Sobe a temperatura.
Os horizontes se dilatam.
Novos na paisagem os tons.
Há
um céu sem dono.
Se De Ele houver por sorte desenvolver
estas habilidades e mais de remorar demorar atrasar retardar até ver clarejar a
serra da Jacobina. A meu ver, truões bobos trapalhões bufões palhaços momos
truanazes são contumacíssimos. E sol e lua apetecidos êmulos rivais
competidores, se engrimpam sobem arremetem se arrojam se atrevem aos lugares
mais altos árvores antenas chaminés torres construções.
A cigarra Senão, e especial idêntica
da espécie, olfatou viu visualizou o namorado a quatro palmos de si. O par os
dois já se admiraram interessadíssimos e intensamente. Se olharam de soslaio. A
parelha os dois se secando se apresentando e ele chiando como tem de ser, ‘esgriiiii!...
esgriiiii!...’ Sinfonia matinal. O coração de ambos já cheio identificado sustentado
abastecido de paixão e pulsando pulando como cavalo brabo galope como tem de
ser e em o futuro. Discípulos bons justos honestos.
Estavam pendurados no tronco
vantajoso enorme majestoso do pinheiro-do-paraná. Este excelentemente enraizado
e em pé no meio do potreiro perto da nossa casa. Depressão entre morros selada
breve entre declives/aclives. Inesquecível e poderoso todo-poderoso como um
totem gigantérrimo e ancestral. Seus galhos estavam muito abrangentes altos do
chão inalcançáveis e seu tronco largo de casca grossa e resistente ninguém
podia abraçá-lo escalá-lo. A dupla apaixonada, achibantados chibanteados
chibados, sabia disso e muito mais. Ele estava todo com os pés completamente
totalmente inteiramente lacrados de pegajosa resina natural. Ela queria ir
aonde ele estava (oração adverbial locativa). Os namorados, chibantes
fanfarrões, estridulavam à vontade e com ou sem reticências e ou asteriscos.
- Olá!... Como vai e vem, meu deus?!
- suspirou cumprimentou a cigarra Senão.
- Esgriiiii!... Eu vim te ver e
somente para isso, meu amorrrr!... - conseguiu cantar e dizer Pomo, o namorado
cigarra macho seu nome e identidade e muito tremendo de nervoso afobação
emotivo emo apaixonado.
- Sim! Tem que se lhe diga, meu d! -
(d, linguodental sonora oclusiva oral).
- Esgriiiii!... E lhe digo que se
tem, d minha! E minha d!
De feito. Saíram dali e voaram
literalmente alguns metros a um catanduval uma catanduva, árvore da família das
leguminosas e casca tanífera e madeira de boa qualidade e flores amarelas e
vagens falcadas (como diz na fonte do dh, amansa burro titular tutorial).
Atraídos por uma força estranha gostosa importante que os queria próximos
juntos acoplados envolvidos. Teriam viajado muito pouco quase nada e sem
escalas ou baldeações. Transpuseram de fato o rio das Antas, o rio Jacuí, o rio
Carreiro, o rio Acaraú? Por incrível que pareça, eles nem sabiam o nome e
sobrenome e apelido das cidades (oração subordinada adverbial concessiva,
concede). A região do planeta com algumas localidades já conhecidas e
reconhecidas, Palmares Paulista e Pindorama e Itajobi e Marapoama e Elisiário e
Paraíso e Novais e Água Doce e Palmeiras das Missões e Catanduva (esta
significa e segundo o tupi, ‘ajuntamento de mata dura’). E conheceram pularam
voaram a outras cascas e árvores e troncos e guabiroba-felpuda, pixurim, mucajá
e arrabaldes em as cercanias. A essência de cada bicho ou criatura ou gente,
somente para lembrar, vai além em profundidade de seu tipo físico.
- Ora essa! Por que estamos tão
leves, meu carinho? - perguntou, certo momento do trajeto da empreitada da
sorte da obra, a cigarra Senão (simpática augusta solene magnífica venerável, a
um só tempo).
- Esgriiii!... Tenho de reconhecer
que o tempo voou como nós como a gente e tudo mais. Nem sei mais em que gleba
habitamos, minha achada predileta - definia definitivo o Pomo (esteta e
especialista em estética e beleza e arte).
- Ah e ou!... Nem há mister
necessidade de pensar, meu til.
- Viva! E nem há mister carência de
sonhar, minha luz muito azul luminosa.
- Claro está! E se fôssemos passear
pelas faldas de a serra da Mantiqueira, hum?!
- É uma, meu cotovelo de bom coçar!
É uma e muito boa, meu chocolate, oi!
Agora e a um palmo depois ou mais
perto como assim por diante. O mundo da flora e da fauna sempre ali ao vivo ao
redor. Eles dentro do mundo, mundo enorme e mundo pequeno: chama acesa,
crendeiros. E as questões eram descabidas o calor a temperatura o feitiço a
ilusão o canto os dotes físicos atrativos. Se dizendo se acaso lembravam em
dizer as coisas boas audíveis ideais inteligíveis pertinentes agradáveis doces.
Ambos concordavam que essas ideias nem tinham senso comum (oração subordinada
substantiva objetiva indireta). Sem embromar calotear, concordando.
- O que fazer de nós dois, meu
preferido? - cigarra Senão, momento fantasia.
- Esgriiiii!... Eu sei lá! Do
contrário nem quero viver nem quero imaginar - ele o Pomo (suas ideias assumiam
pesos estranhos, mas vegetando nem obstante).
- Qual o quê! Você me parece um
herói de música popular, então - Senão, gloriosa discreta regular onírica. - E
parece concretizado, é.
- Você agora mesmo me tocou o
coração, é isto. E do nada me apareceu. Então!
Estridulavam, ‘esgriiii!...’, retiniam
por minutos sem contar sem olhar pelas horas o período do dia. Pegaram e foram
ziziar azucrinar em outra freguesia. Pendurados nas plantas segurelhas ou
alfavacas e tentando namorar como amantes indiscretos passando por empolgados recém-casados.
Ao relento em o capim-santo ou capim-de-cheiro, erva-de-anjinho ou altamisa
sujeira-do-batista e íntimos substanciais profundos escondidos. Apegados em
amor e em si mesmos num cerne ou tronco num galho pendurados penduricalhos de
galho em galho a arruda-de-são-paulo cupuaçueiro o cupuaçuzeiro ubim-do-igapó e
ouvir olhar patear asar cheirar gostar. Casa com espaço mais que suficiente. Vista
turística positiva bela tabuleiro/chapadão e lá embaixo o esbatido distante
vasto vastíssimo da planície pintada pintalgada de claro/escuro.
- Oie! Me divirto com você e acho
que é amor, meu muralha a pique!
- Francamente! Se eu pudesse dizer o
mesmo eu te remedaria, flor verde!
Olharam a mata decorada, cicadídeos da
cepa, que o sol derretia (oração subordinada adjetiva explicativa, esclarecer).
Arrumados muito juntos perto e sócios negociantes vestidos com roupa adequada
para tal, e rente e que é exato e justo e resvés e na conta na medida certa.
Casos e casos fenômeno atestados testemunhas. Nomeais.
- À primeira vista você se parece
comigo - despertou Pomo. - Eu juro, hem!
- Tomara! Quanto mais eu te olho,
mais eu fico em mim. E mais me reconheço e me pesquiso e me enalteço. E te
agradeço! - discorreu a cigarra Senão.
- Esgriiiii!... Nem nada
discordante. Dançamos coladinhos, né?!
- Ô de casa! E tudo tão honesto novo
verdadeiro pacífico maravilhoso.
- Se te digo que prefiro você a
milhões de outras pessoas seres entes e coisas.
- Me vejo direitinho nos seus olhos,
é. Salve! Como no cinema no filme na tela.
- Esgriiii!... Vamos fazer um
passeio de bíci bicicletada por Solonópole...
- Obrigada por tudo. Vamos nos esconder
em vaso de terracota, meu general!
A opinião era a mesma de um para
outra. Toda cheia de graça e interessado. E os olhos as bocas os sorrisos os
gestos as vozes os ciciares as opiniões e o canto os pés as mãos as sombras as
garras o cheiro e à flor da pele, ‘esgriiii!...’ Tudo tudo firma registrada requerida
assinada copiada arquivada ratificada vacinada mandada referendada recomendada
homologada. É um mistério assim acontecer e o porquê nem se sabe. Em uma casca
no tronco de árvore pertinho em casa limítrofe limite com Catanduvas,
Guaraniaçu, Ibema, Quedas do Iguaçu, Três Barras do Paraná, Chapada, Embaúba,
Mogeiro dos mogeirenses. Um sabor um prazer conhecido reconhecível reconhecido
para eles, e maravilhoso saltitante. Havia ali aves lagartixas gafanhotos por
quem eles nem queriam ser cheirados percebidos procurados.
- Esgriiii!... Um dia fomos gêmeos,
será?! - pensou alto o Pomo.
- Oh! Assim como seremos um de dois,
e espero - aproveitou dizer a Senão.
- Escrito no papiro no pergaminho e
transcrito reescrito 2 vezes no palimpsesto.
- Os dias contados, cuidado! Vamos
doutrinar nossa própria história, oquei?!
- Uma vez por todas! Te contei que,
digo e repito, tu tás mais bonita que nunca. Jamais vi pessoa mais a meu favor
a meu feitio que tu, exato!
- Hoje e agora é o dia mais feliz e
completo que poderia sonhar, certamente.
- Esgriiii!... Você gosta aprecia a
resina de pinheiro-araucária? Me conte!
- Ave e salve! Se eu gosto de resina
de pinheiro-do-paraná...
Faziam mais um voo rápido sobre tudo
sobre as terras ali por perto entre a vegetação as coisas; mudavam de lugar mas
o sentido era o mesmo. Aqui outras localidades pagos rincões e Catiguá mais
Joaçaba mais Jaborá mais Irani mais Vargem Bonita, outras árvores à flor da
terra e se protegiam eventualmente voos curtos entre os ramos e folhas e flores
e frutos. Um sapuá pequeno terreno cultivado de muricis-da-mata. A brisa os
acompanhava sem rodeios meneios, nem (nem: advérbio de negação) os atrapalhava
atrapachava atravancava. Indefectivelmente o sonho a fantasia e o futuro. Ela
nem podia fitá-lo sem que risse (oração subordinada adverbial consecutiva,
efeito, resultado). Parecia parece que a paisagem agradecia e louvava. Se
acoplar se juntar se unir. A alma as almas e de ambos juntas juntos lado a lado
enamoradas, já voavam mais longe que os próprios donos.
- Meu, quanto mais sol mais temos de
nós e do mundo inteiro! - dizia Senão.
- Esgriiii!... Olhe repare que as
estrelas se confundem, frequentemente comumentemente, com a lua a rua a tua. E
a festa a dança é na praça do Reiúno.
- Oie!... Logo, eu prefiro o verão -
alertava ela, tranquila serena realizada.
- Eu careço das manhãs e muito cedo
cedinho - versava o emblemático Pomo.
- Leva em conta, bendito! A
temperatura é ótima bótima boníssima.
- Esgriiiii!... Já a sorte o sorteio
os sortudos, excelências excelentes. A conferir.
Nem só de pão de queijo viviam os
emancipados enamorados: abraço amplexo enlace matrimonial. Nem diferenças de ‘treis’
e ‘três’, ou ‘cousa’ com ‘coisa’. Nem queriam ativar nada em si mesmos que
fosse além de dois ou ‘dous’. Já nem cabia ou se previa as dissidências
desavenças conflitos de temperamento. Nem psicologia embaçada e embaraços
imprecisões indefinições. Nem achavam atinavam para aquém um da outra e
amorosamente concordando enlaçados de acordo. A impressão era de que um e outra
seriam a mesma matéria (oração subordinada substantiva predicativa). Tudo se
pode ter, quando se quer quando se precisa quando se gosta. Quando se mantém.
Era um mistério e uma atração
enigmática, mesmo que se procure tirar leite de pedra pensamentos reflexões
comparações conjecturas. E outros sofisticados macetes.
#
Dispõem
de dois pares de asas.
Distinguem
amigos que os visitam.
Apoiam
verão de praia com mar.
Ampliam
conhecimentos com árvores.
Se De Ele houver por sorte desenvolver
estas habilidades e mais atonia adormido preguiça desaprumo indolência
oscilação esmorecimento combalimento apatia langor até conectar com a
pontualidade exação correção exatidão exigida. A seu ver, ilapso influências de
D nas almas, são antinomias contradições de ideias. E o sol a lua apetecidos
jungidos juntados, comparecem no termo circunvizinhança de Pedra Bonita e
Quijingue e Andorinha e Serra Talhada e Muribeca dos muribequenses.
As mais das vezes. Para melhor
fotografar as aves, ornitólogos passarinheiros subiram à copa de uma árvore jequitibá-vermelho.
Se constatou que a Terra é imóvel. Há palavras cuja casca é grossa: langanho,
abanheém, abaldear, alínea, onzeneiro, alimanada, expletivo. A luz já foi mais
veloz do que o som. Consoante opinam vários, a H nem se repete (oração
subordinada adverbial conformativa, acordo). Afirmaram os especialistas das
instituições científicas nem haver índias amazonas gigantes. Diorama, embandar
embair embastir embaucar embalsar embarrar embarrilar embarbar.
Suportando tudo isso acima sobre os
ombros, D criou o mar o céu a terra (nesta ordem) e já em a sétima 7ª jornada
parou no domingo dia Dele mesmo. Parou parado pra verbalizar. Logo vem de
existir, abrindo a agenda, uma emergente segunda-feira.
De manhã é sempre bom, e o cavalo
baio ruano apelido Camafeu (pelo claro pardo baio e idade de 5 anos) andava
andando no passo pelo potreiro da propriedade hotel/fazenda A Botoeira. Tinha
essa liberdade e às vezes pastava a grama ou olhava as aves os antepenúltimos
urutaus-gigantes as penúltimas corujinhas-do-sul as últimas corujas-listradas e
os pássaros cantores intérpretes propriamente ditos, arapaçus-verdes e
arapongas-do-nordeste e dituís e arapongas-da-amazônia e pica-paus-reis e maús
e japus, imaginando a liberdade aérea e como seria se lhe tocasse asas e voar. A
bem da verdade, se arrepiava tremida de poço fossa fosso fossados. As aves nem
tinham cerca cercado arame ou território misturados que as trancassem (metamorfose
glicose nevrose neurose virose). E pensou com seus botões da sobrecasaca
encouraçada paquidérmica:
“Ora, ora! Eu tinha que ter nascido
pássaro ou ave! Isso mesmo. Sinto muito nem saber asar voar sair desse círculo vicioso
de quadrúpede barrado no cercado da fazenda da propriedade. Eu, hein?!,
ih-éeee!...”
- Quê! E se eu fosse um demiurgo
divindade apenas abaixo de D, hein?!, é uma.
E Camafeu aprendeu a pensar em
português, e quiçá falar e escrever, sem ir à escola sem que ninguém o
ensinasse e sem noção sem sair do lugar. A julgar pela aparência, Camafeu um
cavalo, estava um animal desassossegado (oração subordinada adverbial
condicional reduzida de infinitivo). Camafeu era jovem e reparava provocava
reparo em tudo com todos. Dois 2 pares de patas em favor de 1. Nem fez nada,
olha aí, hein!... o mês todo de junho inteiro, a nem ser senão pastar passear
no pasto pastiçal. O eletroencefalograma o exame das variações elétricas do
cérebro e diagramas gráficos esquemas, tudo bem em ordem. Publicamente nem mais
existia ‘auto de fé’.
A propósito veio esta uma chegada do
sol, umas 5h e pico. Depois dos primeiros raios e cumprimentos das avezinhas
casais bandos passeando indo ao trabalho voltando de onde e sempre vocalizando
as volatas de riso risadas, ibijaús saíras-de-chapéu-preto barbudos-pardos urus
rapazinhos-carijós joões-bobos pintassilgos-do-nordeste arapaçus-elegantes
tietingas entufados bem-te-vis-do-bico-largo anhumas galinhas-do-mato. Sol rei
imperador califa tocando o barco a remo acordando surgindo emergindo subindo de
dentro do mar no horizonte surdindo botando as garras de fora espiando o
respeitável público terráqueo. Eta!, estrela biguane colossal grande avantajada
atômica vulcânica.
“Olha isso aqui no espaço! Pra que
tudo isso, gente!”
- Oie! E se eu fosse o coeficiente
parte numérica de um monômio apenas abaixo de D, né?!, é uma.
Depois o Camafeu pensou e falou
outras coisas. Olhou assustado para a ponte de madeira de paus de toras finas vigas
baldrames ou mata-burros. Uma péssima quizila antipatia inimizade para com
aquele obstáculo. Infenso hostil desse tipo de cadafalso arapuca obstáculo
trapaça estratagema. E a estradinha tinha este porém no entanto entretanto
conquanto. Nitidamente para impedir o progresso a pé a pata dos equinos
dissidentes divergentes aventureiros. E por ali mesmo e sumindo no mundo e ou
vindo de lá e à forra, iam e chegavam as coisas as pessoas as cargas aquisições
e de carona e embalados os cavalos as potrancas cavalgaduras. Era um portal e
tanto, porta-retratos moldura. Um marco e ponto de referência logo na entrada,
ou saída.
“Que fim para longe onde levou e foi
ela?, riiiii, hei-quiiiii!...”
- Opa! E se eu fosse partidário
seguidor secretário de uma farândola apenas abaixo de D, já viu?!, é uma.
