quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Sou o Nome do Labirinto

 

           

 

(Quando deus abriu os olhos, litania e ladainha somando 1 e 1 igual a 3, foi era como se estivesse nas nuvens suas nuvens tipo colchão de algodão sobre as nuvens ou nadando no mar ou em pleno ar voando entre nuvens. Sonhava acordou como se fosse o sol a Terra a BR-101 a floresta da Tijuca a praia de Jurerê a cascata da Usina a praça da Bandeira o açude Castanhão. Hoje mesmo já lá se vão e vêm à minuta 200 mil anos. Nove meses e 7 dias mais divindade que o mundo.

Um dia ele deidade visagem pegou e saiu da estrada para se aventurar alimentar na trilha no atalho do campo dos morros e planaltos e cerrado e serra do Bongá e serra dos Cariris Velhos e serra de Teixeira... Pelaí assim ia fazia ali dizer anos que nem passava que nem pisava quando o parque Pedra da Boca a ilha de Areia Vermelha a reserva da nação tapirapé o rio do Cabelo a Baía de Macoripe... e desde a inauguração. E portanto deus insular, boralá!, disposto pelo caminho pelo trilho pela senda pela via rua São Clemente do bairro Botafogo-RJ e Casa da Torre de Garcia d’Ávila na praia do Forte em Mata de São João e praia Intermares e rio Iguatemi... respirando o verde o vermelho o amarelo-claro o azul todas as cores... o canto das aves dos pássaros dos alados dos passarinhos em geral os bem-te-vis-do-gado os sucurus os tucanos-do-peito-amarelo os pitiguaris as batuíras-de-coleira... o silêncio sem civilização e rural e campesino e mineiro e pernambucano e tocantinense e alagoano e Caicó e Baía da Traição e Muitos Capões e Joaquim Felício e Mataraca e Piquet Carneiro e rio Trairi... o sossego único da sombra das árvores caixetas e aiapanas e ervas-luísas e uvaias e baraúnas e mangabeiras e perobas...

Já divindade o senhor atravessou o mato passou a nado o rio Espinharas onde aprendera subiu e desceu as chapadas de pedras e árvores retorcidas enfeitadas elegantes centenárias... os patrimônios artísticos culturais históricos... danças bumba meu boi ou boi-bumbá coco-de-roda ciranda xaxado pastoril baião xote... já havia os bichos como os roedores mamíferos répteis nadadores sapos-intanhas... e pequenos seres escondidos espiando na camuflagem na metamorfose a sua passagem. De repente a queda Véu de Noiva a cascata do Caracol a cachoeira do Roncador o salto Ventoso a catarata dos Couros... que jamais esquecia a piscina natural feita de rio Sanhauá dentro das pedras cafuas lajedos lajeados onde se secava ao sol ou se jogava fazia as vezes como trampolins plataformas. Sorriso lhano sincero franco verdadeiro já pronto nos lábios.)

Durante o descobrimento do B por volta do veranico de 1500 as regiões áreas territórios, onde hoje rgs e ac e ms e ro e ap e df, nem eram mesmo colônias colonial colonizadas e sequer capitanias hereditárias.

            Eu o próprio forte sou o nome do dia e à vontade olho sem dizer nada. Porém o indicador segura sela os meus lábios. O mais incrível é porque de repente começo a soprar a falar pelos cotovelos e aos borbotões aos trovões e aos relâmpagos incandescentes rasurados estriados.

            Alguns e umas nem me veem e imaginam que sou o nome do sol e a lua, que sou parecido com ambos, gêmeo da noite do dia. Na verdade na verdade vos digo que é por aí e quase isso mesmo. Na realidade eles que se parecem, eles que foram informados. Melhor dizer, foram formalmente formados. E cada tal e qual com o seu quadrado caixa nível andar e com a sua alçada zona comarca.

            Eu invento as vinhetas os dias as estações porque sou amigo das minhas coisas. E isto é simples simplificado simplesmente como a minha água da chuva. Componho decomponho recomponho composições.

            Nem posso eu me conter nos meus intentos invenções inovações criações e criaturas dentro de mim mesmo limite. Por isso eu solto o meu verbo a minha imaginação. E nem é talvez que acaba sendo e no total algo chique bacanizado tudo bem muito legal e indicativo subjuntivo imperativo infinitivo. Nem me importo e sequer por um minuto.

            Desde a primeira vez que estive aqui nesta terra e eu nunca a esqueci. E aqui eu creio eu mesmo um sucesso que viraliza e vira sublime. Estou falando do tempo dos dias em todos os seus parênteses e tendências e quadrantes e telejornais.

