sábado, 29 de outubro de 2022

Praia Lunar 2059

 


 

            Minha projeção era minha vez tinha tem que ser hoje agora o presente e estas as maravilhas diagramas logística. Olhem, conterrâneos(as), é um mistério trebelho! E dura quanto tempo, hein, meu povo pessoal?! Percebem, recém-chegados, como é tudo mágico e 10 vezes sem acréscimo e dez meses e dez veraneios dez estrelas da Via Láctea! Tempo ainda existe que se gosta assaz de primavera e exato que remete a futuro que cria a ciência que fala a tecnologia que doura reclama o por vir.

Tudo muito falado e dito nas composições musicadas interpretadas crônicas redações anedotas. As árvores as folhas flores as borboletas as formigas aves as luzes as raízes cores melodias as refeições as sinfonias as perguntas as respostas previsões hipóteses promessas antevisões... Um ribeirinho anódino paliativo antálgico que cala ou cessa ou mitiga o calor tranquilo quase em pausa choros d’águas caindo dos barrancos rio Caicubi, rio Piraúba, rio Araguari, Barra do Turvo, cachoeira 2 de Novembro, cachoeira Santo Antônio em Laranjal do Jari, cachoeira do Paiva em Tepequém, Porto Grande, Olho d’Água das Flores, Pedra do Campanati, a ponte das Forras relaciona restabelece os pacíficos largo das Forras ao largo das Mercês em Tiradentes...

            Indo e vindo subindo, sempre pro alto e sonoro, que mãe é mãe. As meninas vaporosas anônimas ou nomeadas as plantas pedras as praias as águas e cascatas... Todas vendendo saúde dignidade empoderadas. Nativas oriundas nascidas originais encomendadas contratadas casadas em Joaíma, Araçuaí, Astolfo Dutra, comunidade Lontra da Pedreira, Brasilândia do Tocantins, Bom Jesus das Selvas, Hugo Napoleão, Itambé do Mato Dentro, Novo Horizonte do Oeste, serra da Petrovina, serra do Espigão (infraestrutura e geotecnia), rua Senador Vergueiro, praça Túlio Azevedo em Tefé... Componentes da água de Iraí: carbonato de sódio, bicarbonato de sódio, sulfato de sódio, cloreto de sódio, sulfato de potássio, bicarbonato de cálcio, bicarbonato de magnésio, bicarbonato de estrôncio, borato de sódio, cloreto de lítio, cloreto de rubídio, fosfato bissódico, sílica, alumina, óxido férrico, sulfito de sódio, oxigênio e nitrogênio.

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            Fulano(a) salta do mirante do Anjo alcança a estrada na rua o caminho parque cultural Domingos Aguiar e sai dando pinote andando com figurações e fingimentos desenvolto peralta artista agiota pirata gaiato. Tá mais parecido(a) com macaco e irrequieto esperto presunçoso pedante belicoso intenso físico. E caretas de macaco símio(a) macaquices palhaçadas ligeiro como quê. E passos de carnaval e frevo e forró, espevitado estimulado avivado atiçado animado bagunceiro(a) assanhado. E ligeiro sortudo faceiro inteligente inquieto(a) como mico-leão-da-cara-preta, mico-estrela, mico-de-topete, micográfico micografia micógrafo...

            Então, sempre filmando, o macaco-aranha pula na estrada e continua este seu dia a dia. O próprio macaco(a) nem demonstra, de longe ou perto e dono(a) de si, todas as experiências possíveis a um bom macaco de estrada estradeiro. Era jovem é ambicioso extrovertido viajado acróstico. Com ideias recém e presentes e vividas e ou conhecidas. E ele ou ela, tá certo!

            Por algum motivo lá dele e ou dela, o macaco vem vindo ou indo. Entre tantos, este foi o cara escolhido pelo destino e neste momento do tempo do lugar, etc... E justamente condicionado manipulado produzido controlado alterado ou trabalhado pela sorte (pela mídia?). Já estudado em técnico assistente auxiliar médico(a) paramédico fisioterapeuta massagista preparador físico analista de desempenho e demais profissões relacionadas.

            Mas quem disse que bem cansou cansa de andar viajar e macaquear e assobiar pelos caminhos estradas, hein?!, os quatro cantos. Todas com avenida Brasil no centro comercial efervescente buliçoso, Novo Tiradentes, Redenção, Belém de Maria, Vacaria, Itapetim, Lages...

            Chega numa porteira e bem quer entrar de primeira supetão. Coteja inspeciona pesquisa investiga rapidamente compara analisa minuciosamente... E vai até uma casa e bem quer se anunciar pelo receio de incomodar. Conheceu sabe de uma cidade município e vai dormir no alto da árvore xixá na praça DI ou Santos Dumont em Taguatinga. Vinha de longe ou de perto, vem de Serrinha (reserva indígena extrativista dos Kaingang). Tuteia particularmente com alguém cidadão-cidadã diálogo em prosa e verso prosaicos:

            - Por que você vende pipocas, meu amigo doutor Cotecá?

            - Eu vendo pipocas milhos estourados espocadas pipocar porque minha mãe as assa na panela de alumínio, meu caro minha cara viajante.

            - Ela sozinha, meu caro vendedor?

            - Sim, pois minha mãe cozinha e eu vendo.

            - Você vende todas sem exceção, compadre?

            - Tenho pipocas doces e salgadas. Você quer, nobre freguês(a)?

            - Vamos com as doces docinhas adocicadas, primeiro.

            Quando se reconheceu conhece por conta dos prédios das ruas dos bairros e contou conta todas as praças das cidades e praça professor João Brasil em Macuco, praça Guarurama, praça Lucy Gomes Caputo, praça Governador Valadares, praça do Rosário em Tocantins-MG, praça Padre Nelson Tafuri em Divinésia... foi e se casou casados com fulana(o) e teve vários descendentes e filhos filhas tem netos netas e demais parentes aderentes contentes. E se tornou tornado profissional da arte de empreender e trabalhar as observações reflexões críticas piadas de todo calibre memórias histórias descobertas resenhas...

            E de repente vão lado a lado caminhando vamos a pé eu e ela vou a pé ouvindo sonoros os cantores do dia araçari-de-bico-branco cigana comendo pasto pica-pau-de-topete-vermelho batendo na madeira socó-boi espreitando peixe pequeno no laguinho manso ariramba-de-cauda-ruiva talha-mar engolindo isca inteira pato-corredor correndo com a ninhada crias cardeal-do-araguaia à beira do rio Araguaia e demais afluentes...

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            Estou vendo um fenômeno um sonho do mundo da lua e realizado e um sonho de quando aprendiz, e estou dentro dos Lençóis Maranhenses. E é tudo isto mesmo assim mesmo bem antes bem depois. E desde a origem e quando começou lá no início perto junto do princípio como tal e qual. Vamos com calma afundando os pés livres na areia branca e fininha e fofa e milenar.

Este é e vai ser um dia santo, este é um dia de aniversário, feriado nacional. Vezes 23 de março ou janeiro ou dezembro ou fevereiro... Aqui é assim diariamente, vamos dizer. Bem que é sol água areia vento força eólica, é arte. E pensem otimismo e pensem muito, intransponível, incontrolável, insubstituível; justificável.

