domingo, 5 de setembro de 2021

Bolsa de Valores

 

            

 

            D superestrela superestrutura hiper-requintado evoluído de seu olhar de sol e lua olhando um só tempo ao mesmo tempo domingo a um só intervalo muito tempo muito espaço muito empreendimento. D nasceu perene junto bem próximo de todos nós quase irmão e de nós outros os mortais. Colocando a função passado presente futuro, Ele deus nos acuda é mais tolerante é mais aforismo máxima ditado sentença apotegma... Felicitando aparando os dias de hoje com insígnia e selo e marca e timbre e carimbo e cunho e estampa e sinal e... O seu ambiente e enredo mais extenso e anda-corre-voa: aí-igapó, sobrasil, uirapuru-verdadeiro, fruta-de-manteiga, curuiri, canela-branca-do-brejo, narceja, japiim... D do terramarear, conjuga os verbos!

            - Que sim se pode! O 8º dia na cidade de Santa Cruz e o monumento de Santa Rita de Cássia e observação e comentário e reflexão e parecer e ressalva e consideração e declaração e reparo... Amanheceu com garoa oblíqua e então decidi passear e rever os altares pontos turísticos postos de santeiros e nichos espaços lugares segmentos filões...

            - Têm outros tantos mais modos de ser entre nós num mundo como o que temos tido temos sido temos levado temos legado. No mundo igual idêntico ao nosso com a terra o mar o sol e a lua e as estrelas que continuarão por muito tempo bem mais tempo.

            - Como tem de ser, as coisas vão por fora aí ditas sabidas certas coisificadas reificadas como grandes experiências.

            - A obra é o trabalho de alguém. A arte de vir aqui e chegar ao mundo é preceito regra norma lição doutrina divisa lema ordem...

- Pode ser que eu reme rio Piraju acima ou rio Ijuizinho abaixo.

- E à vista de todos os tipos de todas as espécies, o joão-de-barro e a maria-de-barro fazem a casa o ninho e repartem os cômodos os quartos os aposentos seja de barro de madeira de cerâmica de tijolos com mesa e cadeiras despensa geladeira garagem jardim pátio...

- Há os pontos fixos fixados entre o mar e as nuvens entre a terra e o céu e que são estes mais conhecidos reiterados iterados: ditados adágios populares anexins máximas provérbios sentenças morais...

- Me faltam palavras me sobram ilusões para pintar em quadros aquarelas. Tiro muitas fotos do lugar dos pontos de vista e praia de Itaipu em Niterói e memorial Antônio Mariz em Sousa e praça Antônio Carlos em Guarani e pico do Jabre em Matureia e rio Espinharas em Patos e cachoeira da Macumba em Itaipava distrito de Petrópolis...

- Uma vez e outra que vai e vem tudo bem. Olha tudo que encontrei! Dirigindo suave alerta rua avenida Jaburu, asfaltada recentemente. E cheguei à praça Bias Fortes, ancorar e fixar e segurar e assentar e enraizar e prender e... A praça assim ali. Era minha. Parei no meio-fio diagonal e transversal, estacionei, desembarquei. Cheia de árvores e quinas-de-cuiabá, pupunhas-verde-amarelas, braços-de-mono, mucuris... e quiosques de artesanato lembrancinhas comidas rápidas quitutes produtos da horta da granja da roça... Uma cobertura protegia algumas mesinhas para jogo de xadrez dominó cartas... Andei, reconheci e entendi. Sentei, olhei em volta, busquei, rememorei, desfrutei... Meia hora ou pouco mais. Mais uma vez, perfeita!

            D amanhece e anoitece seguidamente temporalmente temporariamente. E hoje D está paciente como uma árvore verde nascida na Amazônia, piçandó e japu-verde e umari-roxo e catulé-babão... Quase sempre fenomenal e seus pontos cardeais impecáveis indeléveis. Ele me distingue entre os outros seres humanos e animais porque eu existo porque eu logo existo. Por quê? Porque só Ele sabe e empreende e compreende. Sempre é com Ele. E os porquês que eu preciso saber. Vamos e venhamos ou convenhamos, D é agricultor fruticultor floricultor hortifrutigranjeiro. Ele ainda me diz e disse e me fará ouvir, dito e feito: “Digo!”

            - Que perfeito! Há tudo um pouco para todos. Há resposta para as perguntas. E tudo é setembro e outubro e novembro... A obra é apreciada por quantos a desfrutam.

            - Sempre me sinto com vontade enorme de viajar a outros lugares relatados relacionados listados. Até porque procuro patrocínio em Itaara e São Sebastião de Lagoa de Roça e Matinhas e Rafael Godeiro e Portalegre e Catas Altas e Bom Jesus do Itabapoana e Astolfo Dutra...

            - Nem só hoje 14 de julho de 2021, e aí sempre que posso sem chuva nem muito sol, vou à feira livre da rua João Caetano dos Santos tocar o meu realejo instrumento mecânico movido á manivela e vender fotos e estampas tiradas na hora.

            - Um dia desses eu estava andando na cidade jovial polianteia de Queluz. A esquina mais famosa presidencial presencial do centro, Afonso Pena com Nilo Peçanha, e politicar e segredar e replicar e protestar e prometer e concluir e acrescentar e propor e atalhar e aconselhar...

            - É certo que o autor do universo é um livro aberto. E criou e documentou os primitivos seres habitantes matrizes: marias-velhinhas, mariposas-espelhos, realejos, bicudos-do-tabuleiro, preguiças-de-coleira, papa-taocas, águias-pescadoras, anujás, cambaxirras, tarapés, saíras-negaças...

            - Peço alma. É só uma vez e pronto! O que penso. Eu mesmo acho que é uma boa ideia. São as 7 maravilhas do RN: serra Barriguda em Alexandria, açude Gargalheiras ou Marechal Dutra em Acari, morro do Careca, forte dos Reis Magos, estádio Frasqueirão ou Maria Lamas Farache, santuário do Lima ou NS dos Impossíveis em Patu e cânion dos Apertados em Currais Novos.   

            D é o mesmo o meu Senhor o D dos deuses e do universo. Eu sei você sabe todos sabemos e confio. D me vê e me percebe e me associa. Para comprovar o quanto é e está, que D nem compra nem vende nem negocia nem empresta nem troca. Universo inteirinho e expandindo. Ele é aéreo e terrestre, embora tenha vindo do mar marinho marinheiro. Às vezes uniforme e universal. Ultimamente D usa barba branca longa e todos os tempos os séculos de hoje amanhã ontem, panegirical e truístico, deão e decano... Às vezes infinito como o mistério. Compreensível e definitivamente, D sonha com as coisas e toda a gente. E desperdiçamos menos água, por favor!

            - A natureza verde florestal as árvores os tons de verde a floresta o canto dos pássaros o corrente rio Quipauá a mata ciliar e pois tudo ajuda a relaxar venerar respeitar estimar considerar...

            - Fui recebido com festa da tapioca em Catolé do Rocha, semana do acarajé em Umarizal, invernada do pinhão em Campos dos Goytacazes, aniversário de São João Nepomuceno, micareta em São Bentinho, romaria por conta e graça de Piraúba...

            - É natural que arborizem a avenida Raul Pompeia e a praça Tomás Coelho de Almeida e o horto Marquês de Itanhaém e o parque José Basílio da Gama com os verdes os jardins as hortas as plantações os verdes de cuscutas, embaúbas-prateadas, facheiros-pretos, ajuruatubiras, cipós-violetas, açucenas-do-campo, jacarandás-paulistas...

            - Isto é fato e de direito! Estava andando pela praia de Perobas voando jabiru sobre a cidade de Catingueira... Tudo tão agradável. Se o vento sopra forte, a temperatura baixa.

            - Vou buscando vamos o céu dos caminhos perene rio Içá, aldeia dos trucá, pátria dos umutina, Belém-PB, bairro Honório Gurgel-RJ, Salinas, Fruta de Leite, Solânea, Joaquim Gomes, Lavrinhas, cachoeira da Umarizeira em Martins...

            - Desafio ou até competição é o imposto pelas palavras com as palavras expressões: facúndia e eloquência e facundidade, remoques e zombarias e caçoadas e debiques...

            - Sensacional e prático! A gente adora as coisas que nos alegram. As festas de fim de ano e início do novo em Algodão de Jandaíra, carnaval e ou blocos de folia de Momo em Quevedos, campeonato de futsal na localidade de São Martinho da Serra, encontro regional gastronômico típico do sertão paraibano em Remígio e Areia, quilômetro-km de arrancada em Messias Targino, passeio de búgui em praia da Ponta Gorda...

            - A rua Artur de Azevedo a estrada BR-020 que passam e o mundo que fica. Imagino que alguns se aproveitam e falam narrativas discursos histórias versos oito-pés-em-quadrão... Estes caminhos estas fábulas percorrem ultrapassam as localidades as intempéries: Santa Bárbara, Cardoso Moreira, Alvinópolis, Santa Maria Madalena, Almino Afonso, Novo Lino...

            - Os homens os animais as plantas continuam com boa vontade pertencentes presentes: gavião-relógio, airatubeiras-dos-índios, carricinhas, oiticicas, piadeiras, copaíbas-jutaís, japués...

            D consolidado e tão solar que comemora comemoramos olhando pro firmamento pro céu. Do tamanho do universo infinito onipresente. D que inventou a roda. Comemoramos com carnavalesco D o carnaval e carnavalizamos. D parabeniza e nós comemoramos. Ele está no meio das coisas e das gentes, homeopatia e alopatia e terapia de grupo gênica ocupacional e pia batismal e fototerapia e proteinoterapia... D faz isso isto aquilo e faria tudo de novo se fosse você, águas correntes do rio Potengi, caatinga, monte Cabuji e pico do Totoró, biologia, geologia do parque Pedra da Boca em Araruna, sítio arqueológico, paleontologia do lajedo de Pai Mateus em Cabaceiras, os peraus de rochas vulcânicas garimpos minas de exploração de minérios e scheelita, geoparque Seridó (Cerro Corá, Lagoa Nova, Currais Novos, Acari, Carnaúba dos Dantas, Parelhas). Ele derruba todos os olvidos obliterações extinções esquecimentos apagamentos eliminações... D é a sombra que sabe que nós somos humanos, tá legal?!