Lembrou da potranca Endecha, e que
vira muitas vezes pelas cocheiras no estábulo no (em o, no: preposição de
contração) potreiro potril. Era chistosa bonita engraçada brincalhona e com
anedotas chiatas ditos jocosos gracejos. O nome dela dava saudade esbelta
elegante fina galante garrida. Que sentimento ou sensação de alumbramento
revelação! Tinha fama de poderosa e triunfou nos concursos foi longe de potra
cidade potra Estado potra B potra planetária ou universal. Tão chique e
diferenciada! Corpo escultórico torneado preparado. Tinha babá 24h aias e aios
procuradores preceptores seguranças armados fisioterapeutas psicólogos
nutricionistas. Brilhou em festivos festivais eventos de Esteio e Piquet
Carneiro e Catuípe e Panambi.
“É bom ter uma vida organizada
avaliada planejada coordenada.”
“Mas... mas deixa estar que assim
foi melhor. Ela era do mundo e foi pra lá e lá ficou. Ficou com alguém com
outros a sua inteira e livre escolha...”
“Ela fora à cidade para consultar um
psicólogo.” (para consultar...: frase construção oração subordinada adverbial
final reduzida de infinitivo).
“Um certo momento uns dias umas
horas acreditei. Levei fé e sonhos e fantasias com suas crinas vermelhas de
pontas brancas, é.”
“O caso o momento meio que impróprio
indébito inconveniente, quando muito.”
- Até! E se eu fosse um pároco padre
reverendo de burel e hábito camândulas rosário de contas surrão de nuvem às
costas esmaniado morando e vivendo às expensas à custo despesas côngruas pensão
do povo dos crentes apenas abaixo de D, vê?!, é uma.
Chegou o Camafeu numa altura da
cerca do cercado e umas plantas rasteiras ou trepadeiras penduradas
amadurecendo e abóboras-do-campo debaixo fritando ao sol de dezembro. Deu fome
e gulodice água na boca. Decidiu agir e foi com tudo pra cima da planta do
cercado e escoiceou pateou esmurrou agrediu chutou. Se o descobrissem com a
boca na botija já e já receberia uma bronca descompostura esbregue
esculhambação e mesmo uma multa com punição. E realmente boxeou esmurrou a
planta. Tudo calculado. E logo um fruto da aboboreira veio abaixo em pedaços
esbagaçado. E ali Camafeu se postou e comeu começou um lanche gostoso
delicioso, discreto repousado sossegado maneiras relativamente comportadas
honestas dignas. Baixava a cabeça abocanhava papava a polpa da fruta lambia
mordia manducava e erguia o corpo olhava o campo em fora mastigando ruminando.
E compostura postura plantado nas 4 patas e afável atento estabelecido
magnífico cauda versátil vibrante esvoaçante chicoteante.
“Coisa sagrada hierática ou
religiosa, hum!, nhame! nhame!...”
- Upa! E se eu fosse o títere
bonifrate marionete fantoche apenas abaixo de D, dá pra entender?!, é uma.
Haja vista. As aves em bando tipo
pombas-galegas prescindiam das discretas intimidades do sossego matrimonial e
etc., em nome e benefício da camaradagem segurança grupal. No celeste altar
poucas nuvens raríssimos aviões bandos de andorinhões-de-coleira que seguiam
todos a paz lunar diante do sol acendido aceso. Teria cabimento parônimos,
sortido e surtido, recrear e recriar.
“Nhom!... munhom! munhom!... hum!...
que de-lí-cia!, ufe-ufe!...”
- Alto lá! E se eu fosse objeto
mágico cultuado fetiche proteiforme manipanso apenas abaixo de D, escutou?!, é
uma.
Acabado o desfrute da comilança,
olhou ao redor e pensou em fugir... Quê?!... Barriga cheia e pensamento vago,
pensou duas vezes em fugir de casa do sítio. Deixaria para a volta, no domingo
de manhã, o passeio a saída o namoro com a Umbrela. Tinha necessidade urgente
de ver novos mundos e fundos e Orobó, São Vicente Férrer, Natuba dos
natubenses, Monte Santo, Gurinhém, museu Barão de Jeremoabo. Voltaria logo
amanhã (advérbio de tempo) semana entrante. Nem estava atado amarrado maneado e
maneias. Ideias disparatadas, pensou mais de 10 vezes e concluiu que tinha
mesmo de fugir e apressadamente. E como se dissesse de si para si, e já dizendo:
“Nem tenho certeza se caso agora ou
depois com esta predileta Umbrela. Acho que caso mais tarde. Primeiro a liberdade
e o mundo lá de fora. Poesia e anagramas.”
“Vou viajar primeiro, é. O mundo é
grande e pequeno. Acima de tudo o meu gosto tem que ser respeitado. Preciso ver
para crer e as localidades em loco das que ouvi falar e se fala, Guararapes e
Martinópolis e Bento de Abreu e Lucélia e Salmourão.”
“Pois sou cavalo e tenho pernas de
cavalo para ir aonde eu precisar chegar. Bairro de Tatuapé e rua Platina e
praça Pádua Dias, chegando mais!”
“Cada dia anoto anotei uma nota para
o que for e der e vier!”
“O rio Jaguaribe e banha Quixelô,
Dep Irapuan Pinheiro, Chiapetta, Jucás.”
- Já e já! E se eu fosse inexorável
inflexível implacável ou inextricável indestrinçável apenas abaixo de D,
então?!, é uma.
Total: espírito curioso. Novas
fronteiras novos ares e cores e Inúbia Paulista e Adamantina e Sagres e Pinhal
da Serra e Mariápolis e Pracinha (origem e núcleo inicial, o povoado de Maripá,
situado na bacia do ribeirão dos Macacos. E seu principal fator de atração para
o desenvolvimento sempre foi a atividade agrícola).
“Me amarro auscultar os caminhos que
todavia ainda nem pateei palmilhei.”
“Rotas birivas tropeiras itinerários
e Mombaça, Boa Vista do Cadeado, Coronel Barros, Santo Expedito do Sul, Tupaci
do Sul (tupi: ‘mãe de D’).”
- Que anelo! E se eu fosse
aventureiro jovial valente fanfarrão estereógrafo apenas abaixo de D,
confere?!, é uma.
Camafeu olhou com seus olhos grandes
de alimária besta de carga e em tudo em volta de si já pensando na partida na
fuga, pois nem diria nada a ninguém (caso se arrependesse ou se frustrasse
poderia recuar sem constrangimento confrangimento). Era agora ou nunca. Nem
havia por que ficar ali a se pisotear. E sem pensar dez vezes, escapulir e
deixar tudo pra trás e o que for assim será feito para ser bem executado. Se os
passarinhos podiam se ausentar sair do ninho morar em outros lugares turistar
percorrer quilômetros e garrinchão-de-bico-grande trepador-sobrancelha
anambé-branco-de-máscara-negra tucano-de-papo-branco araçari-de-bico-riscado
pica-pau-verde-barrado ui-pi chororão, então logo ele também podia e tinha o
direito o dever. Viriam os acintes pirraças achincalhes birras aporrinhações mas
determinado e olhando para a frente bola pra frente. E assim na terra como no
mar no ar, terramarear.
“Agora falta pouco para a decisão,
ih-éeee!...”
- A graça! E se eu fosse iniciante
incipiente inicial principiante jururu e temperamento vesânico vesânia
delirante apenas abaixo de D, hum?!, é uma.
Com as patadas os coices nas
abóboras já estraçalhou a cerca entortou o arame e já favorecia uma boa
passagem para a estrada a br-040. Foi adiante e sem dificuldades sem demoras
sem pressa sem cerimônia delongas. E de repente estava na rua no mundo e
andando na parte do acostamento, ‘po-to-có! po-to-có!...’ Ao lado beira da rota
coalhado cheio coberto de migalhas muitas ofertas de alimento que caíam recaíram
dos tratores dos brutos truques. Nem sendo religioso, fez o pelo sinal pateou trivezes
na tábua, ‘to-to-que!...’ prometeu em pensamento cumprir com 1 missa em honra a
NS Aparecida. E foi, que foi em todo o gás energia. Parlando cochichando boquejando
consigo mesmo solilóquio ocupando a mente falando conversando sozinho
indiferente:
“Ih-éeee!... Dá um frio na barriga
mas acho que é da abóbora gigante que comi. E vou fazendo a digestão no
caminho. Sou um cavalo e sei andar. Nem sou pioneiro nisso. Nem sou o primeiro
nem serei o último a escafeder-me da zona de conforto.”
“Vou a pé e se nem encontrar emprego
retornarei pé ante pé, po-po-co-tó! po-po-co-tó!... Pensar rever lembrar
modificar concretizar meus planos.”
- Es-cu-mi-lha! E se eu fosse
contrafação fingimento disfarce simulação torpeza baixeza apenas abaixo de D,
duvida?!, é uma.
Feito isso, pôde sair (oração subordinada
adverbial temporal reduzida de particípio - fonte: ngb). Se retirou
discretamente e sem ser percebido. Querendo, fácil chegaria; ficando, nada
veria. Seu sonho de sempre nunca foi virar um grande jogador de futebol um
craque. Queria dizer estar sendo perseguido persecutório pela patroa, queria
dizer que está sendo perseguido pelo patrão. Zero enrosco e canzil cangalha. E
sim por certo assim, integridade dignidade autoestima. E se autoflagelou de dívidas:
“Estou disposto a ir sozinho? O céu
é o limite de quê? Para o Pará, o norte?”
- Total! E se eu fosse caxinguelê
poracé átrio escabelo escorralhas polipeiro anticlíneo buriti-palito
canudo-de-pito (solanácea) apenas abaixo de D, fiau?!, é uma.
Com o devido respeito, de um ponto
de vista o cavalo Camafeu sabia o que estava fazendo; porém de outro ponto de
vista podia estar arriscando muito. Capacidade de percepção e acuidade sutileza
finura acuição. A ideia de chegar no fim do mundo sem precisar dormir ao
relento. Sabia tudo que um cavalo doméstico podia fazer, escamotear surrupiar
fazer desaparecer. Vamos ver! Vamos dar esse crédito!
“Vou para lá e vou que vou e
conhecer os lugares que já existem, em boa hora, e ainda bem!, riiiii hei-quiiiii!...”
“Já ouvi falar do rio Guaxindiba e
afluentes anexos adendos salvo-condutos organizados. Curso vazante lerdo
pachorrento porém interessante conciso esperto.”
“Terrenos encostas de morro terra
vermelha pedregulho aterros quantidade de erosões terraplenagem baldios aluvião
enxurrada enchente catástrofes hecatombe.”
- Bla-bla-blá! E se eu fosse ferver
fervilhar estuar arder estuante escaldante afeito à gandaia farras farrista
apenas abaixo de D, sustentável?!, é uma.
O cavalinho Camafeu estava em viagem
viajando pervagando. E visualizou umas comunidades ali dentro da imaginação e
fantasia e longe perto onde estavam passar nas suas ruas ponte sobre rio
Itajaí-Açu e praças e avenidas de Bombinhas e Porto Belo e Itapema e Tijucas e
Governador Celso Ramos e Canelinha e Brusque e Biguaçu e Ilhota e Gaspar e
Navegantes. Praias paradisíacas. Que o clima é temperado é salgado pelo mar
ventos de alto-mar e assim como no começo do ano as temperaturas podem avançar
subir alcançar até 36ºC, já no inverno cair emperrar travar entravar estrondosamente
para degraus inferiores baixos debaixo abaixo dos 11ºC. E ilhas distribuídas na
costa. Ondas suaves crespas mimosas delicada macias fama granjeada.
“Percebo. Arrepio o pelo só
mentalizando os lugares onde passarei onde nem passarei. Conhecer magote
multidão de gente porções números de pratos típicos amontoados de prédios
casario distintos zoológicos parques com grama fácil tenra florida verdinha e
sem nem deixar saudades por onde se anda e se vai e se passa.”
“Possibilidades enormes ingentes desmedidas
e até destemidas. É bom e recomendo. Digo mais e que gosto de um montão!”
“Vou prelibando antegozando antefruindo
desde aqui e agora. A praça do Barbaquá, malva-rosa erva-cidreira-do-mato caúna
cardomomo-do-país passariúva.”
“E igreja campanil campanário e ícones
imagens de santos pendurados nas paredes. Seminário seráfico ordem dos anjos e
freis padres reverendos sacerdotes.”
- Para-sol! E se eu fosse estudar
suplantar conhecer inventar aparelhar e galvanizar eletrizar reanimar entusiasmar
apenas abaixo de D, sus?!, é uma.
Agora que estava de férias, o que
pretendia fazer? (oração subordinada adverbial temporal) Ele encarava seus 4
anos de cavalar existência com 2 problemas: separado de Umbrela; e sem dinheiro
no bolso um tostão. Mas tinha ânsias de retornar à lua. Sua capacidade imediata
era morar no Rio de Janeiro, Tapera (tupi, “aldeia extinta”), Espumoso,
Selbach, Lagoa dos Três Cantos, Não-Me-Toque, Victor Graeff (o local onde se
situa o município era local de passagem de tropeiros conhecido como Arroio
Cochinho e ali paravam para descansar com destino à cidade de Cruz Alta e
arredores. Fonte: ibge). Que em tudo reverberava alegria algazarra bagunça
festividades.
A estrada era ou às vezes podia ser
ou parecer perigosa arriscada. Maiormente por causa da velocidade dos carros
dos caminhões o trânsito pesado. O acostamento era seguro? Até certo ponto ou
até (até: preposição ou conectivo subordinativo essencial) acontecer o
contrário. Seria escorraçado se adentrasse e surripiasse a um pasto gostoso
tenro verde além da cerca cercado. Podia também aproveitar a passagem por ali
por acá acolá (advérbio de lugar) e entrar numa fazenda pedir emprego, por que
nem?! As terras alheias tinham roçados cheios de milho verde pasto alto e verdinho.
Algumas também tinham carroças para puxar charretes arados. Sempre proliferavam
na entrada os guardas e guaritas as câmeras de vigilância os cães farejadores e
cachorros e guaipecas e cercas elétricas e sensores de movimento dia e noite.
Admirava o modo como esses anônimos trabalhavam (oração subordinada adjetiva).
Admirava o empreendedorismo humano.
“Sempre nem digo, mas frequentemente
nesta época do ano chove e chove bem muito à tarde tardezinha em verão as
pancadas de chuva enxurradas, ih-éeee!...”
“Nem mesmo vou voltar pra casa. Acho
brabo voltar pra casa e nem quero pensar nisso. O mundo tem um lugar pra mim e
me aguardando me reservando reservado. Um cavalo adulto precisa ter sua vida
independente, po-to-có! po-to-có!...”
“Posso trabalhar numa obra uma
construção e puxar tijolos argamassa ladrilhos telhas calhas sacos de cimento e
com o tempo me tornarei um adm competente.”
- Rides! E se eu fosse bogó aió jacá
embornal caçuá bolsa alforje arca mala pronto prontinho pra me derrancar
retirar vazar apenas abaixo de D, olá?!, é uma.
Ainda parava na beira da estrada
aproveitando o dia a claridade o pasto à disposição perto dos alambrados os
grãos de soja caídos dos caminhões-basculantes baús bitrens. Aproveitava a fome
com a vontade de comer. Um pouco de ansiedade. Muito capim solto folhas flores
frutas amarelas carnudas suculentas polpudas.
Felizmente (palavra denotativa de
afetividade) analisou um momento observando as flores do caminho e incidentais.
Predominavam amarelas e as borboletas as abelhas outros insetos besouros os colibris
vinham de longe conferir. As partes a estrutura da flor. Desde dês o pedúnculo,
a haste que liga a flor à planta; sépalas, que é um conjunto de raminhos que formam
o cálice; as pétalas, que o conjunto chama de corola. Segundo se diz (deve de
ser departamento do ibge ou da instituição fgv ou da unicamp), que estes
cientistas botânicos assinam embaixo, uma flor pode ser ao mesmo tempo feminina
gineceu e ou masculina androceu. E aí depende. O carpelo, conjunto feminino com
estigma estilete e ovário; o estame, conjunto masculino com (com: preposição na
relação de instrumento) filete e antena. Mais além, cada planta com sua flor e formato
fitolatria e cipó-de-mucuna, quina-de-remígio, erva-de-sapo,
jalapa-de-são-paulo. Um ou dois muitos perfumes bons doces suaves
característicos, suprassumo e essência. Riqueza de brotar surdir emergir surgir
nascer para o mundo e arredores.
Existiam existem coisas que o cavalo
a gente nunca compreenderá (oração subordinada adjetiva restritiva, limitam). Para
uns e umas, que viajam viajar, as estrelas são guias nomeados. E confessar se
confessa uma verdade: o cavalo Camafeu era um homem totalmente seguro (oração
subordinada substantiva apositiva). Averigúem.
“As pessoas também são assim e mais.
Somando o lazer com os parabéns!”
- Ué! E se eu fosse narigudo pencudo
vaca vaqueiro vaquejada boi boiada boiadeiro apenas abaixo de D, céus?!, é uma.
Placas na beira da estrada nas rótulas
nos cruzamentos indicavam outros lugares outras vias outros aglomerados humanos
animais outras paragens e Caçapava e Redenção da Serra e Iguatu e São Luiz do
Paraitinga e Taubaté (em tupi, aldeia alta), sendo que esta está situada se
situa na bacia sedimentar do mesmo nome Taubaté com características de
sedimentos terciários e quaternários, os aluviões, da idade distante a
cenozoica (mais ou menos uns que tantos 65 milhões de anos - fonte unitau).
“Estou um pouco sem tempo. Aqui estou e
aqui vou indo, ih-éeee!...”
- Antolhar e antojar! E se eu fosse
forte inteligente abrupto resignado decidido astuto apenas abaixo de D,
rum-rum?!, é uma.