            Muitos bem saem de casa da sua cidade do país e de repente vão ou vêm a lugares como este vaivém assim ou assado. Bem todos conhecem o mundo inteiro e mesmo de ler ou ouvir falar. Para este lugar, sim!, vem gente do mundo inteiro e ninguém conhece melhor o lugar que aquele(a) que nunca saiu sai para passear.

            Areia areal passo a passo do rio Parnaíba - Maracaçuné, rio Duas Antas, rio São Pedro, Limão, rio Ubir, dos Lentes, Mearim, rio Iguará, Peritoró... - e lençóis e piscinas transparentes translúcidas com a água doce das chuvas. O sol dá linha na pipa. Muito bem que é verdade pura única no mundo. Conquanto este privilégio trazemos expomos possuímos presenteamos incluímos suscitamos dirigimos guiamos demonstramos aduzimos...

            O sol e seu compromisso olímpico. Um sol divino que te queima em seguida. Porque vale a pena. E tenho vontade de rir, diretamente.

            - Acho que vou rir... ah ah ah!...

            - Acho que vou ir de parapente, surfe aéreo, asa-delta, balão de ar quente...

            E se ouve um sol que vai aumentando hora a hora e decididamente. Usufrua da melhor praia do mundo! Somente como informação, tá muito bom! Sim, e de todas as maneiras. No verão no fim do ano se organizam começam as excursões à praia, planejadas ou espontâneas.

            O que é sorte, meus parentes? Você eu adivinho a sorte? Será que D por você por mim? A sorte, verdade seja dita, casa com o destino com a gente por nós. D aponta o dedo de D indicador e te solicita e te nomeia e te indica e te premia e te sorteia.

            Sobre a maravilha do mundo temos uma lua cheia. Para cada um no céu. Céu azul maiúsculo hoje sem nuvens e vento e sorrisos a favor. Cem vezes bem o barco automóvel janela porta tutorial tutoria tutor melocactos florilégio antologia prolegômenos corbelha rota das sensações...

            A aventura parece de outro planeta da Lua de Marte de Saturno Júpiter Terra... E tudo possível, sim! Bom no início no meio e no fim. Assim como os paulistas os sergipanos os alagoanos(as) mineiros gostam de sol sal e água de coco. Todas as pessoas deste país. Inclusive os tocantinenses mato-grossenses catarinas sul-mato-grossenses e costumam comer doce de pequi e tapioca com queijo no café da manhã.

            - Me chamam Sol e os sinto muito felizes e extraordinários, es-pe-táaa-cu-lo!

            - Para quê, seu nobre astro criador?

            - A propósito de Jacupiranga e Cutias e serra do Guaraú e Barro Duro e Ascurra e vila Santa Maria do Boiaçu em Rorainópolis...

            - Por bom exemplo as coisas de futuro, basicamente.

            - Estamos fazendo o que pensamos o que percebemos, igreja de Santa Luzia (RJ), patrimônio de influência portuguesa; colégio estadual Antônio Pecly em Cordeiro...

            Cada pessoa, assim, interpreta o paraíso a sua maneira e semelhança e costume hábito. Uns e umas são inquietos fotógrafos ruidosos intensos bairristas ufanistas regionalistas bonecos(as) de vento... E há os que por bem passar bem dizem nada. Descansam no chão e ficam recordando sei lá o que tal e qual.

            - Parece mesmo um ninho nicho centro de bem sei o quê. Talvez um pássaro dinossauro fóssil gigantesco incalculável incomensurável inimaginável inimitável incomunicável intransferível...

            - Que fenômeno fantástico!

            - Um lugar lunar e etê!

            - É areia branca como o tempo e água azul como do espaço sideral.

            - Agora estamos vendo e contemplando isto que estamos vendo e ouvindo.

            - Meu nome é Bárbara.

            - Me chamo me chamam me chamem é de Palmeirante, Ponto dos Volantes, Jacaré dos Homens, Casca, Major Izidoro, Pedra Branca do Amapari, Cajati, Mairi...

            Outros(as) sentam no chão macio confortável e bem que querem mais falar. E os anos os meses os dias as horas os minutos se contemplam se eternizam eternos contemplados. Bem seguem adiante bem olham para trás.

            O sol parece uma lua clássica para cada um e vice-versa. As bandeiras despregadas contando mantras poemas versos... Idades interrogativas explicativas interpretativas... Bem se degusta muito bem ao ar puro bem aprecia... Sim, as aves curiosas sobrevoam tal altura como tico-tico-de-costas-cinza, peixe-frito-pavonino, negrinho-do-mato, pula-pula-ribeirinho, pia-cobra, uirapuru-laranja, picapauzinho-de-coleira, sabiá-una, saí-andorinha, sebinho-olho-de-ouro, barbudo-rajado, socozinho...

            - Para onde vamos agora, meu pedaço?!

            - Para braçadas e nadar...

            - Voltar de helicóptero panorâmico e parâmetros.

            - Para sempre...

            - Que em frente, meu tesouro?!

            - Isto é tudo e o bem de tudo, exclamação!

            Andamos paramos com gosto de fruta da estação. Ver e tomar notas epígrafes. Estamos no meio do tempo e do país e dos pais e filhos. Assim mesmo como almejamos alvejados (clareados e ponto de miradas).

            E aqueles aquelas explicações parênteses chaves colchetes que afinal justamente começam e no início bem pretendemos.

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            Ainda estamos aqui nos Lençóis Maranhenses e nas proximidades convidados por nossos amigos(as) e muito bem recebidos. Porque o universo começa assim. Algumas razões plausíveis boas e ótimas. Bem tendo muito que fazer, e o sol indo no seu rumo ano a ano giro girando. Luzes verdadeiras do mundo moeda de ouro fenômeno pra lá de natural ou divino obra-prima matéria-prima.

            Agradeço sorrindo a praia o céu aberto os montes verdes manguezais campos com várzeas de pequenos arbustos e tudo transparente lúcido translúcido gritante e absolutamente infinito.

            As ruas da pequena vila de pescadores, e de caramanchões com redes de deitar com trepadeiras na entrada, têm tipicamente lá suas casas baixas e cobertas de telha. Junto com as almas viventes os mascotes, prioritariamente cachorros cães. Também ruas de areia e pedras e naiás e indaiás. Bem muros de casa floridos bem muros junto ao mar e as janelas com potes de flores as portas pequenas mesas com cadeiras e cadeiras de balanço penduradas em caibros de madeira - enfeixados amarrados aos frechais frontais cumeeiras. Fundos com hortas hortaliças frutíferas borboletas pássaros cambucás imburis-de-cachorro anibas maricauas coiranas-de-são-paulo jamacarus ajurus licuris... Tendas com seus fregueses pela manhã pela tarde, raros selecionados. Chão de folhas secas. Depois dois mil temporadas de sossego lentidão modorra.

            Quando o espaço tanto quanto de passarinhos se riem de si mesmos porque todo mais ri sorrisos como tudo o mais. Que vila esportiva linda e que humildade! Claramente que sim: mariquitas ou cambacicas tico-ticos-de-bico-amarelo tietingas curiós choca-barradas sabiás-pocas coleirinhos bigodinhos tizius aracuãs-do-pantanal gaviões-belos maracanãs-pequenas picapauzinhos-escamosos inhapins... E o sol se divertindo com tudo isso. E o sol imponente com tudo isto.