            - Pois pronto! Vou ver amanhã uma quarta-feira a praia do Bessa, rio Jacaré, fortaleza forte fortificação de Santa Catarina em Cabedelo, praça Prefeito Ronaldo Borges, o museu Mariano Procópio, salinas dunas praias mangues rios de Galinhos... E nem somente isto ou aquilo, estarei diante de Silveiras e Dona Inês e Jutaí e Novorizonte e Goianésia do Pará e Caraúbas...

            - Já vou dizer! Igual como te conto. O lugar é quente e as pessoas saem na rua pras ruas e parque das Águas Minerais Salutáris em Paraíba do Sul. E os prédios antigos e novos todos misturados, rua Ponte do Arco em Matias Barbosa. Como surgiram diante de mim.

            - Bons tempos, ah! A noite e o dia pré-moldados nos tempos. O frio o calor o eclipse a constelação Cruzeiro do Sul a Pedra do Nariz... Os costumes as normas as regras os usos as honras os carrancismos os elogios os caprichos...

            - Bons modos me agradam me aguardam. Nem é o céu nem o alto-mar nem o paraíso nem o estádio de futebol nem o museu... O céu é bom o mar é azul ou verde o paraíso é a praia do Poço o estádio é o monumental Tarairiú da rua músico Waldir Calmon o museu é do Barão e Visconde e Conde e Marquês de Três Rios...

            - Eu divido os lugares que visitarei em três: os que revejo os que me recomendam os que surgem pelo caminho ao acaso de repente. Então, alguns lugares aparecem do nada e outros eu consulto. Assim, eu preciso às vezes estudar um idioma ou um dialeto ou um sotaque. Todavia, é bom sempre reservar economicamente o dinheiro com cálculos e planejamentos. Leva tempo emoção interesse curiosidade igual um carro de som no geoparque Araripe: Barbalha e Crato e Juazeiro do Norte e Missão Velha e Nova Olinda e Santana do Cariri.

            - Li reli tresli em algum lugar em visitas aí involuntariamente, que temos tido homenagens ídolos em praças públicas bustos estátuas: Valentim Magalhães, Urbano Duarte de Oliveira, Francisca Júlia da Silva, Domingos José de Magalhães, Pedro Rabelo... E segue o futuro próximo iminente por vir que se aproxima que se avizinha agendado ano entrante.

            - Já passo com meu passo um século e mais alguns anos. Tenho um rio do Soturno pela frente um açude com o parque da Criança em Campina Grande apreciamos a praça da Baleia a praça Garcia com a estátua do Ayrton Senna o espaço aberto praça Vereador Lopes de Oliveira...

            D veio antes do sol da lua e da terra do mar do rio riacho córrego ribeiro arroio regato... O mesmo Senhor criou os habitantes da terra do mar do ar de Antônio Martins e Marizópolis e Coronel Pacheco e Nova Aurora e Tacima... D começou pensando e foi criando compondo interpretando formando calculando de dentro das águas pra fora. Ele parado dentro das ondas do mar ou sobre as nuvens no céu ou pousado nas asas dos pássaros parapentes aviões já abriu os braços e fez a luz as maravilhas os verdes os caminhos as montanhas e tudo mais. Vai com fé! D sonhou realizou com a gente com os animais com as coisas.

            - Comida é conforto. Mais vezes prefiro superior o café que a laranjada ou a limonada. A gastronomia típica bolos tortas cucas biscoitos bolachas de Santo Antônio do Içá, Olho d’Água do Borges, Frutuoso Gomes, Mercês... Comida é pertencimento. Comida é aroma. Os meses juninos de junho e julho e agosto pinhão quentão farofa amendoim cocada em a Serra da Raiz e Bananeiras e Comercinho e Pacajá e Pirpirituba... Comida é boa-nova. Comida é da vovó. Sendo que os festivais de doces e quitutes compotas são os mais ricos em Rubelita, Paiva, Novo Repartimento, Amaturá, Rio Novo... Comida é criatividade. Comida é aniversário. Inventaram doces e geleias marmeladas a partir do xiquexique em Corbélia e Logradouro e Serrinha dos Pintos e Janduís e Jesuítas...

            - E por último e nem menos importante: domicílio civil em Quarto Centenário, domicílio de origem em Belém do Brejo do Cruz, domicílio eleitoral em Ubá, domicílio eletivo em Taipu...

            - Hoje já voltei já fui à praia de Porto de Galinhas e amanhã estarei pronto para o teste especial na faculdade de Letras da UFSC. E realmente passei um dia ótimo e em pé.

            - Eu tenho esta visita. Literalmente da pedra. Desce 176 km o famoso rio grande rio Potengi do sítio Chã da Divisão em Cerro Corá, São Tomé, Barcelona, São Paulo do Potengi, São Pedro, Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Natal. Tem aí um enorme poder. Mesmo nas secas mais caatingas semiáridas de transição e nos meses de poucas e raras chuvas.

            - Pretendo encaixar com ela casar juntar e definir meu dela nosso domicílio lar casa habitação condomínio propriedade carro na garagem... E o céu como referência força nuvens sorte anagrama... Como caminhada matinal a praça Marquês de São João Marcos ou Jardim Velho.

            - Reconheço ideia história cultura religiosidade ruralidade hospitalidade tranquilidade... Ninguém pode desperdiçar oportunidade como essa. É isso, fui passar as férias em companhia dos familiares amigos(as) e ao mesmo tempo: Chiador e Bento Fernandes e Equador e Piau... Que foi nosso programa favorito, uma vez. Fomos e voltamos de carro em caminhos de Comendador Levy Gasparian, Gurjão, Tabuleiro, Junco do Seridó...

            D sempre é agora o rio do Pinho o planeta o vento a tempestade. D é franco honesto lhano sincero afável verdadeiro comunicativo... Ele moeu o pensamento e se transformou em sol para aquecer e iluminar o universo... Ele virou peixe para povoar o mar os rios as lagoas as lagunas os igarapés os pântanos os canais... D é festeiro e imperador e Senhor no geossítio da serra da Rajada, no museu comunitário Jeová Batista de Azevedo, na praça São Januário, no largo Mozart Diógenes em Martins... D já sonhou conosco no fim de semana, modéstia à parte!

            - Há lugares nesta terra que foram os originais e ou ainda são que fundaram, os aicanã os trumai os mariaté os xavante... E cada aniversário, de tempo em tempos, é e será uma nova maravilha com habilidade austeridade bondade talento ponderabilidade e influência pessoal.

            - A minha meta o meu objetivo o meu interesse é bem no alto celeste. Amigos vizinhos parentes na mesa do bar Aiapá na rua Barão da Araruna em o bairro Panhame manhã de segunda-feira sol ensolarado e bebendo água de coco com cubinhos de queijo Minas (já que ninguém é de feriados). O sol e sua capacidade própria única e definitiva. Todos todas as pessoas de costumes acostumados ligados a essa sociedade solidariedade. Assim mesmo então nesse tempo, cada um dizia uma palavra e os sonhos se remendavam se revelavam... Uns solteiros convictos nariz empinado, viçosos e luzidios e louçainhos e garridos e elegantes... Outros casados aposentados, finórios e ladinos e espertalhões e astutos e sagazes... Que o dia precisava um sol de rachar e as pessoas e animais sorriam nas sombras da praça Miguel Couto Filho ou da Árvore Grande e paravam sob as árvores ou marquises ou guarda-sóis. Nesse ponto me interrompi automaticamente e me lembrei me liguei: o homem e a mulher já tinham ido e voltado de Marte pousado colhido materiais tirado fotos autorretratos, etc.

            - Reza a lenda que eu estava na praça Cesário Alvim em a festa de arromba pré-carnaval patrocinada pelo poder público local. E no meio dos meus conhecidos amigos(as) entorno uma mesa cheia de comes e bebes risos e alegrias. Uma hora quando reparo ali no meio do agito rodando pedalando rebolando balançando dançando, minha prima predileta com minha ex-namorada. O voo e o retorno à terra dos físicos foi repentino súbito brusco intempestivo surpreso imprevisto inopinado abrupto inesperado... Depois tenho outras informações que passarei já na sequência em seguida, tá de acordo?!

            - Onde eu moro está no mapa do mundo. Eu mesmo moro em Juazeirinho, rua Ruben Berta, frente à praça Monsenhor Paulo Herôncio. Onde eu nasci sempre contém uma praça. Eu já nasci em Tenório, diante da praça Antônio Joaquim da Costa e hoje restaurada com dinheiro de doações privadas. Onde eu cresci adorei belas namoradas. Eu cresci e me eduquei evoluí em Licínio de Almeida, brincando na praça Aimbiré de Paula Andrade, frequentando aos domingos de tarde as matinês do teatro Celso Peçanha. Primeiro dia de cada mês (todos) se ouvem tiros de canhão de artilharia de base militar desde a praça Peter Birkeland salva de Tiradentes já bem característica particularidade aspecto traço atributo detalhe vertente faceta...

            - Para ser honesto, acredito em D ou sou supersticioso. Acho tantas perguntas! Diariamente tudo tão surreal e surpreendente que nem sei mais o que dizer. Tento ser realista para pensar um pouco. Tento ser econômico e ou minimalista para alcançar dar de comer a minha prole. Já com mais tempo pretendo e vou doar meus pertences ao museu Júnior Marcelino. E sem surpresas.

