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domingo, 6 de dezembro de 2015

Sim, Os Capixaba Já Sabem E Voarão Praqui

         




        

         Olho olha só que lua cheia que noite clara parece dia cheia de luar. As crateras da lua as manchas. Será que a lua quer dizer? De mais a mais, a cidade perto prateada. Ganha tanto em claridade como em amplitude. Assim sendo, como papel branco com desenhos de lápis preto. Tudo esclarecido, o ipê-amarelo da praça da Bandeira enfeitado de natal e ano novo. Pedreira e lajes e painéis de basalto figuras trabalhar de pedra.  
         Presa no alto da polissêmica torre de tevê e existia uma moça linda cabeludona que só tinha de seu e do mundo o sonho o voo os seus sonhos. Sobrevivia sonhando, e vivia de sonhos, porque comia e bebia voos sonhos e fantasias. Cada dia tinha um sonho uma revoada e um sonho digno.
         Me deixa em paz me põe contente daqui da torre sino me sintoniza zen que poderia ver sim senhor a África, se eu quisesse.
         Hoje, nem nada nem meu aniversário nem carnaval nem feira agropecuária pelo afora meu país. Sem comunicações, sem ligações, a polícia nem vem aqui, nem os gatunos, nem os e-mails.
         Cada coisa em seu lugar conto ninguém acredita e de novo um outro dia.
Me deixaram um bolo de chocolate com cobertura de chocolate. Tenho o dia todo e os pássaros me socorrem, andorinhas, tico-ticos, corruíras, encontros, joões-de-barro, tesoureiras, grimpeiros, japacanins, sabiás-laranjeiras.
         Quanto mais cresço e permaneço e me convenço mais tenho medo de altura ventania chuva de granizo.
         Minha begônia-de-folha-estreita está plantada pega vento pega chuva pega sol num vaso bem na parede eu converso perto junto da janela leste.
         Vejo como é bom e necessário, um sono tranquilo que dorme a cidade dos neopratenses, e embala acaricia tudo. O sol cai do morro estalando ouro ouro e a um tempo as plantas, violeta-do-mato, lanceta, castanha-mineira, jacitarapuí, mutamba, canela-de-ema, os pássaros as pedras as palavras o rio brilham luz miraculosa na manhã lavada lavada. Os alunos do colégio Tiradentes as calçadas de árvores em fila indiana os alados plumosos, jaós-do-sul, violas, pipiras, soldados-pagos, tchintchorrintchos, fruxus, bem-te-vis-de-três-riscas, bando de caturritas, voam voam buscando adquirir comprar roubar os tons tonalidades as cores vivas os furta-cores.
         Aprendi uma porção de coisas de mais esse mês de maio demais.
Gastava um sonho a cada dia por dia ao longo das tantas horas. Passava a mão afofava os cabelos caracolados as penas do pescoço encrespadas bonitos fartos eletrizados. Porque os sonhos economizava-os reciclava-os pacientemente tinham que ser voar bem fantasiados e compridos e aproveitados e avoados.
Acho bom mesmo.
Às vezes me vem de dormir na rede então eu deito me entrego no embalo da rede e durmo, rooon-que!...
De manhã muito clara, e brasil, o sol volta de boa lembrança e o seu normal incendiado numa faixa branca, me diz:
- Me chama, quem me chama?!
Daqui olho o horizonte, mas antes a localidade a comunidade de Guabiju. Eu bem que poderia ter nascido lá me criado lá ou estudante quem sabe voltando pra lá em férias.
A chuva é uma coisa especial barbaridade. Entra pela minha janela.
Tive um irmão que derrubei lá pra baixo daqui de cima foi ontem queria comer minha comida e beber minha água não posso nem quero dividir o que é meu sou mais emplumada mais forte duas horas e vinte.
Neste fim de ano queria queria estar viajar voar entrar em outras paragens orbitar... Sarandi, Rolândia, Marialva, Campo Mourão, Pitanga, Bambuí, Vera Cruz, Maringá.
