quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

A glória XI

 


 

            O relógio o cronômetro nem havia despertado (pois eu nem o havia colocado a despertar), acordei já admirando a pacífica luz filtrada filtrando-se através da veneziana (aos poucos a luz e conforme o caso, umas 5h15min), com certeza com sorte com verão sinergia sinestesia a pleno o sol forte solar lá fora (que eu adivinhava e sabia).

            “Já sei, já compreendo e minha ideia funciona” – penso eu.

            “Que seja eu e meu outro eu os dois juntos unidos dois de mim mesmo nós ou quem quer que se decida decido determino” – repenso eu, e ou o outro mais de mim.

            O sol o som o universo passou cruza o marco da porta da janela do portal da cancela e veio vem chegou aqui fora hoje agora aparece mesmo assim mesmo e em pessoa astro/fenômeno pergunta/resposta. A praia de Camburi a ciclovia ciclorrumo ciclorrota cliclocaminho, percurso sugerido e sinalizado. Bem bom assim cedo madrugador, o verão de pronto aprontado alvará licença para exercer o comércio declarações testemunhas depoimentos testemunhos questionários formulários petições.

            Num salto num impulso e ímpeto agitado ou frenético mesmo na carreira, o astro-rei consegue conseguia espiar aí pelas tantas às 5h e 20min. Sim e talvez que a estrela da manhã podia queria devia aparecer e voltar. Voltava acendendo o dia despertando as horas e os compromissos conexões confirmações doações concessões privilégios legitimações restituições habilitações aplicações considerações.

            Um solar sol magnífico e começo de deuses e deusas. Viajando viagens intergalácticas distantes enormes infindas observando espiando sindicante sindicar investigando inquirindo determinando registrando conferindo valorizando.

            - Em verdade me sobra tempo – apoia D Superprodução Atrator Arco-Íris, cheio de caixas arcas baús pacotes pastas arquivos cofres malas bornais patronas mochilas patuás.

            - De modos mundos e fundos que compasso o tempo passatempo – reapoia D Cunha Cavilha Chaveta, um empulhador um medíocre um farsante todo alienado sinuoso contornador controlador.

            Estava a manhã luminosa veraneio coesão cooperação e aí toda a cidade todas as cidades. O céu azul estupendo digno nobre descentrado fuzilado de calor luz fogo. Peripécias que o sol, assim a lua, proclama nomeia assalaria reclamar reclame.

            Terra e mar e ar (terramarear): pizza de chocolate.

            Prosternar-se, prostrar; lamaçal, lamedo; deprecar, suplicar, implorar.

            Atação, atar; galé, pichelingue, pirata, corsário, undícola, alcatruz; cabala, místico, esotérico, taumatúrgico, épico, seráfico, beatífico.

            Paxiubamirim, cipó-cravo; candiru-vermelho, congro; tauató, pitiguari, tarasca.

            Jipioca, bariricó, fedegoso-do-pará, erva-de-são-joão; piraiapeva, bagre-morcego; curiavo ou bacurau, papagaio-do-mangue, maitaca, tururim.

            Quão distante está a cidade de Candeias (candeense ou candeiense, ‘luz para a revelação das nações’, rua Joana Angélica com a rua Boa Vista; localidade da primeira exploração de um poço de petróleo no B - 1941) da cidade de São Paulo (capital)? Sim, o distanciamento parece enorme uma longitude logística grande gigantesca.

            g- grandevo, gadanha, guizeira, gadanho, garraio, guindar, gargalhante, gnose.

            l- longevo, leniente, lenitivo, lambaraz, lambisqueiro, lambeiro, lambareiro.

            o- obovoide, obóveo, odre, odreiro, orizoide, oés-sudoeste, ocurso, oblação.

            r- roqueira, roga, rodeira, rapsódia, recompilação, rendição, renúncia, retocar.

            i- idoso, improbidade, impetrante, irascível, içar, injunção, injungir, inquérito.

a-      ancinho, alfanje, áulico, achaque, arbitrário, abusivo, alcatifa, alfombra.

            Sim, os avós foram até a praia de Piúma. Sim, precisava o sol. Horário comercial prosaico comum trivial corriqueiro. Verão munaia exuberante algo desproporcional. É assim mesmo que é. E oquei, quinas-de-cuiabá na calçada ao longo fila indiana durante a assoberbada sobrecarregada avenida Vaz Ferreira co’a rua Coronel Luís Azevedo.

            - Me serviu de atenuante. Isso mesmo, e num certo sentido. O que em absoluto – conta meu avô, que um dia foi requintado diagramador.

            - Mas continuo com uma sonolência. E até amofinada aborrecida apoquentada – reconta minha avó, uma cozinheira de mão-cheia e santa de aréola estrelada 5 estrela.

            Eu e eu mesmo trabalhava trabalhávamos de médico medicinas urbanas na aldeia dos carafauiana. Manhãs de imiscuir-se tomar parte em. Tardes serenidade sereníssimas. Noites de balbúrdia e assembleias comissões juntas associações.

            “Os papéis documentos que leiloei ou rifei em uma hasta pública” - penso eu.

