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sexta-feira, 10 de março de 2017

É Sobre a Verdade das Histórias Inventadas que Trata Esta Fantasia

        



        Ela se deitara dormira e acordou e mesmo despertou quando algo ou alguém já a puxava pelos pés pelo pé 05:05 no tempo atômico internacional. De pijama característico de bichinhos peixinhos passarinhos acordou esticou os braços bocejando como uma dona preguiça-de-coleira espaçando bem a boca aberta e ronronando como os felinos pequenos domésticos estremunhada. Olhou a janela fechada de contornos de dia claro claríssimo agradável dezembro. Sinceramente, manhã.
        No horário certo na história na paisagem na metade certa no mundo certo que o sol deu as cartas distribuiu as senhas.
        Aonde ela ia eu também ia ela me arrastava me levava eu ia junto me carregava eu ia mas podia ser mais mais cuidadoso prevenido. Ela já havia assistido muito mais que 10 filmes das icamiabas.
O sol amanheceu apresentando o lado de cá presente no planeta bem conhecido do próprio sistema. Que acordou onde e como que a lua tinha pra ela, e vice-versa. O namoro e o noivado correram rápidos, que se viu e se ouviu:
        - A lua é mais alta que você, uma vez.
        - O sol é maior que a terra, hum!...
        - Você é mais bom que inteligente, é.
        - As duas casas estão muito próximas uma da outra, embora.
        - Que horas são, 05:17.
        - Se quiser vamos andar de canoa no lago do Juá.
        - Vou pro Palacinho, sou funcionária pública de carreira.
        - As estrelas ótimas com os planetas que nem são mais ou menos modestos.
        - O Coaraci é domingo, porém.
        - A Jaci é segunda-feira, portanto.
        E foi num dia de noite que as cunhãs aproveitaram para cantar e dançar ao redor da turiaçu. Os homens pediram para participar e foram enxotados. Aí, os homens foram pedir arrego recorrer ao sol e à lua. Os astros divinos se dirigiram até as mulheres mas estas nem quiseram conversa nenhuma nem os receberam. Então, o sol e a lua expulsaram as mulheres e as condenaram a vagar pela mata caá. Sem poder contar com as mulheres, os homens de pura raiva viraram bichos do mato, anhumas, pombas-amargosas, assoviadeiras, curimbatás, acarás-chibantes, acurés, guirris... E as mães desamparadas vingativas que iam dando à luz durante a jornada sem fim parindo seus lindos curumins, observando o precipício barulhento buliçoso das águas ali bem próximas do rio Tiquié, decidiam concluíam por jogá-los na cachoeira como presente aos deuses de pedra e também aos peixes famintos.
Quando foi me abraçou pela vez primeira era véspera do dia dos namorados. Nada a ver, pensei. Fiquei idiota mais que o normal, confuso na hora e até no mínimo um mês após. Nem alcancei jamais a intenção daquele gesto setembro. Nem consegui decifrar aquele enigma subterrâneo.
- Quanto a mim, investigo indicio processo e excluo.
- Sempre um tanto ou quanto pro meu agosto, vaga imprecisa indeterminada indefinida.
        Um dia os homens da tribo tupinambá, por pura farra, mataram uma cunhã. A Jaci ficou furiosa e transformou os assassinos em pedras e mandou jogá-los no rio Mapuera. Bichos conhecidos e anônimos latiram grunhiram piaram escavaram rastejaram navegaram pelo mato. Das árvores apareceram frutas e frutos amadureceram e frutas caíram pássaros souberam chegaram correndo buscar e os mocós vieram catar. Os tais ex-bandidos viraram em estátuas de pedra e a partir de então passariam a presidir ali na beira da cachoeira os desastres que aconteceriam no rio. E foram inapelavelmente daí em diante e sempre de lá pra cá vistos como monstros e demônios e anhangueras.
        Em várias oportunidades de vezes nem só uma ou duas ela simplesmente me ignorou sem me explicar se penteava durante horas e depois saía com as colegas. Me deixava eu ficava aguardando com ou sem a experiência de Jó. Eu lia jornal assistia tevê ouvia música na espera boca aberta como jacaré na correnteza um olho no relógio outro na porta ou janela.
