Sabe há quanto tempo. Mais tempos. Há quanto tempo? Há séculos!
De onde para onde vaivém e se
destina o vento. O vento ‘vvvv-uuuu!...’ sai Minuano descabela árvores e joga
com suas melenas folhas secas aí aos 20 ou 200m.
Maria da Glória ou Glória Maria
tinha tem cabelo liso longo preto, e geralmente solto ou com uma trança até o
meio do dorso da paleta omoplata espádua das costas.
- Quase me chamei Glória Maria. Mas
foi melhor assim, Maria da Glória. Maria vem antes e é da glória, é maior –
relatava expõe ela MG as suas amigas/colegas de escola da vizinhança no bairro
do Motorneiro em a travessa engenheiro Acilino de Carvalho, entre a rua general
Andrade Neves e rua dos Andradas.
Popularmente era a Glorinha e quase
todos a chamavam assim, e simplesmente. Sempre prestativa. Sempre a sugerir
propor aconselhar alvitrar, embora a pouca idade mesmo uma adolescente chegada
aos 15 anos. Absolutamente e totalmente.
A guria fazia milagres com as mãos.
Recebia recebe o dom da luz divina luz eterna... Colocava a mão na cabeça do
paciente e curava qualquer problema. Rezava a oração útil que a inspiração lhe
ensinara e murmurando o que só ela sabia e entendia. A mãe sempre por perto e
ou o pai e ou um dos dois irmãos e ou a irmã mais velha e ou os dois cães
vira-latas a Rã e o Rato, guando mesmo a família em peso.
E ela MG sempre contava conta tudo
que sabe. Pra ela mesma, nunca necessitava de nada nem precisava de algo ou
alguma coisa e sempre modesta e satisfeita. Contente com ela contentíssima com
os outros os próximos.
Em o espaço as árvores os pássaros
cantando incidentais as casas e prédios estão aí, todos assistindo. O rio
Retiro corre para oeste, o mar. O vento supera obstáculos os km para o norte,
região da histórica Colombo colombense o parque serra da Baitaca e ilha das
Rosas e ilha da Barquinha e ilha das Pedras...
Como se quer que aconteça e tem de
ser. Contar se conta mas poucos acreditam. A hora exata em que o sol chegou
raiando em o planeta Terra o dia 09 o mês 10 o ano 2044. E uma luz e um clarão
e um calor quietarrão sossegado demais muito calmo veraneando. A concorrência é
está grande em Morretes morretense ‘a sua natureza é encantar’. Vizinhas
visitas moradoras da redondeza Piraquara e Campina Grande do Sul e o rio Nhundiaquara
o rio Marumbi e o rio São João o rio Ipiranga a serra do Ibitiraquire o pico do
Paraná o pico Caratuva o pico Itapiroca...
- Vamos ouvir a história com H que
se passou aqui – pesquisa pesquisava MG.
A verdade convence o que foi o que é
o que vai ser e será pode acontecer vir a ser. Sempre no ponto ou mais que
menos tanto isso isto aquilo.
E olhe assim o que acontece. O
inesperado sim acontece? Os baitas acontecimentos raros acontecem? E o que se
espera que aconteça, milagres pra acontecer, o certo acontece ou permanece, já
aconteceu ou deixou pra acontecer. Ora, tanto acontecimento pra suceder
acontecer mesmo com muitos acontecimentos. Aconteceres acontecimentos prévios e
os sem explicação.
Elazinha Maria da Glória já então
nasceu no milagre. E sentiu na pele no pensamento no sentimento na emoção tudo
tanto todos os poros sentiu o milagre sorriu o milagre viu notou repartiu o
milagre. E fez o milagre puxou o milagre captou capturou o milagre. Participou
do milagre e da oração do milagre. Felizmente e oniricamente.
E os milagres são quentes raros e
rápidos impossíveis. E os milagres são chispas centelhas fragmentos
incandescentes faíscas. E os milagres são capincho e capivara,
capim-da-colônia, chanchão, jequitibá-rosa, jerarquia ou hierarquia,
chita-crespa...
- Eu faço milagre quando abençoo –
comentava MG, logo de indagada sobre isso isto e aquilo de poderes mágicos
força divina ilustrada mãos de luz.
O dia todo que se vê. Um belo dia
assim e insólito o dia raro que surpreende e cheio de surpresas já eficiente
suficiente. Oração reza prece benzedura promessa peregrinação. Pensionistas
jubilados aposentados desconectados do trabalho residentes na rua Engenho da
Rainha e avenida Itaóca em torno da praça 24 de Outubro em bairro Inhaúma zona
norte Rio de Janeiro. A rota do Rosário.
Como a turma já havia alugado um
ônibus e percorrer fazer a famosa rota do Rosário. Buscando espiritualidade. O
santuário Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face e o santuário de São
Miguel Arcanjo, em Bandeirantes.
Os caminhos estradas rotas ruas
trilhas de cruz em cruz cruzados cruzadas encruzilhadas descruzados cruzeiros.
A menina carismática MG amou muito
conhecer o santuário do Senhor Bom Jesus de Pedra Fria, em Jaguariaíva. Uma
estátua de Jesus de mais de 200 anos.
Apoteose veneração endeusamento
louvor glorificação.
Que a menina milagreira milagrosa
visita o santuário do Divino Espírito Santo, em Ribeirão do Pinhal.
Aplainada a esplanada e ufania
júbilo regozijo.
Ela abre uma janela no iutúbi para
mostrar o iluminado procurado encantado santuário de Santo Inocêncio, em
Tomazina (esta nomeação denominação é homenagem ao pioneiro desbravador
fundador major Thomaz Pereira da Silva).
Alguidares potes vasos canecos taças
troféus jarros e o cortejo séquito passeata escolta procissão.
Um olhar seu translúcido juvenil Maria
da Glória inocente transcendente e a catedral de NS Imaculada Conceição, em
Jacarezinho.
Os milagres vão longe e demais e
inventam indeléveis tudo e mais um pouco. E grassam se espalham propagam-se.
Sensivelmente e perenemente.
Chuviscou aqui sai o sol assim em a
tardinha e a rua do Russel o parque Lúcio Costa. A igreja de NS da Glória do
Outeiro, legal oficial legítima magnífica.
Foi sem dúvida desde já o sonho
porque o lugar justamente assim o merece.
Pararam a jornada uns dias uma
semana em Terra Roxa. A casa da cultura Ademir Antonelli e cursos de corte/costura
artesanato em cerâmica capoeira berimbau fotografia autorretratos laives
istagran. O templo comunitário feito de vidro colorido. A praça Ruben Santos
Noronha mais a lenga-lenga dos insetos e a feira ao ar livre:
- Gosto de olhar árvores arvoredo
pássaros passaredo trens comboio ferrovia – pensou falou confirmou a milagreira
rainha princesa santinha cunhantaim a MG, que ela é falante quando precisa
falar e sempre calada quando necessário calar e ouvir.
- Sabe-se lá ou aqui aos 4 porquês e
se soma o porquê motivo substantivo o por quê pergunta em final de frase o por
que pergunta o porque explicativo explicação – dessorou derramou a analista de
sistema atualmente morando em o bairro Medianeira rua Nunes com a rua São
Joaquim, original de Vila Flores.
- Cosear abrir casa ou botoeira o
paletó traje terno ferro de engomar abrir casas vincar calças gravata-borboleta
pregar botões alfaiataria alfaiate fatiota cortes de fazenda – comentou a
costureira/modista Conta-Fios Planchar, também contadora de chistes ditos
espirituosos facécias pilhérias anedotas piadas e demais outros memes.
- O canal canalizado Faria-Timbó
entre a rua Moreia e a rua Carmem Cinira – entendeu aceitou controlava contava
o gaúcho, chapéu grande bombacha espora.
- Segurar a vela – compôs lembrou
conferiu a dona Cancela, madrasta da pequena menina Petúnia uma graça ambas
oriundas da fronteiriça cidade de Jaguarão jaguarense lema ‘Jaguarão cidade
heroica’.
