O relógio o cronômetro nem havia
despertado (pois eu nem o havia colocado a despertar), acordei já admirando a pacífica
luz filtrada filtrando-se através da veneziana (aos poucos a luz e conforme o
caso, umas 5h15min), com certeza com sorte com verão sinergia sinestesia a
pleno o sol forte solar lá fora (que eu adivinhava e sabia).
“Já sei, já compreendo e minha ideia
funciona” – penso eu.
“Que seja eu e meu outro eu os dois
juntos unidos dois de mim mesmo nós ou quem quer que se decida decido determino”
– repenso eu, e ou o outro mais de mim.
O sol o som o universo passou cruza
o marco da porta da janela do portal da cancela e veio vem chegou aqui fora
hoje agora aparece mesmo assim mesmo e em pessoa astro/fenômeno pergunta/resposta.
A praia de Camburi a ciclovia ciclorrumo ciclorrota cliclocaminho, percurso
sugerido e sinalizado. Bem bom assim cedo madrugador, o verão de pronto
aprontado alvará licença para exercer o comércio declarações testemunhas
depoimentos testemunhos questionários formulários petições.
Num salto num impulso e ímpeto
agitado ou frenético mesmo na carreira, o astro-rei consegue conseguia espiar
aí pelas tantas às 5h e 20min. Sim e talvez que a estrela da manhã podia queria
devia aparecer e voltar. Voltava acendendo o dia despertando as horas e os
compromissos conexões confirmações doações concessões privilégios legitimações
restituições habilitações aplicações considerações.
Um solar sol magnífico e começo de
deuses e deusas. Viajando viagens intergalácticas distantes enormes infindas
observando espiando sindicante sindicar investigando inquirindo determinando
registrando conferindo valorizando.
- Em verdade me sobra tempo – apoia
D Superprodução Atrator Arco-Íris, cheio de caixas arcas baús pacotes pastas
arquivos cofres malas bornais patronas mochilas patuás.
- De modos mundos e fundos que compasso
o tempo passatempo – reapoia D Cunha Cavilha Chaveta, um empulhador um medíocre
um farsante todo alienado sinuoso contornador controlador.
Estava a manhã luminosa veraneio coesão
cooperação e aí toda a cidade todas as cidades. O céu azul estupendo digno
nobre descentrado fuzilado de calor luz fogo. Peripécias que o sol, assim a
lua, proclama nomeia assalaria reclamar reclame.
Terra e mar e ar (terramarear):
pizza de chocolate.
Prosternar-se, prostrar; lamaçal,
lamedo; deprecar, suplicar, implorar.
Atação, atar; galé, pichelingue,
pirata, corsário, undícola, alcatruz; cabala, místico, esotérico, taumatúrgico,
épico, seráfico, beatífico.
Paxiubamirim, cipó-cravo;
candiru-vermelho, congro; tauató, pitiguari, tarasca.
Jipioca, bariricó, fedegoso-do-pará,
erva-de-são-joão; piraiapeva, bagre-morcego; curiavo ou bacurau,
papagaio-do-mangue, maitaca, tururim.
Quão distante está a cidade de
Candeias (candeense ou candeiense, ‘luz para a revelação das nações’, rua Joana
Angélica com a rua Boa Vista; localidade da primeira exploração de um poço de
petróleo no B - 1941) da cidade de São Paulo (capital)? Sim, o distanciamento
parece enorme uma longitude logística grande gigantesca.
g- grandevo, gadanha, guizeira,
gadanho, garraio, guindar, gargalhante, gnose.
l- longevo, leniente, lenitivo,
lambaraz, lambisqueiro, lambeiro, lambareiro.
o- obovoide, obóveo, odre, odreiro,
orizoide, oés-sudoeste, ocurso, oblação.
r- roqueira, roga, rodeira,
rapsódia, recompilação, rendição, renúncia, retocar.
i- idoso, improbidade, impetrante,
irascível, içar, injunção, injungir, inquérito.
a- ancinho,
alfanje, áulico, achaque, arbitrário, abusivo, alcatifa, alfombra.
Sim, os avós foram até a praia de
Piúma. Sim, precisava o sol. Horário comercial prosaico comum trivial
corriqueiro. Verão munaia exuberante algo desproporcional. É assim mesmo que é.
E oquei, quinas-de-cuiabá na calçada ao longo fila indiana durante a
assoberbada sobrecarregada avenida Vaz Ferreira co’a rua Coronel Luís Azevedo.
- Me serviu de atenuante. Isso
mesmo, e num certo sentido. O que em absoluto – conta meu avô, que um dia foi requintado
diagramador.
- Mas continuo com uma sonolência. E
até amofinada aborrecida apoquentada – reconta minha avó, uma cozinheira de
mão-cheia e santa de aréola estrelada 5 estrela.
Eu e eu mesmo trabalhava
trabalhávamos de médico medicinas urbanas na aldeia dos carafauiana. Manhãs de
imiscuir-se tomar parte em. Tardes serenidade sereníssimas. Noites de balbúrdia
e assembleias comissões juntas associações.
“Os papéis documentos que leiloei ou
rifei em uma hasta pública” - penso eu.
“Minuta dos processos rascunho
primeiras redações” – repenso eu outro.
p- plangente, plectro, poião, poial,
pedra-braba, pleito, palangana, pungente.
a- adufa, anteparo, albarda, alarve,
alarvaria, aviltar, atrabiliário, aldraba.
n- nheengaíba, nhenhenhém, neo-acadêmico,
navio-escola, naufragoso.
t- transido, tafetá, tresandar,
trocista, teatino, truz, tocaia, trunfa, transgredir.
u- usura, umbria, usurpar, universo-ilha,
ubiquação, ugalho, unanimar, urbe.
f- florão, foro, fenotípico,
fenótipo, forção, forasteiro, farrista, fitobiologia.
o- ovante, ourives, ostraceiro,
oxidabilidade, ostracismo, ourelar, oscular.