Podia parar e aproveitar aquela sanga
para um banho refrescante e na sombra acolhedora das árvores e os sapucaieiros
sapucaias-brancas sapucaias-de-castanha sapucaias-mirins sapucairanas
frutas-de-cutia uvaias-do-campo castanhas-do-mato sapucaias-de-flor-grande. Os
carros passavam zunindo, ‘viiiiim!...’ tirando fino assustando buzinando
máquinas potentes, ‘foooo-roooom!...’ Pessoas gritavam aforismos ditados
máximas abanavam diziam apelidos de ocasião. Estava bom mas podia ser melhor.
Os autos iam a toda, ‘zom-zom!...’ como se mil cavalos os cavalgassem os
excitassem (oração subordinada adverbial comparativa hipotética). Passo a passo
caminhando o mundo era grande, ‘po-to-có! po-to-có!...’ Livre do mal e do
réprobo e do detestado e do infame e labéu desonra do espúrio ilegítimo. Livre
do bem menor bem maior amor livre concubinato heterismo ou beberrões
dipsomaníacos.
“Oi!... Acho que vai anoitecer daqui
umas quatro seis cinco horas, então.”
“Puxa! O tráfego está é abalado
agitado nervoso ansioso.”
- Que coisa! E se eu fosse peleja
prélio reveses recontro tocaia cilada transes surpresa provocações provação
entreveros apenas abaixo de D, til?!, é uma.
E se alguém ou algo o capturasse?
Podia acontecer, já aconteceu aí com alguém com outros cavalos éguas burros
jegues. Seria injusto mas podia acontecer. Sempre pode acontecer uma injustiça
mesmo com um justo. Era e é difícil distinguir uma do outro, tão próximos estão
(oração subordinada adverbial causal justaposta ou sem conectivo - fonte: glp¨dpc).
O fundamental e essencial e natural é salvar a própria alma.
“Antes do anoitecer preciso parar
num posto de combustíveis e pedir arrego. Lá tem água boa e tratada deve ter um
pastinho uma cobertura para fugir do sereno.”
“Sim, alguns postos de gasolina têm
ducha piscina olímpica banheira de hidromassagem comida e roupa lavada. Um
telheiro tejupá abrigo toldo barraca.”
“Cada pouco a luz natural se torna
cada vez mais escassa longínqua difusa.”
- Hipogeu subterrâneo! E se eu fosse
grei povo multidão clã rebanho e talar devastar arrasar fazendas apenas abaixo
de D, justificaria?!, é uma.
Tinha noção, embora sempre vivera no
sítio e do bom e do melhor, que um cavalo ganha servindo aos donos
proprietários como pacífico animal doméstico. Tinha noção que poderiam lhe
fazer algum mal (advérbio de modo). Mas o que pensar de pior antes que apareça acontecesse?
Seria se preocupar e recear e temer por antecipação ou mesmo à toa. Pensamentos
puericultura ainda pueris.
Noventa e nove por cento das pessoas
humanos são neutros, um por cento é dividido entre bons e maus; os maus estão
espalhados pelo mundo, a probabilidade de azar é um mero acaso. A maioria
humana pessoas bípedes consideram reputam julgam são juízes e acima do bem e do
mal; a ínfima parte amotinada dança a mazorca tumulto baderna revolta; a bonomia
mínima parcela bonzos bonzas conscienciosa fica acoutada acoitada escondida
recolhida a sua credulidade insignificante.
À proporção que avançava as casas
iam muito rareando (oração substantiva adverbial proporcional). Ia à festa sem
ter roupa apropriada adequada, ia à festa sem que tivesse roupa adequada
apropriada. As caturritas vieram ali chegaram se uniram aí na copa da
canela-braúna, rindo e papagueando se estropiando.
“O céu das aves. E são lindas
amigáveis esbeltas aladas animadas magrinhas.”
- Bico calado! E se eu fosse algara
surtida investida e cominar ameaçar amedrontar apenas abaixo de D, vamos?!, é
uma.
Um rio Araçuaí, sacudindo seus
borborigmos corredeira abaixo. Morro monstruoso incompreensível gigantesco em
estilo abaulado. Algumas aves olhando de cima tons tonais tonemas visão aérea e
saíras-viúvas, beneditos-de-testa-amarela, arapaçus-grandes saracuíras. O rio
Iapó e os destacados bem-te-vizinhos-do-brejo, sorrisos largos satisfeitos
orgulhosos. As impressionantes arapongas e a confusão balbúrdia barafunda
barulho seribolo. Os uirapurus-verdadeiros, que são os craques na modalidade do
ocultismo e já sub-reptícios dissimulados furtivos clandestinos. Como (como:
preposição subordinativa acidental) as cambaxirras cheias de complexos prenhes
de recalques tomadas de ambivalências. À certa distância tolerância, pássaros
relentados, já reunidos juntados adunados e mandriões mândria vadios vadiagem
indolentes indolência. Imperam labutam procuram no âmbito espaço que rodeia
envolta limita periferia circunda a praça Rachid Jaudy em Cuiabá, Salgado de
São Félix, Itatuba, Aroeiras, São José dos Ramos, Umbuzeiro.
“Outrossim! Já nem vai me acontecer
nada de grave ou difícil, nem vou deixar. Afasto de mim este pensamento. E nem
penso mais isso.”
“Uta e ufa! Tantos monstros perdidos
fantasmas no fim do túnel. Ou durante o túnel e já intolerantes invejosos
maliciosos incompreensíveis incompreensivos.”
- Legal! E se eu fosse módulo medida
modelo e negado proibido inconcesso defeso apenas abaixo de D, garante?!, é
uma.
E tudo isso serve pra quê? (Que:
advérbio interrogativo). O x das palavras é um mistério que se quer resolver:
xarope, faxina, enxoval, exame, xeque, xícara, taxímetro. Pouco e quase nada se
escreve se fala se pensa com x, enxaguar xaxim mexerico bexiga anexim. E sobram
são muitas infinitas ricas ricaças as palavras sem x: fuinha médium bacanal
ave-maria tacha panaceia recurso teriaga. Como dizem e piam as aves marinhas: ‘Sombras
nem pescam peixes graúdos!’ Pensa!
Seria ridículo virar um empregado um
escravo de dono de carroça. Ou mesmo uma montaria de recreio. Aliciado
persuadido seduzido. Hoje isso é horrível e fora de uso, mas vai quê. Já pensou
Camafeu amarrado a uma charrete e puxando peso e fazendo as vezes de táxi?
Esfiapado frangalhos roto trôpego. E levar bordoadas para apressar o passo o
trote o galope, ‘eia!, upa!, popopô!...’ Carga pesada carga urgente expressa e
debaixo de chuva de sol de rachar e de segunda a segunda. Morro abaixo e morro
acima. Flagícios delitos opróbrios ultrajes. E pregado atolado ancorado o dia
todo na praça Guanaré e pronto esperando frete, fone: 14 9090 8765 12398.
Riscado cortado crostoso. Trocando terra batida por asfalto e este por
paralelepípedos, como sairiam suas pernas suas patas seu físico de animal?
Injuriado assetado asseteado. Estraçoado estraçalhado estracinhado. Teria que
trocar os sapatos as ferraduras a cada 100 km e da carreta os pneus ou rodas
raio de madeira com recape proteção de metal pelo menos uma vez ao ano e de
preferência como presente no natal fim de ano e ano novo. Pausa!
Surpreendido pela chuva (troar
trovoar tronar trovejar) se pôs a correr carreira e no galope, marcha atlética.
Chegou à cidade de Belém onze horas depois, tendo rodado cavalgado pateado mais
de 40 000 km (oração subordinada adverbial temporal reduzida de gerúndio). E
tenso agoniado apreensivo ansioso. Entrou na primeira abastecedora sem que
cumprimentasse ninguém (oração subordinada adverbial modal, maneira). Soprando
suando tremendo gemendo. Houvesse chegado um minuto antes ou 1 depois, e tudo
teria sido diferente (oração substantiva adverbial condicional). Embrulhado
amassado emaranhado confuso. E como saber antes de se ir?
As cidades sempre ainda estão aí. Os
aglomerados urbanos começam e se desenvolvem à beira de rios junto de praias
por perto de montanhas e Mairipotaba, Leme do Prado, Edealina, Piracanjuba,
Cromínia, Capão Bonito do Sul, Pontalina. Chegam navegando até um ponto e o rio
Marmeleiro faz uma curva um remanso um vale muito (muito: advérbio de
intensidade) agricultável verdejante e está aí.
“Sempre de bom e demais se o coração
quente pensar leve suave e de boa fé!”
“Breve brevíssimo! Que amanhã é
outro dia!, riiiii hei-riiiii!...”
- Iate! E se eu fosse malbaratar
desperdiçar dilapidar apenas abaixo de D, clareação efeito de clarear?!, é uma.
Uma nuvem, estufadamente, passeava,
solitariamente, no céu esperadamente azulíssimo. Placabilidade sincera humilde
benignidade indulgência, implacabilidade. Para que nós o imaginamos, o futuro
se nos oculta (oração substantiva adverbial final, objetivo). Uma ave pede
outra alada e as duas se dividem somam multiplicam, sendo que 3 é demais, e um
bando atravessa um país um continente. A avenida Coronel João Brígido dos
Santos, e se o tempo ajudar - porque tem de colaborar -, vai encher entupir de
foliões no desfile de carnaval deste ano (oração ou período composto
interferente ou intercalado e à margem da frase, ressalva esclarecimento observação).
Se conta que de uma feita (ciclones
tropicais subtropicais extratropicais), capuaba e casebre de pau a pique
rodeado de samambaias-verdadeiras em a magnífica praia de Grumari. O rio Truçu
colaborando banhando Acopiara, Catarina, Nova Ramada, Pejuçara, Bozano. Um
amplo movimento que destronou baniu e exilou a família imperial brasileira.
Sinônimos e antônimos. Diorama, sapatilha sapato sapata sapateira sapatinha
sapataria sapateta.
Isso que me vem e vai. É isso e
assim. O que acontece e que nem me pertence. Nem devo me perder porque nem me
pertence. É bom ter esse controle. Ar puro!
#
Deve ser o
que realmente é.
Tem uma
árvore no meio da água.
Dinâmica tal
e qual em toda parte.
Já imenso nômina
estrelas em azul abismado.
Se De Ele houver por sorte
desenvolver estas habilidades e mais peregrino anacoreta estoico asceta profeta
eremita que contempla em retiro solitário e mesmo orar adorar rosários
verônicas crucifixos figas amuletos bentinhos relíquias registros. A nosso ver,
deferir outorgar atender condescender ao que é solicitado, faz um perfil
estrênuo valente destemido diligente referto pleno de esperança. E o sol a lua
apetecidos excelentes ricos férteis fecundos valorosos opimos, são antagônicos aos
tapiaras trapaceiros ardilosos pelintras demonopatas recidivos reincidentes
reaparecidos derivativos e que desviam os pensamentos solertes sagazes para
outras ideias.
No outro dia logo pelas 11h e poucos
minutos, ou dia seguinte, quiçá dois três dias depois, a formiga macho Se Não
estava andando pra casa saindo depois do trabalho na firma de processamento de
dados, Dados/Sainete-Oliveira & Cia, quando algo ou alguém chamou chamou
sua atenção, ‘plaque!...’ No meio do caminho se deparou com um tumulto
avassalador: uma corrente de formigas indo e vindo tomava a avenida Galhardo
Calunga e ainda no bairro do Duraque-Cordovão. E que movimentos assanhados se
debatendo escabujantes esperneantes esgrouvinhantes, irmão e irmã e meus demais
ouvintes! Mesmo cansado palejado empalidecido, porém curioso gafado enganchado
contaminado contagiado, parou estacou diminuiu o passo Se Não a fim de observar
o caso mais de perto e até bem de cerca pertinho. Parou em a contramão.
“Que azáfama turbulenta e até, diria
falaria mentiria, contraproducente. Oquei?!”
E diante dele formiga m Se Não, todo
um mundo se movimentando de formigas iguais a ele mesmo se exercitando pra cá
pra lá sem eira nem beira. Uns transportando produtos e outros apenas
apressados muito rapidamente (advérbio em grau superlativo absoluto analítico)
indo buscar mais mercadorias lá longe. Era sim uma corrente sem fim de insetos
formigas pessoas apressadas laboriosas lucrativas gananciosas. Nem se podia
passar, tantas eram as formigas e tanto era o trânsito de insetos. E corriam
resvalavam aceleravam atropelavam tropeçavam hostilizavam abalroavam. Sim, se
equivaliam orçavam pela mesma idade dois meses e fortes ágeis e tudo o mais.
“Umas com mercadorias nas costas
outras indo buscar, é isso?!” Pensou Se Não, ser elemento totalmente voltado
dedicado ao trabalho trabalhar fazer ter e construir.
E seria o quê, se nem fosse trabalho
dia de mudança mutirão? Podia ser uma manifestação em prol de o aumento do
salário mínimo, do transporte público gratuito, de escola pública de boa
qualidade, diminuição do limite de idade para aposentadoria, contra a nova
ponte sobre o rio dos Sinos, em favor dos exprobrados reprimidos repreendidos?
Seria um acontecimento da raça? Uma espécie de carnaval fora de época micareta?
Festa paroquial de santo(a) padroeiro? Um clássico local do futebol nacional?
Melhor que (advérbio em grau comparativo de superioridade sintética) isso só dois
disso? Pior que isso só injeção na testa? O que era isso então?
- Meu! Para onde vão ou voltam estas
formigas estas gentes estas assanhadas encafifadas? - declarou alto ao vivo e
aos 4 ventos o personagem em natural.
Enquanto ninguém lhe respondia às
indagações, a formiga Se Não apeou do caminho de casa e resolveu tirar a limpo à
prova e embarcou no tumulto na fila no cordão. Preferiu escolher e decidiu
seguir o fluxo que buscava trabalho ou buscava mercadorias (que é a paixão de
qualquer formiga e está no dna e nato congênito). O sentido era leste e mesmo
assim nem parecia longe ou pesado.
“Ora! Carregam suportam e depois
como se desobrigam onde para onde vão alijar afastar aliviar a carga os pesos e
balanças? Aonde vão com tanta correria, gente?!”
Aparentemente todos estavam sabendo
o que fazer e comprometidos. O fluxo e refluxo de povo e ou trabalhadores(as)
era ininterrupto. Todos abraçados à necessidade de produzir ou fazer a máquina
girar a engrenagem andar. E zero defeito anomalia caiporismo estripulia
traquinagem travessura petulância inconstância volubilidade gaiatice. Nem nada
de fúria sanha ira esgares rancor vontades exacerbadas hediondez.
Depois de uns passos, Se Não tomou
coragem e parou alguém que lhe pareceu mais acessível puxou-o pela perna e perguntou
e inquiriu apostrofou:
- Oi, gente boa! Escute, meu amigo!
Onde e como eu posso ajudar nesse corre-corre nessa busca incessante de
mercadorias e utensílios? Posso ajudar e colaborar? - falou articulando
iniciando incendiando interferindo com as palavras.
- Nada a ver, meu! É só pegar o que
lhe apresentarem e levar pro formigueiro. Simples assim e mais comum que andar
pra frente. Siga o fluxo, cara! Boa sorte!
- De graça até remédio amargo, né?!
Aí a formiga m Se Não continuou
andando e seguindo a corrente que ia buscar carregamento e frete encomenda.
Chegou num lugar, perto de uma grande árvore catiguá, e se misturou aos que
aguardavam a vez de serem atendidos abastecidos. Durou uns minutos e já
conseguiu um enorme pedaço de folha verde. Umas formigas-cortadeiras lhe
alcançaram a peça, botou nas costas e veio embora acompanhando a rota inversa. E
aonde (preposição de combinação, fonte: ngb) o trabalhador ia parar e ancorar?
Demoraria andando com toda aquela mercadoria na paleta? Seria bem aceito na
comunidade no povoado no formigueiro? Claro, o trabalho ia recompensar e com
toda a certeza deste mundo. A tarefa executada era vista e apreciada por
quantos a viam.
“Sou sujeito útil à sociedade. E
prefiro ser cidadão ordeiro e comprometido.”
Uma multidão amontoado porção enorme
magote de formigas-carregadeiras, e ambos os sexos machos e fêmeas, iam e
vinham num verdadeiro concurso confusão aglomerado ação e parecia tudo tanto meio
que histérico mesmo. Mas basicamente era baixar a cabeça e ir em frente, ‘lete!
lete!...’ Atirar o peso aos ombros, ‘upa!...’ e fugir se mandar abalar se
afastar coa correnteza. O importante era comprar a mercadoria, fazer cada um a
sua parte. Cada qual colaborar com seu grão de areia no processo. Bola pra
frente, aliás (palavra denotativa de retificação), o show nem podia parar. Como
cavalo de hipódromo, viseira amparando o olhar e pra frente que atrás vem
gente!
“Oquei! Abnegação benevolência
boa-vontade desprendimento caridade.”
“Vai! Todas as vezes e bom ou ruim.
Confere?!”
Todas as formas e no meio do caminho
sempre tem tinha uma planta gravatá coroá caruá crauá e que diz o que se deve
ouvir, ou seja, sinônimos e antônimos razão e fé bem e mal flexibilidade e
inflexibilidade vulnerabilidades e disvulnerabilidades fluir e refluir trato e
distrato frequentado e desfrequentado partindo e dispartindo.
