul.

            - Valer a pena – comentou intimou transformou a dona de casa cidadã de Bom Sucesso de Itararé e cerca do parque Newton Puppi em o bairro Chicharro-Pintado.

            - O sítio geológico de Vila Velha com arenitos do período carbonífero dos 340 milhões de anos, furnas, lagoa e atrações em forma de taça tartaruga camelo índio bota esfinge – imprimiu intimou o guia do parque migrante da localidade de Itaoca, esta cidade rica em recursos minerais tais como ouro galena calcário quartzo cobre manganês granito cal.

            - Uma andorinha só nem faz o verão – lembrança preciosa agradável suave da senhorita Jetaicica, trabalhando hoje em dia na empresa de cosméticos Tereterê em o município de Apiaí apiaiense de coração ‘rio dos índios’.

            - O gorjeio da ave na matina é um sabiá-laranjeira de D – principiou enalteceu a MG, que só sabe dizer sim em penhor promessa compromisso obrigação garantia.

            - O canário-da-terra cantando palrando é o canto o som de D – noticiou fez brotar o Cris, sempre com respeito cuidado reconhecimento veneração interesse.

            - Favas contadas – saiu tirou encontrou a moderna empresária da área de imóveis com escritórios em Ribeirão Branco e Centenário do Sul e Jaboti.

            - Embora lá em o contexto da educação escolar: armistício adiamento trégua indúcias dilação – precipitou e abriu abrindo os braços o cientista biologista professor de faculdade em Iporanga e natural de Congonhinhas.

            - Uns poucos raros gatos-pingados – inventou criou o atuoso ativo diligente vendedor de automóveis em a rua Carancho/Chimango do bairro Baquiano/Tapejara em a famosa e rica e moderna cidade de Nova Campina, banhada pelo rio Betari.

            Tem o tempo esse este aquele que nem se descarta se desconta se descansa nem se gasta. Vai muito tempo ou tempo algum nenhum. E o restante nem importa nem se vende nem é vendido comprado premiado. Nem se importa. Sim, igual que sempre.

            Maria da Glória e Cris Cristiano comemoravam aconteciam 1 belo ano de namoro, o primeiro e o último aniversário de um ano juntos. Foram com os amigos a uma lanchonete no centro bebemorar o feito o acontecimento e em meio a muita conversa som alto tevê no jogo de futebol troca de gentilezas risos soltos papo-furado:

            - Este dia esta hora este caso cada qual todos juntos são fáceis facílimos – constatou imaginou bordou a MG, olhos doces alumbrados imaginativos cantantes de luz própria dourados atentos iluminados e já com idade de adolescente e militante divina e já estudando bailado gaúcho no clube Convescote do município de Nova Prata.

            - Nem se pode perder a oportunidade, hein, minha noiva?!... – afiançou pirou calçou compôs o Cris, nascido migrante na cidade que todos conhecem e ouviram falar relatar em contos e causos e canções a capital estadual do morango e capital nacional da maçã macanuda cidade de Veranópolis.

            - Show de bola – alardeou imitou gabou seu Zuzá Tarro, que todos os dias faça sol e bom tempo caindo a tarde prefere tomar chimarrão num banco do parque da Redenção (porém aos domingos prefere escolheu de manhã).

            - Tem gente que sabe o quê – comentou comentário comentando a dona Pomada, nascida em a mundialmente conhecida cidade de Saquarema e onde quase tudo acontece já tudo se sabe porque nada se esconde.

            - O leilão ofertas de outono na sociedade hípica Cavalo Tambeiro leiloou uma penca de conteúdos: mucama cincerro desjejum bravata sarau manapança – relacionou recontou a moça fulana de rosto comprido cabelo preto longo sorriso aberto esticado satisfeito olhos aconchegantes distantes e típica praticante de caminhadas curtindo a natureza tridimensional os sons as cores os cheiros aromas a temperatura pelo parque Arthur Thomas sentar no lago meditar contemplar passear pela avenida 10 dez de Dezembro e ou em a trilha do Tatu.

            Que tanta curiosidade curiosidades curiosão. O que fazer aonde ir e de onde voltar ou onde ficar por que isso e aquilo. A política da escolha as variedades.

Pois tem gente que sabe o quê. Se ninguém sabe se todos sabem souberam o que se sabe se ficou sabendo? E ninguém se conforma assim com isto isso aquilo.

Os trópicos de Câncer de Capricórnio o Equador os polos o sul Antártica o norte Ártico. Quem nasce em terra natal comarca de Natércia naterciano.