Tô lendo um sujeito-beltrano-livro
‘Boca do Inferno’, de Ana Miranda. Além de Gregório de Matos Guerra tem outro
padre Antônio Vieira. Lembrei d’Os Sermões do Padre Vieira’. A história (um
tanto romanceada recheada ornada) se passa no final do século XVII, Salvador.
Muito se ouvia o tilintar retinir vibrante dos circunstantes circulantes magotes
amontoados povo que passava de a pé liteira carruagem sege serpentina. Uma
chusma um populacho turba fazendo confusão garabulha embrulhada trapalhada.
Senhores peralvilhos janotas casquilhos peraltas. Senhoras senhoritas meio que
ocultas embiocadas escondidas camufladas.
Depois da leitura durante a leitura
eu pensei minha alma deduziu intuir, falamos diante do espelho ou gravando no
celular (insuficiente, recorrente, complementar):
- Fui e fiz concurso para
preenchimento provimento de cargo emérito sábio eminente sublime e bem
remunerado – digo eu, determinado (impressionante).
- Depois disso serei ainda membro
professor divulgador editor diretor ensaísta organizador fundador presidente
conselheiro do instituto brasileiro de cultura esporte turismo e lazer – redigo
ainda eu mesmo, irresistível (alternativo).
Umas aves chegaram até aqui minha
janela, e pareciam procurando que queriam algo comum habitual. Olhei que era um
casal de apaixonados e saíras-preciosas ou pedreiros ou pipiras ou arapaçus. De
repente... de supetão... ‘plou-plou!...’ Tentei dialogar com eles ouvi-los
presenteá-los recomendá-los animá-los vê-los mais de cerca. Cantaram assim
mesmo, ‘tio-tio-tio-tiiiiio!...’ Busquei o celular para uma foto, e fui vou pretendo
descobrir a espécie. De súbito... de repentemente... ‘clou-clou!...’ E talvez
nem acharam o que queriam ou entenderam o que estavam procurando... voaram...
‘flou-flou!...’ Um voo pra onde for... e juntos, os justos.
E essas coisas acontecem comigo e
quase diariamente. Acontece a mim mesmo e a minha outra pessoa ou alma
intuitiva. O que me faz comentar comigo mesmo ainda:
“Para ter paz e um lugar tranquilo
como assim a praia dos Magalhães a praia das Bananeiras a praia das Cordas o
rio Águas Negras, em Governador Celso Ramos” – penso eu, este sou eu natural e
caminhando descalço pegadas na areia molhada.
“Todos esses dias são indiferentes,
todas as horas são indiferentes, todas as cidades são diferentes, todas as ruas
estão aí para serem percorridas indiferentemente” – repenso pra mim, sendo já
solilóquio espirituoso estilo rococó decorativo século XVIII.
v- virga, vedor, vitualha, víveres, vogar,
venal, valhacouto, voragem, vexado.
e- embusteiro, escanção, especular,
especule, espeque, escora, exarar, esvurmar.
r- remoque, rapioca, rapace,
rapinante, retrogressivo, retinto, resistibilidade.
g- gelosia, granjear, guedelha,
garatuja, grilhão, grilhagem, gofrar, golado.
a- ateu, aludir, andaluz, alogia,
aforismo, assacar, avexado, afrontado, arraigar.
Eu e eu mesmo estávamos almoçando no
restaurante Édito Contemplador. Quando me dei conta e me ouvi dizer ou pensar
ou imaginar ou sonhar acordado:
“Quem é, de onde vem, de que se
trata?” – penso eu, atestado revelado aprovado como doutor médico curandeiro
boticário feiticeiro pajé xamã pároco padre-cura.
“Sou arambareense de Arambaré e moro
na rua Ormezinda Ramos Loureiro namoro ela da vizinha rua João Gonçalves da
Silva” – repenso eu outro ambivalente, muito prudentíssimo fidelíssimo
diligentíssimo ainda tudo ao mesmo tempo.
Terra e mar e ar (terramarear):
pizza de açaí.
Abrigo, esconderijo, remoinho;
bátega, aguaceiro ; epílogo, desfecho, desenlace, remate, complemento.
Areísca, pincenê, escarpim;
enevoado, entroviscado, turvo; auspício, pressentimento, presságio, prenúncio.
Cachimbo-de-jabuti; arroio Velhaco;
beija-flor-de-papo-branco, grimpeiro.
Macela, guaricanga-de-bengala;
piraíba, piracema; curica, batuíra-de-coleira.
Depois de mim o outro de mim outro
eu mesmo (que sou repartido em 2 andares) me observou ou nos observamos, um
caminho a dois lugares ou vice-versa:
“O tempo bom que estudava na EEIEF
João Bráulio Júnior, sempre em a rua Júlio Tavares na esquina da outra rua José
dos Santos” – penso eu, me lembro.