            Oito ou oitenta bem cintilam bem respiram bem falam. Vem a força do dia da semana da temporada de turistas e repleta. Presas aos fios de tensão as andorinhas viajantes voantes conversadeiras conversando em vozes altas. Outras aves do mar e da terra voam sobrevoam altas e algazarra e cantam nos galhos.

            - É já viajar, viajadeiras viajeiras viajeiros!

            - Um caminho muito divertido.

            - Vê de perto, tá cantando certo.

            - Agora sim temos os dias claros abertos limpos amplos...

            - Vai chegar o natal e bem chega 15 de maio, meu!

            - Escassa minoria destacada fala português na RD e Nigéria e Filipinas...

            - Vim pela BR-116 ou Rio/Bahia ou rodovia Santos Dumont...

            - O sol é excelente como é e tal qual estrela matutina vespertina.

            As almas do lugar são muitas e as casas e as ruas e a areia toda tudo empresta seres bons conviventes naturais nativas. Rua do Reposteiro de Morim, trilha do Óbolo, beco do Mão de Luva, ruela do Fubá, recanto do Cognato, coreto do Melô, jardim da Hermenêutica, largo dos Cainguá, praça Sinval Chagas Melo, bioparque Arinaldo Gomes Barreto... E no país dos papagaios-verdadeiros papagaios-moleiros maitacas-roxas papagaios-campeiros papa-arrozes papa-capins-de-peito-amarelo pronto uma aventura de canoa os papa-goiabas na praia da Joatinga...

            De manhã bem-soantes bem-parecidos bem se vê bem-te-vis-cabeças-de-estaca bem-te-vis-pretos bem-te-vis-gameleiros bem-te-vizinhos-do-brejo bem-te-vis-de-três-riscas... ninguém humano pelas quebradinhas e passagens e carreiros e vias. De tarde aumenta um pouco porque todos andam na praia pelas dunas e areais gigantes restinga gamboa preamar marés... E à noite o jantar peixe frito cerveja música ao vivo. Mas isso dias semanas três quatro meses ao ano férias ou mais.

            Os fatos as notícias chegam atrasados quase sem solicitar solicitação. A grandeza do vazio, ou melhor, do espaço em branco. Ao entrar numa ruazinha acanhada estreita pedestre com nome desenhado na tabuinha e “Itambé”, “Samango”, “Inferência”, “Antófago”... Em outras pracinhas Augusto Ruschi, Joaquim Xavier da Silveira, Frei Orlando... Convites anúncios de massagem e produtos do mel e tortas e corte/costura e língua estrangeira (franco anglo sino luso) e outros artesanatos... Espaço para o convívio de jabutis-carumbé jabutis-aperema apereás sabiás-barrados coleiros-do-brejo cachorros-do-mato iguanas tico-ticos-do-campo cujubis ariranhas gaviões-asas-de-telha... Muitos(as) migrantes imigrantes de passagem ainda aportam moram estabelecidos: vão à praia dia sim e outro também correr caminhar contemplar prosear e anônimos chinelos nos pés matear tererear orar ler livros demasiados volumosos capa dura com separadores e ou marcadores de páginas.

            O bótimo disso tudo acumulado todo completo é que o tempo bem passa. E são casais sem filhos rebentos compromissos que decidiram sair desapareceram dos grandes centros. Querem desaprender e se perder e se prenderem levemente suavemente às pequenas convivências humanas plantas abelhas galinhas tratar passarinhos incidentais no cocho... Com a alma repleta de sossego atravessar permear os ditos ditados soteriológicos soteriologias plintos filipetas cânones dogmas da Bíblia Sagrada dos horários dos números de banco dos aplicativos. Em uma resposta abrangente comum geral, se se pode dar semelhante ideia a todo mundo à fortuna das almas afortunadas leves, é que tomam café da manhã com cuscuz sorvete de açaí às 10h e 30min.

            - E penso e digo tudo isso, assim mesmo.

            - Observação e trabalho e análise...

            - Praça Arthur Gerhardt

            - O primeiro quadrante o segundo o terceiro o quarto e da mesma forma abaixo acima transversalmente e por todo canto os cantos sua mente compreenderá claramente.

            - Praia de recreação ativa ou passiva, gente!

            - Melhorias reforços aprimoramentos aumentos realces otimizações intensificações aprofundamentos potenciações...

            - Tem gente que bem troca um lugar assim um lugar qualquer comum esquecido no mundo por lugar algum do mundo.

            - Bem tire nada além de imagens fotos e bem deixe nada além de pegadas e bem leve embora nada além de saudades recordações memorizações...

            - Conviva com antes e depois, ou seja, Ravena distrito de Sabará, escola estadual Munguba do Jari em Vitória do Jari, praça da Autonomia em Três Rios, Olho d’Água do Piauí, serra do Azeite, córrego do Barão em distrito de Jamapará em Sapucaia-RJ...

            - Lua cheia é lugar que está repleto repleta de detalhes pormenores reticências...

            - Tá bem certo, seu pequeno inseto!

            - Até onde nos veremos...

sábado, 12 de março de 2022

Um 1 Minuto

 


 

            Sinceramente viajar pra onde por quê?

            Com aeroplano.

            Suave leve pisando a estrada

            E espacial esbanjado indeterminado.

            &&

            Sinceramente desfrutar de quê?

            Frutas da estação.

            Pode acontecer que isso tenha número de registro

 Sorte e vitória.

            &&

            Sinceramente vou dizer o conseguinte:

            - Cada vez mais cordial com boa vontade

            E estou domesticado em casa.

            &&

            Sinceramente já reparei o subsequente:

            - Vira e mexe

            Ser e nem ser corporal e temporal.

            &&

            Ao instante é natural.

            Ao interesse é todo meu.

            Claro, concordando com o possível!

            &&

            A consistência do tempo.

            O poder nobre do permitido.

            A água potável da paciência.

 

domingo, 20 de fevereiro de 2022

Avião como ser mascote

 

           

 

            Uma pesquisa encomendada e de utilidade pública acadêmica científica amplificada, e é uma faculdade oficial séria de universidade sem suspeita porque da esfera intelectual federal e do Estado e orientada aplicada por doutores de dois nomes e três sobrenomes cujas famílias renomadas, já achou provou concluiu que os cães preferem a música clássica europeia antiga complexa tradicional às outras canções mais comuns e fáceis populares nacionais comunitárias brejeiras férteis ocasionais repentes improvisadas caipiras sertanejas. Bem, então é e tá certo, até aí alguém foi correndo procurar junto ao mercado Itupava em a esquina frente à praça Veiga Cabral adquirir comprar fósforos enquanto o restante da família ainda aguardava dormindo no sono dos justos. Mas que raça de cão - guia, adua, acoar - é essa essas e tão sinfônica preparada de peluda orelha em pé? Será a do fox paulistinha? Será de um fila? Quem sabe o pastor ou policial?  Nem é a de um vira-lata tridimensional qualquer, tô vendo e tô ligado!

            O cão adueiro balsar cachorrada, que nem tosse ou cospe meia-voz porque é nobre e fino e polido e educado, fica escutando sentado pose a sonata para teclados pratos tambores banjos e demais cordas bem esticadas. Se cai um samba ou um baião ou um axé ou um sertanejo de raiz, o cão uiva irritado e boceja e vai até a caixa de areia ou o poste fazer xixi e ou outros dejetos obscenos. Uns poucos assinalados privilegiados - desses obesos mascotes fidalgos -, bem ou mal afeitos a morder e vigiar e até avançar no chefe ou chefa e no dono ou dona, saem estudar no exterior com bolsa integral ou meia bolsa paga financiada por instituição educativa filantrópica multinacional. Vão e voam abanam a cola desde cima partem zarpam com roupas quentes cachecóis xadrezes idiomas traduções e óculos escuros para os frios ensolarados das neves altas.