Uns se distraíam com o próprio peso
carregado nas costas nas costelas na esquina do lombo rengueando. Outros
tentavam conversar com o colega e ambos lado a lado iam curvados encurvados e
firmes. Mais alguns cantavam cantarolavam inventavam modas modinhas desafios de
cantoria sustenidos e solfas. O vozerio a vozeria era constante e alto
espalhafatoso, ‘si-se-soooom!...’ Logo ainda os que meditavam peripatéticos
andando com esse peso todo na cabeça. Os que inventavam toadas (para distrair e
ou animar o trabalho árduo) peças líricas trovas cantigas de ninar composições
musicais tipo sertanejas mpbu samba-canção samba-enredo. As pernas firmes e
rápidas a tenaz segurando a mercadoria e as duas antenas sintonizadas no rumo
certo definido. Características sérias comuns parecidas comportamento acomodado
domado condicionado, particular continência autodomínio. Seres pequenos e nada
espevitados pernósticos pretensiosos e zero possibilidades de manifestações
expansivas efusões caçurrias zombarias ironias idiossincrasias.
Conscientes/inscientes várias cambiantes inermes indefesos inofensivos indenes
sãos e salvos imunes impunes.
Numa altura do trajeto, ele Se Não
macho, passou pela ponte do rio Taim. A notícia ou aviso de supetão ia meio que
lhe assim ou assado metê-lo fora do ar. Mal conhecia ou ouvira falar do local.
Era um bairro o Açafate, afastado do seu e nunca esteve aí e por aquelas
bandas. Externou isso Se Não ao amigo e operário e colega:
- Olá!... Ponte que já agora conheço
e venho pra conhecer e agora nesta hora tão propícia. E recíproco, nem eu te
conheço e nem vossemecê a mim. Puro acaso.
- Contudo. A ponte da Galena. Este
equipamento com balaustrada parapeito corrimão já inauguraram faz um mês atrás,
se me ajuda a memória. Antes havia uma insegurança e o pessoal passava por uma
pinguela. Que só podia ser um sufoco um fiasco um engodo, tanta gente, muito
peso, muito tráfego - relatava o colega de frete.
- Oie! Nem conhecia, mimimi!... É a
primeira carga que trago, que fui buscar. Pra onde estamos indo, meu amigo de
labuta? Eu o conheço reconheço?
- Ora, ora! Primeiro dia no
serviço?! Que legal! Meu nome é Jequiá e o seu?
- Uh! Me chamo Se Não! Estou mesmo
procurando emprego de mais alta gama!
Depois de uns km, e no ‘tique-tique!...’
das perninhas finíssimas, chegaram a uma espécie de depósito ou armazém ou
mercadão de entrega de mercadorias encomendas lugar cheio de balaios cestos
sacolões picuás cunhetes caixotes páletes estrados contêineres
trator/empilhadeira a gás (2.5 toneladas). A fila engrossou e todo mundo queria
se livrar da carga entregar o seu para daí voltar e buscar mais. Puro
descartar. A coisa parecia engarrafar num gargalo e ou que na entrada já
formava um delta. Como, por exemplo (por exemplo: locução denotativa de
explanação), igual uma foz de rio caudaloso porém de gente ou insetos ou
formigas-cuiabanas trabalhadoras.
- Chegando ali pouco dentro do
portão, a gente larga a peça e volta imediatamente para o fluxo de ida. É
assim, rapidamente e sem burocracia demagogia - explicava o colega Jequiá. -
Sem andar à bulha entrar em rixas se envolver em confusão.
- É pois! Ninguém verifica a
mercadoria nota carimbo data de validade qualidade, etc? Nem tem fiscal
anotador apontador e registro catalogação anotação? Nem satisfações prelúdio
preliminar preparativo antecedente prefácio preâmbulo?
- Outrossim! Cada um é responsável
pelo que faz, meu amigo. O importante é o trabalho, nem o trabalhador. Uma
câmara de vigilância dispara um feixe de luz ou laser e tudo é conferido
verificado pelo computador. A máquina sabe que você chegou e registra tudo que
achar necessário. O formigueiro manda e quem tem juízo obedece. Nem quer
obedecer ordens? Então vaza, vá viver por conta e risco! É pegar ou largar!
- Mimimi!... E os novatos como eu?
Puro entrosamento.
- Certo e claro. Um formigueiro é um
entra e sai constante constante. Nem tão preocupados com quem vai ou fica, só
com a mercadoria. Ou seja, interessa pro sistema o que vem o que entra o que
temos a mais somando. Entende?!
- E qual a vantagem em pertencer a
esse povoado e fazer tudo pela comunidade?
- Oh e ou!... A vantagem, se vantagem
temos, é que nascemos formigas para trabalhar. Só existimos como somos:
formigas em o trampo. Tá ligado?! E ponto!
- Uta! Somos menos que escravos ou
mesmo máquina robôs, então?
- Sim! Deixe estar! Já falei e você
compreendeu. Somos formigas-carregadeiras e condutícias mercenárias alugadas
contratadas. Compradas pra sulcar cortar lavrar escavar enrugar rasgar
encarquilhar desbaratar picar. Sempre na cara lavrada a tranquilidade altitude
resignação. E ponto, pronto!
- Ih!... Na próxima encarnação eu
quero pertencer aos alados, tá ligado?!
- Opa! Já me custou muito fazer e
concluir o 2º grau, tá entendendo?!
Tem conserva uma planta uafé urtigão
arbusto aculeado provido de acúleos ou ferrões ou aguilhões e que diz o que vem
a seguir, ou seja, solver e dissolver encontro desencontro direto indireto
compromisso descompromisso encontrado desencontrado.
Seguindo empós. Longas horas e
puxados carregamentos pesados pacotes peças para (preposição com relação de finalidade)
trazer ao ninho ao armazém silo do formigueiro. E chegou a noite e tudo parou
estacionou ali mesmo na megacidade aglomerada ninho de formigas. A lua no alto
e bojuda forte possante tranquila prateada, puro desdenhar. De relance o
desleixo desaire deselegância desgraciosidade preguiça. Ao mesmo tempo algo
solaz confortador consolador de dever cumprido.
Os insetos laboriosos só esperando o dia
seguinte. Formiga dormindo, ‘ziiii-bi-zeeee!...’ é formiga inútil, ou seja e
ainda, formiga fora de ação nem existe e nem vale uma resposta. Maioria aquela
cara achatada de abandonados(as) e desolados e perdidos.
“Oh! Pedir apelar suplicar agradecer
louvar renegar praguejar evocar mendigar.”
Se Não nem conseguiu dormir muito
tempo... Queria conhecer o local e aquele tamanho aglomerado de gente de
formigas (f, labiodental surda fricativa constritiva oral). Saber pelo menos
onde estava o que era aquilo tudo, etc. E foi andar aí, espiando registrando o
que via. Por dentro do formigueiro. No olho do furacão, por dentro de tudo. Com
antenas ligadas atentas na meia-escuridão semiescuridão penumbra sombras.
“Vai, meu! O que foi isso? Devo ter
e tenho muito cuidado com assaltantes ladrões matadores desordeiros traficantes
chantagistas. Estou caminhando sobre ovos.”
“Quê?! Verificando melhor e
prático... Tanta gente e nenhuma briga... Tudo confere, atitude palavra por
palavra gestos. Nada se vê chambões mal-educados rudes grosseiros achamboados.
Olhe! Tudo anda na cartilha na regra de partido único.”
Sempre funciona assim como se acha
ou se espera. O formigueiro, as formigas a sorte que as rege, segue um padrão
ou modo de existência pré-estabelecido sei lá onde e com quem. É outro o
esquema o sistema sistemática. É uma sociedade perene ancestral e até complexa,
numa primeira impressão. Provavelmente dure para sempre e até sobreviva a uma
hecatombe nuclear, porém nem vai pra frente nem evolui nem se desenvolve nem
sai do chão ou de onde está. E nem falam sobre (sobre: preposição com relação
de assunto) política local nacional externa. Nem sequer possuem carteira de
trabalho npj crédito em banco passaporte. Vejamos!
Havia a visão os cheiros por onde seguiam
pelo sim pelo nem mais ou menos os insetos e no automático. Nem havia memória
raciocínio pensamento ideia o que seria absurdo desnecessário no dia a dia.
Praticamente quase nada nada de emoção destempero agruras gilvazes ferimentos
cicatrizes expansão exteriorização de sentimentos. Nada consta em tribunais no
jurídico casos como de espostejar talhar fatiar e turbulências rancores
tropelias desmandos saques desacatos depredações ao patrimônio público ou
privado. E zero anulado de júbilo e festa alegria pelos bens adquiridos e
zabumba trombone zambê pífaro bombo flauta rufo rufar de tambores.
“Oh! Tudo isso existe: ameaçar
anunciar acusar lamentar prometer profetizar.”
“Digo-o! É o pequeno pobre povo
paupérrimo de sol a sol que bate compacta a terra e fica todo o tempo pisoando
apisoando, calçados cambaios velhos acalcanhados, as veredas trilhas carreiros roteiros
e etc.” (pobre - p, b: correlativos correlação de fonemas entre si em 1 relação
de oposição bilateral proporcional privativa. Correlatos: significados
relacionados, pequeno e pequenino mirim mínimo.)
E indo verificar espionar espiar
conferir pra cá pra lá o ninhal o ninhão. Desde já uma megacidade, e o trovão
deu logo um, “alô!...” o clamor, as chispas, as faíscas, a magnitude do tumulto
tumultuado. Um barulho vibrante intermitente infinito aclamado rumor aclamação
terremoto crescente mexendo com toda a terra. Trovão rouco grave desafinado.
Assim como tudo podia desandar e ir à breca.
Nessa lida de espia investigativa, a
formiga macho Se Não chegou perto se aproximou espontaneamente de uma fêmea
feminina cinturinha delgada. E por certo mais elegante fina mais sorriso mais
solteira igual a ele. E 100% também procurando um parceiro comprometido. Assim
na terra das formigas como no céu dos mesmos himenópteros. E uma operária moça
bonita empoderada simpática alerta teteia biju. Resolveram logo ou naquele
exato instante, todavia baldo de recursos desprovidos.
- Olá e aqui! Tudo legal e tudo
joia! Você trabalha neste setor, é? Como chama a sua pessoa? - ele um exemplar
já um tanto solteirão serôdio extemporâneo tardio e se apressando se agilizando
em se apresentar. - Se Não, ao seu
dispor a sua disposição.
- Oi, primeiramente! E me chamo Aleia.
Como vai e vem? - ela já na emo estuando fervendo e enclavinhando as mãos
travando dos dedos cruzando nervosamente os artelhos, pododáctilo pedartículo.
- Confere. Trabalha aqui nesta área
faz que serviço, exatamente? Logo eu, inquirindo e perguntando e indagando. É
curiosidade total. Me encanta.
- Sim e nem. Trabalho fora como todo
mundo, buscando postas de folhas, etc. E quando precisam ou quando chove lá na
rua, fico por aqui, dou uma mão aqui na horta no cultivo no preparo de mudas
ajustando uma coisa e outra regando com minha saliva. Mas gosto de caminhar e
correr aí ao ar livre. E subir em árvores é meu prazer quase favorito. Comer
açúcar mascavo é meu gosto quase favorito.
- Aspiro. Eu comecei neste
formigueiro faz só umas horas. Pouco ou nada conheço da comunidade. Você até
podia me apresentar, se nem for incômodo. Será?
- Ué!... Incômodo nenhum e vamos já
sem demora. É um megalabirinto.
- Então e é isso. Gosto aprecio
deveras as gincanas, competições com provas de competência e rapidez. Outra
coisa básica, você prefere árvores copadas ou arbustos?
- Perfumes. Sim. Adoro subir num
jirau plataforma tipo vegetal cana-do-rio iraí vuba iuá pariná candiubá, em
grande número e qualidade no parque Caiuá (‘mato ralo’).
Nem havia sindicato nem médicos nem
posto de saúde nem remédios ou medicina pronto-socorro pronto-atendimento
prontuários. Se algumas formigas ficavam pelo caminho, os motivos podiam ser
velhice atropelamento morte matada ou morte morrida e vigias couteiros
monteiros sapas sapadores, já chegava o pessoal do corpo de resgate da vassoura
varredura e transladava o cadáver o presunto para as profundezas os
subterrâneos do formigueiro onde seria triturado limpo joeirado abandejado
peneirado e aproveitado bom proveito viraria adubo fertilizante. Sem oratório
altar ara missa de corpo presente choro vela de libra reza ou outra cerimônia qualquer
formalidade/informalidade. Quem agradecia este megafavor seria o horto, os
canteiros os plantios de fungos cogumelos já cultivados para o repasto a
nutrição as refeições da rainha dos machos das guerreiras das trabalhadoras ou
operárias, enfim e afinal e então (palavra denotativa de situação), toda a superestrutura
da megaempresa todo o império ou reino ou nação e mais de modo geral restrito/irrestrito.
O que vale dizer, concluímos inferimos deduzimos das referências.
- Alô!... Todas e quaisquer
informações são apresentadas aos interessados e sobre urgências transporte
logística local datas mercadorias equipamentos.
- Uh! Sinto muito. Fico fiquei
ficarei intrigado. E sei que você também.
- Atenção e devagar. Tudo tudo é
feito a pé e descalços.
- Oquei! E cheirando a trilha o
caminho como cão farejador, é.
- Sorte! Eu mesma queria trabalhar
numa destas hortas, tá vendo?! - dizia a operária Aleia. - Aqui ali se trabalha
e se mora e se convive com a comida todo dia diariamente e bem de perto ao
alcance da tenaz da pinça. Tão bom, tão bom!
- Hum!... Acho que me acostumaria
mal. Sou muito guloso, embora nem tenho propensão tendência a engordar aumentar
de peso sobrepesar e adiposidades, ahahah!...
- Hoje é o dia. Este alimento nem
engorda e nem faz mal para nada. É bem nutritivo e orgânico, livre de
agrotóxico ou outro produto artificial ou químico. É tudo de primeira e recomendado,
kjá-kjá-kjá!... Tão bom, tão bom!
- Aceito e aceitado. Por isso a
média de vida é alto, uns 2 anos para trabalhadores operárias. Legal mesmo,
adorei! Tolero e tolerante.
- Quê! Carregamos tudo e mais um
pouco. De trator pé de pato até fio dental.
- Sempre nas costas na paleta nos
ombros. De gênio e lâmpada até bola e balão.
Somente se falava o básico ou o
trivial o comum, orientações explicações bem básicas e necessárias. Nem se
discutia política nem futebol nem mesmo havia televisão. Nem mesmo disputas por
daqui aquela palha. E sem brigas arruaças desordens zangas pirraças xavecos
patifarias. Parecia já tudo certo e resolvido na população. A distração era
trabalho trabalhar servir ao formigueiro à sociedade. Nem saíam atrás de
palpites alvitres sugestões conselhos e os mais duradouros propósitos. Quero
crer que nem iam atrás de desânimo e nem se comportavam como desanimados
macambúzios amazorrados taciturnos calados muito calados. Nem tinha competição,
havia comprometimento. Questões psicológicas depressão em nada de nada por nada.
Buscavam demandavam em procura no rumo das plantas dos verdes vegetais.
Incansáveis e observando espiando indagando contando os dividendos.
- Forte. O ninhão o formigueiro é
muito muito grande? - dúvida de Se Não.
- Uta, meu! Olha, até onde eu fui...
Nem eu mesma conheço tudo... Pois até onde pude acompanhar, o formigueiro vai
fundo no subsolo e em labirinto. Se calcula, e eu acredito piamente em tal, que
atinge a calha do rio Cariacá. Na superfície este sobe o que se vê, talvez uns oitenta
noventa andares e 200 metros. Uma confusão uma bulha organizada azáfama -
decretava Aleia, louçã luzidia elegante luzida vistosa.
- É! Podem ter um bilhão de seres
vivos, hein?! Talvez mais que estrelas no céu.
- Ver e crer, chapa! E quanto mais
melhor e mais longeva a raça as espécies e tudo - explanou ela a Aleia,
chibante chique pimpona enfezada.
- Quem sabe! Mais que peixes no mar
e rios, contando todas as espécies.
- Ora! São os ditames dos tais
tantos moldes rígidos. Rivalizando com a areia da praia Mole - respondia Aleia,
esbelta alegre vivaz faceira lúdica compensada genial.
- Pois sim! Mais toneladas que as
construções juntas de Córrego Fundo e Cristais e Caldeirão Grande e Nordestina.
- disse Se Não, resalvando exageros.
- O que o quê?! Acrescento aí Capim
Grosso e Filadélfia e Arcos e Pains e a avenida Juscelino Kubitschek de
Oliveira com o parque Diadema. - descascou Aleia, esta mesma olhou considerou
em volta em torno de si caso alguém mais ouvia lia.
O sol descai distancia-se desaparece
se ondula alonga-se e se afasta, mas temos mantemos tem voa uma ave pichororé
ou turucué com 16cm de comprimento boné asas cauda castanho-escuros partes
inferiores cinzentas estria amarela atrás do olho (f. dh) que pia vocaliza,
‘ri-piiii-ti-riiii-nhéeee!...’ e nos diz traduzidas as verdades naturais e
legítimas: confessáveis e inconfessáveis, valiosas e desvaliosas, ofensiva e
defensiva, tangível e intangível, influídas e desinfluídas, marcha e
contramarcha, vir e contravir, purgar e repurgar, matrilocalidades e
patrilocalidades, coercível e incoercível.
E todo mundo mundial sabe e sabe
aqui e ali (palavra denotativa de realce), que estes insetos antenados gostam
de doces. São atraídos pelo açúcar açucarados. Segundo os estudos acadêmicos
daqui e de além-mar, são insetos himenópteros da família dos formicídeos e que
praticam a sociedade perene. Há no mundo algumas variedades ou com funções
díspares sendo que outras espécies até convivem mais ou menos perto dividindo
espaços e coisa e tal, quando há comida sobrando e suficiente para todos, formigas-correições
formigas-cortadeiras formigas-da-chuva formigas-açucareiras formigas-de-cupim
formigas-de-ferrão formigas-leões formigas-da-roça ou saúvas.
