segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Camadas Os Erátemas Rochosas




            Ainda bem que existe o herói. E é impressionante xácara parlenda e levado da breca. Quando vai ver ele vai e vem. Já se desconfia que é de vento de líquido o seu corpo fechado. Ninguém pode com o nosso número 10 a 10. O herói sempre nasce sorte como o mesossauro.
            Entrar para a cancha do rio corrente contracorrente e ainda concorrer as pedras recorrentes.
            Um dia de novembro estio verão estival nós estávamos fora da sala de aula num passeio dia de sol pela praça Coelho Neto aula de botânica botânica a professora parou mão aberta espalmada apoiada empurrando o caule o tronco:
            - Que árvore é esta, beus pilhos?
            Alguns como eu tentaram interpretar e responderam com o que veio primeiro à cabeça. Aí todo mundo ou quase todos responderam idades variando entre 16 e 17 pouco lidos cabelos soltos longos ao vento emocionados rindo de tudo contentes por dá pra cá aquela palha:
            - O que quer que é.
            - Que eixo rua do Sol rechinava no sinal da tarde.
            - O almoçar sempre o breve leve e uns rebuçados para as horas vagas.
            - Você pediu pra nascer agora pague pra dar à luz.
            - É assim que me divirto.
            - Mas somos nós da mesma família, sim senhor! de naturais de Lençóis Paulistas.
            - Então, prever pressentir aventar adivinhar.
            - Um dinossauro para chamar de seu, como em Cumbe em Machados, conterrâneo.
            - Quem vai na marola é o barco, quem vem na onda.
            - Uma vez aconteceu sisudez. Ninguém tinha visto tanta sensatez. Apenas o bumba meu boi da família dos nossos parentes contraparentes longura familiares lá de em João Lisboa.
            Demos alguns passos na direção no rumo. O tempo nem passava. Um carro novo excogitar imaginar inventar em folha contornava a rótula do Andira. Cenozoico. Nos juntamos mais e entrelaçamos as mãos os pés os braços as palavras os antebraços corrente pra frente limpa-trilhos as orelhas os cabelos os olhos.
            Na hora dos beijos atirados e das gargalhadas serranas urbanas e contemporaníssimas.
            A professora nos olhou autoridade a todos em grupo em conjunto em série em perspectiva em horizonte:
            - O que vocês vão fazer quando crescer?
            Basicamente nos entreolhamos com certa dignidade e acolhimento e presunção. E o tempo corria em todas as direções. O Inter jogaria com o Cruzeiro naquele dia promocional mais à noite na cidade de Turmalina, Tocantins. Consecutivamente, assinamos o recibo:
            - Velejar pelo rio São Francisco até o Raso da Catarina ou Canindé de São Francisco ou Rio Real ou Amarante do Maranhão.
            - Olhos claros suaves hiperestéticos.
            - Vamos ao que serve.
            - Passa e repassa gente de carro. Uma família que passa de voadeira. Mas esta foi lá mesmo em que vi pela tevê ao bairro Outeiro da Cruz comunidade de São Luís.
            - Entretanto, prolixo presumido perluxo que demora.
            - A região do sul tem mais dinossauros e mais preservados fossilizados.
            - Em Carbonita lá vou ver a nação dos pucobié-gavião.
            - Ainda nem tem amanhecido por volta de Codó, uma vez.
            - O rio Jauaperi vai mais longe e o sol nem vem tão perto.
            - De maxambomba reparou com a manada de bois brancos deparou boiada a via férrea.
            Nova Prata é uma cidade e na imensidade intimidade do B. E também NP é município no litoral costa do B. Mais precisamente no norte da ilha de Fernando de Noronha arquipélago de Abrolhos estações ecológicas do B. Mesozoico. Se limita ao norte com Veredinha e ao sul com Borebi. Do lado que nasce o ouro puro Uchoa do lado que canta o sabiá-laranja Araguainha.
            Foram procurar as aeronaves especiais e voltaram enfeitados de xadrez e carijó e riscos trançados desenho imitando os das cobras sucuris.
            A professora bonachona descolada decotada, apontando verdadeiramente para entre tantas uma açucena-do-campo, os braços abertos o sorriso estampado as sobrancelhas arqueadas o mundo ganho e bem pago:
            - Rara rara, binha gentem?
            A nuvem ia alta o trem das 10 e 10 cinco minutos atrasado mas nem havia navio para desatracar o porto de Santos. No entanto pelejamos como pequenas formigas-de-embaúba interesseiras. Enquanto um partido ia o outro revoltava. E decolamos na história como trabalha o escaravelho. A solução nem à vista estava. Pouco mais pra lá, digamos, declamei primeiro:
            - A manhã continuará amanhã.
            - Foram cerca de já comprovaram 30 espécies de território no nosso dinossauros.
            - Embora, resolver dirimir providenciar desbloquear.
            - Controlar despesas do orçamento e investir na ciência.
            - O tempo móbil.
            - Um pouco o mundo grande e sofisticado.
            - Escultura artística no gramado, Aquidabã, Aquidabã.
            - O almoço o lanche me chamou.
            - Ela sempre quis comprar aquele botão feito do osso da preguiça-gigante. Também queria ir até a loja Catiguá, filial em Cajapió. Nem se demorou pela rua Silva Maia, indo e vindo. Desembarcou do ônibus e deu passadas moderadas até a loja Catiguá, desde mil e oitocentos e cinquenta em Caxias. Saiu da loja dos botões pensando entrar em outra loja Itabi de sapatos ou então voltar pra casa. Entrou na loja Catiguá em São Raimundo do Doca Bezerra e esta cheirando embora coisas novas e modernas e úteis utilitárias. Era noiva e tinha que aprender a parar de rir sem motivo aparente desfilando principal pela avenida Bernardino de Campos. Esperando o ônibus para o centro ponto-parada na casinha e fazia uma quinta-feira longo despois das 14h.
            Aqui ali na alameda Sud Menucci sob as árvores seculares chão da calçada modificadas sombras voláteis e mordidas. Cartazes de teatro. Paleozoico. A oeste a leste os caminhos do dia do rio São José dos Dourados da lua de Itapicuru da estrela de Mineiros do zodíaco de Timon.
            Por trás dos concertos de temporada cidade Maravilha mais alta do país o diadema da caloura violino.
            Reforçada recompensada pela temperatura agradável boa de se passear, a professora continuou e mãos nas costas balançando o corpo febril chapéu de lado lenço de pescoço óculos escuros nariz afilado:
- Por que quando quando uma folha ou outra troca... à toa?
Nos destacamos bípedes das aningas gigantes bem nutridas. E do outro lado corria se ouvia o rio Tapajós. Ele nem só corria como também inclusive respirava os municípios de Pederneiras de Pedro Alexandre de Pereira Barreto. Nos olhamos com olhos de guariba e versejamos cada um no seu com seu quadrado. A pauta era mesmo quem. Deixamos para depois o florescimento do amor-crescido. O assunto de namoros ou casos, simboralá:
- Ainda, vendola botequim bitácula pequena venda.
- Pássaros e outros bichos de voo que migram, adivinhe-quem-vem-hoje, bicudinho, xanxão, pipiras, corrupião, maçarico-pintado, crejuás...
- Aquele instante me foi psicológico e logo e leigo.
- Num total de 23 mil pessoas sentadas, público estimado, ambas as torcidas, pagantes.
- O rio Belém é de gaiolas barcos canoas e jangadas.