            Também e ainda, todos concordam concordamos humanos e batemos palmas, o mundo está cheio desse pessoal canídeo os cães cachorros guaipecas guaipevas cuscos. Daí todos eles gostam da música clássica com orquestra bem ensaiada refinada com maestro(a) descabelado desvairado mal-humorado pretensioso fanático. Eu nunca tive um cão para provar nada disso, tá certo! Olho o povo em estrato e te digo que tipo e espécie de cão meus contemporâneos patrícios(as) merecem se parecem. Meus conterrâneos se divertem em demasia diariamente com seus filhos filhotes caninos na calçada à margem do rio Acaraú rio Cunani rio Turvo rio Carreiro... e bola de tênis mania indômita de agarrar pegar apanhar segurar abocanhar puxar capturar prender arrebatar... Já eu mesmo, coisa particular e exclusiva inédita, nem gosto de música de ouvir sentado sobre minha própria cauda ou rabo. Muito abichornante e chata a delicada música de se ouvir em silêncio concentrado sem mexer um músculo sem olhar pro lado sem tossir ou mugir olhando o nada pensando um mantra, hum!... Outra coisa séria, é que mesmo em casa doméstico eu nunca tive cachorro ou cadela. Meu avô teve um cão - zagal ou pegureiro, maticar - chamado Avião (parente próximo dos cachorros-do-mato) que o seguia olhar enviesado sem perder de vista para todo o lado concomitante e era um exemplar doce de pessoa da família mascote companheirismo de boa sorte felicidade sorte.

            Esse cão do meu avô foi o cão (em a presença de garbo e elegância que nunca ouviu falar de cachorro-quente) mais amigo amigável prazenteiro que conheci. Oito dias e noites de chuvarada chuva água da chuva e 8 dias de puro sol e nunca, mais nunca que obviamente, se comportou como o selvagem cruel brutal sangrento bárbaro violento feroz animal... O cão - armentário, barroar, cainça - mais amigo festivo que conheci. Entendia de 2 línguas ou idiomas e falava 1 e escrevia nada zero. Como bom cão, entendia tudo e falava nada. Nunca rosnou pra mim e até onde sei nem mesmo para as visitas inesperadas vendedores de frutas cobradores de impostos entregadores de gás. Nem sei se gostava das clássicas ou das tais e quais populares regionais gauchescas baiões maracatus frevos congadas festas juninas... Meu avô também nem percebi até onde gostava de música seja lá de que tipo fosse pintasse religiosas ou profanas carnavalescas de aniversariantes dobrados ou marchas militares. Só ouvia o rádio na hora da Voz do Brasil para saber o que o governo (independentemente do gov em plantão: cutitiribá, abacaterama, aroeira-do-rio-grande, uxirana, vassourinha, buçuí...) fazia ou queria fazer e construía ou prometia asfaltar, enquanto tomava seu chimarrão quentíssimo e amargo olhos no longe bombeando o horizonte. E nem se dava conta e permitia deixava o Avião na boa e feliz sossegado em paz dormindo dormitando ensimesmado debaixo da espreguiçadeira ou cadeira de balanço. Me dizia e com razão, eu ouvia: “Olha, guri, que a estrada vem aí e asfaltada e mais tarde ou mais cedo já passando por Durandé e Alto Jequitibá e Borá e Lutécia e Darcinópolis...”, fecha aspas.

            Todo e qualquer cão é um mundo em si mesmo e à parte santo androide eremita filósofo neoliberal subchefe antiaéreo anti-inflacionário coproprietário microssistema... Individual individualmente (o cão), mistério de calma simples, procura o mesmo comportamento todos os dias e estável constante contínuo regular firme consistente permanente invariável estabilizado seguro equilibrado efetivo... E também se afeiçoa procura procurar os mesmos objetos pessoas as mesmas comidas e mais idas e vindas. Age conforme e nas brincadeiras ou se acaso uma briguinha ele usa decididamente somente sempre uma força recíproca. Faz progressos por se acaso e anda por todos os lugares possíveis do planeta Terra nosso de cada dia e cachoeira do Firmino no rio Santa Clara em Ibitirama ou Iúna e comunidade Santa Luzia do Baré no lago Amanã com o rio Japurá em Maraã e Uarini e Fonte Boa e RDS Mamirauá e Camacã e Mascote e Potiraguá e Serra da Saudade e trilha ecológica Pedreira da Prata em Carmo...

            Até onde pesquisei e apurei e busquei pesquei informações, o cão (rabadão, cainhar, canzoada) nem tem pensamentos necessariamente retos direitos ou oblíquos. Certo momento instantes uma alma empedrada empedernida algo parecido com a rocha basáltica itaúna diabásio diorito e etc. Só faz festa com a cauda e olhando dentro dos olhos do freguês. No estágio de cão (dentro do compromisso peremptório encarnação e do vaivém...), a pessoa nem sente mais o estresse e tudo são lindas bonitas maravilhosas e amplitude variedade envergadura abrangência gama alcance liberalidade... Quando está preocupado carnívoro no encher o bucho, no seu jeito de comer rápido sem me olhar e sem olhar a nada, nem se pode falar com ele e ou chegar perto. Tentamos conversar durante a refeição, porém ele é difícil ou sonha com coisas diferentes estranhas pragmático guarda-noturno não fumante unha de fome conclusivo coronel debiloide... Comer sem prestar atenção no prato de entrada ou saída e sem talheres terminando antes dos outros esperando mais e famélico esfomeado convicto inspetor antiquado... Nem aprecia verduras legumes e come a sobremesa com ou sem tanto faz a gordura. Retira o café pacientemente com a pata afasta mas nem perde de vista a sopa. Osso duro de roer, o meu vizinho compadre!

            Um cão (cadela) nem lê catálogos jornais livros revistas gibis; o Avião nem lia livros de ficção novelas de aventura. O cão detesta visitas inesperadas inéditas inauditas; Avião se entediava com visitas interessadas interesseiras agradáveis. O cão basicamente nem tem muito tempo; o Avião tinha o tempo que queria o tempo do mundo. Um cão procura por comida o resto do dia e sempre cheirando o ambiente esperando mais; Avião nem ligava para essas coisas de fora de hora ou no horário habitual. Um cão escuta o tal de senhor e senhora hertz (hz) e fica todo agitado adepto averiguativo eloquente onomatopeico paranoico verborreico altruísta; o próprio Avião previa o futuro em ondas de rádio e sonoras e de luz. O Cão pernoita e vigia a acolhedora praça Monsenhor Ivo Sante Donim; Avião já tirava férias veraneava no rio Paquequer e cascata Conde D’Eu em Sumidouro. O cão ou cadela quer ser famoso(a) e rico(a); Avião queria ficar mais famoso que rico. Cão gosta de tudo que tem carne e ossos no meio misturados; o Avião gostava de bolo de chocolate (quente ou frio) feito pela minha avó, principalmente e em primeiro lugar. O cão vai e enterra um osso um joelho de porco; o Avião tinha mania de enterrar sapatos usados pelas pessoas gente da família familiares.

