sexta-feira, 23 de maio de 2025

A glória

 


 

            Há 1 anúncio de automóvel que diz e rediz o seguinte, abrimos as aspas: ‘As pessoas esperam demais em demasia demasiado amor ginecografia afeto romance. Mas para ter certeza da correspondência firme e fixa e leal é preciso entregar mais do que se recebe. Nem é uma matemática comercial, que é troca permuta escambo e dando que se recebe. Sim, é uma conta que nem fecha (de relação): fazer o bem sem olhar a quem!’

            D mantém presença cuida do mundo se fazendo as vezes de milagreiro xamã esconjurador curandeiro exorcista benzedeiro carimbamba pajé feiticeiro.

            Aparelho móvel lustre nobre realeza ilustre de estirpe lume e calor.

            Regidas sinfonia harmonia pelo maestro a orquestra e a sinfônica. Idêntico ao futebol, um chute de efeito, rapidamente no céu em o céu todas as estrelas aderindo ao mesmo tempo de súbito e supetão e de repente. Um rasgo de vapor a jato no céu de anil. De estrelinhas, e que charme aconchego. A lua sobe pedalando inflando exatas horas 19h:19min e arvora-se escalando andaimes participa de festas fogos bailes folias frevos. Pela madrugada já para descai cansando cansada cansaço relaxa titubeando virando as costas e sossega se afastando afastada atrás dos montes morros paredões. Um espetáculo incrível magnífico magnificente fantástico insólito.

            O céu expande mapeia pinta inspira 1 abrigo único fundo amplo.

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            Amanhecer e cedinho em fevereiro...

            Proeza, em seguida a glória; e a glória em pós a proeza.

            - Aí eu concordo e assino embaixo!

            Fulana rolezando fazendo um rolê pelo âmago íntimo de Santana de Parnaíba e sentindo cheirando a vaibe vibração o pulso da rua Suzana Dias a praça Holmes Villar. Nem que ela quisesse conseguiria esquecer e já fotografar fotografa compartilhando.

            Gentil prendada bela espetacular elegante muito tão-galante.

            As árvores conversam umas com os outros. Mas qual o tema? Quais as prosas? A flora o tipo de ambiente em que ocorrem características botânicas e chapéus-de-couro (planta aquática), sagitárias, bananinhas-do-mato (de caule curto e estolhos grossos), juncos (planta que ocorre nas bordas de banhados, formando agrupamentos - juncal), bacopas (de flor solitária pequena e branca ou violácea), chal-chal (árvore de fruto do tipo drupa, vermelha e globosa), murerê-rendado (erva flutuante).

            Tudo está correndo bem bel-prazer e os bem-te-vizinhos-de-penacho-vermelho.

            Com o tempo, o acontecimento está sendo esquecido. Algo comentado.

            Quem é para onde vai como e por quê? Congonhas (congonhense, do tupi: ‘que alimenta’ - um arbusto, congonha-do-gentio). Terra natal e base fulcro ponto de partida ponto básico alavanca das obras e escritos do romancista Cornélio de Oliveira Penna. E reverenciando o parque ecológico da Cachoeira, a Cruz de Pedra (fenda geológica), serra Dona Francisca, santuário do Bom Jesus de Matosinhos, igreja NS da Soledade (em o bairro Lobo Leite), rua Silvério Gomes Pimenta, praça Cônego Luís Vieira da Silva. Cidades limítrofes limitanas conurbação vizinhas contíguas próximas adjacentes e Congonhinhas, Congonhal, Congonhas do Norte.

            Flor cheirosa linda formosa abelha ‘zi-zu-zêeee!...’ música beija-flor-verde-ouro.

            Maravilhosa primeira oportunidade.