Guaraqueçaba sem esquecer e se deslumbrar. Natureza relaxamento caminhada com as pedras as árvores os sons da mata, pássaros córregos. E é puro céu azul e chuva e mar e mata preservada atlântica verde aventura parque Superagui redes e teares dos caiçaras barreado salto Morato e ilha das Gamelas e ilha Mariana...

A rota da peregrinação levava e chegou chegando chegaram a Londrina, capital do café de exportação. Com eventos para todos os pareceres gostos buscas necessidades. Lugares para rezar pernoitar acampar encontrar conversar. Cerimônias palestras em museus capelas mesquitas centros budistas santuário ‘Mãe Rainha Vencedora três vezes admirável de Schoenstatt’, lugar bonito e radiante que radia irradiante. Momentos transcendentes transbordantes e as verdades idealizadas esplendidas essenciais.

O parque tinha 1 uma capela comunitária enfeitada ornada de flores plantas folhagens em vasos mais janelas amplas coloridas vitrais bancos de assentar. Sempre pessoas entravam pra rezar e com as mãos postas olhar sentir a paz o silêncio ou mesmo murmurando baixinho algum mantra convites pedidos oferta indagações. Chegavam sós acompanhados do amigo da amiga em grupo em família a irmandade.

As pessoas estão se encontram ela diz ele fala ela conta ele canta e passam a mão na testa tiram fotos mandam mensagens aos amigos longe convidam instigam:

- O longe é horizonte e o bonito resplandece – contribui adianta convence a bela milagreira MG, sempre acolhida abraçada bem tratada bem falada bem recomendada e sempre assim de imediato definitivamente entre seus amigos seu povo.

- Neste verão nas férias de fim de ano vou já decidi aprender estudar o comportamento das abelhas sem ferrão e de mel diferenciado, é – comandou pensou determinou o Cristiano Cris, moço respeitável bacana empregado colaborador em a fábrica de móveis A Cortejada na área industria Princesa Isabel da avenida Luís Fernandes Vergara desta cidade.

- Fazer uma vaquinha – lembrou destapou enalteceu dimensionou a senhora moradora de Pongaí pongaiense à beira do ribeirão Sucuri e da ponte engenheiro Gilberto Paim Pamplona.

- De manhã manhazinha acordo e ouço os cantos intérpretes grasnados e arirambas-da-mata, corrupiões ‘tu-tu-tu-ruuuu!..., sabiás-unas ‘réi-réo-téo-tiiii!...’, caraúnas, pavões-do-mato ‘sái-sái-sáaaai!...’, galos-de-campina ‘piei-biei-bieeeei!...’ – cantou sonorizou desbordou o alto funcionário da prefeitura de Linhares linharense onde mora na ilha do Imperador esta dentro da lagoa Juparanã a dois passos cerca da cachoeira D’Angeli e a praia de Povoação.

- Fechar com chave de ouro – analisou jogou carteou a dona do restaurante Amurada recém-aberto longe duas quadras do espaço cultural general Sisson bem localizada próxima à praça Dalila Ferreira Barbosa e nascida em Porto Amazonas.

- As ondas do mar vem fortes e o céu com nuvens densas pesadas a rabiar enraivecidas elétricas gordas obesas tipo baleias prontas pra despejar uma chuva chuvarada chuva que D manda – despertou aprontou ilustrou o capitão-de-fragata Andaime Milico Assoleado um marinheiro dos 7 mares natural de Uru casado com confeiteira de mão cheia dona Carretilha, residentes à avenida Ney Braga em a comarca de São Mateus.

- O olho do peixe engorda a bacia Amazônica – destacava destacou destaca a saliente Jorra (também conhecida como Zorra) ribeirinha de o rio Dourado mesmo de a lagoa Monsarás e que cursou faculdade em João Neiva e foi casar em Palmeira e dois anos após arrumou colocação na loja de enfeites em geral Afeitar, esta localizada em a histórica cidade da Lapa lapeanos altitude 910m em relação ao mar.

- O que é que há? – ocupou postou pousou a comerciante empreendedora empresária dentista/odontóloga/odontologista e vendedora de porta em porta dos cosméticos Caçaú-2000, sempre trabalhando em sua cidade natal Aracruz.

- Da água pro vinho – bebeu comeu se alimentou a anfitriã do baile já comemorando a festa de casamento da neta casada esta netinha no santuário de São Benedito, e toda família originária de Quitandinha limites com Contenda e Mafra.