- Ioga respiração alimentação balanceada
saudáveis pensamentos suaves – orientou relacionou a matriarca senhora
Flotilha, aprecia envidraçar enquadrar emoldurar desenhos fotos fotografias
santos santas ícones católicos e nascida em Campo Limpo Paulista bem em a rua
Campos Salles.
- Franja de engaste franja embutida
intercalada – compareceu comandou a costureira de mão cheia cidadã de Herval e
torcedora assídua do CAP Furacão.
- A vaca quase foi pro brejo –
determinou comemorou interpretou o senhor morador endereço rua Demétrio Bobadilha
emendando com a estrada dos Porretes em a prestigiosa Francisco Morato
moratense lema ‘a lugares elevados por veredas estreitas’.
- Um baldaquim dossel com cortinas
cobertura de leito coisa ótima rica fina deslumbrante enastrado enfeitado de
nastros fitas e especialmente recomendável no verão – enalteceu originou a
grande madame Cartela, cidadã de Arroio Grande.
- Lá foi o boi com a corda toda –
contou analisou e faz e sabe a motorista de táxi atendendo de segunda a sábado
no ponto da praça doutor Alcides Marques perto da casa de cultura Pompílio
Neves de Freitas ao lado da ponte Barão de Mauá.
- O carro de linha veículo
rodoferroviário paramotor parapente carro-motor – mostrou pintou falou sorri
familiarmente o mecânico em a oficina mecânica de Atibaia.
- E meus amigos de estrada, num
contexto de conversa descontraída informal de bar sobre tudo e nada: grileiro
verde-jade flambar bastidor chouriça sobrescrito maçonaria passadiço – remoeu
surpreendeu insuflou a jovem aprendiz de pedagoga fazendo faculdade em
Florianópolis natural de Blumenau.
- Cravejada de aljofres chamalotada
acatassolada tecido roupa nova – bordou pontuou recamou a elegante alta
saliente modelo, cacoete tremura tique nervoso de leve na boca canto de lábio,
e oriunda de Franco da Rocha.
- Sim e nem ou talvez, trabalho com
fitas galões borlas franjas passamanaria – alcatifou riscou ajeitou cortou
matizou a orientadora lojista dona de fábrica de malhas, nunca jamais leva em
conta diminuir-se achicar-se apequenar-se e oriunda da comarca de Mairiporã.
- O rio Piquiri me fez espalmar abri
a mão e Viamão: o rio Jacuí, o rio Taquari, o rio Caí, o rio dos Sinos, o rio
Gravataí – lembrou contribuiu o motorista de aplicativo, ex-sócio de padaria
açougue armazém de secos e molhados farmácia sorveteria.
Ainda que a Maria da Glória sabia sabe
tudo e muito mais. Põe a mão no ombro do crente e lhe convence a prosseguir em
fé. Ela menina esperta divina tem D no coração. E conhece D por dentro e por
fora. E aprende tudo com D.
Maria da Glória sorria, o sol
sorria, as aves riam gargalhavam grugulhavam ‘lu-lu-láaaa!...’ o rio
cachoeirava ‘chou-chou-cháaaa!...’ correnteza entre pedregulho. Isto lembrado e
posto, tudo estava muito corriqueiro. E ela te deseja paz e amor e felicidade e
festa e convidados e doces e salgados. E adivinha o que se diz aí:
- Você sabe, querida!, com quantos
caules se faz uma boa jangada? – pergunta de um milhão da tia Lúcia, parte da
família do pai, vestindo um costume verdinho traje trajando calças compridas azuis
camisa manga curta verde com gola azul.
- Sei, tia! Sei sim e até já
inventei uma dessas na minha cabeça – conferiu MG.
- Então, ótimo! Sabe saber é muito
bom. Mas nem vale contar nos dedos. Sei que você é excelente também na
matemática. Eu mesma sou arisca pra essas coisas.
- A matemática os cálculos e a
multiplicação dos números e fórmulas, hem?!
A primeira semana de fevereiro,
ainda em férias escolares, a família se juntou numa excursão até Aparecida
aparecidense ‘capital mariana do B’. Foram de ônibus até uma distância passando
por Guaratinguetá e Potim e Roseira e Lagoinha e depois a pé. Já em romaria
peregrinação pagando promessas. E cada um cada uma cada qual e tal na sua
oração. Um dia sob o sol outro já nublado mais dois dias de garoa e chuva
abençoada. A estrada ainda congestionada de fiéis e caminhões e carros.
- Vamos buscar o olhar da santa NS da
Conceição Aparecida, hein, mãe?! – recordava MG, rosto bem útil as faces
harmoniosas olhos ágeis limpos pupilas de negro bem móveis e universais.
- Uma vez por ano e para renovar nossa
e tua máxima devoção, minha filha.
A menina Maria da Glória ajudava
muitos crestes muitos devotos durante o trajeto até o santuário a matriz
basílica. Em alguns casos até fazia milagres colocando a mão no ombro do
pedestre. E esta e este estas pessoas estes peregrinos agradecidos agradeciam
prestigiavam e lhe beijavam a mão e murmuravam bendiziam:
- Obrigada, minha deusinha! – uma
senhora moradora de Quatro Barras.
- Que bom que te encontrei, minha
santinha – agradecimento de uma moradora de Pinhais, carregando uma mochila com
pedras e outros objetos pessoais para benzer.
- Obrigadão, minha menina bendita e
abençoada e prática! – um senhor vindo da distante Almirante Tamandaré, e
pegando já beijando a ponta dos dedos da menina MG.
- Te devo esta, menina divina mestra
– agradecia de coração o senhor J. J. Pastiçal munícipe de Antonina, na ilha do
Corisco.
- Ah, se nem fosse você, minha doce
divina pequena! – suspirava amava abraçava beijava a menina e erguia os braços
ao alto céu uma sicrana mulher dos 45 anos e separada do marido três filhos
maiores e procedente do bairro Santa Felicidade, residente na rua José Benato
cerca da grande avenida Manoel Ribas.
Guria nova inspirada renovada no
espírito do Senhor, a Emegê sempre se deu bem com todos. Continuará se dando
bem com todos. E nem se esconde nem se escondeu de ninguém e sorri pra todos
atende todo e qualquer cumprimenta as pessoas.
O sol se comprometeu com o verão de
2044. O sol prometeu, e cumpre. E o vento, este invisível agente secreto
intempestivo, vindo do sul do sul do continente sul americano. E veio andando
no ar nas asas e ao relento e já se viu alto afoito contando importâncias
principal assobiando bazófias bazofeiro.
Menina mística apegada ao religioso
religiosa educada na religião, ela nem se separava dos seus cães de estimação
bichos queridos da família a dupla caipira vira-latas de porte médio Rã e Rato.
E a dupla de dois o par casal a seguia por onde for para onde fosse. Pela casa
na calçada na rua na praça e etc. A dona corria e eles atrás. Já entendiam que
era tudo brincadeira e farra e banzé e auê e esportividade e jogo jogado.
Todos falam curtem compartilham o
que ela MG fala. Todos passam adiante papos fotos vídeos quando MG faz tal e
qual milagre. Todos distribuem aos 4 ventos o que viram veem e ouviram de MG. E
imprimem e transmitem e reinterpretam o que MG contou cantou gesticulou
reaproveitou edificou favoreceu alimentou reviveu.
Que os milagres podem ser
considerados. E podem ser divulgados. E são fáceis de ver e ouvir e transferir
as outras pessoas e animais. Podem ser nomeados numerados anotados inscritos em
atas e caderninhos de oração. Os milagres são diários cotidianos.
A professora Diana Conairu tinha
carinho tem adoração por MG. Realmente entende que a guria demonstra ter
progresso futuro. Tinham mantinham carregam uma ligação muito boa profe e
aluna. A santinha gostava de estudar e sempre tinha dúvidas a resolver. A santinha
gostava muito de português inglês ciências... todas as matérias.
