Estava lá no espaço do quarto vendo um filme
um evento no computa na tela grande da televisão. Um vídeo que de propósito o desinteressou
o desorientou dispersou desconectou. Assim mesmo. E de repente começou a usar
roer as unhas. De súbito começou a surfar sobre nuvens aleatórias. De supetão
alçou voo para o mundo da ilusão e da magia. Uma por uma as pontas todas dos
dedos foram polidas. Contando de 1 a 10. Mais alguma coisa? Ah!, sim: axioma,
proposta, prova, corolário.
- Sempre tenho estado atento às matérias
matemáticas físicas fórmulas estatísticas teoremas e “num triângulo retângulo o
quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das medidas dos
catetos”. Já passei e repensei!
Na sua fantasia viageira idealista
rarefeita chegou numa piscina cristalina. Imaginou e já estava aí, sozinho
isolado solipsista e pronto pra nadar. Um dia claro céu tinindo de azul e o
canto dos pássaros o vento suave nas copas das árvores, um pouco à parte do
movimento ilha da diversão do barulho dos carros automóveis da rua Lopes Chaves
de o bairro Vila Acaba Mundo. A piscina bem servida abastecida plena e sem mais
àquela hora ninguém usuários frequentadores fornecedores colaboradores.
- Fala alguma coisa pra água, vai!
Superentendo!
Tinha mesmo um trampolim. E o primeiro
pulo foi uma cravada olímpica, tchibum!... Deu gosto de ver. Deu prazer em
fazer. E mergulhou lá embaixo fundo nos azulejos azuizinhos. Já estavam
mergulhando mulheres gurias de biquíni e navegavam remavam flutuavam como peixes.
Muitas pucelas donzelas de algas cabelos compridos. O segundo arremesso foi mais
ou menos conforme, tchaaape!... Quase teve um pouco de graça ou sucesso. Sempre
poderia ter sido melhor. O terceiro salto foi um pranchaço plancheaço de vermelhar
a barriga, tcháaa!... E aconteceram uma certa gastura e aflição com raras coisas
já infacundas sem eloquência ineloquentes. Foi que nadou vogou para a borda.
- Quero a dialética do tempo e por que do
permitido, entende?! Até aí eu vou!
Logo em seguida e após já estava diante
de uma guria e na proteção da sombra de uma copada tambetaru. A moça muito
linda e bonita pele protegida no colágeno colagênio (“proteína fibrilar de
função estrutural”), e calma tranquila alegre. Usava levava um perfume suave de
planta aquática aromática da Amazônia Legal.
- Vamos almoçar em o Gorgomilo, ali
perto do viaduto Santa Teresa, hem!...
Simpática sorridente festiva ciciante
igual das aves dos pássaros passarinhos.
No início do mundo no princípio dos anos
anônimos no começar dos tempos via se viam correndo brincando colhendo ervas
medicinais flores de cores ou plantando orquídeas bromélias no jardim na horta
no horto.
- As árvores esperam cedo alvorecer para
ver o sol e como o astro vai fazer, se se comportará da mesma forma solar e
brilhante dos outros dias.
O riso brando a fala macia carismática
na força feminina de seduzir.
Lado a lado trocando ideias impressões em
as poltronas do avião. Rumo para onde? Passear por Pirenópolis (Piri) e ainda
Atalanta, rio Salinas. E ele ainda puxou um papo uma conversa pra ilustrar
ficção:
- Acho ou tenho certeza que nunca terei
a sorte ou a chance de beijar uma linda guria como você. Sinto muito isso. E me
vejo distante diferente insólito.
Ela sorriu agradecida deliciosa
tranquila boa onda dentes de fera felina.
- Acho que nem terei jamais o prêmio
principal de beijar alguém tão bela e linda. Tipos assim, como você, são para
poucos. São para sortudos. Talvez eu nem te mereça.
De presente em presença a tez de casca
de pêssego maduro penugenzinhas.
- Me contentaria em segurar as tuas mãos
por um instante. Gostaria de pegar os teus joelhos nus. Tanta beleza harmonia
sintonia numa guria só é por D!
Os olhos verdes belos líquidos luminosos
selvagens já translúcidos.
- Se você fosse santa, de que religião
ocê seria? Presumo!
Amorosa e lírica e poética e bailadora
balhadeira bailadeira bailarina dançarina.
- Você já navegou pelo rio Rubim de
Pedras? Hum!... Busca procura solicitação diligência em demanda de. Então, me
entenda que ainda há tempo suficiente.
Vivaz comunicativa esfuziante e recendia
à loção suave de verbena, e leve.
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Pegou um pãozinho desses de
cachorro-quente e o repartiu serrou talhou em dois longitudinalmente. Barrou as
partes internas com creme de amendoim torrado triturado doce. Somou empilhou uma
fatia de mortadela e outra de queijo mineiro, e mais uma vez, e outra ainda, e
até quatro vezes. Prensou todo o sanduba o bauru e o colocou num prato forrado com
guardanapo de papel branco bordado. Para beber se serviu de um copo de leite em
pó integral instantâneo ou uma taça de vinho moscatel espumante branco ou uma lata
de cerveja interessantemente gelada.
Foram todos e todo o preparado para a
sala de estar. Lauto à lauta à farta comida abundante. Deixou sobre a mesinha
de centro antes de ligar e ligou a tevê no programa favorito com jogo decisivo
para ver quem era o melhor da temporada nacional. Ia ser a catarse e prometiam uns
golaços e um jogão!
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