Quanto à religião a porcentagem os
números, nem mentem jamais. E os católicos são a maioria no país, 67 e pico por
cento e contados aos milhões; evangélicos vêm em seguida, 21 e algo por cento;
os sem religião até respondem por grande número e atingem os 8 a 9 por cento;
depois as menos concorridas mas também importantes presentes, espíritas e
budistas e judeus e muçulmanos e hinduístas. Que este país é desse modo e tem o
seu jeito. Assim agora na terra como quem sabe depois no céu.
- Esta vez! Duas coisas certas e tidas
como indestrutíveis neste mundo: nós e as baratas - dizia, rindo se rindo, a
operária Aleia. - Ahahahahah!... Tão bom, tão bom!
- Volto cedo! É, eu sei e já
imagino. Elas nos bueiros e esgotos e ralos e tubos e canos conexões e nós,
empreendedores por excelência, na profundeza galgando o chão a terra esboroando
o solo todos arriados abaixados acaçapados acachapados agachados na caserna guaritas
vedetas no fundo dentro da trincheira... Guerreiros(as) intrépidos.
- Oi!... Dos dois tipos de insetos somos
os mais famintos? Uma potência.
- Se tirarmos o par e ímpar nós
ganhamos. Acho que vencemos as baratas-cascudas. Que acha, minha tão galante
Aleia?! Gostamos de baratas? Sim ou nem?!
- Hoje e já! Nem só acho isso mesmo
que acredito que assim é e deve ser. E tanto que concordo igual a você e já
aproveitando aproveito para lançar um desafio.
O que convence uma formiga como se
convence a levantar da cama todos os dias da semana todos os dias do mês e ir
ao trabalho pesado e de manhã à noite sem lazer sem salário sem intimidades sem
internet sem fones nos ouvidos? Sempre trabalhando e trabalhando como nunca
como sempre e sem parar. Sem escola sem mestres de ofício e profissão no
entanto já sabendo nascendo sabendo nata desde o dna que as plantas as árvores
têm suas folhas medicinais nutritivas certas propriedades alimentícias e uruás,
azedinhas-de-corumbá, guapebas, tembetarus, pixunas, poejos.
- Viva! O que você acha? Nem para
nem para nem para!... Hoje mesmo.
- Nada. Quando acho boto nas costas
e carrego para o formigueiro. Eu acho recolho carrego trago para o formigueiro
e me despeço para buscar mais e mais. Sei que nada nada é meu ou fica pra mim.
Somos acumulativos(as). E bola pra frente.
- Ô almas! E polífagas. E mais um
detalhe relevante: fatalistas.
- Uai!... Mas bah tchê!... A lista é
longa e vai anexa, aperrada engatilhada.
- Legal. Desde aqui, AJuricaba, até lá,
Saboeiro, passando pela serra do Cipó.
- Você viu?! Pegando do sul, Piraí do
Sul e Rio Branco do Sul, até Campo Largo e Cerro Azul e Camacho, passando pelo
planalto dos Campos Gerais.
- Conhecimento é conhecimento - concluiu
Aleia, exuberante falante inteligente.
- Uau!... Com razão - este Se Não,
excelso beatífico místico sublime material.
Uma formiga raramente se confunde ou
perde o cheiro o guia da trilha por onde tem de caminhar e passar e buscar
mercadorias. E nem se distrai ou malicia ou se deixa seduzir. Nem vai aos
bailes nem canta nem discursa nem conta piadas nem passeia à toa ou leva bicho
de estimação pra (pra, forma popular e sincopada de para) para passear. As
formigas-cortadeiras são distintas e só pensam em si (preposição com pronome na
forma oblíqua, si). As obreiras formigas nem disfarçam insinuam contornam
remendam.
- Isso! Eu mesma nem sei o que seria
se nem fosse esta formiga operária que você vê aqui ao vivo a cores - discorria
a incansável Aleia, sábia estudada cautelosa sã.
- Juro! Pois eu esses dias fiquei
imaginando e muito sutilmente... Sabe, como seria nascer em outra cidade, vai!,
tipo uma Tremembé ou Roseira ou Santo Antônio do Pinhal ou Ponta Grossa ou
Potim. Em a famosa próspera Guaratinguetá, o índice de desenvolvimento humano
ou idh-m é igual ou superior a 0,768. São dados e fonte do ibge - ajuntou o Se
Não, moderado comportado sociável habilidoso são e salvo.
- Rufem os tambores,
pa-ra-ba-táaaa!... Sempre me lembro de conversas como esta e recomendam
Pindamonhangaba (segundo o tupi, lugar onde se fazem anzóis). Com rica
hidrografia, banha o rio Parapitingui o ribeirão Boa Vista o córrego Matão.
- Para vivermos na cidade no meio
urbano é mais vantajoso - disse nosso amigo Se Não, gente boa praça feromônio
bom. - Me lembro bem de Itaperuçu e Jaguariaíva.
- Consigo mais! Acho e sempre me
lembro, que é até mais seguro. Haja vista os pesticidas ou outros tóxicos que
colocam nas lavouras, né?! - achava e compartia a operária esta Aleia, valente
sincera faceira polida crédula cheia de fé e remoçada.
Terreno escabroso escarpado declive
acentuado, ou modo de dizer. À parte os exageros que sempre existem, escorvar
preparar dispor as armas, os prefixos pré-fixado pré-científico pré-franqueado
pré-escolaridade. Novidades estupendas, se diga.
- Oquei! Eu vou gastar mais e melhor
minhas horas transportando obras.
- Vai e vem! Eu vou também me
preocupar com a merenda da nossa rainha, é.
Viajante viajar sem bagagem
escoteiro fumalento e perlustrar percorrer com o olhar examinar observar a
penedia penedo calhau rochedo fraga releixo saliência junto à berma antemuro barbacã,
a marche-marche, em o meio do caminho dentro do mundo físico tem encontra se
depara com uma emplumada alante alada asada tuque guaracava guracava tucão e
que respiga recolhe estona descasca pela distrai arrebata impreca roga pede o
seguinte seguindo: assonância e ressonância, timbrar e retimbrar, veio e
sobreveio, editar e reeditar, volver e revolver, atar e reatar, conto e
reconto, tirar e retirar, salto e resalto, últimos e penúltimos, teste e
conteste, dente e redente.
Uma hora do dia memorável, Se Não
foi levado entregue à presença da corte e rainha. Era numa cova terrão eira modesta
de (de: preposição com relação de matéria) terra batida. À presença da
mandatária é modo de dizer: perto ao alcance cerca nas proximidades. Mas já
estava bom e como dizia sempre a amiga operária Aleia:
- Ora e ora! Tão bom, tão bom! Que
rainha enorme e magnífica, céus!...
- Digo. O corpão todo anelado e
vibrante e branquelo e muito semelhante parecido igual aos carcomas ou
carunchos. Linda e toda vital cheia de vigor vitaminada.
- A nossa rainha e que nos cria a
todos e todas, é - suspirou a obreira Aleia.
- Tudo por ela e longa descendência.
Oi! Sem parar sem parar sem parar...
- Deslapar e desentocar. Dizem que
já voou de avião a jato, é! Repare!
- Viva e reviva! Que coragem que
responsabilidade que expansão, hum!...
- Quanto virar e revirar-se. De
costas supino decúbito dorsal lateral ventral.
- Sério. Muito embora todo o dia
toda hora minutos contados calculados.
E a gigante rainha e fábrica de
seres insetos formigas, estava já em atividade sempre criando e colocando no
mundo os ovos serial procriando a todo vapor. Totalmente amparada protegida
cuidada lambida enfeitada abordoada apoiada pelas operárias muito atentas
dispostas. Cheia de brincos pendentes penduricalhos balangandãs e pulseiras e
colares correntinhas anéis broches medalhas medalhões. Um corpo imenso sempre
indo e vindo vibrando despejando ovos e mais ovos eclodindo. Arredondados os
flancos ilhais ilhargas barriga. Existindo em função do ninhal da continuidade
da espécie e pouco se mexendo devido o tamanho o peso. Bonita redonda gorda bem
alimentada e sorridente bonachona e olhos pequenos negros profundos brilhantes
serelepes. Descontração risos risadas gargalhadas chacinada e corrimaça apupos
vaias. Os seus machos sempre por perto e sempre dispostos intrépidos corajosos
insolentes precavidos. Uma matula matulagem corja súcia. As camareiras ou aias
da rainha atendiam a tudo e ao menor chamado, indagavam pesquisavam procuravam
achavam encontravam concluíam completavam borrifavam sancionavam aprovavam.
- A mamãe, logo direi a bandeira o
hino o brasão as armas e condecorados(as).
- A rainha, logo todos ficam
agitados elétricos dinâmicos e voluntariosos.
- A fortaleza, logo o rigor destreza
eficiência. Como se nem bastasse.
- A bola, logo a chuteira luva
joelheira camiseta meião calção goleira rede e o retângulo das quatro linhas.
Como se tudo fosse chão.
Mais que uma rainha, era a deusa
incomensurável toda-poderosa quase transparente diáfana e igual à água,
insípida inodora incolor. Vivia para todos e todos viviam por ela. Acumulando o
cargo ou função da mitra arquidiocesana. A própria muito empreendedora
fabricante criadora, observava descobria refletia criticava lembrava memorizava
contava anedotas que riam toda a galera de assistentes operárias machos pajens
aios aias amas amos escravos escravas parentes contraparentes. Um mundéu de
oportunidades e vassalagens vassalos vigias olheiros guardas proeminentes
sobranceiros sobrestantes e fiscais sobrerroldas sobrerrondas.
A grande rainha comia do bom e do
melhor. Sempre a hora da refeição. Todo momento pronta para comer. E comia tudo
e limpava os pratos as bandejas as travessas as caçarolas as panelas e panelões
tachos. Sempre disposta e alegre e dizia e falava mandava assinava ria chamava
gesticulava previa interagia. As horas passavam e o trabalho nem parava nem
esfriava, sem tempo. Escancarada clara realista. Atendia de árbitros a
jogadores e de técnicos a torcedores fãs. Costado bordo borda orla fímbrias
extremidades limbo bem e antes de tudo lubrificado rutilante bem guarnecido.
- Sus! Nem é mister dizer que tem a
obesidade enorme do mundo, e a maternidade paternidade também - lembrou dizer o
Se Não. - E disso mais além!
- Muito bem, muito bom! - definia a
operária Aleia, súdita primeiranista.
A dona do céu da terra do mundo,
parecia dançar contradançar. E seu corpo elástico gorduroso esponjoso, já
navegava umas ondas uns tremores uns espasmos. O corpanzil ia e vinha
acompanhava a produção sem parar de ovos desovando. Repetindo ondas humores e
sem sair do lugar, bailarina dançarina bailadeira. Acionando esquemas
estratagemas manobras. Repleta inçada cheia. Valendo grafar aspear destacar:
- Perfeitamente bem, assim! Um
prodígio maravilha milagre extraordinária.
- Você viu, você viu?! - repetiu 2
vezes entusiasmada a operária Aleia.
- Su-ces-so!... É a mãe e o pai de
todos e todas, diariamente. Obesa e velha e mais gorda madura lucrativa
ornamentada e toda de todos.
- Oie! A toque de caixa! O céu e a
tempestade! Graeiro de gentes!
- Sim e é mesmo. E olhando vendo
tudo ouvindo desovando, absolutamente. Análoga às tartarugas no deserto das
praias, presumida presunção.
- Com grande luxo e circunstância,
já suntuosa pomposa faustosa suntuária.
O jeito de ser seu olhar
denunciante, fazia crer que tinha vaga lembrança ou mesmo quase certeza que era
dona do mundo. Alta placidez serena serenidade tórax desfibrado lassidão dos
tecidos compleição biótipo constituição física inteiriça inteira e flexível. E
muito majestade magna primordial primigênia. Por demais louvada bajulada
pajeada exaltada lisonjeada e ditirâmbica exagerada. Como uma estrela que sabe
que é o sol. Como uma piscina que sabe que é olímpica. Como uma casa que
descende de (preposição com relação de origem) uma mansão palácio ilustre
conhecido. Alerta atenta falante onipresente platônica.
- Opa! Será que ela se acha a última
bolachinha do pacote? Eu me acharia - dizia e pensando alto o Se Não, solecista
nas horas vagas e ou fins de semana.
- Deve ser, deve ser! Talvez mártir
estoica resignada polêmica influenciadora.
- Oi!... Gostaria de procurar seu
pensamento e encontrar. Onde está pensando?
- Em nada, em tudo. Mais faz do que
pensa. Com certeza, oquei?!
- Sim. Imagens longas imaginações. O
peso do ofício, o preço dos anos futuros, a longevidade dos compromissos, o
tamanho da grandeza, o valor da fertilidade.
Nem lhe faltavam machos dispostos a
entretê-la. Nem lhe faltavam aias e pajens para orná-la enfeitá-la limpá-la
lubrificá-la besuntá-la tocá-la hidratá-la. Enquanto assim, prosseguia
acompanhando as horas. Vez em vez passando uma carraspana reprimenda
repreensão. Fisionomia rebarbativa carrancuda sombria ou tremendo tremulando
estremecendo vasquejando. Cada período do dia servia para fabricar um tipo de
servidor(a); então pela manhã as operárias, pela tarde os machos, pela noite as
camareiras ou domésticas ou acompanhantes. A maternidade nem parava, mestra
versada provecta experiente experimentada. Rechaçando forçando recuos rebatendo
repelindo. Caixa de segredos cofre relicário e lugar de relíquias. Colosso
redondo branco e interior íntimo bojo âmago em ebulição. Um maquinismo
produzindo em série, maquinaria, um engenho, uma transformadora, uma plataforma
petrolífera.
- Pois sim e até logo. Nem dá conta
de enfadada enfastiada cansada entediada teimosa - esclarecia, a seu ver, o
próprio Se Não. - Veja bem!
- Quem vem lá! Me dá vontade de
abraçá-la. Eu amo a esta tia! - se arrepiava toda total ao dizer isso a
servidora Aleia. - Seria belo, ahahah!...
- Como nascem as rainhas, hein?! Aí
está uma dúvida. Da pura vontade de D.
- Outra vez. Quem sabe, quem viu?!
Talvez em estado de emergência, grave crise, urgência urgentíssima. Sei lá! E o
mundo fica sabendo.
- Nossa rainha nem parece tímida
arrependida tolhida. Pra ela deve ser um barato reinar e governar e imperar. Eu
sim teria coragem de mandar em todo mundo.
- Pudera. Fico pasma toda hora e
muito me admira admirada. Quem disse que ela pode tanto e eu e você e esta
multidão... nada neca jamais... esqueçam desistam...
A corte estava completa com ou sem
os bailes e festas e recepções diplomáticas. Tudo ia bem e diligentemente como
foi imaginado e verbalizado no princípio do mundo na segunda-feira da criação.
Os religiosos e místicos tocando trombetas batendo tambores agitando chocalhos
e urucás. A rainha e o megaprojeto do formigueiro. O governo ubíquo onipotente
onipresente dos decretos considerandos sentenças petições regulamentos decálogos
e artigos de lei. Pouco sobrava à mídia e iutúbis.
- Quê!... É e finalmente. Carregamos
carregaremos tudo e mais um pouco, destruindo desintegrando estraçalhando
apavorando aparvalhando aturdindo.
- D queira e recomende. Finalizando
afinal. Sempre nas costas na paleta nos ombros, exortando estimulando incitando
encorajando.
O jogo jogado e uns tapeavam outros
socavam outras cabeceavam chutavam e joelhavam forte mais alguém cotovelava e a
bola rifava rifada voava subia quicava deslizava lisa na grama e raramente
entrava no gol, para delírio de jogadores torcedores faceiros animados festivos
brincalhões parceiros. Livro aberto folheado folhear capa dura encadernação
primorosa papel couchê fotos coloridas legendadas tantas páginas impresso em
Castro, em o bairro Jardim Samambaia na rua Mangual. Tipo assim como que uma
surtida investida algara algarada manobras.
Se alguém vê o alto céu carregado comparecido
confirmando os estertores rouquidões os raios aparecendo desaparecendo
indistintos clarões fulminantes fugazes céleres alarmantes intangíveis os
baques ressoantes de grãos de chuva no piso no solo esturricado (e prontos
prestes acesos ou dispostos prestes apagados a ponto de), comparece avia
trabalha efetua executa ajusta visualiza, tem uma árvore cambará-de-lixa
camaratinga cambará-de-meia-légua cravinho-da-campina no meio do mundo bem no
meio do trilho insólito e que dialoga reprime avergoa espanca com estas
palavras momentos únicos indissolúveis: afirmar e reafirma, sim e assim,
organização e reorganização, feita e desfeita, estabelecido e preestabelecido,
voluntária e involuntária, mais e demais, nome e renome, volta e revolta,
quadra e esquadra, tenso e intenso, destinado e predestinado, conhecimento e
reconhecimento, aperto e desaperto.
Se perco, eu me frustro. Eu me perco
se me frustro. E aí vai... Todavia nada me pertence do que perco e me frustra.
Nem perdi nada. Nem me diz respeito nem vem ao caso nem me pertence. Nem devo deve
me importar. E quer saber?, nem me importa.
#
A chuva que cai
corre abraça pro mar/marido.
Em todos os sons
sob vários aspectos com todas as cores.
Conforme o
tempo/espaço tem tudo sempre.
Milhões de
anos a terra começou e D achou bom.