            “Minuta dos processos rascunho primeiras redações” – repenso eu outro.

            p- plangente, plectro, poião, poial, pedra-braba, pleito, palangana, pungente.

            a- adufa, anteparo, albarda, alarve, alarvaria, aviltar, atrabiliário, aldraba.

            n- nheengaíba, nhenhenhém, neo-acadêmico, navio-escola, naufragoso.

            t- transido, tafetá, tresandar, trocista, teatino, truz, tocaia, trunfa, transgredir.

            u- usura, umbria, usurpar, universo-ilha, ubiquação, ugalho, unanimar, urbe.

            f- florão, foro, fenotípico, fenótipo, forção, forasteiro, farrista, fitobiologia.

            o- ovante, ourives, ostraceiro, oxidabilidade, ostracismo, ourelar, oscular.

            Tô lendo um sujeito-beltrano-livro ‘Boca do Inferno’, de Ana Miranda. Além de Gregório de Matos Guerra tem outro padre Antônio Vieira. Lembrei d’Os Sermões do Padre Vieira’. A história (um tanto romanceada recheada ornada) se passa no final do século XVII, Salvador. Muito se ouvia o tilintar retinir vibrante dos circunstantes circulantes magotes amontoados povo que passava de a pé liteira carruagem sege serpentina. Uma chusma um populacho turba fazendo confusão garabulha embrulhada trapalhada. Senhores peralvilhos janotas casquilhos peraltas. Senhoras senhoritas meio que ocultas embiocadas escondidas camufladas.

            Depois da leitura durante a leitura eu pensei minha alma deduziu intuir, falamos diante do espelho ou gravando no celular (insuficiente, recorrente, complementar):

            - Fui e fiz concurso para preenchimento provimento de cargo emérito sábio eminente sublime e bem remunerado – digo eu, determinado (impressionante).

            - Depois disso serei ainda membro professor divulgador editor diretor ensaísta organizador fundador presidente conselheiro do instituto brasileiro de cultura esporte turismo e lazer – redigo ainda eu mesmo, irresistível (alternativo).

            Umas aves chegaram até aqui minha janela, e pareciam procurando que queriam algo comum habitual. Olhei que era um casal de apaixonados e saíras-preciosas ou pedreiros ou pipiras ou arapaçus. De repente... de supetão... ‘plou-plou!...’ Tentei dialogar com eles ouvi-los presenteá-los recomendá-los animá-los vê-los mais de cerca. Cantaram assim mesmo, ‘tio-tio-tio-tiiiiio!...’ Busquei o celular para uma foto, e fui vou pretendo descobrir a espécie. De súbito... de repentemente... ‘clou-clou!...’ E talvez nem acharam o que queriam ou entenderam o que estavam procurando... voaram... ‘flou-flou!...’ Um voo pra onde for... e juntos, os justos.

            E essas coisas acontecem comigo e quase diariamente. Acontece a mim mesmo e a minha outra pessoa ou alma intuitiva. O que me faz comentar comigo mesmo ainda:

            “Para ter paz e um lugar tranquilo como assim a praia dos Magalhães a praia das Bananeiras a praia das Cordas o rio Águas Negras, em Governador Celso Ramos” – penso eu, este sou eu natural e caminhando descalço pegadas na areia molhada.

            “Todos esses dias são indiferentes, todas as horas são indiferentes, todas as cidades são diferentes, todas as ruas estão aí para serem percorridas indiferentemente” – repenso pra mim, sendo já solilóquio espirituoso estilo rococó decorativo século XVIII.

            v- virga, vedor, vitualha, víveres, vogar, venal, valhacouto, voragem, vexado.

            e- embusteiro, escanção, especular, especule, espeque, escora, exarar, esvurmar.

            r- remoque, rapioca, rapace, rapinante, retrogressivo, retinto, resistibilidade.

            g- gelosia, granjear, guedelha, garatuja, grilhão, grilhagem, gofrar, golado.

            a- ateu, aludir, andaluz, alogia, aforismo, assacar, avexado, afrontado, arraigar.

            Eu e eu mesmo estávamos almoçando no restaurante Édito Contemplador. Quando me dei conta e me ouvi dizer ou pensar ou imaginar ou sonhar acordado:

            “Quem é, de onde vem, de que se trata?” – penso eu, atestado revelado aprovado como doutor médico curandeiro boticário feiticeiro pajé xamã pároco padre-cura.

            “Sou arambareense de Arambaré e moro na rua Ormezinda Ramos Loureiro namoro ela da vizinha rua João Gonçalves da Silva” – repenso eu outro ambivalente, muito prudentíssimo fidelíssimo diligentíssimo ainda tudo ao mesmo tempo.

            Terra e mar e ar (terramarear): pizza de açaí.

            Abrigo, esconderijo, remoinho; bátega, aguaceiro ; epílogo, desfecho, desenlace, remate, complemento.

            Areísca, pincenê, escarpim; enevoado, entroviscado, turvo; auspício, pressentimento, presságio, prenúncio.

            Cachimbo-de-jabuti; arroio Velhaco; beija-flor-de-papo-branco, grimpeiro.

            Macela, guaricanga-de-bengala; piraíba, piracema; curica, batuíra-de-coleira.

            Depois de mim o outro de mim outro eu mesmo (que sou repartido em 2 andares) me observou ou nos observamos, um caminho a dois lugares ou vice-versa:

            “O tempo bom que estudava na EEIEF João Bráulio Júnior, sempre em a rua Júlio Tavares na esquina da outra rua José dos Santos” – penso eu, me lembro.