“Dessa fase eu me recordo e já
estava um tanto meio quem sabe avulso separado desirmanado ou me desintegrando”
– repenso eu, me conta outro de mim.
c- charameleiro, charamela, cumbuca,
cuia, cabaça, cuiambuca, corretor.
o- ofegar, ortolexia, ozonizar,
oxente, orofacial, outorgante, ouviela, orçada.
g- galhofeiro, garrocha, galharda,
garbosa, gorgolão, galanteio, garço, galeio.
i- impar, iguaria, imputar, impute,
indeferir, inextricável, indestrinçável.
t- tascar, tramitação, trâmite,
triaga, teriaga, torcicolo, toral, tribufu, tributo.
a- apóstata, atafaia, atafal,
abominável, abominado, abominando, abominoso.
r- relação, recalcitrar, retorquir,
replicar, rebuço, refrega, referir, relator, rixa.
Por que o sol concorda com esse
disparate? Por que a lua concorda com esse encarecimento valor (valorização)
elogio? Por que a ilha Cajaíba concorda com esse eruditismo erudição erudito? Por
que a praia Brava (em Caiobá ‘povo da mata’) concorda com esse bajoujar adular
lisonjear bajular? Por que a cidade de Toritama concorda com essa avenida
Severino Ramos Cordeiro de Melo lado a lado com a rua João Joaquim da Silva?
Por que as estrelas concordam com esses espartilhos cornijas balangandãs
penduricalhos enfeites? Por que as abelhas tibunas, ‘zi-zé-zuuuu!...’
Amanheceu em uma atmosfera mágica. Responsabilidade
viável. O prumo o plano o nível. Nasceram nasciam gentes plantas bichos pedras.
O rio Braço Norte Direito o rio Braço Norte Esquerdo o rio Itapemirim, em o
Espírito Santo. Os alaridos grunhidos deboches e grunhição rebuliços trapes-zapes...
E tava só o primeiro minuto.
“Começar por onde? Capitania,
província, Estado e donataria sesmaria gleba” – penso eu, minha origem e bioma.
“De retificação em retificação. O
lago a lagoa a baía o banhado o pântano o alagado e aluvião” – repenso eu, disso
eu sei e completo complemento.
Um rio um início de carreira sempre
foi e parece aparece pro mundo como um córrego ou riacho miniatura. A gruta do
Maquiné. Um absurdo vem depois, e espontâneo. O distrito de Itaici ‘fileira de
pedras ou fonte de pedras’ em Muniz Freire. Somente comparece após o próximo
absurdo. O parque nacional pana do Caparaó. Um verão só virá realmente veraneio
com um bando de andorinhas-do-barranco.
“Como chegar já sabendo a saber? O
mato cheio, o morro mocorongo caipira tabaréu, o rio corrente correnteza
encachoeirado” – penso eu, comento.
“Se eu sei o que é importante, eu
sei? E o vale o boqueirão a perambeira o perau o penhasco a chapada a vereda a
enseada” – repenso eu, recomendo de mim.
Fui e já e pronto fazer minha
caminhada acompanhando o ribeirão Mumbuca o lago Guanabara. Palavra-ônibus para
porreta, ou seja, para bom muito bom ótimo confiável leal legal prestimoso.
Também aquela homenagem ao verão e macucos ‘réu-réu-réeeeu!...’ mutumporangas
‘pio-pio!, pio-pio!...’ gavião-de-penacho ‘ih-éeee!...’ carrapateiro
‘vi-ru-riiii!...’ E interpelaram interpelavam açuçuaparas lagartinhos-de-arambaré
e maúbas tarumãs-de-espinho catingas-de-tamanduá, já confrangidos monótonos
desenxabidos. Devassidão libertinagem licenciosidade. Uma experiência
fascinante e dilacerada lacerada rasgada despedaçada. Sem dúvidas uma temporada
temperatura novamente inacabada inacabável inabalável inadiável incomparável.
Fiquei atento aos cheiros perfumes
odores olores que o ar carregava de lá pra cá. E o ar morno agradável suave
seco verde. As plantações o mato e os pássaros azulões-da-serra,
bem-te-vis-rajados, saíras-negaças, chocas-do-acre... Sempre e a cada dois
passos o céu azul o sol fornalha as raras nuvens muito altas esgarçadas rastos
de aviões.
“O que poderia impedir cercear
cortar podar? Para ter certeza o consolo conselho sabedoria religião férias
prêmios bônus” – penso eu, convencendo.
“Onde a capitulação e simonia
simoníaco? Para se ter abraços a certidão programação itinerário registro
datação informação encontro comprometimento justificação instrução” – repenso
eu, comigo meu sócio volátil.
Sim, uma manhã tão boa e simpática e
propícia e suave aproveitável. Uma tarde calorosa amistosa praieira e
aproveitável. Uma noite descontraída descortinada disparada distribuída saudosa
e aproveitável. Um dia inteiro territorial visionário compulsório terapêutico
anódino banal desbordado e até pedestre esportivo.
Terra e mar e ar (terramarear):
pizza de marmelada.
Catana, seara, cabriolé, charrua;
aguadeiro, aguaçal; fátua, vaidosa, presumida.
Salva-do-campo, coirana-amarela,
cidrilha, cordão-de-frade; taraíra, surubi, mandi-chorão; maitaca-roxa,
trombeteiro, pica-pau-dourado, paroara, chincoã-pequeno.
Perambulei perambulo pela cidade
ruas e ruas paro em frente do comércio lendo nomes nomenclatura nas praças esquinas.
O museu Joaquim José da Natividade e o burlesco cômico farsesco caricaturesco.
Também os verões aqui parece que nem são descontados assalariados jurados como
fazem uso utilizam lá na serra Gaúcha.
- Então, por que eu nem podia me
lembrar do nosso passado? – disse ele, falado.
- Pensei, pensei que nem viésseis – redisse
ela, olhar olhando séria.