            Dormir nem dorme bem e em horas incertas, embora prefira cochilar relaxar. ‘Estar sempre alerta’ é o seu lema o mote motivo do cão de guarda sentinela. Importunado por cachorrinhos-de-nossa-senhora treme o pelo todo bate as orelhas e a cauda, e lá vez em quando sempre depois do banho perfumado. De olhos fechados eventualmente mas as orelhas sempre sensíveis ativadas ligadas sintonizadas antenadas. O cérebro lugar-comum sempre em rotação e abrangente amplo vasto geral extenso aberto global genérico lato...

            Claro que o cão - brandeiro, cuincar, canzoeira - é um mamífero estelar oriundo da constelação do Cão Maior ou Cão Menor. Desceu ao planeta para povoar e virar o melhor amigo do amigo melhor. Você sabe o que eu quero dizer! E na sua (cão) particular mania costume hábito (que acho que os cientistas ainda nem descobriram nada ou nem se deram conta) corre atrás dos automóveis que passam na rua Placidina de Araújo esta enfeitada quase cinquentenárias de bacabeiras e sananduvas e canelas-de-cheiro e ouricuris... Decerto por certo certamente que acha que esses bichos-máquinas nem devem invadir seu território. Aí na hora nem negocia e persegue e corre atrás. E os tais e quais fugitivos fogem velozes estrada afora passam roncando zunindo descargas espocando abertas atrozes. É a única explicação que sei que alcanço a única coisa que o tira do sério da modorra da mordomia da letargia da preguiça das férias sempre prolongadas.

            Caminha vigia ronda 4 patas pela área pelo pátio na varanda com a mesma roupa com que veio ao mundo. E aparentemente aparece parece que pouco sente o frio ou o calor. Segue ou observa os outros integrantes transeuntes da família e acompanha preferentemente o seu melhor tratador e por onde este for desde os passeios da manhã fim de tarde início do anoitecer pôr do sol ciclovia. É sempre assim durante alguns anos. Tempo permitido de cão e cachorro e domesticado.

            Nem está acostumado a vencer corridas competições olimpíadas. Chegar e ficar e obter. Parte da decoração ou paisagem da casa do sítio e familiar membro da família. Por isso mesmo nem é corredor de fundo de longas distâncias resistência maratonas revezamento 4 por 4. E uma excelente memória canina. Aliás, 1 memória que esgota o verbo: au-auar!...

            É o que ele decide fazer quase sem pensar. Perto e junto entre igual os humanos? Passeia passeou pela vizinhança e voltou volta. É possível até onde foi. Foi passear nem sei o porquê e ainda volta em tempo de  cheirar a localização dos familiares. Como um cão preocupado procurando. Visitou e comparou e a rua da Sega e rio Caciporé na serra Lombarda e Careiro da Várzea e Irupi e Lajinha e Borba e praça Otaviano de Melo em Autazes e praia do Goiabal em Calçoene... O cão nunca sai ao crepúsculo à noite e nem abandona o lar equilátero lar. Ladrar pode ladrar mas é muito raro. E por boa causa. Vai e volta passa pelos terrenos baldios próximos enluarados pesquisar coisas objetos ambientes sem dono. O que o intriga muito são os bichos que voam morcegos borboletas libélulas aviões pássaros e ararajubas (guarubas) - psitacídeos verde-e-amarelos -, tangarazinhos (estaladores), patativas-goladas (brejais), corocoxós (corotéus), saíras-sapucaias (sairaçus), tico-ticos (jesus-meu-deus), irerês (marrecas-apaís)...

            Hoje em dia (se o tempo o clima a temperatura o ambiente estiverem desacomodados meio ensaboados desequilibrados ou nem preferidos) se chover chuviscar, o cão vai passear na chuva na garoa margeando o rio Ibirapuitã quando possível ribeirinho beiradeiro. Nem gosta de nadar ou de água em demasia, porém pode nadar e sabe nadar e nada muito legal nada nadar cachorrinho muito bem e obrigado. E é preciso no pouco que tá a fim de nadar e a cauda como leme as orelhas acesas. Depois na continuidade se sacode espiralando espargindo borrifando salpicando aspergindo, e dissemina difunde espalha derrama e cheira a cachorro molhado.

            Acho hoje que esse amigo malhado branco e preto de meu avô o cão Avião - brazagal, ganizar, matilha - parente próximo, teria gostado de clássicas se a oportunidade de aprender a ouvir (ou seria escutar?) com outros ouvidos lhe tivesse sido oferecida ofertada chegasse até ele. Era bom para decifrar todos os sons até a décima parte do bel decibéis e os mais finos possíveis. Se tivesse nascido num berço de músicos acadêmicos e estudado na UFSC ou UNICAMP ou ITA perceberia muito mais atento condicionado e isso sim com certeza. Poderia até ter nascido e sido criado e educado mais talentosíssimo virtuosíssimo interprete ao piano de cauda ao violino à guitarra ao violão à sanfona ou gaita ou acordeão cítara de arco ao violoncelo à viola-de-cocho... E era o que foi sem dúvidas sem aspas sem asteriscos - como se fosse do jeito do mascote -, pacífico pacifista paciente apaziguado para todos os acordes ritmos trovoadas foguetórios carnavais bandas e paradas cívicas.

 

sábado, 5 de fevereiro de 2022

Leve isto em consideração suave leve

 

           

 

            Que será que o poeta anda fazendo planejando e passeando de bicicleta na fazenda numa hora igual ao sol em pleno dia ideal de domingo? Arapongas retinindo e outros pássaros aves aladas, chorões, coleiros-do-brejo, golinhos, caboclinhos-do-pantanal... palrando piando ruflando trilando e flauteando flautar membitarará membixuê membi membé memi mibu mumu...

            - Hoje eu nem sou ontem nem amanhã ou mais tarde além aquém, aliás.

Ele é o poeta eminente completo líder classificado proeminente: esquisito, tímido, caricato, escorregadio, linguarudo, camuflado, teimoso, intemerato, expansivo... As pessoas nem o consideram normal e só o cumprimentam pela manhã, “bom dia!” e olhe lá! Se comporta à toa como coaxa um sapo um santo de qualquer religião oriental pedindo esmola uma árvore sem espinho guaraçaí caingá graçaí groçaí uma sombra de quiosque no verão uma cor gris amana caliginoso uma pedra solta na rua Manoel Lopes de Carvalho Ramos um vento nordeste que sopra frases diversas comprometidas aleatórias polêmicas machadianas renomadas...

- Hoje é outro dia, quinta-feirona. Um dia a ser preenchido com poucas coisas por fazer e desfazer. Raros amigos e amigas amizades calor humano. Então, vou comer chocolate na loja Catira/Cateretê do shopping Amapá-Ingapeba. Mereço um regalo um presente para mim mesmo, e obrigado! É uma loja tradicional e ao mesmo tempo original nacional internacional multinacional universal. E nem devo comer muito, no entanto portanto. Sei certo que vou de carro e sei dirigir. Vou conduzir até lá. Uns poucos kms e uns poucos 20 minutos, 60 por h, via dupla e orla marítima.

