Uma idade digo sempre altura de autonomia imagens
legendadas oráculo locuções, protocolares os dias eram de verão, ia junto do
rio Caiapó e nadar piá a tarde toda. Haja vista a ponte inacabada eoceno solta
no ar que era o meu trampolim. Andava de armazém em armazém tentando vender de
rua em rua as frutas do mato pinhão no inverno butiá no verão. Do capão da mata
em multidão jenipapim maracujás-grandes caucho arcumã,
carrapetas-verdadeiras...
- Minha estrada o rio Uaupés as escolas que passaram
criar aparelhos de busca e espelhos e natação fontes papéis estações de trem pontes
cidades dentro e fora do mundo. Me cheguei à ilha dos Lençóis enseadas mangues
carregados de aves guarás caraúnas marés bairro Mãe Luiza embarcação a motor a
vela indo e vindo mar banzeiro tauaçu praia de Piranji...
Brasília está no nome e sobrenome do
B. Fizeram umas canchas de areia e inauguraram um evento portátil volátil de
vôlei de praia. Brasília acepção. Quando se canta o hino para abrir os apetites
do cafezinho os aperitivos cauim mucura caxiri caiçuma aluás aos santos e
santas do dia. Brasília dezenove horas tintinabulante O Guarani protofonia! De
tal e qual vieram os povoadores candangos de Caraúbas e Bento Fernandes e
Contendas do Sincorá e Ariranha e Macaíba... Certa vez eu estava em Brasília-DF
quando sobreveio um redemoinho poeira cisco cartazes politicamente corretos e
logo em seguida um anúncio de invasão de bois vaquejada rodeio boiadas. Vossa
Excelência Brasília e mágica dos nossos dias. As pessoas que adquirem fortunas
em Brasília podem voar podem nadar caminhar pular perfeitamente dormir e rolar.
Brasília consorte. Nenhuma rua sequer e automóvel talvez na manhã de domingo
feriado recesso prolongado parlamentar. Embora Brasília vocativo tenta outras
denominações, chega esta até nossos dias e autossuficiente. Brasília marimba e
canzá. Tempo alto de chuvas enxurradas na Capital Federal neste próximo fim do mês
de fevereiro. A lua entidade realmente nova camafeu da noite e o lago brilhante
e a ponte JK uma figura retórica intrínseca.
- E eu vi ouvi histórias possíveis narrativas
inexoráveis habitar. O sol com quilômetros de sol abundante e calculado domínio
claríssimo do sol da história do nada do clássico do mundo do incrível e o sol a
proverbial competência potência atômica.
Minha avó para me agradar sapecava pinhão
na chapa do fogão à lenha. Dizia ela: “Vai pra lá brincar que quando estiver
pronto chamo ocê.” E eu ia sem esquecer sem tirar as ouças de lebre lá da
cozinha. E se avó esquecesse? Então corria todo minuto lembrar. Até que os
pinhões estivessem rapidamente assados cozidos estalados prontos para que eu os
apreciar. Uma idade boa pedalar como andar de bicicleta o dia todo. Interessado
aquietava talvez na varanda área tentando batê-los com martelo de madeira para
estourar a casca e mastigar assim mesmo muito quentes, e tentava ensinar o cão
da casa a comer também.
- Nem era nada nem é nada mas as
paragens do mundo sempre serão as mesmas e acontecem casos. E eu mesmo
encontrei inventei quiquei joguei driblei bola de borracha batendo voltando na
parede e ao redor do mundo. Hoje data é o nosso sol novo década dia.
O sol dourava sempre bem vindo
naquele mundo de verdade porque parecia e era realmente assim que trazia os
frutos. Frutas e árvores e aves piravam de montão na época do sol do açude da
cascata da trilha na mata. Eu era útil como um andorinha na aba da casa antiga.
Manhãs bem cedo, as tardes depois das quinze ou dezesseis, o dia todo e semanas
curtas, araticuns amarelos, imitação do cancã, macuco, gurundi, tieté... praia
de Camurupim... praia de Areia Preta...
Brasília asas centrais e as avenidas
longas com árvores baixas retorcidas sempre verdes, cauchorana,
casca-para-tudo, meruquiá, paricarana... Os subterrâneos templo hipogeu poderes
de a a z. Aeroporto de Brasília-JK e seguro com inspeção rigorosa na bagagem
segurança. Depois as lojas do shopping Guarapes. Brasília poligonal hexagonal. Na
paz do carnaval as escolas de samba e blocos e cordões e maracatus e embaixadas
vêm das satélites Samambaia e Ceilândia e Riacho Fundo e Brazlândia... Em 1978
inventaram de plantar muitos naranazeiros para gorjeios de xexéus-de-bananeira.
Brasília 19 horas em ponto! O metrô descobriu o sítio de um cemitério muito
antigo dos índios e camucins acangataras enduapes tamaranas cuidarus curabis...
Pencas de caçadores de óvnis se perdem no chão largo chapado tabuleiros do
cerrado em derredor. Brasília gabarito. Os aviões de caça fanhosos brabos tucanos
decolam e pousam a força sucessivamente. Tem gente que vem do mundo inteiro
atrás de notícias mulheres bonitas puçangas portal de passagem incisos casas de
gota templos de pirâmide cristais para o mundo desconhecido do fundo do lago Paranoá.