- Se você precisar de mais
explicações sobre tudo e nada, hem, MG, é só me pedir me acionar me indagar me
usar e abusar, tá certo?! – acolhia ampliava amparava abriga encaminhava protege
prometia cumpre a profe DC, que levava e tinha a idade da mãe de MG uns 34 anos
e que casou aos 24 com fulano engenheiro de obras públicas da prefeitura atual
gestão e juntos uma filhinha de 5 primaveras, e morando endereço fixo
atualmente à beira da rua Inácio Lustosa com a praça 19 de Dezembro.
Segue a santinha seguia paralelo a
capacidade oculta estranha divina de curar limpar o freguês. E realmente fazia
milagres. Algo congênito inato natural conato. E realmente as pessoas a
procuravam com fé. Todos que a procuravam saíam satisfeitos.
Agora MG está junto ao belvedere
Dona Nerea Gomes de Moraes Sarmento, rua Sinhoca Rocha com a rua Marquês do
Herval. Bem localizada e no meio de trabalhadores apressados e ou turistas
incidentais. Momento único. Diletante melômana aprecia música. E está aí na
rua, para, fecha os olhos cheira percebe o vento e o que vem carregado pela
brisa o que o vento trás... E respira e se inspira. Os cabelos soltos ao vento.
Às vezes segura segurava os cabelos com grampos, outras amarrava um coque.
Eles os tantos milagres que MG
fazia. Os bons milagres de multiplicação da bondade da boa vontade do carinho.
Os milagres dela estavam estão sempre dentro e fora de um ótimo mistério. Assim
mesmo como se diz, presos na mão ligados aos dedos e contando.
A divina guriazinha levanta e abre
os braços abre a cortina e se lava se enxuga se veste se penteia se alimenta
parte para a escola anda de bíci a mão o braço recessivo segurando o guidão a
mão o braço direito mantendo o celular a mochila nas costas. E séria discreta
sem chamar atenção quieta sossegada. Deixa a bíci correr por conta e por toda a
extensão e cheirando cheira a enflorada as flores nas plantas do caminho.
- Bom dia, mãe! – a primeira pessoa
que viu na beira da mesa na cozinha.
- Tudo bem com vocês! – cumprimentou
os animais Rato e Rã, abraçou-os.
- Dormiu bem! – deu um beijo na
bochecha do pai, segunda pessoa do dia.
Pressione qualquer tecla para
continuar e impressione formule informe digite. Isso tudo aí nem durava dura
mais que 8 segundos talvez 5 e na melhor hipótese 10.
Teve um tempo que sonhava e sonhos
recorrentes e sempre repetidos. E os sonhos a levavam a uma igreja ou templo
numa capela as luzes os vitrais os anjos os santos e santas muitas luzes e de
todas as cores. Ouvia as coruíras ali na cúpula abóboda quem sabe os anjos
anjas e auscultava inquiria investigava. Se deslumbrava via as luzes os raios
do sol atravessando vidros icônicos coloridos narrando passagens bíblicas.
Maria da Glória gostava gosta de
empinar papagaio pandorga. Sim, nos dias de vento e céu azul. A brisa que leva
o vento que sopra e arrasta para o alto alçando.
Emegê é caseira e quando sai de casa
avisa. Então, chegou lá em casa um casal vindo de Rio Branco do Sul. As pessoas
acreditam acreditavam acreditaram em todos os atos em todas as palavras e
sinais da MG. E a santinha nem precisava precisa dizer muito gesticular pra
mais de metro. Faz bem faz rápido faz uma vez faz como com discrição e segredo
e secreto, pronto.
A adolescente MG nem indagou nada das
pessoas dos irmãos em Cristo. Deixou o par se aproximar, estendeu a mão no
ombro da mulher. E aí a favorecida milagreira nem perguntou nada, foi direto
direito ao assunto. Olhou pouco a visita e botou a mão suave no ombro da
visitante. Uns segundos um átimo e disse:
- Você já-já vai melhorar! –
completou MG a fala com um sorriso largo abrindo bem os lábios a boca os olhos
o rosto e assim todo o seu modo expressivo.
É sábado e fim de primavera. Os
odores fazem cosquinhas no nariz. O vento edifica rodamoinhos torvelinhos em
rodopios pelo pátio. Ergue a poeira de oito dias sem chuva folhas secas
pensamentos. Nas casas os galos de chaminé olham pra todos os lados os
quadrantes. Corriolas de andorinhas-de-bando trafegam no ar sobre a cobertura os
telhados de zinco de ardósia de cerâmica de pvc de fibrocimento.
Três horas de caminhada temperatura
elevada certo cansaço desassossego pelo calor os acompanhantes da santinha MG, e
perguntam igual questionam:
- Menina feliz, por que você pode
por que você nem chama a chuva? – uma dona moradora do bairro Moinhos de Vento
em a rua Doutor Timóteo com a avenida Goethe.
- E se todos nós chamássemos as
nuvens pra amenizar? – indagava outra senhora beldade de bairro Passos das
Pedras em a rua Primeiro de Junho com a avenida 10 de Maio.
- Tem opção de chuva ou cobertura de
nuvens, que me diz minha deusinha? – comentava comentou a moça Lida, beldade
moça bacana empregada colaboradora na loja de cosméticos Cem-Dobro e solteira e
filha de Neorama e Neopoesia todos toda a família moradora ainda em a rua Aniceto
de Barros junto à praça dos Jaru bairro Xilogravura cidade Santa Cruz do
Escalvado santa-cruzenses.
- Sim, chuva eu peço a D que já a
mandará. Podem crer e creiam – decide MG.
A voluntariosa tinha estilo de
princesinha ou beldade em miniatura. Um comportamento exemplar e ninguém podia
dizer nada um ‘isso’ dela. Nem cobrava nada pelos milagres e curas. Nem fazia
passes nem rezas longas e em voz alta. Embora gostasse de chás e café e sucos e
vitaminas e batidas, nem receitava ervas aromáticas ou garrafadas beberagens.
Nem incentivava carregar pedras subir morros e depositar pedras em oferendas
criar altares. Ela colocava a mão no ombro suavemente instintivamente no ombro
do pedinte do solicitante. Ela fechava os olhos por um instante de 1 ou 2 ou 6
segundos e pronto. Nem tinha pressa pra nada nem fazia prescrições receitas. A
fé do crente removia a montanha e tudo mais e o curava e o curaria curando-o.
A menina Maria da Glória adora
adorava nadar na piscina do clube. Fachada do prédio revestida de pastilhas de
cerâmica nas cores azul e verde. Ali nem via as horas passar. Nem havia peixes,
mas a água era boa calma suave limpa amigável acolhedora.
Exatamente. As pessoas de boa
vontade seguem procuravam a menina divina Maria da Glória. Por onde for. E nas
redes sociais. Apenas a seguem para saber das novidades milagrosas. Andando
passeando pela suntuosa praça Conabi o bairro do Diapositivo a rua José
Franklin de Oliveira. Olimpicamente e atleticamente.
Durante o passeio passatempo, cantam
músicas canções gospel fazem orações rezas preces almoçam no restaurante Longal
e tomam cafezinho descansam. O sussurro do vento sopro comedido já passando
repassando entre os prédios árvores da rua canteiros de gerânios-brasileiros.
- Pois sim, sirvam-se, às ordens,
vamos ver e se acomodem – convidava situava oferecia os serviços do refeitório
a dona do Longal, senhora Marina Biaribi Blefaia, e nascida natural oriunda de
São Bernardo do Campo são-bernardense.
O verão tem cheiro e cor e origem e
calor e fauna e flora e praia. O sítio espeleológico gruta do Bacaetava ‘casa
de pedra furada’ a cachoeira do Caratuva o cânion parque Guartelá (este sítio bem
orográfico e istagramável). No meio disso e mesmo assim os pássaros e
aracuã-da-mata ‘tuá-tuá-tuáaaa!...’ e chorró-boi ‘uí-uí-uêeee!...’ e
papagaio-charão ‘graaau!, graaau!...’ e araponga ‘téim-téim-téim!...’