        E ela era lindeza harmonia sorriso rapidez cabelo solto e gola rulê no inverno. E no céu mais espécies de estrelas aparadas em constelações. A dona do meu ideal. Uma bela guria, como se vê. Que eu tentava segurar firme como uma lenda. Que ela tinha licença de estrela cadente ou disco voador ou pedra Bendengó.
        O espírito do iurupari sempre se apresentava se manifestava nos sons dos seus instrumentos favoritos de sopro a voz do espírito a trombeta boré a flauta de osso utensílios sagrados. Época das águas baixas do plantio da maniva bem propício para as manifestações das danças cerimônias secretas. O pajé repercutia era possuído pela máscara pelo saiote de fibras capacete de animal a vestimenta do espírito cobria todo o corpo do feiticeiro dos pés à cabeça sem buraco para ver o piaga olhava através das palhas como camuflado escondido dos meros mortais. O iurupari saía do chão ou do ar e incorporava no xamã. O feiticero se transfigurava em animal ou um herói ameaçador com borduna arco e flecha zarabatana feita de taquara com setas envenenadas quicé a faca de pedra. O herói vinha cobrar coisas dos homens da tribo na casa dos homens falava em respeito para com as leis as tradições os costumes e ameaçava e açoitava e batia nas mãos nas pernas na boca e nas costas com vara de soroca aos que nem obedeceram. Os casos de gravidade e ou reincidência o iurupari os julgava ali mesmo na hora sem dar ouvidos a pedidos e choros e rogos declarava as sentenças de morte e mandava jogar os elementos na cachoeira. Que nem voltavam mais.
        O cais do porto de Itajaí foi nosso escudo aliando compadre e benfeitor. O sol um dia bom abriu exceção e nos espionou. Vinham lanchas de ontem e de amanhã, Ponte Branca, Vicentina, Óbidos, Itapetinga, São Lourenço do Sul... Arrumamos as velas e fomos até a ilha de Paquetá dentro do rio Culuene. Muitos faziam isso e nem era novidade novidade mas curtimos muito as sombras das purumas-da-guiana, uafés, cambaís, cerejeiras-do-paraná, muiratingas...
        - O angico-branco reapareceu com as aracuãs, tá ouvindo?
        - É o sol esse artigo que colocamos no mundo quando outro artigo retiramos do planeta a lua. O sol sentido aos seres deter-indeterminados e defi-indefinidos o gênero o número, etc.
        - Oh!...
        Xê sorri chochilei durante a tarde morceguenta, chauás piraram tlintlim!... muitas ótimas vezes, o sol ficou surpreso na paisagem do mundo físico, as bocaiúvas andaram assaltadas nos galhos ramos, e pois somente as algumas nuvens estavam despidas e de costas pro vento.
        Distância, se podia dizer assim, a pouca distância a distância de 5 centímetros entre nós, 1h e 30min da tarde, os outros assuntos, ela bem vestida de odalisca ocidental, o rio Nhamundá diante das pessoas munícipes como nós, a escola sem se importar sem nos importunar com os recados diversos esparsos anônimos.    
Certo dia aconteceu que uma índia chamada Purumã viu tudo descobriu o lugar dos instrumentos tudo sem querer por acaso. Ela nem contou nada pra ninguém ficou bem quieta mas iurupari leu os pensamentos ameaçou vingança ficou muito irritado e rogou pragas. Muitos rios banhavam a região como ainda hoje mas o principal e mais piscoso para os donos do lugar os índios guaicuru era mesmo o rio Meia-Ponte. A cunhã Purumã começou a comer terra adoeceu inchou explodiu e seus restos mortais foram jogados na cachoeira.
A dileta é sempre aquela que escolhemos se recolhe se estima mais que as outras. A lua subiu no ar e as estrelas foram pastar. O sol apareceu parou em pleno espaço e as estrelas foram nadar no fundo do mar. Era final de campeonato e espocar de foguetes e trajes esportivos. Ideia de coleção boiada enxame mulherada constelação. Vestida de sol de céu de mar no puro azul. Depois daí de verificar isso aí automaticamente eu ia pra casa repousar.