- Grande dino de carnívoro e pescoço longo dos mais altos da terra de Alcântara.
- Peguei um táxi amarelo e fui a Co-pa-ca-ba-na em frente o oceano a praia a avenida as lojas os hotéis lado a lado abraçados os quiosques com caipirinha água de coco pastel de queijo garapa pão de queijo e eu falava ria ouvia olhava acuidade agudeza sutileza as gurias calçadão ondulado passar cheias de cor cenoura guarda-sóis de duas tons fatiados.
Todas as famílias o clã almoçavam cedo ou ali no máximo pelas 11 e meia e reunidos o pai a mãe os filhotes o cachorro a televisão o vento que já ventava campo eólico em Bacurituba Tramandaí Osório o gado que desfilou na feira agropecuária de Esteio a estrada na aldeia dos oiampi a lei do governo sancionada concordada aprovada admitida as novas tecnologias no plantio de milho a paciência dos mais velhos em atravessar pela faixa dos pedestres a destreza dos mais novinhos em brincar de pedalinho no artificial lago...
O cachorro vira-lata Tapuio que foi passear de bíci no parque municipal José Condé equilátero após a greve dos professores da rede pública palavras de ordem do Estado do Mato Grosso do Sul.
Quando vimos nos demos conta estávamos aproximadamente um sítio com árvores um quase bosque e a mestra entusiasmada com um verso novo dois versos inéditos um em cada bolso de trás da calça comprida roupa esfolada nos joelhos:
- Isso é nobre, hein, que acompanhando o rio a rua corrente vão as árvores abraçadas mãos dadas lado a lado ciliares espécies cada qual no seu tempo umas aproveitando o sol outras a sombra outras a ternura aconchego da intimidade?!
Sempre o vaivém da rua tal e qual. E da rua Imperatriz Leopoldina. O dia continuava e o sol se aproximava espargir espalhar dispersar das 15h. Uns e outros como eu mesmo olhávamos os relógios rapidamente digital. Megafauna. O grupo mais perto mais à frente respondeu primeiro olhos atentos mãos nos bolsos da calça comprida braços cruzados celular quase caindo ou saltando ou respirando do bolso de trás:
- Assim, avaliar sopesar apreciar examinar com atenção.
- Tanto, suscitar criar originar dar vigência.
- Uma chuva aguaceiro firme precisavam ver berrante fixa cortinas cordas e lençóis.
- Assim é o planeta ambiental plantado de... deixe pra lá!
- Pois quando enquanto brincava de tobogã esquecia de brincar de outro brinquedo.
- E 80 milhões de anos e a 500 quilômetros de São Paulo antes do pleistoceno.
- Ela com certeza tinha seus 60 50 40 anos, com talvezes.
- Nem era a mesma coisa. Nem estava ali. Torcedores torcemos tudo na torcida mista.
- A ariranha o graxaim o tatu a cutia regougou.
À força de entrar o dia e sair a noite, se resolveu se adiantou que a porção de tempo que lhe cabia que nos cabe e que temos direito correto honesto preciso certo.
A sombra anda para leste o sol caminha para oeste os ponteiros de sul a norte intermediários.
            Ela a profe que nos entrevistava sentada de frente para a meia-lua na cadeira de palha. A melhor amiga com a gente como a gente. Inquiriu mais e as pernas longas fortes vestidas de calças compridas apertadas enfiadas bolsos da frente cheios de dinheiros documentos lenços papéis de recado chaves de casa cartões:
            - Vamos até o sítio e beber o nosso puro limpo natural legal e sagrado santo-daime?
            O táxi consumiu a rua Tacariju logrou a avenida Tiradentes saímos da parte central e começamos uma estrada à margem de Viana bairro Sacaitaua. Tinha gado no campo e árvores catingueiras babaçus carnaúbas braúnas-pretas maçarandubas... nos morros entre os rochedos. Depois o sol sem nuvens ou raras aeronaves caravelas. Os diálogos abertos travessão. O taxista puxou controvérsia contando e nós continuamos tagarelando. Estava longe ainda distante para mais da aldeia dos boca-negra. Alguns quero-queros alçavam voos pulos de chão em chão:
            - Daqui até lá levam umas 2 horas.
            - Me alado, me alado... um albatroz-viageiro.
            - Isso, monograma símbolo sinal inicial de nome.
            - O tipo descoberto do período cretáceo em a na microrregião de São José do Rio Preto.
            - Ele viajava por todo país e mais pelas cidades namoradas dos rios. Em cada lugar plantava uma árvore uma planta da sua escolha camapu barriga-d’água taboca-gigante... Ou um rio uma ilha uma casa uma filha uma mercearia um museu uma pinacoteca uns peixes piracatingas camboatás saraguis... Pronto, então, ele atravessou o rio Doce velejar e foi de barco a vela. Depois de a pé nado asas monomotor, em Joselândia, em Tuntum, em Barra do Corda, em São Vicente Ferrer... Cruzou montanhas de floresta de pedra e altas e grandes. Assim mesmo e desse jeito, ele sempre chegava num lugar qualquer e emblemático com o sejam bem-vindos no portal. E plantava um pouco colhia um tanto e replantava e tornava a sair. Ele nunca mais voltou para lá por ali nem olhou pelas costas.
            Porquanto, catálogo rol lista enumeração.  
            Mais cedo ou mais tarde vou plantar uma árvore arubatã.
            Pensei ainda bem que chegamos na reserva dos sanamaicã.
A mesa repleta completa bolo torta bolacha biscoito pão tapioca manteiga geleia marmelada.
            O quintal repleto de muricis goiabas-de-espinho bacuris buritimirins caapiás...
            Mas era a coisa mais fantástica deste mundo. Depois a cidade de Ibirá.
            Uma pedreira na altura de um morro por onde as pessoas já subiam e desciam por corrimão.
            Pegou o muremuré cabelos soltos longos usava de dedos uns chinelos coloridos com desenhos naturais conhecidos típicos de Olindina foi sentar na rede de babados os olhos suaves calma pacificada asas podadas para nem alçar voo dedilhar de qualquer lugar de onde for bermuda verde cheia de bolsos sobressalentes afivelados.
            As conversas nem se demoravam nem se completavam nem se contemplavam, introspecções prospecções.
            De repente a chuva boa inesperada uma enxurrada capaz de lavar tudo no caminho.
            Um tempo parado e quase todos.
            A casa estava portas janelas abertas que vinha da mata para a paz pouco depois do quintal.
            Em lugar algum e nenhum lugar.
            As embarcações uma por uma entraram soltas na estrada de ferro desativada desde os tempos da revolução.
            Ela tinha um jeito de falar toda mel e ainda cantava interpretava dedos longos.
            Quando foi ainda às 19h a lição número 2 do primeiro livro.
            Saí da nuvem e me joguei na rede com ambiente de rio Pindaré e árvores e passarinhos.
            Umas 16h e 16min em o museu de São João do Polêsine buscar subsídios para este trabalho de específico paleomagnetismo.
            Porquanto, assestei direcionei apontei.
            Depois da chuva o passeio serra do Umbuzeiro as catirumbavas os pitiguaris os bicos-de-veludo os azulões-bicudos... o caminho entre as plantas camoatins despertas zumbizantes nós mesmos subimos a ladeira contornando as velhas árvores oitizeiros cedros-brancos indaiás caparrosas... e veio a ideia de ir até a cascata as pedras lisas cachoeira as lajes convidativas humildes úmidas lajotas.
            Chegamos supus meio atrasados.
            E estava sobrando uma exposição amostra de macelas-da-terra dizem fora de época.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Zia Zipergunta Zié Zimais Ziimportante