A guriazinha MG, o dom da intuição
divina, adora olhar o céu escurecendo as estrelas aparecendo. Daqui a pouco
estará anoitecendo. Várias coisas no céu noturno e o universo em expansão ou
estrelas cadentes nebulosas os altos movimentos elevados. Uma estrela cresce
tanto que explode entra em colapso, aniquilar destruir everter. Uma luz que
viaja a imensidão em milhares de anos na velocidade da luz ‘uh-uuuu!...’
- Potenciômetro... Que coisa será e
que bicho é este? – a menina MG memorizava a palavra para lembrar na hora de
chegar na aula de português, pois queria explicações nos detalhes (também podia
anotar no caderninho no celular e quando tinha mais de uma palavra era urgente já
adiantava mandava no whatsapp).
Dia que MG empenhada o dia empenhado
o tempo empenhado empenhados em tais e quais afazeres. Ela para a bíci diante
da entrada da entrada da ilha Boa Viagem a avenida almirante Benjamin Sodré
juntando com a avenida Milton Tavares de Souza. Parece uma manhã como outra
qualquer e muito boa. A ilha tem casas grandes e parecem construções antigas. E
tem um casarão antigo com jardim bem cuidado na frente atrás do portãozinho.
Ela suspira sugere entende que deve repensar:
- Aprecio muito esse tipo de
reflorestamento urbano, é – munida guarnecida abastecida de bolsinha a tiracolo
e a gata aprecia gosta prefere pintar os lábios unhas polidas cabelos rabo de
cavalo e salva bem salva pelo espelho imagem visual no celular.
Tem sim um jardim cuidado e
majestoso com um coqueiro ou palmeira talvez jerivá. Aprecia coqueiros. E o
casarão de época está habitado pelos seus moradores proprietários. E o jardim
bem aclimatado adaptado ao ambiente beira-mar. Apreciando:
- Agora só falta permissão para
entrar e desfrutar tirar fotos e compartilhar – conferia pensava alto a
guriazinha, um boné de pala cores sérias do time do coração.
Ia a pé para a escola, era perto. Dia
bom meia-estação dia calmo dia contente dia aberto de verão. Sobre tudo o céu
azul e o voo dos alados as avezinhas e pássaros-frades, pica-paus-do-campo,
tico-ticos, pintassilgos, tesoureiras, joões-de-barro... A santinha tinha uma
palavra na ponta da língua em mente na lembrança e poder lembrar e cobrar
explicação da profe de portuga português:
- Credencial... Qual o significado e
como se divide em sílabas si-la-ba-da?
E repetia a palavra ao longo do
percurso de casa até o colégio. Ao longo do caminho com mil obstáculos e coisas
lhe tirando a atenção ou quase. Fazia o maior esforço para ir memorizando
‘mee-moo-rii-zaan-doo!...’ A divina mediadora de D.
- Geoclimatológico... De onde para
onde com quem tanto clima e geografia?
A cidade Vila Maria inundada de sol
e céu azul. A rua Aforismo banhada de sol ensolarada e tocada empurrada pela
brisa perfumada. A casa da cultura professor João Batista da Cruz, construção
prédio retaco atarracado retacado rechonchudo e estilos art nouveau e
neoclássico. Na praça a feira de artesanato garrafadas para todo tipo de cura
cartomantes numerólogos pajés pajelanças ervas milagrosas medicinais
losna-do-mato ou macela-da-tera quebra-frascos malvas-de-marajó ou
vassourinhas... Uma cidade pequena aconchegante as ruas úteis finas gentis
estreitas, e trilhas algumas ensaibradas.
Foram andando caminhando no trote e
a menina iluminada na frente. Perto do meio-dia pararam no estacionamento de um
instituto. Acamparam na sombra dos jacarandás-cabiúnas ou as passariúvas. A
beldade divina ajudou no preparo do almoço coletivo, trocando afazeres e
experiências, mangas arregaçadas, conversas de ouvir:
- Quer aprender a fazer
carreteiro/tropeiro, minha senhorita! – convidou um chefe de cozinha, natural
de Bocaiúva do Sul e hoje em dia com restaurante servindo à la carte em o
centro de Marau.
- Hum!... Legal! Quero sim, tio! Me
ensina tudo e mais – se empolgou a MG.
Mais para o fim da tarde chegaram à
praça da Matriz na comarca de Guabiju. Foram ver a santa NS da Assunção,
padroeira da cidade. Voltaram.
O vento é ligeiro bom e cheio de
truques. As nuvens correm sobem e descem, horizontais verticais. As pessoas
crentes seguram os cabelos as mechas madeixas. Os acompanhantes seguidores de
MG conversam entre si e trocam experiências úteis:
- Corre anda agiliza pelo campo pelo
cerrado a anhuma alicorne anhima licorne camixi cavitantau inhuma... – ofereceu
ofertou mostrou a senhora Claque Emassar e que é parente tia-madrinha do
piazinho Meio-Tom, os dois morando próximos rua Quedizeres em Cutia cutianos.
- Veja!... Tirar o cavalinho da
chuva! – comentava o motoboy entregador de remédios da farmácia Mocotó em o
bairro Sela de Bastos, de Sorocaba.
- Oie!... Os gaturamos-reis estão
chegando... Isto quer dizer que a primavera já está acontecendo – dizendo
contente a dona apreciadora dos filmes de suspense e moradora entre Ribeira e
Guapiara.
- Com a corda toda – contemplou
armou disse um fiscal do frigorífico Aninho Anionte ali mesmo em Nova Santa
Bárbara, e que nasceu se criou em Guapirama.
- Quê!... Estas árvores me parecem
eu vejo um tanto quanto acachapadas encolhidas acaçapadas agachadas... Se eu
soubesse o porquê vos diria, hem!... – narrou comentou relacionou um operador
de patrola procedente de Barra do Chapéu.
- Olá!... Enfiar o pé na jaca! – se
sobressai a moça Amélia (como sua avó) namorada do jogador de futsal o
mineirinho Francisco (nome este igual do seu avô, um aposentado dos correios), o
casal habita uma casa de material alvenaria endereçada em a rua professor
Carvalho de Freitas esquina com a rua coronel Aparício Borges.
- Bravos!... As amostras-grátis os
salva-vidas os para-sóis os arco-íris os castro-alvenses os tique-taques as
porta-estandartes os ouros-negros os guarda-linhas... – compilou destacou
emendou a psicóloga descendente dos avá-guarani procedente de Espigão d’Oeste
espigoense lema ‘paz e trabalho e progresso’.
- Cheia de nove horas – relacionou
relembrou redescobriu afirma o presidente da associação de apicultores da
região de Pimenta Bueno e bem cerca do rio Roosevelt, o senhor Jaraqui Ofego
Derrisca, este um bom excelente apicultor abelheiro apícola colmeeiro craque em
abelhas sem ferrão especialmente as abelhas-mosquitos ou jataís-amarelas ou
sete-portas ou três-portas...
- Qual!... No contexto da educação
escolar: defervescência, acalmia, analecto ou antologia, coetâneo ou coevo... –
determina determinou determinando a aluna Tapiré, matriculada estudante da
escola Clélia David Mundim prédios estes localizados no bairro São José próximo
ao estádio Luizinho Turatti em a rua Amazonas.
- Ora!... Pagar o mico – decidiu
repartiu repartindo a dona de casa residente à rua Célio de Castro em a praça
da Lavadeira, procedente terra natal de Paraí.
Esta Maria da Glória para mesmo aí
entre as árvores frutíferas. Vem de casa na bíci um rola rolê rolezão pela ciclovia
desse parque do Escolágio. E se prepara e presta atenção. O vento sopra agora
por ora ou até para sempre. Ela ouve e observa uns passarinhos ali incidentais.
O vento está sempre pronto pra vir e ir ou der e vier.