            “Dessa fase eu me recordo e já estava um tanto meio quem sabe avulso separado desirmanado ou me desintegrando” – repenso eu, me conta outro de mim.

            c- charameleiro, charamela, cumbuca, cuia, cabaça, cuiambuca, corretor.

            o- ofegar, ortolexia, ozonizar, oxente, orofacial, outorgante, ouviela, orçada.

            g- galhofeiro, garrocha, galharda, garbosa, gorgolão, galanteio, garço, galeio.

            i- impar, iguaria, imputar, impute, indeferir, inextricável, indestrinçável.

            t- tascar, tramitação, trâmite, triaga, teriaga, torcicolo, toral, tribufu, tributo.

            a- apóstata, atafaia, atafal, abominável, abominado, abominando, abominoso.

            r- relação, recalcitrar, retorquir, replicar, rebuço, refrega, referir, relator, rixa.

            Por que o sol concorda com esse disparate? Por que a lua concorda com esse encarecimento valor (valorização) elogio? Por que a ilha Cajaíba concorda com esse eruditismo erudição erudito? Por que a praia Brava (em Caiobá ‘povo da mata’) concorda com esse bajoujar adular lisonjear bajular? Por que a cidade de Toritama concorda com essa avenida Severino Ramos Cordeiro de Melo lado a lado com a rua João Joaquim da Silva? Por que as estrelas concordam com esses espartilhos cornijas balangandãs penduricalhos enfeites? Por que as abelhas tibunas, ‘zi-zé-zuuuu!...’

            Amanheceu em uma atmosfera mágica. Responsabilidade viável. O prumo o plano o nível. Nasceram nasciam gentes plantas bichos pedras. O rio Braço Norte Direito o rio Braço Norte Esquerdo o rio Itapemirim, em o Espírito Santo. Os alaridos grunhidos deboches e grunhição rebuliços trapes-zapes... E tava só o primeiro minuto.

            “Começar por onde? Capitania, província, Estado e donataria sesmaria gleba” – penso eu, minha origem e bioma.

            “De retificação em retificação. O lago a lagoa a baía o banhado o pântano o alagado e aluvião” – repenso eu, disso eu sei e completo complemento.

            Um rio um início de carreira sempre foi e parece aparece pro mundo como um córrego ou riacho miniatura. A gruta do Maquiné. Um absurdo vem depois, e espontâneo. O distrito de Itaici ‘fileira de pedras ou fonte de pedras’ em Muniz Freire. Somente comparece após o próximo absurdo. O parque nacional pana do Caparaó. Um verão só virá realmente veraneio com um bando de andorinhas-do-barranco.

            “Como chegar já sabendo a saber? O mato cheio, o morro mocorongo caipira tabaréu, o rio corrente correnteza encachoeirado” – penso eu, comento.

            “Se eu sei o que é importante, eu sei? E o vale o boqueirão a perambeira o perau o penhasco a chapada a vereda a enseada” – repenso eu, recomendo de mim.

            Fui e já e pronto fazer minha caminhada acompanhando o ribeirão Mumbuca o lago Guanabara. Palavra-ônibus para porreta, ou seja, para bom muito bom ótimo confiável leal legal prestimoso. Também aquela homenagem ao verão e macucos ‘réu-réu-réeeeu!...’ mutumporangas ‘pio-pio!, pio-pio!...’ gavião-de-penacho ‘ih-éeee!...’ carrapateiro ‘vi-ru-riiii!...’ E interpelaram interpelavam açuçuaparas lagartinhos-de-arambaré e maúbas tarumãs-de-espinho catingas-de-tamanduá, já confrangidos monótonos desenxabidos. Devassidão libertinagem licenciosidade. Uma experiência fascinante e dilacerada lacerada rasgada despedaçada. Sem dúvidas uma temporada temperatura novamente inacabada inacabável inabalável inadiável incomparável.

            Fiquei atento aos cheiros perfumes odores olores que o ar carregava de lá pra cá. E o ar morno agradável suave seco verde. As plantações o mato e os pássaros azulões-da-serra, bem-te-vis-rajados, saíras-negaças, chocas-do-acre... Sempre e a cada dois passos o céu azul o sol fornalha as raras nuvens muito altas esgarçadas rastos de aviões.

            “O que poderia impedir cercear cortar podar? Para ter certeza o consolo conselho sabedoria religião férias prêmios bônus” – penso eu, convencendo.

            “Onde a capitulação e simonia simoníaco? Para se ter abraços a certidão programação itinerário registro datação informação encontro comprometimento justificação instrução” – repenso eu, comigo meu sócio volátil.

            Sim, uma manhã tão boa e simpática e propícia e suave aproveitável. Uma tarde calorosa amistosa praieira e aproveitável. Uma noite descontraída descortinada disparada distribuída saudosa e aproveitável. Um dia inteiro territorial visionário compulsório terapêutico anódino banal desbordado e até pedestre esportivo.

            Terra e mar e ar (terramarear): pizza de marmelada.

            Catana, seara, cabriolé, charrua; aguadeiro, aguaçal; fátua, vaidosa, presumida.

            Salva-do-campo, coirana-amarela, cidrilha, cordão-de-frade; taraíra, surubi, mandi-chorão; maitaca-roxa, trombeteiro, pica-pau-dourado, paroara, chincoã-pequeno.

            Perambulei perambulo pela cidade ruas e ruas paro em frente do comércio lendo nomes nomenclatura nas praças esquinas. O museu Joaquim José da Natividade e o burlesco cômico farsesco caricaturesco. Também os verões aqui parece que nem são descontados assalariados jurados como fazem uso utilizam lá na serra Gaúcha.

            - Então, por que eu nem podia me lembrar do nosso passado? – disse ele, falado.

            - Pensei, pensei que nem viésseis – redisse ela, olhar olhando séria.

