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domingo, 8 de março de 2020

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            Em esse último inverno, da estação das chuvas fortes brabas constantes, foi foi dura a sorte na aldeia de cultura tupi-guarani. O alimento soçobrou boiou escasseou, tanto a caça na mata como a pesca no rio dos Patos a coleta de mel no morro do Gavião. Esses fatos preocuparam os anciães anciãs anciões que então se reuniram diversas horas em volta da fogueira no centro da oca principal. Assim e depois de muita conversa trago e banho de ervas curativas medicinais chegaram à conclusão mais óbvia direta reta estreita: a aldeia deveria se separar dividir repartir em 2 pois já estava a se multiplicar povoar em demasia.
            Será que pensei vi ouvi caminhei?
            O sol dominou aluzecer e se ajeitou diante quase do mundo inteiro. No esplendor no resplendor do seu dia efetivo e padronizado. Volta a volta afetivo caloroso. Esse dia simples e claro e decorativo. O verde do amarelo azul mais ou menos classificado clássico. Pássaros modulando variando voz altura e intensidade, torom-torons, arapapás, periquitos-das-ilhas, anambés-pretos, uiramiris, tico-ticos-do-mato-de-bico-preto... A luz do sol a surgir amanhecer oferecer fornecer. Já se acostumar com o sol e sua importante estação de criação e tratamento. A natureza e seus painéis quadros bem pintados pincéis aquarelas.
            As formigas tais e quais habitam e protegem as embaúbas?
            Passou o inverno ano bissexto e enchentes e cheias e enxurradas e aluviões inundações, veio a primavera, e metade do povo aborígene teve que procurar outro lugar para se encostar. Cláusulas do documento em contrato e cada um dos artigos. Dividir podar para crescer melhor.
            - Blá!... - disse o primeiro irmão da primeira vez.
            - Bla-blá!... - disse o segundo irmão da segunda voz.
            - Bla-bla-blá!... - concluiu o primeiro, rodeado de primeiras intenções.
            - Bla-bla-blá!... - concordou o segundo, cercado de segundas interpretações.
            Então, umas 50 pessoas e 8 famílias, entre guerreiros cunhãs curumins, furaram a mata espessa até encontrar um outro certo rio Piquiri para os lados do oeste. Os índios desta metade andaram pela mata e muitos sóis e luas se deparando inclusive com a represa Chavantes de larga vasta lagoa artificial. Ao chegarem no tal e qual balneário escolheram a dedo a praia Borô que precisavam queriam morar e começaram a erguer as ocas palhoças choças casebres telheiros. Deixaram no meio da taba umas quantas árvores altas e boas de sombra, uruá, casca-de-anta, fava-de-besouro, arapari-vermelho, ticum... A caça e a pesca e a coleta ali eram novas e abundantes e isso trouxe contentamento sossego tranquilidade a toda gente a todo pessoal. Praticavam esportes canoagem igaras natação se pintavam e dançavam cantando bem alto nos dias comemorativos.
            - Eu sou o primeiro e vou por este caminho - falou o irmão nº 1, o caçoador.
            - Eu sou o segundo e vou por esse caminho - contou o irmão nº2, o zombador.
            - Claro, vou morar na enseada Boró onde posso pescar tucunarés o ano inteiro - falou o primeiro, regrado filosófico, e muito mais tarde depois deram origem ali fundaram a cidade de Matões do Norte.
            - Com certeza que sim, pois vou morar na baía Arraia-de-Fogo e pescar pirajubas - falou o segundo, axiomático sentencioso, e acabaram fundando originando mais pra lá o futuro município de Aguanil.
            - E a gente poderia dar uma esticada até Pirapemas ou Balbinos ou Fontoura Xavier - disse o primeiro dos irmãos, maior forte inteligente.
            - Quem sabe conhecer também Juruaia e Valinhos e Jaguariaíva - relatou o segundo dos irmãos, menor forte inteligente.
            - As bonitas nem me demoro apontá-las, fisionomias e caras - comentou o primeiro entre os primeiros.
            - Eu posso apontar e muito rapidamente as ótimas realmente lindas, aparências e rostos - se certificou o segundo no posto de codiretor.
