Exercitamos
vendo o mundo e a rua. Uma gama de coisas.
Caminhamos
descemos a perimetral norte ou a Marechal Hermes da Fonseca muito longa a pé
cruzamos a ponte da Amizade e da Integração ou FHC o rio Tocantins dobramos a
esquina no calçadão XV de Novembro tal e qual em frente ao impressionante teatro
Guaíra. E emblemático. Assim então isso de viagens nos levará longe e me leva
leve, Normandia, lago Caracaranã, ilha do Frade, praia do Juqueí, país
waimiri-atroari... A escolha das ruas e seus históricos monumentos heroicos é
isso de “sem os quais!...” nem podemos esquecer nem podemos começar. A avenida
Aueti, que medimos de alto a baixo e com seus bancos armazéns escolas lava-jatos
e lojas de roupas de grife, estava muito uniforme verde-amarela para receber a
parada de 7 de Setembro.
Já
relacionando. É sempre um lugar que tem certo estilo em certa época e etapa do
inverno ou do verão. Passarinhos fazem barulho nos quintalões cantam
interpretam esvoaçam, velhinha, gaturamos, traz-farinha-aí, apacanins, carixo,
tesouras-do-brejo... se apresentam se divertem e como a pomba-rola arrulha aos
seus pombinhos. O rio Baraúna de ondas calmas lentas baixas quase secretas
cheirosas de mato nativo e muito lentamente na areia. E num lugar próximo do centro
histórico tem uma igreja ou templo com a praça Aracadaini com canteiros em posição
de labirinto e que todos todos vão visitar e ver as estátuas homenageadas
curiosidades o santuário com campanário janelas de vidros coloridos desenhados
rebrilhantes em dias de sol. A praça mesmo irradia as ruas e avenidas a partir do
Centro e com os nomes políticos personalidades daqui dali de mais além e aquém.
Bairros animados de fábricas outros do comércio ainda os residenciais e que
damos os parabéns. Andando em diante por aí à direita vendo compro troco
financio negocio todos os produtos e mercadorias. Na alameda Matipu, acompanhada
de árvores centenárias goiabeiras-bravas arapocas cacaus-jacarés saguarajis,
uacangas..., há um passeio de charrete puxada por um cavalo branco sacudido às
vezes teimoso. Nem pode haver uma sem o outro. Rua organizada colocada como
para vender em revista vídeo guia turístico. O cavalo mangalarga paulista já pode
ser branco vermelho marrom mesclado. O condutor pode ter em pessoa ou
automaticamente pelo controle remoto. E um total de uma população local atenta
animada curiosa laboriosa bípede falante ou quadrúpede buzinante e em trânsito
todos os dias da semana.
Os
rios aceitam e superam por nós. O mar e seus atuais habitantes.
Basta
acontecem ser o rio Cauamé ou rio Gregório ou rio Uraricoera para estar sempre
confiante traficantes tranquilo. E elementar. E sabe o caminho de cor e
salteado o rio Jacaré-Pepira, Brotas, Matias Cardoso, Manga exatamente no
bairro São José das Traíras, Selbach, território da tribo paumari do lago
Manissuã... Temperatura densidade velocidade animais e situação vegetacional embarcações
regatões gaiolas que carrega. E corre e espanta e espraia e vaza e cachoeira do
Urubu-Rei, barrigudinhos, surubins, jaraquis, pirararas, saguirus... Sabe que é
toda uma longa jornada de descida religião excursões. Aonde vamos a esta hora,
hein?, açúcar. Por que é bom nadar nos balneários de Rio Preto da Eva ou
Amajari? Porque é ótimo pegar uma praia em Ibitirama e Torrinha e Alegre e São
José do Povo... Múltiplas formações geomorfológicas cachoeiras quedas-d’água
igarapés igapós corredeiras saltos degraus em Presidente Figueiredo. Encontramos
e concordamos em Uiramutã uma família de ribeirinhos caboclos que resolveu
cultivar pirarucus e tracajás. Os rios determinam cidades homeopáticas
onomatopaicas, Igarapé-Açu, Balsas, Colorado, Trairão, distrito de Noiva do
Cordeiro em Belo Vale... Uma cooperativa Gregueu-Fuinha organizada credenciada
maneja comercializa capivaras cutias pacas antas cuícas-lanosas jacarés-curuás...
As
cidades modelos que passamos estão. Uma igreja de torres e a praça na frente.