O sol acabava de partir sair descer
o oeste. Roçagares de folhas secas empurradas pelo vento sul. Quatis
saltitantes. Tonitroante trânsito de carros. Praticamente a praça Memorial 17
de Julho e já contornando a rua Baronesa de Bela Vista com a rua Unapitinga. O
destino espaçoso e desvencilhado destinado consentido.
- Nas minhas idas e vindas viagens
ao redor dos mundos e fundos cidades e Tupanciretã tupanciretanense ‘terra da
Mãe de Deus’ e São Thomé das Letras letrense e Santo Amaro e Três Corações e
Cruz Alta... – diz jebaru, operário corretor jovem mancebo perfilhado saboeiro.
- E também conheci rapidamente
compulsoriamente necessariamente as cidades e Luminárias e São Bento Abade e
Jari e São Miguel das Missões e Santiago... – rediz erva-cidreira-do-mato,
tecelã jovem moça música e cada dia mais linda linheira que tem elegância
vertical bem-apessoada bem-vinda bendita.
Hoje mesmo, vejo e revejo, grande
parte do céu está bordado de nuvens aromáticas. E umas luzes cores pueris
infantis viajando em pequenos palanquins ou pálios sobrecéus portáteis
carregados pela brisa. Ótima tarde a todos!
- Tenho tido tantas várias coisas
caemes a percorrer andar viajar milhas que nem duvido que já fui e voltei de
São Francisco do Conde e Saubara e ilha dos Frades e praça João Carlos Augusto
Monser e área aldeia tribo dos arachã e lagoa do Graxaim... – comenta estuário
Guaíba, casquilho janota bem vestido tonsurado.
- Sou professora de matemática e me
alimento de números. Faça chuva ou faça sol já vou eu para Conceição do Rio
Verde e Lambari e Baependi e Cruzília e Madre de Deus... – recomenta lagoa
Mirim, batizada crismada catequizada comungada e de lambugem cabelos eriçados
encrespados arrepiados desgrenhados.
Saí rumo em forma via trilha pra
exercitar caminhando escalaminhando. As intenções a aparência as essências
(estas invisíveis, metafísica). Pensando analisando a semântica. Ouvindo
pássaros abelhas besouros fonemas. A temperatura as luzes luminímetro solar num
átimo os raios ultravioletas fulgurantes muito relampejavam lampejando fulgiam.
Pela sombra desenhada das uvaieiras. Admirando araucárias.
- Tentei tento tentarei decifrar os
mistérios quebra-cabeças enigmas – disse tio Práxis, pensamento em ebulição
fervendo e prático concreto completo sólido.
- Se há havia haverá magia mágicos
mágicas tentando adivinhar despachar – redisse tia Sóror, ideias em calhamaço e
manhosas enganosas capciosas cavilosas.
z- zote, zângano, zurzir, zombaria,
zorreiro, zoófilo, zonzo, zonzar, zipar.
o- ordinário, ordenhador, opilado,
obstruído, osso-de-cavalo, orquestral, orgíaco.
m- mofar, mermar, mefítico,
maldizente, mordaz, mezinha, mofino, muxiba.
b- barrela, basbaque, bandarra,
batoteiro, burilar, briologia, brizolão, bombo.
a- apolegar, apalpar, acossar,
arroba, abjurar, arrefecer, açoitar, avarento.
r- rogo, requebro, ressabiado,
retireiro, ralear, ralentar, retórica, rubricador.
A rua passa no seu passar passo a
passo a pé de moto e automóvel. Ventos de 60 e até 80 quilômetros por hora,
acelerados. Poder poderoso poderíamos podíamos estar em Salvador, avenida
Jequitaia e a ladeira da Água Brusca. Janelas que se abrem sobre os sons do
comércio. Escondidas esconderijos olhos atrás por detrás na sombra das reixas
tramadas apertadas das gelosias e demais postigos meias-águas meiáguas.
- A qualidade tem muitos parentes e
um objetivo – diz zipedede.
- O conceito de verão remete à mania
dos lugares tropicais – rediz janatuba.
Caía uma chuva fina insistente garoa
pegajosa e temperamental. Um cavalo solto a cavalgadura arremetia contra as
árvores da calçada arbustos plantas ornamentais. Tempestade dramática choveu
tudo em 30 minutos, atormentada por trovões e raios ríspidos cáusticos
sarcásticos sovinas apoquentados aloprados inquietos marginais.
Chafariz a praça da Matriz a igreja
paróquia de São Francisco de Assis a avenida Imperatriz Leopoldina. O rio
Matoim a vegetação ciliar, com os verdes variados e presentes, acompanhava o
zigue-zague obrigatório. Réstias de cebolas penduradas ao sol nos galhos do
mututi. Ao mesmo tempo, barco-reboque puxa um navio-container.
- A praia Perequê-Açu. Os
passarinhos rumorejando. Púcaro de vinho. Agora, um panorama dilatado de verdes
– dispara D Todo-Poderoso, despojado dínamo garbo donaire e subida elevada
valiosa superior superioridade.
- Faço alusão à briosa filarmônica
banda de música bombardinos ou trombones sons da madeira metal sopro corda – redispara
D Herege, tabuísta pertigueiro prevaricador corrupto pervertido e tóxico
pestilento fétido.
- A cachoeira Lua. Oito segundos de
eco em a gruta do Carimbado. A lebre berra chia, berro chio chiado. Etimologia
de serguilha sirgo sarja droguete. Rio Paraguaçu e o discurso com todos os efes
e erres – determina D Eterno, antigo prisca e prístina dignidade e também
serôdio tardio fora de tempo extemporâneo maduro.