Se De Ele houver por sorte
desenvolver estas habilidades e mais, antinômico oposto contraditório e
corrigir aducir atenuar, com certeza plantará a paisagem com figuras tais quais
e Mundo Novo e Pintadas e Várzea do Poço e Caém e Cansanção e Santaluz e Ponto
Novo. A seu dispor, patíbulo estrado mutã blocause abatis para ensarilhar
dobrar envolver enrolar os apetrechos de viagem se acantonar se instalar se
avitualhar. E o sol a lua apetecidos adscrito acrescentado registrado aditado,
como quer que fosse ou a pouco e pouco, estão fora do alcance jurisdição teatro
avenida condomínio panteão hemiciclo semicírculo.
Todos
a família e demais passageiros vindos de Santos-sp, desembarcaram no aeroporto
internacional de Foz do Iguaçu (lugar terra território dos gentílicos
iguaçuenses), fronteira com Paraguai, entre os países o rio Paraná. Estas
pessoas nem sempre entediadas da companhia compulsória. E lugar mesmo da
tríplice fronteira mais a Argentina, rio Iguaçu e as cataratas do Iguaçu (água
grande, segundo o povo jê de língua caingangue ou guainá ou botocudo ou camé ou
xoclengue). Desdobramentos.
- Nem era isto que vocês queriam?
Então, taí! - disse o pai Tácito, respirando o ar da famosa e procurada cidade
de Foz do Iguaçu. - Esta a cidade e seu turismo o segundo mais visitado do país
do B. A força militar organizada brigada de armas infantaria artilharia
cavalaria, tem a estação aqui. Enfim, contingentes da possível força
expedicionária estadual e federal.
- Oie! Síncope e perda dos sentidos.
A cidade procurada e procurada por nós e todo o mundo, literalmente - completou
a mãe Gaipara, esta senhora que custodia guarda protege e divulga para a
família e amigos e parentes a moral dos provérbios ditados ditos aforismos
máximas sentenças e paródias.
- Uma vez. De cima parece bem cheia
de parques e digna do mapa - colaborou Inajá, contendo a ganância de Totó por
comida comilão.
- Opa! Eu prefiro mesmo as cataratas
mais a usina hidroelétrica de Itaipu, é! - celebrou o menino Realejo, contendo a euforia de Trempe
por alimento comilona.
- Quer ver e rever?! A barragem de
Itaipu, itaipu dizem da língua dos índios que significa “canto ou barulho da
pedra do rio”.
- Obrigada, obrigada! - agradeceu a
mãe, espáduas à mostra desguarnecidas.
- Outrossim! Uma das 7 maravilhas
naturais do mundo mundialmente conhecida e reconhecida - opinião de Inajá,
guria bonita sem mais para onde.
- Isto nem é pra qualquer um, vejam
vocês e quem quer que seja! - se empolgou o pai Tácito. - Eu já fui lá já
conheço e vamos reconhecer mais outra vez, sim-bo-ra!
- Venha. Quanto tempo demoramos pra
vir até aqui, né?! - desabafava a menina, ela está de sempre crer aceitar
sorrir e agradecer. - O rio Iguaçu cai ali, gente!
- Oi!... E bota lugar imperdível.
Sem manchar-se inquinar-se poluir-se. Tem muita gente que atravessa o planeta
pra vir até aqui ver tirar fotos desfrutar se emocionar como a gente, e mais -
foi o depoimento de mãe, pessoa sincera de conversar lembrar declarar sublimar conclamar
relembrar ligar decifrar decidir confabular.
Enalteciam e demoravam na
explicação. Essas coisas. Reflexo mudança da direção das luzes claridades
refração anáclase. Sol e um veículo do dia, é capaz dos ótimos cometimentos.
Águas correntes caem muito bem, céu claro é muito bom. Perto de um contraste
expressivo. E tudo de elogios gabos encômios vídeos autorretratos.
Então, foram direto (advérbio
invariável) ao prédio em questão. Pegaram uma condução pelo logradouro Barão de
Capanema e logo a avenida Visconde de Ouro Preto adiante passando diante pela
praça Evaristo da Veiga e chegando ao magnífico hotel quatro estrelas grandes e
douradas (nada mais, e está bom pra chuchu com plintos em a frente frontal
fachada) Parque Hotel Cutúbea. Com cafezinho para adultos e balas pirulitos
para as crianças e ração com água mineral para os xerimbabos: ‘boas-vindas!’ E
alojamentos que ficavam mesmo dentro de um parque área verde arborizada que há
arborização das quixabeiras (segundo se lê na porta portal portada portão
pórtico portaria de entrada, e certamente tirada de outra fonte, se compreende
que as ditas árvores são espinhentas de folhas coriáceas flores cheirosas
apetitosas frutos bagas roxo-escuras doces saborosas comestíveis).
- Nossa e opa! Basta olhar pra cá
aqui ali e já se vê a cidade esperando turistas o ano inteiro, hem?! - mãe
Gaipara, prendendo um lenço de cabeça para segurar os cabelos prender as mechas
crinas soltas as madeixas.
- Ótimo. Mas vamos ou nem vamos à
cascata, gente? - perguntava ansioso o Realejo, refutar refutação mas sem
refutar ou refugar.
- Quê!... De repente agora mesmo já
aproveitando o sol o céu azul e demais comodidades agradáveis do dia,
concordam?! - estabeleceu Tácito, o papai.
- Avante. Largamos as coisas e
estamos prontos e prontas e adequados.
- Eu quero passear de bote e pegar
um banho de cachoeira ou cascata, sim?! - previa a guria Inajá, às vezes e
nesta mesma idade já tinha seus comportamentos se fazia de destemida corajosa
aventureira índia de carcás aljava estojo de flechas à bandoleira.
Os mascotes animais afilhados
preferidos, este o Totó e esta a Trempe, sempre acompanhando as vontades e
destinos e roteiros dos donos a família. Mais perto dos filhos. E se cuidando
para nem serem esquecidos ou preteridos ou pisoteados. O cão mais perto dos pés
de Inajá, a cadela mais aconchegada aos passos e pegadas e rastro de Realejo. O
Totó trajando camisa de clube futebolístico, e Trempe à (preposição com relação
de modo ou conformidade) caipira. E aí por fora afora onde paravam e para onde
for fossem. Que vida de cachorro e cão era de acompanhante e nas horas boas
ficar no colo do dono(a). Todos mascotes adotados domesticados porém como
decoração e servindo de distração. Vida fácil sossegada e entediada de cachorro
e cadela. Nada mais que isso mesmo. Raras vezes fugindo separando distinguindo
de... coisas ambulantes.
- Janeiro, ahahah!... Vamos ver com
nossos próprios olhos e certificar o que o mundo sempre quer ver - alertava o
pai, ouvindo lendo querendo vendo.
- Ora essa e aquela! Quero ver se
reconheço o que for, é.
- Puxa! Vou tirar todas as fotos e
mandar vídeos...
- Ver tudo, e obrigada! - a Inajá
eufórica e já ansiosa ansiosa. - Credo, né?!...
- Epa, hum!... Justamente e isso
mesmo! - emendou o Realejo, fazendo trejeitos caretas mogangas macaquices
peraltices visagens esgares expressões faciais carranca.
- Ou-ou-ou!... Nem me diga mais nada
que já adivinho e me entusiasmo - a mãe Gaipara, seus olhos tinham algo de
sedutor e nada têm de ingênuos.
Agora já estavam descendo uma rampa
calçada e ouvindo o rugido das águas. Agora mesmo já viam e se deslumbravam com
as vistas a vista das cascatas das quedas dos lençóis de água caindo das pedras
entre as árvores a vegetação. E as palavras pouco diziam nesta hora. Faltavam
palavras, embora as tentativas de descrição de narração:
- Justiça, galera! Que coisa, meus
amores! - a mãe Gaipara a Gaita.
- Olha, meu! Eu já sonhei com isto e
era mesmo assim lindo bonito maravilhoso - o pai Tácito, erguendo os braços aos
céus e abrindo um parêntesis.
- Kjá-kjá-kjá!... Tem e há muita
água caindo, meus senhores e senhoras!
- Vejam!... Parece um varal de roupa
branca, hem?! - o menino Realejo.
- Uaaaau!... Será que vem do rio e
nem acaba nunca?! - duvidou a guria Inajá.
- Vender ou doar estas quedas seria
sempre uma decisão de lesa-pátria, hem?!
- Es-pe-táaaa-cu-lo!... As quedas
foram feitas junto com o rio, é. Sente!
- Que portento! Em junho e julho que
o rio gasta menos água, então - lembrou a Gaipara, ela trazia sempre as unhas o
mais bem aparadas tratadas possível.
Ainda nem interessa saber ou já
interessa conhecer de onde vem tanto turista e de fora distantes e bastantes
excursões e Brotas, Ribeirão Bonito, Santa Maria da Serra, Torrinha, São Pedro,
Itirapina, Rubiácea, Mineiros do Tietê, Dourado, Dois Córregos (terra dos
pássaros e tanguruparás-de-asa-branca, tamburaparás, tangariparás, tamuriparás,
bicos-de-brasa, bicos-de-lacre, saunis, juízes-do-mato, bicos-de-cravo,
bicos-de-fogo). E comprovar com seus próprios olhos e emoção e fotos e
espantos, ‘uuuuuta!...’ todo o magnífico estrondoso portentoso que é o tamanho
a grandiosidade das águas caindo sobre as gargantas. Parece um sonho ou uma
imagem de cinema, e aumentada mil vezes da realidade, com efeitos especiais
mirabolantes. Até se reconhecer que existe Ele, sim e é isto aí. Maior que D
disfarçado de natureza. Havia e há provas suficientes bastantes (adjetivo
variável) para condecorar o céu o céu.
- Oxalá! Já falei repito e digo, D
existe e suas coisas estão assim aí! - mãe Gaipara, abraçada totalmente às
crenças aprendidas e comprovadas desde tenra idade. - Agora eu nem tenho mais
dúvidas e exatamente!
- Confesso. Oi!... Isto tudo é agradável
e digno de maravilhas e tudo de bom e demais, gente! - Realejo, espaventoso
fanfarrão cheio de gestos e figuras no ar.
- Ah, nem nunca que descansam! Nem
param nunca, nem param nem param!
- Oba! E de onde vem para onde vai
tanta água, minha nossa! Que vai, vai!
- Eia e meia!... Um rio Iguaçu, e
que passa passa passando sem cessar sem esgotar sem interromper - o pai Tácito,
tirando fotos sem parar autorretratos particular familiar paisagísticas ângulos
diferentes atitudes escandalosas gestos trejeitos.
- Ave e salve! Molhando umedecendo tudo
em volta, também.
- Caramba! Vou mandar estas fotos
aos amigos de Nova Prata, ué! - menininha Inajá, pintada emproada ostentosa e piranha
de azul segurando os cabelos castanhos.
- Sim! Anexas às presentes, vai lá a
relação adequada e pertinente das emoções - a Gaita, facilidade em se deixar
comover (placabilidade).
- Viva e deixem viver! Remeto-lhes,
inclusa, uma imagem de drone.
E aí mil pontos de vista para
escolher e conferir a sorte de um bom filme uma boa imagem. Os quatis sempre
por perto pedindo comida observando espreitando um momento qualquer oportuno.
Os cães e mascotes pendurados nos braços que latiam que tinham que se cuidar
para nem brigar com os autóctones moradores do local e etc. Alguns indivíduos
primatas e micos-leão-pretos, micos-de-topete, saguis-caratingas, saguiguaçus, saimiris,
saguiúnas, saguipirangas e macacos-prego-do-peito-amarelo, macacos-patrona,
juparás. Estes indivíduos que amassam abraçam beijam mordem afagam pintam e
bordam. Nem são muito de água e andar no chão. E aves corretas sinceras
humildes meigas verdadeiras honestas e as andorinhas-do-rio,
andorinhões-de-coleira, andorinhões-foguetes, andorinhas-azuis-e-brancas. Tantos
e dóceis queridos gentis amáveis respeitosos. Esses todos a fauna existente
ali, cuícas e gambás ou mucuras-de-quatro-olhos e tanhaçus ou queixadas-ruivas
ou taguicatis e tatuís, muito também aguardando uma oportunidade de caça de
pesca de colheita de coleta de dádiva e oferta junto aos invasores visitantes enxeridos
veranistas.
- Vai nessa, meu! É impossível nem
conhecer este lugar! É impossível inacreditável nem deixar de vir aqui! É
impossível viver sem vir aqui! - eternizava o pai.
- No começo do ano ou fim de ano,
todo o ano. No verão e durante as estações.
- Apoiado e mais! Eu também creio
que sim e estou convicta! Arre!...
- Oh! Seria como se dar as mãos e
rezar, eu acho! - pensando pensativa a mãe.
- Estas aves voam alto ou baixo. E
caçam insetos no ar. E entram na cascata.
- Olhe lá!... Notaram? Mirem que
entram e já saem novamente bastante famintas - admirada a Inajá (bastante,
advérbio invariável). - Deve ter fojo gruta caverna, ali!
E depois de olhar por tudo e
calcular o tamanho das quedas o volume a pressão a força e se inteirar da
grandiosidade e sentir a emoção, vai que alguém pense ir embora? E ir pra onde
depois de ver isso tudo? Brisa aromas cantos encantos. E por que sair do lugar
de D? E se nem existe nada melhor no mundo, hein?! O que fazer? Cometer uns
gestos cabais completos inteiros plenos cheios absolutos. Nem fazer nada,
somente admirar. Depois de ver tudo, pensar em quê? Natureza ofegante esfalfada
abalada aturdida desatrelada. As plantas proliferando fortemente e
sachas-cebolas, cunanãs, tucuns-do-mato, jirimato ou jeremataia ou jeramataia. Inclusive
também (palavra denotativa de inclusão) criar um importante canal no iutúbi!
- Oie! Uma coisa que eu sinto mesmo
muito nesta hora... - falava Inajá. - E me veio de súbito como um pensamento. Tradução,
tenho fome de comida.
E todos riram, ‘ahahah!...’ porque
era engraçado foi uma tirada engraçada, e acharam engraçado a família toda os
estimados também de língua de fora e sacudindo a cauda. Os laços familiares,
auxiliando reforçando esclarecendo.
- Sentido! Acho mesmo que é uma boa
pedida e um ótimo motivo. Ficamos presos ao panorama a toda esta criação de
D... E deu fome e estamos famintos, é verdade - compartilhava concordava Tácito,
sujeito refinado fino alto magro.
- Uaaaau!... Salada de frutas, todas
as frutas mesmas da estação. Aí está!
O sol voava sua parábola de giz e de
paz em paz. Havia um mormaço de calor, do qual pouco ou nada se sabia se
entendia sabiam e amém. Completa perda de água suor depleção. Comando interino,
sem empecilhos empeços impedimentos, comandado interinamente pelo verão de
janeiro.
Já diziam os cartazes e placas de aviso,
como vale dizer e se diz e soa consoante a praxe: ‘Vamos carregar, juntos (adjetivo
e variável), nosso respeito à natureza meio ambiente.’ E nós, daqui mesmo,
completamos por conta e risco: nem jogar lixo descartes aí pelo terreno estéril
no baldio no maninho no inculto e becos betesgas.
Sendo que no dia seguinte se aprontaram mesmo
cedo cedinho (família sextilha estrofe de 6 integrantes) para ir desfrutar
conhecer ver com os próprios olhos que a terra, a portentosa gigantesca usina
hidroelétrica binacional de Itaipu. E na porta da portaria do hotel pegaram o
ônibus de passeio e dois andares sem capota que os levaria ao local.
Aproveitando para ver por dentro e por fora. Inclusive o pequeno zoológico de
bichos nativos recuperados do tráfego ilegal e mantidos em cativeiro para
adaptação e recuperação da saúde com posterior soltura, onça-parda cuxiús
ibijaús ou bacuraus harpias sucuris graxains jaguaciningas papagaios-da-serra
cutias teiús jacarés-de-papo-amarelo patos-do-mato ratões-do-banhado ou ratões-d’água.
Uns voltam pro mato outros procriam ali mesmo, ex as abelhas frecheiras, e são
trocados cambiados com outros zoológicos e outras áreas de sobrevivência e promoção
proteção ambiental.
- Ora, requifes requififes! Com tais
requisitos quesitos e vamos e viemos, hein?!
E assim logo pra fora, e já supondo
pensando torcendo um dia claro aberto quente bonito. Os cachorros muito bem
tratados indispensáveis parte da família filhotes como os filhos no colo deste
ou desta e pulando de dono em dona, fazer o quê!
- Que dia, gente! Obrigado,
obrigado! - resumindo Tácito o sentimento da família em general. - Vamos marcar
este dia no diário e na memória, tá legal?!
- Puxa, cara!... Vou sentar na
janela, tá limpo?! - decidia o Realejo.
- Mega ultra grandes poderes! Vamos
entrar dentro da construção, vocês verão!
- Ou-ou-ou!... Acho hoje, tenho
certeza absoluta certeza, que vai ser um dia pra lá de super! Praticamente um
dia atômico! - empolgou a menina Inajá, semblante sereno nariz esculpido bem
aparado boca em arco olhos bons brilhantes olhar sempre esperto atento carente:
todo um esplendor no conjunto harmônico.
- Tal e qual de talco! Um dia
megalomaníaco! Olá!...
- Opa, campeão! Um dia de domingo!
Um dia manhã e tarde resplandecentes.
E depois das expectativas gerais
deles e outros turistas, visualizaram enxergaram e vindo e indo ao encontro, a
imensa megaconstrução caixa-d’água. Como para medir o anseio a ansiedade a
empolgação a alegria a conversa e a controvérsia:
- Uaaaaau!... Hu-huuuuu!... Gente,
que que é isto! Me contaram em prosa e verso, porém... Sem palavras, Nossa
Senhora Aparecida a mãe do B!