- O sol estrela está a mais de 150
milhões de km, hem?! E que novidade! E que paciência! E que calor, meu! –
comemora comenta consigo a guria MG, duas mechas combridinhas torcidas cada uma
de um lado do rosto caindo pela testa escorregando em queda livre nas faces e soltas
saltadas do rabo de cavalo.
Na festa do padroeiro do bairro São
Cristóvão, ela MG foi mais uma e outra vez convidada e vestida de rainha ou princesa
ou anja ou madrinha. Peça chave no jogo do bingo. Influenciadora no leilão de
prendas e ofertas e presentes doados à comunidade à sociedade filantrópica.
Sempre participante participou da brincadeira do carnaval das crianças.
Pastilhas doces de limão engraçadas na boca. Camafeu no peito da blusa
azulzinha. Distribuindo o santinho do homenageado do dia da festa de paróquia.
É complexo complicado dificultoso
saber imaginar de onde veio de onde vem e como está como é um milagre. Pra que
que serve todos sabem: multiplicar os peixes transformar água em suco de uva
aumentar a quantidade de árvores frutíferas agilizar a colheita do trigo e ou
do feijão e ou do milho... Pois este esse aquele místico é necessário. O
surreal faz parte do imaginário. Sem o transcendente nem se cogita ser feliz. E
tudo assim mesmo por escrito fotografado filmado sugerido, um distribuído.
No outro dia um dia outro MG ia pelo
mesmo caminho para a escola, ainda assim na altura do museu histórico
desembargador Edmundo Mercer Júnior, e com outra palavra em mente murmurando
relembrando sonorizando tartamudeando a meio:
- Receituário... Que deve ser ao
todo e em parte? – caminhando pela via rua Capoeiras bairro Santa Cruz em rumo
do instituto de educação física Getúlio Vargas, moradora desde sempre deste
planeta Terra (em rotação sobre si mesmo e translação girando órbita giro
ovalado oval ovado em torno do sol o sistema solar).
E repetia consigo memorizando
fingindo olhar a paisagem o chão o passeio os colegas eventuais que encontrava.
Os olhos cheios de luz e as pálpebras aceleradas. Um cabelo natural
castanho-amarelado ou na cor de âmbar. Comodamente e otimamente.
O vento com v e suspira
‘vvvv-uuuu!...’ O vento vem de onde. E mexe com a folhagem os ramos as folhas
das plantas em geral. E empolga dispersa distribui aromas cores aromáticas pelo
ambiente. De longe desde a serra do Capivari.
A santinha MG sorri quando percebe a
chuva muito próxima. Acha bom que chova 3 ou 4 dias sem parar. Quando isso
acontece se vê a chuva muito de cerca. Quando se vê a chuva se acercando muito
já no horizonte na linha do céu com a terra. Ela fica na janela de guilhotina
(abertura de correr vertical) se apoia sobre a parte debaixo o parapeito da
metade descerrada. E a bela chuva chega está em cima da casa do pátio o barulho
‘chuáaaa!...’ E ela sorri novamente e sempre sorri de emo de satisfação de
gratidão de transformação de participação.
E a divina milagreira juvenil
pré-adolescente fica olhando a chuva cair com tudo. A grande chuva que vem que
corre que repassa e o barulho ‘chuáaaa!...’ o frescor o refrigerante a água
caindo despencando do céu do beiral da casa da ponta de as folhas das árvores.
Nem só a menina, mas também as aves aplaudem esganiçadas ‘uh-áaaa!,
uh-áaaa!...’ alegres festivas descontroladas comemorativas ‘quá-quá-quáaaa!...’
A água com força com vontade com
diagnóstico e que D mandava. Ora em cima ora em baixo as duas alturas as duas
disposições a chuva em movimento de reptação se arrastando fluindo desaguando
em a enxurrada. O rio Tuatuari mediante influência da gravidade e ousado
irreverente original capacitado em ousadias demandas.
- A chuva nem me impede de ir agora
mesmo e é o que vou fazer – chegou a esta conclusão a guriazinha, pegando bote
inflável remos colete salva-vidas óculos com limpadores de para-brisa galochas
capa impermeável guarda-chuva mandachuva.
Olha aí, ela Maria da Glória prefere
pedalar na bíci pneu balão sem cestinha sem carona sem guarda-lama. E nem sai
nem vai muito longe. Obediente. Pega primeiro a rua Theodoro Makiolka e junta
com a rua Carmelina Cavassin até o parque Barreirinha. Segue sempre pela
ciclovia e andando contra o vento benfazejo que benfaz. Nem sempre ouvindo
música no fone de ouvido, pensando e murmurando conforme:
- Sim, aqui estou e ouvindo a cidade
de dentro pra fora. E grandes imagens.
E D pensou suspendeu a ideia o céu
as terras o mar. E tudo isso isto o que mais a Terra, que fala respira e anda.
O processo de criação há uns tantos 4 ou 5 bi de anos. Por ordem expressa e por
acreção nebulosa solar poeira gás as nuvens de Magalhães...
Em a escola o recreio, um guri se
acercou se aproximou dela a nossa inspirada MG. Já se conheciam de onde de ali
mesmo? Já se haviam visto e se conheciam de ali mesmo na escola no pátio no
recreio, mas sem maiores prolegômenos. E eram até quase vizinhos de rua, pois
que viviam no mesmo bairro. E ele, conhecido como Cris, se aproximou respirou
fundo lembrou de duas palavras e foi dito pelo ditado já dizendo:
- Posso te acompanhar até tua
casa... depois da aula?
- Quem pode, pode; quem nem pode se
sacode! – brincou a MG, sorriso alerta.
- Claro que posso. Se você concordar
eu me maravilho.
- Enfim, pode, né, cara! Mas por
quê? Que bicho te mordeu, hein, meu?!
O coração dele já mudou para mais os
rápidos e os fortes batimentos. Lembrou vagamente que estava no pátio do
colégio. Nem lhe passou pela testa que era também um filho de D e ou Tupã. E
pensa mais e tenta melhor mas nem consegue se entender.
Depois da aula, já na rua a calçada
seguindo a rua Borges de Medeiros, Cris tentando de novo pensar com lucidez.
Lado a lado com a milagreira que todo mundo conhece e admira e respeita. Ele se
via ali e nem acreditava nem acreditou. Buscando quem sabe um papo um assunto
extrair uma conversa para trocar palavras até chegar na casa dela perto da casa
dela o trajeto era um km e meio se tanto:
- Acho boa e gentil a profe de
matemática. E enche o quadro-branco de temas.
- Eu mesma gosto de História do B –
comentou MG. Da saudade, sabe?!
- Sim, pensando bem, eu também. É
divertido e interessante e raro, né?!
- Pois é. E viajo na maionese
pensando fantasiando os lugares os passados...
Na entrada do condomínio Aliança Pirarrã
o prédio da gata, Cris parou e esperou as despedidas de namorados solteiros e
ambos ariscando propondo experimentando:
- A gente se vê amanhã, então.
Quando muito, até amanhã!
- Pois claro e espero que sim,
tchau! – ela entrou olhou pra trás piscou o olho.
Todavia importante bem simples assim
oquei e trocaram dois beijinhos de face e cada um se virou e andou pro seu
lado, ela entrou no complexo de apartamentos e ele se mandou rua Placidina de
Araújo arborizada árvores filas indianas afora.
Como foi como vai o terceiro planeta
Terra ao redor do sol e contando... As artes do verão e do inverno solstício,
primavera e outono o equinócio... Uma bola esta bolinha suspensa no espaço e
por quê... Daqui ao infinito e quem quer saber...
Um mês depois a turma escolheu uma
festa mês de maio MG e Cris também um grupo largo de jovens alugaram um
micro-ônibus e seguiram em direção direito a cidade de Porecatu porecatuenses
‘bonito salto-d’água’. A igreja Matriz e paróquia NS Aparecida a praça Padre
Calógero Gaziano bem na rua governador Paulo Pimentel. Um sol pra cada ocupante
pra cada um sol ouro quilates pleno estrela de primeira nutrido a ponto de
estourar explodir rebentar. A feira a festa era foi estava grande a quermesse e
muita gente de todos os quadrantes e trocando impressões satisfações emos
figurinhas:
- Ficar no sapatinho – debateu um
farmacêutico procedente de Assaí.