            - No começo do século passado as pessoas votavam em bibliômanos bibliomaníacos em Eusébio de Queirós em Carlos Magalhães de Azeredo em João Ribeiro de Andrade Fernandes em Visconde de Uruguai... Enquanto as pátrias as terras natais se emancipavam: Anapu, Itupiranga, Santa Cruz de Salinas, Taiobeiras, Pocinhos, Desterro do Melo... E recentemente encontraram em Senador Sá um fóssil de tapejarídeo em perfeito estado de conservação e totalmente pesquisado estudado e exposto ao público no museu de Cabangu. Felizmente temos essas novidades no país das palmeiras!

            D começou cedo impressionante e por acaso porém exato e correto e preciso e acurado e apurado e fiel e meticuloso e certeiro e fidedigno e detalhado... D veio até nós até aqui, sim senhor! Justamente na festa de São João e São Pedro e Santo Antônio por ocasião dos meses de junho e julho. Arraiá na praça Ieda Reis. E agora sempre ajuda com as achas na imensa fogueira que arde em a noite completa. Manhã inaugurada, Ele reinicia administrativo com o sol as nuvens os viventes em geral e sem descartados ou despojados ou descarregados ou jogados ou atirados ou largados ou rejeitados... Mesmo D impossível visível que vi capitaneando os barcos as fábricas os negócios os comércios as políticas entre as nações amigas. D criou a natureza com Ele próprio no meio, mulungus e buris-do-campo e copaiés e pica-paus-barrados e peúvas-roxas e curupés e neguças e irerês e... Ele tem uma fé incrível e protagonismo. D sugere vicissitudes sucessão de mudanças e os homens inventam!

- Posso adivinhar que tudo vai com o tempo. Os séculos são longos e os anos são bons: alvitre, conselho, proposta, sugestão... Posso pescar no ribeirão Chiqueirinho edificar comerciar ensinar legislar consertar defender navegar...

            - Eu exalto as figuras e o que encontro e sempre exaltarei o azul e o sol porque gosto de ir à praia do Farol de São Thomé, à praça Dr. Júlio Guilhon, ao espaço social Antônio Camilo de Lima... E tanto faz que muito bem mereço o céu eficaz seguro válido ativo infalível convincente persuasivo... Já nem vejo diferenças entre céu mar e rio Punaú e rio Paciência e córrego Carandazinho... O que deriva da cachoeira dos Carijó. O fluxo de pessoas e bichos domésticos na área de lazer Cândido Moreira da Silva. Espaço urbano ajardinado público comunitário Barão de Ayuruoca ou do Fórum.

            - Ora, eu pretendo passear!... Vou passear tranquilamente e de óculos escuros... Passeio passando pela avenida Curugu e sem lá muito sei lá muito razoável. Mas observo os restaurantes os condomínios as fábricas as lojas os bancos as escolas... e verifico e reflito enquanto amanhece de vez. Imagino acontecimentos espetáculos galas evoluções eventos celebrações aniversários comemorações diversões... A clareza do dia a harmonia da brisa dos ventos marinhos a ênfase da sorte... Os domínios as preocupações os duelos os combates entre a eficácia e a eficiência - estas senhoras que lutam (que lutem!).

            - Navego alguém quem e os dias como embarcado na semana. A semana santa tal e qual que me deixa livremente interpelar apartar apelar falar protestar votar...

sábado, 14 de agosto de 2021

Sinto Muito Dizer Assim

 

           

 

            - Minha cidade tem entretenimentos eventos culturais noturnos como restaurantes museus bailes à fantasia politeamas casamentos festas micaretas campeonatos de futsal e vôlei...

            - E de todas as maneiras doutrinas ideologias e vezos rotinas costumes vícios hábitos...

            - Comida afetiva culinária gastronomia, pão de queijo, quindim, acarajé, pinhão na chapa de fogão a lenha, queijo com goiabada cascão, tapioca, pastel de queijo com garapa, sorvete de açaí...

            - Se se pode dizer assim!...

            - Na medida do possível e tudo que existe é perfeito: debiques, epigramáticos, espórtulas, fraldas de camisa, equinócio do outono, alcácer ou alcazar...

            Um dia um ser humano guedelhudo astrônomo foi condenado e fugiu, fuão e fulano-dos-grudes. Foi descoberto na floresta e caçado flechado. O ser humano graduado soldado morreu crivado de setas. Depois de vinte dias ausente mudo incomunicável desaparecido, foi aparecer apareceu como porco-espinho.

            - D me empolga! D é amigo de todos os tempos e de todos nós!

            - Sou desconhecido de D. Ele me percebe? Eu me pergunto.

            - Ouço perguntas e respostas, profícuas e lucrativas e úteis e proficientes...

            - Então respondo como rústico tanoeiro fabricante de tonéis e barris e pipas...

            - Eu mesmo me respondo e tresdobro em poemas odes contos e recontos...

            - Com outras perguntas. Então, por que as estrelas? Por que o zodíaco?

            - Cidades que apareceram sensacionalmente neste último ciclo, Princesa, São José de Princesa, Guaraciaba, Flores, Manaíra, São José da Laje, São Luís do Quitunde...

            O ser humano definitivo meirinho viu que era ele assim mesmo e percebeu que era por si mesmo. O ser humano doutrineiro professor viu que tinha voz e falou consigo mesmo:

            - Que ardil é este?

            - São ardis comigo para mim mesmo ensimesmado. E muito mais.

            - Eu parti pro mundo sem porteira sem fronteira a partir de Itinga do Maranhão, estudei em Malhada dos Bois, nasci em a nação timbira, eu cresci em São Francisco do Brejão, casei em Graccho Cardoso, peleei em o país dos sapará...

            Depois o ser humano clandestino pretor desceu o rio Vermelho. Elementos naturezas e coisas que enaltecem a caminhada colaboraram combinação de sons agradáveis, três-potes, dançadores-laranja, patativas-choronas, surucuás, teréu-teréus, corujões-orelhudos, balança-rabos-de-máscara, sanhaçuíras... e demais aves belas elegantes eufônicas sonoras agitadas, etc. Ainda navegando rios e mares velejando e combinou olhar olhou o céu e pediu, indagou, falou consigo solilóquio, único barão e visconde com grandeza de São Lourenço, disse:

            - Velho! Quem viajará a todos os Estados? As plantas os tabuleiros as várzeas os pântanos, a montanha Cabeça de Peixe, o parque Euclides Dourado, a biblioteca poeta Carlos Dias Fernandes, a aldeia dos autóctones pucobié-gavião, a praia da Barra de Camaragibe...

            - Eu já quero ver as corobas-de-flor-verde, paracuubas-brancas, cajazeiras, ruivinhas-do-campo, meruquiás, caixetas, bromélias-imperiais, inhaíbas...

            - Então me confirmo reafirmo firmo embaixo: todos vencerão no fim e ao cabo.

            - Justamente me pergunto primeiro. Tenho aeroportos em todas as cidades e portos fluviais e marítimos e navegação de cabotagem...

            - Vamos sempre um pouco mais longe e para nem dizer bem longe longínquo, mistério e sonho e fantasia e invenção e ficção...

            - Tenho porque tenho visto muitos animais mamíferos cetáceos carregando andando na pista na faixa da via principal, baleias-francas, baleias-pintadas, baleias-pilotos...

            - E eu moro na rua Antônio Castro Lopes com a Prudente de Morais do bairro Galheta...

            - O meu assombro vem de que eu tenho 7 dias por semana, e 8 em outros casos.

            - Há coisas agradáveis e divertidas que sonho em ver novidades ritmos rápidos, frevo-ventania e frevo-coqueiro e frevo-de-rua e frevo-canção e frevo-abafo...

            - Por D e por hoje plantei algumas mudas mudinhas tenras, helicônias, são-fidélis, goiabões, cajuçaras, ipês-pardos, palmitos-amargosos...

            - À direita à oriental à uma hora à toa à esquerda o ínfimo e pequeno em suas dimensões volumes quantidades intensidades importâncias... E à procura dos princípios exórdios preâmbulos prólogos proêmios...

            Mais que nunca e sempre, o ser humano trivial futebolista viu reconheceu ouviu e comprovou. E já eram seis e meia da manhã. Panorama rico nem dá pra olhar tudo de uma vez e patos-crioulos, capebas-do-mato, anambés-pretos, leobas ou paquetes, balatas-rosadas, formigas-de-imbaúva, quinas-vermelhas, macucus-do-rio-negro... Talvez a perfeição esteja aí aqui ali acolá, numerosos(as) e mesclados e rumorosas: guiratingas, urus, saíras-amarelas, rendeiras, tibiras... O ser humano líder matemático em plena desenvoltura pessoal individual, afirmativo e autoritário e dogmático e definitivo e afrontoso...

            - Por que o dia 8 de maio é mais extenso que outros números, hum?! Nem me resta outra coisa mais que perguntar. Há os dias que valem por 3 ou 4.

            - E os dias mais lentos que outros dias, preterir e omitir e desprezar e desqualificar...

            - Por que nem os dias mais claros ou mais nublados.

            - E os vazios estreitos curtos... E as risotas e os risos risadas gargalhadas gracejos gaitadas casquinadas cascalhadas...

            - Quando nem o cérebro mapeado frenologia por partes repartidas.

            - Logo me aparece o domingo. Ou o feriado prolongado feriadão.

            - Logo quando mais espero viajar as milhas para Poço das Trincheiras e Canapi e Maravilha e Barra de São Miguel e São Miguel dos Campos...

            - Estas notícias que são novas renovam vieram lá de fora ou mesmo de longe e em boa hora correm percorrem o mundo conhecido, tavolagem e tabulagem e tabuleiro, alguazil e aguazil, sota e subalterno e subordinado...

            - Eu junto exceções que fogem da regra da norma, infiro, concluo, deduzo...

            - Nem entendo, mas declaro a profissão de fé.

            - Nem me entenderás, patrício! E por antonomásia: Bruxo!

            - E a idade das coisas recolhidas, museu Francisco M. de Sousa Aguiar.

            - São os 30, 40, 50 anos dourados ou décadas passadas e que nem voltam mais: jogo de bola torneio de várzea no distrito de Pelouro, festa de padroeiro foguetório desde cedo acordando os moradores do bairro São Cristóvão, cinema matinê de domingo às 15h:30min com cartucho de amendoins e pacotinho de pipocas...