           


            Meus oito anos nem me deixaram me mexeram me lembro se os fiz nem interessa agora, obrigado. Em casa nunca comemoramos aniversário de nada data de ninguém de cachorro de carro de formatura de qualquer. craveira, alcantil, pastar, vale. Mas os fiz como dois e dois são cinco. Vai e vem, ia e vinha, e vamos e venhamos os convenhamos. Com oportunidade possibilidade de trânsito fluxo em faixa reversível. Emboralá!
            Então tenho ou nem tenho para procurar? Rua, burocrático, inigualável, saborosa, pernilongo, panela, carreadouro, crivo. Cinco anos depois. Oceano de panorama, cristas-de-galo, tico-ticos-rasteiros, lagartas-de-vidro, capim-rabo-de-boi, bruzundanga, mata pendurada... A massagista impermeável espiava da porta a perna direita para trás os braços cruzados a cabeça um pouco torta muxoxos.
            A cadeira era alta de espaldar a mesa era retangular de quatro pés a rua Itália era cascalhada britada poeirenta natural a lua era foice a bola rolava no campinho as bolitas eram de vidro agateado jogávamos o livro de H era novo Inconfidência Mineira Tiradentes Aleijadinho mestre Ataíde o Centro da cidade era insólito as meninas riam de qualquer coisa até mesmo de coisas engraçadas, uma vez. arrefecer, rechinante, hoje, etapas. Sobre o que for... uma cidade Santa Gertrudes e o rio Descoberto.
            Trazia escondidos os raios cósmicos os rios bacia do Tocantins os dias de passeio o tempo todo-poderoso esfuziado os afluentes do Purus e do Trombetas constituído eleito pela maioria os tributários do São Francisco Araguaia Paraná Paraguai tempo afora. Horas regulares e com provas gosto sabor. Vale dizer a princípio ponto pacífico que a serra do Mar nascemos em Cubatão e tanto e tanto.
            A ideia do acaso tem ou nem tem a sua ordem armadura pedido? Eu, se fosse afestoar, nem deixaria de viajar duas vezes duzentas duas mil vezes para chafariz do Kaquende, bairro calçadão de Ipanema, reserva dos hixcariana, pinturas rupestres do Peruaçu... Repicante, antojar, céu, cadeira, abafadíssima, fazenda, sala, amavios. Passei dois dias em uma semana em três anos e meio. Mais pescadores que peixes que rio Jacuí rio das Antas rio Carreiro...
            Aqui onde moro desde séculos ninguém descende de graxains baitacas aritméticas bagres tinguis-da-praia... Nem havia cavalos por aqui quando começamos começaram chegaram aportaram os pioneiros. Aqui onde moramos existem teiús e quero-queros e carros com os tropeiros os primeiros exploradores bandeirantes. São os que mais proliferam depois da invenção da roda do logaritmo do algoritmo. Porém ninguém descende desses bichos e vieram depois os navegantes descobridores naus galeões caravelas, os inhambus, macucos, jacus, tucanos-de-bico-verde, arapongas, urus... Nós começamos desde as origens das montanhas mais a oeste dos rios mais a oeste das matas mais a oeste das geometrias do caminho Peabiru e Guaiaó e Guaíbe e Enguaguaçu. De lá pra cá insistimos persistimos com os próprios pés cuidando das pegadas das onças-pintadas das latitudes longitudes altitudes Rio Claro - SP vento casqueiro e rastreando as pacas antas álgebras cutias serelepes...
            - E se eu disser... trunfa singular tira ou cinta de pano amarrada na cabeça?
            - Mas você me diz o porquê.
            - Pode ser. Pode nem ser. Imagine.
            - Conhece a cidade de Sabará?
            - Hein?! Fica perto de Capivari ou Taubaté ou Roseira?
            - Antes labirinto zigue-zague de Marília e Sorocaba e Cocalzinho de Goiás, é.
            - Além disso o quê? A chave da manhã ensolarada? A porta do poço? A rua das casas geminadas? O cálculo do problema finito?
            - Há aqui alguma outra coisa. Depois eu te explico. Ainda é idolatria, eletricidade, loteria esportiva acumulada.
            Por que a pedra foi colocada nesse lugar paralelepípedo seis lados com que certeza inspiração? Partido, glotologia, zigoma, perícia, rede, carnaval, talude, ginástica. Mesmo com o rio Paranapanema e a ilha dos Frades. O estrépito dos dias da semana horário comercial. Pela vez primeira me acontece e a ilha do Montão de Trigo.
            O sol mesmo em dia claro sem nuvem viajava a descoberto na caminhada dele rumo da tarde ao encontro da lua da corujinha-orelhuda. Era uma sexta-feira oito horas, tuins, araguaris, cuiú-cuiús, humaitás, tirivas... estes já saíam de casa. fula, seja, salmilhados, gretar. O cachorro amarelo e branco simpático médio andava pedia parava cheirava olhava de portão em portão de lixeira em lixeira de paxiúba em guatambu-vermelho. Uma guria de tranças longas olhou o cachorro vira-lata. O carro desceu a rua Júlio Ribeiro e parou na esquina transversal Barão de Loreto. Por assim dizer era o tempo de maio recapeamento e duplicação da RS-324 e cachoeira no cânion do rio São Jorge.
            Vale comer frutas doces no almoço saborosas e a olhos vistos? Escalava árvores, depois da aeronave, quase sempre de bermuda esverdeada cheia de bolsos fivelas, foi alto e longe, comportado asseado como um bem-te-vi-cavaleiro ou um capitão-de-bigode, o mais satisfatoriamente possível. Arás voar voei sibilo zumbido zunir sussurrante. Gastar gostei repeti e tecnologia empreendedora quarta geração.
            Vamos ver! O mundo começou mais ou menos aí por volta de 11 milhões de anos antes da invenção dos sapos-gameleiros e preguiças-gigantes e orquídeas lélias e tamaquarés-miúdos... Então a lua chegava pra nós já polida a rua amarela o casal de supis voando a coirana-de-minas florescendo o mapixi brincando de dono da floresta o gambá procurando parceira e afilhados a jacaçu juntando os parentes em assembleia física civil. Conseguir por acaso. Persistir como as pedras. Cantar igual o curupuruí. Nadar como o tambiú os aruanás. Cruzar destruir eras fantásticas idêntico o truirapeva. Plantar como as criciúmas taquaras vassourinhas-doces guaporangas...
As memórias suavizadas no diário de bordo se confundem naquelas profundezas do caminho que as férias deixaram para trás ou rio Corumbá ou Guaimbê ou Vianópolis ou Barra do Choça... Nem as buscas e pesquisas as trazem mais. E a bem dizer, pra que recomeçar outras Maria Iracema Joana Amanda Júlia Cecília? Já nem movem geradores ou asfaltam as estradas ou plantam comarcas ou fundam departamentos. anda, comunga, carimã, moinha.
Então me pergunto é sempre hora de conferir a chuva? Café, pincel, martelo, programado, fâmulo, bronze, estrídulo, pedestal. Nadei com as minhas próprias braçadas rápidas. Conheci bastantes paisagens reboleiras, ou seja, falsos-paratudos perovas jequitibás cabriúvas caxins ixoras-brasileiras... Um dia me informaram já inaugurada a primavera. Já presenteada a praia da Joaquina. Já afiada a pedra de Itambé. Já tombado o distrito de Paranapiacaba. 
Quando a noite chegou a cidade de Biritiba-Mirim já estava ali perto da igrejinha de São João Batista do Herval. Quando o rio da Prata passou a cidade já ficou pronta do dia pra noite de ouro e prata e araucárias e capoeira. Quando as pessoas foram até a fábrica de cadeiras de madeira o banco a loja o mercado já vendiam artigos de variados importados de os autóctones caripuna elegiam o deputado federal. Depois os cratéu queriam cotas universitárias nem queriam hidroelétrica explicavam as propriedades desta erva-cidreira-do-mato, figueira-branca, moreira, guaiapá, soroca... Cambindas maracatus torciam adufes atabaques engrimanços feitiços samburás manipansos altares...