- Um ótimo texto e contexto ditado
na escola: guimba, tabatinga, verdegais, refrão, gandula – lembrou a jovem de
São Jerônimo da Serra jeronimense.
- Água mole em pedra dura tanto bate
até que fura – recordou a senhora de bolsa azul a tiracolo orgulhosa da cidade
natal Taciba.
- Entremaduro é verdolengo verdoengo
verdoso coloração esverdeada – relacionou o rapaz motoqueiro amante de trilhas
do naturismo nascido em a tribo caripuna desta cidade rua Góes Calmon perto da
praça Índio Tamuquim.
- Cor de burro quando foge –
acrescentou apoiou enalteceu o guia turístico lá de Santa Cecília do Pavão.
- Alguns pássaros destabocados bicos
abertos bocabertas piando grasnando palrando chilreando – evocava evocou chamou
a dona Suçuaia natural de Florestópolis.
- O rio Curuçá estugou o passo
acelerou acelera corrente correndo caprichou o passo. Queria quer ver urgente
logo desde já a praia do Cassino – discorreu fez fluir destapou aconteceu o
senhor Corgo Córrego, nascido e criado em Pinhalão.
Isto foi em últimas eram últimos
tempos outros tempos esses tempos mais pra trás. Por assim dizer, e que se
contará, foi há tempos. Bons tempos.
A criativa santinha sutil MG
aprendeu muito com os seus poderes divinos inspirados no Altíssimo. E ao longo
da carreira, vamos dizer assim, compreendeu sua missão na terra. Nasceu com um
propósito foi escolhida assinalada por D, tal e qual.
O Cris se prometeu comprometeu pra
hoje mesmo depois da aula na volta da escola que conversaria convidaria MG pra
ir ao aniversário festa em comemoração aos anos cumpridos de Juca, amigo
familiar e comum dos dois. Pronto, pensou e decidiu cumprir o trato. Decidiu
sozinho e foi querer convidar, debatendo:
- Vou chegar e falar, pronto, falei!
– já cresciam a barba cabelo bigode e se barbeava uma vez por semana, e que
mania ou modelo ou moda.
E o vento quer sempre sossego quer
descanso descansar subir o morro dar voltas fazer a volta/volver contornar a
praça estender esticar a bandeira nacional. Porque se humaniza, também. Porque
tem seu ponto de apoio, conclusão.
O morro as árvores os pássaros eram
fazem a praça da igreja do templo; os santos santas cartazes salmos ícones eram
estavam as esperanças do templo da igreja; os vitrais as fantasias as passagens
sagradas eram continuam as histórias parábolas da igreja da capela; as músicas
os coros os corais as rezas eram marcam os fiéis da igreja do templo; a festa
mais importante do ano aniversário do padroeiro caía sempre em dia ensolarado
primavera pássaros fazendo ninhos verão recordando ensaiando praias.
Até que chegaram ao Morro do Ouro.
Como os excursionistas poderiam deixar passar podiam esquecer? Como deixar de falar
e rir tudo o todo que lhes batia na testa e projetava na cabeça? Como esconder
guardar no secreto segredos que calam fundo no ânimo da pessoa? E ponto por
ponto e dia a dia e hora em hora e coisa de coisa e dito por nem dito (vem e
vai o ditológico a ditologia):
- Até que chegamos aqui, veja! –
disse e suspirou a beatinha Maria da Glória.
- O parque Morro do Ouro é
concessionado consentido permitido transigido combinado negociado transacionado
acordado entre governo e iniciativa privada – explicou analisou exemplificou
avisou o Cris, comendo mastigando pão com queijo sanduba preparado por ele
mesmo trazido desde casa na mochila e goles de suco de abacaxi e ou laranja e
ou caju tirados despejados da garrafa térmica na própria tampa (tampa ou tampo fazendo
as vezes de copo).
- Cara de um, focinho do outro ou
outra – comentou comemorou um geólogo perito em arenitos nascido em Ortigueira
estudou faculdade em Sapopema e hoje morador cidadão de Santo Antônio do
Paraíso.
- Um ditado da sala de aula matéria
de português: rinconada, sutache, pavê, récita, coifa, chuço, mantel – lembrou
copiou num átimo a jovem comerciante de Siqueira Campos e dois filhos e casada
com negociante natural de Quatiguá.
- No mundo da lua – atraiu convidou
pontuou a senhora dona empreendedora habitante da distante cidade de
Conselheiro Mairinck.
- Dentro do contexto óbvio das
coisas conjuntura temos: changador biscateiro changueiro – interferiu mandou
particularizou o barbeiro/cabeleireiro habitante de Narandiba, tutor tutela
tutelador guardião de um casal de tracajás o Tito e a Tata.
- Pra lá de Bagdá – limpou
requisitou contemplou a moça nascida e criada em Arapoti, esta próxima de
Wenceslau Braz.
- As aves aqui daqui gorjeiam como
em qualquer lugar aprazível e aracuã-do-pantanal, seriema, cuiú-cuiú, maxalalagá,
pica-pau-do-campo, tovaca-campainha – interpretou deliciou trilou o vendedor
comerciante seu Flete Fletaço, da rua do Redomão em a praça Coronel Deolindo
comarca de Alvorada do Sul.
- Valer a pena – comentou intimou
transformou a dona de casa cidadã de Bom Sucesso de Itararé e cerca do parque
Newton Puppi em o bairro Chicharro-Pintado.
- O sítio geológico de Vila Velha
com arenitos do período carbonífero dos 340 milhões de anos, furnas, lagoa e
atrações em forma de taça tartaruga camelo índio bota esfinge – imprimiu
intimou o guia do parque migrante da localidade de Itaoca, esta cidade rica em
recursos minerais tais como ouro galena calcário quartzo cobre manganês granito
cal.
- Uma andorinha só nem faz o verão –
lembrança preciosa agradável suave da senhorita Jetaicica, trabalhando hoje em
dia na empresa de cosméticos Tereterê em o município de Apiaí apiaiense de
coração ‘rio dos índios’.
- O gorjeio da ave na matina é um
sabiá-laranjeira de D – principiou enalteceu a MG, que só sabe dizer sim em
penhor promessa compromisso obrigação garantia.
- O canário-da-terra cantando
palrando é o canto o som de D – noticiou fez brotar o Cris, sempre com respeito
cuidado reconhecimento veneração interesse.
- Favas contadas – saiu tirou
encontrou a moderna empresária da área de imóveis com escritórios em Ribeirão
Branco e Centenário do Sul e Jaboti.
- Embora lá em o contexto da
educação escolar: armistício adiamento trégua indúcias dilação – precipitou e
abriu abrindo os braços o cientista biologista professor de faculdade em
Iporanga e natural de Congonhinhas.
- Uns poucos raros gatos-pingados –
inventou criou o atuoso ativo diligente vendedor de automóveis em a rua
Carancho/Chimango do bairro Baquiano/Tapejara em a famosa e rica e moderna
cidade de Nova Campina, banhada pelo rio Betari.
Tem o tempo esse este aquele que nem
se descarta se desconta se descansa nem se gasta. Vai muito tempo ou tempo
algum nenhum. E o restante nem importa nem se vende nem é vendido comprado
premiado. Nem se importa. Sim, igual que sempre.
Maria da Glória e Cris Cristiano
comemoravam aconteciam 1 belo ano de namoro, o primeiro e o último aniversário
de um ano juntos. Foram com os amigos a uma lanchonete no centro bebemorar o
feito o acontecimento e em meio a muita conversa som alto tevê no jogo de
futebol troca de gentilezas risos soltos papo-furado:
- Este dia esta hora este caso cada
qual todos juntos são fáceis facílimos – constatou imaginou bordou a MG, olhos
doces alumbrados imaginativos cantantes de luz própria dourados atentos
iluminados e já com idade de adolescente e militante divina e já estudando
bailado gaúcho no clube Convescote do município de Nova Prata.