- Separando o joio do trigo e
contando fava por fava e quiabo por quiabo – redetermina D Homiziado, pateta
parvo indolente ocioso estafado importuno entediado enfastiado salafrário
desleal espadilha trapaceiro patoteiro endiabrado.
Para interessados a pitanga é uma
frutinha silvestre muito saborosa. Plantadas em fila uma ao lado da outra em
plena rua Tupi e alameda Barros a praça Antônio Cândido Camargo em o bairro
Santa Cecília. Arvorezinhas crescendo conforme e muita sorte e felicidade. Em
meio ao urbano e dissensões divergências discrepâncias. Que postulem postular
pedir solicitar postule almecegueiras-mansas, cuietezeiras, mata-pastos,
saboeiranas, iatás, ervas-santas, mucajás, guatambus, capins-cheirosos...
O desfiar das horas o tempo que nem
passa invisível. O mecânico diário horário atual e honesto desonesto entupido alquebrado
de araque casual por acaso. O mundo o entorno tocando música para os canguinhas
fregueses prebostes hóspedes clientes fornecedores colaboradores. Do azoto ao
nitrogênio. Do braço o muque.
“Cacilda!! O que é cumbuca? Pra que
serve?” – penso eu.
“Caramba!! O que é muquirana? Onde
fica isso?” – repenso eu o outro.
Fui pro céu viajei e lá fiquei uns
dias caminhei andei perambulei e conheci reconheci escolhi campeei comprei
vendi adquiri. No céu ainda deitei dormi toscanejei cochilei dormitei e fiquei
sonhando. Depois voei bati asas flutuei para ver do alto e buscar emolumentos
gratificações prêmios vantagens recompensas rendimentos lucros salários. Batia
as asas e vez ou outra emitia rufares e sons característicos tais e quais tolos
ingênuos simplórios. E naveguei circunaveguei circulei nadando no azul entre as
nuvens estratosféricas e já me despicar e me desforrar e me desagravar. Com
tudo isso e o mais variável em cheio em meio às chacotas atitudes ou ditos
zombeteiros.
- Polamor de D Onipresente! – digo
eu, mãos as vezes megafone.
- Polamor de NS Aparecida a Legítima
– redigo eu, e a mim semelhante.
As árvores faziam sentido ali à
beira da Baía de Todos-os-Santos, bairro Praia Grande. E então pouco podiam
fazer para absorver tanta luz e sol solar. Quase nada podia e conter conteúdos os
ditos absurdos os contrassensos e mesmo o dístico lema divisa máxima. E
estratagemas que confabulavam caçoavam e chicotear vergastavam.
- Mas bah!... Olhos flutuantes é bom! –
distribui o Sufragante, canhenho caderneta na mão e anotando raízes batatas
ervas folhagens cascas resinas óleos grãos.
- Mais záaaa!... As estrelas são
geniais desde o princípio! – redistribui a Jimbra, deplorada e carregada e
lotada das cartas alvarás ordens provisões regimentos regras autorizações
certidões cânones estatutos.
O ar puro da manhã raro raríssimo
tornava tudo mais fácil e identificado resiliente determinado criativo
assertivo perspicaz dedicado. O arvoredo mais verdejante radiante verde
luminoso tornava tudo mais simples e decorado liderado focado prático flexível
eficiente honesto íntegro empoderado bafejado. O rio Curimataí, mais do que
tudo, corria estuporado surpreso admirado espantado e espantoso.
“Agora mesmo procuro a suavidade o
cafuné a ternura o remanso” – penso eu.
“A sabedoria inteligência delicadeza
espiritualidade” – repenso eu mais 50%.
Que lua descruzou os braços calçou
os sapatos, ainda assim no lusco-fusco vesga estrábica, e saiu detrás da serra
do Divisor. A lua lesta ligeira ligeireza lépida expedita, e emergiu detrás do
deque por livre vontade alvedrio arbítrio. Uma lua lunática empertigada escamoteada,
e despertou por trás da catedral capela edícula oratório.
O firmamento celeste cravejado de
diamantes puros eternos e moedas engrupidas iludidas ludibriadas lubrificadas
incrustadas. Sem comentários...
A dona lua pensou um pouco, satélite
prateado prateada, imaginou um tanto... Aí resolveu investir passar no jardim
da coletoria no museu Wanderley de Pinho na praia do Rio Vermelho por dentro do
rio Joanes o rio São Paulo a baía de Aratu... A partir daí colher a colheita as
capituvas as candeias os guaxixins os guamirins as jequitiranas os sabugueiros
as meruquiás... E amparar tratar atender os paturis os patos-de-crista as
tacipitangas as batuíras-de-peito-tijolo as mexeriqueiras os
inhambus-relógios...
Ao longe no alto a lua domesticada. Decididamente
olhar iluminar guiar guardar as platibandas chusmas herdades fazendas quintas
bronzes cobres estanhos fanzines odes endechas antífonas... De peito aberto
brilhante como quê, tossindo raspando a garganta ‘hum!... hum!...’ e inventa inventariou
e avaliou e concluiu acabar com os exclusivos os calhordas os desprezíveis os
desonestos... Atendendo urgentemente às deprecações súplicas implorações
diatribes chiliques achaques piripaques faniquitos...
Um panorama lua por cima e mar por
baixo. Vá lá aqui acolá uns caldinhos de querelas disputas discórdias e de
repente os nefandos abomináveis infandos execráveis. Bichos do mato cabeças de
bagre unhas de fome cães de guarda rabos-de-foguete mordendo ataçalhando
arranhando roendo abocanhando escarnecendo contravindo. E catervas de
desordeiros lutando confrontando esfriando desanimando desalentando infringindo
desobedecendo escorraçando afugentando enxotando. Isso o traquejo o balançar o
bulir o verrumar a calungagem palhaçada macaquice que partia de jananaína até
alcançar o piluleiro. De adverbiados até o bastante ou os bastantes
(suficientes).