Parada de SdeS desfile continuam os oficiais o seu caminhar marchar sob a
enorme auriverde drapejando ao sol. O presidente sobe a rampa espelho de água e
os dragões de guarda. Depois ainda Brasília anda ao sol e muito popular por
onde passa, mocó, seriema, preá, jacu, cassaco, asas-brancas... Ilimitada
onímoda de todos os modos e modas e mudanças e tuxauas e carimbambas. Capital e
mundial das águas jacubas jinjibirras jeribitas. Até porque quando vamos e
voltamos missa catimbó pajelança macumba candomblé canjerê e quanto D gosta de
fumaça. Quando Brasília foi consolidada e se falou se publicou muito se tocou
muito no assunto se cantou muita canção e se discursou muito êxito. Coisa
incomum embora tinamídea chacota moente retentiva com grandes novos monumentos
ao dinheiro público em todo lugar todo espaço que se olha. Brasília oblação. Uns
homens e umas mulheres vieram de Tanhaçu e Ielmo Marinho e Santa Adélia e
aldeia dos piratapuia e tribo dos cubeo... e desfilam a pé ou de carro com
gestos e bandeiras e palavras de ordem e progresso. Brasília e o Planalto e a
esplanada dos ministérios alcançados na seca explosão luminosa cintilante coivara
poeira de sol das 12h zênite. Na manhã seguinte em Brasília apareceram faixas
com letreiros com palavras com frases pomposos mirabolantes. Ingurgitadas
seções burocratas rumas de sessões. Os terreiros pacíficos ganham interpolar
com isso sem esquinas encruzilhadas sombra quieta larga dos paricás.
Acontecia seguido de um cão latir
dentro do cercado atrás do portão. Subia em as árvores temendo que reco-recos
as cigarras cega-regas pudessem lenga-lengas comer as azedinhas amarelas, as
guabirobas maduras, as jabuticabas pretas, as pitangas douradas, as
sete-capotes esverdeadas, as goiabas-do-mato roxas... e antes de mim sem medo
de altura naquela altura do campeonato.
- Eu olhei a rua de alto a baixo e
bicicleta sem para-lamas sem para-barros. Na sequência fui procurando passar e
repassar marcha lenta o museu municipal Acumé que anunciavam divulgavam repleto
de ossadas dos dinossauros encontrados escavados demoradamente retirados mais
ou menos identificados catalogados.
Rivalizava com o sol pela manhã na
colheita da macela da guaiuvira da manjerioba da jurubeba da macaúba-mirim...
no campo no potreiro na tapera no alagado. Ainda ontem me pareceu lembrar os
matos das araucárias pequiás angelins-rajados jerivás uricuris... que para lá me
atirava espontâneo aventureiro contemporâneo.
Brasília tem um público que chega a
Brasília, desempoeirada, já pela manhã durante o café da manhã o primeiro café
e eles comem bem e pedem ao garção solicitam advogam: Quem devo procurar, onde
devo encontrar, quanto custa, D lhe pague. Brasília cumbuca. Todo mundo acha
quê, e ninguém encontra o cofre federal do tesouro nacional embaixo do palácio
da Alvorada do Jaburu do Itamaraty e repleto de ouro esmeraldas diamantes ametistas.
Em Brasília livre que andam livres comuns os automóveis processionais e nem
fazem motins ou atos propiciatórios acadêmicos. Somente as vergônteas ao vento
respiram sapirangui, fechilhas, castanha-de-anta, pajéus, marias-pretas... Turma
de gente em Brasília quer casar com os índios bororo aruaque bacairi aueti...
Muita população é esquecida logo em Brasília e muitos são os esquecidos
enquanto que outros de Brasília brasilienses nem serão lembrados. O seu coração
bate 2.500.000 vezes, e contando. Brasília benemerente. Uma senhora foi com os
três filhos universitários até a praça dos Três Poderes arborizada de
carurus-de-espiga pupunharanas sapucaias camuás... e olhou caminhou de mãos às
costas a mãe cabelo largo liso bem cuidado verde suave lindo especial e meio
que indagou: Antigamente não mas hoje em dia por que que é fácil se perder em
Brasília? E como sempre acontece nestes casos e acasos, tem gente que vem de
longe do mundo conhecer Brasília e tem gente que nasce principalmente em
Brasília e uns tipos que aparecem de galáxias e nem se desconfia. Brasília
anuaí cauré. Cidadãos cidadãs idos de Vista Alegre do Alto, Tacaratu, Guamaré,
Jardim de Piranhas, Águas de Chapecó... As pessoas ficam olhando em Brasília e
rindo e abanando para ver se conhecem alguém seria tal pessoa, a hora favorável
é de Brasília!, mas nem ficam com certeza uns têm os claros sintomas dos
acutirembiús porém a maioria fica água na boca pedágio com uma foto munganga da
Catedral de Brasília. E por ora.
Era D como uma árvore sucupira-amarela
cangulo-de-fernando casaca-de-couro-da-lama jia benjoim teiú maracajá tapiucaba
serra de São José... O sol nem tem carro elétrico mas quer chegar ao fim do espaço
alterar no forte do Reis Magos calcular no arquipélago Maiaú. Então era o rio tal
e qual Paranhana que passava entre as lajes rochas altas pedras pintadas
itaquatiaras com seus habitantes piratantãs acaris-chicotes pirauacas jaús
surubins pacupebas...
O mistério as perguntas curiosidades tradição
cenestesias também nem não, enquanto a memória funciona como açude barragem
usina de força.
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