- Turistar eu sou turista faço turismo ecológico aventura gastronômico escalada bélico religioso arquitetônico – falou disse tá falado o senhor pedreiro e carpinteiro fazedor de obras por empreitada por peça por encomenda e atende a domicílio cidadão de Colatina, endereço na praça general Carneiro entre a avenida Lídia Garcia Durão paralela à avenida Tupinambás.

 - Tá explicado, então – adiantou inventou prestou a jovem universitária frequentando a faculdade de direito constitucional em o campus de São João do Triunfo, ela que é nascida e começou seus estudos em Novo Horizonte vizinha de Pirajuí.

- A viagem a bordo do trem turístico máquina antiga e reformada passeio entre Aripuanã e Jandira, passando por Vilhena e Cacoal e Itapevi e Carlos Barbosa num total de 180 km – confirmaram afirmaram informaram comprovaram em uníssono as irmãs Premar Flóreo, a Liaça e a Cenreira, procedentes e naturais de Barueri baruerienses topônimo de origem tupi ‘coisa que treme’ lema ‘flor vermelha que encanta’ (o município ainda conta mantém locais de floresta ombrófila densa).

Se nós se a gente sabe ou nem sabe o que se sabe ou nem se sabe o que se sabe é o que nem se sabe. Se se sabe se sabemos ou deixo deixamos de saber.

Se eu chegasse a saber, como se eu pudesse saber soubesse, o que cheguei a saber? Sem saber se realmente se sabe disso tudo que se sabe. Notável e notabilíssimo.

Sobrevoando o município de Osasco num balão e a Maria da Glória o Cristiano e um punhado de parentes e amigos os guias/instrutores, boiando em o território imediações, etc. Isso isto mesmo uns lustros 5 ou 6 e a metade da metade ainda no século 21. O grupo no ar suspenso lá embaixo zilhões de coisas lugares e as conversas a bordo da aeronave da embarcação, como uma nuvem periclitante:

- Que paisagem panorama longe! Que calor! Que céu distante funcional! – comentava comentou passou a MG, olhos oblíquos linda bonita bem linda muito bonita maravilhosa bastante leve aérea e de lindeza comemorativa esportiva.

- E tomo nota no caderninho registro no celular mando vídeo aos parentes nossos amigos – completou recomendou emendou o Cris, abrindo os braços as asas como ave de rapina gavião-de-queimada falcão-de-peito-vermelho harpia ou gavião-real...

- Um número gigante numeroso de entretenimentos, contar ver descobrir enxergar observar escutar compartilhar fotografar gravar entender conter – escolheu preferiu preferindo a jovem Alamares, empreendedora do ramo de turismo ecológico no distrito de São Luiz do Purunã o município de Balsa Nova.

- É quase de graça – relacionou arranjou arranjando um dos instrutores a instrutora Rabaçã e residente em Rio Bananal, com as vias públicas a rua Guaicurus e avenida Cachoeira limites com o parque Dom José.

Os tempos são estes e aqueles. As pessoas lembram veem apontam ouvem respiram riem trocam e-mails. As pessoas olham pra baixo e pouco pra riba. Os tempos são estes e poucos foram embora foram outros. As pessoas aí na nave no cesto do balão e em bando em grupo risonho alegre as pessoas tinham o que olhar nem nada o que fazer nem pra onde ir e ficar muito observando.

Lá por baixo a coisas mudavam de lugar e a ilha das Peças junto a praia da Canelinha e a praia da Fortaleza ou Fortaleza NS dos Prazeres a ilha do Mel o saco do Tambarutaca. Graciosamente e deleitosamente.

- Nem há como duvidar do nosso criador o D Todo-Poderoso – noticiava MG.

- Os crentes e devotos somos todos nós e muitos mais – contava o Cris.

A planície o planalto o altiplano os morros as coxilhas os barrancos os vales e canhadas o rio das Antas. E da água na boca ver os pontos de atração turística e reserva biológica rebio de Comboios o entroncamento de vias rua Tomé de Souza mais rua Mém de Sá e ainda a rua Estácio de Sá a catedral basílica menor NS da Glória (construção do arquiteto José Augusto Bellucci e muito local de peregrinação e união com o sagrado) o parque do Ingá no miolo no centro no cerne de Maringá.

O pessoal em o balão, este rajado raiado em azul e verde boiando no ar com os golpes do vento oscilando todavia desequilibrado se equilibrando no ar em pleno céu e tal e qual, o grupo o bando conversava conversando animado indicando observando:

- Porque sim e se fala se falou vai ainda se falando muito nisso e naquilo – comentando guardando guardava a MG, airosa boa aparência bom ar corada ótima.