            Ictiofauna, os hábitos alimentares iliófagos onívoros ingerem vegetais do fundo detritos poliquetos anfípodes. Os peixes-reis, piabas, lambaris-limões, lambaris-coaxadores, dentuças, tambiús, canivetes, biruzinhos-do-banhado, dianemas (tipo de peixe de rio e teleósteo, siluriforme, família dos calictídeos). Limo, lama, lodo, líquido. Barrigudinhos-listrados, peixes-anuais, tuviras (desova em águas limpas e calmas), joaninhas (a dieta principal é piscívora), limpa-fundos, cascudas-escuras (corpo revestido por placas ósseas ásperas devido as fortes quilhas nas laterais), pernas-de-moça, carás, peixes-elétricos. Banhado, pântano, alagado, brejo, charco.

            O melhor dia da sorte premiada.

            À vista de todos aí, estrada Pinheiro Machado e o museu rural do Imigrante Italiano em o parque Ordem-Unida, pedala impulsionando a magrinha pneu balão novo ciclovia pintada de laranja seguida pelas sombras das copaíbas-jutaís.

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            Entardecer e tardezinha em setembro...

            - Encanto do meu coração cativo cadeira cativa.

            E é isso mesmo o que mais aprecia. Nuvens estratosféricas. Nuvens de algodão ofegantes transfiguradas. Nuvens tipo vaca cachorro boto tamanduá-bandeira tuiuiú.

            Fulana rolezando fazendo um rolê pelo centro central de Taguatinga (RADF) e pegar captar interpreta a vaibe vibe vibração batimento ‘tum-tum-tum!...’ do coração a estação Sinédoque do metrô a avenida Hélio Prates o parque ecológico do Cortado. Nem que ela precisasse esquecer e já fotografar faz um ‘plique!...’ compartilhar.

            - Que lógica é essa que aqui nem passa trem ferrovia? Por quê? É possível?

            Jovem graça e donaire, graciosa e louçã.

            Avifauna, ameaça de extinção (vu - vulnerável, em - em perigo, cr - criticamente ameaçado), em níveis estaduais nacionais globais. As garças-mouras (utiliza os banhados, canais, campos, arrozais, praias costeiras e entorno de lagoas para descanso, alimentação e reprodução), caraúnas (vivem em grupos, voam e v com o pescoço estendido e pernas sobrepassando a cauda), saracuruçus (maior saracura do B), maçaricos-brancos (migrante boreal), martins-pescadores-verdes (habita diversos ambientes aquáticos em todo o B), risadinhas (ocupa vegetação arbórea e arbustiva tanto em capões como palhais), peiticas (o píleo barrete é amarelo, insetívoro).

            Contar com a cidade de Cosmópolis ‘cidade universo’ cosmopolense e ficar em o bairro Morganático. Mas antes saber o significado do significante veleidade arrivista preceito e lição arranjista capricho.

            Se a Fulana põe reparo. Vai até lá. Chega e se acerca. Escolhe direitinho uma baita pedra pedrona e se senta. Fica esperando quase o quê. E sim olha olhando a paisagem ouvindo. O vento na cara. Sobre o verde entre as plantas diante dos açudes corre correndo solto o dia a dia dessa gente alada. Ainda assim as árvores, emboralá!... as aves arredios-do-gravatá (asas e cauda de cor castanha e bico reto longo), joões-da-palha (ao amanhecer e entardecer pode ser ouvido, ‘fio-fiu!, fio-fiiiiu!...’ com mais frequência), pedreiros-dos-andes (visitante migratório), amarelinhos-do-junco (a vocalização é uma repetição de, ‘teques!, teques!...’, curtos bruscos espaçados e seguidos de sons agudos e ásperos e chiados em série, ‘bi-ri-quê!, bi-ri-quêeee!...’), crejuás, anambés-azuis. O estado de espírito o moral da tropa bando galera revoada fauna penca é algazarra azáfama de pios gargalhadas voos. Em face do quê. E tudo que D tem é tanto mais demasia otimista.

            O conhecimento proximidade acercação foi há pouco mais de 15 anos. Segue inda hoje o trem desta banda com o rio Jaguari e a rua Antônio Carlos Nogueira já de outro lado o ribeirão Pirapitingui e a rua Ataliba de Carvalho, para juntar tudo hidrorrodoferroviário em a praça dos Ferroviários.

            Primeira oportunidade maravilhosa.