Sempre que ocorria morrer alguém importante ou fantástico seu corpo era enterrado perto da aldeia. Então, o terreno virava lugar sagrado e ali nascia invariavelmente uma árvore que nem existia. Isso sempre acontecia nos rituais que duravam uma semana. Os heróis desfilavam ao redor da fogueira e dependendo da necessidade da tribo viravam rochedos no alto do morro para constituição de um templo de adoração exemplar. Depois os instrumentos do espírito eram secretamente escondidos e ninguém podia falar nada ninguém podia apontá-los ou apresentá-los fora de hora. O espírito jurupari feito de pedra ficava o tempo todo à espreita de sentinela de guardião na cachoeira para admirar os desastres que volta e meia passavam por ali. Ele mesmo jurupari julgava as coisas os homens condenava dava as sentenças e os jogava na cachoeira do rio Paraguaçu em seu próprio repetitivo benefício e delete.
Chegava invariavelmente primeiro esperava ela vinha bem depois e nem aceitava o convite. Ela morava em Cametá trabalhava em Oriximiná estudava no colégio Dr. Barros Cassal da rua Barão da Torre bairro Ipanema e saía de férias com família até Parintins e as ilhas. Lá no arquipélago Tupinambarana chegavam gentes turistas diariamente destas cidades, Aripuanã, Boa Vista do Ramos, Almeirim, Itumbiara, Cristal... A capitania de Minas Gerais estava ligada à de São Paulo, em a época.
        As figuras do zodíaco se movimentam no céu atrás de corpos falidos e mal espalhados, dos que vão e nem voltam, dos que nem levam a própria história a sério. Encontram alguns detritos capturam catam recolhem e sem identificar sem olhar os dentes os conduzem de volta à terra dos lunáticos. Bom e ajustado este planeta terra pois que falem que coaxem que piem que acoem o que quiserem mas ainda é e sempre será o bom lugar azul do universo, amém.
        Nós dois pouco trocamos momentos e bem pouco tivemos algo repartido juntos. Foi assim foi como verdade e o céu sempre longe. E os meros diálogos diante do rio que nem passava que passa e nem se viu passar, e outras alegrias.
        Óvni se aproximou da terra e fez milagre e fez sombra. Porém, antes, sobretudo, sobrevoando, foi chegando aos brilhos e contrastes e paradoxos. Ele ficou ali olhando sem ver e presente esperando tudo se acalmar. Uns 16 mil hectares ou 1 milhão de campos de futebol. O constante trucilar de cancãs, sabiacicas, mauaris, anus-corocas, bicos-de-agulha... Em verdade em verdade uma parassíntese arrizotônica em anoitecer.
        Um dia o sol mandou seu filho do sol descer até a terra-matriz de todos nós. Era para ver como iam as coisas por aqui, etc e tal e qual. Iurupari viu que persistia uma peleia entre abás e cunhãs. O espírito do fogo celestial decidiu apoiar os abás. Assim reza a poranduba, as cunhãs adultas foram mortas e apinchadas na cachoeira. Sobreviveram foram poupadas na tribo dos ianam somente as mais jovens as cunhantãs e as cunhantains. De lá pra cá, as mulheres nem pretenderam mais discutir a razão e a soberania dos homens e nem brigaram mais pelo poder. Já nem sabiam mais como recuperar o poder que foi dado de bandeja aos homens. Na serra de Piquiatuba compareceram muitas lajes com o sólido propósito de durar até os eternos dias dos rituais atuais. O jurupari veio do sol ou de uma árvore de copa muito alta de galhos bem rente e perto do sol a paxiúba. No templo de lajes adrede acomodadas na montanha cada coisa cada figura tem seu lugar e hora. Cada um no seu posto sua maneira sua distância feito corretamente como com as estrelas certas do céu. Sendo assim, ainda estão por lá os deuses do sol rastreando como guardiões como principais os costumes os movimentos os pensamentos dos ianam habitantes.
Ela tomou a iniciativa e na hora e de repentemente. Decididamente foi gostoso o abraço, o corpo macio como roupa perfumada e lavada e passada, os cabelos no meu rosto, fofos, compridos, soltos, leves, aplausos. Uma surpresa que me deixou como já disse idiota muito além do parque Jardim da Luz pra lá do lago Jacupá aquém da rua Carlos Povina Cavalcanti pra lá do ideal dos baré pra cima já no topo das montanhas do Tumucumaque. O sol subindo espetacularmente em direção ao mundo. E passe bem.