            O sol acabava de partir sair descer o oeste. Roçagares de folhas secas empurradas pelo vento sul. Quatis saltitantes. Tonitroante trânsito de carros. Praticamente a praça Memorial 17 de Julho e já contornando a rua Baronesa de Bela Vista com a rua Unapitinga. O destino espaçoso e desvencilhado destinado consentido.

            - Nas minhas idas e vindas viagens ao redor dos mundos e fundos cidades e Tupanciretã tupanciretanense ‘terra da Mãe de Deus’ e São Thomé das Letras letrense e Santo Amaro e Três Corações e Cruz Alta... – diz jebaru, operário corretor jovem mancebo perfilhado saboeiro.

            - E também conheci rapidamente compulsoriamente necessariamente as cidades e Luminárias e São Bento Abade e Jari e São Miguel das Missões e Santiago... – rediz erva-cidreira-do-mato, tecelã jovem moça música e cada dia mais linda linheira que tem elegância vertical bem-apessoada bem-vinda bendita.

            Hoje mesmo, vejo e revejo, grande parte do céu está bordado de nuvens aromáticas. E umas luzes cores pueris infantis viajando em pequenos palanquins ou pálios sobrecéus portáteis carregados pela brisa. Ótima tarde a todos!

            - Tenho tido tantas várias coisas caemes a percorrer andar viajar milhas que nem duvido que já fui e voltei de São Francisco do Conde e Saubara e ilha dos Frades e praça João Carlos Augusto Monser e área aldeia tribo dos arachã e lagoa do Graxaim... – comenta estuário Guaíba, casquilho janota bem vestido tonsurado.

            - Sou professora de matemática e me alimento de números. Faça chuva ou faça sol já vou eu para Conceição do Rio Verde e Lambari e Baependi e Cruzília e Madre de Deus... – recomenta lagoa Mirim, batizada crismada catequizada comungada e de lambugem cabelos eriçados encrespados arrepiados desgrenhados.

            Saí rumo em forma via trilha pra exercitar caminhando escalaminhando. As intenções a aparência as essências (estas invisíveis, metafísica). Pensando analisando a semântica. Ouvindo pássaros abelhas besouros fonemas. A temperatura as luzes luminímetro solar num átimo os raios ultravioletas fulgurantes muito relampejavam lampejando fulgiam. Pela sombra desenhada das uvaieiras. Admirando araucárias.

            - Tentei tento tentarei decifrar os mistérios quebra-cabeças enigmas – disse tio Práxis, pensamento em ebulição fervendo e prático concreto completo sólido.

            - Se há havia haverá magia mágicos mágicas tentando adivinhar despachar – redisse tia Sóror, ideias em calhamaço e manhosas enganosas capciosas cavilosas.

            z- zote, zângano, zurzir, zombaria, zorreiro, zoófilo, zonzo, zonzar, zipar.

            o- ordinário, ordenhador, opilado, obstruído, osso-de-cavalo, orquestral, orgíaco.

            m- mofar, mermar, mefítico, maldizente, mordaz, mezinha, mofino, muxiba.

            b- barrela, basbaque, bandarra, batoteiro, burilar, briologia, brizolão, bombo.

            a- apolegar, apalpar, acossar, arroba, abjurar, arrefecer, açoitar, avarento.

            r- rogo, requebro, ressabiado, retireiro, ralear, ralentar, retórica, rubricador.

            A rua passa no seu passar passo a passo a pé de moto e automóvel. Ventos de 60 e até 80 quilômetros por hora, acelerados. Poder poderoso poderíamos podíamos estar em Salvador, avenida Jequitaia e a ladeira da Água Brusca. Janelas que se abrem sobre os sons do comércio. Escondidas esconderijos olhos atrás por detrás na sombra das reixas tramadas apertadas das gelosias e demais postigos meias-águas meiáguas.

            - A qualidade tem muitos parentes e um objetivo – diz zipedede.

            - O conceito de verão remete à mania dos lugares tropicais – rediz janatuba.

            Caía uma chuva fina insistente garoa pegajosa e temperamental. Um cavalo solto a cavalgadura arremetia contra as árvores da calçada arbustos plantas ornamentais. Tempestade dramática choveu tudo em 30 minutos, atormentada por trovões e raios ríspidos cáusticos sarcásticos sovinas apoquentados aloprados inquietos marginais.

Chafariz a praça da Matriz a igreja paróquia de São Francisco de Assis a avenida Imperatriz Leopoldina. O rio Matoim a vegetação ciliar, com os verdes variados e presentes, acompanhava o zigue-zague obrigatório. Réstias de cebolas penduradas ao sol nos galhos do mututi. Ao mesmo tempo, barco-reboque puxa um navio-container.

            - A praia Perequê-Açu. Os passarinhos rumorejando. Púcaro de vinho. Agora, um panorama dilatado de verdes – dispara D Todo-Poderoso, despojado dínamo garbo donaire e subida elevada valiosa superior superioridade.

            - Faço alusão à briosa filarmônica banda de música bombardinos ou trombones sons da madeira metal sopro corda – redispara D Herege, tabuísta pertigueiro prevaricador corrupto pervertido e tóxico pestilento fétido.

            - A cachoeira Lua. Oito segundos de eco em a gruta do Carimbado. A lebre berra chia, berro chio chiado. Etimologia de serguilha sirgo sarja droguete. Rio Paraguaçu e o discurso com todos os efes e erres – determina D Eterno, antigo prisca e prístina dignidade e também serôdio tardio fora de tempo extemporâneo maduro.