            - Perto ou longe vai o acaso a casualidade...

            - Nem somente isso, mas o prêmio. A medalha de D na olimpíada.

            - Se se pode dizer assim!...

            - Veja aqui, veja esta, vê isto e aquilo!

            - É uma biblioteca em honra à poetisa Júlia Cortines.

            - Eu sei que é uma biblioteca, por favor!

            - Para quando se está com fome ou sede.

            - Estou com sede, é.

- Nunca seremos de nada ou de todo.

- Venham até aqui perto todos os animais as aves os animados que por mim D diversificou, saguipiranga e tiê-de-topete e tiriba-de-testa-vermelha e sapo-pulga e muriqui-do-sul e gato-do-mato-pequeno e iguana...

- Admirável! Admire e serás contemplado com a lembrança dos outros.

- Se concentre bem e compare e calcule a eloquência destas capitosas palavras sinais e daqui pra lá, palmear e palmilhar, encômios e elogios e panegíricos e gabos, bandeiras e pendões e estandartes e lábaros...

- Boa tarde!

- Já estão sempre descobrindo novos e caros planetas bem assim mesmo como novas lentes de contato de aumento: toropixi, saíra-lagarta, guirapereá, capoeira, sanhaçu-de-encontro-amarelo, inhacurutu, cabeçudo, limpa-folha-de-testa-baia...

            Até hoje o ser humano esportista orador sabe o porquê de tanto capricho. A excelência dos povos dos continentes dos rios dos oceanos. Certas peças continuam imortalizando os diferentes tempos. Do passado para cá os seres humanos misteriosos inquietos mais engrandecem aumentando as contribuições sociais civis e militares, Aquidabã, Três Marias, Cedro de São João, Ibirubá, nação caiouá, praça Magalhães de Azeredo, avenida Antônio Paulino Limpo de Abreu... O voto de cada ser humano eleitor reitor predomina na questão: propor, votar, discutir, atacar, defender, pasmar...

            - Quando era adolescente eu queria ser embaixador do meu país, embaixador e sua embaixatriz, cônsul-geral com consulesa, funcionário adjunto, empresário representante de multinacional, trabalhador contratado, imigrante de dupla nacionalidade, político internacional...

            - Que caminho! Eu sigo por esta estrada. E penso ir mais longe e melhor. Irei tão longe, acredito, que me transformarei em aventureiro mochileiro. Fazendo turismo de excursão: Quipapá, Canhotinho, Rio Bonito, Panelas, Joaquim Gomes, Ibateguara, Saldanha Marinho...

            - Com que roupa eu vou, sapatos, botas, tênis, chinelas de dedo, pé no chão...

            - Isto acontece muito, contar, comparar, retificar, excluir, incluir, concluir...

            - As matérias os materiais as capitais os capítulos nem são iguais. Medidas para superfícies agrárias 1 hectare ou 1 campo de futebol ou 10.000m² ou 100 ares ou 1 hectômetro quadrado.

            - É o que me parece: quem quer que é que me viu na praça José Veríssimo arborizando ipês-amarelos em setembro. E os outros dias dos meses, papos-de-peru-miúdo, juruvas, tapaciribas-brancas, aiapanas, tacacazeiro-da-várzea, caingais...

            - Já é alguma coisa pra hoje.

            - Conversas cautelosas atentas balelas acrônimos paráfrases remoques caçoadas zombarias...

            - E também fora dos padrões do grande público, patusco, onomástico, broquel, libação, automedonte, autocrata, autodidata...

            - Que restaurante recomendo. Comidas típicas ou comidas indígenas. Que eu recomendo, recomendo. Mormente em o equinócio de primavera a cachoeira das Andorinhas a lagoa do Roteiro o rio Olho D’Água a praia do Marceneiro a ilha do Mantimento...

            - Sempre com fome e faminto e famélico, esfomeado.

            - Com sono, se estou muito cansado de andar por aí: mestre-sala ou mestre de cerimônias, mestre-escola, mestre-cuca, mestre de obras...

            - São conhecidos e reconhecidos infinitamente estes temas assuntos dilemas etiquetas...

            Um dia 1 ser humano extrovertido agrimensor ensinou os seus amigos(as) a nadar como os peixes do rio do mar. Se destacou se realçou imponente iminente dos simples mortais aduaneiros em renome fama paz e glória. Por isso e imediatamente o ser humano destemido médico foi condenado a rastejar no barro igual o jacaré-açu.

            - Onde ando que nem me lembro da rua Araripe Júnior e centro de eventos Manuel Ferreira de Araújo Guimarães e gruta de São Miguel e praia do Pouso da Cajaíba...

            - Se se pode dizer assim!...

            - As formalidades inocentes de uma viagem subjetiva, aliás e além disso e ademais e do mesmo modo... Depois ou durante o céu claro e o vento ameno mesmo minuano, aliás e além do mais e inclusive... As vozes dos sonhos identificavam, aliás e de mais a mais e ainda por cima...

            - O aborígene autóctone que tem coragem. A taba aldeia dos miriti-tapuia, igarités e igaruçus e igaras, igariteiros e igaruanas...

            - E nem sei o que imagino e o que nem sei onde começa ou termina o infinito. Já o que apurei em apuros nem se pode negar os méritos os proveitos os luxos...

            - As estrelas semanais e reformadas, sempre com elas, fulguram de sobreaviso no caderno de D: abundantes, fartas, copiosas, lautas, opíparas, bastantes, profusas...

            - Do meu livro “Vira e Mexe”, tomo VI, capítulo 3º, digo e repito o nome dos lugares próprios: a baía dos Porcos e ilhotas gêmeas Dois Irmãos, a praia do Gravatá em São José da Coroa Grande, a lagoa do Junco nos Lençóis Maranhenses, as ilhas da Cutia e do Algodão naturais de Parati, o rio Caí (um super-rio deitado) banha São Sebastião do Caí...

            - E temos lua! A lua sincera favorita original usa colar de miçangas pérolas opalas para dançar o carnaval de rua, Canhoba, São Gonçalo do Abaeté, Imperatriz, Cidelândia, Matriz de Camaragibe, Itaboraí, cachoeira Boca da Onça, avenida poeta Lúcio de Mendonça... E outros trajes menores mínimos hoje em moda, formas de governo ou sistemas ou regimes democrático representativo republicano federativo parlamentarista...

            - Umas montanhas aparecem uma serra das Araras ressalta um rio Amandaú pereniza uma lagoa Rodrigo de Freitas recreia uma praia do Dentista isola um mês de outubro um ano 1859 um Caminho do Imperador Dom Pedro II organiza, Piaçabuçu, Penedo, Igreja Nova, Porto Real do Colégio, São Brás, Traipu, Belo Monte, Pão de Açúcar, Piranhas, Olho d’Água do Casado, Delmiro Gouveia, Água Branca.

            - As coisas deste mundo, palestras e discursos e dissertações.

            - Comecinho das causas e continua e foram outras, cestas e gamelas e barricas e vasilhas...

            - Subindo a ladeira da rua João Francisco Lisboa em uma terça-feira anoitecendo depois do trabalho à tardinha e empurrando a bicicleta... Fui andando e agradecendo, urucai!... urucai!...

            - Um dia ainda vou programar o meu próprio sol a minha lua a minha rua Zalina Rolim a minha própria lenda de calabaça e pãi-taviterã e capom e juruna e coroado...

            - É necessário vê-los à distância o inextrincável o complexo o obscuro a controvérsia...

            Um dia um ser humano viageiro piloto, e foi em agosto de 2012, que olhou pro céu e viu as estrelas novas em folha e tentou capturá-las. Levantou voo logo às 4h e 30min. E subiu no ar assim como foi embora. Passou perto do azul uma semana. Repassou infinitos e absolutos universos. Treinou dispendiosamente e caro muitas aventuras e sucessos. O ser humano prócer astronauta virou planeta girando na galáxia e rodopiou cabriolou girou piruetou...

            - Entendo a lei renovada que se renova e se modifica toda sexta-feira sextou, safada e apagada e gasta e desbotada e ruça e pardacenta e encanecida...

            - O rio Benevente que conheço desanda corre longo e resultado e repentinamente até junto do mar na laguna de Araruama, esta massa de água hipersalina. Aterrissa na praia Ponta da Gamela.

            - Por exemplo, recato e melindre e pudor e escrúpulo e suscetibilidade e polidez...

            - Justamente que o caso nem é novo e simulado camuflado.

            - Se se pode dizer assim!...

            - Vá buscar colher remédios naturais das plantas nativas propriedades de aqui mesmo locais, carrapeta-verdadeira e caraná-branca e jarandéua e amarílis e limão-do-mato e jaramacaru...

 

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Se a Reconheço

 

           

 

            - Pretendo quero deixar o hábito o legado o patrimônio da natureza, flores-da-esperança.

            - Quando planto eu mesmo uma árvore, jacarandás-de-flor-amarela, tenho o dia ganho. Mais ou menos distintas raras importantes majestosas(os).

            - E atrai curiosos(as).

            - Um caminho corredor decorado atrativo.

            - Há de haver uma emoção que explique o surgimento o nascimento das plantas.

            - E a solução espetáculo quanto mais bosques melhor.

            Até hoje em dia eu mesmo compreendo o sol a lua a terra o mar o fogo a água partindo de um certo tempo e certo modo e certo ponto de vista, oi! Porém o sol ilumina pelo mesmo modo por que se iluminam as noites de luar de lua, ou quase quase! Manhã madrugada povoada namorados conúbios casamentos matrimônios e dividida em partes zonas rincões territórios e avesinhas abre asas, pariris, tchintchorrintchos, sabiás-gongás, caturritas, fim-fins, arapapás, casacas-de-couro-amarelo, marias-faceiras, bacuraus-tesouras, tururins...