        Um dia um deus que nem era qualquer um desceu do céu nem era daqui e começou a perseguir as mulheres dentro da floresta. As índias iam no mato buscar lenha e eram assediadas insistentemente. O ente filho do sol correu atrás de Flor-do-Campo uma porção de dias e noites. Naqueles tempos, então, as mulheres nem podiam mais andar em paz pela mata e adjacências senão o jurupari pegava comia e jogava na cachoeira. O iurupari então prometia, para amedrontar as mulheres da aldeia uaboí, falava disfarçado andava de ubá voava como uirá soprava como o vutu cantava como se fosse o jacuguaçu:
        - Olha que te jogo na cachoeira pra comida dos meus amigos os peixes.
        Porque os dias longos embora que nos cruzávamos e ela nem me olhava. Como isso acontecia e era possível ficou um segredo que nem eu mesmo soube decifrar. Quando era tudo fingimento. Até onde apenas faz de conta. E em quais localidades, Águas Belas, Itaboraí, montanha 31 de Março, Gurupá, cachoeira do Panama, rua Olavo Bilac em Porto Alegre, região da tribo mápanai... Vestida de verdade verdadeira verde de várias peças necessárias confortáveis, etc., em verde todos os verdes praticamente mas tonalidades diferentes de verde. Ela se perguntava nem sabia nada de D e os familiares nem suspeitavam das perguntas das dúvidas nada disso, importante. Eu cumprimentei, oi! e oi!, ela respondeu.
        Jacaruaru fulano parente valente apenas nasceu numa época que os curumins eram perseguidos e mortos sem piedade e ainda bem bebês. A índia sua mãe Caferana fulana tembetás de adorno nos lábios quando deu à luz prevendo esse sacrifício ficou com pena e o depositou escondeu numa lapa lá no meio do mato uma gruta que nem onça-pintada ia lá serra do Jacamim. Todo dia secretamente a mãe levava comida e fazia companhia por umas horas e o amamentava. O fim do mundo ou onde o céu descansava sobre a terra. Até um tempo transcorrido tudo ia bem. Quando finalmente se tornou moço um certo dia foi descoberto pelas outras mulheres da tribo iatê que o seduziram. Foram brincar no rio Japurá e nadaram como os peixes, sapipocas, piraputangas, surubins, acariaçus... Sendo assim, o caso chegou aos ouvidos dos governadores que foram obrigados pelo santo do fogo ou filho do sol a pegá-lo e eliminá-lo. Mataram Jacaruaru fulano parente valente a transgressão custou caríssimo e o jogaram na cachoeira.
        Gostava de planejar o que poderia me acontecer de então para diante e até nossos dias. Se me conhecia já era bicho escaldado e nem ia tomar nenhuma iniciativa sem me consultar. Esperava esperava as previsões do acaso e a determinação do imponderável. Com uma supercarga de planos e voos e horas e horas de paralisia sem ver o horizonte sem me mexer da frente da rua Pacatuba. A partir daí foi uma corrida a pé dromoterapia contra o tempo.
        Um dia pela manhã foi o sol desceu do oco e apareceu para a tribo uanano. E o tupã-beraba tinha planos secretos que só diziam respeito aos homens. Duas cunhãs nem respeitaram o sigilo dos rituais masculinos foram espiar e depois fofocar. Curiosas foram curiosar onde nem deviam ir nem foram chamadas. Grandes festas rituais dos homens cantos e danças e jogos de instrumentos que eram proibidos para as fêmeas presenciar. Manter a boca fechada era o respeito às leis às normas dos santos. Nem demorou muito foram descobertas e denunciadas pelos agentes secretos do tupã-cunun o todo-poderoso sol. A partir daí acabaram sumariamente julgadas e jogadas inapelavelmente nas águas turbulentas do rio Paru, que vão dar ainda hoje em dia na cachoeira Acutumã.