Ora, onde era exatamente... ora... uma e meia da tarde... acontecia, ora... o sol invadia... ora... dava voltas... ora... avó segurava a sombrinha debaixo do braço o avô o chapéu de feltro escuro... ora rua Presidente Vargas tinha com Borges de Medeiros tinha praça da Bandeira banco de pedra basalto... ora... tinha bandeira tatalando... ora, o globo terrestre faz sempre a parada aqui para almoçar exercitar tomar cafezinho pão de queijo chimarrão garapa com sabor abacaxi... ora.
mania uma capivara quase marrom passeava no lago redondo na tarde quase castanha mania um par de saripocas-culiques aproveitando para gorjear as penúltimas notas mania o tio pedalando na ciclovia mania a guria alongando barriguinha trincada mania o casal de atletas correndo mania a tia passeando com o cachorrinho Avião na coleira mania a tarde vinha aproximando giz grés mania a banca do jornal diário mania o trânsito de faróis acesos mania as tevês agitadas com o jogo de campeonato mania
O mistério para por que sair de viagem e tirar selfies na cachoeira da Mariquinha? Praticamente cheguei a tempo de recolher a colher em reminhol. Tapete, ribeirão, xale, batalha, aquilo, 10 horas, itapeba, exemplo. Praticamente existe sobre amarilho e aroeira-de-brugre e jacaratiá e nhandirova... suporte epífeta sem tirar alimento: bromélias. Tenho visto muito esta semana o ano passado quase todo o tempo impressionantes, bacuparis, procotós, maracujás-brancos, taiuvas, caneleiras-do-mato, guaratãs... Ia por que nem quase anoitecendo no sítio geoglifo Jacó Sá e outros. São Manuel hodometria Bertioga.
            Sobretudo me transporto gosto de lembrar principalmente que tinha as minhas dúvidas se o mundo era quadrado chapado redondo do outro planeta do outro lado. oblonga, houve, traz, pedilúvio. A de noite parecia menor à beira do precipício e as estrelas caíam. Na manhã seguinte os presentes se anunciavam os morros as árvores os pássaros aqui ainda se ouvem mil pássaros cantando os territórios as parceiras desde bem cedo madrugadores pedestres e às 5 e 15. Lá fora ouço pegadas de pneus e automóveis e quadrúpedes e gliptodontes uxicuruás... Ou alguém chegou aéreo de avião de asa fixa trem de pouso? Deixou o barco no cais lhe deu milho de comer para o dia inteiro e foi para o Centro solicitando por telefone um táxi enquanto conferia os últimos apontamentos documentos motivos planos na agenda diário.
            De vez em quando era terça-feira esponjosa. De vez em quando bulcão chovia relampeava trovejava estrupia nem necessariamente nessa. De vez em quando eu saía para buscar mantimentos quentinhas víveres. Somente cá uma vez nessa era e a Ana Paula vinha lá em casa brincar de subir em árvore comer pitanga pipoca esconder pegar correr no cinema na feira de artesanato dos catuquina-pano.
            Qual o principal princípio da floresta do urbano da inflação baixa? O dia caleidoscópio correu vitrais ao encanto encontro a estrela inaugural: ao correu estrela encontro o vitrais encanto caleidoscópio dia a inaugural. barbacã, macaréu, parcel, esteiro. Precisos os ladrilhos da casa a sala os cômodos os corredores a varanda a porta dizendo para o alpendre. Depois a prima veio gotejar até a bica de água beber água e se refrescar molhando o rosto garrida abismo.
            Sobretudo nunca nevou nessa parte zona do país do sul Alumínio, suponho. Minto, nevou uma vez que eu vi registrado em fotos preto e branco mas nem recordo me lembro dos detalhes. Eu estava com oito pra nove anos, e se tanto. Voltávamos da casa do avô quando minha mente. hálito, gesto, feito de lã, bacia. Tudo estava coberto por alta camada de neve chegando quase aos cinco quilômetros até onde a vista e por quase dois centímetros de peso. Era uma vez... A seguir caminhamos pelo quintal e adjacências fazendo trilhas no açúcar da paisagem inédita inesquecível moita de capim-sapé impossível pinheiro-do-paraná inimaginável extraterrestre caracará inimitável cachorro-do-mato-vinagre friável imprevisível.
            Um carro assobiou, um caminhão dezesseis eixos manobrou um trem apitou na imaginação um navio deslizou na contemplação da barra um mede-palmos escalou a folha tenra no pé de gervão um avião nadou entre o azul celeste estratosférico. O carro cruza a ponte Hercílio Luz o truque transporta para Mogi das Cruzes e Goiás o trem maria-fumaça o navio busca o rio Amazonas o avião aterrissa esta hora em Pratânia cidade satélite de Brasília nove horas em ponto plano piloto asa sul a lagarta manduca manduca protocolar.
            Assim, como vai isso agora já e o que quer que é? Que mesmo nem é sem tempo, e passou o auto de móbiles no espelhinho retrovisor interno. Contente, arvorar, passeio, a si próprio, primorosa, realce, extensão, repolho. As árvores do cerrado têm ótima saúde e verdes e aceitação na época das chuvas torrenciais retorcidas no calor. A ponto de ganhar a hora. A ponto de despontar a aurora. O contraponto dos cupinzeiros e tamanduás-bandeiras. A ponto de algumas alguns perdizes inhapupês de repente voarem de impulso.
            Sobretudo os únicos dias de escola colégio. O primeiro lápis e apontador, borracha branca de apagar, caderno com capítulos estrofes, minha vizinha mais minha colega, canetinhas de cor enfileiradas oito nove dez... leitura de história de carreteiro, boiadeiro, tropeiro, garimpeiro... As coisas que nem alcançava e nem tinha resposta para perguntar. Um ditado e errei a palavra: miça azafama bedal. Silabar escandir deletrear soletrar de-câ-me-tro co-e-lho ba-lei-a rép-til lai-a... Em fila indiana para cantar o Hino Nacional tirar foto com gravata comer a merenda ao mesmo tempo correndo de pega-pega. Sempre havia a menina bonita que escrevia o quadro-negro letras juntas arabescos cursiva “bom-dia, professora!” Nem sabia desenhar tosco uma casa com a chaminé a guarema o sol o rio Retiro a Vaquinha o Petiço a pinguela a ilha Mosqueiro.
            Uma rua que tinha coisas casas lugar terreno baldio área para jogar bola. Uma praça que tinha árvores chás-da-terra alfavacas campainhas-brancas gloriosas-dos-jardins... e bancos para sentar e tobogã e gangorra e balanço de pneu. Um riacho manancial com açude para aprender a nadar. chinelos, sequer, melhor, madruga. Um hotel uma escola uma farmácia dois postos de gasolina uma ferraria um moinho branco de farinha de trigo por dentro e por fora. Uma árvore de gabiroba para trepar e colher na estação da coleta.
            Vamos nos preparar ao passatempo até o almoço, por obséquio? O sol esqueceu a chuva o céu também o rio ainda a chuva idem ibidem. O ar fino sem um a jato várias mais de doze andorinhas, carricinhas, sabiacicas, araçaris, macucos... Espetáculo, apressar, arbusto, timbre, cofre, caatinga, desses, culto. Província na época do império Estado na era republicana. Certo correto, sinceramente. Ótimo agradecido, sinceramente. Piegas quejandos, sinceramente.
            Nem tenho mais noção das alturas dos meus oito anos esquecidos confundidos na malha no traçado no poço no algar dos meses e dias. Mas também são oito nove anos como os outros a seguir rio Piracanjuba por vir. assoalhado, tênue, tímidos, escovados. D Paquê era uma moradora senhora vizinha que fazia doce puxa-puxa cuca marmelada cocada preta e branca beiju tapioca e permitia a gente invadir o pomar para pegar bergamotas na época de bergamota de jabuticaba de caju de pequi de seriguela de butiá...
            Anoitecia na rua de amanhecia na cidade de entardecia no cerro e era assim sem noção o mar careta a pátria gaifona o mundo trejeito principalmente da fabricação carnaval da arte do ofício da miragem.