            - Separando o joio do trigo e contando fava por fava e quiabo por quiabo – redetermina D Homiziado, pateta parvo indolente ocioso estafado importuno entediado enfastiado salafrário desleal espadilha trapaceiro patoteiro endiabrado.

            Para interessados a pitanga é uma frutinha silvestre muito saborosa. Plantadas em fila uma ao lado da outra em plena rua Tupi e alameda Barros a praça Antônio Cândido Camargo em o bairro Santa Cecília. Arvorezinhas crescendo conforme e muita sorte e felicidade. Em meio ao urbano e dissensões divergências discrepâncias. Que postulem postular pedir solicitar postule almecegueiras-mansas, cuietezeiras, mata-pastos, saboeiranas, iatás, ervas-santas, mucajás, guatambus, capins-cheirosos...

            O desfiar das horas o tempo que nem passa invisível. O mecânico diário horário atual e honesto desonesto entupido alquebrado de araque casual por acaso. O mundo o entorno tocando música para os canguinhas fregueses prebostes hóspedes clientes fornecedores colaboradores. Do azoto ao nitrogênio. Do braço o muque.

            “Cacilda!! O que é cumbuca? Pra que serve?” – penso eu.

            “Caramba!! O que é muquirana? Onde fica isso?” – repenso eu o outro.

            Fui pro céu viajei e lá fiquei uns dias caminhei andei perambulei e conheci reconheci escolhi campeei comprei vendi adquiri. No céu ainda deitei dormi toscanejei cochilei dormitei e fiquei sonhando. Depois voei bati asas flutuei para ver do alto e buscar emolumentos gratificações prêmios vantagens recompensas rendimentos lucros salários. Batia as asas e vez ou outra emitia rufares e sons característicos tais e quais tolos ingênuos simplórios. E naveguei circunaveguei circulei nadando no azul entre as nuvens estratosféricas e já me despicar e me desforrar e me desagravar. Com tudo isso e o mais variável em cheio em meio às chacotas atitudes ou ditos zombeteiros.

            - Polamor de D Onipresente! – digo eu, mãos as vezes megafone.

            - Polamor de NS Aparecida a Legítima – redigo eu, e a mim semelhante.

            As árvores faziam sentido ali à beira da Baía de Todos-os-Santos, bairro Praia Grande. E então pouco podiam fazer para absorver tanta luz e sol solar. Quase nada podia e conter conteúdos os ditos absurdos os contrassensos e mesmo o dístico lema divisa máxima. E estratagemas que confabulavam caçoavam e chicotear vergastavam.

             - Mas bah!... Olhos flutuantes é bom! – distribui o Sufragante, canhenho caderneta na mão e anotando raízes batatas ervas folhagens cascas resinas óleos grãos.

            - Mais záaaa!... As estrelas são geniais desde o princípio! – redistribui a Jimbra, deplorada e carregada e lotada das cartas alvarás ordens provisões regimentos regras autorizações certidões cânones estatutos.

            O ar puro da manhã raro raríssimo tornava tudo mais fácil e identificado resiliente determinado criativo assertivo perspicaz dedicado. O arvoredo mais verdejante radiante verde luminoso tornava tudo mais simples e decorado liderado focado prático flexível eficiente honesto íntegro empoderado bafejado. O rio Curimataí, mais do que tudo, corria estuporado surpreso admirado espantado e espantoso.

            “Agora mesmo procuro a suavidade o cafuné a ternura o remanso” – penso eu.

            “A sabedoria inteligência delicadeza espiritualidade” – repenso eu mais 50%.

            Que lua descruzou os braços calçou os sapatos, ainda assim no lusco-fusco vesga estrábica, e saiu detrás da serra do Divisor. A lua lesta ligeira ligeireza lépida expedita, e emergiu detrás do deque por livre vontade alvedrio arbítrio. Uma lua lunática empertigada escamoteada, e despertou por trás da catedral capela edícula oratório.

O firmamento celeste cravejado de diamantes puros eternos e moedas engrupidas iludidas ludibriadas lubrificadas incrustadas. Sem comentários...

A dona lua pensou um pouco, satélite prateado prateada, imaginou um tanto... Aí resolveu investir passar no jardim da coletoria no museu Wanderley de Pinho na praia do Rio Vermelho por dentro do rio Joanes o rio São Paulo a baía de Aratu... A partir daí colher a colheita as capituvas as candeias os guaxixins os guamirins as jequitiranas os sabugueiros as meruquiás... E amparar tratar atender os paturis os patos-de-crista as tacipitangas as batuíras-de-peito-tijolo as mexeriqueiras os inhambus-relógios...

Ao longe no alto a lua domesticada. Decididamente olhar iluminar guiar guardar as platibandas chusmas herdades fazendas quintas bronzes cobres estanhos fanzines odes endechas antífonas... De peito aberto brilhante como quê, tossindo raspando a garganta ‘hum!... hum!...’ e inventa inventariou e avaliou e concluiu acabar com os exclusivos os calhordas os desprezíveis os desonestos... Atendendo urgentemente às deprecações súplicas implorações diatribes chiliques achaques piripaques faniquitos...