- Tudo que se vê que vemos é perto é longe é daqui ali e mais muito talvezes é comercial e honesto, rá-rá-ráaaa!... – reorganizou vestiu vestindo o Cris, já baldoso e cheio de manias fazeres hábitos temperamentos características idiossincrasias.

- Vamos ser sinceros – gritava ditava recomendava a dona Estância, a mandamais do restaurante vegetariano Libação em o centro da festiva movimentada rica cidade de Campo do Tenente.

- Um chão um solo um piso de ação pura aceitação emoção gestão promessa pacificação atenção participação conglomeração patinação – destacou provou provando um senhor nascido em Marilândia e que daí partiu procurar estudo e trabalho em Reginópolis e depois pra Rio Negro e empós Jaguaré e agora mesmo está em Antônio Olinto.

- Tempo é dinheiro – emergia tributava conferiu o turista de Sooretama, fulano senhor que veste sempre vestindo vestuário de roupa social calça azul-marinho e camisa polo na cor verde-esmeralda.

- Tenho visto e muito apreciado as matas os capões o arvoredo e sucupira-da-terra-firme, carnaúba, gameleira-de-pinga, jeritacaca, aroeira-do-mato – prestigiou prestigiando prestígio da dona Faustosa, esta senhora casada com Cartola e 3 três filhas a Nesga a Fisga a Fenda em o bairro Baleia-Franca já a avenida Bento Munhoz da Rocha Netto, e desde 2020 todos no município comarca cidade de Carapicuíba.

- São já outros quinhentos – achou achava continuando o achado a fulana original da urbana Tijucas do Sul tijuquense ou tijucana casada com fulano povoação de Bituruna biturunense ‘união e trabalho e progresso’.

- Meus parabéns o campo a montanha as praias os morros o céu anil – revisou a ungida e vista admirada de tanto fascínio a estudante de psicologia jovem Humaitá, com domicílio endereço na praça José Maria da Silva Paranhos Júnior em a avenida visconde de Rio Branco da cidade orgulhosa de União da Vitória.

- E lavar a alma – comandou a comandante da BM de São Jorge-rs, dona beltrana nascida originária da comarca de Pinhão.

- Que leve que leveza que suavidade que alma benéfica favorável respirável pura venerável encantada adorável – aliviou alçou alevantou a monja zen orientadora no mosteiro budista de Cruz Machado, escalando ingrememente a rua Aldyr Garcia Schlee.

- Bem na hora h-agá – brilhou coruscou e mesmo outorgou o prefeito de Agudos do Sul, casado com beltrana oriunda de General Carneiro.

- O cão Avião farejava no galpão, tesoura de esquilar tosquiar cabresto rédeas estribos boçal candeeiro – alertou um aviso um aparato a fazendeira estancieira patroa com campos e coxilhas em Dom Pedrito, natural de Paraná a boa Mandirituba.

- Grandes vastos verdes o vasto verde como campos de futebol, talhões de azuis azuizinhos como hortas plantações de repolhos, morros elevações barrancos em cinza ou areia como dunas em ondulações ondas encapeladas – fotografou filmou no celular a fotógrafa iutuber sicrana cidadã de Palmas-pr.

- Jerimum é o mesmo que abóbora e ou moranga – detectou comprou pagou a dona de casa mãe amável compradora de garrafas de vidro vazias para pintar e vender como suvenir lembranças recordações de Coronel Domingos Soares.

Na altura das aves pombas-rolas cararapirás papagaios-verdadeiros... acima sobre as árvores mangabeiras mangues-de-água-doce manacaranas mamoeiras-miúdas... distante dos zumbidos ziziar dos insetos buscando alimento em festa nas flores e zoófilos... avistando as sobrevoando as comarcas de Porto Vitória, Guaratuba, Cafelândia, Santana de Parnaíba... Lá embaixo deambulavam os pedestres bípedes as formigas os cavalos as éguas os bois nelores os carros os navios os trens os rios...

E como foi é que é, e como foram é que é o pó; e como é que foi ou foram é que é a poeira. Exemplarmente e textualmente.

As nuvens grossas crispadas nos gestos nos voos, cenhos carregados cerrados na emoção, músculos fibras ossos tensos batendo bugigangas chocalhos búzios em a força bruta. Espacialmente e especialmente.

E o que se conta? E o que se diz? E o que se lê? É o que se tem e temos. É o que se vê e vemos. É o que se anda e andamos. Realmente e efetivamente.

 

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