As coisas que me aparecem por aqui me aparecem me vêm pelo ar em formas de objetos voadores óvnis com ou sem vento com ou sem cheiro com ou sem aviso com ou sem calor.
Quando vem tempestade vem do sul preciso evitar deixar fechar as janelas a torre xique-xique balança e pode até quebrar, uma vez. O fim do mundo seria eu a última a saber.
Um dia vocês vão me ver voar daqui pra fora ali fora.
Sento no parapeito da janela as costas num lado do caixilho uma perna em cima a outra pendendo dentro para dar equilíbrio peso sustentação nada nas mãos o olhar abrangente capela São Caetano campal capela São Braz campáscuo Fazenda do Pratinha a pele do braço arrepiada as penas eriçadas pela brisa.
Era estava uma filhote de gavião-real, tinha bico de harpia, garras muito potentes de guiraçu, penas de acangoera e asas de uiruuetê. Seria porque seria uma grande predadora das mais enormes fortes velozes vorazes. Seu poder iria dominar exclusivos trinta quilômetros quadrados ao redor desde a polivalente torre antena de tevê. Seu potencial seria e poderia se alimentar de todo bicho abaixo dos três quilos e meio que pudesse roubar e carregar e matar e destrinçar e comer. A visão das mais penetrantes do mundo caçaria em pleno ar assistiria ao passeio por exemplo do ratão-do-banhado em meio ao piri ao aguapé-branco pra lá pra cá num alcance telescópico superior a dois mil metros.
Eu abranjo abarco abraço balanço as asas de balança para o largo espaço. Pergunto pra D:
- E esta agora?
Automaticamente, Ele nem como por que nem me responde. E eu penso bem de mim o pensamento salta me respondo:
- Resposta competente.  
         Pouco tinha aprendido da sorte ou quase nada ou quase o comum ou quase praticamente a mesma coisa. Quase nada sabia das manhas do normal no mundo. Mas seu instinto a levava a pôr as mãos nos cabelos, crinas exageradamente longas e sedosas, esfregar o rosto sem marcas sem rugas sem vincos, os olhos vidrados, o postural, os seios firmes e as pernas quentes atléticas compridas bem torneadas. Muitas atrações! Todos os dias na bicicleta ergométrica. Voar se aprende tentando voar como avião helicóptero pandorga parapente asa-delta.
         Nuvens pesadas misturadas a polifônica torre eletrizada em raios e trovões, tum! tum! tum!... muitas oito vezes mais alta que a chuva apontando acima fura-bolo mastro da gávea varando o remoinho das nuvens, quase levantamos voo neste furacão nesta tormenta neste temporal.
         Às vezes passo uns calafrios de sono, pesco, assinto, caio numa vertigem de sonolência perco os sentidos por um dois segundos, pesco, pesco, concordo, então eu medido faço ioga concentro para não cair da poligráfica torre de ferro em barras cilíndricas.
         A realidade acontece. Me vem me surge me aparece superveniente este sol de afobado novembro. Coisas sempre acontecem.
         Se dependurava temerariamente na ponta da janela por fora o vento na cara as nuvens nadando por baixo os urubus os bimotores os balões de ensaio os balões dirigíveis. Segura por um dedo presa por uma unha da garra, pingente placa descolada roupa no varal. Acenava abanava gesticulava com as asas lá pra baixo aos terráqueos pratenses.
         Luzes piscando vermelhas avisando lanternas a torre chocalho e rangenta, trrreeê! trrreeê!... e olho para os lados eu e a polimórfica torre na noite fechada na cerração densa.
         Tenho muitas paciências comigo mesma o meu pensamento longe voador na frente pôr vir os voos rasantes os cruzeiros turísticos os panoramas... São Joaquim da Barra, Cajamar, Uberlândia, Pirapora do Bom Jesus, Orlândia, Luz, Curitibanos, André da Rocha, Corumbá.