            Um panorama lua por cima e mar por baixo. Vá lá aqui acolá uns caldinhos de querelas disputas discórdias e de repente os nefandos abomináveis infandos execráveis. Bichos do mato cabeças de bagre unhas de fome cães de guarda rabos-de-foguete mordendo ataçalhando arranhando roendo abocanhando escarnecendo contravindo. E catervas de desordeiros lutando confrontando esfriando desanimando desalentando infringindo desobedecendo escorraçando afugentando enxotando. Isso o traquejo o balançar o bulir o verrumar a calungagem palhaçada macaquice que partia de jananaína até alcançar o piluleiro. De adverbiados até o bastante ou os bastantes (suficientes).

            Terra e mar e ar (terramarear): pizza de chimiê ou chimíer.

            Regulamento, artigo, parágrafo, inciso, decreto; coarador, aguador; fasto, magnificência, ostentação, pompa.

            Poiá, telha-vã, pente, pincel, tesoura, lâmina; aguacento, aguachar; máximas, apotegmas, sentenças, ditados.

            Praça Gualberto Dantas Fontes; rio Imbiruçu, rio Jacarecanga; carimbamba, curandeiro, pajé, pajelança.

            Cravo-do-campo, capim-rei, cacho-vermelho; cangulo-da-parede; vira-folhas.

            O sol fulvípede pés vermelhos pés de fogo fulvicórneo fulvirrostro fulvipene fúlvido e fulgência fúlgido fulgente. O astro-rei se levantou solar e esticou os braços os raios o riso sorriso rindo cantando bem-humorado bom humor. Piscou os asteriscos as meias-folhas as meias-portas as painas as auditorias os solecismos e as sobras sobejos de outros impactos. De repente já lavava lavou a cara o pescoço as partes escovou os dentes penteou as crinas melhorou de tudo um pouco. E saiu andando pelo ar escalando chaves claves notas tons sons fontes. E assim mesmo ainda passeando correndo trotando brincando rolando derrapando surfando deslizando. Igual como uma visão.

            “Tenho sim que ativar querer tentar suar mexer repetir” – penso eu.

            “Contido confuso atônito desorientado desatinado atrelado” – repenso eu, entendi o que eu de mim sou o complemento eu mesmo e me gosto.

            O mercúrio marcava alcançava de sobra mormente na sombra os 38ºC. Por certo por outro sim e nem ou outro lado há e havia mais de um porém, perfume formas vontade determinação contenda combate rixa discórdia. Corria uma semana total atarefada inteirinha e veja aí, verão calor viagens fantasias sonhos carnaval. Logo cedo a manhã decidida decide decidiu tudo sozinha e vejamos as coisas: raciocínio ideia controvérsia conversação glosa comentário crítica debate pinga-fogo.

            - Léria e lábia de pessoa que fala muito diz o que pensa – interpreta o conceitista ofaié, o cenho franzido apertado o nariz ilustrado pensativo e talvez um pouco ou tanto temeroso boquiaberto hesitante hesitação.

            - Quanta quanto parlenda falatório palavreado apalavrado – defende o cultivador cricati, sobrancelhas acentuadas espaçosas testa arqueada ampla e lacônico conciso sucinto breve como às vezes se expressando por pantomimas caricato.

            Um galo cantou ‘co-co-ri-ri-cóooo!...’ em plena madruga diante da cidade. Os hóspedes do hotel Cavalo Sendeiro, no fim das contas, acordaram ouviram e riram ‘kjá-kjá-kjá!...’ e brincaram ponderaram examinaram com atenção avaliaram apreciaram.

            E já fazia sim fazia mesmo consequentemente muito um tanto calor úmido abafado pesado pegajoso inesperado. Raios azuis finos, como luzes de candeias, brilhavam incidentais incidindo contra a uma parede de tijolos à vista envernizada o prédio em frente rua Jogo da Velha, rua esta comercial de comércio 24h processo de mercanciar mercadejar mercancia mercados abertos feiras livres francas e estendidos.

            “A real realidade é mais subida que o calor e o veraneio” – penso eu, próprio.

            “A leal lealdade é mais subida que a ilha de Maria Guarda” – repenso eu, outro de mim dia e noite sete dias por semana.

            De mão em mão, de ouvido em ouvido, de boca em boca, de pé em pé. Decorar repetir modificar copiar declarar. O rio Sapucaí ‘rio das sapucaias’, já viu mandus ou paspalhões prosperar medrar transformar transportar em o seu leito sua calha sua vala.

            - Nunca me passou pela cabeça ser cretino atrevido insolente sicofanta acusador caluniador – destaca esclarece determina o ilustríssimo Vossenhor, um contribuinte dependente sufragâneo subordinado agregado.

            - Jamais me vi me pensei parecer ser impostor mentiroso logrador burlador pérfido desleal traidor – mostra comprova demonstra o ilustríssimo Vossa Mercê, um interessado cumpridor dos cânones decretos modelos leis padrões normas regras.

            Da rua maltrapilha ali chegava os sons rotos dos carros esfarrapados o trânsito molambento agitado de um início de tarde 14h. Avenida ladeada por renque de árvores frutíferas e caxins, caimitos-do-monte, calafates, picões, utuapocas, taxizeiros-brancos, cuieiras, alfavacas-de-cobra, calungas, ervões... Caminho simulado fazia parecer irreal o que por si só já era uma imitação simulacro aparência parecer simular aparentar.

            O dia, com ou sem avalista, hipotecou a casa e saiu porta afora mundo adentro, sem notas de venda ou fornecimento, viajar de viagem para Capão do Cipó e Quevedos e Júlio de Castilhos e ilha de Bom Jesus dos Passos e aldeia da tribo caiabi... Os horizontes pontos de vista panoramas vistos e revistos decorados fotografados, queijo requeijão ricota nata leite coalhada manteiga.