            O sol faz está um movimento já nascente nascendo ótimo vitorioso magnífico. Revirando os céus e a terra junto com o mar. De onde de trás de que pode sim ver surgindo e surgir. Na rua Luciana de Abreu os carros passam corridos devagarzinho aos saltos aos montões buzinando ‘be-u-riiii!...’ e chispando aloprados coriscos. Fez tem continua acontece e todo mundo lhe obedece. Refeições rápidas simples ligeiras. Somente nada ninguém pode inventar ideias mirabolantes com o cara. Compete com algumas nuvens passageiras abstrusas bicharocos grotescas na forma estropiadas pelo vento. E assim ilustra bate o pé e fez se desfaz e o fará.

            O presente melhor dia do prêmio.

            Quem é para onde vai como e por quê? Consta que esteve, e todos são acordes em atestar e confirmar, em São João Del Rei e serra de São José e morro do Chapéu Pequeno e ponte da Cadeia e solar da Baronesa de Itaverava e biblioteca Baptista Caetano d’Almeida e rua Santo Antônio ou das Casas Tortas e Fortim dos Emboabas o córrego do Lenheiro. Esteve sim tirou fotos ‘plique!’ e enviou envia compartilhando.

            - Pretendo ser eu mesma minha própria engenheira civil.

            É um sentimento inédito e que lhe toma o corpo todo, sorriso de primeira nos lábios nos olhos nos gestos. Quer tocar empurrar abraçar árvores as plantinhas.

            E se pôs a andar assim mesmo de 1 lado a outro. Sem saber como começar como partir como terminar como continuar.

            Andanças de época a época e de lugar a lugar e de sítio a sítio, mirim infantil infanto-juvenil. Sim, sempre cheia de partidas e ótimas esperanças de chegadas. Uma foto autorretrato ‘plique!...’ um chafariz uma ponte estaiada sobre o rio Santana o teatro São Pedro um ponto de vista outro monumento um museu metroviário a pinacoteca.

            E Fulana assim fez como faz. As aventuras em a vida histórias épicas dela mesma total completinha. Mesmo até aquele ano e que marcou época, 1 antes e depois.

            Pratica lazer na piscina do Clube Recreativo Jacuba (rua Botafogo em o bairro Menino Deus) com amigos amigas estuda normalmente festeja carnaval no salão principal. Desejava deseja ir longe aonde, para lugares jornadear um lugar que nem sabe se mora fica dorme namora planta floresce colhe procria e Santa Vitória do Palmar (banhado Salies ou Saco do Jacaré); Maringá (tupi, ‘peneira de pescar’); Mocajuba (mocajubense, lema: ‘fé e esperança e trabalho); Sapucaí-Mirim; museu Emílio Guimarães Moura; rio Tambaí-Açu; cachoeira do Viana; praia do Patacho. Seleciona colecionando lembrancinhas primordialmente ímãs de geladeira e fitinhas de amarrar no pulso no tornozelo e as camisetas com logo de praia.

            O acontecimento está sendo esquecido, com o tempo. Já comentado.

            A graça é vista e alcançável, vista tocante e cheia de graça.

            Há sons espalhados diversificados pelo ambiente. Um tapete natural para andar caminhar descalço. Desde pássaros até automóveis como notas ‘dó-ré-mi!...’ musicais.

            De fino trato e escolhido coração.

            Pouco ou nada da sua pessoa lembra a menina. E a fêmea que avança. Nem passado nem previsões.

            A D o que é de D!

            Propor e tentar resolver questões indagações complexas onipotentes onipresentes extraordinárias estão absolvidas até segunda ordem.

            A praia do Hermenegildo. As lentilhas-d’água (planta com forma de vida emergente), os pinheiros-d’água (vegetal aquático de cor verde-oliva ou às vezes avermelhada), as xaras (tipo de alga submersa livre ou mesmo enraizada por rizoides). Praia dos Molhes. Os ratos-das-dunas (habita dunas e campos), tatus-galinhas (se encontra ativo durante o dia e à noite), lontras (mamíferos semiaquáticos), pererecas-narigudas (vocaliza dia e noite). Praia da Cal. As marrecas-pardinhas (se alimenta de plantas aquáticas e terrestres e invertebrados aquáticos), mergulhões-caçadores (se nutrem de peixes, anfíbios, crustáceos), garças-vaqueiras (habita campos secos e baixos). Quem conhece vê desfruta céu azul sol radiante verão dia dourado vento carpinteiro calor mais perto dos 35ºC à sombra.