         Aqui em cima não proliferam insetos. Eu gosto. Formigas são mais frequentes. Até na lua há formigas! As mariposas prefiro por conta dos voos assimilo por causa das asas. Existem mais espécies de formigas numa árvore da Amazônia seringueira-vermelha que em todo continente europeu.
         Acho que vou pretendo acordar bem cedo amanhã cedo.
         Eu aproveito e concordo e afirmo que os índios poianaua nem derretam nem despedacem nem detonem a torre maracá.
         Me deixaram um pote cheio cheio de salada de frutas de cores. Vou de janela para janela só olhando o gosto que me dão. O cérebro que se liquefaz. E resumido o mundo todo tudo.
Debaixo deste céu que sim e muito longe, onde D também é muito grande, me deixo minha fome de asas e voos e rapinas.
         Esta policrônica torre de rádio e tevê apontando ponte o infinito é muito alta que parece uma sumaumeira-da-terra-firme, um jequitibá-branco, uma castanheira-do-pará, um pinheiro-do-paraná, um mogno-brasileiro.
Lá em baixo já disse já sou a cidade de Nova Prata o meu povo farejando sempre em volta da furna bairro Basalto do ninho bairro Sagrada Família da toca bairro Santa Cruz como fazem os tatus-bolas.
As nuvens invadem o meu cômodo a minha sala.
         Os meus longos cabelos que tenho os cabelos longos pisassem e o desgosto que puxassem eles aterrissassem lá no chão e esvoaçassem pela lateral da torre ganzá até o meio das costas penas de fazer cocar estendessem como vestido pela poliédrica torre abaixo.
         Sua boca em momentos salivava, engasgava suavemente a sua garganta, e algumas palavras uns nomes lhe saltavam saltavam. Mas sem preocupação e problema e ambiguidade. Falava com a parede e com a planta begônia e com os sonhos os personagens dos sonhos os alados dos voos, os tinguaçus, os tucanos-de-peito-branco, os tuins, os canários-da-terra, as pombas-rolas, os coró-corós, os pintassilvas. Seu vocabulário era de aprendiz de voar com asas e fantasias e saudades.
Mais lentamente tudo calmo o espaço oxigenado nenhum rádio sem vozes sem satélites nem gritos de carnaval, respiro fundo, quando voar quero pousar pautar ali em baixo pausar pisar descer naquela árvore dedaleira-preta.
         Quando tem chuva vento me sinto navegando no ar quando tem qualquer coisa a estrutura da torre campainha vacila e murmura, crrrrê! crrrrê!... e balança e brincos e pendentes e depende como agora.  
         Os fogos de artifícios procuram aqui o topo da antena e explodem na minha cabeça, tom! tom! tom!... E vai ser assim mesmo a noite toda por toda a madrugada. É fim de ano é campeão do campeonato é casamento na Matriz é eleição do prefeito é inauguração das novas luzes na praça da Bandeira é festa de São João Batista um dos padroeiros.
         O céu é todo azul todo meu o dia todo branco e lá embaixo corre como fio barbante jogado um rio de nome Retiro.
         É como eu digo.
         Então, voo irei subirei até o sol... e quando o sol me eclipsar... se preparem pois vou vir descer com tudo e bem representada em mim mesma veloz como veloz sem sombra as asas em forma de cruz como uma flecha.
         Daqui nem vejo mas prevejo, nem consigo visualizar mas a curiosidade me antecipa, mapeia, turistando por aí, os diferentes lugares e as saudades dos lugares que gostaria muito e quem sabe um dia, Estrela, Santa Maria, Guaporé, Erechim, Cotiporã, Áurea, Três Arroios, Anápolis, Casa Nova.
         O tempo me fala confessa o tempo e o vento se viraram contra o feiticeiro.
Quantos papagaios-verdadeiros eu calculo e de voz esganiçada sobrevoam neste exato.