            Plenitude nem falta mais nada pra mim. Embora a última palavra a primeira vez a última é minha. Cheio de graça e espírito sagrado santo. O vento sou eu o nome do vento o sestro a mania o trejeito o cacoete.

            Deísta eu confirmo que crio e criei o mundo teísta para os crentes de todos os matizes. Eu sou o que faço e apareço e aparento. Jamais faço estepe e desperdício e supérfluo que nem seja necessário.

            Eu nem sei que altura levo em este exato momento. Sei lá aqui ali acolá se sou alto ou médio ou pequeno ou gigante ou hiper ou par e ímpar. Ando o chão pacífico e sólido piso o solo os diversos solos cambissolos, regossolos, podzóis hidromórficos, terra roxa estruturada. Que longitude latitude magnitude. E me parece que deixo umas pisadas e pistas pegadas rastos cravados na rocha vulcânica basáltica sedimentar.

            Apressadamente converso comigo me entendo me reconheço deixo o cabelo crescer cofio a barba. Revejo o centro da cidade dialogo o muito de história arqueologia etnografia paisagismo a serra das Matas a praça Anthenor Navarro o largo de São Frei Pedro Gonçalves o jardim botânico Benjamim Maranhão o Casarão dos Azulejos a municipalidade de Travesseiro ou Senador Pompeu ou Santa Maria Madalena a nação dos sapará... e seguem outras com arquiteturas estilo barroco rococó eclético moderno colonial maneirista neocolonial.

            Tenho por mim que gosto é gosto. E interessantemente ainda assim que o todo principalmente nem é tudo. Nem tudo está por corrigir, nem tudo vai por linhas retas.

            Está sendo muito engraçado olhar durante os 360 degraus. Eu nem me pergunto nada que nem seja um tique de praxe nervoso para uma ideia um pensamento um conto de ficção. Eu sou o nome do capataz.

            A vantagem que eu acho de ser deus é total. Que sou e pronto, sem mais nada a fazer. Sou muito amigo de tudo que faço. E me acostumo a chamar de ‘meu deus!’ o meu próprio espanto.

Cara!, eu mesmo afirmo sem dúvidas. Cara que você tem cara que seja cara que venha ou vai, nem fuja de mim na montanha na cidade na praia na lua no futebol nos vídeos. Encontre minha assinatura nas pedras.

            Quando trato de bacias hidrográficas, esta região que lá um dia fui fazendo capitania província Estado o que for da pb ou ma ou go ou ce ou pi ou pa leva um conjunto de 15 bacias. A maior delas do rio Abiaí e ou do rio Madeira e ou do rio São Francisco e ou do rio Tietê e ou do rio Doce...

            Quero muito contentar e vou agradando a todos conforme os gostos as ideias os interesses livres de cada um e cada qual tal e qual gado tangerino feiras ‘sertões de dentro’ e ‘sertões de fora’. E sejam católicos protestantes candomblecistas umbandistas esotéricos religiosos orientais sem religião que nem sabem que pertencem à religião indeterminada ou múltipla. E muito importante, um povo étnico-racial-cultural que vai saindo sairá pardo na sua maioria e branco e preto e amarelo e vermelho e nem mesmo declarado.

            Quis fazer e ainda quero seguir fazendo outras coisas com seus nomes nomear e dar à luz. Mas porém tudo tem seu tempo e história e o porquê. Fico pensando e logo declaro e logo acontece aconteço. Sei apenas. E são palavras e verbos e nomes. Cada vez que viajo pra cá estas coisas engendro realizo acontecem. Lembro aceito e confirmo, às vezes justifico. Procuro fazer crer que escrevo na pupila do olho da harpia. Que faço do pó e da poeira as contáveis estrelas.

            Que sei deus sou eu que estarei no futuro. Um diamante muito cobiçado. Uma mina de diamantes na serra de Aratanha na serra da Ibiapaba na reserva ambiental Inhamum no riacho Pajeú na praia Porto das Dunas.

            No sorteio do jogo jogado é melhor ganhar 1 vez que sempre. E o eixo o pente o ponto a órbita o sistema sistemático solar do círculo sou eu.

            Sou o padrão e meu próprio patrão e dono. O meu trabalho nunca acaba. Vejo e revejo, visito e revisito, inauguro e reinauguro, confirmo e reconfirmo. O meu serviço nunca começa. Nem tomo notas e me lembro de todos. Aprovo tudo e começo tudo de novo. Prefiro assim e pinto em verdes as folhas verdes do verde das árvores verdes.