            Posteriormente no mês de fevereiro seguinte abriram uma clareira um pouco distante da aldeia e lá plantaram cultivaram muitos pés de milho mandioca amendoim abóbora inhame-de-folha-roxa-pintada... Deixaram que o milharal florescesse ao redor da roça das hortas e tirasse as tenras espigas. Quando os frutos apontaram verdes e amarelos os caçadores já estavam de tocaia jiraus arapucas para domar as pacas e as antas e as cutias e quatis e porcos-do-mato e os jacarés-açus, etc., arapongas-do-horto, capoeiras, anuns, jacutingas, corujas-gatos...
            - Dormiu bem, mano novo? - cumprimentou o primeiro, o 1° escolhido por Tupã.
            - Teve uma boa noite, mano velho? - saudou o segundo, o 2° escolhido por Tupã.
            - Vamos à praia do Farol na ilha do Mel, sim?! - disse Boré mano primeiro. O dia está pronto para a praia, para dizer de alguma maneira.
            - Preciso subir na copa da arapoca, sim?! - conversou Toré mano segundo. Quero também olhar para longe e ver um meu belo horizonte.
            - Pois se nós fôssemos até Jacarezinho... - começou o n°1.
            - Encontrar a outra parte desgarrada da nossa tribo original - terminou o n°2.
            O futuro era pouca coisa e quase quase todo pertencia ao dia de amanhã depois. E quando muito com muito otimismo. O passado uma história oral de deslumbramento contada pelas mais antigas índias cunhãs em noites calmas. Quase nada. O presente fazia sol ou fazia chuva, ora! Para sair mais cedo quase ao raiar do dia.
            Você procura por que precisa voar?
            Na beira do rio Lajeado Grande dos Índios, uma parte mais rasa até os joelhos, fizeram cercados com redes de cipó e taquaras e caniços para engordar os grandes peixes amazônicos. Natureza: magnificência e esplendor resplendor. E nas praias próximas areal dunas aguardavam a desova das muçuãs.
            Onde cafundó mora canguçu?
            Quando completava atingia aniversário da divisão separação tribal, marcado e contado nos sóis e luas e estações e períodos calendários, realizavam os festejos danças atividades festivas. Havia procura de toda caça, muito peixe grande, colheita de raízes, frutos e insetos. Escolhiam nas férias de verão de quando em quando ou de longe em longe um balneário com muita água e piscina para que a tribo pudesse se divertir à vontade e durante sete dias e sete noites. Os principais recontavam seus casos refaziam suas políticas recolocavam seus costumes tradições hábitos causos. Havia bebida de milho de mandioca, jogos corrida com tronco buriti nas costas para homens e mulheres. Principalmente muitos casamentos e batizados ritos de passagem. No domingo de tarde a tribo voltava para seu país território reserva demarcado na região.
            - Quero buscar, por que nem?, museus lojas galerias escritórios praças e ruas - disse o primeiro, inzoneiro, ao ouvinte segundo.
            - No verão, porque sim!, prefiro carnaval de blocos cordões com música ao vivo e folia na rua Junqueira Freire tradicional em Pirajuí - ouviu e falou o segundo, excêntrico, para o primeiro ouvinte.
            - Voarei de asa-delta e pousarei em Copacabana a praia - declarou o primeiro, que era a favor de quaisquer revoluções.
            - Ninguém viu nada sem conhecer Foz do Iguaçu - bateu no peito o segundo, que era muito ligado às revoltas gerais.
            Algumas ideias e fantasias do piloto eram superiores às do copiloto, e dialogais. Eram dois lados da mesma moeda de prata cunhada primeiro ainda no segundo império. Mesmo que um sim e outro não. Embora o nem fosse mais fácil talvez tirado no par ou ímpar. Embora eleitores ambos em Ribeirão Claro - lugar antigamente povoado pelos índios trucá. O primogênito nasceu primeiro e o segundo 2 segundos depois, e eram gêmeos muito puxados idênticos.
            Como está, como vai, como por aqui?
            As terras imensas imensas da tribo eram bonitas e um pouco mais. Natureza de inspiração inspirada cheia de calor calorosa e gostosa de sabor tropical. E moravam por sorte aí as abioranas. Em férias os tiés-galos, garças-mouras, jaós, cambacicas, papa-capins, marrecas-de-coleira e os caxinguelês... O país dos alvarados das acariçobas dos jubatãs das caaguaçus dos carás-barbados... Cheio impressionante de gravuras rabiscos por todos os lados a paisagem 3d. As terras e águas eram muitos quilômetros quadrados de mata e rios e montanhas panorama fazendo fronteira com os países dos ofaié-xavante ao sul dos timbira no oeste dos catagueó no noroeste dos ingarune do norte dos parauá mais para sudoeste dos embiá da ilha Cotinga já para sudeste.
