domingo, 21 de janeiro de 2024

Epistemologia de o Nefelibata

 


 

Estava lá no espaço do quarto vendo um filme um evento no computa na tela grande da televisão. Um vídeo que de propósito o desinteressou o desorientou dispersou desconectou. Assim mesmo. E de repente começou a usar roer as unhas. De súbito começou a surfar sobre nuvens aleatórias. De supetão alçou voo para o mundo da ilusão e da magia. Uma por uma as pontas todas dos dedos foram polidas. Contando de 1 a 10. Mais alguma coisa? Ah!, sim: axioma, proposta, prova, corolário.

- Sempre tenho estado atento às matérias matemáticas físicas fórmulas estatísticas teoremas e “num triângulo retângulo o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das medidas dos catetos”. Já passei e repensei!

Na sua fantasia viageira idealista rarefeita chegou numa piscina cristalina. Imaginou e já estava aí, sozinho isolado solipsista e pronto pra nadar. Um dia claro céu tinindo de azul e o canto dos pássaros o vento suave nas copas das árvores, um pouco à parte do movimento ilha da diversão do barulho dos carros automóveis da rua Lopes Chaves de o bairro Vila Acaba Mundo. A piscina bem servida abastecida plena e sem mais àquela hora ninguém usuários frequentadores fornecedores colaboradores.

- Fala alguma coisa pra água, vai! Superentendo!

Tinha mesmo um trampolim. E o primeiro pulo foi uma cravada olímpica, tchibum!... Deu gosto de ver. Deu prazer em fazer. E mergulhou lá embaixo fundo nos azulejos azuizinhos. Já estavam mergulhando mulheres gurias de biquíni e navegavam remavam flutuavam como peixes. Muitas pucelas donzelas de algas cabelos compridos. O segundo arremesso foi mais ou menos conforme, tchaaape!... Quase teve um pouco de graça ou sucesso. Sempre poderia ter sido melhor. O terceiro salto foi um pranchaço plancheaço de vermelhar a barriga, tcháaa!... E aconteceram uma certa gastura e aflição com raras coisas já infacundas sem eloquência ineloquentes. Foi que nadou vogou para a borda.

- Quero a dialética do tempo e por que do permitido, entende?! Até aí eu vou!

Logo em seguida e após já estava diante de uma guria e na proteção da sombra de uma copada tambetaru. A moça muito linda e bonita pele protegida no colágeno colagênio (“proteína fibrilar de função estrutural”), e calma tranquila alegre. Usava levava um perfume suave de planta aquática aromática da Amazônia Legal.

- Vamos almoçar em o Gorgomilo, ali perto do viaduto Santa Teresa, hem!...

Simpática sorridente festiva ciciante igual das aves dos pássaros passarinhos.

No início do mundo no princípio dos anos anônimos no começar dos tempos via se viam correndo brincando colhendo ervas medicinais flores de cores ou plantando orquídeas bromélias no jardim na horta no horto.

- As árvores esperam cedo alvorecer para ver o sol e como o astro vai fazer, se se comportará da mesma forma solar e brilhante dos outros dias.

O riso brando a fala macia carismática na força feminina de seduzir.

Lado a lado trocando ideias impressões em as poltronas do avião. Rumo para onde? Passear por Pirenópolis (Piri) e ainda Atalanta, rio Salinas. E ele ainda puxou um papo uma conversa pra ilustrar ficção:

- Acho ou tenho certeza que nunca terei a sorte ou a chance de beijar uma linda guria como você. Sinto muito isso. E me vejo distante diferente insólito.

Ela sorriu agradecida deliciosa tranquila boa onda dentes de fera felina.

- Acho que nem terei jamais o prêmio principal de beijar alguém tão bela e linda. Tipos assim, como você, são para poucos. São para sortudos. Talvez eu nem te mereça.

De presente em presença a tez de casca de pêssego maduro penugenzinhas.

- Me contentaria em segurar as tuas mãos por um instante. Gostaria de pegar os teus joelhos nus. Tanta beleza harmonia sintonia numa guria só é por D!

Os olhos verdes belos líquidos luminosos selvagens já translúcidos.

- Se você fosse santa, de que religião ocê seria? Presumo!

Amorosa e lírica e poética e bailadora balhadeira bailadeira bailarina dançarina.

- Você já navegou pelo rio Rubim de Pedras? Hum!... Busca procura solicitação diligência em demanda de. Então, me entenda que ainda há tempo suficiente.

Vivaz comunicativa esfuziante e recendia à loção suave de verbena, e leve.

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Pegou um pãozinho desses de cachorro-quente e o repartiu serrou talhou em dois longitudinalmente. Barrou as partes internas com creme de amendoim torrado triturado doce. Somou empilhou uma fatia de mortadela e outra de queijo mineiro, e mais uma vez, e outra ainda, e até quatro vezes. Prensou todo o sanduba o bauru e o colocou num prato forrado com guardanapo de papel branco bordado. Para beber se serviu de um copo de leite em pó integral instantâneo ou uma taça de vinho moscatel espumante branco ou uma lata de cerveja interessantemente gelada.

Foram todos e todo o preparado para a sala de estar. Lauto à lauta à farta comida abundante. Deixou sobre a mesinha de centro antes de ligar e ligou a tevê no programa favorito com jogo decisivo para ver quem era o melhor da temporada nacional. Ia ser a catarse e prometiam uns golaços e um jogão!

 

 

 

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