            O mundo se parece comigo ave vira-pedras embora nem pouco nem tudo ao mesmo tempo. O melhor está no porvir. Trabalho num escritório com vistas horizontes para os mares para a serra da Viração para a serra de Jabitacá para as cidades de Caaporã e Marcação e Aratuba e Marques de Souza e Paraibano e Guaramiranga o museu Ernani Satyro as docerias cafeterias confeitarias padarias da rua Pedro de Araújo Lima os doces bolo de macaxeira bolo de milho bolo de fubá canjica pamonha cuscuz de tapioca arroz doce sorvete de pitanga. Com o meu chão na nuvem das nuvens. Eu trabalho desde casa a praia do Seixas com esta nova perspectiva.

Em a tarde (16h horário oficial de Brasília) de 7 de Setembro do ano da graça de NS JC de 1822 o B se tornou independente de Portugal e o pr ou mt ou es ou se ou ba uma província do império brasileiro sendo o rei português Dom Pedro IV proclamado o I ou 1º ou primeiro imperador do país.

            Sim, concordo comigo em meu nome que a minha vontade prevalece. E sou todo sorte destino primeiro e último. E nem trabalho muito que eu deixo o mais grosso para o induzir o dissentir o escrutar o engrolar o conjecturar o instar o exortar o arguir o redarguir. Pois cada dia me acontecem transfigurações e mil mais uma coisas. Sou o nome do fatorial!

            Sim, estou contente comigo e me parabenizo me elogio me abraço com os tapinhas nas costas. E o meu admirado admirável sucesso nem é maior e melhor do que eu. E o progresso é a minha mais pura tradução, literal. E a ordem entra em harmonia num complexo problema matemático.

            Sim, estou aqui agora mesmo, olhem!, na varanda da nuvem reflexo espelho de mim infinito pra sempre eterno e mais além.

            Sim, é hora e dia de treinar. Venho notando que sou eu 1 e 2 e 3 total multidão.

            Sim, eu nunca desisto. Hoje mesmo estou por um mundo novo e útil.

            Sim, do céu espio se faltam esqueci alguma coisa um item um porém algo alguém. Penso logo que falta e então existo. De repente tenho certeza que nem falta absolutamente nada. Tudo já imaginado inefável. Talha da minha malha, ou malha da minha talha. Sou o nome da vaza.

            Sim, o meu teatro está ainda engatinhando. E sobre tal e qual falarei outro dia e mais tarde quando eu quiser. Quem estará verá.

            Sim, deixa te dizer e recomendo o palácio da Redenção a praça Aristides Lobo a avenida Ronaldo Cunha Lima sortida de arranha-céus os canhões desativados decorativos voltados pro alto-mar mar forte mar livre do forte Duque de Caxias no bairro do Leme.

            Sim, sou o prêmio do mundo. Sou o nome do presente. Sou o nome das 4 estações. Porém nem detonei a grande explosão.

            Sim, sou o nome do sofisma. Sou eu semelhante ao recife que, entre peixes algas cardumes frutos do mar, cresce no dia a dia quase invisível sem perceber imperceptível.

            Sim, em de quando em quando olho o que fiz o que faço o rio a montanha a floresta e realmente vejo que têm natureza própria e até autônoma autonomias. Nem preciso me preocupar em reparar ou aparar nada nada. Cada tal e qual com seu tempo e sua história, Guaiúba, Deputado Irapuan Pinheiro, Pouso Novo, Pacatuba, São Sebastião do Alto, reserva silvícola cagoã. A montanha sobe em serra o rio em bacia a floresta em ecossistema integrado. E todos criam seus necessários ambientes circuitos com árvores bichos pedras drenagens. A libélula pousa no remanso do açude do tanque e arredores e cercanias e periferias e imediações. A borboleta-oitenta pousa na pedra na flor e subúrbios e redondezas e arrabaldes e proximidades. A coleira-garganta-branca pousa na tatajuba-do-brejo na sete-casacas e vizinhanças e adjacências e marginais e entornos e contíguos.

            Sim, nem tenho preocupações com horas, conversas, diálogos, bate-papos.

            Sim, de um ângulo de vista ultraísta ultravioleta supersônico sou o titular e portanto executivo legislativo e judiciário. Com bandeira e brasão e hino próprios. De acordo com a primeira e segunda e terceira entrâncias. Publicado no diário oficial da união tatuado em mim mesmo.

            Sim, eu estou sempre disposto pronto pra ir. Vou hoje inaugurar sem falta pra Lassance e Palmácia e Alto Paraíso de Goiás e Milhã e JP ou João Pessoa (geograficamente sua própria imediata e intermediária).