           

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

As Duas Gurias Iguais


            

            A primeira vez que vi as duas belezas minas estavam na sacada do apartamento olhando o fosso ou o céu de nuvens esgarçadas curicacas patos-selvagens facebook, pendentes. A mais nova de short de cor e camiseta com frase, a mais velha de pés descalços unhas pintadas e piercings na orelha direita, dependentes. A segunda falava qualquer coisa cheia de gestos enquanto a outra pouco ou nada ouvia perdida em outros pensamentos direções quadrantes hemisférios, penduradas. Era uma tarde de anil como ninguém como nenhum outro de sol calmo vista da praça Vera Cruz pavilhão nacional hasteado estendido e vento morno, dependuradas.
            A guria do lado, em questão:
            - Meu pensamento está conforme amaciado idolatrado bairro Itapuã.
            A guria mais para cá, em questão:
            - E eu ainda quero ser estar esta favinha-brava cada vez mais florida verde crescida.
            - Um nadar mandi-chorão de sol original porém modesto semelhante original e fonte.
            - Colocarei minha voz como um pássaro passarinho da manhã saíra-de-chapéu-preto na mata adjacente jerivás avencões alecrins-de-são-josé...
            - Até mesmo uma compensação natural mais ou menos compreensível.
            - Sim por isso vou comigo passear e a tarde promete sorvete de pitangas panorâmico.
            - Eu diria de onde vem sempre a chuva e a época do frio minuano de usar touca luvas cachecol galochas.
            - Devo me acostumar que nem fosse um jogo interessante e decidido no intervalo nos acréscimos em os bastidores.
            Quis eu lhes dizer adeus mas não me deram atenção atenção emoção. Segui minha caminhada minha sina meu rio minha calçada debaixo das árvores centenárias cambarás-de-capoeira, quinas-do-mato, carás-de-pedra, pixiricas... O tempo de verão dava para a humanidade inteira descansar sossegar Pana de Ubajara e sobrava a lua. Muito bonitas, muito.
            As duas moças eram vaidosas mas podiam passar tranquilamente e logo as 2 pelo buraco da agulha de mãos dadas ao mesmo tempo. Vamos pensar no infinito nos presentes nas dádivas nas oferendas. E se passaram bem observado um rápido voo de mês mês e meio. Então, o que foi? À primeira vista pareceu uma ideia fantasia leve breve e desgarrada pelo vento o mesmo.
            - Só se for por isso.
            - Mas é preciso ouvir o céu e a terra ao mesmo tempo.
            - Devo me retirar estrategicamente para a aldeia dos famosos caiapó-gorotire.
            - Eu tenho dito cem vezes cem vezes.
            - Se passaram as horas poucas e umas duas pizzas cercando os amigos.
            - Me explico mas parto sem demora em seguida justo para São Benedito.
            E há sempre existiram os bons e ótimos modernos pensamentos caso que as duas mais queriam viajar planejavam morar ou pelo menos conhecer. Um passeio de transatlântico luxuoso e pela costa do Maranhão. Mas nem somente o mar as atraía como também lugares continentais florestais serra do Mar montanhosos. Tinham as ilhas a melhor parte de praias brancas ilha dos Lençóis. O navio saindo do atracadouro cruza a baía sacoleja em alto mar. Escutar olha só! o ruído de ondas no casco o ruído das aves marinhas o sol logo as nuvens poucas altas estratosféricas. Porque duas gurias juntas sempre pensam o sucesso dos instintos mais suaves e a praia do Gravatá. Bonitos seus cabelos as pontas madeixas caracóis encachados supercílios muito grandes.
            - Soprava uma brisa nos meus olhos vento na cara olhando a ilha de Guajerutiua.
            - Tudo isso foi obra e valor e poder de um rápido instante de canto original.
            - Eu sempre quis fazer sempre esta mesma pergunta e faço agora.
            - Durante a noite a noite passada os meus pensamentos seguiram escalando e abrindo estrada fundando cidade até o dia chegar.
            - É a sorte do rio e corrente.
            - Vou deixar um e-mail feito de palavras e árvores e pássaros e lugares.
            Importante as duas moças se sentaram ali, que eu reparei. Elas abrangiam o ambiente em derredor com os olhares rápidos brilhantes, otimamente. Sentadas juntas num banco de madeira itajuba no quintal, conversando simplesmente. Uma contente olhava a outra satisfeita, bem bom. Às vezes mão no ombro e sorriso de companhia de companheiras, portanto. Sempre juntas como irmãs gêmeas, confirmadas.
            - É por força bem agradável o que vou te dizer e somando conjunto a mais conjunto b.
            - A aurora traz a natureza do sabiá-laranjeira desde as tenras horas cedo demais 5h e 12min da manhã quase apontando o horário do sol Atlântico.
            - Impressão duradoura madura e que me deixou recordações tatuagens.
            - Bem que te digo mas foi o que realmente aconteceu e dois pontos significativos.
            - O vento da matina e um pouco mais os meus finos cabelos castanhos a larga avenida Brasil em Passo Fundo no sentido leste.
            - Porque sinceramente nem comprei nada do que pretendia e isso procurando o dia todo escadas rolantes galerias e elevadores.
            - Sempre encontro os mesmos nos mesmos lugares e comendo os mesmos pastéis de queijo com caldo de cana ao abacaxi.
            - Joguei sexta-feira no clube Borborema diante de 400 a 500 pessoas e todas me olhando como se nunca tivessem me visto mais desenvolta mais ágil mais empoderada mais explosiva.
            - Nem me lembro de ter visto a lua este mês e meio aqui em Niterói.
            - Minha sensação o que foi me ficar serena e prazerosa.
            - Que continua no dia seguinte a remar com os bateleiros do batel pelo rio Jaguari na altura da reserva dos juberi.
            - Cheguei agora do aéreo e espacial pensando no tema começo da conversa.
            - Leio as palmas das minhas mãos e entendo tudo adivinho o conjunto da obra.
            - Assim como digo e o sonho pouco a pouco foi me passando e um filme de ficção sobre a montanha dos Três Estados altitude de quase três mil metros.
            Outra feita eu passava por lá quando reparei que a maior chorava largada e desconsolada e rosto alagado. Era ainda tarde de outro sábado de sol calmo e vento comportado cheiro agreste de campo penacho-de-capim. Elas estavam vestidas de escuro de alto a baixo, não-sei-quê. Choravam sentidas e sem graça não olhando nada em volta e nem me reparando. Enquanto eu passava quieto como um filósofo de mãos atrás quero-quero no banhado pensando e nos pés sandálias franciscanas de couro cru do tipo pescador. Esse tempo também dava para a humanidade toda frutinhas da azedinha-da-baía e a via láctea brilhar por séculos e séculos. Muito queridas, muito.
            Uma delas, indescritível simplicidade:
            - Soltos os meus cabelos madeixas e os solto negligentemente.
            A outra, intransferível singeleza:
            - Olhos de quebrantamento deslumbramento.
            - Vou descrever umas palavras cruzadas com z na intersecção.
            - Certas coisas podem me fascinar e aí eu concordo comigo.
            - Quero representar um personagem de mentira e voar por aí como as torres as ilhas as grandes árvores batiputás-bravos.
            - Daqui pra frente o rio Pardo vai ser com os peixes pirambebas sardinhas-de-gato jundiás dourados... e vou ser um trem e aportar em Cururupu em Artur Nogueira em Cosmópolis...
            A última vez que rodei girei por ali não vi ninguém, entende? A janela estava cerrada e o apartamento posto à venda, tá bom? Era por fim a rua Guaporé aquela numa tarde de sol calmo e vento moderado, certo? Eu sentia saudades das duas irmãs ombro a ombro, tá legal? Mas quem me consolava me chamava atenção, então? Caminhei como mais um dos tantos alienados anônimos títere inutilmente pensando na atração gravitacional física da eternidade, compreende?
            Tinha a primeira plano dela, digamos:
            - As curiosidades do futuro empolgam meu atual.
            Havia a segunda na expectativa dela, falamos:
            - Com plano objetivo no a mas guardando o b para qualquer coisa estepe sobressalente.
            - Quase que com os mesmos olhos de ontem de hoje ou uma primata saimiri.
            - Geralmente demonstrando os movimentos e que nem são poucos, guardadas as exceções.
            - Eu passeio com gosto de música na cabeça e dura horas a fio.
            - Capaz que funcione conjuntamente e eu com os pássaros as aves pombas-do-ar.
            Um dia de grenal, fazia aniversário de sete de setembro, de sol calmo, e vento nordeste, me dirigi ao cemitério ao silêncio ao místico. Estavam lá as duas irmãs inseparáveis lado a lado serenas, guarda-chuvas para protegê-las do sol forte, cheiro de flores desterradas pálidas, passarinhos incidentais as tais e quais maitacas-pardas, mas ambas aguardando proseando como naquela tarde inaugural. Agora eu as entendia, parcialmente.
A mais nova cintura, braços cruzados compenetrada:
- Eu e meu gosto de canções e doces de açaí, tá!
A mais antiga sobrancelhas, mão segurando o queixo concentrada:
- Olho que as abelhas duram uma quinzena duas quinzenas, quê!
            Elas nem se afastavam muito da janela do claro da luz da janela aberta. E permanentes o sol a lua bem todos feitos na imensidade. Iam e vinham os dias as noites os aviões comerciais o rio Paranapanema afastados já passavam tranquilos e quase nulos e felizmente. Elas riam como rir agradavelmente e se olhando. Comiam bolo de aniversário de chocolate enfeitado de frutas pratinhos de papel branco e garfinhos de plástico azul descartáveis. Muito lindas, muito.
            E as escolhas dos meus olhos.

domingo, 23 de setembro de 2018

Alô, Ana Paula! Boa tarde!


            


            O que você vem amanhecendo? Como conseguir, hein?

