Ela se
deitara dormira e acordou e mesmo despertou quando algo ou alguém já a puxava
pelos pés pelo pé 05:05 no tempo atômico internacional. De pijama
característico de bichinhos peixinhos passarinhos acordou esticou os braços
bocejando como uma dona preguiça-de-coleira espaçando bem a boca aberta e
ronronando como os felinos pequenos domésticos estremunhada. Olhou a janela
fechada de contornos de dia claro claríssimo agradável dezembro. Sinceramente,
manhã.
No
horário certo na história na paisagem na metade certa no mundo certo que o sol
deu as cartas distribuiu as senhas.
Aonde
ela ia eu também ia ela me arrastava me levava eu ia junto me carregava eu ia mas
podia ser mais mais cuidadoso prevenido. Ela já havia assistido muito mais que
10 filmes das icamiabas.
O sol amanheceu apresentando
o lado de cá presente no planeta bem conhecido do próprio sistema. Que acordou onde
e como que a lua tinha pra ela, e vice-versa. O namoro e o noivado correram
rápidos, que se viu e se ouviu:
- A lua
é mais alta que você, uma vez.
- O sol
é maior que a terra, hum!...
- Você
é mais bom que inteligente, é.
- As
duas casas estão muito próximas uma da outra, embora.
- Que
horas são, 05:17.
- Se
quiser vamos andar de canoa no lago do Juá.
- Vou pro
Palacinho, sou funcionária pública de carreira.
- As
estrelas ótimas com os planetas que nem são mais ou menos modestos.
- O
Coaraci é domingo, porém.
- A
Jaci é segunda-feira, portanto.
E foi
num dia de noite que as cunhãs aproveitaram para cantar e dançar ao redor da
turiaçu. Os homens pediram para participar e foram enxotados. Aí, os homens
foram pedir arrego recorrer ao sol e à lua. Os astros divinos se dirigiram até
as mulheres mas estas nem quiseram conversa nenhuma nem os receberam. Então, o
sol e a lua expulsaram as mulheres e as condenaram a vagar pela mata caá. Sem poder
contar com as mulheres, os homens de pura raiva viraram bichos do mato, anhumas,
pombas-amargosas, assoviadeiras, curimbatás, acarás-chibantes, acurés, guirris...
E as mães desamparadas vingativas que iam dando à luz durante a jornada sem fim
parindo seus lindos curumins, observando o precipício barulhento buliçoso das
águas ali bem próximas do rio Tiquié, decidiam concluíam por jogá-los na
cachoeira como presente aos deuses de pedra e também aos peixes famintos.
Quando foi me abraçou pela
vez primeira era véspera do dia dos namorados. Nada a ver, pensei. Fiquei
idiota mais que o normal, confuso na hora e até no mínimo um mês após. Nem
alcancei jamais a intenção daquele gesto setembro. Nem consegui decifrar aquele
enigma subterrâneo.
- Quanto a mim, investigo
indicio processo e excluo.
- Sempre um tanto ou quanto
pro meu agosto, vaga imprecisa indeterminada indefinida.
Um dia
os homens da tribo tupinambá, por pura farra, mataram uma cunhã. A Jaci ficou
furiosa e transformou os assassinos em pedras e mandou jogá-los no rio Mapuera.
Bichos conhecidos e anônimos latiram grunhiram piaram escavaram rastejaram navegaram
pelo mato. Das árvores apareceram frutas e frutos amadureceram e frutas caíram
pássaros souberam chegaram correndo buscar e os mocós vieram catar. Os tais ex-bandidos
viraram em estátuas de pedra e a partir de então passariam a presidir ali na
beira da cachoeira os desastres que aconteceriam no rio. E foram inapelavelmente
daí em diante e sempre de lá pra cá vistos como monstros e demônios e
anhangueras.
Em
várias oportunidades de vezes nem só uma ou duas ela simplesmente me ignorou
sem me explicar se penteava durante horas e depois saía com as colegas. Me
deixava eu ficava aguardando com ou sem a experiência de Jó. Eu lia jornal
assistia tevê ouvia música na espera boca aberta como jacaré na correnteza um
olho no relógio outro na porta ou janela.
E ela
era lindeza harmonia sorriso rapidez cabelo solto e gola rulê no inverno. E no
céu mais espécies de estrelas aparadas em constelações. A dona do meu ideal.