Há
tanta localidade antes durante depois da cidade! Por exemplo, andar navegar e voar
terramarear. A partir da praça Guajá e labirintos dédalos de avenidas e ruas e
becos e sendas... Andar também na bondade dos prédios dos viadutos das autarquias
e seus mercados livres alguns dias da semana diretamente do produtor rural. Perambular
sempre e bom, muito bom! Prédio tal e qual na planta baixa a loja de ferragens
tal e cabeleireiro unissex tal e restaurante tal e qual. Cidade que foi a
segunda em acolher o samba e a primeira a criar o museu do pagode e do
carnaval. Cidade que contribuiu para o esforço brasileiro na II guerra mundial
enviando dois pracinhas na FEB a cobra fumou! e oito na FAB senta a pua!, um
recorde uma ousadia um marco. A localidade ostenta com orgulho o fato de ter o
segundo hotel mais alto do país a igreja mais prenhe de estátuas de santos e
santas do mundo e a terceira via pública avenida Brigadeiro Eduardo Gomes com
mais árvores jacarandás-cabiúnas do Estado e recentemente seu centro histórico
da época colonial e agora revitalizado foi considerado pela Unesco patrimônio
universal da humanidade. Município com a segunda universidade mais antiga do
hemisfério sul e a primeira na América Latina com a faculdade de letras a
ensinar o coreano e o cambojano ou khmer. A cidade é a capital regional da
preservação em ambiente natural do peixe-boi-da-amazônia também conhecido como
manatim ou manati. Depois de muito buscar nos órgãos competentes estaduais
federais a coletividade munícipe conseguiu estabelecer demarcar e proteger uma
rica e enorme floresta de tucumãs nativos junto às nascentes do rio Parimé.
Estamos
no topo da cadeia alimentar. E, pronto, confortáveis no ar condicionado.
Começamos.
Realizamos um desejo um pedido pois estivemos em o arquipélago de Trindade e Martim
Vaz mil e cem km no oceano Atlântico. Tudo colaborado colaborando porque o sítio
para o qual trabalho atualmente me indicou para acompanhar registrar a marinha
de guerra numa mais uma rotineira troca de guarda. Saímos de Niterói acerca do
forte Imbuí no bairro Jurujuba em o bojo de uma nave em bela manhã do dia 12 de
maio uma quinta-feira, oito meses e alguns dias atrás. A viagem leva longos
três dias segundo o pessoal marinheiro e andando sempre numa velocidade de 22
km por hora e que eles costumam chamar e traduzir marinheiramente de nós. Ao
meio-dia do segundo dia tivemos que abortar a travessia porque uma tempestade
tormenta nos ameaçava pela proa e fatalmente nos alcançaria pegaria em pleno
mar. Assim, voltamos para o porto de Vitória que estava mais perto no momento,
refúgio seguro praia do Canto enquanto duraria a tempestade tropical. Um
contratempo e uma frustração para mim, sem dúvidas. Teríamos que esperar uma
semana ou mais quiçá para realizarmos o meu grande sonho desde a adolescência?
Tivemos que aguardar o tempo permitir. 28 anos recém-talhados. E já voltaremos!
O sol
pinta apita as nuvens o sol a mata a cidade. Democrático útil e flutuante.
Pois
aí o grande astro bem muito bem imaginado inventado exposto colocado na
vanguarda dos deuses e modelo de comportamento nas vitrines os terraços e as
praias. Nem sabemos a idade mas deve rondar pelos 500 milhões de janeiros. Magnífico.
Caminha na linha do equador estratégico equilibrista dirigível cruzando países
cidades Bataguassu, Monte do Carmo, Tangará da Serra, São João da Baliza, praia
Preta, território dos guanaré... e ao meio-dia junta os ponteiros em doze horas
em ponto ausente de sombra. Volta e meia para de funcionar até deixar passar
uma ou outra nuvem passageira ou mesmo carregada. Na tarde pega um vermelhão na
pele, ainda sem asas e aéreo, formidável, fabricante de horas como uma
verdadeira máquina antiga e a vapor. Quantas aventuras! Depois deixa para trás
uma parte do todo e vai a outra banda do pico dos Pontões. Sobe a montanha e
desce a montanha pela outra parte. Acompanha a corrente do rio Teles Pires e retarda
na usina São Manoel para cruzar e descruzar a ponte Hélio Serejo e a vinte km
dos limites da reserva dos autóctones sapará. Memorável. Ninguém esquece o pôr
do sol no estuário do Guaíba e lugares fotografados filmados como Juvenília e
Centro Novo do Maranhão e Inhangapi e Pacaraima e praça Mané Garrincha... A que
lugar para onde, em quê. Já te digo!
Coisas
cousas e causas. Sem quê, nem para quê.