            Olhe pra fora, guria!
            Num gesto abrangente de capital cidade universal global, hoje o que me inspira sempre adiante por vir é o dia de antes anterior decorrido de ontem. Acho que isso é bem assim onde estou está bem assim e claro. Te pergunto e olhe e veja a delícia das estrelas dos astros do zodíaco Sirius a luz síncrotron. Altos prédios terrenos arborizados casas guarnecidas de catuabas, marmeleiros-do-campo, saracuras-do-mangue, imburis... áreas espaços e outras condições especiais crédito exclusivo para os sócios do por exemplo Clube Esportivo Cratéu um dos melhores concorridíssimo se não o melhor dos maiores. Eu te vejo nos veremos em setembro?, me diga me e-mail.
            “No pátio quintal do casarão típico do meu avô clássico nós brincávamos de caçador disputa com bola inventada por ela pela minha prima também clássica. Ela habitava todas aquelas brincadeiras domésticas, e nem sei de onde. Era linda e alegre e hábil e a minha prima. Naquela época naquele território neutro ela nem tinha os mil olhos brilhantes interessados, cabelos cacheados, seios de botão, curvas para dentro e pernas compridas. Somente um espírito de inventar que mudava movia nossos afazeres e diferentes outros jogos os tais e quais que gostávamos sem parar sem cessar.”
            Então, você identifica você sabe você vê que estou em a São Paulo e terra da garoa a metrópole brasileira a cosmopolita cidade. O hotel na avenida Seridó esquina com a outra avenida a Potiguar, você já viu?, volta e meia por aí o centro nervoso dos negócios latino-americanos, e com piscina infinita no terraço pra cima relaxar dos quarenta pisos. A floresta de prédios de pedra apartamentos com sacada e rios e riachos onde cruzam navegam e correm motos gaiolas aviões e carros assustados ruidosos urgentes intempestivos. Vou correndo buscar uma vista aérea de helicóptero de ave gavião-caboclo coisas acima dos demais, concorda? Desde o dia de ontem os acontecimentos vão disparando etc. E por ora, nada de segunda-feira prefiro a terça.
            “Quando girávamos de cirandando e nós todos queríamos a sua mão. Estava uma prima doce generosa e disposta, sorriso pronto, cantando e futuro avançado. Ela escolhia quem saía, quem ficava; prendia e mandava soltar; dona da bola queria as regras todas para ela como queria senão botava o jogo debaixo do braço e se ia embora. Eu mesmo ficava sempre perto do ladinho. Os outros reclamavam, então ela mudava para agradar para melhor. Riscava no chão os quadradinhos da brincadeira e contando cantando as nuvens a escada até o céu. No começo ela ganhava todas as paradas, depois mais tarde eu comecei a empatar. Pulávamos como saci, mas com graça só ela e por quê. De esconder então eram outras artimanhas pula-pula esconde-esconde agarra-agarra pega-pega. Sempre de dia e mais vezes à noite que havia escuros para a gente conforme se esconder. Ela tinha um pé atrás e às vezes dependendo do seu próprio humor. E eu nem sabia onde mais tocá-la a atriz para me sentir ainda mais o giz.”
            Olhe agora, guria!
            Por que esta cidade chama de a São Paulo você sabe? e ilha de todos de gentes os continentes e contingentes mais ricos que indigentes. E parece uma ilha como ilha do Mar Virado como ilha do Arvoredo ilha Grande... Entre as 10 melhores para se comer churrasco gaúcho. As ruas iluminadas as estrelas no céu os pássaros noturnos curiangos-comuns piando no escuro do mato os outros bichos a floresta onde se escondem entre os vegetais vindecaá, são-joão, malva-rosa, manjerona-do-campo... mais o viaduto Santa Teresa e a São Paulo é natureza poderosa como um país porém sem mar. Também te considero muito, viu!, rio Acará.
            Vou andando que tenho mais ou menos muito mais para ver e ouvir. Digo este verão de 2018 onde a atmosfera se completa com a entidade superior fundamental que envolve o mundo e as pessoas gostam de comprar digo gastar. Aproveito e transpiro fico sabendo nem vou me lembrar de tudo de todos. Sigo certo no compasso por aqui por ali furta-passo do meu cavalo baio apelidado você conhece Candiru. E era uma vez uma cidade que ficou pensativa porém locomotiva da nação tupiniquim. Daqui onde estamos mais podemos ouvir a serra do Cabugi e tudo um total em torno ao redor. Qual a primeira coisa que se aprende em a SP?
            E uma notícia eu tenho então clara e consertada e eu sei como a palma de minha mão, ou seja, me despedir e me voltar para a cidade grande Piratininga do convívio e a prima estaria pensando em mim? Daí me olho no espelho da manhã refletido me vejo e nem tô me regenerando que hoje começa meu regime principal necessário para emagrecer. Devo já te lembrar me lembro que o teu cheque voltou, é. A porta e nem a janela e eu digo que a passagem está aberta ou entreaberta e você acha que a conjuntura pode estar meio copo sem água.
            Sigo a rua Senhor dos Passos e logo o prédio da antiga igreja de São Bento fica na colina Ceará-Mirim num alto de frente pela avenida Othoniel Menezes e por outro lado descendo quem vai pela esquerda uma ladeira íngreme antiga taba indígena dos coroado hoje a rua asfaltada Barão Homem de Melo. Ao redor como sempre e natural uma paisagem de concreto e um magazine chamado Tapiri e um chafariz com estátuas de bronze imitando pessoas e ou bichos da fauna e flora silvestres endêmicas. Já falei que nem uma megalópole se parece bairro a bairro muito com Camocim, Taipu, São Gotardo, Itaguaí, Breves... essas cidades que ainda nós outros já compartilhamos viajando e aprendendo. Há que se reparar nos aspectos ambientais as fontes dos rios as nascentes os brejos os terraços arborizados. E porém então fomos ver arqueologia no museu Parnamirim de arte marajoara camotins sítio em rua Barão de Tefé bem localizado de pizzarias desfile de mangabeiras e autossuficiente em automóveis estacionados e mais com a parada obrigatória na estação da Luz mastro torre espetada da Bandeira Nacional e ver de perto a exposição a galeria de quadros de aquarelas do Modernismo movimento de 22.
            Olhe de novo, guria!
            Você sabe você conhece você é meu bem que quem mora no Estado de São Paulo é paulista, quem mora na capital é paulistano, quem torce por São Paulo FC é são paulino, quem mora e se criou na avenida Paulista é... rico milionária bilionário contemporaníssima. Também te considero muito, viu!, estufada mala com rolimã.
            Nem sei como te dizer nem me vem mas esta SP é uma supercidade senhora de si e que perde as coisas por exemplo e esses dias eu até encontrei jogada na linha de fundo uma balança de pesar utilidades. E hoje em dia quem precisa de balança de precisão de dois braços crucificados? Quem nem precisa até que acha, que foi o meu caso por acaso. Uma das 10 maiores no fluxo de veículos elétricos. Quem tem e nem precisa joga fora fora. Vai que alguém necessita mais que eu e nem acha, né?!
            Uma vez mais me levou ela a Igarapé-Açu e Acari e a Jacarepaguá olha esse nome e longe e eu fiquei parado admirando o nome do lugar e depois de duas horas seguimos passear havia sempre outras coisas um montão que se ver ela mostrou nem se tem tempo pra todas com mais ou totais grandezas bonitezas cada uma na sua hora na minha na tua sonhei agorinha mesmo com teus cabelos do jeito que você mesma organiza facilita o seu penteado o meu sistema presidencial.
            Uns e outros são os arranha-céus se encontrando com as nuvens, quando for o caso. Pela direita quem sobe a rua Auta de Souza se vê uma praça Pedro Velho ou Cívica. Por tudo caminhando o grande povo em busca das funções gratificadas que nasceu cresceu adotou por aqui no verão e na seca e na fartura e no natal véspera de ano novo. De onde de onde uma ou outras igreja templos e que vão se tornando santas santo com mais e mais o passar do tempo das eras a praia mais famosa a praia das Barreiras as praias por perto cercando de São Roque em Maxaranguape. O mercado público mangaba caju guabiroba pupunha bom saudável e das surpresas. Garoa garota assim mesmo breve leve o seu lema seu ser como a alma de cada dia das suas mãos e braços e seus pés e pernas.
            Toda olhos, guria!
            Nem tenho dúvidas e fomos nos proteger do sol beber um chope no bar e sua boca me embriagava de caipirinha e mais quê! as saladas de cores as carnes salgadas assadas adequadamente e depois digo mais sobre isso sim porque Pauliceia ficou mais linda.
            E uma multidão preocupada nem se sabem por que e que rema que rema procura e quase quase fala. Eu ali no meio do fervo o único anônimo privado pessoal indivisível egocêntrico. Qual a segunda coisa que a SP cidade município nos ensina, você sabe guria? As plantas ananás-de-cerca, macacapurangas, tucumãzeiros, iricuranas... correndo ao lado das pistas apressadas rua Mostardeiro e também por que nem? algumas aves outras que tais os tieteís, pombas-galegas, canários-da-terra, aritauás e até os quero-queros nidificando no capim-da-colônia.
            Muitas variadas coisas e os mais aparentes são os jogos intermináveis de futebol todos os anos acontecem muitos distintos campeonatos. E já falei? que antes dos bandeirantes povoavam essas bandas os autóctones aricapu. Tudo certo e apressado como 2 e 2 igual a 4 entretanto vamos primeiro no Templo de Salomão ou na Catedral da Sé. Aprenda comércio terceira língua poder das frutas arquitetura urbana relações públicas que nem dorme em bocejos de, zazzizzuuu!...
            Todavia benéfico delicioso religioso e esportes agradáveis afoitos dormir e comer pizzas. E bem é conversar nos bares depois das 19 horas. Se fala de tudo mas o prazer básico fundamental é o futebol e o jogo só acaba quando o árbitro apita. E no fim da tarde e aos sábados e domingos é a vez de ir ao parque rua Jerônimo Coelho porque é olhar o céu de calor surpreendente. Se chover é melhor ainda no entardecer e vamos de manhã bem cedo as alamedas entre outras folhas catucaém, algodão-do-brejo, vinhático-rajado... E na época de carnaval o sambódromo e samba e bumba meu boi e congo e furdunço e forró e quadrilha caipira com maria-chiquinha e chapéu de palha desfiado. Nesse caso isso tudo as taxas os valores por que nem e já deveria ter sido vendido e exportado explorado pela mídia sensacionalista.
            Tem pessoal que vem que chega que vai que passa e é porque todos se metem com ela capital. Todos falam e contam notícias e eu fico por dentro. Uns e outros descem de Melgaço, Boa Saúde, Caicó, Luiz Alves, Pitimbu, Itajubá e planalto da Borborema em geral. Acho que já somos amigos e ela me considera e já somos amigos e ela me abençoou eu expirei e ela disse “D te conserva!”. A cidade é sempre a mesma mas pode ser decantada em várias direções ou situações multinacional.
            É tudo bonito e as andorinhas vão corrigindo de aba em aba e procurar o que fazer nadando se assentando desafiando as linhas de transmissão de tensão de energia rapidamente desde o quinquagésimo terceiro último andar do prédio Aparaí do edifício Copan da torre Tiborna voos intrépidos arriscados arrojados precisa ver. Também te considero muito, viu!, Currais Novos.
            Nesse verão lá fora dentro da capital do bate-estaca dos negócios dos shows comícios de repente começa a relampear pros lados de lá e logo o fragor ronco de tambores trovões e com meia hora o vento por aqui chamado banzeiro cinco minutos a chuva os tais e quais sobressaltos a chuva-de-caroço e eu ando e vou andar como gosto de chuva em chuva de guarda-chuva assim como quem diz: nem como coisa. A água bebendo os transtornos da cidade grande movimentado aeroporto de Congonhas. A praça Princesa Isabel monumentos e plantas cajuranas, molongós, cravinas-do-campo, chuvas-de-ouro... e como nunca se pensou, você falou alguma coisa? 
            Continue olhando, guria!
            Você sabe qual o lugar mais inospitaleiro de a São Paulo, né? É o famoso Butantã. O que vem a ser Tamanduateí? Simplesmente um tamanduá-verdadeiro ou tamanduá-bandeira que você já viu ali em tal e qual reserva dos índios miriti-tapuia perto do rio Anabiju. E o que você entende por Ibirapuera? O lugar das águas paradas ou venenosas ou impróprias para o consumo humano. E a tradução de Anhangabaú? São as árvores velhas. E aquela película famosíssima história que virou lenda que virou livro que já foi peça no teatro que narraram em quadrinhos causo contado ao pé do fogo que todos você já viram foi aqui em São Paulo te conto véspera do dia de São João que Pedro viu Antônia pela primeira vez e foi um momento temporal ambos amáveis pessoal para sempre.
            Assim eu passeio vou no esporte e inegavelmente ela tem um bom papo e converso com ela de metrô e no subsolo. Com ela você vê! e por recordação da prima falamos também de você. Ela adivinha meus pensamentos igual a você e que já nem são muitos e poucos nem muito originais. Ela adivinha minhas intenções. Fomos ao zoológico e depois muito debaixo do bosque junto do forte dos Reis Magos delícia de sombras os oitizeiros, ingazeiros, ubaieiras, mangues-bravos, maçarandubas... saudados pelo vento que aqui querem clamar cambueiro sempre os matos em grupos de vinte ou trinta os tons de verdes capões matas todos os verdes e gorjeios em a beira do rio Paraim que cujo significado desconheço. Mas sem buscas.
            - Vamos dar um pulo no zoológico e ver o criatório de piquiras, poraquês, curimatãs?
            Ela me pergunta muito seguidamente e mais à tardinha depois do sol:
            - Que é que você quer comer, meu bendito?
            Eu com ela como os turistas são entende? então eu estou um turista andando de canoa ônibus articulado remando no parque com lago Macuricanã acomodados na montaria e mupicando no jacumã e diante de verdes nas margens, cajazeiras, sorveiras, sapotaias, patiobas... desde o rio Pinheiros passando a avenida Marechal Dutra olha lá o açude de Gargalheiras! e até o rio Tietê. Também te considero muito, viu!, Macaíba.
            E ela olhou de novo para mim.
            Acabei admirando como uma vez mais: uma cidade como se vê!
           