Nem tem vaidade humana nem nostalgia ou saudade do passado com Alice ou Aline ou Ana Carolina... Nasceu num mês de setembro em Montividiu, logo cedo a família se mudou para Perolândia (aprendeu a nadar e nadou muito no rio Verdão rio Pacoti) e completou seus primeiros estudos na instituição pública EEEFM Caiapó pertencente ao município de Caiapônia. Madurou de corpo e mente e alma preferindo fazer faculdade de direito em Guimarânia. Teve várias oportunidades de emprego e de diversos ofícios e profissões passando por obreiro empregado colaborador em Catalão e Coromandel e Alfredo Marcondes e São João da Barra...

- É uma região cheia de empreendedorismos, sim!, e muito legal. Quantas coisas eu queria ser e logo ali e pra ontem, um peixe, astro, ave, rio, pedra, coró carapicu morotó... Cinquenta coisas eu queria ter e pra já pra ontem, uma obra-prima, uma filha, uma praça, uma avenida, uma biblioteca, livraria igreja museu fundação busto monumento condomínio parque aquático... Trem que pula, uai!...

Daqui onde nós estamos e sobrepisando observando o mundo, parece que o poeta exemplar está sobrenadando em supremacia humana e semântica tônica paráfrase lírico linguística onírico réplica tréplica léxico semiótica vernáculo adverbial maiêutica metáfora intrínseco oráculo sinonímica particípio amálgama... Nem procura os velhos amigos(as), nem os possui muito e tanto assim, nem os quer, nem precisa de ninguém. Prefere consumir muita verdura legumes gosta mais de frutas cítricas. Talvez esteja precisando de energia solar eólica hidráulica atômica e tudo ao mesmo tempo intensamente completamente brasileiramente. Acho mesmo que é mais pagão que supersticioso e crente cheio de crença e fé com a sorte o acaso natureba naturista naturopático naturoterapeuta...

- Vocês sabem que poeta nem perde palavra. Quando morava em Domingos Martins costumava ficar num banco ali bem perto de casa na praça Arthur Gerhardt ouvindo os vendedores ambulantes os passantes pedestres os pregadores os aposentados os jogadores de dominó damas carteado par ou ímpar... Aos sábados dia todo eu também corria percorria uma feira livre e venda troca negócios de roupas usadas sapatos blusas sacolas cintos redes de deitar esteiras para a praia relógios celulares...

            - Num escritório da famosa avenida ensolarada Monteiro Lobato. Onde trabalho agora atualmente conforme? E moro bem pertinho conformado e aproximadamente. Gosto preferencialmente das terças e nem sei o porquê, por quê?

            - Ele gosta de passear na grama entre as árvores. Onde levar meu cachorro e cão para passear? Tupi anda ao meu lado e me olha de relance me controla nem desiste e escolhe algumas árvores suas preferidas troncudas. Sempre pela manhã e está todavia um passeio comum normal necessário e etc. Ele Tupi já teve família. Eu ainda tenho. Justamente Tupi procura por amigos amigas cheirando todo o mundo atrás e debaixo da cauda. Chegando ao parque, ele corre desesperadamente e reconhece suas árvores favoritas aleatórias ou específicas quase sempre as mesmas e nem troca. A natureza de um animal, no caso o cachorro Tupi, é muito placa lugar-comum corre-corre bem-falante adjetiva sota-vento poli-hídrico morfologia radioamador autoestrada...

            Um dia o memorável poeta, por esses acasos da sorte que só D sabe faz e acontece, me emprestou seus caríssimos joias originais escritos. Aí ali estava eu lia e relia as revelações dos seus gostos sabores poderes preferências animais de estimação ocultismos orixás aleluias. O bicho rato de bibliotecas nem era leitor empedernido dos clássicos e coisa alguma do estilo, ora bolas! Mais ou menos, eu diria. Se aborrecia com ler poesias de outros versejadores, era mesmo um satírico crítico corrosivo sem papas na língua sem partido sem paciência sem vergonha. Gostava preferir de troçar dos políticos de plantão sem-vergonha, dos artistas bacanas e chiques, dos acadêmicos aposentados que moravam no exterior e ou às custas das Federais públicas. Uma mania peculiar de acompanhar os jogos de futebol e assistir às mesas redondas da tevê os pitacos apostas pílulas soltas e sem lei dos youtubers esportivos. E fanático por um time do Estado onde nasceu e morou boa parte da história pessoal. Além de ler os filósofos antigos pré isso e aquilo, e os chatos intragáveis linguistas modernos de faculdades renomadas ranqueadas. Relia isso tudo e até outras coisas como bulas de remédio cochilando batendo de propósito a mão nos beiços de babão. Surpreendentemente, eu rediria. Acintosamente, eu complementaria. Diversamente, eu ajuizaria. Abusivamente, eu completaria.

            - É necessário sempre refazê-los e repará-los e racionalizá-los. Que está acontecendo com meus versos livres? Em minha real opinião isto é muito caro e metro prefácio discurso sonoridade ritmo medida pronome cesura feminina...

            - Do mesmo ponto de vista que olho o mundo e minha querida metade da laranja, vejo uma montanha a cordilheira umas ondas gigantes que chamam serra do Mar. Penso pensamentos suaves de água pura limpa como uma nave boiando no espaço atmosférico e assim que voa nada navega sonha fantasia ilha de Maracá reserva biológica lago Piratuba rio Aporema rio Uraricoera...

            - O dia na ilha tem uma cômoda praia ou enseada de areia fofa águas cristalinas gente falando com pessoas e sorvetes de açaí muitos doces de açaí pamonha pequi pitanga jabuticaba araticum-do-mato araticum-de-jangada...

            - Que bagunça nas ideia e visões e desejos, meu! Converso comigo. Sim, estou confuso. Eu nem lembro. Isto de gostar de viajar é bem da minha idade tenra, Tartarugalzinho, Ferreira Gomes, Pracuúba, Pedra Branca do Amapari...

            Outra faceta escondida ou reservada camuflada. Entendia muito do romance, paixão, das estudantes de filosofia mulheres comuns ou deusas musas. Era capaz de dar metade da fortuna crítica por uma noite de rolo sem fim sem término nos braços agora da estagiária desejada terna macia praticamente incauta. Sabia dos gemidos e anseios da carne fraca saborosa igual como um galã de novela televisiva. E escrevia quilômetros de saborosos contos satisfeitos picantes enovelados recheados de causos. E descrevia namoros encontros na praia na piscina na floresta misturados aos autóctones verdadeiros donos da mata e onde mais condicional se nem com a presença da natureza intocável.

            - Parei mesmo sem demora instante atrás de trabalhar um afazer doméstico corriqueiro aqui a ver com hortifrutigranjeiria e corro ainda ao atelier ou escritório para fazer poema poesia versos. Longos inéditos exclusivos versos ou muitos quadrinhos de versos de 4 em 4 e todo espírito alma pele sensação.

            - Alice ou Aline é uma estagiária da biblioteca pública Olavo Bilac. É claro que eu já sei de tudo. Vou sair e o que vou vestir. Prefiro ser um ser puro como um puro ser e simples esportivo. Sou um poeta e admito que sou um poeta tropical urbano. Nem gosto do frio e sufixação sestro sintético metalinguagem ortografia analítico bibliófilo inspiração analógica reflexão invocação parábola evocação inventário metamorfose caligrafia... E prefiro tomar banho de rio Araguaia ou Tocantins. Agora mesmo, minha cara!