- Kjá-kjá-kjá!... Como diz a
torcida, eu a-cre-di-to!!...
A passos largos, rodando no suave
asfalto, o ônibus chegando, e se sentia a vibração cada vez mais perto. Aquela
água toda total mexia e mexe com a Terra, planeta. Como um terremoto um
formigamento uma sensação um deslumbre. Até a pessoa ficar do tamanho miniatura
de uma caixa de fósforo e perto de... de onde?, da usina hidroelétrica de Itaipu. Esquece o que
já se viu, apagar delir eliminar expungir. Como pulguinhas na orelha do
elefante. Formigas caçaremas e ou redução a nada niilismo. O colosso tinha mais
altura que um prédio residencial de 50 andares, e uns 20 deles colocados lado a
lado. E excedia quantos Maracanãs e quantas pontes Rio-Niterói? Quantos
trabalhadores estiveram aí? Um lago gigantesco que deslocou mexeu com o eixo do
mundo e megaestrutura (foi um escândalo uma polêmica pra época). Sem mentira e
sem exagero ou aumentar mais do que realmente é, tudo isso que a vista pode e
deveria alcançar. Sem rodeios e vamos aos detalhes. E vaidade orgulho
arrogância.
- Vê bem! Que estrutura foi esta,
cara! Foi possível?! Está sendo, hem!...
- Isto é sério?! Vamos ver as turbinas,
minha nossa! - eufórico Realejo.
- É bíblico! Parecem umas caçapas
incomensuráveis, só podem!
- Floque! floque!... Que sorvedouros
de água, gente! E vai até próximo do céu!
- Oquei! Facilita faculta permite
ilumina todas as obras humanas, é.
Os guias abraçaram a todos
indistintamente. Instruíram em alguns pontos. Repararam pormenores outras
coisas que se pode esperar e ou fazer nem fazer se cuidar se precaver. Depois
cada instrutor pegou seu grupo. Se imiscuíram se aprofundaram nas entranhas nas
intimidades e por dentro íntimo do monstro, completo repleto de espigões
esporões. E se misturaram aos concretos concretudes toneladas paredes gigantes
peraus vales gargantas cânions e máquinas colossais seres antidiluvianos
catedrais. Plataforma palanque tribuna bailéu e destacando apontando holofotes
conteirado conteirar.
- Sendo já! Agora sim me sinto uma
formiga quenquém-mineira-de-duas-cores, meus parentes e testemunhantes
familiares! - era a mãe Gaipara ou Gaita.
- Ah, todas as dúvidas! Muito mais e
somado e maior que 8 gigantes tipo o estádio Beira-Rio! Muito mais difícil que
as pirâmides maias e ou egípcias! Muito mais colaboradores envolvidos que os
mausoléus chineses ou santuários hindus!
- Upa! Os brasileiros botaram a grana
e o rio Paraná desaguou deságua a água, é!
Quando viram estavam parados perto
de uma tubulação gigante em absoluto, e que conduzia água da repressa até as
gigantérrimas turbinas. Nem se fazia ideia do que era aquilo. Ou o mundo de
água que circulava. A força hidráulica que gerava tanta energia elétrica, etc.
Como igual um motor universal. Manada de dinossauros rangendo os dentes. Uns 20
animais pré-históricos e lado a lado engatados puxando a Terra.
- Oh, qual o quê! Se alguém falar ou
lembrar em pulga atrás da orelha do elefante... cá estamos! - ironizou o pai
Tácito. - E hoje agora eu sou uma pulga um grão de areia uma palavra do
dicionário um verbete de pesquisa, ahahah!...
- Otra! Vamos tirar uma foto antes
que o guia nos convide para outro departamento, hem, gente! - decidiu acordar
todo mundo a Gaipara. - Lembrar por que estamos aqui. Registrar que os gigantes
de aço e concreto tomaram conta do planeta.
E nos dias de hoje chegavam gentes
do país para ver a obra. Uns vinham por curiosidade outros por interesse e mais
alguns milhares por se acharem donos do negócio. Muitos dos que trabalharam na
construção ou descendentes chegavam vieram de diferentes localidades, e sempre
recomendavam lembravam reafirmavam, Igaraçu do Tietê e São Manuel e Queimadas (dos
queimadenses - latitude 10º58’42’’ sul, longitude 39º37’35’’ oeste) e Pratânia
e Barra Bonita (esta cidade está localizada na região da Cuesta, uma formação
específica de solo - várias fontes indicando isso, ibge e ufpr e secretaria de
turismo de Estado do Paraná) e Tailândia e Breu Branco e Goianésia do Pará e
Moju e Acará ou São José do Acará (do tupi, peixe acará ‘aquele que morde’) e
Tomé-Açu (embora altamente agropastoril, o maior e melhor setor envolvido na
cidade é o de serviços. Este segmento é responsável por 49% ou R$120 milhões,
ou seja, quase a metade do pib municipal - fonte idem e ibidem e secretaria de
turismo do município).
- Oie!... Me deparei com. Acho os
caras que tiveram essa ideia uns tipos geniais, hem?! - traçou a mãe Gaipara,
sagitária de sagitário nono signo do zodíaco.
- Ótimo e tal! Apelaram pras réguas
e compassos, que eu sei! - emendou o Tácito. - Em nome número data e cifra. Até
mesmo em nome de J, amém!
Dia de subsequente. Daí na
quinta-feira outro dia ou um dia após, foram de excursão novamente pelo
circuito ‘Cataratas e Itaipu’ e que abrange abrangia umas dezenas de cidades
vizinhas em (preposição com relação de lugar) torno próximas de Foz do Iguaçu.
E sempre alguns atrás de fotos outros de consultar o mapa impresso ou celular
gps ainda mais anotar na agenda ou diário. Dentro dos conformes e autoestímulo
convencimento promessa compromisso. Estugar os passos apressar aligeirar.
- Oquei, rapaziada! Alguém quer
parar na loja de suvenires e lembrancinhas? - perguntou por perguntar o guia,
seu Calefrio (tinha cacoete de arrepiado se arrepiando o tempo todo). - Então
na volta? Pode ser? Ficamos entendidos, então. Obrigado!
O giro a excursão abrangia e dizia
respeito a muitas várias cidades que tinham a ver e se envolviam com o rio
Iguaçu as cataratas e a mesma usina de Itaipu. O berço origem incunábulo. Sim e
se pode lembrar algumas delas pra nem se deixar passar batido como as lindas
São Miguel do Iguaçu, Itaipulândia, Santa Teresinha de Itaipu, Medianeira,
Serranópolis do Iguaçu, Matelândia, Capanema, Capitão Leônidas Marques (esta
com uma expectativa de vida e 71,45 anos - fonte a mesma de sempre e já
reconhecida citada acima), Planalto, Céu Azul, Paraisópolis. O que nem dava
para abraçar em apenas um dia, mesmo um dia inteiro. Levava tempo e levariam
horas.
- Fran-ca-men-te! Dizem os catálogos
turísticos que o horto de São Bento do Sapucaí é muito grande e tem possui muitas
plantas endêmicas da região e arredores, é - falou a mãe Gaipara, os tênis dela
eram já meio macios fofos autossustentáveis. - É o que leio aqui nos folhetos
explicativos, também. Irrevogavelmente e só!
- Oh! Estamos de prontidão enquanto
nossos chefes estão alertas vigilantes - falou e disso o guia Calefrio, esperto
manhoso sorridente e aliciador no bom sentido.
Logo na entrada o convite de ‘bem-vindos!’
as boas-vindas. Geralmente um portal ou uma construção característica
emblemática reconhecível e para tirar fotos marcar o local. E cruzavam carros
de passeio caminhões ônibus bicicletas motos peregrinos a pé, estes no cajado batendo
a conteira ponteira no chão (podômetro conta-passos passômetro). Daí pra frente
as ruas calçadas bem cuidadas arborizadas floridas rua Sanamaicã e jardins das
casas caprichados e chapéu-de-couro, fel da terra, tanchagem-miúda, maria-mole.
A praça do Talim e mais as atrações e monumentos e bustos dos seus heróis
heroínas frondosas piúvas sombrosos guanandis. Muitas lojas e suas vitrines
envidraçadas oferecendo produtos de comer de trabalho de lazer de consumir em
geral; ofertas e tentações e opções; enfeitadas pro natal daqui cinco meses e
final de ano e carnaval; decoradas ornadas com cortinas e papel colorido e
adereços e confetes e serpentinas. Atelier de costura roupas vestuários botões
zíperes casacos blusas bicharás ponchos palas e lojas de ferragens fecharia bigornas
martelos alicates verrumas brocas berbequins e bancos com cartões e prazos
juros descontos impostos crédito e débito empréstimos seguros atendimento de
primeira.
- Avante e vai! Cidade tem alma ou
espírito? - pedia implicava o Realejo. - Diga pra mim que tem, mãe ou pai. Eu
acho que nem tem, tô na dúvida. Vamos!
- Uau!... Quase quase, meu rapazinho!
- disse respondendo a mãe.
- O quê! Mas eu duvideodó! - dizia
de sua parte a garotinha Inajá.
- Ora meus tubos! E por quê? -
voltava à carga o garoto. - Nem emperra, né!
- Hã-hã!... Porque acho que sim. Nem
sei explicar, mas acho errado uma cidade ter sentimentos e afeições e gostos e
psicológico, tá vendo?! - explanou a Inajá, que tirou isto sei lá de que
vídeo/documentário. - Tá valendo?!
- Meus filhinhos! É, pode ter razão.
Do contrário vejamos: que alma seria? É uma, hem?! - colaborou de sua parte o
pai, a quem obedeciam incondicionalmente.
- Como aceitá-la? Como dizê-la? Tão
vendo o que quero dizer?! É difícil, gente!
Depois de uma praça de nome Catre-Perra,
e com coreto para concertos de música e apresentações de peças de teatro, pegaram
a via do calçadão Boqueirão. E desfilando entre as lojas de magazines modas
modelos moldes biquínis manequins chapéus cachecóis capulhos capuchos cápsulas
de algodão lãs e cadernos canetas hidrocor mochilas e bares bebidas coleções de
tipos de cerveja reserva de vinhos enfeites de diferentes nomes e rótulos de
cachaça restaurantes cardápio bufê à la carte como está na carta na brasa
rodízio de pizzas grelhados massas com molhos condimentos saladas de todo tipo
escritórios ou clínicas com mostruários organizados ordenados feitos de madeira
comprada pintada encaixada pregada serrada envernizada ajustada desenhada.
Várias arquiteturas se digladiando. Até o presépio na estrebaria, este atufado
cheio preenchido entufado de animais domésticos capim moitão moitedo serragem
lascas esquírolas de madeira falanstério rabdomantes visitas ilustres dos reis
magos. E um sonho uma história empolgante desejada e distante.
- Escutem! Ao amanhecer entardecer. Uma
ou duas cidades deixam saudades em nós. Digo por mim mas, e vocês? - lembrou
relembrou Gaipara, mãe sorridente.
- Oi!... Está bom está bem e lá vai!
É o que temos ou podemos ter! Confere?
- Quem te viu e quem te vê, meu
chapa! Reparem. Uma saudade deixa uma cidade em nós. Quase quase sempre penso
nisso - a sincerona Gaipara, mãe ideal.
- Uma cidade por uma ponte pênsil,
uma avenida de coqueiros, um dia de sol...
- Oquei mesmo! Eu lembro associadas
aos times de futebol e Guapé e Mairi dos mairienses e Baixa Grande e Várzea da
Roça. O pensado procurado conhecido.
- Penso o rio Itapocu e as cidades
banhadas, Campo Alegre e Corupá e Tibagi...
O sol apregoa a obra magistral do
universo. Os transeuntes pedestres passantes turistas que chegam olham apontam
fotografam perguntam pechincham prosseguem e sem levar nada ou quase nada. Escritório
de advogado e serviço de assessoria consultoria acompanhamento. Fachadas
casario antigo colonial molduras cornijas cimalhas. O sol as árvores ficaram de
cabelos em pé. Como no inverno hibernal hiberno hibernoso. Que a floresta a
mata crescia visivelmente a olhos vistos e debaixo dos narizes. Jângal matagal
floresta mata densa e inhabentos, soldadelas-d’água, tomates-do-amazonas,
tarumãs, maparajubas.
- Vale dizer! Nem uma nem outra
árvore me fala. Ou pode ser que eu nem escute ouça ou entenda, então - declarou
e modesto o Tácito, honesto correto bom e direito.
- Quem vê e quem viu, bem! Vai que o
mundéu se esgota em armadilhas, hum?! De repã esconderijos lugares ocultos
latíbulo tenalha fortificações cidadela lugar que pode podia ser o desenlace. -
emendou a Gaita, sorriso de todos os dentes bem polidos.
De noite as lâmpadas fazem muito
barulho, quer dizer, fazem tudo parecer festa festivo música nas esquinas e que
sai de dentro dos bares pela janela fora das casas. As ruas com semáforos
lanternas dos carros luminárias lampiões modernos antigos enfeites de natal
piscando pisca-piscando nas árvores na decoração no acabamento configurações
dos prédios e casas e comércio. Todos os gostos. Olhos admiram brilham se
deixam encher de afeições veneração do começo ao fim da rua. De perto um
ginásio de esportes poliesportivo, no mais ou menos (menos: palavra denotativa
de exclusão) distante que os olhos alcançavam abraçavam a ponte iluminada
enfeitada de cordões iluminados sobre o rio Jaú. A luz das vitrines das lojas
na calçada enfeitadas gigantes e letreiros ariscos, ofertas em dobro com frete
grátis: liderança sedução convencimento. Conheça, peça, pague, compre e vista. E
o velho e destemido tráfego trânsito que nem se interrompia exigente sinalizado
em mão dupla e praça da Venatória com estacionamento enviesado no meio-fio por
todos ilha os lados.
Diante das atrações dos pontos
turísticos das vitrinas chamativas, o comandante em exercício à frente de seu
estado maior, corre os olhos pelo largo em festa e convida para uma sorveteria
e sorvetes sobremesa pospasto açaí pupunha murici umbu pequi.
Construções de pedra profundas
afundadas entre prédios e pedras concretos edificações do mundo. Escondidos
protegidos ali os humanos e seus xerimbabos. Com o mais importante necessário e
que proliferam. Por vezes mesmo filando se esgueirando fugindo escapando das
aglomerações humanas buliçosas, paradoxalmente.
As varandas as sacadas das
edificações prédios as janelas aberturas olhando olham olhos vazios espiando os
mistérios da rua Fagundes Varela. Cada vivenda casa com seus olhares refletidos
refletindo vidrados vitrados vitrar vitrando olhos. Uma realidade mirante de
múltiplos focais e sonolentos exaustos abombados ofegantes.
- Oi!... Se a gente anda e pervaga
vagueia cruza atravessa percorre...
- Veja e observe! Se parar tem de
entrar e comprar consumir...
- Reparar. A embaixada do Egito é
aqui mesmo em frente. Oquei?!
- Meu, que bom! Pedido de visto
vista deferido atendido concedido. Hem?!
Eles estavam sós no mundo. A lua a
sós. Essa lua lá longe e que instiga promove cria avassala concentra reparte
enriquece distribui divide provê providencia enobrece. Nome pespegado na bolsa
de mão cara comprada na loja chique da avenida Paulista. A lua se refestelando
na grama do céu deleitada comprazida deliciada.
- Hein?! Uma vez na vida viajaremos
até Presidente Figueiredo, puro Amazonas.
- Oie!... As cascatas os rios as
grutas e cavernas do Maroaga.
Debaixo da lua e andando nas ruas do
lugar acolhedor. As casas decoradas com motivos de fim de ano e ano novo
esperanças novas. As luzes artificiais compondo com o luar a noite uma
atmosfera de luxo e envolvimento aproximação. Mais prata e ouro atraindo paz e
prosperidade. Lua satélite original rechã terreno alto e ao mesmo tempo plano
platô planalto. E sonho suave doce cheio de graça e elevação.
- Eia! O efeito é festivo temporada
de festas e isso ajuda ajuda! - pensa Gaipara.
- Apoiada te apoio e francamente. Condescendências!
- achou dizer o pai, se sabe lá de onde surgiu esta palavra diferente
descontínua fora de contexto e nada nada atualizada e destocada desentoada
descoroçoada.
As pessoas os xerimbabos sem saber o que
fazer indecisas onde parar desfilam aí e seus trajes idades músculos tamanhos
portes feições caras e bocas. Alguém com namorada outra com namorado a tiracolo
ainda carrinhos de bebê e babá moço com cachorro na guia e cão procurando um
cheiro ou outra coisa pra se distrair e famílias de cinco seis indivíduos em
procura da melhor casa de rodízio de churrasco. Um gasto enorme de lanterninhas
coloridas enfileiradas desfiadas e uma criatividade em tinteiros tintas
tinturas cores preferidas destacadas escolhidas derivadas espalhadas. À noite.
- Forte, né?! As pessoas pulam pra
fora das suas tocas. Nem todos. Embora nem se conheçam nem se reconheçam mas se
misturam e se acham misturadas, pronto.
- Ver até onde vai dar. Um restaurante
cheio uma sorveteria uma praça com música... e ninguém reza com ninguém. Olham
os fogos de artifícios.
- Olhe esta. Mas nós conversamos
entre nosotros, meu bem! Boa noite!
- Ahahah!... Estou rindo por uma
justa salada de brotos tomates folhas alfaces.
- Upa, lelêeee!... Com quindins de
fundo... ou tapioca com chocolate...
- Te digo, kjá-kjá-kjá... A crítica
construtiva de quem construiu constrói algo.