Terra e mar e ar (terramarear):
pizza de chimiê ou chimíer.
Regulamento, artigo, parágrafo,
inciso, decreto; coarador, aguador; fasto, magnificência, ostentação, pompa.
Poiá, telha-vã, pente, pincel,
tesoura, lâmina; aguacento, aguachar; máximas, apotegmas, sentenças, ditados.
Praça Gualberto Dantas Fontes; rio
Imbiruçu, rio Jacarecanga; carimbamba, curandeiro, pajé, pajelança.
Cravo-do-campo, capim-rei,
cacho-vermelho; cangulo-da-parede; vira-folhas.
O sol fulvípede pés vermelhos pés de
fogo fulvicórneo fulvirrostro fulvipene fúlvido e fulgência fúlgido fulgente. O
astro-rei se levantou solar e esticou os braços os raios o riso sorriso rindo
cantando bem-humorado bom humor. Piscou os asteriscos as meias-folhas as
meias-portas as painas as auditorias os solecismos e as sobras sobejos de
outros impactos. De repente já lavava lavou a cara o pescoço as partes escovou
os dentes penteou as crinas melhorou de tudo um pouco. E saiu andando pelo ar
escalando chaves claves notas tons sons fontes. E assim mesmo ainda passeando
correndo trotando brincando rolando derrapando surfando deslizando. Igual como
uma visão.
“Tenho sim que ativar querer tentar
suar mexer repetir” – penso eu.
“Contido confuso atônito
desorientado desatinado atrelado” – repenso eu, entendi o que eu de mim sou o
complemento eu mesmo e me gosto.
O mercúrio marcava alcançava de
sobra mormente na sombra os 38ºC. Por certo por outro sim e nem ou outro lado
há e havia mais de um porém, perfume formas vontade determinação contenda
combate rixa discórdia. Corria uma semana total atarefada inteirinha e veja aí,
verão calor viagens fantasias sonhos carnaval. Logo cedo a manhã decidida
decide decidiu tudo sozinha e vejamos as coisas: raciocínio ideia controvérsia
conversação glosa comentário crítica debate pinga-fogo.
- Léria e lábia de pessoa que fala
muito diz o que pensa – interpreta o conceitista ofaié, o cenho franzido
apertado o nariz ilustrado pensativo e talvez um pouco ou tanto temeroso
boquiaberto hesitante hesitação.
- Quanta quanto parlenda falatório
palavreado apalavrado – defende o cultivador cricati, sobrancelhas acentuadas
espaçosas testa arqueada ampla e lacônico conciso sucinto breve como às vezes
se expressando por pantomimas caricato.
Um galo cantou ‘co-co-ri-ri-cóooo!...’
em plena madruga diante da cidade. Os hóspedes do hotel Cavalo Sendeiro, no fim
das contas, acordaram ouviram e riram ‘kjá-kjá-kjá!...’ e brincaram ponderaram
examinaram com atenção avaliaram apreciaram.
E já fazia sim fazia mesmo
consequentemente muito um tanto calor úmido abafado pesado pegajoso inesperado.
Raios azuis finos, como luzes de candeias, brilhavam incidentais incidindo
contra a uma parede de tijolos à vista envernizada o prédio em frente rua Jogo
da Velha, rua esta comercial de comércio 24h processo de mercanciar mercadejar
mercancia mercados abertos feiras livres francas e estendidos.
“A real realidade é mais subida que
o calor e o veraneio” – penso eu, próprio.
“A leal lealdade é mais subida que a
ilha de Maria Guarda” – repenso eu, outro de mim dia e noite sete dias por
semana.
De mão em mão, de ouvido em ouvido,
de boca em boca, de pé em pé. Decorar repetir modificar copiar declarar. O rio
Sapucaí ‘rio das sapucaias’, já viu mandus ou paspalhões prosperar medrar
transformar transportar em o seu leito sua calha sua vala.
- Nunca me passou pela cabeça ser
cretino atrevido insolente sicofanta acusador caluniador – destaca esclarece
determina o ilustríssimo Vossenhor, um contribuinte dependente sufragâneo
subordinado agregado.
- Jamais me vi me pensei parecer ser
impostor mentiroso logrador burlador pérfido desleal traidor – mostra comprova
demonstra o ilustríssimo Vossa Mercê, um interessado cumpridor dos cânones
decretos modelos leis padrões normas regras.
Da rua maltrapilha ali chegava os
sons rotos dos carros esfarrapados o trânsito molambento agitado de um início
de tarde 14h. Avenida ladeada por renque de árvores frutíferas e caxins,
caimitos-do-monte, calafates, picões, utuapocas, taxizeiros-brancos, cuieiras,
alfavacas-de-cobra, calungas, ervões... Caminho simulado fazia parecer irreal o
que por si só já era uma imitação simulacro aparência parecer simular
aparentar.
O dia, com ou sem avalista,
hipotecou a casa e saiu porta afora mundo adentro, sem notas de venda ou fornecimento,
viajar de viagem para Capão do Cipó e Quevedos e Júlio de Castilhos e ilha de
Bom Jesus dos Passos e aldeia da tribo caiabi... Os horizontes pontos de vista
panoramas vistos e revistos decorados fotografados, queijo requeijão ricota
nata leite coalhada manteiga.