            Sim, eu ensino as várias técnicas a técnica macramê de tecelagem manual e cheia de nós franjas para cortinas lençóis toalhas blusas cintos bolsas mantas mochilas tocas.

            Sim, quem pode andar de dia tudo bem e quem pode andar de noite tudo bem. O clima é tropical úmido parque Arruda Câmara (Bica) porque com elevados índices de umidade do ar.

            Sim, posso contar as estrelas todos os grãos de areia de todas as praias todos os raios de deus do sol solares e eu mesmo.

            Sim, e com muito gosto eu tenho outros nomes que ao longo. Nomes próprios que aos poucos vou imprimindo que é para nem empapuçar a vontade curiosa a audiência a teleaudiência a assistência: sou o nome da casa, sou o nome da fatuidade, o nome da matemática, o nome do rio, sou o nome do fogo, o nome do remoque, sou o nome da algibeira, sou o nome do brejal,

            Sim, gosto de eventos apresentações culturais exposições feiras praia Manaíra praia de Tambaba na Barra de Garaú em Conde teatro Santa Rosa parque Sólon de Lucena praça Francisco José do Nascimento homenagem ao Dragão do Mar e biblioteca Juvenal Galeno.

            Sim, eu escuto e ouço as preces orações rezas antífonas cantadas faladas recitadas peregrinadas tanto os cajás como os carambolas e os de esquerda centro direita volver.

            Sim, as coisas as lembranças os afazeres as desobrigas são minhas companhias. Nem sempre assim as mesmas. Nem mais nem menos.

            Sim, trabalho pela manhã passeio na tarde descanso de noite e acordo de madrugada: brilho reparo projeto transmito. Esse negócio sou eu de luzes das luzes fui eu que inventei as 24h.

O mais recente possível e precisamente em 15 de novembro de 1889 com a queda do regime monárquico e a consequente instituição da república no B, o am ou sc ou rr ou sp ou rj ou rn (assim todas as demais províncias) se torna mais 1 Estado oficial da federação.

            Foi um dia quando eu estava viajando de Riacho de Santo Antônio a Pilar, com um pernoite no parque pico do Jabre em Matureia, que ouvi uns rumores cicios lá fora. Pensei que fossem umas aves uns peixes uns répteis uns bichos do mato uns insetos umas formigas lava-pés. Mesmo umas árvores plantas quaisquer balançando ao vento, laranjinhas-do-campo, carobeiras, candeias, ingaranas... E prestei uma atenção intrigado suspenso alerta. Prestei o máximo de atenção e identifiquei ou indiquei ou intuí que podiam ser vozes piares tilintares risos galhofas caçoadas. Quem sabe uns vizinhos ou visitas passageiros transeuntes no convívio comum do dia a dia e festivos. Mas só que ridículos(as) sardônicos(as) e farfalhantes guinchantes. Já eram falas e risadas e zombarias e regougos mugidos. Já falavam e riam e latiam coaxavam por conta e risco. Muitos tons e sons de fala e riso e rechino rosnado e sim e nem e sequer falavam e riam de mim. Alguma coisa premeditada sub-repticiamente diferente oponente. Uma banda tocando violão pandeiro vatapi reco-reco gaita teiru tamborim berimbau.

A frota era tinha de ser pesada com veículos e motores, e aí automóveis motocicletas caminhonetes motonetas caminhões camionetas; os utilitários, ônibus micro-ônibus caminhões tratores; e outras categorias. Planejava já ônibus bi-articulados (brt) ou ainda um pequeno trem urbano veículo leve sobre trilhos (vlt) quem sabe mesmo aproveitando o ônibus-lancha no estuário do rio Paraíba do estuário do Guaíba.

            Bem, aí eu fiquei comigo até os olhos. E porque eu também me divirto divinamente. Vendia negocio coisas, alimentos bebidas automóveis bentonita cimento couros móveis papel pisos cerâmicos têxteis tecnologias de informática.

            Me pareceu, naquele ontem ou anteontem, que o tempo seria aliado e reconciliador. E falar de outra coisa. E nada como um dia depois o seguinte.

            Eu idôneo capaz e competente estava fechando o dia quando me ocorreu idealizá-lo idealizar, aqui ilha da Cotia, ali ilha do Algodão, mais pra lá a ilha Anchieta. Eu sou o nome do inveterado. Eu sou o nome do substantivo.