            Dessa maneira que vai a moda, se se bem renovar diariamente. De um certo lugar no céu púlpito tribuna, nasce o sol nascem as estrelas nasce tudo nascem aforismos ditados sentenças máximas apotegmas... Num lugar do céu e de certa elevação desenvolvida bem sucedida. E já nem é possível ir mais longe ou além ou aquém. Depois das nuvens esgarçadas e abaixo da astronomia astrologia. Tutorial programa que fornece instruções de um todo tutoria amparo apoio defesa tutela.

            A menina Clavija (já vacinada com segunda dose contra a covid-19) estava aérea e ao mesmo tempo sentada na carteira olhando pela abertura ampla da janela estação do verão. É preciso uma escola e primária para criar um passado com futuro o porvir. A figura excepcional dela no espelho exponencial do dia inspira qualquer um. Sublime encanto arte fantasia que lhe pertencem. E seus cabelos são os mais sedosos do século. Sem perder a memória a justiça deste mundo. O futuro é uma questão de estudos primários e ler escrever contar. Ter sentido e orientação, nem ter direção. Lugar e hora onde ninguém esquece os seus primeiros passos e sempre ali quer voltar voltar, e cabelos e olhos e sorrisos e pensamentos ao vento.

No gramado e quintal da EEEFM Afonso Schmidt, um jardineiro profissional que aparava a grama e com seu cortador motor de hélice e sonoro parecia e estava mais feliz. A menina pensou que cortar grama era melhor e mais bonito que quaisquer outras profissões ofícios carreiras modalidades esportivas ou recreativas. Melhor que estudar pra médica e dentista ou psicóloga e advogada, que a mãe quer e deseja recomenda. Por quê? Sim, o aparador de grama era livre, trabalha ao ar livre, um dia em cada jardim ou gramado, e se chover pode ficar muito bem em casa dormindo. A princesa abriu o bico como sonha fazer e proferiu:

            “Profe!... Quero escrever uma redação sobre a liberdade, sobre tudo que é livre ao ar livre igual a passarinhos e alados e voadores sobrevoantes esvoaçantes avoamentos avoantes em geral.”

            Um costume de podar as plantas, cordões-de-são-francisco, moldenhaueras, trevos-de-quatro-folhas, mocajás, cardos-melões, lava-pratos, capitães-do-mato, feijõezinhos-bravos... Se cultivam muitas flores hortaliças os legumes as ervas medicinais as plantinhas ornamentais os pequenos campinhos de futebol sete jardins botânicos jardins de infância jardins olímpicos jardins suspensos... Um conjunto congresso companhia o trouxe-mouxe de biodiversidade bioconsciência bioclima biociclo bioatividade... Há o que se quer e as coisas desse tipo relacionadas e tudo a ver, preás, moças-brancas, guirás, carrapichos-miúdos, jaritatacas, marianinhas, truirapevas, mocós...

            Hoje de manhã agora ao ar livre, querendo ou nem e ao que parece, a praça Monsenhor Fabrício está agradável bonita arborizada multipovoada ondulada de gente carros trânsito bufarinheiros pecúnias faluas curabis descantes cuviaras longas-metragens solecismos empulhas curacas adágios anexins ditados provérbios charadas... Notícias gerais de Ipuiuna, Senador José Bento, Borda da Mata, Congonhal, Wanderlândia, ilha do Viana, tribo nação dos issé e mais toda aquela área pagos região de arrendatários habitantes locatários alugatários...

            - Cocidadãos concidadãs!... Por educação e princípio, o vegetarismo é legal.

            - Fechar todos os desertos intratáveis obscuros e sem verde... com verdes.

            - Quando no começo do início, as plantas adotaram os devidos lugares principais. Pois nossas plantas são comuns nativas autóctones endêmicas. Hoje já nem é assim, os lugares que se adaptem às novas plantinhas que oriundas estrangeiras vêm do cerrado da caatinga do pantanal...

            - Globalização e outros indícios modernos internet telefonia móvel, sobreiros, buçuís, falsos-paratudos, enxadas-verdes, embiruçus, xixás ou farinhas-secas, salgueiros-do-mato...

            - Necessitam elas verdinhas tenras de carta de apresentação passaporte atestado de vacinação e boa conduta. A imigração é também um fenômeno dos novos tempos paisagísticos.

            - Podemos e devemos porém abrir uma exceção excetuar e plantar, tucum-mirim, salta-martinho, aningaúba, louro-de-mato-grosso, fel-da-terra, alfazema-brava... Você com os alunos desta instituição vão produzir plantar umas hortaliças uns outros legumes hortifrutigranjeiros. Inclusive que eles alunos(as) possam plantar colher e se servir à mesa.

            - Pelo menos uns seis ou sete indefectíveis que eu recomendo consumo e aprovo pois são ótimos nutritivos para o desenvolvimento da razão do tirocínio da lógica.

            - Quem são eles os tais e quais? Frutos de todas as cores, se recomenda.

            - Conhecidos e convivem no meio de nós do nosso normal dia a dia e fazem parte, lograr, mentir, embair, iludir, seduzir, tapear, zombar, mofar, cacofoniar ou cacofonizar...

            - Um bom jardineiro sempre está aí para suas plantinhas vitaminadas saudáveis...

            - E elas preferem sol e chuva, frio e calor, dia e noite, vento e brisa, insetos e beija-flores...

            - Qual a sua estação favorita colírio dos olhos, pergunta!

            - Praticamente eu abraço todas. Meu interesse são todas sem distinguir a cor o cabelo a classe a religião o partido a agremiação a linhagem...

            - Precisamos usar produtos nem poluentes e que sejam também biodegradáveis.

            - Cada vez mais as pessoas preferem consumir produtos da lavoura orgânica.

            - Boa vegetação para longo descansado quente e claro verão.

            - Em seguida.

            Ela começou a escrever sobre o jardineiro padrão oficial clássico modelo, então. Que o cara poderia ter sido um grande jogador de futebol se tivesse treinado mais acreditado mais tivesse tido oportunidade num grande clube da capital do Estado. Que nem frequentava baladas nem fumava seja lá o que for nem cheirava e nem bebia álcool destilado. Somente socialmente uma cervejinha porque ninguém é de ferro. Que aos domingos assistia pela tevê o seu time jogar ou ia ao shopping mais os amigos(as) comer pipocas acarajés pizzas doces sorvetes tapiocas salada de frutas... Tinha colegas e todos ótimos gente boa onda. Depois e mais tarde num certo janeiro o jardineiro, especialista em plantas ornamentais do pampa gaúcho, se apaixonou por uma guria que ele viu no pátio do colégio. Que lhe pareceu a menina mais cunhantã do mundo. Mas a garota nem sabia e nem ficou sabendo tão cedo. Assim o jardineiro gramador, aparador de grama-de-jardim, sempre quis cortar gramar o capim-grama daquele colégio e até de grátis.

            Por trás das nuvens lisas altas ou baixas escritas descritas no ar, mistérios de pureza limpidez clareza e puridade, os jardins públicos e jardins de verão e jardins zoológicos e Jardim de Angicos e Belmonte e João Câmara e Itaqui e Ubá e Canavieiras e praia da Barra do Albino e ilha de Comandatuba e lagoa do Rocha e rio Patipe e praça Saldanha Marinho e guaratiba ou ajuntamento de guarás-pitangas... E difusão confusão abstenção de aves do paraíso da mata atlântica profissionais cantarinas cantatrizes cantoras interpretes, trinta-réis-pequenos, trinta-réis-grandes, talha-mares, acuranas, encontros, casacas-de-couro-da-lama, arirambas-de-cauda-ruiva... O primeiro rio que os olhos viam passar andar existir perene contínuo fértil eterno... Nem é tão raro como se possa pensar, uma vez.

            Mais que um jardineiro esturrado pelo sol de dezembro a março, o agregado era um contador de histórias engraçadas um piadista um contador de piadas. Muito piadista e a tal ponto que a pessoa podia ficar dias perto dele que dificilmente ouviria a mesma piada duas vezes. E contava anedotas e chistes em todos os possíveis ambientes e com diferentes públicos e por distintos temas. O jardineiro empregado servidor agradece o palmejar dos ouvintes e tudo que criou e trocou pelas folhagens que nascem aí, grama-do-pará, catulé-babão, trapoeraba-verdadeira, capim-flecha, trombeteira, avenca-de-espiga...

            Mais ali e sempre por perto, a rua 21 de Abril com o colégio de NS Aparecida a igreja de São Paulo Apóstolo proprietário e senhorio locatário e inquilino e morador. A aventura por que muitas plantas nascem felizes é colocar suas raízes voltadas para o infinito aberto e num dia de céu satisfatório sério limpo exato franco cordial imediato. Sendo muito que a verdade das coisas passa perto de sementes estudadas complexas retas diretas corretas: bimetalismo, cordovão, padixá, canzá, debênture, chapista, carrilhão, exegeta, cantochão, pacu-do-sarã, opa ou sobrepeliz, volapuque, espadilha, rapé... Certas noções de matérias-primas zombarias gestos motejos macacoas pensamentos alocuções consistórios e assembleias estaduais e câmeras municipais e moções e decretos e prebendas ou sinecuras... Nuvens que se mexem que viajam que despejam que nem pisam o chão, taxas, impostos, câmbios, finanças, economias, tarifas, ágios, outorgas, poupanças...

            - A questão da jardinagem está na ordem do dia. Aqui e no mundo.

            - É o bem que faz o ar livre de ruídos, bom de dormir, acordar, legislar, educar e ser educado. Hoje em dia se prioriza a natureza, é. O mesmo que pedir, requerer, instar, discutir, clamar e conclamar.

            - Procuro outros valores e recordo outros tempos e empresto outros lugares, Serra do Ramalho, Araguaína, Babaçulândia, ilha de Santa Cruz, complexo cultural Evaristo da Veiga...

            - Eu também vejo Nova Friburgo, Manoel Viana, Rodeiro, Franco da Rocha, Jundiaí bairro de Anápolis em GO. E eu olho represento escuto penso aguardo sonho idealizo...