            Dia aberto ou noite fechada, nem se sabe nem sabemos quando quanto estamos indo ou voltando. O bálsamo alvissareiro, benfazejo.

            Sua excelente beleza já começa inicia principia inaugura e causa causando destemida espécie de estranheza, e às vezes esperança e mesmo a sorte.

            À vista de todos aí, uma avenida Água Funda e seguinte com a avenida Miguel Estefno até almejar a praça Vitor Godinho, segue seguida pelas sombras dos quatiaipés.

            D nada em lugar algum o mundo quase em toda parte as pessoas nem aí.

            Correndo bem está tudo bem-me-quer e os beija-flores-brilho-de-fogo.

            D se multiplica entre os habitantes. E D se reinventa. E Ele é o mesmo D.

                                                                       #

            Noite e noturno em dezembro...

            - Me dedico e consagro.

            Fulana rolezando fazendo desfazendo um rolê pelo começo o ponto zero de Trindade-go e escutar medita interpretar a vaibe vibração encanto das ruas Coronel Almeida e Antônio Silva o parque Refúgio dos Pássaros o Santuário Basílica do Divino Pai Eterno. Nem que quisesse ela conseguiria olvidar, e já registrando compartilha.

            Procura adora simpósios, reuniões sociais que se come se bebe se conversa pitacos se fica se sai tangível tangibilidade tangibilizar se procura se gerencia se acomoda se acha se planifica se contabiliza.

            Declamando com pompa e ênfase.

            Está sendo esquecido, o acontecimento com o tempo. Pouco comentado.

            Girou gira por lugares giramundo viajante itinerante visitante turista turistando veranista passeadora andarilha maratonista e Cametá e Baião e Rio Acima (rio-acimense; ‘Rio Acima, um sonho real’) e Nova Lima e Caeté e Raposos e Serra Negra (serrano, ‘floresço graças ao valor dos paulistas’) e Engenheiro Coelho (coelhense, ‘luta e prosperidade’).

            - Quanto mais nem seja!

            A glória vem e sai e em. E cursa trabalha empreende empodera casou descasa. Vai e volta e está, com resalvas.

            Certas aves desvairadas fascinantes extasiantes são poliglotas e interpretam imitam voluntariamente casualmente casualidade vários cantos cantares apelos dizem diz contradizem homenageiam e as peculiaridades dos temperamentos pipiar palrar dobrar grugulhar corujar trinar e os tipos pintassilgo, sabiá-laranjeira, corruíra, canário-da-terra, sanhaço-de-coqueiro, tiziu, tchintchorrintcho, corujinha-do-mato.

            Sossego calma tranquilidade paciência.

            Quem é para onde vai como e por quê? Haurindo extraindo sorvendo observa tudo de Ouro Branco (ouro-branquense), serra do Espinhaço, Estrada Real ou Caminho Real, rio Paraopeba, praça Joaquim Duarte Murtinho Nobre, biblioteca Rosário Fusco, pinacoteca Lucílio de Albuquerque, enseada de Jurujuba (tupi, ‘papagaio amarelo), reserva da tribo dos guticraque, museu de arqueologia bíblica (MAB/UNASP) na estrada Pastor Walter Boger, canal do Linguado em a baía de a Babitonga. Tudo visto de cerca pormenores e admirado olhado olha panorama de um fausto ditoso venturoso feliz lugar e arredores.

            Ela Fulana das pedras e diamante pérola esmeralda safira topázio rubi ametista.

            Toma utiliza as milhares de decisões todos os dias diário por dia diariamente.