Uma bela guria, como se vê. Que eu tentava segurar firme como uma lenda. Que ela
tinha licença de estrela cadente ou disco voador ou pedra Bendengó.
O
espírito do iurupari sempre se apresentava se manifestava nos sons dos seus
instrumentos favoritos de sopro a voz do espírito a trombeta boré a flauta de
osso utensílios sagrados. Época das águas baixas do plantio da maniva bem
propício para as manifestações das danças cerimônias secretas. O pajé repercutia
era possuído pela máscara pelo saiote de fibras capacete de animal a vestimenta
do espírito cobria todo o corpo do feiticeiro dos pés à cabeça sem buraco para
ver o piaga olhava através das palhas como camuflado escondido dos meros mortais.
O iurupari saía do chão ou do ar e incorporava no xamã. O feiticero se
transfigurava em animal ou um herói ameaçador com borduna arco e flecha
zarabatana feita de taquara com setas envenenadas quicé a faca de pedra. O
herói vinha cobrar coisas dos homens da tribo na casa dos homens falava em
respeito para com as leis as tradições os costumes e ameaçava e açoitava e batia
nas mãos nas pernas na boca e nas costas com vara de soroca aos que nem obedeceram.
Os casos de gravidade e ou reincidência o iurupari os julgava ali mesmo na hora
sem dar ouvidos a pedidos e choros e rogos declarava as sentenças de morte e
mandava jogar os elementos na cachoeira. Que nem voltavam mais.
O cais
do porto de Itajaí foi nosso escudo aliando compadre e benfeitor. O sol um dia
bom abriu exceção e nos espionou. Vinham lanchas de ontem e de amanhã, Ponte
Branca, Vicentina, Óbidos, Itapetinga, São Lourenço do Sul... Arrumamos as
velas e fomos até a ilha de Paquetá dentro do rio Culuene. Muitos faziam isso e
nem era novidade novidade mas curtimos muito as sombras das purumas-da-guiana,
uafés, cambaís, cerejeiras-do-paraná, muiratingas...
- O
angico-branco reapareceu com as aracuãs, tá ouvindo?
- É o
sol esse artigo que colocamos no mundo quando outro artigo retiramos do planeta
a lua. O sol sentido aos seres deter-indeterminados e defi-indefinidos o gênero
o número, etc.
-
Oh!...
Xê
sorri chochilei durante a tarde morceguenta, chauás piraram tlintlim!... muitas
ótimas vezes, o sol ficou surpreso na paisagem do mundo físico, as bocaiúvas
andaram assaltadas nos galhos ramos, e pois somente as algumas nuvens estavam
despidas e de costas pro vento.
Distância,
se podia dizer assim, a pouca distância a distância de 5 centímetros entre nós,
1h e 30min da tarde, os outros assuntos, ela bem vestida de odalisca ocidental,
o rio Nhamundá diante das pessoas munícipes como nós, a escola sem se importar
sem nos importunar com os recados diversos esparsos anônimos.
Certo dia aconteceu que uma
índia chamada Purumã viu tudo descobriu o lugar dos instrumentos tudo sem
querer por acaso. Ela nem contou nada pra ninguém ficou bem quieta mas iurupari
leu os pensamentos ameaçou vingança ficou muito irritado e rogou pragas. Muitos
rios banhavam a região como ainda hoje mas o principal e mais piscoso para os
donos do lugar os índios guaicuru era mesmo o rio Meia-Ponte. A cunhã Purumã
começou a comer terra adoeceu inchou explodiu e seus restos mortais foram
jogados na cachoeira.
A dileta é sempre aquela que
escolhemos se recolhe se estima mais que as outras. A lua subiu no ar e as
estrelas foram pastar. O sol apareceu parou em pleno espaço e as estrelas foram
nadar no fundo do mar. Era final de campeonato e espocar de foguetes e trajes esportivos.
Ideia de coleção boiada enxame mulherada constelação. Vestida de sol de céu de
mar no puro azul. Depois daí de verificar isso aí automaticamente eu ia pra
casa repousar.