            Então até a vista querida e logo me favoreça nas suas orações daí diante da imagem peregrina de NS de Nazaré juntando seus os nossos pedidos com D o de lá de cima e tudo mais nós dois e todos incluídos.

Saia da toca para aproveitar o tempo permitido, guria!

Tô te falando! Vem pra cá, Ana Paula!

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A Natural Verdade Verdadeira Esta e Simples


                 
        Todavia Boimé arremeteu e quis estudar estrelas planetas asteroides galáxias formas geométricas Via Láctea constelações fenômenos astronômicos e principalmente entendê-los, decorar seus nomes desenhos mitos corografias e, olhando-os nos olhos, identificá-los para sorte do seu futuro seu futuro.
           (digo que o mundo está de mão nas mãos destas de outras plantas árvores arbustos, amendoim-rasteiro, andirobeiras, laranjeira-do-mato, cajueiros... dali do parque Marinha do Brasil o bairro Capemba, maricauas, craveiros-do-campo... e cada dia cada hora cada mês cada semana aparecem, corocoxós, muçuns, tempos-quentes, piracatingas... ou ainda aumentam, conforme)
E logo logo identificou abrir um negócio Boimé uma loja de pouco capital porém sem patrão numa rua movimentada ponto de comércio nas proximidades da praça central rua Conselheiro Crispiniano. Pronto, nem pôde realizar seu intento porque jamais esbarrou com mapas cadernos figuras arquiteturas artefatos livros relíquias óvnis que lhe contassem lhe contassem. Assim o seu rio se fez escorrer por outro lado por entre os dedos das mãos à margem e ver navios. Se pensa alguém achou que tudo isso era fome e sede de sucesso.
(tá certo!, orgânico, porém, tchau!, então, contemporâneo, ótimo!, harmônico, valeu!, isto mesmo o usufruto)
O espetáculo quando chegar chegou. Visto que existia numa noite clara. O mundo nem continuaria. Alguma coisa daqui chamou de longe dali. Quando viu e o mar ficou jorrar com força e velocidade escachoar cachoar acachoar suas próprias luas e arrebentando nas pedras nas falésias.
(presentes há os inúmeros já insetos abelhas besouros borboletas e mesmo os pássaros asas-de-sabre anambés-azuis andorinhões-foguetes coleiros... espalhados ali rio Cocal aqui rio dos Sinos mais pra lá rio Farinha. Talvez somando isso com aquilo e também bem assim)
            Então, só quê!, uma manhã - por que nem naquela mesma tarde mais de tardinha? - acordaram com a notícia despertados com a condecoração e Boimé de que uma estrela pequena cadente peregrina silenciosa sem freios e algo bem sinótica embrulhada vinha abrindo espaço e tempo um prêmio ao deles encontro ao deles alcance. Deles e delas e de todos aqueles incluídos de um por um juntos de uma vez. Seria um abraço mortal imortal filial paternal maternal, bum!... Essa estrela sem endereço fixo estava no caminho deles no endereço delas e eles as gentes elas as pessoas na rota dela todos irmanados e humanidade. Era só esperar algum tempinho, e rapidamente. O nome da estrela o santo do dia, hien?! E D divinamente multifário virou moda em todos os lugares quentes e frios altos e baixos. E agora e na hora?!
            (faz um dia mágico e ela Pana tranquilidade abraça a árvore abraça vamos dizer por exemplo a cauchorana. Um dia de sol ou chuva de noite uma hora duas horas libertas confortáveis melhor liberais confiáveis. Todo dia perto da noite chove e o que é justo)
            O melhor pra correr, e segundo os jornais os sítios os plantões de tv e rádio de minuto a minuto especialistas do sensacional, era nem acreditar no difícil evento ou esperar um milagre ou receber de braços abertos abertos. De duas e três, uma. Como a bola pelo alto e dominar no peito. Fingir que fosse lá tudo coisa de loucos fantasiosos, um teatro, um filme que esquecemos de trocar de canal, algum por uma comida pesada antes de dormir. Nem, nem podia ser. Nem mesmo sequer era começo-início de milênio, meu!, longe disso.
            (espera aguarda o mundo recrescer volta mais verde e devagar é lento. Na subida daquele outro morro tem mais pindaíbas-pretas vassouras flores-da-imperatriz senes ingás-de-flor-amarela... e mais umas vinte ou trinta milhares reencarnações no meio ambiente florestal plantas espontâneas)
            Acontecia com o mundo e se aproximando. Uma pedra uma lasca intergaláctica no final de carreira. Terça-feira hora minuto hora-extra estava previsto tudo o dia o mês o ano o século. E alguma catapulta impossível e feroz motivada no acaso de vai lá se saber! qualquer sistema estelar planetário dentro ou fora do universo um espírito empedernido. E certa estranha ideia ideias determinada exagerada insatisfeita. E as conjugações dos signos misteriosos e nem lidos por aí no espaço celeste, etc. Tal coisa chegando estrovenga pombo sem asas era impossível mas já visível admirável.
            (a Pana cunhantã vem dirigindo levemente na lagoa Juparanã seu ubá escavado em tronco de cana-ubá. Olha as margens muito interessada coletando, cheira o ar, consulta os sons totais gerais, sabe que o nome de cada planta, oiticicas, perobas-de-goiás, vinhático-rajado, araribá-amarela... interpreta motivada o voo das aves sustenido e em busca pesquisar buscando)
Seria o fato de uma coisa de uma nave de um objeto útil decidido sem sombra com uma mancha crescente inútil e da proa até a popa. E o submundo que a todos carregue escorregue! Passando por aqui e ali e assim coçando chateando nem desistindo e na pechada. Oito nove quilômetros de norte a sul e quatro cinco de leste a oeste. Data de validade número da placa código de barra carimbo do ministério do governo. Pesando pouco mais de 800 toneladas e rápida e esplendente. Custo e benefício uns poucos 13 bilhões de reais à vista. Trocar trocava trocando de cor a cada passo. E isso mesmo de predadora e feroz até o fundo da alma da palma. Nem parecia com olhos com boca com nariz com personalidade própria. De pedra de porcelana de ferro de ouro de osso duro de roer. Era para ser aquela estrela um disco voador alienígena e sem tripulação. Mesmo possível nem estar ali.
            (os pássaros sentem por certo uma paz lunar às 4h de demarcar território. E muitos deles senão quando de repente todos muito leves eis que chamando a companheira para acordar para as abluções. O par casal de birros-brancos tem espaço compatível uma espinho-de-cruz tão somente para eles, pois nem)
            Então os mortais se cercaram de discussões, cortejos, taiobas, confissões, piabas, procissões, cravos-do-mato, triângulos e comprimidos para nem dormir. Eram os humanos correndo como as baratas, se entocando como minhocas, se esgueirando como os ratos e voando como mariposas-espelho. Uns buscaram reunir a família, distribuir presentes e lucros, gastar os últimos da poupança, abraçar os bichos de estimação, regar as plantas dos vasos, esquecer perguntas e as respostas. Se abrigar nos templos nas locas nos túneis nos abrigos antiaéreos, voltar às cavernas. Cavaram a terra como tatus-bolas. E procuraram nas gavetas nos bares muito nos bares nos lugares nos altos arranha-céus nas minas das montanhas entre as raízes das árvores boieiras, capitães-do-mato, amendoeiranas... E pilotar o carro para fora da cidade o barco o avião bimotor o cavalo o trem-bala o parapente. E os que foram trabalhar confundidos e preocupados com os descontos dos dias do salário no salário nas férias de inverno.