            É outra esta vez que 1 graça acaba de sobressair. Todos conferem a graça que é alcançada. E ela está toda tudo realizada realização.

            Tange-tange, a comida o remédio o perfume o cosmético.

            Assim, prosa e verso, para o bem da verdade verídica verificável. Muitos deslumbramentos e as distrações os misticismos ou espiritualidades e as meditações as almejadas quimeras as peregrinações as devoções e as romarias.

            Bem está tudo correndo bendizer e os sanhaços-de-encontros.

            Cheia bem alimentada de graça bravura heroísmo e a glória.

            À vista do dia, a lua houve por bem bom. E derreter a fase a face incontinenti (sem intervalo) da escotilha da varanda da claraboia da janela da tela da lente.

            Fulana Beltrana Sicrana (idem e ibidem, o mesmo e aí em o mesmo lugar) e todas numa pessoa física carne e osso, prolixa. Criatura de refinada linhagem, tribo jeripancó, nascida consignada registrada em Pitimbu-pb (pitimbuense, ‘dos olhares nem te escondas’, banhada pelo rio Papocas).

            O dia da fortuna melhor sorteada.

            Talismã figa amuleto com virtude sobrenatural para defesa.

            Viajar viaja e as possibilidades. Viajar sem precisão, porque é aventura. Viajar visita e as opções novidades curiosidades são a Pedra Itaúna nos limites de Imbé de Minas e Bugre, o dia todo em Inhapim, um fim de semana em Brasil Novo, a praça Cesário Alvim já no âmago íntimo de Mojuí dos Campos, em Simonésia o festival das Frutas Vermelhas, em Artur Nogueira a fábrica de chocolate Esplanada, em Conchal o museu da Família Sagrada.

            Bem vestida bem penteada bem felicitada bem interpretada bem alada. Tinha tem cabimento. Como era está para ser e esperar? Toda produzida maquiada santa airosa garrida e nobre. As coisas faziam sentido àquela hora fazem do dia ou da noite, enfim.

            - Vou dizer o quê?! Que coisa. Que nada e nadando de braçada. É nada. É texto.

            Mastofauna e herpetofauna, tipos espécies ordens famílias idiossincrasias comportamentais características ecológicas mais alimentação migração distribuição ou abrangência de habitat. Os mãos-peladas (onívoros), morcegos-fruteiros, cururus-da-areia (sapo que se alimenta principalmente de artrópodes terrestres), gatos-do-mato-grande (utiliza ambientes florestais como abrigo), graxains-do-campo (animal do pampa, canídeo robusto, ocorre em simpatria com o graxaim-do-mato mas que em áreas abertas são mais abundantes), furões (dieta carnívora), rãs-cachorros, pererecas-raspas-de-cuia (insetívoras), macucos-solitários, maracajás-pretos, aracambés. Então, os bichos são diversos diferentes divergentes tangentes com a sorte variada rara onerosa inegável e mais mas a mesma aventura.

            Nem faz nem fez ou fará a menor das mossas abalos. Quanto mais nem fosse.

            Somenos importância, aparentemente.

            E Fulana eutímica bela serrana serena como tem de ser contente contentamento. E agradeceu prometeu se despediu partiu saiu chegou comparece. Fez mesuras, contou alvuras e relevos, riu por último, subiu a escada, embarcou em a gambarra. Olhou pra trás sobre o ombro como quem olha e nem pensa querer voltar. Disse ‘até breve!...’ ‘até quando!...’ e esticou estirou o braço com a mão em alto abanando. Confere.

            Por arte e graça, tanta graça bastante arte: sen-sa-ci-o-nal!...

            (Karina, alimentos industrializados; marca registra - desde 1919.

            Nova receita mais gostosa de bolachas e biscoitos recheados.

            Ingredientes: farinha de trigo enriquecida com ferro e ácido fólico, açúcar, gordura vegetal, farinha de rosca, cacau em pó permeado de soro de leite em pó, amido, sal e corante. Contém glúten, contém lactose, contém derivados de cevada, leite, soja e trigo. Pode conter, amêndoas amendoim aveia avelãs castanha-de-caju castanha-do-pará centeio ovos pistache.