- Estrelas nomeadas! Esporte é
cultura saúde educação e lazer. Veja bem!
Quando menos se espera, chove. Mas
espera um momento... Colunas nuvens (zabaneiras prostitutas despudoradas
lascivas) monstros desfigurados mal desenhados na fumaça malfalantes
transudando transpirando um vozerio (sorteados na malandragem vadiagem
mangalaça) chamados vozear estrondoso estridulado som penetrante estrugir, por que
chover justo nesta marcha nesta data nesta hora?, querem procuram de qualquer
jeito porque querem porque sim chegar ao solo e às vias de fato. Sobrevoam parecendo
deuses raios relâmpagos trovões (acervo congérie coleção série) que ao mundo
conhecido apavora e juram afronta convício contumélia injúria insulto. De onde
vem esta valentia coletiva cooperativa elaborada aérea necrópole? Uma
tempestade discricionária arbitrária sem limites poderosa mão de ferro guante
(ácida agra azeda acre) prolixidade autoridade máxima despótica. Quem manda e
desmanda nesta avalanche enxurrada hecatombe tsunami? Se transformam em
elementos mais fortes poderosos do universo e até pretendem subjugar arrombar
expugnar (abrindo fendas taliscas frinchas gretas) o que for o que seja até o
fim dos tempos sem remédio. Onde mora o perigo que vem do desconhecido do
extraordinário? Nuvens com ventos vingativos e dobrando as apostas (boléu
trambolhão queda encontrão baque emboléu) tresdobrando triplicando
multiplicando disparatadas. Gastem menos água, gente!
Chuva e vento confirmados confundidos fundidos
no meio das nuvens, tormenta. As almofadas impetuosas indecorosas se torcendo
contorcendo em torcicolos irredutíveis sofisticadas indecomponíveis em o fôlego
sopro da ventania vendaval. Já torcem/distorcem o dia as árvores as pessoas na
rua Uru e com esquina na avenida Viriato Correia. As janelas de peitoris batem
as pálpebras as portas as barbatanas e as latas vazias rolam voam os papéis de
embrulho saquinhos plásticos de supermercado. Um relâmpago um trovão um tremor
cambalear de terras um susto repentino começou a pedir água da chuva granizo. Nada
simples, a desordem o bereré a revolta o barulho e um bater de estaca cacete
tacape fueiro. Nuvens grossas borrões colchões de mola bambas atravancado
comboio e aldravas soltas trancas ferrolhos alavancas maquinário, ‘guelém!
guelém!...’ Também protraindo a língua e incólumes intatas ilesas pateando
apupando vaiando criticando zargunchando lanceando os todos demais elementos
continentes cos quadrantes até onde a vista alcança. Correndo disparando
zarpando a mais de 120km/h zunindo, ‘zuiiiim! zuiiiim!...’ e nem deliberam,
simplesmente verossímeis/inverossímeis tomam conta do teto celeste. E as moças
orgulhosas seguram lindos longos cabelos cheirando as pontas molhando os lábios
empinando o nariz alcantilando tornando íngremes escarpando escarpados os seios.
Porque sim, e basta!
Nem aqui acolá seria esta ou aquela a 1ª
primeira vez na história. O rio Cambaí banha província e Estado as localidades
históricas de Moema, Luz, Lagoa da Prata (lagopratenses), Capela do Alto
Alegre, Serrolândia, Japaraíba, Santo Antônio do Monte. Supremamente bem, a
praça Dom José Marcondes Homem de Melo. De sorte que ao término de outro algum
tempo... E voltaremos já!
Era fim de tarde e início de noite
noitinha entardecer. Sol passando pano no horizonte, emborcando aborcando
deborcando em queda livre. E as aves sabiás-gongás tico-ticos-coleiros
cardeais-do-banhado bate-bicos e os bandos de caçuirovas subiam asas ascendiam
aladas esvoaçavam abertas. O poder de voar esvoaçar, voavam iguais parecidas
deusas e deuses. Sombras no chão buscando. O difícil de voar na pouca distância
de revoar idas e voltas o pouso de asas comportadas. Vai ou nem vai, foram?
No fim do dia no princípio do dia
nos principais dias os pássaros saem e entram nas árvores. E sempre vem e vão cantar
aí e dormir ali. Todas as árvores e as tramoias maroscas trapaças manobras
ardilosas. E é o que se vê ainda hoje na calçada passando na rua cercanias
tifas cafundós. O que se ouve ouvindo na manhã cantando e na tarde repousos
cantando. No café da manhã levantando da cama na ceia ao escurecer se
recolhendo. Os passarinhos consórcio e o ciciar chilrear arrulhar os milagres
do mundo assim e tibirro-do-campo, caminheiro ou foguetinho, anu-branco,
capitão-castanho.
O dia inaugural inaugurando veio
claro aberto chegou convocatório chegando convidativo quente som; méritos de
quem? Todos queriam sair e andar na rua principal avenida Ipiranga, bairro Praia
de Belas. E bem cedo para aproveitar todos os instantes. As aves optavam pelas
árvores, os cães e cachorros vira-latas abandonados os cuscos briosíssimos
dissipados desbaratados, estes acompanhados dos donos(as), preferiam andar na
grama vegetação rasteira reptante cavar na areia da cancha de vôlei em a praça
Santos Dumont (este senhor pioneiro na ideia de promover a região em centro
turístico de lazer de passeio agradável e alertando para o potencial turístico
das cataratas), as pessoas grandes e pequenas seus dizeres gestos cacoetes
risos indicavam e desejavam escolher uma boa sorveteria e bem localizada frente
do parquinho das crianças. Brinquedos em guerra e crianças imponentes fogosas
nutridas voluntariosas cheias de vitalidade. Sobreviventes dos shows festas
festivais supérstites são e salvos.
Este o caminho caminhão ou
descaminho todo caminhar... e estrada br-153 Transbrasiliana desce e rua
Tibicuera sobe... anfractuosidades sinuosidades depressão saliências... condutores
e conduzidos vão e voltam... louvar rezar sufragar em nome de quem com quem para
quem... de lá e pra cá com ou sem alguém algo pra chamar de seu e mais conforme
as oportunidades. A ordem dos fatores alterna os produtos e produtores patrocinadores
atores, a vida a verdade o caminho. Acho difícil, chamar invocar clamar avocar.
Antecedentes pródromo precursor prenúncios, o que resta fica subsiste remanente
remanescentes. A caterva malta chusma súcia horda apoia ancora escora especa. Minha
opinião é grassar se multiplicar propagar-se espalhar-se (sínclise).
- Vimos de longe distante outro
lugar, para andar procurando esta roda-gigante - emendou o pai Tácito. -
Oie!... De criança tive receio de andar em a roda-gigante.
- Obrigada! E que D pague lhe pague
em dobro, pápi! - era a festiva Inajá.
- Uh!... Se se perderem aí, já sabem
e devem saber! Me ligam, me ligam!
- Es-ti-va!... Totó ou Trempe será o
líder da guia, hem?
Inajá com os dois cães se acercou do
pátio. Os dois afilhados procuravam se soltar acelerar desgarrar. Sem dúvida
juntos ligados confundidos para nem se perderem. Saíam assim mesmo travados correndo
em sentido dos brinquedos do balanço do tobogã casa da árvore trenzinho
maria-fumaça túnel do tempo. Enquanto os pais, quartel-mestre-general,
finalmente se entreolhavam entreolham com aquele sorriso maduro e prolongado e
romântico e perspicaz. Assim definitivamente dificilmente encontrados e enfim
se acham se achando a sós. Beijo na boca e comum prosaico trivial corriqueiro.
- Ué e uai!... É bom o meu penteado?
Exemplifiquemos!
- Xô! Uma certeza experiência bem
feminina, é.
- São bons! Olhe bem e vede mais,
kjá-kjá-kjá!...
- Ih-ri-ri-riiii!... Nem olhe agora,
mas estamos só nós dois e os sabores de sorvete pra escolher - testemunhou o
Tácito. - Que sugere, bem?! Chute!
- Oh, caramba! Já pensei em açaí com
chocolate, mas... mas tenho pena do morango com pequi. E você, meu tudo! -
gastou o verbo a Gaipara ou Gaita.
- Uma tremenda dúvida, a sua. A
minha tenho pensado estes últimos meses... em pitanga com cupuaçu e mucuri. Que
te parece? Reconhece agora que sou demais?! Opa!
- Sentido. Então manda ver e ou
manda vir, né?! E ganhar ganhado ganho.
- Estes diferentes sabores me acompanham
desde tenra idade, nem sabe?! Vê!
- Viva!... Eu sei, você me disse me
confidenciou me participou. Reconheço.
- Nem lembro se disse ou sonhei em
te dizer. Você tem certeza? Jura? Jura!
E coisas máximas e mínimas foram
trocando e expondo diante de palavras e gestos e salamaleques. Parecendo, quiçá
aos outros frequentadores da sorveteria Calumbá e ou confeitaria/sorveteria ao
próprio proprietário confeiteiro, um casal esportivo naturalista vegetariano
rico esnobe dono de propriedades empreendimentos imobiliários. E sim também com
atitudes leves porém estranhas ao meio ambiente e novos inovando diferentes
escondido no íntimo pessoal e isto aqui e mais aquilo acá.
- Hum!... Esta cidade tem muito
verde, é. Favores, decíduo transitório efêmero.
- Oh de tal! Acho o povo bem
hospitaleiro e boa gente. O rio parece apreensivo.
- Esquece. A quem pertencem estas
terras? Medidas imprescindíveis.
- Verticalidade! Ali estão andando a
rua e seus automóveis. Ao encontro de.
Sendo que em a rua Tomás Thompson
Flores caminhavam transpiravam comparavam uma vitrine com outra uma loja um
armazém a casa da esquina com a visinha ao lado rua Agreste. Os sorrisos de
ambos os pais os filhos os mascotes diziam muito e diziam de um tudo. As
feições refletiam onde passavam o que queriam e resplandeciam muito das lojas e
mercadorias expostas do colorido do retratado, lojas abertas ou ateliers
fechados e só na segunda-feira às 9h. Uns mostruários identificados para
comprar compra com desconto outros para olhar e passar outra hora descartar
desistir passar o tempo. Ruas calçadas passeios com acessibilidade taludamento
talude feitos para as pessoas passear, e acompanhadas e de mãos dadas e
acompanhando crianças ou pequenos cachorros gatos ratos porquinhos na coleira.
- Aríete! Que me diz desta cidade?
Me diz alguma coisa pra eu escrevente registrar na pupila do gavião-de-penacho,
como diriam os índios autóctones primeiros habitantes destas glebas os
xoclengues - discursou longamente e mente longa o Tácito.
- Ufa ufa! - suspirou a mãe,
agradável olhos presentes milagrosos graciosos brandos adoráveis e que fizeram
época no estágio do namoro namorando enamorados.
- Tal-qualmente! Já você sabe e te
falei que gosto de cidades e andar. Lembra da poesia do Quintana? Pois eu uma
vez já a decorava decorei: ‘As ruas da cidade por onde andei...’ E o sentimento
e o sentido! Que alargá-las compará-las vesti-las completá-las capacitá-las
municiá-las adestrá-las instruí-las domá-las.
- Oxalá e quem me dera! Também sei e
já sabia de tudo isso. E recomendo.
- Digo e repito. É verdade
verdadeira verdade! Que massa!
- Te louvo e te apoio em tudo. Aposto
que sim e aposto todas as minhas fichas.
- Oh!... Eu digo que as cidades
moram dentro de mim. Você sabe, você já viu.
Sem saber e sabendo sem querer e já
procurando, foram atravessando praças jardins públicos ruas avenidas bem
arborizadas. Conhecendo novos logradouros outras casas pintadas de maneira
exótica com grafite e imagens enormes (psicodélicas esotéricas?) sensacionais e
que chamam atenção muito chamam a atenção. E mais cruzando ainda com pessoas de
fora de longe dali mesmo e seus animais de estimação, cada cachorro bem
penteado identificado cada gato ou gata de colo com coleira de diamantes
correntinha de ouro vestido agasalhado com figurino detalhado exclusivo caro
nobre. Uns de repente menos procurados ou queridos, porquinhos camundongos
garnisés peixes de aquário e pássaros da fauna exótica. Para estes importados
se usava utilizava da tecnologia de ponta inteligência artificial inteligente
na tradução do idioma.
- Oquei! As cidades têm suas manias
e vontades, é! - completou dizer o Tácito.
- Gente e sério mesmo! Mas já deram
e saíram aí grandes jogadores de futebol. E parabéns pra elas e eles. Quem sabe
nos veremos trocaremos fotos e autógrafos!
- Uau!... Muito tradicionais por um
lado muito elegantes por outro. Bacana.
- Sinceridade ao extremo,
companheiro? Toda cidade com seu horto no fim da avenida principal - relatou
Gaipara, olhos vivos vitalidade graça novidade sonho.
E temos de puxar pela memória e outros
mecanismos que assim teremos as seguintes premiadas homenageadas esclarecidas e
cidades dos grandes craques e Cotia, Ibiúna, São Roque, Vargem Grande Paulista,
Itapevi, Jandira (tupi, ‘favo de mel’). Todas arborizadas idades tipos espécies
formosuras plantas arborescentes e juciri, fava-de-besouro, rabo-de-raposa,
dormideira, urtiga-fogo, cará-barbado, juerana.
- Levo fé! Então me fala e me diz me
conta o segredo do sucesso destas localidades. O que elas fazem de diferente
para ter tantos ilustres eminentes magníficos? - preocupada com a posteridade
dos filhos, a mãe.
- Oquei!... O mistério está muito bem
jogado nos dados do secreto segredo, mora?! Ninguém nasce por acaso. Aqui e
ali, tudo tem sua explicação e por quê. Sim!
- Ah, francamente! Me parece tão
universal este mistério... e necessário.
- Gente! Você e sua prole me compreendem,
certo? - brincou o próprio Tácito.
A decência e honestidade ainda imperava.
Há cidades com nomes e segredos e Araçariguama (tupi-guarani, ‘lugar em que os
araçaris bebem água’), Cabreúva (gentílico, cabreuvano; que em tupi, ‘planta do
caburé’ - caburé, ave noturna falconiforme), Jundiaí (tupi, ‘rio dos jundiás’),
Jarinu (os primeiros imigrantes italianos chegaram no distrito da Paz de Campo
Largo ou Jarinu, por volta do ano de 1890. E sob tutela da Sociedade Promotora
da Imigração), Jaraguá do Sul, jaraguaenses, (tupi-guarani, ‘senhor do vale’),
lema: ‘grandeza pelo trabalho’.
Tentando adivinhar coisas diferentes
contentes e já dobrando a esquina das boas rua do Pálio e avenida do Sobrecéu. E
algo mais aí ainda pra frente sobre a ponte do rio Jacaré-Pepira, podia prever
pensar lembrar. Tudo tão interessante e, por que nem de repente, até comovente
emotivo emocionante. Tipo, nos vemos nos próximos capítulos.
Coisas dicas opções para fazer em
esta cidade balneário e cheia de outras por demais atrações imperdíveis
prazerosas e antes que me esqueça:
a) Feira
de artesanato em bairro Vila Madalena em a rua dos Macunis.
b) Centro
Histórico com casario todo tombado e revitalizado.
c) Museu
de arte sacra correspondente ao barroco mineiro.
d) Parque
do lago Francisco Rizzo.
e) Festival
de música caipira de raiz.
f)
Visita ao templo budista.
g) Passeio
de barco pelas ilhas do estuário Guaíba.
‘Ela a capitania de Itamaracá se
iniciava na Baía da Traição-pb, se prolongando até a ponta sul da Ilha de
Itamaracá (tupi, ‘pedra que canta’)’ - fonte: Eduardo Bueno. Astrônomos já
estabeleceram contatos com seres extraordinários extraterrestres, porém nem
ainda em dias chuvosos. Se destacaram na conjuração mineira o alcunhado
Tiradentes; o poeta autor do poema épico Vila Rica; o poeta autor de Marília de
Dirceu; o desembargador; o padre em cuja biblioteca se reuniam estes mesmos
conjurados.
Se passou um tempo cronometrado, eu digo.
Se foi um tempo que à lua... nem faz nada nem faz cócega nem conta ou desconta.
Se rodou um tempo que ao sol... nem há tempo nem faz diferença nem escandaliza
nem escreve ou descreve ou prescreve.
Há mesmo um dia depois do outro. Nossos
tempos permitidos e precisos vão embora. Podem devem passar até despercebidos.
Porém, que nos sobra, é pegar e nem largar esta forma que aí está. Nos parece ter
sido feito com objetivo claro único primário perfeito, com direito a tacanho
pequeno parco curto baixo, e sem de modo algum pleito litígio demanda questão
ou conflito de interesses contenda pendência.
Servido me sirvo do manjar que tanto
pasto no lauto repasto; vejo no pardieiro sob a mesa uma barata esperneando: e
se me toca me foi um meio bicho no prato?!
Mas bah tchê, guri! Hoje agora recém,
encilhado meu mate chimarrão, acomodado na sombra tarde verão da açoita-cavalo,
me deparei fiquei olhando apreciando bombeando aquela querência além-fronteiras
e horizonte pra lá de Marau...
Novamente hoje a lei da leitura das
circunstâncias e vejamos. E esperar o acontecer. É esperar aguardar os
acontecimentos. Ver o resultado e seguir. Qualquer que seja e, tranquilo
relaxado, seguir continuar como se nada. Respirar o acontecido como ‘quiqueriqui!...’
insignificante paupérrimo. E reitero encaminho educo: nem me pertence! Endosso
de garantia comunicado endereçado: me nem pertence.
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