Sempre que ocorria morrer
alguém importante ou fantástico seu corpo era enterrado perto da aldeia. Então,
o terreno virava lugar sagrado e ali nascia invariavelmente uma árvore que nem
existia. Isso sempre acontecia nos rituais que duravam uma semana. Os heróis desfilavam
ao redor da fogueira e dependendo da necessidade da tribo viravam rochedos no
alto do morro para constituição de um templo de adoração exemplar. Depois os
instrumentos do espírito eram secretamente escondidos e ninguém podia falar
nada ninguém podia apontá-los ou apresentá-los fora de hora. O espírito
jurupari feito de pedra ficava o tempo todo à espreita de sentinela de guardião
na cachoeira para admirar os desastres que volta e meia passavam por ali. Ele
mesmo jurupari julgava as coisas os homens condenava dava as sentenças e os
jogava na cachoeira do rio Paraguaçu em seu próprio repetitivo benefício e delete.
Chegava invariavelmente
primeiro esperava ela vinha bem depois e nem aceitava o convite. Ela morava em
Cametá trabalhava em Oriximiná estudava no colégio Dr. Barros Cassal da rua
Barão da Torre bairro Ipanema e saía de férias com família até Parintins e as
ilhas. Lá no arquipélago Tupinambarana chegavam gentes turistas diariamente
destas cidades, Aripuanã, Boa Vista do Ramos, Almeirim, Itumbiara, Cristal... A
capitania de Minas Gerais estava ligada à de São Paulo, em a época.
As figuras do zodíaco se movimentam no
céu atrás de corpos falidos e mal espalhados, dos que vão e nem voltam, dos que
nem levam a própria história a sério. Encontram alguns detritos capturam catam
recolhem e sem identificar sem olhar os dentes os conduzem de volta à terra dos
lunáticos. Bom e ajustado este planeta terra pois que falem que coaxem que piem
que acoem o que quiserem mas ainda é e sempre será o bom lugar azul do
universo, amém.
Nós
dois pouco trocamos momentos e bem pouco tivemos algo repartido juntos. Foi
assim foi como verdade e o céu sempre longe. E os meros diálogos diante do rio
que nem passava que passa e nem se viu passar, e outras alegrias.
Óvni se
aproximou da terra e fez milagre e fez sombra. Porém, antes, sobretudo, sobrevoando,
foi chegando aos brilhos e contrastes e paradoxos. Ele ficou ali olhando sem
ver e presente esperando tudo se acalmar. Uns 16 mil hectares ou 1 milhão de
campos de futebol. O constante trucilar de cancãs, sabiacicas, mauaris,
anus-corocas, bicos-de-agulha... Em verdade em verdade uma parassíntese arrizotônica
em anoitecer.
Um dia
o sol mandou seu filho do sol descer até a terra-matriz de todos nós. Era para
ver como iam as coisas por aqui, etc e tal e qual. Iurupari viu que persistia
uma peleia entre abás e cunhãs. O espírito do fogo celestial decidiu apoiar os
abás. Assim reza a poranduba, as cunhãs adultas foram mortas e apinchadas na
cachoeira. Sobreviveram foram poupadas na tribo dos ianam somente as mais
jovens as cunhantãs e as cunhantains. De lá pra cá, as mulheres nem pretenderam
mais discutir a razão e a soberania dos homens e nem brigaram mais pelo poder. Já
nem sabiam mais como recuperar o poder que foi dado de bandeja aos homens. Na
serra de Piquiatuba compareceram muitas lajes com o sólido propósito de durar
até os eternos dias dos rituais atuais. O jurupari veio do sol ou de uma árvore
de copa muito alta de galhos bem rente e perto do sol a paxiúba. No templo de lajes
adrede acomodadas na montanha cada coisa cada figura tem seu lugar e hora. Cada
um no seu posto sua maneira sua distância feito corretamente como com as
estrelas certas do céu. Sendo assim, ainda estão por lá os deuses do sol
rastreando como guardiões como principais os costumes os movimentos os
pensamentos dos ianam habitantes.
Ela tomou a iniciativa e na
hora e de repentemente. Decididamente foi gostoso o abraço, o corpo macio como
roupa perfumada e lavada e passada, os cabelos no meu rosto, fofos, compridos, soltos,
leves, aplausos. Uma surpresa que me deixou como já disse idiota muito além do
parque Jardim da Luz pra lá do lago Jacupá aquém da rua Carlos Povina
Cavalcanti pra lá do ideal dos baré pra cima já no topo das montanhas do
Tumucumaque. O sol subindo espetacularmente em direção ao mundo. E passe bem.