            E os dias o dia tem disso e daquilo, esconjurações conspirações prisões degredos excomunhões tormentas autos inquéritos devassas perseguições admoestações roubos confiscos confissões vinganças desordens. Nisso a hora parou e pensou um pouco, exalou cheirou. Nisso os passos estacaram um pouco e pensaram, instar solicitar pedir insistir.

            O diário o dia mancomunado fez as alianças com a manhã a tarde a noite. Até mesmo com as estrelas, estas de força aptidão amplidão, para conseguir privilégios doutrinas pragmáticas forais regulamentos decretos interpretações avisos portarias consultas normas resoluções execuções concordatas.

            “Aqui sei nem encontro uma ou duas palavras adequadas” – penso eu.

            “Emboralá!, o que me deixa meio um tanto marginal” – repenso eu comigo.

            Da sacada do prédio Efígie e que dá pra rua Quatermiléssima Chávena, já uma amostra dos mordazes sarcásticos corrosivos e também, por que nem?, das festas alegrias triunfos vitórias regozijos desfiles. Com uma semana de carnaval se compilou e reuniu e demonstrou, pelo menos em alguns casos e já cessada a faina, os obtusos mandriões os vadios os pataratas os vaidosos os pedantes os presunçosos os suntuosos.

Com muitos detalhes e pormenores e episódios, em todas as temporadas embarafustadas ou arquejantes, os dias de folia fizeram despesas pagas e as ordinárias ou extravagantes até mesmo as extraordinárias. Quem pediu arrego nem pediu arrego para sentar escolher medir conhecer servir arranjar. As canções os sambas se repetiam as marchinhas. E mostrou demonstrou à história com H (esta pra todo mundo ver) o tanto de forjicar aprimorar e que podia pode se necessita dos seus truques e cacoetes.

            - Vamos aguardar, e podemos ter ótimas surpresas – digo eu, emendando.

            - Todos os automóveis podem e devem vestir uma cor reluzente – redigo eu, já misturado em mim mesmo misturabilidade miscível miscibilidade.

            - Está atuando ou desconhece o ofício a profissão? – digo eu, anunciando.

            - Personalizar customizar o veículo e a técnica de envelopamento ao gosto do cliente – redigo eu, me afeiçoando a mim mesmo.

            Um D manifesto umas ondas resinguentas abespinhadas lúbricas ainda avultadas ampliadas aumentadas e outras e mais, etc. A igreja Matriz (contígua do lado ao museu Visconde de Mauá, rua Otacílio Charão com a rua Ílton Macedo Gonçalves) aí alguns santos e santas de sentinela empertigados solenes imagens parados na fachada diante da pracinha. A praia do Cassino, bem-lançada e forrada de banhistas deslumbrados unânimes pululantes, radiava faiscava resplandecia já às 11h.

            Nem importa ou exporta as dualidades ou os rapapés e somente notável aceitável normal a diplomacia porto/mar/oceano. Ilha Cabral, e canela-de-garça e janaúba e erva-de-muro e mapuxiqui e umbaúba... Bandos de aves marinhas gaivotas atobás-pardos trinta-réis-de-bico-vermelho andorinhas-do-mar-pretas... arrulhando gralhando casquinando as risadas trocistas e trauteando cantarolando cantorinhando os decibéis. No chão do mangue as conspirações e tréguas chafurdando fuçando no lamaçal os coaxos chocalhos ruflares gorgolejares dos chama-marés catanhões-tesouras cieciés caranguejos-violinistas... Maravilha es-pe-tá-cu-lo são poucas pequenas palavras!

            A lua cem por cento jeitosa já saía de dentro do mar e cabeluda de juba molhada. E lançou se lançou escada acima vencendo andares etapas graus degraus num movimento solto determinado. Bateu as asas batendo as folhas as velas os pés os braços. Ainda com todas as queixas truncamentos diálogos curiosidades cautelas graças.

            “Nem procuro ter muita conversa comigo” – penso eu.

            “Hom’essa! Nem penso tanto em nada demasia” – repenso eu, logo eu mesmo.

            Es-tu-pe-fa-ção estupendo estipêndio, ninguém de quem ou além ou aquém consegue conseguiu demover o óbvio hilariante. Terminada a tarefa a jornada diária do dia a dia as formas os estilos as cores os amores as densidades as expressões. Ia se criando pintando desenhando animando animado as diferentes coisas criações.

            “Nem comento cometo nada nunca com ninguém alguém” – penso eu.

            “Pra que pensar interpretar falar alto e tanta coisa vária?” – repenso eu, onírico.

            Com pressa sem correria sem afobação, o calor e verão e luz solar e temperatura, então os extraordinários extravagantes desvarios desvelos e recados virtuosos. Parecendo assim, como digo, imposição interdição hostilidade intransigência desacato.

            “Nem vejo nem sei que é fácil ou inédito plantar árvores na praça” – penso eu.

            “Por outro lado mais ainda fui bom sonhador craque de jogador de futebol” – rependo eu, mais eu que outro de mim mesmo.

            Decidindo o que D Santo determina, um sol nasce em mar aberto alto-mar e desengonçado desempregado desempenado. Que abrasa abraça muito dourado delgado chato sutil esmagado. Com o passo pé ante pé, o sol colige aumenta pergunta e mesmo responde recopila escreve rascunha transcreve breve abrevia lê discute inspira sonha opina modifica pensa dispensa repensa. De modo que as horas o patamar os pontos cardeais sejam são foram serão controvérsias privações adversidades contrariedades aquiescências. Que conforme quer o querer de D, o sol viaja longe corpulento.