            - Há estudantes que vêm buscar faculdade aqui, sim! - comentou o 1° que casou com a ex-namorada do segundo, a comadre Tabira.
            - As estudantes universitárias podem casar, sem prejuízo político e financeiro - rebateu o segundo que casou com a ex-namorada do primeiro, a comadre Uirapiana.
            - Tem gente índios índias que nem concordam, embora - disse o primeiro que casou primeiro com a primeira das irmãs.
            - A urbanização é normal e com o tempo, sim! - falou o segundo que casou segundo com a segunda das irmãs.
            - Sou líder mas é claro com os riscos normais necessários do aprendiz - declarou o primeiro, que queria ser aviador de caça no Acre.
            - Todo mundo se sente justo quando fala e com razão - conversou o segundo, que estudou matemática quântica na UFSC, campus de Piraí do Sul.
            - Uma competição é acima de tudo de coragem denodo - pensou alto o primeiro, batendo no peito com orgulho e paixão e emoção.
            - Sem correr riscos e de forma sossegada sempre evoluindo, uma vez - emendou o segundo, apontando o céu as estrelas o zodíaco.
            - A melhor criação humana se chama de zero a 9, sim! - conclui o primeiro.
            - A segunda criação humana atende pelo apelido comprido e rasteiro de abc... vxz, sim! - apontou o segundo.
            - Quando eu fui árvore eu mesmo era louro-vermelho vegetação de galeria da beira do rio Paranapanema - pareceu que o 1° gargalhou bastante.
            - Já eu quando fui pássaro fui tuí na mata ciliar do riacho Jequiriçá, alturas do município chamado conhecido como Ventania - que o 2° porém esperou o primeiro suficientemente rir e então riu por último e melhor.
            O xamã curandeiro pajé Arerê foi investigar ali o universo da mata. Prontamente. Nem longe nem demorado nem precisou ir muito longe e se demorar muito. O amparo o apoio o médico da tribo. E caminhou ao redor de si, pulou o rio Cacatu, ao redor da aldeia, parque de Vila Velha, foi pouco mais, alcançou outros canais igacis ali por perto... Procurando encontrando conferindo lendo tirando recolhendo reservando classificando, folha de cardo-melão, raiz de cipó-azougue, semente de timbó-da-mata, casca de imbuia-clara, brotos de icacoré-catinga, flores de caxicaém e várias variedades das demais espécies... asa de caixão-de-defunto e rastro de caititu e pio de iratauá e casca de ovo da tartaruga-da-amazônia e...
            Que dizer de alma para espírito que habita a gruta profunda estalactite estalagmite?
            Uma manhã de vento comportado dentro dos limites permitidos, sem nuvens, 80 km/h, os pássaros os insetos os bichos em geral melodia harmonia estilo, e pronto, se decidiu que eram momentos de ir até a cascata do rio São João. Para lá de uns tantos quilômetros em linha de trilha. Cachoeira e queda-d’água sem nome sem apelido maiúsculo sem descobridor e chamada de catarata apenas por ser a única da região num raio de 50 km². Chegando lá tomaram um banho no pequeno lago ali formado entre as pedras lajes buraco do Padre fenda da Freira. Passaram umas horas e descansaram. Fizeram um apanhado das frutas na área endêmicas cajus guabijus pitangas araticuns-dos-lisos gabirobas jabuticabas abios... e mais o que trouxeram de casa pamonha beiju tapioca moqueca de peixe rapadura cauim... De retorno para a aldeia nem se perderam porque guiavam orientavam entre eles uns ótimos mateiros rastreadores.
            - Este é o primeiro rio mais potente da região e o segundo mais potente do mundo - comentou o primeiro e dando nome ao rio Ivaí.
            - É - soprou o segundo cheirando o ar puro e mascando folha de cataia.
            - Ah! - interpretou o primeiro concordando com o segundo e jogando pedrinha seixo rolado de refilão no açude.
            - Mas mais tarde neste lugar haverá uma primeira cidade que se tornará a segunda do país, e com méritos - declarou o segundo nomeando a futura desde já cidade progressista de Nova Resende.
            - A esquina da rua José Medeiros e Albuquerque com a rua Sousa Caldas será a mais antiga concorrida e hospitaleira - antecipou o primeiro.
            - Meus descendentes serão os primeiros a medir um quadrado para a praça do poeta Carlos Augusto Ferreira - adiantou o segundo, dedo indicador direito na bochecha.