E os dias o dia tem disso e daquilo,
esconjurações conspirações prisões degredos excomunhões tormentas autos
inquéritos devassas perseguições admoestações roubos confiscos confissões
vinganças desordens. Nisso a hora parou e pensou um pouco, exalou cheirou. Nisso
os passos estacaram um pouco e pensaram, instar solicitar pedir insistir.
O diário o dia mancomunado fez as
alianças com a manhã a tarde a noite. Até mesmo com as estrelas, estas de força
aptidão amplidão, para conseguir privilégios doutrinas pragmáticas forais
regulamentos decretos interpretações avisos portarias consultas normas
resoluções execuções concordatas.
“Aqui sei nem encontro uma ou duas
palavras adequadas” – penso eu.
“Emboralá!, o que me deixa meio um
tanto marginal” – repenso eu comigo.
Da sacada do prédio Efígie e que dá
pra rua Quatermiléssima Chávena, já uma amostra dos mordazes sarcásticos
corrosivos e também, por que nem?, das festas alegrias triunfos vitórias
regozijos desfiles. Com uma semana de carnaval se compilou e reuniu e
demonstrou, pelo menos em alguns casos e já cessada a faina, os obtusos mandriões
os vadios os pataratas os vaidosos os pedantes os presunçosos os suntuosos.
Com muitos detalhes e pormenores e
episódios, em todas as temporadas embarafustadas ou arquejantes, os dias de
folia fizeram despesas pagas e as ordinárias ou extravagantes até mesmo as extraordinárias.
Quem pediu arrego nem pediu arrego para sentar escolher medir conhecer servir
arranjar. As canções os sambas se repetiam as marchinhas. E mostrou demonstrou
à história com H (esta pra todo mundo ver) o tanto de forjicar aprimorar e que
podia pode se necessita dos seus truques e cacoetes.
- Vamos aguardar, e podemos ter
ótimas surpresas – digo eu, emendando.
- Todos os automóveis podem e devem
vestir uma cor reluzente – redigo eu, já misturado em mim mesmo misturabilidade
miscível miscibilidade.
- Está atuando ou desconhece o
ofício a profissão? – digo eu, anunciando.
- Personalizar customizar o veículo
e a técnica de envelopamento ao gosto do cliente – redigo eu, me afeiçoando a
mim mesmo.
Um D manifesto umas ondas
resinguentas abespinhadas lúbricas ainda avultadas ampliadas aumentadas e outras
e mais, etc. A igreja Matriz (contígua do lado ao museu Visconde de Mauá, rua
Otacílio Charão com a rua Ílton Macedo Gonçalves) aí alguns santos e santas de
sentinela empertigados solenes imagens parados na fachada diante da pracinha. A
praia do Cassino, bem-lançada e forrada de banhistas deslumbrados unânimes pululantes,
radiava faiscava resplandecia já às 11h.
Nem importa ou exporta as dualidades
ou os rapapés e somente notável aceitável normal a diplomacia porto/mar/oceano.
Ilha Cabral, e canela-de-garça e janaúba e erva-de-muro e mapuxiqui e
umbaúba... Bandos de aves marinhas gaivotas atobás-pardos
trinta-réis-de-bico-vermelho andorinhas-do-mar-pretas... arrulhando gralhando
casquinando as risadas trocistas e trauteando cantarolando cantorinhando os
decibéis. No chão do mangue as conspirações e tréguas chafurdando fuçando no
lamaçal os coaxos chocalhos ruflares gorgolejares dos chama-marés
catanhões-tesouras cieciés caranguejos-violinistas... Maravilha es-pe-tá-cu-lo
são poucas pequenas palavras!
A lua cem por cento jeitosa já saía
de dentro do mar e cabeluda de juba molhada. E lançou se lançou escada acima
vencendo andares etapas graus degraus num movimento solto determinado. Bateu as
asas batendo as folhas as velas os pés os braços. Ainda com todas as queixas truncamentos
diálogos curiosidades cautelas graças.
“Nem procuro ter muita conversa
comigo” – penso eu.
“Hom’essa! Nem penso tanto em nada
demasia” – repenso eu, logo eu mesmo.
Es-tu-pe-fa-ção estupendo
estipêndio, ninguém de quem ou além ou aquém consegue conseguiu demover o óbvio
hilariante. Terminada a tarefa a jornada diária do dia a dia as formas os
estilos as cores os amores as densidades as expressões. Ia se criando pintando
desenhando animando animado as diferentes coisas criações.
“Nem comento cometo nada nunca com
ninguém alguém” – penso eu.
“Pra que pensar interpretar falar
alto e tanta coisa vária?” – repenso eu, onírico.
Com pressa sem correria sem
afobação, o calor e verão e luz solar e temperatura, então os extraordinários
extravagantes desvarios desvelos e recados virtuosos. Parecendo assim, como
digo, imposição interdição hostilidade intransigência desacato.
“Nem vejo nem sei que é fácil ou
inédito plantar árvores na praça” – penso eu.
“Por outro lado mais ainda fui bom
sonhador craque de jogador de futebol” – rependo eu, mais eu que outro de mim
mesmo.
Decidindo o que D Santo determina,
um sol nasce em mar aberto alto-mar e desengonçado desempregado desempenado.
Que abrasa abraça muito dourado delgado chato sutil esmagado. Com o passo pé
ante pé, o sol colige aumenta pergunta e mesmo responde recopila escreve
rascunha transcreve breve abrevia lê discute inspira sonha opina modifica pensa
dispensa repensa. De modo que as horas o patamar os pontos cardeais sejam são
foram serão controvérsias privações adversidades contrariedades aquiescências.