            Olhe em volta e veja o que sobrou restou permanece. De repente o tímido e inútil poeta se revela aparece no céu anil como um falcão-de-coleira falconiforme falconídeo um gavião-relógio gavionar gavionice. E melhor que nosso todos nós. Quem pensava que ali nem existe um ser prático? Bem e assim quebrou a cara mordeu a língua escorregou tropeçou no tapete da sala de estar, óbvio. Será nome de nova rua e num futuro próximo. E vai casar com a aluna mais inteligente, tirará pelo menos 2 filhos e passear todo domingo de sol no parque público esportivo recreativo comunitário da linha Amanaié. E nos esquecer peremptoriamente. É melhor um todavia. Porque ele merece voar e porque precisa navegar além-mar espaço sideral afora.

 

             

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Carbono e Incauto

 

           

 

            Estava lendo acompanhando direto direito, isto mesmo há médios instantes e passo a passo, e acabei de gostar destes versos versados e um pouco aleatórios insólitos sesquipedais: “Esta noite radiosa luminosa intensa e ou de fulgor sideral incomparável incontestável indubitável...” Embora isto e no afã da hora a qualquer hora, uma viagem que faço ou desfaço é necessária temporal permitida vigiada correta reta... Daqui para frente só a comporta dos infernos parataxe indexação picumã volapuque, e olhe lá! De repente nem existem porta nem janelas adufas. Sou isto e isso mesmo, carajá do norte ou xambioá. Fechado numa cela vazia e a 7 chaves. Uma viagem sempre fora por fora de um domingo e longe da praia da Costa, praia da Baleia, rio Corrente, São Desidério, Gurupá (à beira do maior rio do Pará), Santa Maria da Vitória, Boca do Acre, Araguapaz, Almeirim...

            Nem faz muito eu até acreditava nas coisas que lia que se lê e em debate resenha. Hoje nem com as pedras que chuto no caminho, minha amiga(o)! Nem torço pra mim por mim, vou torcer pra República Federativa do Brasil o Internacional o Praia Clube? Sabe, em?!, aquela aventura cheia de ignorante ação que acaba nos quintos e no fundo do poço e nos cafundós que o burro perdeu as botas (onde estão minhas meias?) e a porca torce a espiral do rabo? Isto mesmo e bem explicado, uma vez!

            Qual a data de hoje? Esses dias aí eu andei pastando os ossos do ofício. Olhos cheios de parecidas meninas garotas. E capim-trapoeraba capim-membeca capim-azul capim-frecha e os pastos eram feitos de mazorrão capivara anta boi terneiro cordeiro cabrito bode dromedário cavalo potro matungo...

            Se eu fosse do outro time seria mais feliz mais ajuizado mais inteligente mais honesto mais vitorioso mais consciente atualizado contemplado sortudo afortunado? Nem saberei nunca, mas desconfio que sim que sim. Neste caso - que eu explico e por favor! -, o outro time é outra jogada, pode empatar que ganha, faz um gol nos acréscimos, tira coelho da cartola, outra sina, outro patamar de perfeição e satisfação entrega...

            Acho que nessas horas muitos recorrem a D (índex complacente parapegma xarope gramática mamadeira...) para nem se jogar da ponte estaiada mais bonita do hemisfério sul. Acham que outro campeonato poderá ser melhor e bola pra frente e tocam o barco. Ora, se acreditasse também me jogaria! Divindade que é D (autografando nuvens e alegria extrema e gáudio e regozijo pândega júbilo...) nem escreveu nada nem torto nem direito, nem por linhas nem por rabiscos rasuras.

            E meu sonho antigo e de certo modo ancestral, quiçá avatar? A cada dia que se passa vejo o quanto fui tolo. Meu palácio de verão foi precariamente construído sobre terreno alagadiço, movediço, infectado, improdutivo, pantanoso, escorregadio... O hotel Janduí de frente com o rio Açuã e rio Vermelho e Porto de Moz e piscina olímpica oficial e jardins suspensos elevados e estátuas performáticas e instalado ocupa uma área ampla hectares imitando um parque federal natural de reserva biológica riquíssima em espécies da fauna flora jamacarus, balança-rabos-leitosos, lavadeiras-de-cabeça-branca, cuipeúnas, favas-de-impigem, lírios-das-pedras, jalapas-de-mato-grosso...

            Então, eu nem posso ler minha mente meu dna meu cantar meu voo. Acho bom nem ir à festa, ao baile bambelô dança de roda. O que fazer lá, minha senhora?! Programa programar discoteca seleção musical que atende a todos os gostos e modas e estilos e perfis e micaretas. Gosto de viajar (amplitude variedade abrangência gama extensão alcance leque liberalidade...) e aldeia apurinã e território jamamadi e nação cuicuro e morro do Penedo e rio Guarapari, Aruanã, Nova Crixás... Penso em lua de prata toda alta toda linda toda imponente toda noiva toda empoderada (mulher na idade média adulta) e poema canto carme verso presságio...

            Pronto, nem creio em D (sideral sidéreo celeste luzente brilhante es-pe-tá-cu-lo...) mas no D envernizado balandrau bambá bambaquerê... Este último sim está entre nós que o escuto está perto toda hora estorvando os prognósticos encurtando os processos usando dois pesos e duas medidas silepses laudos lipogramas alfândega dígrafos digramas monotongos... O termômetro da frustração fracasso, do pânico, do sílex, da impotência, da pandemia, da hecatombe, do tsunami, da irrupção vulcânica, da enxurrada... O espalhador o semeador gavião-rapina de indolência desídia empate ociosidade inércia terapia preguiça conformismo abandono adiamento protocolo...

            O conteúdo recheio contém sempre se repete tema assunto e busca o mesmo sistema a mesma razão. Bem pra todos todas e mais outras pessoas. Esta a força por que se repete este básico.

            A rotina e seu estar está no controle automático. O sistema controlar automaticamente sistematicamente remotamente. O clima as temperaturas os calorões estações serão cronometrados a cada mês e no fim do ano.

            Hora que embora! Quero ser advogado e depois engenheiro-residente engenheiro de som engenheiro de obras prontas... Chego no quiosque Cepilho da praia de Bacutia praia do Morro praia da Cerca... Porque assim com todo o mundo me olhando ou cisma palpite fiasco... E cumprimento o mar agradeço o desejo das ondas as ilhas as aves tuitiricas as plantas tucumãs-araras espelinas-verdadeiras sete-casacas azedinhas-da-baía mesa com cadeiras máscaras do maracatu sombra de músicas palco de mulheres em trajes típicos mínimos cavados arredondados... O brilho raios do sol descobre ouro da tarde e em o fulgor das nuvens lãs o cobre a prata. E para ser honesto deslinde lindar aclarar deslindar tornar inteligível, gosto dela muito demais bato na tecla e faz tempo.

            Passando aqui de ida e volta, progresso e regresso, progressivo e processo, desenho figuras tiro retratos pinto afrescos murais escrevo e-mails aprendo linguagens traços tramoias semiologia sinais signos leiloo mbaracás e refúgios limbos refugos torvelinhos acasos ocasos avessos apêndices... Terrenos que se cultiva cultivam cultivamos árvores frutíferas e vergéis jardins hortos...

            Que otário fui ao acreditar e ter apostado todas as fichas na realidade real. E também no sonho absurdo surreal. Porque um completa fortemente naturalmente o outro associados ligados conurbados acolherados casados... Vou andando outros dias outros meses com mais pessoas de cem delas e milhares de irmãos irmãs e cunhados(as) saídas entradas por portas e janelas, ermidas cubículos oratórios edículas nichos capelas...