            - São ótimas ideias e notícias.

            - São excelentes razões e conclusões.

            - Se custa algo e algo vai se custar.

            - Por que nem trabalhos hercúleos e escolher carregar, hein?!

            - Conversam e dizem e escrevem que as mesmas plantas gostam de carinho música...

            - Que tipo de música e ritmo e harmonia: músicos musicistas e peças de teatro concertos bailes pagodes batucadas paradas militares...

            - Oxalá se crie e se conserve um bosque um arvoredo, bastão-de-velho, quina-de-cuiabá, angélica, pupunha-verde-amarela, diambarana...

            - Uma pequena floresta e o rio Poxim... De manhãzinha envolto em nevoa nevoeiro.

            - Que diferença quando um bosque margeia uma avenida Barata Ribeiro uma praia de Jatiúca e aclimata esfria tempera uma praça Poeta Ascenso Ferreira...

            - Faz nascer um riacho e faz chover faz nascer e evoca a natureza toda completinha. E de águas que vêm e vão com o clima na estação quente. Competitivo.

            - É como no sinal dos bons tempos e todo dia a qualquer hora.

            - Nosso acerto é colaborarmos e copiarmos bem a natureza que está aí e que D criou da própria cachola. Em tipos espécies, classes subclasses, grupos e unidades, séries categorias hierarquias, quilos arrobas toneladas, capoeira e roçado...

            - Andamos certos e em boa companhia.

            - Verdes verdejantes esverdeados buscando o sol e a luz.

            - Boas e corretas licenças com outras verdadeiras naturais.

            - A gente nem se cansa de admirar e se iludir.

            - É um programa que as pessoas nunca esquecem. Já é uma história que venho contando e recontei muitas vezes.

            - Vamos levar em conta os perfumes e aromas melhores que queremos cheirar.

            - Oh, sim, uma realidade!

            - E a hora dias do ano que as flores brilham intensamente. Canteiros formais e informais.

            - É típico!

            E por que um jardineiro o jardineiro de grande e ótimo e genial talento? Já a esta hora da tarde foram plantados os tais e quais chapéus-de-frade, guibás, mororozinhos, pupunhas-marajás, dedaleiras-pretas, paricás-brancos, mucuris, brádeas... A trama está sendo feita no prelo é feita em processo de edição impressão e trâmites para cercar tudo e soltar uma onça-parda das bem brabas. No recreio deixar os alunos(as) se virar. Faz parte do aprendizado em o jardim da infância: quitute comida alimento vianda... Desde cedo original fonte os trambiques inadvertências inépcias adversidades são ótimos para ensinar a se defender. A provocação a causa desencadeia detona explode o conjunto das coisas das políticas. E o rio Passuí caminha por destino incomparável determinado ou indeterminado, Divinésia, Pedra Preta, Jandaíra, Santa Luzia, Pavão, Aceguá, distrito de Honório Bicalho em Nova Lima, praia da Oiticica, ilha de Mocanguê, aldeia dos jarauara... E já na plantação perdurando na safra posteriormente na colheita, há teias de aranhas e balões de abelhas-da-terra e ninhos de passarinhos e reminiscências de murmúrios e versos figuras imagens ou gravuras desenhos. Luz dourada ar transparente comércio do mundo enchendo tudo cigarras canções e danças de anus-brancos, anambés-pretos, cardeais, tiês-pretos, sanhaços-reis...

            Hoje tem mais calor. Mais determinação dos povos. Todos os olhos têm suas pestanas todos os rios, temos visto o rio Itapicuru, os nossos rios com suas matas ciliares transidas de frio. Muito mais longe mais enorme de distante estão os rios os olhos dela. Em todo caso eu juro eu vou traduzo mostro eu lembro eu fantasio destino eu renovo comprovo...

            Já o jardineiro morubixaba foi pedir emprego se apresentar foi recebido pela diretora numa entrevista marcada para a manhã de outubro preparada na secretaria da instituição educativa:

            - Você é daqui da serra Geral e as cidades de Pedras Altas ou Dores do Turvo?

            - Cheguei com estes dias lá de Caiçara do Rio do Vento. Mas antes passei por Cascalho Rico e Astolfo Dutra.

            - Já verifiquei esta última municipalidade. É ali mesmo a linda e maravilhosa praia da Barra Velha? Acredito que sim!

            - Nunca ouvi falar. Talvez mais adiante...

            - Um lugar conforme e muito aprazível, eu diria. Matas nativas com árvores carregadas de grinaldas guirlandas guirnaldas diademas ramalhetes cachos e outras típicas coroas de flores.

            - As pessoas que se acomodam aí nesta localidade têm quimera esperança prêmio gratificação justiça recreio recompensa...

            - Com que então você é jardineiro formado pela escola técnica de Romaria divisa com a saudosa Piraúba, de concreto?

            - Pois ali se formaram gerações de prelados cônegos monsenhores párocos ou vigários de extensas paróquias. E eu mesmo tenho larga carreira com vasto currículo. Faculdade de muito porfiar labutar contender discutir disputar altercar e competir.

            - Quero saber se você gosta principalmente de plantas da Amazônia Legal.

            - Devidamente cuidadas transplantadas são ótimas moradoras inquilinas para jardins e canteiros e estufas, e no sul e no sudeste e no centro oeste...

            - Você compreende e sabe e prevê o período as épocas de poda de cada muda?

            - Tenho comigo que ninguém entende o meu ofício de plantar flores mais do que eu. Eu falo com elas eu as escuto e até brinco conto piadas. É típico!

            - Suponho que você tem lá o teu lado espiritual ou espírita, acertei? Engajado.

            - Sou vegetariano até debaixo d’água. E sem exagerar o brio soberba vaidade jactância altivez ufania ostentação pretensão...

            - E pode trabalhar de segunda a segunda?

            - De segunda a sábado, já que domingo é do Senhor da criação ou o Renovador dos sistemas dos programas dos elementos, centáurea-do-brasil, braço-de-mono, jacitara-de-espinho-grande, cajazeira-de-fruto-grande, rabo-de-lagarto...

            - E vamos pro céu com as belas famosas grinaldas-de-noivas, cacaus-brancos, cachos-de-mosquitos, sorveiras, jerivás...

            - Eu vou pro céu e com certeza absoluta.

            - Assim mesmo que o céu chove e promove e abençoa.

            - Faz o costume o calendário o melhor do verão. Sol que aqui é rei e presidente.

            O jardineiro o cultivador preparou dois canteiros com terra preta previamente adubada. Teve ideia de regar com regador de mão. E seguiu cuidando. De tarde trocou cambiou mudou por si só a incerta temperatura ambiente e quase choveu. Que aconteceu ontem de manhã uma terça-feira? O preparador de paisagens plantador seguiu plantando, e ouvindo:

            - De que mais gosto e aprecio nos vegetais, senhor jardineiro, é a perfeição.

            - Mas tudo depende da aclimatação: dedicação, bondade, generosidade, justiça, louvor, fidelidade, ternura, comprometimento... Tanto das abelhas-mulatas como das aves tuins-santos, patativas-do-sertão, guiraguaçuberabas...

            - Perfeição máxima e maior, superior.

            - E a paz completa universal. Me convenço.

O tempo foi passando e a paixão dele jardineiro somente aumentando aumentando rendendo respeito preito homenagem... Para explicar melhor, o incidental tratador de jardins era tímido escorregadio perspicaz. E ele nem esquecia de olhar a menina como se fosse convencer uma guloseima uma torta uma sobremesa. Até que certa tarde no recreio, de um sol bonito e atômico, a guria correu buscar a bola que escapara lá por perto junto do felizardo hortifrutigranjeiro. Eles se olharam par e dupla e parelha e foi amor à primeira vista. A guria de nome peculiar Clavija que escreve a crônica em nome da melhor amiga e colega menina Pacurina - que existe inventada a partir da narrativa da redação da fabulação da ficção.

            - Encontramos nossas melhores amigas nos lugares mais elementares da terra e do século.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Espaços Abertos

 

       

 

            D está olhando interessado constantemente e com razões e com certezas e com emoções bem de perto bem equilibrado bem paternal bem maternal, uma vez. Por quê? Porque pode.

            Eu estava olhando admirando e admirado, me pegou de surpresa. A menina tão galante - sem o que fazer àquela hora - foi até a linha pista do trem junto aos trilhos, mas ali em cima do barranco, e comodamente se sentou se prontificou. Escorou os cotovelos nos joelhos e as mãos segurando o queixo como uma repousada flor de marmelada-bola e ou mangaba e ou jacarezinho, dia da ioga. Olhava os trilhos de ferro que cruzavam o seu mundo conhecido diário diurnal diurno diuturno. Falavam em nomes d cidades para lá e para cá cardinais sem que conhecesse apenas de ouvir falar bem como ideias ventiladas contos fábulas lendas, Pinhal, Craíbas, Amaral Ferrador, Ibitiúra de Minas, Santa Maria da Vitória, Ataleia... Todo dia era dia de comboio, um cara especial e paquiderme, sentido poente/nascente e vice-versa. No meio da noite ele volta cruzando o clássico escuro escuridão meia-noite fantasma. O mundo era para cá e para lá. O mundo era no meio do mundo. O mundo estendia os braços como quem abraçava o mundo inteiro. Centopeia locomotiva lacraia de 300 metros puxando estranho silogismo mais que um mais de dois mais que 60 vagões e cabines e caçambas e carroças.

            De fato quando eu vendia pipocas na rua Bendengó em frente na praça 15 de Novembro diante do colégio Raquel de Queiroz, tudo ali perto arredores. A garota gazeteou aula, sozinha, cabisbaixa, chutando pedras do caminho, foi rumo dos trilhos do trem. Passando por mim já parecia que desejava ir embora para lá ou para cá e ou mais além, Quatis, Araricá, Delmiro Gouveia, Japonvar, Itabela... Ela esperou aguardou ali sozinha a hora certa do trem maquinário pesado colosso de ferro. O que ela aprendia todo dia e aprendera desde sempre era que o trem nem parava nunca no distrito de Nhandeva, e só somente apenas num caso sério emergencial grave excepcionalmente. Agora já se sabe!