- Nem se pode perder a oportunidade,
hein, minha noiva?!... – afiançou pirou calçou compôs o Cris, nascido migrante
na cidade que todos conhecem e ouviram falar relatar em contos e causos e
canções a capital estadual do morango e capital nacional da maçã macanuda
cidade de Veranópolis.
- Show de bola – alardeou imitou
gabou seu Zuzá Tarro, que todos os dias faça sol e bom tempo caindo a tarde
prefere tomar chimarrão num banco do parque da Redenção (porém aos domingos prefere
escolheu de manhã).
- Tem gente que sabe o quê –
comentou comentário comentando a dona Pomada, nascida em a mundialmente
conhecida cidade de Saquarema e onde quase tudo acontece já tudo se sabe porque
nada se esconde.
- O leilão ofertas de outono na
sociedade hípica Cavalo Tambeiro leiloou uma penca de conteúdos: mucama
cincerro desjejum bravata sarau manapança – relacionou recontou a moça fulana
de rosto comprido cabelo preto longo sorriso aberto esticado satisfeito olhos
aconchegantes distantes e típica praticante de caminhadas curtindo a natureza
tridimensional os sons as cores os cheiros aromas a temperatura pelo parque
Arthur Thomas sentar no lago meditar contemplar passear pela avenida 10 dez de
Dezembro e ou em a trilha do Tatu.
Que tanta curiosidade curiosidades
curiosão. O que fazer aonde ir e de onde voltar ou onde ficar por que isso e
aquilo. A política da escolha as variedades.
Pois tem gente que sabe o quê. Se
ninguém sabe se todos sabem souberam o que se sabe se ficou sabendo? E ninguém
se conforma assim com isto isso aquilo.
Os trópicos de Câncer de Capricórnio o
Equador os polos o sul Antártica o norte Ártico. Quem nasce em terra natal
comarca de Natércia naterciano.
Guaraqueçaba sem esquecer e se
deslumbrar. Natureza relaxamento caminhada com as pedras as árvores os sons da
mata, pássaros córregos. E é puro céu azul e chuva e mar e mata preservada
atlântica verde aventura parque Superagui redes e teares dos caiçaras barreado
salto Morato e ilha das Gamelas e ilha Mariana...
A rota da peregrinação levava e chegou
chegando chegaram a Londrina, capital do café de exportação. Com eventos para
todos os pareceres gostos buscas necessidades. Lugares para rezar pernoitar
acampar encontrar conversar. Cerimônias palestras em museus capelas mesquitas
centros budistas santuário ‘Mãe Rainha Vencedora três vezes admirável de
Schoenstatt’, lugar bonito e radiante que radia irradiante. Momentos
transcendentes transbordantes e as verdades idealizadas esplendidas essenciais.
O parque tinha 1 uma capela comunitária
enfeitada ornada de flores plantas folhagens em vasos mais janelas amplas
coloridas vitrais bancos de assentar. Sempre pessoas entravam pra rezar e com
as mãos postas olhar sentir a paz o silêncio ou mesmo murmurando baixinho algum
mantra convites pedidos oferta indagações. Chegavam sós acompanhados do amigo
da amiga em grupo em família a irmandade.
As pessoas estão se encontram ela diz
ele fala ela conta ele canta e passam a mão na testa tiram fotos mandam
mensagens aos amigos longe convidam instigam:
- O longe é horizonte e o bonito
resplandece – contribui adianta convence a bela milagreira MG, sempre acolhida
abraçada bem tratada bem falada bem recomendada e sempre assim de imediato
definitivamente entre seus amigos seu povo.
- Neste verão nas férias de fim de ano
vou já decidi aprender estudar o comportamento das abelhas sem ferrão e de mel
diferenciado, é – comandou pensou determinou o Cristiano Cris, moço respeitável
bacana empregado colaborador em a fábrica de móveis A Cortejada na área
industria Princesa Isabel da avenida Luís Fernandes Vergara desta cidade.
- Fazer uma vaquinha – lembrou destapou
enalteceu dimensionou a senhora moradora de Pongaí pongaiense à beira do
ribeirão Sucuri e da ponte engenheiro Gilberto Paim Pamplona.
- De manhã manhazinha acordo e ouço os
cantos intérpretes grasnados e arirambas-da-mata, corrupiões
‘tu-tu-tu-ruuuu!..., sabiás-unas ‘réi-réo-téo-tiiii!...’, caraúnas,
pavões-do-mato ‘sái-sái-sáaaai!...’, galos-de-campina ‘piei-biei-bieeeei!...’ –
cantou sonorizou desbordou o alto funcionário da prefeitura de Linhares
linharense onde mora na ilha do Imperador esta dentro da lagoa Juparanã a dois
passos cerca da cachoeira D’Angeli e a praia de Povoação.
- Fechar com chave de ouro – analisou
jogou carteou a dona do restaurante Amurada recém-aberto longe duas quadras do
espaço cultural general Sisson bem localizada próxima à praça Dalila Ferreira
Barbosa e nascida em Porto Amazonas.
- As ondas do mar vem fortes e o céu com
nuvens densas pesadas a rabiar enraivecidas elétricas gordas obesas tipo
baleias prontas pra despejar uma chuva chuvarada chuva que D manda – despertou
aprontou ilustrou o capitão-de-fragata Andaime Milico Assoleado um marinheiro
dos 7 mares natural de Uru casado com confeiteira de mão cheia dona Carretilha,
residentes à avenida Ney Braga em a comarca de São Mateus.
- O olho do peixe engorda a bacia
Amazônica – destacava destacou destaca a saliente Jorra (também conhecida como
Zorra) ribeirinha de o rio Dourado mesmo de a lagoa Monsarás e que cursou
faculdade em João Neiva e foi casar em Palmeira e dois anos após arrumou
colocação na loja de enfeites em geral Afeitar, esta localizada em a histórica
cidade da Lapa lapeanos altitude 910m em relação ao mar.
- O que é que há? – ocupou postou pousou
a comerciante empreendedora empresária dentista/odontóloga/odontologista e
vendedora de porta em porta dos cosméticos Caçaú-2000, sempre trabalhando em
sua cidade natal Aracruz.
- Da água pro vinho – bebeu comeu se
alimentou a anfitriã do baile já comemorando a festa de casamento da neta
casada esta netinha no santuário de São Benedito, e toda família originária de
Quitandinha limites com Contenda e Mafra.
- Turistar eu sou turista faço turismo
ecológico aventura gastronômico escalada bélico religioso arquitetônico – falou
disse tá falado o senhor pedreiro e carpinteiro fazedor de obras por empreitada
por peça por encomenda e atende a domicílio cidadão de Colatina, endereço na
praça general Carneiro entre a avenida Lídia Garcia Durão paralela à avenida
Tupinambás.
-
Tá explicado, então – adiantou inventou prestou a jovem universitária
frequentando a faculdade de direito constitucional em o campus de São João do
Triunfo, ela que é nascida e começou seus estudos em Novo Horizonte vizinha de
Pirajuí.
- A viagem a bordo do trem turístico máquina
antiga e reformada passeio entre Aripuanã e Jandira, passando por Vilhena e
Cacoal e Itapevi e Carlos Barbosa num total de 180 km – confirmaram afirmaram
informaram comprovaram em uníssono as irmãs Premar Flóreo, a Liaça e a
Cenreira, procedentes e naturais de Barueri baruerienses topônimo de origem
tupi ‘coisa que treme’ lema ‘flor vermelha que encanta’ (o município ainda conta
mantém locais de floresta ombrófila densa).
Se nós se a gente sabe ou nem sabe o que
se sabe ou nem se sabe o que se sabe é o que nem se sabe. Se se sabe se sabemos
ou deixo deixamos de saber.