E
estamos de volta! Uma madrugada, às 4h e 40min, as estrelas pingando
sortilégios e ouros em pó, as tuindás tocando kaiguetazus no topo das árvores
altas, os uauás acendendo e apagando entre touceiras de sarabatucus, picaparas
capitás jaós tuins-santos... desperdiçando pipilos e trinados, já fomos
acordados para reiniciarmos a excursão viagem ao arquipélago perdido, aturiás,
cricriós-seringueiros, joões-cipós, beija-flores-azuis-de-rabo-branco...
destrançando piruetas pulos rodopios. Sopitados. Todos nós contentes e tomando
do desjejum café suco de caju tapioca quentinha feita na hora já no salão principal
do hotel quatro estrelas Tenharim. As pessoas faziam brincadeiras e olhavam o
céu imenso amanhecendo para lá emboralá! das janelas corridas. A televisão
sempre ligada em todas as partes do mundo vigiando ao vivo o nosso tesouro planetário
e parque da Mata Seca, São João do Caru, Ibirubá, Rurópolis, Vilhena, cachoeira
da Cortina, parque cascata do Urubuí... Aconteciam as notícias, porém e
praticamente. E o mundo estava solto e povoado em certas partes e reserva
kagwahiva, Porto Esperidião, Tasso Fragoso, Jeceaba, Paranã... E naquela hora
esperada específica natural, havia as gentes que admiravam o mundo e até mais
que outros. Depois embarcamos, porto de Vitória e baía de Vitória, o pessoal
reconhecido personagens de anteontem, navegamos no rumo certo deixando o
litoral parceis e para dentro do mar alto céu sol procelarídeos oceano Amazônia
Azul. E o navio singrando sempre a superfície plana cor esverdeada do
Atlântico. Voltaremos já!
Segue
o voo do pensamento asado. Eis senão quando.
Examinemos
em detalhes. Chegou a borboleta verde senhorita com sua família todos os
parentes conterrâneos solicitantes pretendentes. E vizinhos próximos e os
distantes também, de todos os extremos dos rincões e pagos: em duplas, em
quadrilhas, em grupos, em bandos e na moral. A maioria veio de carro ônibus
metrô e dos municípios limítrofes tais e quais Itirapina, Nova Colinas, Jauru,
Sítio Novo, Anaurilândia... Uma manhã buscar sal no barro preto da lagoa e as
borboletas falaram bate-papo disseram entre si:
-
Onde estamos para que viemos e avoamos?
E as
borboletas de asas desproporcionais se abraçaram e riram gostosamente
festejaram dentro da área protegida bioma parque Cachoeira da Fumaça. E as
borboletas verdes dengosas chamaram outras borboletas vermelhas azuis bicolores
tricolores besouros joaninhas libélulas abelhas. No começo era sempre dezembro
janeiro fevereiro e março. Olha por agora mesmo! Mais uma hora e daí foram para
as árvores e rochas e rios da região. Fazer ninho na parte reversa da folha de feijão-cru,
maria-preta-da-mata, ojé, sangue-de-cristo, goiabeira-serrana, aroeira-do-rio-grande...
O que foi isso? Negócios de flebótomos asas-duras bererês mariguis
tatuquiras...
Eu
devo ficar aqui. Eu preciso ir em boa hora agora.
Desse
modo assim que recomeçamos nossa empreitada marítima. E o mar jogando cartas
dominó damas trilha xadrez... com proibição de tretas e apostas. Parecia um
acontecimento do outro planeta x ou y. Confinados na cabine, isolados no
convés. E eu estava me vendo e vendo os meus seguidores, pois sem acreditar
realmente. Toda aquela armada para me navegar até a ilha mais afastada do país
mesma latitude sul com relação a Vitória. E o mar tão diferente e mundo
distante submerso. Em pleno oceano águas grossas ondas de até cinco metros às
vezes espelhava rebrilhava, etc., com correntes firmes fortes poderosas. Sempre
se assistia uma mãe baleia-corcunda ou baleia-cantora com seu filhote ao lado
toneladas de bichos e saindo para amamentar passear tomar ar. Simulação de
incêndio a bordo. Exercícios de tiro e invasão abordagem tomada do barco dos piratas.
O carimbó
e congada, o ritmo e dança, a mistura e resultado. O tambor, ratlaplã!... em a tua
rua.
Três
dias de travessia é longe pacas! Dias de equilíbrio no mar maremoto mareado e
céu diário noturno em pleno mar via mar nos pareceu longe longo e fio de
horizonte. Os dias compridos e as noites altas. Contudo havia mar céu e vento no
algodoal aéreo côncavo. Para cá e para lá apegado à amurada da embarcação de
aço. Junto com o vaso a nave brincavam de futebol falavam muito alto. Muitas
coisas longe se ouvia além da bola cair no mar, Castanhal, Colorado do Oeste,
distrito de Luzimangues em Porto Nacional, Rorainópolis, cânion Monte Negro...
E com certeza vou me esquecer nos esqueceremos de tudo o passado o futuro. A
partir de explorar a ilha e suas pedras pedregulhos paredões e dutos naturais.