            - Já os meus netos pioneiros comprarão motos bicicletas carros e darão de presente aos seus respectivos filhos e filhas - previu o primeiro.
            - No domingo passearão meus familiares pelo parque Tembé arborizado mais verde da cidade - bateu palmas o segundo.
            - Mas já são as horas e quando muito de volta à aldeia - lembra o primeiro, e muito a gosto.
            - Chegando antes da noite estará bem, hum!... - observou o segundo, olhando o sol.
            - Estou pensando em ir de casa partir, emboralá! - destacou o primeiro, imaginando já em procurar um primeiro emprego em Catanhede.
            - Eu sempre quero ficar e pertencer aqui pelo norte ou o nordeste - confessou o segundo, sonhando em aparecer famoso santo de casa no lugar de origem.
            - Pretendo ser o governador do RS em dois mandados consecutivos, o que é muito difícil - abriu o jogo o primeiro, sempre mais curioso que o segundo.
            - Eu serei com muito gosto o teu melhor auxiliar cabo eleitoral, mano, e se me convidar pode ser pra vice - se convidou o segundo, sempre amigo e sombra do primeiro.
            Quanto muito, o tempo parecia quando acontecia um pouco e apenas. Os índios em geral olhavam queriam... o céu o sol a lua as árvores e tudo era muito tão bla-bla-blá!... que lhes dava pena. Organizavam caminhavam... pela taba à beira do rio nas trilhas da mata e lhes dava pena. Paravam ouviam... o pássaro toropixi cantando como nunca, etc., mas lhes dava pena. Paravam observavam... o quelônio jurará-açu e, pronto, lhes dava pena. Alcançavam descansavam... na sombra da aroeira-vermelha e lhes dava pena. Observavam cuidavam... a tacaca cavando o ninho no meio do mato, justamente, e lhes dava pena. Andavam seis horas toda manhã de quinta-feira paravam vendiam... os ararás saias com adornos feitos de penas na feira da avenida Rosendo Moniz Barreto, importantemente, e lhes dava pena. Solicitavam visitavam... as lojas vitrinas da rua dos Andrades rua da Praia, conjeturando, e lhes dava pena.
            Quem foi José Bonifácio de Andrade e Silva?
            Mais do que ninguém, o sol aparece sempre oxalá às 5h e 25min, coruscante reluzente faiscante, e abre os trabalhos de acordo com o som dos pássaros passarada matinada, tanguruparás, araras-azuis-pequenas, curiós, mutuns-de-penacho, jacucacas, pés-vermelhos, inhambus-xitãs... dos macacos das tacipitingas das aramãs e mesmo alguma neblina na parte dos vales canhadas passos várzeas cânions e subindo se elevando na floresta impactante pouco impactada.
            - Eu mereço ser o tempo e passar ao sopro dos quatro ventos e temperado dos quatro elementos - escolheu o primeiro. Como deus eu pertenço ao paraíso da arie Atol das Rocas.
            - Bem, então, eu sou a sorte que sorteia a moeda cara ou coroa - escolheu o segundo. E como ente ser surreal vou supervisionar a fortaleza NS dos Prazeres.
            - Eu tenho um primeiro objetivo e projeto: nem depender de você para nada e sempre - confessou o primeiro, se divertindo.
            - Eu ainda tenho dois objetivos ou compromissos: interpretar você e me virar sozinho desde ontem até amanhã - alertou o segundo, apenas sorrindo de orelha a orelha.
            - E assim aí está a diferença entre eu o primeiro e você o segundo - corrigiu retificou o primeiro, honesto.
            - O duelo está em que o segundo nunca chega a primeiro, suponho - abriu os braços em arco o segundo, respeitoso.
            - Tenho que te lembrar, e bons sonhos, sim?! - recomendou o primeiro dos manos.
            - E durma bem que amanhã vai ser outro dia e conforme, sim?! - adicionou o segundo dos manos.
            Mas chove muito que Tupã manda começou na noite imediata da lua cheia toda semana na região no país no hemisfério, o que nem entendo. Chove o esperado por todo este mês de maio, principalmente. Vazante alucinante alagamentos deslizamentos água turva cor de terra borbotões transbordamentos soterramentos, olha o rio aí! caudal grande quantidade Aguapeí; como se vê.
            E aqui afinal por acaso termina outro sim por sorte acaso ao cabo e em 2 pontos: o fim.