         A torre cincerro e a moça tinham duas janelas, uma do nascente e outra do poente. Dois metros e dez de ponta a ponta das asas abertas asas abertas se preocupando em voar. Olhava para o mundo agnóstico, lá em baixo. Admirada com a chuva, alerta com o dia claro e azul e barulhento. E assim presenciava assistia acompanhava num amplo raio em volta. Passarinhos buscavam curiosos suas janelas pela manhã pela tardezinha, coleiro-do-brejo, birro, tucão, galo-de-campina, sebinho, sanã-ocelada, alcaide.
         Volto a falar com o Silêncio. Falo com D ou comigo. Eu falo e Ele não responde e Ele não diz nada.
Agora aqui assim o vento desperta por que meus cabelos minhas penas.
 Na esquina aí em triângulo das ruas Itália e Uruguai, meu avô foi bodegueiro, meu tio mercadinho meus primos com minhas primas mercado supermercado mercadão atacadão.
Cabelos abundantes sacudidos para o alto ou em xaxim. Um pacote de erva. O pacotão com embrulho de papel marrom amarrado com barbante. Sempre começaram a jogar atiravam na sala através da janela com certeza um mensageiro positivo estafeta. A moça ideias tropeçavam no põe dispõe predispõe. E ávida agarrava a encomenda o presente com as duas garras retráteis de rapina. Atarefada rápida excitada nervosa correria batia o bico adunco te-te-que!... o coração, dun-dun-dun!... Paredes tatuadas, decoradas, via se mexendo, caducando, alucinada, dopada, palmeira-piaçaba enrolada em sucuri de língua comprida, tuco-tuco farejando cauteloso o ar durante a trilha pedalando triciclo pela cana-brava, praça Sete de Setembro em Belzonte, saíra-de-chapéu-preto gorjeando riu-riu-riu-riii!... gesticulando erguendo os braços as asas olhos redondos, grupo da tribo cricati passeando no shopping comprando celular camisa da seleção calça legue boné do colorado, colibri-rubi enticando com flor amarela de veludinha, museu Nina Rodrigues abrindo as portas de par em par também domingos e feriados, macaco-prego-do-peito-amarelo sempre cricrocracrejando craaaá!... pelo alto galhos ramos folhas verdes da caixeta-amarela... Olhava os pés as unhas em curva as canelas emplumadas como se fossem restos distantes de outro ser ave mitológica. Ria um riso fácil mecânico. Largada na rede largada. Toda derramada em ma-ravilhas. Uma serenidade liberdade fraternidade honestidade. Uma preguiça esquecida. Nuvem azul de cheiro de capim seco. O corpo o seu corpo parecia outro corpo. Ria sorria sorriso de ícone guerreira índia. Voo alto no céu limpo área de pouso Campo Formoso rio atrás de morros Morro do Chapéu a gavioa Sento Sé gavionando.
Estava inchada de aérea quanta tolerância quando acordei. Vim para este posto da minha janela. Acordei levantei caminhei as garras afiadas até aqui na porta da janela, e olho a cidade lá embaixo o Centro um ônibus saindo da rodoviária suponho para a RS-324 rumo de Nova Bassano.
         Outro dia subiu até aqui em cima um macaco até aqui em riba e ele me viu e me disse e me chiou macaqueando careteando:
         - Eu sou uma vespa-de-rodeio!
         Pois respondi corrigindo vontade de tomar um suco de abacaxi bem gelado, disse:
         - Não, cara! Você é um macaco-de-bando. Conclusão.
         - Quê?! Nada a vê, meu!
         E a sorte era assim, os dias lentos, passados em meio aos sonhos das janelas dos voos que viriam caso viessem. Não tinha como exercitar outra coisa. Mergulhava para dentro de si piloto automático na invenção na criação particular e águas limpas. Voava para o próprio interior livre verde brilhante como o natural de um vale depois da chuva.