            A garota via o trem passar como na hora precisa marcada. E respirava tranquila. Era sempre e desde sempre como costumava ser e sempre fora. O monstro passava ia e vinha carregado e voltava sempre para buscar mais e mais. Altos fôlegos! Todo dia diziam que era minério de ferro manganês bauxita terra preta bem negra da melhor qualidade ferruginosa. Vinha de derrubar uma montanha quilômetros a oeste e ia para uma tal e qual siderúrgica ao sul no leste a oriente ou no sudeste. Um trem tão acostumado que já sabia o que fazer e em que porto aportar. Deixava no ar um cheiro persistente de óleo queimado um fedor de suor uma grossa nuvem de poeira um rastro de som pesado violento duradouro maduro excruciante. Um gigante adulto forte um animal exótico neutro falante falando grosso atroante. Este mesmo móvel movente rasteiro ao qual me refiro.

            O conjunto ferrugento criou cria na sua rua de rodagem os espaços públicos sempre inovando entrepostos e justificando, São Desidério, Colniza, Marco, São João da Ponte... De onde você é? Entre Rios, Nossa Senhora do Livramento, Coreaú, Ilicínea... Qual a sua nacionalidade? Camacã, Brasnorte, Acopiara, Poço Fundo... Qual o seu endereço atual? Quijingue, São José dos Quatro Marcos, Brejo Santo, Carmópolis de Minas... Carregando mercadorias carregado de incentivos fiscais procuradores-gerais bichos-da-seda paraquedistas mestres-d’armas pós-datas...

            Uma noite eu estava em casa ali no pátio de casa, quando ouvi passos pela rua Ribeiro Couto. Era a tal moça do cabelo alçado e encachado. Se encaminhava mais uma vez, lentamente moderadamente pensativamente nacionalmente, para o lado proximidade dos trilhos férreos. Parecia prestes a cair uma grossa bomba-d’água em o nosso pequeno mundo um interior qualquer do país. Daí a meia hora dito e feito, com direito aos relâmpagos chicotes de fogo riscados na tela do céu... Porém o trem passou como por dentro de um forte trovão fortes trovoadas sopros de vento látegos azorragues de chuva e vento temporal. Talvez mais demônio e feroz e bonito e magnífico que nunca. A moça moderna contemporânea conterrânea, todos os que acaso andavam nas ruas sob a chuva forte de verão, ouviram o trem passar e presenciaram o céu se manifestar. Depois de uma hora e meia a moça, sem guarda-chuva sem guarda-sol sem impermeável sem chapéu sem bata, voltou andando devagar e olhando o chão pisando com delicadeza os paralelepípedos. Ainda parou no pátio para reparar as cascatas dos telhados sob a luz artificial dos postes. Quem sabe sentiu um arrepio imaginando o belo trem enfrentando heroico toda a tempestade toda a água que D mandava que D destinava que D destilava que D liquefazia...

            Beijei Patrícia na boca como merece linda amadora fofa e dengosa. Que delícia! Então, ela me pediu sorrindo que fôssemos prestigiar a passagem do trem noturno. A noite estava prometendo e carregada de estrelas pirilampos vaga-lumes e mais uma brisa suave retocada de mel e pólen vindo das árvores em geral, poconés, angélicas, marinheiros-de-folha-larga, jaranas, cipós-de-imbé, frutas-de-guariba, batãs... Tudo parecia bem como D deixara fazer e acontecer. Ouvimos o barulho da máquina ainda escondida longe no escuro o brabo motor a óleo e apressamos. Páti parou no alto do barranco e feliz e giz e imperatriz. O trem a matilha nos viu e passou assoviando falando alto cantando vantagens contando vagões, sei lá!, mais de 50 cubículos tipo casinhas de cachorro... Aplaudimos de pé, cumprimentamos, abanamos dando tchau! tchau! até logo! até a vista!... O demônio endeusado comboio de aço locomotiva puxando vagões de carga contêineres de rocha minério era nosso parente mais próximo o nosso convidado mais esperado.

            São 8h e eu tenho de ir agora, oi! Recentemente parceiramente brasileiramente, se planejou arquitetou motivou empreendeu plantar replantar árvores, angicos-jacarés, lixeirinhas, abobreiros, tapaciribas-amarelas, lençóis-de-santa-bárbara... e passagens ecológicas túneis verdes, 1 e 2 e 3 e 4... lado a lado dos trilhos, 15 e 16 e 17 e 18... sons caprichados das aves diferentes, cavalo-melado, bico-de-latão, dragão, gaúcho-chocolate, canção-de-anta, araponga-da-amazônia, japacanim, japu-preto, caldo-de-feijão... para que o trem nem seja visto como vilão nesta história comprida, 26 e 27 e 28 e 29... nem seja criticado pela poluição pelo barulho a lengalenga cantilena, 32 e 33 e 34 e 35...

            Acho que Páti mima demais o nosso cachorro. Percebi que o cão é muito adorado e faz o que bem lhe dá na telha na veneta na ideia e etc. Ele o canídeo nem era bom de matemática e com os números arábicos inteiros. Preferia música relaxante e qualquer instrumento musical de cordas. Várias vezes na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Camargo Guarnieri nem foi bem de química e física e quântica e matemática comercial e mercado financeiro e regra de três. Sempre sambava na hora dos testes dos exames e demais vestibulares. Passava o tempo de conversas com os amigos amigas na praça José Molina e pra cima pra baixo da alameda Bela Cintra com a rua Matias Aires e deste modo fazendo moda blusa gola rulê tirando troças motejos larachas chalaças. Disparado disparado o mais visto o mais vira-lata do pedaço. Nada levava a crer que teria uma situação fácil um dono ou dona atenciosa um convite para ser mascote doméstico.

            O trem que passa sozinho e quieto nem é único isolado. E todos que passam ali são muito concentrados cônscios dos seus deveres. O bicho parece um raio catastrófico. Um animal de fauna material manufaturada. Um dia 1 manhã durante meia hora, a máquina colossal estacionou ali e ficou parada parada. Estacionada dormindo esperando acomodada pensativa. Passado o tempo o momento pegou e foi embora, seguiu o seu rumo já traçado, pisando seu trilho normal cotidiano. Acho também que o motor se sentiu estranho estrangeiro migrante ali. Algo ou alguém muito simples, na verdade. Algo mecânico e viciado e domado e policiado. Tem um compromisso com a sociedade. Vi quando anotou algo alguma coisa no seu bloquinho ou agenda. Por onde passa e para onde for diga o destino a que vai, Araioses, Triunfo Potiguar, Três de Maio, Assis... Nem parece ou aparenta ser o mesmo trem multiuso oficial carreirista procurador-geral viravolta pau para toda obra arquimilionário de todas as semanas. Um trem de ferro para a existência...

            Será um trem obrigado? Um bicho obrigado escravo censurado torturado? Nunca parou ali para dizer isso aquilo e nada. Reclamar de nada. Declarar afirmar de nada. Somente foi num dia que deu uma bruta freada causa de uma vaca malhada solta que acabou atropelada que acabou atropelando. Foi sem querer foi obrigado a atropelá-la, coitada!, coitado! Depois desse episódio difícil começou preocupado a apitar mais forte andar mais devagar quando passava pela sede do arraial: fosse de dia ou de noite, carregadíssimo ou vazio, molhado ou seco, apressado ou cômodo. Nem se sabe bem por que o trem resolvera ir por esse caminho, cruzar ali no meio do nosso distrito do nosso bairro da nossa comunidade Nhandeva. Nos obrigamos de certa maneira a conviver com sua passagem diária demoníaca assustando a primavera as árvores os pássaros, juriti-gemedeira, bico-de-brasa, nhapim, xexéu, beija-flor-de-papo-branco, ferro-velho, surucuá-de-cauda-preta, fim-fim... O trabalho do trem e seus horários decididos além-mar autarquia multinacional. Passando rugindo e depois quase tudo em silêncio silencia. Eu mesmo vejo os pássaros os viventes, nhampupês, abelhas-borás, rapazinhos-carijós, queixadas, gatos-mouriscos, galinhas-de-índio, iraras, sapos-bois, chocas-do-planalto, jacus-de-barriga-castanha... os bois no pasto as pessoas nos seus afazeres o trem passa e após tudo volta ao normal. Às vezes eu sentia que a fera se parecia como tal e qual a natureza o ambiente o normal integrada na natureza. Ele detestava passar aos domingos e feriados sacros e nacionais. Sempre sério experiente e de poucas ou nenhumas perguntas e respostas monobloco autodidata anti-inflacionário cosmopolita bicampeão. Pouca opinião e nada de risotas ou galanices. Uns jargões inevitáveis e fábulas nada lacônico nem breve menos sucinto mínimo de concisão ainda sem paciência. E de muito fôlego, diga-se de passagem! Que a melhor atividade a maior aventura é viajar. E um funcionamento invejável de todo esse supracitado fenômeno organismo estrutura arcabouço finca-pé.

            É claro que nem sempre foi assim, minha gente! O trem liga regiões cidades nações capacidades ambientes querências, Chopinzinho, Carmo do Cajuru, Tanque d’Arca, Caldas Brandão... E independente de nós, o trem passa passava. Nem havia ou há qualquer ligação entre o trem e a comunidade. Quando 99,99% do minério da ex-montanha passava passaria diariamente aí sob nossos olhos acostumados. E para o dia a dia do trem, aquilo nem era problema mas sim trabalho e meta e comprometimento e hipertensão e geo-história e autobiografia.