            Depois de tudo pronto e ponto, só aguardo somente me espera apenasmente o enxame das estrelas ou do nada vácuo universal.

 

             

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Ela é muito mais famosa

 

            

 

            Dona Rosinha, viúva de dois mandatos consecutivos ou em sequência ininterruptos (o 1 era major-aviador e o 2 major-brigadeiro), é miudinha pequena como uma criança e cabelos cor de prata e pernas arqueadas e já carregou nas costas e nos ombros tímidos os oitentão com mais oitão anos. Deve ter a graça de D para ir tão longe assim. Está aí e aqui. E cheia de esperança. O sotaque tem nas entrelinhas um timbre nobre de Viçosa ou Pacajá ou Anapu ou Palhoça de a praia da Pinheira ou tribo awá... Já ainda confiante. Quicando de curiosa curiosidade.

- Eu gosto de cuidar da horta mais do que cozinhar, pois nem! Me contavam me contaram diversas vezes e com risos, que quando eu comecei a falar também ao mesmo tempo começava a andar e vice-versa.

            Às 7 horas e uma terça-feira de um tempo permitido da sorte, a senhora Rosinha abriu a porta para a rua Maku e foi saiu para a feira na praça Silviano Brandão. E diligente proativa melindrosa e esperta como obra-prima matéria-prima arquimilionária transcontinental pós-graduada logogrífica... Quase um dia qualquer fruição com movimento acelerado do trânsito e linguajar praticamente de baixo calão e assim usufruir desfrutar anúncios do aipim a mandioca a macaxeira maniva pão-da-américa uaipi... Depois se aproximava das flores o perfume aromáticas e se ri e vai e vem. Uma pausa para comer um pastel com caldo garapa de cana-de-açúcar incluindo uma pitadinha de limão ou abacaxi.

            - Que sabor de sorvete prefiro chocolate e sem dúvidas. Além disso e ademais, quando eu era criança bebê, minha avó me carregava na bolsa de tão mirada que eu era. Me confidenciou depois muito depois que eu nem dava trabalho nem chorava nem me mexia e me comportava como um dócil cachorrinho gatinha.

            Eu a conheço da vizinhança do entorno ao bairro Mambira e praia do Tomé. Nos mutirões de vacinação pandêmica (e só para se ter uma ideia um roteiro) foi o acontecimento da área da zona do lugar e o maior barato. Furou a fila com o consentimento geral solidário e de braço dado com a neta Beatriz. Chegou lá diante das enfermeiras e se demorou mais de 10 minutos. Apesar de treinada em casa, diante da seringa ficou nervosa amedrontada perdida e envergonhada - tudo ao mesmo tempo de uma só vez.

- Além do mais e ainda por cima, a partir da janela vem a Água a Terra redonda. Como viajam virtuais as últimas notícias vulcões ativos sondas espaciais foguete de propulsão nuclear satélites artificiais aeronaves no livre espaço sideral. O universo vasto elástico centenas de vezes tem luzes pérolas nuvens de Magalhães subterfúgios relógio cidades açúcar charada de palavras...

            O que todo mundo reparou e até ficou olhando com atenção foi sinceramente do seu tímido passinho. Parecia que duvidava inquiria caminhava de brincadeira. Sorria no olhar a todo lado e de braços com a neta caminhando, pim-pim!... igual jabuti-aperema. Ou como uma mínima e formidável formiguinha-cortadeira saúva quenquém. Levou aquela eternidade de máscara voz abafada até chegar diante do balcão. Perante o enfermeiro achou que devia lhe dar um beijo e quase conseguiu. Daí até a aplicação e de volta para o lar preferido lar muita gente lhe abanou muito. Foi o centro das atenções e se sentiu feliz e até emocionada, mereceu cumprimentos de todos, aplausos, brilhos nos olhos...

            - Eu gosto mais do meu viveiro de plantas medicinais que um criatório criadouro criadoiro de peixes tucunarés ou ostras, por ex.

            O médico lhe autorizara atividades ao ar livre e caminhadas. E ela, para continuar mais tempo, entrou para a turma do carteado da terceira idade. Faziam os encontros aos sábados à tarde amarelo-claro e eventualmente numa data comemorativa. Neste fim de ano próximo vindouro planejam fazer uma viagem a Foz do Iguaçu a usina de Itaipu o morro do Cambirela. Em condições normais de temperatura e pressão, já estudaram uns horários para a praia de Cima praia de Baixo praia do Meio praia de Fora em Palhoça.

            - Eu uso o forno a lenha no quintal para assar bolos, é.

            De manhã de tarde lusco-fusco claro-escuro, chega perto das suas árvores frutíferas das frutas maduras e olha pega admira cheira monitora conversa, hum!... Se vê ela mesma por dentro da planta cumburu e agarrando a terra macia e daí subindo até as folhas caule galhos flores frutos seiva verde... Sente a chuva na pele rio da Madre o vento o sol a lua os pássaros e suiriris-cavaleiros, peitoris, garças-vaqueiras, andorinhas-pequenas-de-casa, iraúnas, bentevizinhos-de-asa-ferrugínea... Nem acredita em alienígenas óvnis signos do zodíaco, porém outro dia viu a pegada pé de moleque sozinha de um rasto de saci. Assim mesmo e já que quase tudo é possível.

            - De ajuste de acordo com tal e qual dia estação, tenho minhas venetas e caretas e tretas... Mas depois após gosto de brincar e ser popular ser pontual fidalga extraclasse...

            Dona Rosinha nunca que conheceu as cascatas cataratas cachoeiras mais famosas do mundo. Estava querendo muito muitíssimo e o rio Maciambú a praia da Enseada de Brito. Iria longe sozinha, isto é, sem alguém da família. Um trajeto de avião e depois ônibus e junto com os amigos da terceira e pessoal de apoio e quase irmãos irmãs. Leu o roteiro 3 ou 4 vezes nesses últimos 15 dias, pegou telefones, escolheu a roupa, ficariam 5 dias fora. Ensaiou com o colorido e serelepe inteligente celular os diferentes ângulos de fotos e autorretratos. Achando, e levemente emocionada, que em casa iriam sentir sua falta.

            - Além de que inclusivamente, eu convivo bem com minhas árvores e em meio às plantas e arbustos araçás-guaçus majubas ananis cedros-batatas aroeiras-mucuris... e as que esbanjam flores as que nem economizam frutos e caapiás uruazeiros seringueiras-itaúbas tacacazeiros-da-várzea avencas-de-espiga... Eu gosto de cuidar do pomar mais que arrumar a cama, sabe comé?!

            Um Aracati vento desatado anemologia de fim de fevereiro começo de março aragem brisa viração lufada corrente sopro encanado... Redemoinhos remoinhos batem cangas nos canais do rio Imaruim e areia da praia Guarda do Embaú praia de Camburi praia do Aririú... Litoral de arrecifes piscinas naturais visual espantoso desconcertante vertiginoso flagrante exorbitante alarmante extasiante estarrecedor colossal retumbante arrebatador embasbacante devastador...

            - Hoje em dia parece que o sol me solicita e bem melhor assim. Peço que tenham esta calma e previsão premeditação promoção predisposição premiação... Eu gosto mais de sorvete de pitangas que suco de pequi, acentuo! De boa onda azul-marinho com a fé o tempo o nhenhenhém...