        Porque o fundamento fundamental do tal e qual interfuncional entrequerer-se aconteceu mesmo somente numa pequena fase de nós. Sendo que depois ou antes tudo voltou ao normal e ao sossego. E o que eu fazia ou desfazia ou deixava de fazer.
        Queria lhe dar uns beijos mas nem sei se ela gostava mesmo. E por que nem gostaria se era tão simpática. Xê estava uma pessoa desabilitada para habitar o tapiri desabitado. Que ela me falou nem vou negar, olhando lá longe para cima com os olhos sem ver e iluminados de imaginação extraterrestre:
        - Vou correr no campo vou voar no mar vou andar de cidade em cidade praticar ioga e lutar pelo verde, tarumã-do-mato, coari, pacupeva, piom-piom...
        - Mais longe que a tua é a rua Duque de Caxias em Urucará.
        - Vamos correr até a lua, bem!
        - Vamos correr em volta da árvore, meu bem!
        - Todo mundo se ilude pensa que sou de Pirenópolis mas na verdade nasci mesmo em Santa Rita do Pardo.
        - A rua dos Tingui-Botó é um planeta.
        Como dizem sim ou nem ou talvez nem vou mentir. A índia Bacaba optou procurou pelo caminho das crianças e teve um filho invisível. E foi longe demasia. Ela comeu um fruto de araticum-cortiça e ficou grávida e teve esse filho em nove meses. Se isso era verdade... Foi melhor dizer que sim e aceitar as consequências. Embora descobrissem que ela nem tinha marido. Diante disso a aldeia dos mauaiana toda nem teve outra alternativa e todos a desprezaram xingaram adjetivaram apontaram. E a julgaram e a declararam possuída do mal e para acabar com a pouca vergonha a empurraram dentro das espumas flutuantes da cachoeira.
        Tive de ir ontem, tenho e ir hoje, e hei de ir amanhã. Onde fica o palácio Iguaçu? Um azul macio branco navega de sol a sol o rio Cauamé por trás das árvores, meladinhas, acuris, jutaís-do-campo, alfazemas-bravas... os pássaros ariscos aproveitando a sombra, periquitos-tapuias, baguaris, corruchebas, guaxes... a latitude do palácio Rio Negro. O mais legal é que cada tal e qual puxa o seu próprio nome.
        Pelos mesmos motivos de sempre uma vez por mês se oferecia em sacrifício no altar da beleza ia ao cabeleireiro do outro lado da cidade na loja da feiticeira Ibabiraba. Que saía da realidade em obra de arte e artificial e pajelança. Praticamente sábado uma tortura extraterrestre selvagem sui generis. Enquanto eu me comportava me conformava em ver leitura para ler figuras nas revistas na internet. Os que acham bonito ou chique e as duas coisas. Depois de 3h e 30min tinha que valer a pena e sair sorrindo contente feliz, e elogiada, e agradecido.   
        Então, tal dia tal Ceuci índia mundurucu teve que visitar um anacê parente lá na outra palhoça extremidade do lado de lá da ocara. Aí, cruzou o terreiro aconteceu um tombo perdeu a virgindade. O diabo a calçou a prendeu e a roubou. Foi pro remanso do rio Cachorro e lá os peixes, pintado, jaú, matupiri, sarapó, etc., com ordem da boiúna, rasgaram sua barriga seu ventre. Ceuci fulana dos mundurucu comeu a fruta da cucura e se lambuzou. Ao voltar para casa noite alta ela contou tudo disse que comeu a fruta e o sumo lhe escorreu pelo pescoço peito corpo abaixo e invadiu o caminho das crianças. Mesmo com essas boas desculpas os familiares nem a perdoaram e a condenaram e ela foi jogada na cachoeira para festival anual da colheita e fartura dos monstros feitos de ita.
        O dia pareceu querer antes da hora. Quanto mais cedo o sol mais dia a dia pela frente e melhor. O sol subiu bem e resolveu andar andar... Que astro que vinha sempre. Clareza meridiana. O sol que andou de lado andou de frente andou devagar de trem de auto andou de tarde... Nasceu até flor de jacamincá no cabelo da guria:
        - O quê?
        - Queremos subir numa árvore?
        - Como?

        - Vamos escolher uma bem legal pra ta te ti to tu.