            Alto em gordura saturada açúcar adicionado.

            Validade impressa na embalagem. A validade mencionada se refere ao produto ainda fechado e desde que conservado em local seco fresco inodoro. Consumir logo após aberto.

            Peso líquido 108g, o pacotinho ou cartucho.

            Lema: ‘Um sabor festivo e nutritivo para toda a família’.

            Fabricado por Fulana Beltrana Sicrana Ltda rua Bandeira Paulista 10042025 Estado de Santa Catarina cep cnpj fone imeiol feice indústria brasileira).

            À vista de todos aí, uma impositiva avenida Cavalheiro José Ferrari e já entrar em o parque Ferraz Costa para contatar com o planetário Professor Benedito Rela, caminha seguida pelas sombras dos canários-do-mato.

            - Como se mede o tempo, ou seja, 18h e uma sexta-feira sextou maio 2088?

            Lua abrangente.

            Ela pretendia ir trabalhar numa obra oficial prometida pública. Lá em tal e qual. Era a construção da barragem de contenção de águas do rio tal e qual. Ou o desmonte de uma barreira. Já uma transferência de megaturbinas. Acabou ficando nem indo no meio do caminho desistindo meio-termo sem eira nem beira. Que o universo está testando...

            - Saber se sabe aqui e agora, depois nem adianta mais.

            Olhos e olhar sempre com uma opinião.

            Fulana nasceu em a rua Fritz Teixeira de Salles, bairro Tençoeiro do Despiciendo, em a florida cidade de Divisa Alegre (para quem quer ver no mapa e comprovar, fique à vontade). Os Beltrano por parte de mãe vieram de Coronel Xavier Chaves (cidade quase conurbada com Carrancas, Nazareno, Piedade do Rio Grande, Encruzilhada e São Brás do Suaçuí). Já os Sicranos por parte de pai eram mesmo naturais e oriundos de Diamantina (cerca da gruta do Salitre, ponto turístico indispensável para quem visita aquela cidade famosa). Perdura prolonga uma descendência comum simples ordeira, e os dois irmãos os dois ramos as duas partes as duas facções da grande família ficam estão num glorioso empate técnico ou na indiferença de 2 pontos percentuais ou porcentuais (por cento) para mais ou para menos.

            - Eu que o diga que te digo, e bem contente por minha particular. E imagino e digo mais aumento. Mormente o objetivo colimado em alvo em boa vista a mirada.

            Oportunidade maravilhosa primeira.

            Um seu candor de candura crepitante e esplendor de pureza pura.

Já com 17 para 18 verões, a Fulana foi estudar faculdade de História com h maiúsculo em Jeceaba (logo no primeiro ano desistia?), para procurar ainda a faculdade de administração de empresas (que concluiu em 4 anos) em Juiz de Fora (nas barrancas da represa Chapéu d’Uvas). Daí viajou morou foi e voltou pro lonjuras e lugares e pousos e conheceu as moradas em Ritápolis, Prados, Angra dos Reis (em a ilha Grande, a bela e afastada praia de Lopes Mendes), Águas Vermelhas, Pedra Azul, Belo Horizonte (junto do viaduto do ribeirão Arrudas, este às vezes nos meses de inverno meio ou um tanto quanto tormentário tormentoso revolto revoltado). Sim, umas lonjuras que descansam a vista demoram ainda mais a paciência e nem deixam de esquecer a imaginação. Avenidas ruas logradouros becos transversais e as adjacências adjacentes.

Assim do nada e casualmente, ou momentâneo, um sem importância.

            Continua admirada admirando olhos bem abertos sem ver tudo. Mira e admira.

            - D sabe tudo, D sabe como, D sabe onde, D sabe por quê, D sabe amanhã.

            Para aquela FBS que muito se admira estimamos lembramos, amém!

                                                                       #

&fontes de apoio: inúmeros pesquisadores da ufsm e ufrgs sobre fauna e flora gaúcha; lugares cidades na web; dicionário A. Houaiss; gramática D. P. Cegalla.

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