            (e a poderosa Pana cruza os braços e se abraça também com sorriso jubiloso quente e tudo mais. Alguma coisa é acontecer e esperar ela Pana presente por que sim. Dia ou dias que chove com uma espécie de unção e o rio ri de orelha a orelha, dias ou dia que fazem derramam desenham sóis e as cores seleções coleções)
            Segundo cientistas e olheiros do céu, a estrela era maior multiplicada pela veloz que a terra mil ingente e até trinta mil vezes. Nem lhes deixava nenhuma chance. Seriam queimados como palha seca antes mesmo do impacto do choque do tombo da queda. E se fosse de refilão? O maior engoliria o menor. O final dos tempos do mundo o apagar da luz e num piscar de olhos de olhos de repente. E se fossem mandar alguém com bandeira branca para negociar? Um solavanco terráqueo e um súbito furacão lateral varrendo a fluxo e varejando tudo.
            (as árvores sempre estão contentes com o rio e vice-versa. A chuva é sempre boa para as plantas ervas-preás, biribás, cobiós-do-pará, cerejeiras-do-paraná... para os rios rio da Prata rio Andirá cachoeira do Fojo... continua tudo a memória do mundo nem esquece nem desaparece, urraca, galinha-do-mato, ariramba-verde...)
            Dito e feito. Teve gente que nem quis saber quis ver e nem dormia. Nem olhem agora! Outros subiram o morro para colher os derradeiros consumir pastar o capim-bobó a peroba-tabuada a guaxima o assa-peixe... Ainda os que desceram ao Itaimbezinho. Pensamos no pensador que tinha pressa e no economista que tinha esquecido as chaves no banheiro e na astróloga com lentes de contato dental na esotérica que hipnotizava as pedras roladas do morro da serra do Cipó. Nem poucos pegaram a estrada para o alto astral e o escambau caixa-pregos ou cafundó. As multidões se irritaram.
            (antes de tudo investigador vem a formiga as formigas-de-novato. Vem na frente ela batedor e já escalaram o pico do Itapeva emboralá! entre as ramas de um olho-de-boi)
Chegou a estrela soberana pulsante baseada na rocha fria ou quente e de muito longe soberba cada vez mais próxima. E nem houve mais noite alguma. Um confronto direto e reto no osso com osso dente a dente. A luz era uma imensa bola de fogo cruzando a pequena área sem cobertura da lua. Gastaria poucos instantes daqui até ali um meteorito um palito de fósforo. O calor aumentado de segundo a segundo tecnicamente nociva tóxica atomicamente. Sem previsão o campeonato a partida acabou foi interrompida antes dos quarenta e cinco do primeiro tempo. Estavam para gastar mais ou menos mais uns dez ou doze impulsos pulsos cardíacos. Empós de nada mais nada menos que um tapete uma alfombra uma quadra calcinada uma alcatifa um gramado e dormir dormir.
(e passeiam na ilha de Itamaracá as capivaras e famílias os quatis e suas proles os macacos-aranhas e familiares os peixes-bois e parentes consanguíneos ao largo e os beija-flores-safira com contraparentes colaterais)
Ela aquela feminina já estava, ela quem?, cabelos longos de gelo ou fogo aventureira pelo céu voando e já a sentiam escurecendo os olhos aquecendo os olhos. Faminta sedenta passageira e difícil. Parecia uma bola das de raquete ou um bonde de luz alta. Assaz uma bastante encruzilhada muito. Quando às vezes mês hora minuto e suando.
(de noite de dia cadentes guias e de dia nem se pode perceber mas estão lá as mesmas ou outras novas recém e cravejadas de brilhantes diamantes)
Nem era uma estrela de sete ou cinco títulos mundiais, vamos antecipar. Era maciçamente... o raio que o parta. O alto pegou fogo um estrondo e tudo começou a fritar a tremer desinteirar a transbordar desintegrar. Estava um grande capítulo da última página do último ato. Sem uma palavra e aquém de quê.
(nesta honesta árvore gigante jatobá sempre no rumo do sol seis sete andares. E os bugios comem folhas doces e frutos maduros e uma colmeia de outros centenas de seres diferentes. Moradores patriotas habitantes cidadãos. De noite certas seguras noites a lua parece eclodir dali mesmo de entre os ramos e folhas e tronco. No domingo o sol novo em folha sem nuvens aparece e desaparece mais perto. Todos colhem e comem e bebem da árvore sem deixar a árvore. Uns caminham outros caminham e voam e já a árvore abre os braços tocada dos ventos)
Na tarde por menos que ia anoitecendo... ela quem estrela ou meteorito ambas as asas abertas estava para chegar sem qualquer oferta de preço e derrubar e ficar assim ali aqui por meia hora uma semana uma geração pelo tempo inteiro permanecer e ficar com tudo. De peça em peça de prédio em prédio de cidade em metrópole. Havia estava era tinha um mal-entendido qualquer e pelas redes sociais... mas com incertezas. Então já conhecia o planeta e vinha visitar de bala perdida no apagar das luzes e fantasiosa alegórica.
(e todos vão para a beira-rio por sorte por natureza os bichos é um direito natural e para debaixo das árvores. As aves passarinhos diferentes nos andares correspondentes. E chegam mais matriarcas na frente as cutias dentro da noite dentro do dia acuti acuchi aguti acouti)
Uma vez poucos outra vez poucos anos passados em um mundo conhecido de todos os avós perto habitado onde viventes faziam várias refeições por dia um povo outro povo diversos povos e línguas bilhões de bípedes e mais alguma natureza... bem ali aconteceu aconteceu o que eles todos gente como além acreditavam buscavam cavavam pediam pagavam comissões mas nem sonhavam.
(ventos fortes com chuva na época das chuvas com mais água menos água. Mas sempre chove no verão ou no inverno e em todas as estações. Uns rios longos que vêm buscar água em toda a extensão do continente. Chove no litoral nas ilhas e em muitos outros lugares os Pontões Capixabas, praia Bacia das Turcas... Depois tem o sol a lua e nem chove mais por outros alguns dias. Os rios são perenes piscosos de margens carregadas de árvores. E as aves e os bichos vêm buscar a sombra das plantas e as frutas dos frutos das frutas)
Todos concordaram que era uma candidata escolhida a dedo de D dentre tantas na chuva cósmica. Duas horas para dobrar os cílios riscar as sobrancelhas acentuar as olheiras. Visual lacrador. Mais uma hora e meia depois para arrumar o cabelo pintar a coma a juba grande com duas cores diferentes da moda últimas novidades nos desfiles de Sampa e Fortal e Rio e Floripa e Belô.
(tudo conforme recomeçar e bem e imitando. A paisagem à vista o rio o mato olhar de cima olhar de pássaro e abraça a manhã. Umas múltiplas cores quantas quietas devagar junto dos gritos das aves onomatopeias. Ali mesmo do outro lado entre aquelas árvores de frutas amarelas em menos de meio quilômetro. E aquela colina parece uma mesa. E aquele rio parece multiplicado pelas cascatas cachoeiras cataratas)
            Então, quando, por enquanto, assim, Boimé e avós se abraçaram por certo que se perguntaram brindaram e ali expostos aos desígnios verbais das verbas às radiações interestelares aos bombardeios cósmicos às precipitações radioativas ao raio que cai uma vez só e no mesmo lugar total de 19h e 8min...
            - Pss fzr m prgnt?