            Durante os primeiros dias fui desenrolando o gosto e o sabor e o apetite. No alto eu coloquei a montanha no baixo o rio entre uma e outro do terreno vasto plantei a várzea a mata as árvores arvoredo capões cultivos. E povoei os habitantes no alto no rio e no meio do mato. Os mais dos variados possíveis e disputando espaços hierarquias esferas cadeia alimentar. Eu nem tive muito o que pensar e nem penso muito. Mas seguia e sigo perfeitamente a mesma sorte intuição. À noite noturno menos pareceres menos novelas menos encontros para nem me distrair.

            E eu falei comigo e repliquei e trepliquei, tripliquei. Eram apenasmente uns minutos, embora sempre usei o tempo que quis o tempo que sou eu mesmo. Nem era a primeira vez ou a segunda ou a terceira que andava e passava em aquele rincão. Daí que molhei os pés no riacho Sonhava. Lugares longos longe tuaiás e também ao mesmo tempo de truz e bairros distritos arraiais aldeias povoados vilas cidades , Paty do Alferes, Coronel João Pessoa, Francisco Dumont, Cavalcante, Salgadinho, Bayeux (baiê), pátria dos icó, território dos janduí... Uma generosidade plantada de vegetação nativa preservada, araçaíbas, caicaus, muricis-da-mata, murureranas, cangalheiros... E compartia meus gestos de alegria ou divinos ou expansivos. Estava no lugar certo na hora certa. Tarefas curtas curiosas importantes práticas necessárias, e a mobilidade urbana e a logística - novo planejamento asfalto pavimento revitalização da avenida poeta Antônio Bezerra de Meneses, acredito que inaugurada em um fevereiro ou março de 2017.

            Fiquei um pouco matutando e teclando meu computador minha paciência. Eram umas 11h e uma sexta-feira com os compromissos todos assumidos assinados carimbados. Podia ser (e pode ser perfeitamente), porque o que eu decidia já estava decidido e resolvido. Voltei ao trabalho na hidroelétrica que queria terminar de construir em pleno rio Jacuí ou rio Camaquã ou rio das Velhas ou rio Aquidauana.

            Queria fazer outra coisa sublime e... me calei. Sou o nome do amigo. Reparei reparava fiquei nisso que acontecia e me voltei para mim mesmo senhor do céu da terra dos mares do lago Jacarey queda d’água Bica do Ipu praia Pontal de Maceió e com o rifão: “Já sei! Já sei!” Sou o nome do ortodoxo.

E talvez tenha sido, ainda acho que é, a minha melhor decisão irrevogável. Porque afinal as histórias precisam compreender aceitar entender e seguir em frente como se nem houvesse amanhã. Igual à chuva que cai sem que eu precise, idêntico o rio Cocó que corre pro mar, o oceano que circunda circula em torno de mim.

Eu estava aquele ontem já deixando a Terra absoluto em absoluto quando me veio à lembrança umas poucas e úteis coisas e o que mais por fazer e aplicar ou colocar a rodar, camacarés, tuapocas, bicos-chatos-amarelos, anhumas, galos-do-mato, chorozinhos-de-papo-preto, aiapás, timbatus, calungas, tribo ingaricó, monumento do chefe índio Piragibe, pico da Serra Branca, rio Salgado...

Ao longo do itinerário do caminho do percurso era normal e comum eu encontrar cascatas, quatis, canários-da-terra-verdadeiros, sabiás-do-campo, o mar bramindo e rebramindo, a cidade de Várzea da Palma e Fortim e Cruz do Espírito Santo e Colinas do Sul e a proto-regional Campina Grande.

Porque minuciosamente eu estava comigo em mim mesmo. Um dia semelhante ao outro mas nem tanto. Estava em Gameleira rua poeta Lúcio Lins praticamente em frente à candonga praça Otávio Tarquínio de Sousa. Pra mim nem era ou tinha de ser novidade e sempre está tudo bem. E puxo pela memória complacente benévola amável. Uma hora andava pela praia doce do rio Cuiá, mandis-pintados, candirus-vermelhos, piaus, galos-do-fundo... Assistia como a primeira vez o transporte dos bandos intermitentes papagaios-da-serra que iam do continente para as ilhas fluviais ou mais além a baía da Guanabara. Percebia comigo a visão do mar em verde-azul, tartarugas-de-pente ou tartarugas-de-escamas, golfinhos-rotadores, baleias-cantoras, manjubas, meros, tubarões-lixas... Observando o vaivém desdém das ondas por lá por sorte por instantes.

Nem nem, a maior parte do dia eu nem pensava em nada nem. Pois o que eu penso logo acontece instantâneo de bate pronto. Aí estava o meu limite sem rebuços e que já procurava ser muito sutil. Nem queria nem quero que acreditem acreditassem que estava estou à frente do meu tempo.  

                       

 

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