            Minha namorada tem ganhou um dia um cão vira-lata encontrado um dia na rua Ciro dos Anjos ou que a encontrou. Ele é o oposto de um cachorro feroz e temperamental e agitado. O nome que o avô da minha namorada colocou no bicho se chama Corricho. Como eu frequento a casa ou comecei a frequentar, ele já me conhece me reconhece e vem me receber no portão. Às vezes tenho um tempinho e brinco com Corricho ali na área na varanda no pátio no jardim na sala de espera ambos sentados no sofá da sala de estar. O cachorro se sente alegre com nossas divertidas partidas de futebol e reitera as risadas gargalhadas late ri muito mostrando seus dentes preparados caninos pontiagudos, kkkkkkkk!... É um amigo que fiz na casa mais além do resto da família de humanos. Já teve uma semana que ele desapareceu saiu de casa e ficou duas semanas sumido. Voltou como se nada e mais magro e mais humilde mais dependente. Também mais assustado e atencioso e enigmático. Dizem discutem que fora visto pra uns lugares tantas províncias deste mundo grande, Biritiba Mirim, Leme, Salesópolis, Guararema, pico da Pedra em Camboriú, parque de Taiamã, parque das Esculturas em Brusque... Eu nem acredito, já que a distância é enorme e desvantajosa para quem nem tem carro próprio. Tenho a certeza que foi procurar outra coisa que fazer e acho que nem encontrou o que pensava encontrar. Mas o quê? Será que visitou sua cidade natal? Andou muito de trem? Pediu carona? Foi pedir arrego em alguma parte desconectada da internete? Acho mesmo que no verão que vem pensa ir às praias e ilhas de Paraty ou Trancoso em Porto Seguro.

            Faz tempo alguns anos que ainda ouvimos o trem passar e repassar. O que você está fazendo aí? E nós levantamos todas as manhãs preparados esperando ouvir passar o trem. Que nos explica como circula como capitaliza como estuda a humanidade como lubrifica os ossos. É como se o mundo fosse confirmar. Disposto conselheiro consultor orientador. Por que mudaríamos daqui? Como cruza e descruza pela ponte do rio Sararé. Por que trocaríamos isto? Estamos no meio do mundo. Estamos até mais agradáveis que nunca, pois hoje em dia já temos tevê a cabo e satélites artificiais e 5g e parabólicas. Bem no meio do mundo dividindo tudo o mar do continente a floresta do árido o nacional do exterior o meio ambiente do agronegócio. É mesmo assim. E por que morar em tal lugar, Colônia Leopoldina, Alcantil, Medina, Laranjeiras do Sul... Sim, sim, se pode! Um pé no acelerador de partículas e outro na economia poupança parcimônia comedimento temperança moderação sobriedade controle de gastos.

            É um muito demais de locomotiva de trem passagem sonora puxando os seus associados vagões coletivos alcateia bagagem tertúlia elenco hoste fauna tropilha cáfila repertório xiloteca chorrilho milênio... Agora e antes sempre funcional mobilizado e que sabe o roteiro o teatro. É preciso ver passar ouvir passar de bandeja de travessa de tabuleiro. Isso o completa como trem como locomotiva como réptil. Algo acontece por lá por aqui ainda ali. A carga sob controle atrelada aos seus apetrechos em comboio confraria bando caravana plêiade maquinaria pente grei boiada legião... A vila Nhandeva trabalha o dia todo, dorme à noite. Negocia o quê, investe o quê, compra e vende o quê? O que você está fazendo aqui? É uma história comprida carregada de novelas sem o fim e do jeito dele deles. Quem está estava estará por trás dos seus atos dos seus feitos dos seus patrimônios líquidos materiais rebocando acorrentando réstia batalhão cartuchame cordame renque leva miríade cordoalha...

            Este animalão de aço toma café da manhã em o Paço do Lumiar, Arês, Vera Cruz, Ferraz Vasconcelos... Um trem um mamífero peçonhento e feliz que andava anda deslizando ligeirinho rasteiro e na superfície sem altos e baixos. Assim mesmo o motorzão se comportando durante o dia a noite a semana o ano. Há sempre um cenário e um ensaio a cada dia. Bicho de ferro que existe em todos os rincões e países e hemisférios. Quer dizer, mais ou menos! Durante meses e meses trabalhando muito de sol a sol. Na subida na descida espantando o voo dos pássaros, catinga-de-cachorro, marreca-pé-na-bunda, coró-coró, maria-faceira, inhambu-preto, tovaca-campainha, araponga-do-horto... E absolutamente rápido e mais rápido bem apressado resfolegante hedonista.

            O próprio cão e sozinho encontrou o caminho de volta de casa longe após 14 quinze dias mais além de se extraviar se perder. Pois na verdade o cão Corricho fora à praia pegar um sol e veranear com seus amigos amigas canzoada cainçalha do bairro da zona da rua Herberto Sales. Era começo promissor de verão final de ano época de fartura de festas e carnaval batucada na lata. Ali por perto de serra dos Caiapós em a confluência das localidades de Alto Taquari e Costa Rica e Santa Rita do Araguaia e Mineiros, rio Sucuriú, cachoeira Salto Majestoso... Até para se sustentarem em a praia e por tantos dias, eles amigos(as) pegaram serviço num restaurante à beira-mar cujas especialidades da casa eram as variedades de peixes e camarões cozinhados cozidos fritos assados e de todo jeito sempre com acompanhamentos esquisitos.

            Eu já sou proprietário de uma pequena lancheria ali apegada aos trilhos do trem. Por quê? Porque eu posso. Combinamos nos encontrar depois do expediente e ela Páti prometeu vir me ver: com emoção com fé com ternura com disponibilidade com heterorrelação... No programa do dia do nosso momento juntinhos: ‘ver o trem passar’. É a atração da vila Nhandeva. Mais que isso apenas todos os pássaros incidentais cantores exemplares, gaturamos-de-bico-grosso, cavalarias, biguatingas, saudades, rabos-brancos-de-barriga-fulva, bicudos, beija-flores-tesouras-verdes, baguaris... Portanto esperei e esperei, dei razão ao relógio, me preocupei, nem dei razão a nada, perguntei ao celular, perambulei andei e o trem passou sem ela vir me resgatar. Se atrasou perdeu o horário esqueceu de mim? Nesse mesmo meio tempo começou a cair uma chuva insistente intermitente. O trem ultrapassou carregado produtivo rentável lucrativo proveitoso vantajoso útil profícuo frutífero satisfatório progressista... Ao menos para mim e do meu ponto de vista, passou sem graça sobre os trilhos molhados e se foi. Sacudindo as plantas no seu vaivém de viajante, utuapocas, uvas-do-rio-apa, rabos-de-lagarto, diambaranas, imburanas-de-cheiro... No outro dia perguntei a causa e o que tinha acontecido.

            Perguntávamos um a outra se sairíamos dali de trem ou de carro de ônibus... Se iríamos viajar de trem de avião de barco de carona... Era melhor e ríamos como dois aventureiros mochileiros. O trem sempre no seu passo frenético maneiras de bater ferros um biriba saído do interior do B. E muito macro e animal sem palavras engrolando grunhindo. Ao mesmo tempo que o centro de interesse da nossa vila. Falando alto e seus protocolos sua catarse idiossincrasias. Trem de ferro e de coração. Ainda conhecido no mundo inteiro, Areia de Baraúnas, Passo de Camaragibe, Arcos, Palotina... Completo de realizações concretizações feitos proezas sucessos consecuções façanhas consumações. Por quê? Porque ele pode e nem deve nada a ninguém. Porque é proprietário de ferrovia de 6 mil km e um porto em Ilhéus para nutrir.

            Ali mesmo no restaurante onde o cão trabalhava já de cara conheceu uma cadela fofa (quiçá descendente de uma e um cachorro-do-mato-vinagre) de nome Obra-Prima que vinha almoçar todo santo dia. E cruzaram os mesmos olhares insinuantes significativos. E começaram a sair de noite pela noite malandramente jovialmente. Lado a lado como convém a um casal e par. E passear pela praia De Cima (Pinheira). Durante a madrugada olhando o mar as estrelas os signos do zodíaco. Parando aqui e ali para uma cheirada uma esfregada uma e duas lambidas. Alguns uivos latidos ganidos e curtidas roladas dançadas na areia branca. E muito au-au-au!... De mais interagindo e brincando. Moravam e passavam as noites chuvosas dentro de um carro alugado estacionado num terreno baldio da isolada rua Viana Moog. Despertando acordando antes das 5h em meio ao bucólico ambiente cantante aromatizante, iraúna-de-bico-branco, goiabeira-brava, rapazinho-do-sertão, imbé-de-comer, carão, tempera-viola, olho-de-gato, gente-de-fora-vem, berici, pai-avô, marmelada-de-espinho, cambada-de-chaves...

            O trem já era rico naquela altura e hoje nem se fala. Por isto e aquilo passa sem deixar rastros sem mais cumprimentos e salamaleques. Nem fingir que nem quer nada de nós e com a gente daqui. E é isso que o trem nem tem o que dizer. Ao mesmo tempo que passa aí e nos é indiferente. Nos ignora sem precisar de nossa ajuda. Nem se interrompe por nada, incrível! O trem pode passar pela eternidade e além, caso ele mesmo queira. Se pegarmos o trem podemos reconhecer pelo caminho durante o trajeto, Aroazes, João Neiva, Campo Erê, Arraias, Canindé de São Francisco... E por quê? Sim, porque se pode.

             E esses lugares e sítios que passa o trem agora de tardezinha a serra das Araras. São municípios são distritos são fazendas cidades endereços pontos marcados no mapa pontos de vista, Tomar do Geru, Colinas do Tocantins, Abelardo Luz, Iúna, Gilbués... Como teria escolhido este caminho fura-bolo? E estes trilhos e bitolas? Trabalha muito trabalhou pesado e assunto resolvido expediente encerrado. Sem dúvidas deixando uma coisa lá por outra de cá. Quando nem mais ou menos as coisas mudam e mudaram pouco desde então. Mas nós da vila Nhandeva nos sentimos bem com tudo. E o comportamento é individual.