Que conforme quer o querer de D, o sol viaja longe corpulento.
- Nem estou, todavia, muito certo
com tudo isso e hoje – comenta ele, namorado enamorado, esperto entendido em
frivolidades ditos galantes remoques muxoxos.
- As boas cores que se vê se pinta
se pintam o céu o panorama, hein?! – recomenta ela, namorada enamorada, se
embalando balançando na cadeira de balanço ou pedalando na bicicleta pneus
balão sem gradezinha do carona.
- Já me dou conta conto cota que
preciso ir pro emprego e trabalhar um todo dia – divulga ele, amado amante,
exigente na pesquisa e sempre na escuta ainda espia espreita esquadrinha
examina escarafuncha perscruta.
- As boas novidades os bons ares vêm
do mar vêm do céu azul – redivulga ela, amada amante, orgulhosa suntuosa
luxenta suntuária faustosa pomposa e vestida de seda veludo linho lã algodão
sintético.
- Vejamos! Eu vejo o sol igual ao
sol de cada dia – opina ele, ídolo idolatrado, pacífico agradável sonhador
cheio de lembranças agradáveis.
- Uma impressão de paisagem
acolhedora e uma sensação de lazer aconchegante permanente aquecido – reopina
ela, ícone icônica, propalando divulgando espalhando tornando público
reiterando os seus nobres sentidos dotes sentimentos.
Mesmo a manhã toda manhã nas manhãs
de primavera verão, sempre que as aves acordam temos música ao vivo. Quando as
aves acordam, o sol acorda depois e bate as pálpebras estica os braços. Quando
a manhã aparece amanhece, o céu vem junto e faz o mesmo comum diário em amplo sucesso
universo multiverso prosa e verso.
- Sim, e tudo tanto quanto tal e
qual alegre suave aconchegante – diz o clima, a testa a fronte o cenho cerrado
carregado perfeito lógico clássico harmonioso.
- E tenho e mantenho todos os
motivos efusivos festivos comemorativos – rediz a temperatura, os olhos bons
reverentes esverdeados calmos simétricos regulares.
A sorte surgia veio apareceu do
nada. Sempre de dentro do vazio. Uma brisa rápida e fresca na sequência em
seguida. Tudo agitando agitava a vegetação a floresta crassa grossa espessa
densa fechada verde viçosa e caramurus, catuabas, marmeleiros-brancos,
abutuas-pretas, jurubebas, congonhas-caixetas... As gentes as pessoas vão e vêm
a pé de carro, sem tramoia insídia intriga emboscada tocaia cilada, e rodam
andam na avenida Jeritiba por horas na velocidade de 80km/h escutando o som do
tráfego.
- O que eu vejo daqui do balcão
inspeciono fiscalizo fiscal inspetor – monitora descola fala o papa-formigas,
cantor das primeiras horas da manhã bem cedo.
- Quem diria o que vou dizer eu
mesma tenho a dizer? – repergunta reindaga reinquire a sururina-da-serra, nasceu
natural de Guaíra cresceu passou a adolescência em Olímpia se mudou aos 17 anos
para Monte Azul Paulista fez faculdade de psicologia na ufsc campus de Colina
se especializou em terapia relacional sistêmica na ufrgs campus de Colômbia
recentemente arrumou trabalho numa clínica de Severínia (coordenadora de
pesquisa em cotidiano escolar) e mora na vizinha Jaborandi em a rua dos Baníua.
As senhoras plantas flora (debrum ou
fita ou filete ornando a barra do vestido da saia) os senhores arbustos flora
(boné ou boina ou touca) olham olhavam as quataquiçauas floridas os marmeleiros-do-campo
frutificando disseminando e multiplicando sementes grãos painas plumas folhas
secas. E assim mesmo distraidamente dissipadamente dispersar, todas as horas do
dia (dia e noite), dependendo demorada e instantemente sempre prosseguindo e
sorteando semeando. Pois o mundo é isso está aí e merece, se merecem.
- Que nem consigo fazer e percorrer
todos os cantos e recantos – diz o sol.
- E fazer e parar e descansar por um
só instante nem é possível – rediz a lua.
Conto que contam e acontece
aconteceu em Barretos barretenses ‘todos somos irmãos’ o bairro Maiêutica a
praça Francisco Barretos a estação cultural Placidino Alves Gonçalves avenida
Aristides José Anastácio paralela à avenida Antônio Machado das Dores. Assim
mesmo e comparado comparação tudo aproximado com o mundo físico tal e qual
talvez como festa junina, desfile de gado leiteiro e de corte, parada de 7 de
Setembro, autoescadas mecânicas, uniformes dos agentes municipais, tambores,
conhecimento epistemológico, gordinhos fritos ou pastéis com caldo de cana
garapa...
“Como é que posso dizer e desdizer e
refazer?” – penso eu, sujeito.
“Como poderei poderia pensar
repensar e imaginar?” – repenso mesmo eu.
Uma manhã pertinente pertinência e
glória póstera futura certa descortinada redescoberta retomada em a paisagem
delgada. Tinha e tem uma queda-d’água no fundo da boa vista e entre as árvores
verdes viçosas. Sem optar sem opor-se ou soverter subverter, muito de cumprir competir
entender rivalizar colaborar construir usufruir.
Luz
solar pulverizada distribuída flutuante fluída etérea aéreas cromática, oi!...
E este mundo de conquistas vasto
aparelhado, portanto imenso no universo. A glória faz muita diferença, sabendo
por que e o que e aonde iremos queremos chegar.