Mas nem é difícil, pois é novo curioso e suculento. Alcançamos desembarcar!
Vamos
decidir alguma coisa. O azul sem limites.
O
navio tripulação enquanto a nave ficava ao lardo e rodeando a ilha porque nem
havia porto nem tinha onde ancorar, nós fomos desembarcados no barquinho na
lancha inflável. E com surpresa. E com arrebentação sobre as pedras. Mais uma
chegada em terras desconhecidas e distantes. Deixa me ver no caminho da
memória! Ilha tão escondida no oceano que virou mágica disputa diplomática
estratégia militar da marinha. Uma ponta de uma extensa cadeia subaquática que
liga ao continente ao país. Hino nacional tremulando no alto “ao som do mar e à
luz do céu profundo...” A sensação aqui e em outro lugar. Acidente geográfico
ou forma de relevo “contemplando o teu vulto sagrado...” O sol nasce e se põe
sobre o mar. Que nem tem rio e quase chove e venta muito.
É
isso de novidade absoluta e completa total. Além aquém de quê?
De
repente na hora chego na beira precipício do paredão e olho lá pra baixo lá pra
longe com horizonte linear invisível. O caminho entre as pedras e árvores
baixas samambaias gigantes endêmicas pacíficas ao sol ao vento ao mar ao nada.
A lua, almoçada de frutos do mar, após a janta, se despega platinada do
Atlântico e rola anda navega sobre avança rumo do alto altar estelar. Era uma
vez na sorte da cadeia alimentar. Por entre as pedras e escalando ziguezagueando
escalaminhando. Como é que vim veranear aqui? O teto com placa solar, os
alojamentos, o abrigo antiondas gigantes. Acho que sei, nem sei, que estou
procurando. Parece que estou ornitólogo marinho botânico de espécies endêmicas
raras esquisitas. Embora estão tentando reintroduzir as árvores que as cabras
comeram alhures. Tenho tudo isto para ver. Por quê? Durante três dias, uma vez
quase na praia das Cabritas as tardes iam amenas. O drone brigou com as aves
territoriais marinhas. E voltou o pôr do sol aurora, que o mesmo do leste e do
oeste. Havia tempos que as aves marinhas e os caranguejos tomaram conta das
pedras. Pelos desertos inóspitos das subidas trilhas de pedras vulcânicas,
pequenos monumentos de pedras empilhadas adornos ou superstições, o país das
pedras. Eu passei aqui e minha contribuição ocular. Aqui é o mar que onda e baixa
vai e vem rápido e lento maré e ressaca. Esquece!
Muito
espaço e para onde olhar. Adquiriu hoje comprou alguns livros agora mesmo.
Vamos
mandar ao espaço um balão meteorológico. Vamos medir as ondas marítimas climas
temperaturas globais. Vamos coletar respostas das árvores colubrinas restinhos
de mato pendurado quanto ao ar na atmosfera planetária. Que divertido! Trezentas
quatrocentas medidas acima do nível do mar de montanha em direção ao céu. Quantas
tais coisas como espécies de tartarugas-verdes e cações-lixas e meros... andam
pelaí mergulhados no mundo fundo? A força da marinha e os pesquisadores da
universidade anatomia cinesiologia fisiologia do exercício, para relaxar. E o
que seria do que viria a ser já ou ainda do que teria sido. Um dia desses ontem
anteontem, e isto me encanta, estava parado ali nas pedras me lembrando das
ruas de Jerônimo Monteiro e Paial e Nova Esperança bairro de Manaus, a praia
Barra do Saí, a praça do Centro Cívico Joaquim Nabuco em a Boa Vista, a
cachoeira do Barata em a serra do Tepequém, o igarapé Urucurí afluente do
Cotingo... Que pode ser tanto e que poderia ser mais, né?! Esta bióloga de
Planalto Alegre a fulana, aquele oceanógrafo de Atílio Vivácqua o fulano-dos-grudes,
aquelaoutra geóloga de Epitaciolândia fulana-dos-anzóis, aqueleainda espeleólogo
de Mimoso do Sul o fulano-dos-anzóis-carapuça... As principais distrações do
estado temporário aqui são a pesca artesanal e a escalaminhada até o morro do
Desejado e morro da Fazendinha. Nem temos mais pressa para nada. Famílias de
aves oceânicas chegam todos os dias plumagens e nem vão se é que vão mais
embora. O sol recamando verdes azuis ondas menores em dourado...
D estava
aí, sim ou não, mas como. A ilha é boa coisa no meio dos mares azuis e tem de
ser assim. Regula em idade com os continentes da África e do B. E tanta tão
vistas ricas coisas. Respeitada estudada considerada como coisa íntima rica em
fauna original em flora marinha. Ordem dada e missão cumprida!
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