            - Nem estou, todavia, muito certo com tudo isso e hoje – comenta ele, namorado enamorado, esperto entendido em frivolidades ditos galantes remoques muxoxos.

            - As boas cores que se vê se pinta se pintam o céu o panorama, hein?! – recomenta ela, namorada enamorada, se embalando balançando na cadeira de balanço ou pedalando na bicicleta pneus balão sem gradezinha do carona.

            - Já me dou conta conto cota que preciso ir pro emprego e trabalhar um todo dia – divulga ele, amado amante, exigente na pesquisa e sempre na escuta ainda espia espreita esquadrinha examina escarafuncha perscruta.

            - As boas novidades os bons ares vêm do mar vêm do céu azul – redivulga ela, amada amante, orgulhosa suntuosa luxenta suntuária faustosa pomposa e vestida de seda veludo linho lã algodão sintético.

            - Vejamos! Eu vejo o sol igual ao sol de cada dia – opina ele, ídolo idolatrado, pacífico agradável sonhador cheio de lembranças agradáveis.

            - Uma impressão de paisagem acolhedora e uma sensação de lazer aconchegante permanente aquecido – reopina ela, ícone icônica, propalando divulgando espalhando tornando público reiterando os seus nobres sentidos dotes sentimentos.

            Mesmo a manhã toda manhã nas manhãs de primavera verão, sempre que as aves acordam temos música ao vivo. Quando as aves acordam, o sol acorda depois e bate as pálpebras estica os braços. Quando a manhã aparece amanhece, o céu vem junto e faz o mesmo comum diário em amplo sucesso universo multiverso prosa e verso.

            - Sim, e tudo tanto quanto tal e qual alegre suave aconchegante – diz o clima, a testa a fronte o cenho cerrado carregado perfeito lógico clássico harmonioso.

            - E tenho e mantenho todos os motivos efusivos festivos comemorativos – rediz a temperatura, os olhos bons reverentes esverdeados calmos simétricos regulares.

            A sorte surgia veio apareceu do nada. Sempre de dentro do vazio. Uma brisa rápida e fresca na sequência em seguida. Tudo agitando agitava a vegetação a floresta crassa grossa espessa densa fechada verde viçosa e caramurus, catuabas, marmeleiros-brancos, abutuas-pretas, jurubebas, congonhas-caixetas... As gentes as pessoas vão e vêm a pé de carro, sem tramoia insídia intriga emboscada tocaia cilada, e rodam andam na avenida Jeritiba por horas na velocidade de 80km/h escutando o som do tráfego.

            - O que eu vejo daqui do balcão inspeciono fiscalizo fiscal inspetor – monitora descola fala o papa-formigas, cantor das primeiras horas da manhã bem cedo.

            - Quem diria o que vou dizer eu mesma tenho a dizer? – repergunta reindaga reinquire a sururina-da-serra, nasceu natural de Guaíra cresceu passou a adolescência em Olímpia se mudou aos 17 anos para Monte Azul Paulista fez faculdade de psicologia na ufsc campus de Colina se especializou em terapia relacional sistêmica na ufrgs campus de Colômbia recentemente arrumou trabalho numa clínica de Severínia (coordenadora de pesquisa em cotidiano escolar) e mora na vizinha Jaborandi em a rua dos Baníua.

            As senhoras plantas flora (debrum ou fita ou filete ornando a barra do vestido da saia) os senhores arbustos flora (boné ou boina ou touca) olham olhavam as quataquiçauas floridas os marmeleiros-do-campo frutificando disseminando e multiplicando sementes grãos painas plumas folhas secas. E assim mesmo distraidamente dissipadamente dispersar, todas as horas do dia (dia e noite), dependendo demorada e instantemente sempre prosseguindo e sorteando semeando. Pois o mundo é isso está aí e merece, se merecem.

            - Que nem consigo fazer e percorrer todos os cantos e recantos – diz o sol.

            - E fazer e parar e descansar por um só instante nem é possível – rediz a lua.

            Conto que contam e acontece aconteceu em Barretos barretenses ‘todos somos irmãos’ o bairro Maiêutica a praça Francisco Barretos a estação cultural Placidino Alves Gonçalves avenida Aristides José Anastácio paralela à avenida Antônio Machado das Dores. Assim mesmo e comparado comparação tudo aproximado com o mundo físico tal e qual talvez como festa junina, desfile de gado leiteiro e de corte, parada de 7 de Setembro, autoescadas mecânicas, uniformes dos agentes municipais, tambores, conhecimento epistemológico, gordinhos fritos ou pastéis com caldo de cana garapa...

            “Como é que posso dizer e desdizer e refazer?” – penso eu, sujeito.

            “Como poderei poderia pensar repensar e imaginar?” – repenso mesmo eu.

            Uma manhã pertinente pertinência e glória póstera futura certa descortinada redescoberta retomada em a paisagem delgada. Tinha e tem uma queda-d’água no fundo da boa vista e entre as árvores verdes viçosas. Sem optar sem opor-se ou soverter subverter, muito de cumprir competir entender rivalizar colaborar construir usufruir.

            Luz solar pulverizada distribuída flutuante fluída etérea aéreas cromática, oi!...

            E este mundo de conquistas vasto aparelhado, portanto imenso no universo. A glória faz muita diferença, sabendo por que e o que e aonde iremos queremos chegar.

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