         A politeísta torre monumental oscila e eu já devia ter me acostumado.
         Tenho quase certeza convicção, que os caingangue nem queimar nem tocar fogo nem fazer fogueira incendiar derreter a torre sirene, então.
         Olho sempre para aquele lado de onde vem o sul. É de lá que vem o vento o mais frio vem a chuva plumagem impermeável as nuvens carregadas o vendaval. Daquela região, e sempre vem ser assim.
         Aqui em cima é legal e se vê bem como são toco com a ponta dos dedos das asas onde estão para onde vão estas tais nuvens esgarçadas.
         Ia buscar o sol ia buscar a lua ia buscar uma ou duas estrelas as cadentes as guias as vermelhas amarelas azuis brancas. Como D como deusa, projetava criava e assumia. Banzava mentia e caminhava de uma entre uma para uma janela e outra.
         O dia que vou voar vocês vão ver, uh-vuuu!...
         Até que nem sou contra a matemática os triângulos a aritmética a geometria a álgebra e relembro e recomendo “O Homem Que Calculava”.
         Pesquiso a tarde acalorada mormacenta sufocante bico aberto no espaço tudo se transparecendo tudo impalpável. Vejo de hora para outra as nuvens rolantes grossas uivantes tempestade tormenta nuvens estrondos parará-ti-bum!... chicotes queimados a construção sobrenadando mastro de barco sem as velas cata-vento barbatana de avião ou tubarão e à deriva acima das nuvens.
         Quanto quanto gosto de viajar, quilômetros, pulando de lugar para lugar, no voo, no velejar das asas, planando as correntes dos ventos quentes e se possível... Ipuã, Vila Flores, Passo Fundo, Portão, Rio Grande, Tapiraí, Bagé, Barretos.
         E D me manda o que tiver o que vem por aí o que achar melhor o que um dia passa a existir o que Ele quer, o sol a lua as estrelas os nomes a espaçonave que chega para me olha vai embora para o fim o início da galáxia espiralada.
         Não tem e eu nem tenho mesmo outro jeito.
         Acho engraçada esta politrófica torre de telefone. Muda o vento muda tudo. São as oito ou oitenta bandejas que conto bandejas orelhões escudos parabólicas.
         Daqui de cima as formigas andam atarefadas pegam as caixas de fósforos e vão trabalhar bairro Industrial e voltam do trampo. E eu sou uma gavião-de-penacho, piééé! piééé!...     
         Nem sei mais o que dizer o que ouvir o que fazer o que debater asas, o que foi que eu disse...
         Até que um dia morreu de morrer. Ainda jovem e emplumada e cheia de sonhos e pronta se aprontando para voar e viajar e gavionar. Seu corpo inteiro de comprido esticado se deitou de longo no piso frio da sala da torre de guizos e foi apodrecendo se decompondo. E se deteve séria o desvoo restado o corpo espalhado depenado mergulhado de longo espichado. Depois secou, foi crosta, rachou, crestou, empedrou, virou pó, foi levada pelo vento...
Chegaram e encontraram a notícia uns passarinhos uns tijuzinhos e logo começaram a pipiar a beliscar a saltitar a bicar a esgrafiar a riscar um casal até que enfim fez ninho e três ovinhos sardentos e família e parentes.
         A polifílica torre pintada de vermelho e branco ficou para titia para a igreja mais próxima para os alpinistas de fim de semana e tremendamente funcional multifuncional. Local ideal alto esotérico para ninho de formigas-de-novato e para enxame colmeia de jataís-pretas e para passagem secreta de mão-de-cabelo no seu aspecto fantástico e para as lélias orquídeas florir engraçar colorir sossegadas e para refúgio de morcegos que nas noites, tsê! tsê!... saem à procura à procura e acham e para gavião-puva nidificar ninho ninhal e para bandeira nacional distender auriverde pendão conforme o pé-de-vento com voz tatalante.