Um dia
um deus que nem era qualquer um desceu do céu nem era daqui e começou a
perseguir as mulheres dentro da floresta. As índias iam no mato buscar lenha e
eram assediadas insistentemente. O ente filho do sol correu atrás de
Flor-do-Campo uma porção de dias e noites. Naqueles tempos, então, as mulheres
nem podiam mais andar em paz pela mata e adjacências senão o jurupari pegava
comia e jogava na cachoeira. O iurupari então prometia, para amedrontar as
mulheres da aldeia uaboí, falava disfarçado andava de ubá voava como uirá
soprava como o vutu cantava como se fosse o jacuguaçu:
- Olha
que te jogo na cachoeira pra comida dos meus amigos os peixes.
Porque os
dias longos embora que nos cruzávamos e ela nem me olhava. Como isso acontecia
e era possível ficou um segredo que nem eu mesmo soube decifrar. Quando era tudo
fingimento. Até onde apenas faz de conta. E em quais localidades, Águas Belas,
Itaboraí, montanha 31 de Março, Gurupá, cachoeira do Panama, rua Olavo Bilac em
Porto Alegre, região da tribo mápanai... Vestida de verdade verdadeira verde de
várias peças necessárias confortáveis, etc., em verde todos os verdes
praticamente mas tonalidades diferentes de verde. Ela se perguntava nem sabia
nada de D e os familiares nem suspeitavam das perguntas das dúvidas nada disso,
importante. Eu cumprimentei, oi! e oi!, ela respondeu.
Jacaruaru
fulano parente valente apenas nasceu numa época que os curumins eram
perseguidos e mortos sem piedade e ainda bem bebês. A índia sua mãe Caferana
fulana tembetás de adorno nos lábios quando deu à luz prevendo esse sacrifício
ficou com pena e o depositou escondeu numa lapa lá no meio do mato uma gruta
que nem onça-pintada ia lá serra do Jacamim. Todo dia secretamente a mãe levava
comida e fazia companhia por umas horas e o amamentava. O fim do mundo ou onde
o céu descansava sobre a terra. Até um tempo transcorrido tudo ia bem. Quando
finalmente se tornou moço um certo dia foi descoberto pelas outras mulheres da
tribo iatê que o seduziram. Foram brincar no rio Japurá e nadaram como os peixes,
sapipocas, piraputangas, surubins, acariaçus... Sendo assim, o caso chegou aos
ouvidos dos governadores que foram obrigados pelo santo do fogo ou filho do sol
a pegá-lo e eliminá-lo. Mataram Jacaruaru fulano parente valente a transgressão
custou caríssimo e o jogaram na cachoeira.
Gostava
de planejar o que poderia me acontecer de então para diante e até nossos dias.
Se me conhecia já era bicho escaldado e nem ia tomar nenhuma iniciativa sem me
consultar. Esperava esperava as previsões do acaso e a determinação do
imponderável. Com uma supercarga de planos e voos e horas e horas de paralisia
sem ver o horizonte sem me mexer da frente da rua Pacatuba. A partir daí foi
uma corrida a pé dromoterapia contra o tempo.
Um dia
pela manhã foi o sol desceu do oco e apareceu para a tribo uanano. E o tupã-beraba
tinha planos secretos que só diziam respeito aos homens. Duas cunhãs nem
respeitaram o sigilo dos rituais masculinos foram espiar e depois fofocar.
Curiosas foram curiosar onde nem deviam ir nem foram chamadas. Grandes festas
rituais dos homens cantos e danças e jogos de instrumentos que eram proibidos
para as fêmeas presenciar. Manter a boca fechada era o respeito às leis às
normas dos santos. Nem demorou muito foram descobertas e denunciadas pelos
agentes secretos do tupã-cunun o todo-poderoso sol. A partir daí acabaram sumariamente
julgadas e jogadas inapelavelmente nas águas turbulentas do rio Paru, que vão
dar ainda hoje em dia na cachoeira Acutumã.