Se eu chegasse a saber, como se eu
pudesse saber soubesse, o que cheguei a saber? Sem saber se realmente se sabe
disso tudo que se sabe. Notável e notabilíssimo.
Sobrevoando o município de Osasco num
balão e a Maria da Glória o Cristiano e um punhado de parentes e amigos os
guias/instrutores, boiando em o território imediações, etc. Isso isto mesmo uns
lustros 5 ou 6 e a metade da metade ainda no século 21. O grupo no ar suspenso
lá embaixo zilhões de coisas lugares e as conversas a bordo da aeronave da
embarcação, como uma nuvem periclitante:
- Que paisagem panorama longe! Que
calor! Que céu distante funcional! – comentava comentou passou a MG, olhos
oblíquos linda bonita bem linda muito bonita maravilhosa bastante leve aérea e
de lindeza comemorativa esportiva.
- E tomo nota no caderninho registro no
celular mando vídeo aos parentes nossos amigos – completou recomendou emendou o
Cris, abrindo os braços as asas como ave de rapina gavião-de-queimada
falcão-de-peito-vermelho harpia ou gavião-real...
- Um número gigante numeroso de
entretenimentos, contar ver descobrir enxergar observar escutar compartilhar
fotografar gravar entender conter – escolheu preferiu preferindo a jovem
Alamares, empreendedora do ramo de turismo ecológico no distrito de São Luiz do
Purunã o município de Balsa Nova.
- É quase de graça – relacionou arranjou
arranjando um dos instrutores a instrutora Rabaçã e residente em Rio Bananal,
com as vias públicas a rua Guaicurus e avenida Cachoeira limites com o parque
Dom José.
Os tempos são estes e aqueles. As
pessoas lembram veem apontam ouvem respiram riem trocam e-mails. As pessoas
olham pra baixo e pouco pra riba. Os tempos são estes e poucos foram embora
foram outros. As pessoas aí na nave no cesto do balão e em bando em grupo
risonho alegre as pessoas tinham o que olhar nem nada o que fazer nem pra onde
ir e ficar muito observando.
Lá por baixo a coisas mudavam de lugar e
a ilha das Peças junto a praia da Canelinha e a praia da Fortaleza ou Fortaleza
NS dos Prazeres a ilha do Mel o saco do Tambarutaca. Graciosamente e
deleitosamente.
- Nem há como duvidar do nosso criador o
D Todo-Poderoso – noticiava MG.
- Os crentes e devotos somos todos nós e
muitos mais – contava o Cris.
A planície o planalto o altiplano os
morros as coxilhas os barrancos os vales e canhadas o rio das Antas. E da água
na boca ver os pontos de atração turística e reserva biológica rebio de
Comboios o entroncamento de vias rua Tomé de Souza mais rua Mém de Sá e ainda a
rua Estácio de Sá a catedral basílica menor NS da Glória (construção do
arquiteto José Augusto Bellucci e muito local de peregrinação e união com o
sagrado) o parque do Ingá no miolo no centro no cerne de Maringá.
O pessoal em o balão, este rajado raiado
em azul e verde boiando no ar com os golpes do vento oscilando todavia
desequilibrado se equilibrando no ar em pleno céu e tal e qual, o grupo o bando
conversava conversando animado indicando observando:
- Porque sim e se fala se falou vai
ainda se falando muito nisso e naquilo – comentando guardando guardava a MG,
airosa boa aparência bom ar corada ótima.
- Tudo que se vê que vemos é perto é
longe é daqui ali e mais muito talvezes é comercial e honesto, rá-rá-ráaaa!...
– reorganizou vestiu vestindo o Cris, já baldoso e cheio de manias fazeres
hábitos temperamentos características idiossincrasias.
- Vamos ser sinceros – gritava ditava
recomendava a dona Estância, a mandamais do restaurante vegetariano Libação em
o centro da festiva movimentada rica cidade de Campo do Tenente.
- Um chão um solo um piso de ação pura
aceitação emoção gestão promessa pacificação atenção participação conglomeração
patinação – destacou provou provando um senhor nascido em Marilândia e que daí
partiu procurar estudo e trabalho em Reginópolis e depois pra Rio Negro e empós
Jaguaré e agora mesmo está em Antônio Olinto.
- Tempo é dinheiro – emergia tributava
conferiu o turista de Sooretama, fulano senhor que veste sempre vestindo vestuário
de roupa social calça azul-marinho e camisa polo na cor verde-esmeralda.
- Tenho visto e muito apreciado as matas
os capões o arvoredo e sucupira-da-terra-firme, carnaúba, gameleira-de-pinga,
jeritacaca, aroeira-do-mato – prestigiou prestigiando prestígio da dona
Faustosa, esta senhora casada com Cartola e 3 três filhas a Nesga a Fisga a
Fenda em o bairro Baleia-Franca já a avenida Bento Munhoz da Rocha Netto, e
desde 2020 todos no município comarca cidade de Carapicuíba.
- São já outros quinhentos – achou
achava continuando o achado a fulana original da urbana Tijucas do Sul
tijuquense ou tijucana casada com fulano povoação de Bituruna biturunense
‘união e trabalho e progresso’.
- Meus parabéns o campo a montanha as
praias os morros o céu anil – revisou a ungida e vista admirada de tanto
fascínio a estudante de psicologia jovem Humaitá, com domicílio endereço na
praça José Maria da Silva Paranhos Júnior em a avenida visconde de Rio Branco
da cidade orgulhosa de União da Vitória.
- E lavar a alma – comandou a comandante
da BM de São Jorge-rs, dona beltrana nascida originária da comarca de Pinhão.
- Que leve que leveza que suavidade que
alma benéfica favorável respirável pura venerável encantada adorável – aliviou
alçou alevantou a monja zen orientadora no mosteiro budista de Cruz Machado,
escalando ingrememente a rua Aldyr Garcia Schlee.
- Bem na hora h-agá – brilhou coruscou e
mesmo outorgou o prefeito de Agudos do Sul, casado com beltrana oriunda de
General Carneiro.
- O cão Avião farejava no galpão,
tesoura de esquilar tosquiar cabresto rédeas estribos boçal candeeiro – alertou
um aviso um aparato a fazendeira estancieira patroa com campos e coxilhas em
Dom Pedrito, natural de Paraná a boa Mandirituba.
- Grandes vastos verdes o vasto verde
como campos de futebol, talhões de azuis azuizinhos como hortas plantações de
repolhos, morros elevações barrancos em cinza ou areia como dunas em ondulações
ondas encapeladas – fotografou filmou no celular a fotógrafa iutuber sicrana
cidadã de Palmas-pr.
- Jerimum é o mesmo que abóbora e ou
moranga – detectou comprou pagou a dona de casa mãe amável compradora de garrafas
de vidro vazias para pintar e vender como suvenir lembranças recordações de
Coronel Domingos Soares.
Na altura das aves pombas-rolas
cararapirás papagaios-verdadeiros... acima sobre as árvores mangabeiras
mangues-de-água-doce manacaranas mamoeiras-miúdas... distante dos zumbidos
ziziar dos insetos buscando alimento em festa nas flores e zoófilos...
avistando as sobrevoando as comarcas de Porto Vitória, Guaratuba, Cafelândia,
Santana de Parnaíba... Lá embaixo deambulavam os pedestres bípedes as formigas
os cavalos as éguas os bois nelores os carros os navios os trens os rios...
E como foi é que é, e como foram é que é
o pó; e como é que foi ou foram é que é a poeira. Exemplarmente e textualmente.
As nuvens grossas crispadas nos gestos
nos voos, cenhos carregados cerrados na emoção, músculos fibras ossos tensos
batendo bugigangas chocalhos búzios em a força bruta. Espacialmente e
especialmente.
E o que se conta? E o que se diz? E o
que se lê? É o que se tem e temos. É o que se vê e vemos. É o que se anda e
andamos. Realmente e efetivamente.