Porque
o fundamento fundamental do tal e qual interfuncional entrequerer-se aconteceu
mesmo somente numa pequena fase de nós. Sendo que depois ou antes tudo voltou
ao normal e ao sossego. E o que eu fazia ou desfazia ou deixava de fazer.
Queria
lhe dar uns beijos mas nem sei se ela gostava mesmo. E por que nem gostaria se era
tão simpática. Xê estava uma pessoa desabilitada para habitar o tapiri
desabitado. Que ela me falou nem vou negar, olhando lá longe para cima com os
olhos sem ver e iluminados de imaginação extraterrestre:
- Vou
correr no campo vou voar no mar vou andar de cidade em cidade praticar ioga e
lutar pelo verde, tarumã-do-mato, coari, pacupeva, piom-piom...
- Mais
longe que a tua é a rua Duque de Caxias em Urucará.
- Vamos
correr até a lua, bem!
- Vamos
correr em volta da árvore, meu bem!
- Todo
mundo se ilude pensa que sou de Pirenópolis mas na verdade nasci mesmo em Santa
Rita do Pardo.
- A rua
dos Tingui-Botó é um planeta.
Como
dizem sim ou nem ou talvez nem vou mentir. A índia Bacaba optou procurou pelo
caminho das crianças e teve um filho invisível. E foi longe demasia. Ela comeu
um fruto de araticum-cortiça e ficou grávida e teve esse filho em nove meses.
Se isso era verdade... Foi melhor dizer que sim e aceitar as consequências.
Embora descobrissem que ela nem tinha marido. Diante disso a aldeia dos
mauaiana toda nem teve outra alternativa e todos a desprezaram xingaram
adjetivaram apontaram. E a julgaram e a declararam possuída do mal e para
acabar com a pouca vergonha a empurraram dentro das espumas flutuantes da cachoeira.
Tive de
ir ontem, tenho e ir hoje, e hei de ir amanhã. Onde fica o palácio Iguaçu? Um
azul macio branco navega de sol a sol o rio Cauamé por trás das árvores,
meladinhas, acuris, jutaís-do-campo, alfazemas-bravas... os pássaros ariscos aproveitando
a sombra, periquitos-tapuias, baguaris, corruchebas, guaxes... a latitude do
palácio Rio Negro. O mais legal é que cada tal e qual puxa o seu próprio nome.
Pelos
mesmos motivos de sempre uma vez por mês se oferecia em sacrifício no altar da
beleza ia ao cabeleireiro do outro lado da cidade na loja da feiticeira
Ibabiraba. Que saía da realidade em obra de arte e artificial e pajelança.
Praticamente sábado uma tortura extraterrestre selvagem sui generis. Enquanto
eu me comportava me conformava em ver leitura para ler figuras nas revistas na
internet. Os que acham bonito ou chique e as duas coisas. Depois de 3h e 30min
tinha que valer a pena e sair sorrindo contente feliz, e elogiada, e agradecido.
Então,
tal dia tal Ceuci índia mundurucu teve que visitar um anacê parente lá na outra
palhoça extremidade do lado de lá da ocara. Aí, cruzou o terreiro aconteceu um tombo
perdeu a virgindade. O diabo a calçou a prendeu e a roubou. Foi pro remanso do
rio Cachorro e lá os peixes, pintado, jaú, matupiri, sarapó, etc., com ordem da
boiúna, rasgaram sua barriga seu ventre. Ceuci fulana dos mundurucu comeu a
fruta da cucura e se lambuzou. Ao voltar para casa noite alta ela contou tudo
disse que comeu a fruta e o sumo lhe escorreu pelo pescoço peito corpo abaixo e
invadiu o caminho das crianças. Mesmo com essas boas desculpas os familiares
nem a perdoaram e a condenaram e ela foi jogada na cachoeira para festival
anual da colheita e fartura dos monstros feitos de ita.
O dia
pareceu querer antes da hora. Quanto mais cedo o sol mais dia a dia pela frente
e melhor. O sol subiu bem e resolveu andar andar... Que astro que vinha sempre.
Clareza meridiana. O sol que andou de lado andou de frente andou devagar de
trem de auto andou de tarde... Nasceu até flor de jacamincá no cabelo da guria:
- O quê?
- Queremos subir numa árvore?
- Como?
- Vamos escolher uma bem legal pra ta te
ti to tu.